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Feira encerra com resultados positivos para agricultura familiar

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A força do agronegócio e da agricultura familiar do Sul Catarinense esteve em evidência e já contabiliza mais um sucesso de público e de negócios, mostrando mais uma vez todas as potencialidades do setor, durante a 9ª AgroPonte, realizada em Criciúma. Mais de 100 mil pessoas visitaram o evento.

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Sonho realizado na agricultura familiar

Entre os mais de 250 expositores que participaram da 9ª AgroPonte, marcaram presença 40 cooperativas e associações da agricultura familiar. Da Cooperativa Nosso Fruto, de Criciúma, estava a Ilene Zanivan Martinello, com seus pães e bolos caseiros. Ela acaba de receber o seu alvará e já foi participar da feira, sua primeira oportunidade de negócios.

Ao lado do marido, do filho e da nora, Ilene viu que a sua atividade tem potencial para crescer e ficou surpresa com as vendas que fez durante a feira. “Algumas pessoas me diziam ‘olha, se cuida, não vai ser tanto assim como tu pensas’ e, de repente, deu certo. No sábado eu produzi para as vendas de sábado e domingo, mas vendi tudo no sábado. Fiquei até as 21h na feira, fui para casa, produzi tudo de novo e trouxe produtos frescos para vender no domingo. A AgroPonte me abriu as portas e, para mim, tem sido a realização de um sonho”, conta Ilene.

E ela não foi a única que atingiu seus objetivos na AgroPonte, como relata o gerente regional da Epagri em Criciúma, Edson Borba Teixeira. “Os agricultores venderam muito, mas não é só a venda, é também o contato e a prospecção de novos negócios, porque aqui passam muitos compradores, desde redes de supermercados, lanchonetes, casas de conveniência, de produtos naturais”, pontua Teixeira.

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“A feira proporciona ao agricultor trazer todo o seu trabalho do dia a dia e mostrar ao público urbano, até visitantes que vêm de fora, os produtos da agricultura familiar. Para a Epagri, isso é a recompensa do trabalho de um ano inteiro planejando, organizando, assessorando os agricultores para hoje podermos dizer que fechamos com chave de ouro a AgroPonte 2019, que só não é melhor que a AgroPonte 2020, porque eu tenho certeza que a cada ano a feira só melhora”, complementa o gerente da Epagri.

A diversidade de produtos à disposição do público surpreendeu Kleber Giovane Silva e sua família, que pela primeira vez visitaram a feira. “Antes eu pensava que AgroPonte era só para agricultores, então, a gente que não é agricultor, não teria nada para ver, mas agora, conhecendo, a gente viu que tem muita opção diferente para a família toda”, afirma Silva que aproveitou para levar para casa biscoitos, frutas e legumes.

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A 9ª AgroPonte contou, também, com a 7ª Feira Exposição Estadual de Animais, 4ª Feira Bovinos Comerciais Venda Direta e 2ª Exposição Oficial Cavalos Crioulos. A programação ainda ofereceu seminários e painéis técnicos gratuitos sobre temas variados, todos ligados ao agronegócio, além dos julgamentos dos bovinos das raças Angus e Brahman e o julgamento dos cavalos da Raça Crioula

Quem colheu bons frutos foi Arnaldo Bez Batti, que levou os seus gados reprodutores e matrizes para a feira e comercializou seis deles, além de participar e vencer categorias do julgamento de bovinos da Raça Brahman, realizado na sexta-feira. “Uma pessoa de Itajaí soube que nós ganhamos o primeiro lugar aqui, saiu de lá de Itajaí com um caminhão, veio aqui e levou dois animais nossos. Tudo o que tem aqui na feira é muito bom para nós e queremos ser parceiros para as próximas”, conta Bez Batti, que participa da AgroPonte desde a primeira edição da feira de bovinos. “Eu já quero assumir o compromisso de que no próximo ano estaremos aqui não com 25 animais, mas com 30, 40, ou até mesmo 50 animais, porque o atendimento é bom, a estrutura é boa, não temos o que reclamar”, acrescenta o expositor.

