Arquivos da categoria: Canoinhas

Jovens rurais do Planalto Norte fazem curso da Epagri em Canoinhas

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Jovens rurais do Planalto Norte Catarinense passaram quatro dias no Centro de Treinamento da Epagri de Canoinhas (Cetrecan) aprendendo a planejar seu futuro no campo.

O grupo, formado por 16 participantes, dos municípios de São Bento do Sul, Mafra, Itaiópolis, Monte Castelo, Bela Vista do Toldo e Canoinhas, completou a primeira alternância do curso para jovens oferecido pela Epagri entre os dias 15 e 18 de julho.

Extensionistas da Epagri de toda a região foram os instrutores do curso. Eles trataram sobre temas como socialização, linha do tempo da agricultura familiar, planejamento pessoal, empreendedorismo e políticas públicas, além de abordar conteúdos técnicos em bovinocultura de leite, como planejamento da propriedade e manejo de pastagens.

“A turma é extremamente participativa e ávida por alternativas de renda para a propriedade rural”, resumiu Ana Luiza Damaso Rocha, gestora do Cetrecan, que coordenou o curso. Essa foi a primeira de sete alternâncias do curso que serão realizadas com o grupo.

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Epagri realiza encontro de cooperativismo no Planalto Norte

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Dirigentes de cooperativas do Planalto Norte Catarinense participaram de uma capacitação organizada pela Epagri com o objetivo de fortalecer ainda mais o setor na região. O tema do encontro, realizado no dia 5 de julho, foi “Parcerias para uma boa gestão”.

Na primeira parte do evento, os cooperados assistiram a uma mesa-redonda com profissionais de escritórios de contabilidade. Os participantes aprenderam sobre a importância de conhecer as informações contábeis da cooperativa e as estratégias para garantir a transparência desses dados.

Na sequência, a coordenadora estadual do programa Gestão de Negócios e Mercado da Epagri, Telma Köene, falou sobre mercados institucionais, desafios e potencialidades para as cooperativas. Para finalizar, Elvio Silveira, do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Santa Catarina (Sescoop/SC), palestrou sobre fortalecimento, assistência e prestação de serviços às cooperativas por parte da Ocesc e do Sescoop.

Para Telma Köene, a troca de experiências entre os participantes foi um, grandes pontos positivos do encontro. “O evento cumpriu seu objetivo e o cooperativismo do Planalto Norte saiu fortalecido”, avalia.

 

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Epagri lança livros que contam a história do Projeto Indicação Geográfica da Erva-Mate do Planalto Norte Catarinense

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No município de Canoinhas, a Epagri, o Sindicato das Indústrias do Mate no Estado de Santa Catarina (Sindimate) e a Associação dos Produtores de Erva-Mate do Planalto Norte Catarinense (Aspromate) promoveram o lançamento de três livros sobre a Indicação Geográfica da Erva-Mate do Planalto Norte Catarinense.

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O evento, aconteceu durante sessão da Câmara de Vereadores, do dia 2 de julho, quando os livros foram apresentados para produtores, autoridades, imprensa e a comunidade em geral.

Os trabalhos foram conduzidos, pelo coordenador do Projeto, engenheiro agrônomo da Epagri, regional de Canoinhas, Gilberto Neppel.

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Neppel falou sobre a importância da indicação geográfica e um pouco do conteúdo de cada livro. “Há tempos atrás éramos chamados de Ouro Verde, por isso a tentativa de promovermos a revalorização. Além de colocar essa história, em livros, o selo, que futuramente representará a Indicação Geográfica da Erva Mate, para Neppel, deverá ser um símbolo pelo qual as pessoas poderão “enxergar a nossa história”.

Já professor e escritor Fernando Tokaski destacou o papel da erva-mate na história da região do Planalto Norte Catarinense, deixando a plateia curiosa para saber detalhes escritos no livro.

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Na ocasião, o presidente da Câmara de Vereadores de Canoinhas, Célio Galeski lembrou do método antigo da produção de erva-mate da sua família. “Possuíamos um barbaquá, sapecávamos a erva-mate, a fim de retirar umidade da folha, dando um aroma e sabor diferenciado a erva-mate semelhante a uma defumação”.

