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Seminário estadual em Iporã do Oeste define pauta de reivindicações do setor leiteiro

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"Atual cenário do leite e o que queremos para o futuro" foi o tema do seminário estadual realizado na sexta-feira (23), no CTG Herança Pampeana, município de Iporã do Oeste.

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Participaram agricultores de Iporã do Oeste e região, autoridades locais e regionais, deputados e representantes de entidades ligadas à agricultura.

De uma forma geral, a manifestação de todos que se pronunciaram, tanto de agricultores como de autoridades, foi em relação ao descontentamento com a atividade leiteira devido à desvalorização do produto e aos baixos preços em comparação ao alto custo de produção.

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O evento foi uma promoção da comissão dos produtores de leite, secretarias municipais de agricultura, prefeituras e câmaras de vereadores da região, sindicatos filiados à Microrregião Três Fronteiras, que abrange 14 municípios, e Fetaesc.

Durante o seminário foi elaborada uma pauta de reivindicação. Os temas reivindicados são o descredenciamento de empresas importadoras de leite das licitações públicas nos municípios, estado e país; renegociação das dívidas referente aos contratos de crédito feitos por produtores de leite; aprimorar o Fundesa; apoiar as pequenas indústrias e cooperativas; e facilitar o acesso a programas, como o fornecimento de alimentos para a merenda escolar e adequar a legislação sanitária para que pequenos empreendimentos se viabilizem na comercialização dos seus produtos e os tornem mais baratos para o consumidor.

Também foi discutida a formação de uma comissão permanente do leite, composta por representantes da Ameosc e Amerios, da associação Três Fronteiras e Fetaesc, representantes dos agricultores e vereadores da região, do colegiado dos secretários municipais de agricultura, representantes da agroindústria e um representante da Assembleia Legislativa. A comissão irá discutir o preço do leite e também sugerir a instituição de políticas públicas aos governos estadual e federal.

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Aos participantes do seminário foi entregue um adesivo da campanha de incentivo ao consumo do leite, denominada de “beba mais leite, leite é saúde”.

A pauta de reivindicações será apresentada por uma comissão formada no seminário, para a Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, na quinta-feira da próxima semana, dia 29, durante a Expointer, em Porto Alegre – RS. Fonte: https://www.peperi.com.br

 

Mais informações: www.fetaesc.com.br

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Família mantém tradição de produção de cana-de-açúcar no interior de Iporã do Oeste

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A família de Volmir Ferreira, moradora na comunidade de linha Esperança, no município de Iporã do Oeste, iniciou a atividade de derivados de cana há cerca de cinco anos.

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Conforme o produtor, a construção da agroindústria iniciou em 2014, e na época a comercialização ocorria por meio da Cooperativa dos Agricultores Familiares, a COAFIO, que hoje não está mais em funcionamento. Ferreira destaca que a produção dos derivados de cana iniciou por intermédio dos seus pais, naturais de Rio Grande do Sul, que se dedicavam a confecção do melado e açúcar mascavo.Ele foi o único dos irmãos que deu continuidade ao trabalho dos pais.

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O produtor comenta que devido à limitação de mão de obra, que hoje é apenas familiar, a produção no momento é apenas de melado e açúcar. Até o produto final, a cana passa por mais de três horas de cozimento, seguindo para o processo de resfriamento e embalagem.

Além da comercialização no município, a entrega dos derivados de cana ocorre também em cidades vizinhas e até em outros estados, como Rio Grande do Sul, São Paulo e Mato Grosso.

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Volmir Ferreira enfatiza que a época em que ocorre o maior aumento nas vendas é no final do ano, devido aos visitantes que levam os produtores para suas cidades. O açúcar é vendido em quilo, e o melado em embalagens de 850 gramas, 2 quilos e 4,5 quilos.

O produtor enfatiza que a matéria prima é proveniente da própria propriedade, com disponibilidade de cana durante o ano inteiro. A dificuldade é que em algumas épocas o rendimento da cana é menor devido à brotação.