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Próxima edição já tem data

A 10ª AgroPonte será realizada de 19 a 23 de agosto de 2020. “A partir de agora reunimos os grupos de trabalho e fazemos as avaliações. Cada um tem uma sugestão de ampliação e de diversificação e eu acredito que vamos conseguir crescer para a próxima edição”, declara Willi Backes.  Fonte: http://www.engeplus.com.br

 

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AgroPonte incentiva e auxilia jovens a permanecerem no campo

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Durante muito tempo os filhos de agricultores tinham como planejamento principal cursar uma faculdade e encontrar uma colocação profissional na cidade, deixando a propriedade da família.

Esse cenário, porém, vem mudando aos poucos, pois é cada vez mais claro que as oportunidades proporcionadas pelo agronegócio são atrativas e podem ser passadas de geração em geração, sempre levando em consideração a evolução do setor. Para mostrar ao jovem tudo o que ele pode conquistar dentro do meio rural, a Feira AgroPonte traz atividades e ferramentas de valorização da agricultura.

“Tão importante quanto comercializar os produtos e serviços, a juventude que participa da feira tem a chance de ver e de ser vista. Os jovens percebem que não estão sozinhos, tanto nas suas conquistas quanto nas suas dificuldades, porque eles conhecem outros jovens que também passam pelas mesmas situações”, comenta a engenheira agrônoma da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Epagri) de Criciúma, Lidiane Camargo.

“E mais do que isso, os jovens notam que o meio urbano está olhando para o meio rural. Porque muitas vezes eles pensam que isso não acontece, que cidades mais urbanizadas, como Criciúma, não têm uma agricultura forte, mas tem muita agricultura, sim”, complementa Lidiane.

No primeiro dia de AgroPonte, o seminário “Encontro dos Jovens Rurais do Sul Catarinense: a Inserção dos Jovens da Agricultura Familiar através das Mídias Digitais” vai tratar especialmente sobre esse tema, reunindo filhos de agricultores, além de outros participantes interessados no assunto. Será uma troca de experiências e de contatos. O seminário é gratuito e será realizado no Teatro Elias Angeloni, das 10h às 16h. Ele contará com duas palestras: “#euconectadoaomundo: o rural e as mídias digitais”, apresentada por Bruna Maia, e “Epagri e Juventude Rural: páginas de um livro bom”, com a presidente da Epagri, engenheira agrônoma, Edilene Steinwandter.

O evento é apenas uma das oportunidades que a feira cria no sentido de promover a sucessão familiar no campo, evitando o êxodo rural. “Eu ouvi um jovem dizer que antigamente quem não estudava ficava na roça, já hoje em dia, para ficar na roça é preciso estudar. Atualmente, com o avanço imobiliário, é preciso aprender a produzir em áreas pequenas, e tudo isso necessita de muito estudo e tecnologia. Todo esse conhecimento é proporcionado durante a feira e, especialmente para os jovens, é uma troca de experiências fabulosa”, declara Lidiane.

A 9ª edição da AgroPonte, Feira do Agronegócio e Agricultura Familiar, será realizada de 14 a 18 de agosto, no Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, em Criciúma. A programação também conta com a 7ª Feira Exposição Estadual de Animais, a 4ª Feira Bovinos Comerciais Venda Direta e a 2ª Exposição Oficial Cavalos Crioulos. Mais de 250 expositores estarão presentes oferecendo produtos e serviços tanto para agricultores quanto para o público em geral.

“A AgroPonte agrega em um mesmo espaço e durante cinco dias o que há de melhor no mundo da agricultura, oportunizando a realização de negócios, mas também a troca de conhecimento entre os participantes para potenciais negócios futuros. O jovem que vem para a feira certamente encontra caminhos para ter sucesso ao prosseguir com as atividades da propriedade familiar ou mesmo para iniciar o seu próprio negócio rural”, afirma Willi Backes, diretor da NossaCasa Feiras e Eventos, organizadora da AgroPonte.Fonte: Redação EngeplusColaboração: Stephanie Barbosa / Ápice Comunicação

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9ª Feira do Agronegócio e da Agricultura Familiar na AgroPonte 2019

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A Feira do Agronegócio e da Agricultura Familiar ocorre de 14 a 18 de agosto, no Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, em Criciúma.

Além da 9ª Feira do Agronegócio e Agricultura Familiar, também fazem parte da programação a 7ª Feira Exposição Estadual de Animais, a 4ª Feira Bovinos Comerciais Venda Direta e a 2ª Exposição Oficial Cavalos Crioulos.