Em seu pronunciamento, o prefeito Beto Passos lembrou que a produção e cultura da erva-mate se confundem com a história de sucesso de Canoinhas. “Sabemos da importância do setor ervateiro para a nossa história e é por isso que temos o compromisso de manter acesa a chama de tudo o que envolve a cultura da erva-mate”, destacou. É por isso que, segundo o prefeito, o Município está empenhado em continuar realizando a Festa Estadual da Erva-mate. “Pois é a chance de pessoas de outros municípios conhecerem a nossa cultura, as nossas raízes e a história da erva-mate”.

 

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A ligação que a região mantém com a atividade ervateira e o diferencial de produção de erva-mate, ligados aos processos de produção, a partir de ervais nativos, demonstram grande potencial para ações de revalorização do produto regional. 

A coletânea é obra produzida a partir do material elaborado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Epagri), em parceria com o Sindicato das Indústrias do Mate no Estado de Santa Catarina (Sindimate) e Associação dos Produtores de Erva-Mate do Planalto Norte Catarinense (Aspromate) que buscam junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) a Indicação Geográfica (IG) da erva-mate para o Planalto Norte Catarinense. O Governo do Município de Canoinhas também apoia a busca pela IG.

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Livros

O livro “História” destaca o papel da erva-mate na história da região do Planalto Norte, com ênfase nos principais fatos que ocorreram, destacando a colonização, o povoamento e a evolução da divisão político administrativa dos municípios da região. Também apresenta uma contextualização dos trabalhos desenvolvidos para se chegar a esse patamar, além de compor com os demais, o dossiê para o INPI, solicitando a distinção do produto e da região.

O livro “Território” apresenta detalhadamente aspectos descritivos de elementos comprobatórios da notoriedade da produção de erva-mate, especialmente vinculados às características ambientais, como a floresta ombrófila mista, ou floresta de araucárias, comumente denominada, vinculada com aspectos climáticos, geológicos, geomorfológicos, de solo, da hidrografia e como esses fatores interferem na produção da erva-mate.

O livro “Produto” apresenta a erva-mate e a forma de produção – o “saber-fazer”, o produto da interação produto/homem/território. Neste volume também são apresentados a forma de organização que será a gestora desse importante ativo regional que está no regulamento de uso e no novo Estatuto da Associação (Aspromate), que será a guardiã e gestora, através um grupo que é o conselho regulador, instância decisória para os encaminhamentos da IG.

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Os trabalhos de obtenção da IG iniciaram em 2013, sob a coordenação de Gilberto Neppel, extensionista rural da Gerência Regional da Epagri em Canoinhas. O financiamento foi do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

De acordo com Neppel, o projeto busca, além da formalização e a conquista do certificado de registro de uma IG, a participação efetiva dos atores da cadeia produtiva na sensibilização, na tomada de decisões, na viabilização de políticas públicas territoriais, na resolução de gargalos técnicos e estruturais e na construção.

O processo de Indicação Geográfica foi desenvolvido em resposta a uma demanda dos produtores de erva-mate da região. Segundo Neppel, para alcançar essa identificação foi necessária a realização de uma série de pesquisas sobre o cultivo, colheita e preparo do produto, bem como do clima, solo e de outros aspectos relacionados ao histórico da produção. Esse estudo deu origem a uma coletânea de três livros que estarão à disposição para consulta nas bibliotecas municipais que pertencem ao IG.

Os dados, caracterizaram a diferenciação da produção do Planalto Norte em relação a outras regiões, que possuem outras características de clima, solo, umidade. "A ideia da IG é ganhar uma certificação de que nós já sabemos que nós temos, mas que muitos ainda não sabem. Quem mora aqui sabe que a melhor erva-mate é daqui", ressalta Juliane Seleme, presidente do Sindicato da Erva Mate de Canoinhas.