Entre 20 variedades que estavam disponíveis na propriedade, Ferreira comenta que foram selecionadas as de maior rendimento. Além da cana, a família mantém ainda na propriedade as atividades leiteira e fumicultura.Fonte:Portal Peperi

 

Mais informações: www.peperi.com.br

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Família de Iporã do Oeste encontra na produção semi-orgânica de hortaliças uma nova fonte de renda

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Segundo o produtor de linha Aparecida, Iporã do Oeste, Inácio Roth, a produção de leite que até então era a principal atividade da propriedade, teve que ser substituída em função de problemas de sanidade que afetaram os animais.

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Ele cita que a produção semi-orgânica de hortaliças é um projeto que está apenas no início, implantada há cerca de um ano e meio, porque a família já planeja a industrialização dos produtos.

O produtor enfatiza que além de uma nova opção de renda, o cultivo das hortaliças foi pensado também para garantir mais saúde a todos que consomem os produtos. Além de hortaliças, Roth cita também a implantação de um pomar para futuramente utilizar as frutas na produção de geléias e conservas.

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A boa aceitação das hortaliças tem feito com que a família não consiga atender toda demanda de pedidos dos consumidores. As hortaliças são entregues também nos mercados, hospital e para a merenda escolar. A venda é feita diariamente e nem sempre a produção é suficiente.

De acordo com o produtor Inácio Roth, a produção de hortaliças inicialmente não exigiu um investimento alto, e atualmente é empregada mão de obra familiar, inclusive das filhas do casal, mas devido aos projetos futuros, haverá necessidade de ampliar a equipe de trabalhadores. A família possui o selo do E-origem, que permite o rastreamento dos produtos para identificar a sua origem. Fonte:Portal Peperi

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Agroindústria familiar de polpa de fruta de Iporã do Oeste amplia vendas para toda região

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Conforme o sócio proprietário da agroindústria familiar localizada na linha Taquarussu, Adelar Altevogt, as atividades da produção iniciaram por meio da Cooperativa dos Agricultores Familiares, a Coafio.

Após o fechamento da cooperativa, a família abriu registro de microempreendedor. Altevogt explica que além de polpa de fruta, a agroindústria produz também geladinho, picolé e sorvete. Ele comenta que a produção é feita sem uso de agrotóxicos.

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Após a colheita e a limpeza, a fruta é moída e congelada em forma de polpa. Hoje a produção é disponibilizada em mercados e restaurantes de toda região, além da merenda escolar de vários municípios.

Para a produção a agroindústria conta com as frutas maracujá, abacaxi, morango, uva, acerola, laranja e bergamota, a maioria delas produzidas na própria propriedade.

Com a sustentação da agroindústria familiar, o produtor afirma que a família irá priorizar a produção de frutas. Atualmente na propriedade há também o cultivo de fumo e a produção de leite.

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Adelar Altevogt afirma que no começo a família enfrentou dificuldades com a administração da agroindústria, mas hoje a avaliação é de que todo o esforço valeu à pena. Ele comenta que o processo de produção exige máquinas específicas, o que representa um investimento alto na propriedade.

A família conta também com um vendedor para as vendas externas em toda região. A agroindústria emprega quatro pessoas da família. Fonte:Portal Peperi

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Jovens do meio rural de Iporã do Oeste desenvolvem projetos em parceria

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O jovem Aguinaldo Portalupi implantou na propriedade da família a atividade de apicultura, ao participar do programa Novos Rurais, em 2018. Já Darlei Preuss participou do programa em 2015 e desenvolveu o projeto de artesanato em madeira.

Os dois são vizinhos e moradores de linha São Luis, Iporã do Oeste. Hoje, Darlei fornece as caixas de abelhas para Aguinaldo.