Ampliar o conhecimento sobre temas que envolvam o agronegócio é também um dos objetivos da Feira AgroPonte e, por esse motivo, a edição 2019 do evento tem confirmada em sua programação a realização de seminários, todos gratuitos. Temas atuais serão abordados por especialistas que passarão seus conhecimentos durante os cinco dias de feira.

Confira a programação da AgroPonte 2019:

Quarta-feira (Dia 14)

10h: Seminário "Encontro dos Jovens Rurais do Sul Catarinense", no Teatro Municipal Elias Angeloni

A abertura dos portões do Pavilhão de Exposições José Ijair Conti está marcada para o dia 14 de agosto, às 16 horas,

Quinta-feira (Dia 15)

- 9h às 12h: Painel "Potencialidades Regionais";

- 13h30 às 15h: Painel Sérgio Schneider (professor titular na UFRGS);

Ambos no Teatro Elias Angeloni.

Sexta (Dia 16)

14h00: Seminário "Mecanismos de Apoio à Comercialização das Operações Realizadas pela Companhia Nacional de Abastecimento" – CONAB/Plano Safra; O encontro será realizado no auditório da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec).

Sábado (Dia 17)

09:00h: IV Seminário Gado de Corte – Biotécnicas da Reprodução no Melhoramento do Gado de Corte; Palestra do professor Dr. M.V. Alceu Mezzalira – CAV/UDESC/Lages com o tema "IATF Inseminação Artificial em Tempo Fixo, Transferência de Embriões".

O evento será realizado no auditório da Amrec, e contará com a participação do doutor Roberto Vilhena Vieira, especialista em qualidade e produtividade animal.

Todos os cursos e palestras são gratuitos. Para participar, basta se inscrever no dia do evento.

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A Ponte entre o Campo e o Urbano, para 100.000 visitantes. A Feira e Exposição AgroPonte nasceu, cresceu e se consolida à cada edição, anual, tendo por meta e objetivo, trazer do campo para as regiões urbanas, toda a cadeia produtiva na agricultura e pecuária catarinense.

Produtos alimentícios com destacada variedade comercializados por mais de quarenta (40) associações e cooperativas da agricultura familiar, o que representa a inserção de 4 mil propriedades rurais associadas,

Indústrias, concessionárias e distribuidores de máquinas, tratores, colheitadeiras, ferramentas, insumos e tecnologias para produção na agricultura e pecuária,Feira, Exposição e Julgamentos de raças bovinas, equinos, ovinos, caprinos, caninos, abelhas sem ferrão, aves ornamentais e tradicionais, peixes, coelhos e pássaros,

Seminários Técnicos e Rodadas de Negócios com intuito da transferência de conhecimentos, apresentação de cases e trocas de informações para melhoramentos genéticos e produtivos das espécimes.

Feira do Agronegócio & Agricultura Familiar
Pavilhão José Ijair Conti com 15 mil m², com exposição e comercialização de produtos alimentícios e artesanais das Associações e Cooperativas da Agricultura Familiar. Quarenta (40) organizações e entidades com produtos como: pães, bolachas, doces, roscas, frutas de toda ordem, produtos hortifrutigranjeiros, mel, frios e embutidos, bebidas naturais e industrializadas, artesanatos da cultura regional.

Pavilhão Bebidas Artesanais, Gastronomia e Degustação.
Espaço anexo, especificamente para bebidas como: Cervejarias Artesanais, Vinhos e Espumantes, Destilarias Cachaças com Qualidade, com apoio de Praça Gastronômica e Degustação dos Produtos em Exposição.

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Feira e Exposição das Indústrias, Concessionárias e Distribuidores de máquinas, tratores, colheitadeiras, equipamentos, ferramentas, agentes financeiros, utilitários, insumos e tecnologias para a produção na Agricultura e Pecuária.

Feira Exposição Estadual de Animais.
Feira e Exposição em pavilhão especialmente montado, com 3 mil m2, com toda infraestrutura necessária para alojamento de Bovinos Reprodutores e Matrizes PO (Puro Origem) e PC (Puro por Cruza), na argola, das raças Brahman, Nelore, Angus, Braford, Hereford, Devon, Charolês, Limosin e Jersey,
Feira e Exposição de espécimes das raças Ovinos, Caprinos, Bubalinos, Caninos, Abelhas Sem Ferrão, Peixes, Coelhos, Pássaros, Aves Ornamentais e Tradicionais.