Juliane explica que a forma com que a erva-mate do Planalto Norte é produzida é o que diferencia de outras regiões. O cultivo da planta é, historicamente feito, em meio à floresta de araucária, de forma harmônica e sem desmatamento. Esse sistema de cultivo, aliado às características de solo e clima da região, conferem ao produto um sabor leve, que agrada ao consumidor brasileiro e de outros países.

Outro diferencial é que 83% da erva-mate processada na região é oriunda da extração de folhas em formações e remanescentes florestais da Floresta Ombrófila Mista, caracterizando-se como uma atividade econômica ligada à utilização sustentável da mata nativa.

Para que os mais diversos produtos produzidos a partir da erva mate sejam reconhecidos como únicos, buscando uma revalorização do produto regional, a Sindimate, Aspromate e Epagri requereram junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) a indicação geográfica (IG) para erva-mate.

"O que a gente quer é ser reconhecido como a melhor erva-mate, que ela é nativa dessa região, e que é um saber fazer, daqui. Todo mundo sabe como faz um chimarrão, como lava a cuia, a bomba, como esquenta a agua. Todo mundo sabe que ela movimenta a economia local. Não queremos que roubem nossa planta e se perca a identidade dela, como aconteceu com o café e a banana", comenta Juliane.

Os livros poderão ser encontrados da Biblioteca Pública Municipal de Canoinhas. Fonte: com informações da Prefeitura Municipal, Câmara de Vereadores de Canoinhas e Jornal Correio do Norte

 

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Produtores rurais de Canoinhas contribuem para a alimentação das crianças nas escolas do município

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A agricultura Familiar está cada vez mais presente no dia a dia de que vive na área urbana. Nas Escolas e Centros de Educação Infantil (Ceis) da Rede Municipal de Ensino (RME) de Canoinhas isto também é realidade, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação os produtores rurais entregam verduras e legumes que são selecionados para ser utilizados na Merenda Escolar. 

Cristiane Herbst Mota atua há 16 anos como nutricionista da alimentação escolar, é atualmente é nutricionista da Secretaria de Educação da Prefeitura de Canoinhas, ela comenta que os agricultores desenvolvem um trabalho muito bonito, mas com muitas dificuldades, inclusive climáticas. "É um trabalho em parceria para dar tudo certo. Aprendemos com o tempo trabalhar com os agricultores familiares e eles a trabalhar conosco tudo é uma conquista, sobretudo quando se trata de hábitos de alimentação saudável na vida das nossas crianças". disse.

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Cristiane comenta que o Setor de Alimentação Escolar da Secretaria Municipal de Educação atende diariamente com alimentação escolar 38 Unidades Escolares e 4 extensões (6.036 alunos), totalizando no ano, aproximadamente 4 milhões de refeições.

Para garantir a quantidade e qualidade da refeição oferecida aos alunos são investidos na compra de alimentos mais de 2,5 milhões ao ano, dos quais 1,5 milhões são de recursos próprios da Prefeitura. "Mais de 50% dos recursos federais são investidos na compra de alimentos dos agricultores da região, como a maioria dos legumes e verduras. Muitas frutas e verduras fornecidas para a alimentação escolar já possuem o certificado de orgânico" destaca a nutricionista.

Para adquirir os produtos da agricultura familiar as nutricionistas da Secretaria Municipal de Educação fazem uma análise dos alimentos que fazem parte do hábito alimentar; quais os alimentos que são produzidos na nossa região e quais deles os agricultores realmente podem oferecer. A partir dessa pesquisa dos alimentos, o Setor de Licitações realiza uma ou mais chamadas públicas ao ano para adquiri-los por meio dos agricultores da região.

Os alimentos da agricultura familiar são utilizados com muito cuidado e carinho pelas cozinheiras das unidades escolares em preparações como saladas, sucos, vitaminas, sanduíches, pães, ensopados, bolos, grelhados e estão em todos os horários, desde o café da manhã até o jantar.