Conforme Aguinaldo, o programa Novos Rurais, da Souza Cruz, consiste na elaboração de um projeto pelos alunos da Casa Familiar Rural.

São os próprios jovens que vão atrás de orçamento e materiais para implantar o projeto na sua propriedade. Os melhores projetos são selecionados e os alunos vencedores recebem um valor em dinheiro para investimento na propriedade.

O projeto do jovem Aguinaldo Portalupi consiste no investimento na atividade de apicultura, para produção de mel. Ele ainda não fez a colheita porque se dedica a atividade há cerca de dois meses.

Como necessitava de caixas, ele fez uma parceria com o vizinho Darlei Preuss, que trabalha com artesanato em madeira. Darlei explica que se dedica a atividade há cerca de três anos e as caixas para avicultura são tanto para abelhas com ferrão como para abelhas sem ferrão.

Os jovens ressaltam que a parceria entre os dois agiliza o trabalho, além de reduzir custos. Os dois agricultores, ex-alunos da Casa Familiar Rural, afirmam que o objetivo é continuar investindo na atividade de apicultura, considerando que o mercado de mel é promissor.

Ainda na mesma comunidade e também na família Preuss, o jovem Volnei está desenvolvendo um projeto de galo índio gigante. Ele também é ex-aluno da Casa Familiar Rural e foi contemplado com recursos do programa Novos Rurais.

Volnei explica que esta é uma espécie de galo que resultou da cruza de três raças e possui mais de um metro, podendo chegar a nove quilos.

Ele comenta que a ideia surgiu por meio de uma reportagem divulgada no programa Globo Rural, da Rede Globo.

O jovem adquiriu os ovos para iniciar a produção na cidade de Rio do Sul. A alimentação do galo é a base de ração, concentrado, milho e pastagem. Fonte:www.peperi.com.br

 

 

 

 

Mais informações: https://www.facebook.com/pages/Casa-Familiar-Rural-Esperanca/219620645094139

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Vinícola Marx se destaca na rota Sabores da Fronteira

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Como empresa integrante da rota Sabores da Fronteira, a vinícola recebe turistas que vêm para conhecer a fábrica e fazer a degustação dos vinhos.

A enóloga e sócia proprietária da Vinícola Marx, no município de Iporã do Oeste, Naira Marx, comenta que o convite para participar da rota foi feito pela Associação Comercial e Industrial da cidade.

A rota Sabores da Fronteira, lançada em novembro deste ano, surgiu da união de pessoas que tinham por objetivo incrementar o turismo na região. Atualmente são treze empresas integrantes da rota, com pontos turísticos que se estendem de Itapiranga até Dionísio Cerqueira.

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Naira Marx explica que a vinícola iniciou com seu pai Evaldo, o qual produzia o vinho colonial no porão de casa.

Por meio da Epagri, Evaldo Marx buscou novos conhecimentos e iniciou a empresa com o objetivo de produzir 50 mil litros de vinho ao ano.

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Com o passar dos anos, a empresa expandiu e a produção foi dobrada. Hoje a vinícola produz cerca de 120 mil litros de vinho ao ano, sendo a maior vinícola do extremo-oeste.

Naira conta que a maior produção está concentrada nos vinhos de mesa e vinhos finos, por serem os mais procurados. A vinícola também trabalha na produção de suco de uva, vinagres e outros produtos derivados da uva.

Recentemente a vinícola lançou o espumante moscatel. O objetivo, segundo a enóloga, é trabalhar para melhorar ainda mais a qualidade dos produtos. A venda é feita no extremo-oeste e em estados maiores, como Mato Grosso, São Paulo e Tocantins e a logomarca também está sendo alterada com o objetivo de apresentar melhor o produto.Fonte:www.peperi.com.br

 

Mais informações:https://www.facebook.com/vinicolamarx/

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Encontro anual reúne beneficiários do Crédito Fundiário de Iporã do Oeste

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O tema do encontro na tarde desta segunda-feira, 18, foi manejo e fertilidade do solo. O palestrante foi o engenheiro agrônomo da Epagri regional de São Miguel dos Oeste, mestre em ciências do solo e doutor em agronomia Clístenes Guadagnin.