Feira Bovinos Comerciais Venda Direta.
Feira de Bovinos Reprodutores e Matrizes PO e PC rústicos, Terneiros e Terneiras, Recrias Comerciais, alojados em mangueiras com infraestrutura interna e com cobertura, para comercialização direta entre Pecuaristas

Julgamentos das Raças Bovinas.
Participação na Arena de Bovinos das Raças Brahman, Angus e Brangus, com avaliação e julgamento de Profissional credenciado pela Associação Brasileira de Criadores de Zebu – ABCZ e da Associação Brasileira da Raça Angus – ABA.

Exposição Oficial Cavalos Crioulos.
Exposição e Julgamento Morfológico de Cavalos Crioulos, com a coordenação do Núcleo de Criadores de Cavalos Crioulos do Sul Catarinense – NCCCSC e, apoio da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos – ABCCC.

Seminários e Palestras Técnicas.
Eventos Técnicos para Transferência de Conhecimentos e Ciência Aplicada, Apresentação de Cases de Sucesso na Produção e Criação, com temas como: Oportunidades na Agricultura Familiar, Melhoramento Genético nos Bovinos Reprodutores, Matrizes e Gado de Corte, Aplicação da Medicina Veterinária, e, Morfologia nas Raças Bovinas e Equinas. Fonte: http://www.nossacasa-sc.com.br / E-mail: contato@emtursulcvb.com.br / https://www.facebook.com/feiraagroponte/ contato: 48 34370362

 

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Feira da Agricultura Familiar movimenta economia e beneficia agricultores de Criciúma

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Os moradores do município de Criciúma, no Sul do Estado podem encontrar no Paço Municipal Marcos Rovaris, uma variedade de produtos sendo vendidos na Feira da Agricultura Familiar.

A iniciativa é da Gerência de Agricultura e Agronegócio da Administração Municipal, realizada em parceria com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), que visa incentivar os produtores rurais em seus negócios, já que Criciúma é o terceiro município da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) que mais arrecada com a agricultura.

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Na 7ª edição, cerca de 15 famílias expuseram seus produtos, como pães, bolachas, doces, mudas, derivados do milho, frutas, legumes, embutidos, entre outros. Aproximadamente R$ 10 mil foram arrecadados pelos agricultores.

Para a engenheira agrônoma da Epagri, Lidiane Camargo, a feira também contribui para a visibilidade da agricultura de Criciúma. “Aqui os agricultores vêm e mostram todo o seu protagonismo, a organização, além de se apresentarem e, com isso, melhorarem os seus produtos”, conta.

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Esse é o caso da agricultora Clesia Laureano da Silva, que levou para a feira produtos derivados do milho. “Este evento é tudo de bom porque é uma ajuda muito significativa nas vendas e, com isso, eu posso ajudar aqueles que trabalham comigo. Só assim eu estou conseguindo colocar gente para trabalhar, contribuindo para que uma família se sustente. Tem gente que depende apenas desse serviço”, enfatiza.

Agricultura em Criciúma

De acordo com a gerente de Agricultura e Agronegócio da Prefeitura de Criciúma, Maristela Oenning Borgert Bresciani, aproximadamente 500 famílias sobrevivem do meio rural em Criciúma, gerando uma movimentação econômica de R$ 50 milhões. “Estamos nos empenhando cada vez mais nessas questões, dando incentivo ao agricultor para ter a sua agroindústria, onde não é mais cobrado alvará sanitário de funcionamento, bem como o da Famcri”, afirma.

Produtos como milho, fumo, oleicultura, leite e, principalmente, a banana, são os que mais fomentam a economia do setor da agricultura no município. Segundo Maristela, são 800 hectares bananeiros plantados na região, envolvendo 100 famílias. “Na agroindústria, além da banana in natura, existe a banana chips e a passa”, comenta. Fonte: http://www.engeplus.com.br/Colaboração: Prefeitura Criciúma

 

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Pós-graduação em Inspeção de Produtos de Origem Animal será oferecido na Unibave em Orleans

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Membros do Consórcio Intermunicipal de Atenção à Sanidade Agropecuária da Região Carbonífera de Santa Catarina (CIASAMREC) e da Epagri, participaram essa semana de reunião na sede da Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária (SOMEVESC), em Florianópolis, para definir detalhes do curso de pós-graduação em higiene e inspeção e tecnologia de produtos de origem animal.