"Além de beneficiar a saúde das crianças e melhorar o desempenho escolar, a alimentação oferecida hoje nas Escolas e Centros de Educação Infantil do nosso município contempla a participação de pequenos agricultores da região, colaborando para que permaneçam em suas localidades e se sintam mais motivados", finaliza Cristiane. Fonte: Correio do Norte

 

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Embrapa Clima Temperado tem quarta base em Canoinhas

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Na sexta-feira, 10, o diretor-executivo de Inovação e Tecnologia, Cleber Soares, e o chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, Clenio Pillon, realizam a incorporação oficial da Estação Experimental Canoinhas (EECAN), em Santa Catarina, como a quarta base física da Embrapa Clima Temperado, sediada em Pelotas (RS).

A Embrapa Produtos e Mercado, que reunia os escritórios de negócios espalhados pelo País, foi extinta no início do ano passado, no processo de reestruturação da Empresa.

Assim, o antigo escritório de Canoinhas passa a ser um espaço voltado às ações de transferência de tecnologia e inovação da Embrapa Clima Temperado. Agora com o nome de estação experimental, integra a estrutura física da Unidade gaúcha, compartilhando gestão administrativa e de pessoal.

A EECAN apresenta uma modelagem inovadora para a gestão operacional e estratégica de pesquisa, especialmente de ativos e modelagens de negócios, fortalecendo a presença da Embrapa Clima Temperado no norte de Santa Catarina e no Paraná. “Entregar soluções desconectadas e segmentadas não faz mais sentido, precisamos conceber sistemas sustentáveis de produção com foco territorial e embarcar nossos conteúdos e soluções nessa nova lógica”, destaca o chefe-geral da Unidade. A região de Canoinhas possui uma matriz produtiva bem diversificada, com produção de tabaco, madeira, frutas, hortaliças, cereais e oleaginosas, além de ser uma bacia leiteira importante para Santa Catarina.

Em sintonia com o objetivo de potencializar a articulação de ações de inovação junto a outras instituições, na agenda desta sexta-feira (10) acontece o Encontro com Parceiros e Lideranças, um evento de aproximação e apresentação do espaço e sua finalidade. A Embrapa convidou representações das instituições de ensino, extensão e pesquisa, associações de produtores, cooperativas, viveiros e produtores rurais. A reunião acontece nas dependências da EECAN, na BR 280, km 219.

Além da sede e da estrutura de Canoinhas, a Embrapa Clima Temperado conta com a Estação Experimental de Cascata (EEC), em Pelotas, e a Estação Experimental de Terras Baixas (ETB), em Capão do Leão (RS). Fonte: Embrapa / Foto: Maritza Martins

 

Mais informações: Embrapa – Canoinhas - (47) 3624-0127

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Audiência com produtores de leite e Epagri discute instalação de uma cooperativa de laticínio em Canoinhas

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Um grupo de produtores de leite e técnicos da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) participaram de uma audiência com o Prefeito de Canoinhas, Beto Passos (PSD), que apresentou com mais detalhes os benefícios que serão concedidos, pelo município, para a implantação de um laticínio em Canoinhas.

A proposta para que o município possa receber o empreendimento foi apresentada em fevereiro durante reunião da Associação dos Municípios do Planalto Norte (Amplanorte). “Hoje eles estiveram aqui para obter mais detalhes e também para conhecer o terreno oferecido pelo Município”, comenta o prefeito Beto Passos.

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A atividade leiteira se constitui segmento estratégico para a vida de um significativo contingente de produtores rurais e familiares, e é responsável por boa parte do movimento econômico de Canoinhas. “É por isso que manifestamos o nosso interesse para que o empreendimento seja instalado em nosso município, uma vez que Canoinhas possui localização geográfica estratégica entre todos os municípios do Planalto Norte. Estamos fazendo tudo o que estiver ao nosso alcance e em conformidade com a lei para que Canoinhas seja o município escolhido”, comenta o prefeito Beto Passos. Papanduva e Monte Castelo também fizeram propostas aos pecuaristas.

A viabilidade do empreendimento é garantida por estudo da Epagri. Produtores de toda a região estão unidos e acompanhando o projeto.  O laticínio funcionaria como cooperativa. O município de Canoinhas se comprometeu a disponibilizar diversos incentivos, entre eles um imóvel.