Os assuntos debatidos nos encontros são definidos em conjunto com as próprias famílias, a partir de dúvidas e necessidades apresentadas pelos produtores.

Conforme o engenheiro agrônomo, a preocupação com o solo em nossa região se divide na parte química e na parte física. Ele comenta que a parte química é a adubação e os nutrientes que o solo necessita.

Clístenes Guadagnin destaca que em muitos casos a adubação orgânica ou o calcário ocorre em excesso, além da necessidade do solo.

Este excesso pode ocasionar a compactação do solo, devido a desagregação das argilas. Já na parte física os cuidados são principalmente com a compactação e o armazenamento de água no solo.

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O engenheiro agrônomo da Epagri enfatiza a importância da análise para identificar as necessidades reais do solo. Clístenes Guadagnin explica que uma boa análise, feita da forma correta, é a base para conhecer o nível de fertilidade do solo e a partir disso identificar as reais necessidades ou não da adubação.

Ele lembra também da importância do agricultor ter um acompanhamento de profissional da área para fazer a correta análise.

O engenheiro agrônomo comenta que na nossa região, de uma forma geral, o solo possui bons níveis de adubação, principalmente a orgânica, por isso não há necessidade dessa correção com calcário ou outros adubos como o fósforo. Clístenes Guadagnin destaca que em áreas onde o manejo é feito com base em pastagens perenes é perceptível uma melhoria significativa na fertilidade do solo, a partir do segundo ou terceiro ano de plantio.

Também é possível perceber a redução da infiltração do solo e da compactação, em função do animal não permanecer longos períodos na mesma área.

 

Mais informações: emiporadooeste@epagri.sc.gov.br

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Iporã do Oeste dá início ao programa de certificação das propriedades

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A prefeitura do município de Iporã do Oeste irá subsidiar os exames para erradicar as doenças no município, que conta com cerca de 800 propriedades de rebanho leiteiro, e em torno de 50 milhões de litros de leite são produzidos. O projeto é realizado em parceria com a Cidasc.

Segundo o gerente regional da Cidasc, Claudio Trombetta, na última semana a secretaria de agricultura promoveu um encontro com o primeiro grupo de produtores interessados em iniciar a certificação das propriedades.

Os 17 agricultores que participaram do encontro receberam as orientações da médica veterinária da Cidasc. Uma profissional credenciada irá acompanhar as propriedades, sendo que a primeira etapa será a visita a estes locais para verificar o manejo e o inventário dos animais e se não há pendências com o serviço de defesa sanitária animal. Após isso será feito o primeiro exame.

O segundo exame, caso o primeiro seja negativo, será realizado seis meses depois. Se o segundo exame não tiver resultado positivo ou inconclusivo, será encaminhada a documentação para Florianópolis, tendo em vista a obtenção da certificação de livre das doenças.

Claudio Trombetta afirma que em caso de resultado positivo, a propriedade é interditada, e um terceiro exame é realizado para confirmar a contaminação. Tendo a confirmação, o animal é encaminhado para o abate.

O produtor que aderir ao projeto também deve se certificar de que em sua propriedade não haja circulação de outros animais ou que rebanhos vizinhos utilizem a mesma sanga de água.

Para atender a demanda, o projeto de certificação será realizado em etapas, e com grupos menores de agricultores.

Conforme o secretário de agricultura Henrique Kickow, depois que este primeiro grupo de produtores for atendido, já há outros agricultores interessados em aderir ao projeto de certificação das propriedades.

Todos os produtores interessados receberão a orientação da Cidasc.