O curso será ministrado Centro Universitário Barriga Verde (Unibave), em Orleans, para os veterinários da região, está previsto para setembro.

O encontro, que contou com a presença do presidente SOMEVESC, Adil Knackfuss Vaz, e do vice-Reitor e coordenador do curso de Medicina Veterinária da UNIBAVE, Guilherme Valente de Souza, definiu ementas das disciplinas que serão oferecidas, além de discutir os nomes de profissionais que atuarão como professores do curso.

Para o veterinário do Epagri, Marcelo Pedroso, que também é presidente do Núcleo Regional de Criciúma do SOMEVESC, o curso é de fundamental importância. “Ele capacitará os Médicos Veterinários em ferramentas imprescindíveis para possibilitar a adesão dos municípios ao SISBI, as quais são pré-requisitos exigidos pelo MAPA”, afirmou. Fonte: https://www.amrec.com.br

 

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Entidades discutem estratégias para tirar o produtor rural de Criciúma da informalidade de forma justa e viável

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A Gerência de Agricultura e Agronegócio e a Casa do Empreendedor promoveram na sexta-feira, dia 15, um encontro com demais órgãos da Administração Municipal e vereadores para debater formas de melhorar as condições de trabalho de produtores rurais de Criciúma.

O evento foi realizado no Salão Ouro Negro, no Paço Municipal e contou com a participação de contadores, representantes da Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiros, Epagri e Fundação do Meio Ambiente (Famcri).

A necessidade do debate surgiu em virtude da dificuldade que alguns agricultores encontram em regularizar seus negócios depois da abertura da Casa do Empreendedor.

De acordo com a diretora da Gerência de Agricultura e Agronegócio, Maristela Oenning Borgert Bresciani, o objetivo foi traçar estratégias para tirar o agricultor da informalidade de forma justa e viável. “Muitos não têm CNPJ, não têm conhecimento e não encontram leis que os amparem. Precisamos encontrar formas de agilizar o processo, evitando a burocracia”, salienta a diretora.

Alguns dos obstáculos enfrentados pelos produtores têm sido o correto cadastramento de empreendimentos rurais, emissão de alvarás sanitários e alvarás de funcionamento. “Nós precisamos transferir aquilo que existe do lado de fora da porteira: possibilidades. Para isso, nós precisamos ensinar mercado, viabilidade, dentre outros. Tudo isso começa com o processo de legalização do negócio. Esse é o primeiro passo”, afirmou o secretário da Fazenda Celito Cardoso.

Ainda de acordo com Maristela, existe a possibilidade da criação de processos administrativos ou até leis para levar a agricultura familiar para a legalidade. “Queremos fazer com que o agricultor, da porteira para fora, possa ter um melhor ganho, melhor atendimento e uma melhor legalização dos produtos da agricultura familiar. Esses profissionais precisam ser tratados com mais carinho, são extremamente importantes para toda a cadeia alimentar. Começamos a buscar esse olhar diferenciado”, finaliza. Fonte:http://www.engeplus.com.br

 

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Curso de homeopatia agropecuária forma 40 alunos em Araranguá

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O IV Curso de Homeopatia Agropecuária, promovido pela Epagri em parceria com a Udesc, formou uma turma de 40 alunos no dia 30 de novembro, no Centro de Treinamento de Araranguá (Epagri/Cetrar). A turma é composta por 14 agricultores e 26 técnicos que atuam com assistência técnica e extensão rural. O evento iniciou de manhã com a apresentação de estudos de caso dos alunos e, à tarde, será realizada a formatura com uma palestra do médico homeopata Artur Zingano.

“O objetivo do curso é capacitar técnicos e agricultores em homeopatia para desenvolver uma produção agropecuária mais limpa, sem o uso de drogas veterinárias e insumos químicos utilizados na agricultura”, explica Marcelo Silva Pedroso, coordenador do curso e médico-veterinário homeopata da Epagri. Um dos projetos estratégicos nessa área é a produção de leite orgânico, que está em implantação no Sul do Estado.

O curso tem um total de 110 horas entre aulas presenciais e estudos de caso em campo, com Certificação Acadêmica, demonstrando a importância do tema para a comunidade científica. Os alunos aprendem sobre filosofia homeopática, matérias médicas homeopáticas, farmacotécnica homeopática e aplicação na produção animal e vegetal. “Eles também praticam o uso da homeopatia em seus estudos de caso, de forma a sentirem-se aptos a desenvolver essa terapêutica após a formatura”, acrescenta Marcelo.