Os secretários, Paulo Machado e Edison Kuroli também participaram do encontro esclarecendo dúvidas sobre as propostas.  Os vereadores Célio Galeski (PSD), Wilmar Sudoski (PSD), Mario Renato Erzinger (PR) e Nilson Cochask (PR) também participaram do encontro. Fonte:http://www.diariodoplanalto.com.br/

 

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Após laudo da CIDASC apicultores e Ministério Público Estadual discutem morte de abelhas

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Após a divulgação do laudo que apontou a causa da morte de abelhas no Planalto Norte como sendo por agrotóxicos, apicultores se reuniram com o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) para discutir o assunto. O encontro foi acompanhado pela promotora Greice Souza, responsável pelo Centro Operacional do Consumidor no MPSC.

Entre as medidas que foram discutidas, pelos apicultores junto ao Ministério Público, Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina  (Epagri), estão como controlar melhor receituários de agrotóxicos, distribuição, a autorização para que os agricultores utilizem os defensivos agrícolas, que sejam feitos cursos de capacitação para aplicadores de agrotóxicos, principalmente, os que estão na região próxima à produção de mel. Também foi levantada a possibilidade de o Estado proibir algumas dessas substâncias que são autorizadas no Brasil. A lei federal permite que o Estado tenha leis mais restritivas.

QUEM É O CULPADO?

A Cidasc e a Epagri estão verificando as lavouras próximas a produções de mel para identificar um culpado para a mortandade das abelhas. A grande dificuldade será provar quem colocou o princípio ativo na lavoura. Diversos produtores podem ter utilizado o agrotóxico, ou uso onde não poderia, quantidade errada, na época de floração, já no florescimento quando as abelhas aparecem, ou até mesmo pode ter sido usado algum equipamento indevido.

O Fipronil, a substância que foi encontrada pela Cidasc, é um inseticida que age nas células nervosas dos insetos e, além de ser utilizado contra pragas em culturas como maçã, soja e girassol, é usado também em coleiras antipulgas para cães e gatos.

SEMINÁRIO

O MPSC vai realizar nos dias 25 e 26, o Seminário sobre Agrotóxicos nos Alimentos, na Água e na Saúde. Pesquisadores de cada área devem se apresentar para discutir o potencial cancerígeno dos agrotóxicos, a contaminação do leite materno, resíduos nos alimentos e na água, comércio ilícito pela internet e apresentação da revisão de estudos científicos sobre os efeitos desses ingredientes ativos na vida. Na tarde do dia 26, haverá uma reunião conjunta do Fórum Catarinense de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos (FCCIAT) com os Fóruns Gaúcho e Paranaense de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos.

Mais informações: canoinhas@cidasc.sc.gov.br

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Município do Planalto Norte apresentam à Epagri proposta para instalação de laticínio

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Durante reunião, da Associação dos Municípios do Planalto Norte (Amplanorte), prefeitos municipais de Canoinhas, Monte Castelo e Papanduva entregaram aos técnicos da Epagri e a um grupo de produtores que trabalham na criação de um laticínio na região, proposta de interesse para instalação da unidade em seus municípios.

A viabilidade de implantação de uma unidade de beneficiamento de leite, na região do Planalto Norte Catarinense vem sendo estudado pela Epagri, desde 2012 e objetiva ampliar as possibilidades de armazenamento, industrialização e escoamento da produção leiteira da região do Planalto Norte Catarinense

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Para o Prefeito de Canoinhas, Beto Passos, a atividade leiteira se constitui segmento estratégico para a vida de um significativo contingente de produtores rurais e familiares, e é responsável por boa parte do movimento econômico de Canoinhas. “Manifestamos o nosso interesse para que o empreendimento seja instalado em nosso município, uma vez que Canoinhas possui localização geográfica estratégica entre todos os municípios do Planalto Norte”, comenta o prefeito. "A Epagri fez projeto que indica a viabilidade do empreendimento. Produtores de toda a região estão unidos e acompanhando o projeto", acrescenta Passos.

