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Agricultor e Homem do Tempo lança livro sobre 83 anos de clima no oeste catarinense

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O agricultor Wolfgang Johannes Lengert, também conhecido como Homem do Tempo, mora na comunidade de Linha Becker, município de Itapiranga, extremo oeste de Santa Catarina, acaba de lançar o livro que  traz dados meteorológicos dos últimos 83 anos, desde o ano de 1935 até o ano de 2017. O trabalho iniciou com seu pai Bruno Lengert e hoje ele dá continuidade com anotações diárias. A confecção do livro contou com o apoio da Prefeitura de Itapiranga.

O trabalho impressiona, afinal são mais de 30 mil dias de anotações. Iniciado em 1935, pelo pai, o alemão Bruno Lengert que chegou ao Brasil, mais precisamente em Itapiranga, em 1934. Geólogo e engenheiro de mineração, Bruno Lengert trouxe na bagagem um simples termômetro, que seria usado na região para medir a temperatura. Ao longo dos dias, o alemão iniciou uma saga que mais tarde passou a ser realizada pelo filho, Wolfgang Lengert. “Isso veio do interesse, parece que ele era um observador das coisas, e logo sentiu a diferença do clima de lá para esse. Talvez incentivado pelos comentários, pois se falava que aqui chovia bem mais”, diz Wolfgang.

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Depois que o pai morreu, Wolfgang continuou o trabalho e hoje tem nada mais, nada menos, que 83 anos de relatos de como se comportou o clima na região. As anotações apresentam inúmeros dados e são de causar inveja a muitos meteorologistas. “Isso se torna interessante na hora em que já temos anotações e variações que podemos perceber fazendo os comparativos”, comenta. 

VARIAÇÕES 
Questionado, Wolfgang fez um apanhado de como se apresentaram as variações do clima ao longo destes anos. “Acontece muita coisa em 83anos, a variação e oscilação do tempo são muito grandes”, diz. 
Ele conta que teve épocas maiores e menores de calor e também de muita chuva ou falta dela. “Para definir alguma coisa exata temos que pegar um nível de tudo. Parece que as vezes tem um aquecimento, mas eu acho que esse aquecimento está dentro do normal, por que depois de épocas de muito calor, a temperatura volta para a normalidade”, avalia. 

Wolfgang estudou apenas até a quinta série, mas se mostra um homem profundamente conhecedor das ações do clima. Com uma caligrafia invejável e com anotações e comparativos, todos desenhados em gráficos ele menciona que a última primavera foi uma das mais frias dos últimos anos. “A primavera que terminou no final de dezembro, foi dentre as últimas 16 primaveras, a mais fria que nós tivemos. Enquanto todos falam do calor, nós tivemos uma primavera bastante fria que simplesmente não aqueceu e só agora que começa a entrar o calor, que também não é anormal e se comporta dentro da média do que temos anotado”, destaca. 

Ao longo de quase oito décadas de anotações ele expõe ainda que houve períodos em que o calor se sobressaiu, já por outros períodos permaneceu na média ou abaixo dela. “As diferenças só são percebidas por meio das análises dos dados que temos”. 

DÉCADA DE 1950 A 1960 
Em meados dos anos de 1950, até metade da década de 1960, foram anos extremamente quentes, principalmente pela temperatura máxima, e isso segundo Wolfgang, ocorreu por causa da chuva abaixo da média. “Quando as chuvas diminuem as temperaturas oscilam mais. De noite esfria mais e de dia esquenta”, explica. 

DÉCADA DE 1960 A 1970 
Da metade de 1960, até aproximadamente 1975, a mínima passou longe da média enquanto a máxima se manteve, mas essa, de acordo com o agricultor, foi uma época de muita chuva. “Foi uma das épocas de maior intensidade de chuva, nesses anos não houve grande estiagem, o que foi vantajoso para a agricultura da época”. 

DÉCADA DE 1980 A 1990 
“Passando para os anos de 1980 a 1990, tivemos uma década bem mais fria, abaixo da média, com muita chuva que se estendeu até o final de 1998. E a partir de lá nós estamos em uma época mais quente, com menos chuva, com relação às médias registradas”. Conforme as anotações na década de 1990, o volume de chuvas ficou em torno de 500 milímetros por ano, mais do que choveu de 1999 até 2010. “Desses quase dez anos (1999 a 2010) a média de chuva anual ficou em torno de 2 mil milímetros, enquanto a média total é de 2.165 milímetros. Já a década de 1990 passou de 2.500 milímetros ao ano”, destaca. 
Wolfgang também lembra que o mesmo ocorreu em 1965 até meados 1975, onde a média também ultrapassou 2.500 milímetros por ano. Enquanto que em todas as outras épocas choveu bem menos. 