A homeopatia agropecuária está em franco desenvolvimento em Santa Catarina. Prova disso é o Laboratório de Homeopatia e Saúde Vegetal na Estação Experimental da Epagri de Lages, que se tornou referência para outras empresas públicas do País. Lá, são desenvolvidas diversas pesquisas na área, com envolvimento de alunos de mestrado e doutorado e uma série de trabalhos publicados.

Na extensão rural, após a Epagri possibilitar a especialização de sete médicos veterinários, a região do Litoral Sul foi onde a homeopatia mais se desenvolveu, principalmente na produção leiteira. “O maior desafio que a homeopatia tem enfrentado, com excelentes resultados, é a mastite clínica e subclínica. A doença tem sido controlada a níveis inferiores aos dos métodos convencionais, combinando a vantagem de não necessitar descartar o leite durante os tratamentos”, detalha Marcelo Pedroso.

O Curso de Homeopatia Agropecuária também recebe apoio do Laboratório de Homeopatia e Sanidade Vegetal da Estação Experimental da Epagri de Lages, da Farmácia Homeopática Ávila, de Criciúma, e da Farmácia Homeopática Maria Rocha, de Tubarão. O curso foi realizado com recursos do Programa SC Rural, da Fapesc e do Cnpq. Foto: Marcelo Pedroso/Epagri / Fonte:Marcelo Silva Pedroso, coordenador do curso, médico-veterinário homeopata na Gerência Regional da Epagri de Criciúma: (48) 3403 1084/1070.

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SC Rural consolida o sonho da família Martinello e empreendimentos da Cooperativa Nosso Fruto

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As atividades da família de Jorge Martinello, moradora na comunidade de Terceira Linha Sangão, no município de Criciúma, são bastante diversificadas, mas um velho sonho de uma agroindústria de embutidos, como alternativa na geração de trabalho e renda, só foi concretizado com apoio do Programa SC Rural.

A experiência na atividade com carnes, se fez presente na família, quando nos anos 70, um de seus irmãos, que tinha um mercado em Criciúma, abatia e entregava carnes nos demais mercados da cidade.  A família de Jorge desenvolvia a atividade de maneira informal, comercializando toda a produção com vizinhos, amigos e consumidores ocasionais. 

Atuando nesta atividade, de forma marginalizada, sem perspectiva de crescimento e com a comercialização limitada, o sonho de seu Jorge, não saía do papel.

“O apoio veio ao encontro da meta da família, por vezes estudada, mas nunca operacionalizada, através do projeto estruturante da Cooperativa de Agricultores Familiares Nosso Fruto”, comenta engenheiro agrônomo Roberto Longhi, do escritório municipal da Epagri em Criciúma.

Para viabilizar a concretização da proposta da família, para construir uma Unidade de Conservas de Carnes, a família Martinello precisava fazer um plano de negócio e, nesse sentido, a orientação dos técnicos da Epagri foi fundamental.

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Tudo aprovado, Jorge Martinello, pôde finalmente realizar seu sonho. Construiu sua Unidade e hoje, tem a satisfação de ver seus produtos expostos nas melhores lojas de Criciúma e do Brasil.

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O estabelecimento já passou pela vistoria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Serviço de Inspeção Municipal – SIM para a obtenção do selo de comercialização dos produtos de origem animal, com a marca Camponello, podendo comercializar no território de Criciúma e para todo o Brasil.

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Com isso, e os investimentos de contrapartida da família, ela pode iniciar o empreendimento, produzindo principalmente salames e linguiças diferenciados, como por exemplo um com recheio de queijo. São 10 produtos diferenciados, entre os quais, produtos frescais, incluindo carne "in natura", defumados, curados e salgados, que foram elaborados atendendo um público exigente em qualidade, da região.

“O SC Rural veio contribuir muito na organização dos agricultores da nossa Cooperativa, tanto na área econômica quanto na área social e ambiental. Com o planejamento conseguiu-se aumento significativo de novas vendas, melhoradas também pela aquisição de máquinas e equipamentos. E os agricultores passaram a valorizar mais aspectos ambientais, todos de baixo impacto, em atividades de artesanato, panificação, queijaria, produção de banana orgânica, de embutidos, entre outros. Isso, além do apoio à organização da estrutura da cooperativa como um todo”. O testemunho é da Cooperativa Nosso Fruto, durante o Encontro Sul Catarinense de Cooperativas da Agricultura Familiar.