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Na ocasião, o prefeito de Papanduva, Luiz Henrique Saliba também manifestou o interesse pela instalação do laticínio e apresentou a proposta elaborada pelo município para a instalação na cidade. ”O laticínio atuaria como cooperativa, beneficiando as famílias que trabalham na produção leiteira da região e aquecem a economia. Produtores leiteiros da região norte catarinense acompanham o processo. Além de Papanduva e Canoinhas, o município de Monte Castelo manifestou interesse e apresentou proposta.

 

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Com safra no fim, produtores de cebola devem ter prejuízos em Canoinhas

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A colheita de cebola na região de Canoinhas, no Planalto Norte de Santa Catarina está sendo concluída. E como no restante do Estado,será menor.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Rural, Edison Kuroli, “observamos em Canoinhas a mesma quebra que em outras regiões como no Vale do Itajaí, maior produtor de cebola do país. O tempo ruim fez com que as lavouras fossem infestadas por doenças como míldio”.esmo tendo preço atraente, R $1,30 na lavoura, os efeitos do clima farão os agricultores amargarem prejuízos.

“Em Canoinhas há produtores que perderam até 50% das lavouras. Muitos por causa da chuva e outros agora na colheita. A cebola cozinhou com o sol quente na fase de cura do produto”, informa. Kuroli lembra que a área plantada de cebola diminuiu 83% nos últimos cinco anos: “em 2013 chegamos a ter 300 hectares plantados na região. Pararam de plantar porque a cultura traz muitos transtornos aos produtores”, aponta.

 

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Professor publica livro sobre matérias-primas agropecuárias

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Desde que decidiu seguir a carreira acadêmica, o engenheiro de alimentos e, atualmente, professor do eixo de produção alimentícia do Campus Canoinhas do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), Luiz Paulo de Lima, cultivava o sonho de publicar um livro.

Projeto que se concretizou neste ano, com a publicação, pela Editora UFV, do livro didático "Matérias-primas agropecuárias", destinado a estudantes dos módulos iniciais de cursos técnicos e superiores em Alimentos.

Segundo o autor, o livro aborda conceitos como sazonalidade, regionalidade e perecibilidade, além de trazer uma discussão sobre a importância socioeconômica da produção de alimentos, características de qualidade de matérias-primas agropecuárias e aspectos introdutórios de algumas matérias-primas de origem vegetal e animal.

Ele conta que a ideia de preparar um referencial de estudos, tanto para ele quanto para os alunos, surgiu em 2015, quando começou a trabalhar como professor substituto na Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, onde ministrou a unidade curricular de matérias-primas agropecuárias.

Por conta da diversidade do conteúdo, o professor se viu desafiado a construir um material de apoio que estivesse efetivamente de acordo com o que a unidade curricular se propunha. O processo começou com a organização de uma estrutura básica, com tópicos, sub tópicos e algum conteúdo, de acordo com seus próprios conhecimentos. Na etapa de revisão de literatura, ele usou dados das literaturas nacional e internacional, dando preferência a materiais livremente disponíveis na internet, para facilitar a pesquisa de quem quer se aprofundar nos temas. "O fato de ministrar uma unidade curricular que aplica este conteúdo foi fundamental, pois o dia a dia do processo de ensino-aprendizagem facilitou a visualização dos principais pontos de melhoria do material", explica.

A qualidade do material de apoio organizado serviu de inspiração para que o professor submetesse a obra para publicação pela Editora UFV, em maio de 2016, quando ainda trabalhava como substituto na universidade mineira. Passadas as fases de aceite da obra, aprovação e revisão, o livro foi impresso em abril deste ano. "Publicar um livro sempre foi um sonho. Mas muito distante. Algo platônico. Na verdade, nunca pensei que seria assim, com um livro didático", conta professor Luiz Paulo de Lima, nomeado em caráter efetivo para o IFSC em 30 de junho de 2017, onde espera continuar suas pesquisas. "Existe uma grande carência de materiais didáticos específicos para alguns 'nichos'. Este livro foi um destes." Fonte:http://www.jornalcorreiodonorte.com.br

 

Mais informações: https://canoinhas.ifsc.edu.br/

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