O subsídio da prefeitura será de 50% no valor dos exames, até o limite de mil reais por propriedade. O custo total do exame é de 20 reais.O subsídio só é válido para as propriedades que fizerem os exames em todo o plantel da propriedade.Fonte:Rede Peperi

Mais informações:https://iporadooeste.atende.net

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Laticínio de Iporã do Oeste irá receber certificação do Sistema de Inspeção Estadual

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Segundo o gerente regional da Cidasc, Claudio Trombetta, a empresaLaticínios Alvorada, da linha Entre Rios irá receber a certificação até final do mês.

Ele afirma que o laticínio emprega mão de obra familiar, e a certificação irá permitir a venda para todo estado. O gerente comenta que um dos motivos que gerou demora na liberação da certificação, foi a necessidade de melhorias na estrutura do laticínio.

O proprietário do laticínio, EldonJantsch, explica que hoje são produzidos três produtos, sendo o leite pasteurizado e dois sabores de bebida láctea.

Ele afirma que com a certificação a empresa pretende passar a produzir creme de leite, queijo e mais sabores de bebida láctea e iogurte.

Hoje, toda industrialização é feita com produção de leite própria da propriedade. Os produtos são vendidos no município, e fornecidos para a merenda escolar.

O Laticínios Alvorada passou por cinco etapas até a obtenção da certificação. Claudio Trombetta explica que por ordem, as etapas são a apresentação da documentação da empresa, a análise e aprovação das plantas digitais, a análise documental e a vistoria final e registro do Sistema de Inspeção Estadual, o SIE.

Ele explica que estas etapas e as exigências para a certificação podem mudar de uma empresa para outra. Trombetta afirma que a Cidasc acompanhou os encaminhamentos do laticínio desde o início, e coloca o órgão a disposição das empresas e agricultores.

O gerente da Cidasc cita ainda uma empresa, também de Iporã do Oeste, que está iniciando o projeto para embalagem de produtos de origem vegetal.

Trombetta lembra que em 2015 eram nove agroindústrias, e agora já são 26 certificadas. A meta é chegar a 50 agroindústrias até o final de 2018.

 

Mais informações: smoeste@cidasc.sc.gov.br

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Operação da Cidasc, Polícias Civil e Militar apreende bovinos irregulares em Iporã do Oeste

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A operação realizada pela Cidasc na manhã desta quarta-feira, 31, teve o apoio da Polícia Civil, com o uso do helicóptero do SAER, e de Policiais Militares.

Conforme o gerente regional da Cidasc, Claudio Trombetta, a denúncia de bovinos irregulares foi informada pelo número 0800 644 8500. Através de fiscalização na propriedade do agricultor denunciado, foram apreendidos quatro bovinos com irregularidades.

A apreensão ocorreu na linha Vitória, interior do município. Os bovinos apreendidos foram encaminhados para abate em frigorífico no município de São Miguel do Oeste, procedimento que é acompanhado por veterinário da Cidasc.

Claudio Trombetta ressalta que como a propriedade é montanhosa, foi percorrida toda área com o helicóptero para identificar se não havia mais animais irregulares.

As irregularidades encontradas nos bovinos dizem respeito à falta de identificação, ou brincos adulterados. Além da apreensão dos bovinos, o produtor também é multado devido às irregularidades identificadas.

Na mesma propriedade ainda estão sendo averiguadas outras irregularidades no cadastro de bovinos que constam no sistema da Cidasc, mas que não constam mais na propriedade.

O gerente regional explica que fiscalizações como estas realizadas no interior de Iporã do Oeste são feitas sempre que a Cidasc recebe denúncia.

Como os bovinos apreendidos não têm a garantia de serem catarinenses, são abatidos e encaminhados para a graxaria.

Trombetta afirma que a Cidasc atua em parceria com os produtores, mas quando é prejudicado o serviço de defesa sanitária no Estado os casos são averiguados e se constatadas irregularidades são tomadas as medidas cabíveis.Fonte:Por: Joana Reichert Iporã do Oeste/www.peperi,com.br

 

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