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20 cooperativas e três mil famílias apoiadas

Segundo o Secretário executivo regional do SC Rural para a região Sul, engenheiro agrônomo Alberto Ávila, “das 35 cooperativas de agricultores familiares da região Sul, 20 foram apoiadas pelo Programa. São 274 melhorias de sistemas de produção e só com os projetos estruturantes são 3.089 famílias beneficiadas. O volume de recursos aplicados de 2012 até agora, aqui no Sul passou de R$ 16 milhões. “Não é fácil um agricultor investir, mas com o SC Rural como parceiro ele investiu. As questões do trabalho da assistência técnica, da viabilidade econômica e ambiental e a questão sanitária interessam muito, porque eles irão entrar na formalidade e não terão mais problemas. Os agricultores familiares sempre tiveram problemas e sair da informalidade é muito importante para eles, eles querem se regularizar. Sem o apoio do SC Rural teria muita gente que levaria dois, três, quatro anos para atingir o que eles atingem num ano. Quando se fala SC Rural fala-se em apoio, e nós temos que manter isso como política permanente, tanto na questão técnica quanto na questão financeira esse apoio é importante. Isso não pode parar”, defendeu Ávila.

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50 Projetos em 37 municípios

Ainda segundo Ávila, entre as equipes regionais da Epagri e da Cidasc, existe um trabalho bastante coordenado lembrando que a região sul é a que teve maior número de projetos do SC Rural em todo o estado. “Os números da região mostram os resultados desse trabalho: São 50 projetos implantados em 37 dos 47 municípios do Sul. Temos município com três projetos e alguns projetos de cooperativas abrangem agricultores cooperados em quatro ou cinco municípios”. Entre projetos de melhorias de sistema de produção os mais requisitados são da atividade leiteira e produção de olerícolas. E temos muitas pequenas agroindústrias. Elas constituem 222 planos de negócios, desses cerca de 40 são coletivos (de organizações) e cerca de 180 agroindústrias que foram reformuladas, adequadas para a formalidade. Nas agroindústrias, os apoios foram principalmente para construções e reformas para adequar, por exemplo, às exigências da vigilância sanitária. E muitos equipamentos especialmente para diminuir a mão-de- obra – que está cada vez mais escassa, um problema sério no campo hoje”.

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“SC Rural foi um elemento encorajador”

Edson Borba Teixeira, Engenheiro Agrônomo e coordenador regional do Programa de Gestão de Negócios e Mercado da Epagri, analisa as razões dos bons resultados do SC Rural na região Sul: “Tanto nas melhorias feitas em propriedades quanto nas agroindústrias e cooperativas, a gente vê que o SC Rural é um programa que está mexendo o ponteiro no meio rural. Aqui, optamos por investir realmente em projetos estruturantes; não é aquele projetinho de ir lá e aplicar dois ou três mil reais no empreendimento, mas ver o que o empreendimento está precisando, adequar os fluxos, melhorar a estrutura, equipamentos que humanizem a necessidade de mão-de- obra. Com um bom plano de negócio do empreendimento – as equipes técnicas discutem com os beneficiários, definem os problemas, os gargalos – têm sido feitos investimentos que mudam a realidade. Por exemplo: Pessoas que trabalhavam com panificação e que não estavam devidamente legalizadas. Essas pessoas fizeram um curso de panificação no centro de treinamento da Epagri e começaram a fazer em casa, como uma renda extra. Viram que aquilo dava um dinheirinho, mas não estavam encorajadas para montar um negócio. Quando apareceu o SC Rural e a proposta de transformar isso numa atividade de renda, legalizada, foi um elemento encorajador. E para pegar o recurso do Estado as pessoas têm que fazer um curso de boas práticas de fabricação, ter noção mínima de gestão e empreendimento, seguir o que a vigilância sanitária preconiza. Assim, o programa dá um arcabouço legal e técnico profissional para aquele empreendimento que estava lá escondido e que agora pode aparecer, sem medo de mostrar a cara. O SC Rural, a marca Epagri, o trabalho das cooperativas, a organização dos agricultores através de cooperativas, a gente não conseguiria avançar sem essa parceria porque trabalhar individualmente é bem mais difícil”, frisa Edson.

 

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No endereço: https://www.facebook.com/scrural você pode conferir o depoimento de Jorge Martinello ao engenheiro agrônomo Roberto Longhi, da Gerência Regional da Epagri em Criciúma.

 

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Ministério da Agricultura e Pecuária orienta produtores de Içara e Criciúma para obtenção de selo

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Dois estabelecimentos da agricultura familiar dos municípios de Içara e um de Criciúma passaram pela vistoria orientativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na quinta-feira, dia 26. A visita é uma das etapas para a obtenção do selo de comercialização dos produtos de origem animal para todo o Brasil. O trabalho ocorre por meio do Consórcio Intermunicipal de Atenção à Sanidade Agropecuária da Região Carbonífera de Santa Catarina (Ciasamrec). 

Na avaliação do técnico da MAPA, Michel Tavares de Assis, com poucas modificações operacionais os empreendimentos tem condições de receber o Sisbi. “Provavelmente vamos voltar mais uma vez, mas não é o tamanho que vai impedir eles de alcançarem novos mercados”, avaliou o técnico frisando que os estabelecimentos visitados são todos de pequenos produtores, ligados a agricultura familiar. Agora os Serviços de Inspeção Municipais junto com o CIASAMREC vão tratar de fazer as melhorias sugeridas pelos MAPA e encaminhar os controles documentais, que precisam ser implantados para receber inspeção.

Depois uma equipe de auditores determinada por Brasília vem a até a região fazer a vistoria e verificar se tem condições de aderir aos SISBI. Para a diretora do CIASAMREC, Mariah de Freitas Marques, a visita foi um passo importante para que a região na busca do selo. “A vista do Michel veio para somar. Avaliamos de forma positiva esses dois dias de trabalho. Subimos um degrau na caminha ruma ao selo”, disse Mariah.

A expectativa é que até o final do ano a região receba o selo, segundo o técnico do MAPA. Mas tudo dependerá das mudanças administrativas que o Ministério da Agricultura vem sofrendo. A comissão pro-SISBI, é formado por veterinários e profissionais das prefeituras da região, EPAGRI e do CIASAMREC.

 

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ADR de Criciúma promove encontro com secretários municipais de agricultura

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A Agência de Desenvolvimento Regional de Criciúma reuniu na última semana, os secretários municipais de agricultura e presidentes de Sindicato dos Trabalhadores Rurais dos 12 municípios de abrangência da ADR. A ação realizada pela gerência Regional de Agricultura promoveu integração e conhecimento entre os municípios.

O evento contou com uma apresentação sobre os trabalhos desenvolvidos pela Epagri e Cidasc, bem como os recursos encaminhados aos municípios pelo Governo do Estado. “Estamos buscando sempre estar próximos dos colegiados de secretários e repassar informações importantes para que cada vez mais nossos municípios possam captar recursos de diversas pastas”, comenta o secretário Executivo da ADR, João Rosa Filho Fabris.

Para a gerente Regional de Políticas Econômicas Rurais e Urbana da ADR, Santina Izé Rosa, o encontro serviu para aproximação dos gestores municipais e Governo do Estado. “Muitos recursos e outros incentivos deixam de vir para os municípios por falta de conhecimento e informação. Estes encontros promovem a união entre a ADR e os gestores e enriquece ainda mais o desenvolvimento agrícola, além do fortalecimento da agricultura familiar”, assegura a gerente.

O gerente Regional da Epagri de Cricicúma, Fernando Damiam Preve Filho, fez uma apresentação dos programas da Epagri e apresentou investimentos da empresa na região. Somente em 2017, já foram distribuídos mais de 6 mil toneladas de calcário e 147 kits forrageiros aos agricultores da região Sul. “Nosso trabalho tem sido forte no incentivo às famílias agricultoras para que plantem novas pastagens e este material é extremamente necessário”, afirma.

O Gestor Regional da Cidasc, Eduardo Damineli Pesenti, fez um apanhado geral sobre o trabalho da Cidasc nos 27 municípios em que atua na região Sul. “Temos em nosso departamento Regional de Criciúma um dos melhores serviços de inspeção sanitária do Estado. Somente em 2016, fiscalizamos 65,5 mil toneladas de alimentos de origem animal”, explica.

 

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