ENGENHO 
Atualmente Wolfgang faz a medição da temperatura máxima, da mínima, do volume de chuvas, da umidade e da direção do vento. Ele faz isso com um termômetro digital adquirido na Alemanha. O aparelho é munido de um sensor que é colocado em um lugar externo, e por meio de bateria, manda o sinal para o termômetro instalado na varanda da casa. “Por longos anos eu media com um termômetro convencional, hoje temos um que mede a mínima da madruga e a máxima do dia”. Para a medição da chuva ele usa um vasilhame específico e uma régua. “Eu não confio nos medidores atuais, pois eles apresentam muita variação, todos os que eu tive medem a mais. Eu fiz o teste e comprovei”. 

ASTÚCIA 
Os anos de anotações e comparações renderam a Wolfgang muita propriedade quando o assunto é o clima. “Nunca se pode definir alguma coisa com exatidão, na própria meteorologia, quem observa percebe que os meteorologistas vivem se repetindo e se corrigindo, mas não pode ser diferente, não existe a certeza, pode dar certo como não”, diz ele quando o assunto é a previsão do tempo. 
Para concluir ele diz que as anotações viraram hobby e as faz por diversão. Há alguns anos os dados recolhidos por Wolfgang são encaminhados ao meteorologista Ronaldo Coutinho, em São Joaquim (SC) e também para a prefeitura municipal que toma nota. 
Conforme Lengert, houve um interesse por parte de instituições em formar um livro com as anotações, mas os contatos estabelecidos, infelizmente não resultaram em nada. Quanto ao futuro ele se mostra consciente: “Não sei quem vai continuar com essa atividade, filhos ou netos, mas enquanto eu puder vou continuar”. Fonte:com informações:Folha do Oeste e www.peperi.com.br

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Comunidade de Itapiranga e Epagri definem prioridades para os próximos quatro anos

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A equipe técnica da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de SC (Epagri), no município de Itapiranga reuniu agricultores, lideranças do agronegócio e autoridades para definir as prioridades a serem trabalhadas pelos próximos quatro anos (PPA).

A programação aconteceu na ADR Itapiranga. Na sequência os agricultores, lideranças e autoridades participaram de reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural (CMDR).

Na elaboração do PPA da Epagri houve formação de grupos para formulação de propostas. A definição aconteceu por meio de votação e foram apontadas seis prioridades. A reunião do CMDR discutiu o projeto de recolhimento de animais mortos em propriedades rurais, apresentação de trabalhos da secretaria municipal de agricultura e foram apresentados os encaminhamentos do poder público municipal para a obtenção de recursos dos governos estadual e federal.

O evento teve participação do secretário executivo da ADR, Claudir José Larentis, prefeito, Jorge Welter, gerente de agricultura da ADR, Miguel Schneider, secretário municipal de agricultura, Herval Trebién, servidores da gerência regional da Epagri, Mateus Seganfredo e Célio Mikulski, quadro técnico da Epagri local, Marcelo Rohden e Juliano Encarnação, e várias lideranças do setor agropecuário, social e econômico.

Prioridades do PPA da Epagri 2018-2021

- Capacitações específicas por atividade e por produtos;

- Coleta e armazenamento de água;

- Conservação de solo com execução de curvas de nível;

- Subsídios para construção de esterqueiras e descarte de dejetos animais;

- Maior divulgação de programas governamentais do município, estado e união;

- Parcerias para divulgação, treinamento e esclarecimento das normas ambientais.Fonte:www.itapiranga.sc.gov.br

      

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Epagri de Itapiranga promove 1º Encontro Regional de Hortos de Plantas Medicinais

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O 1º Encontro Regional de Hortos de Plantas Medicinais foi realizado no Centro de Pastoral e na ADR Itapiranga, com três oficinas que registraram a participação de 100 pessoas.

A abertura do evento contou com a presença do gerente regional da Epagri, Jonas Ramon, autoridades da prefeitura de Itapiranga e da ADR. Durante o encontro foram distribuídas 500 mudas de plantas medicinais.   

Conforme a extensionista social da Epagri, Alésia Gesing, o evento foi um sucesso devido ao grande número de participantes e pela qualidade das oficinas oferecidas. Segundo ela, ainda pela manhã houve apresentação da experiência do município de Itapiranga e também visita ao horto medicinal “relógio biológico do corpo humano”, localizado na comunidade de Laranjeira. Alésia salienta que a realização do evento teve apoio financeiro do Governo do Estado por meio do SC Rural.  

À tarde foram oferecidas três oficinas. O tema “Secagem de Açafrão e Sal Medicinal” foi ministrado pela extensionista, Alésia Gesing. A oficina “Cosméticos Naturais – creme labial e desodorante natural” teve como instrutora a extensionista da Epagri de Cunha Porã, Cleide Hubner. A terceira oficina trabalhou a temática “Xaropes”. A mesma teve como instrutores o extensionista da Epagri de Paraíso, Carlos Paganinni, e da extensionista da Epagri de São Miguel do Oeste, Leonilda Vilanni.  Fonte; Vandro Welter – Ascom ADR Itapiranga 

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Epagri apresenta em Itapiranga projetos que aumentam a produção de leite

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Técnicos da Epagri dos municípios do chamado polo sul que compreende os cinco municípios da regional e mais o município de Belmonte reuniram-se na sala de reuniões da ADR de Itapiranga na na última semana, para socializar projetos de referência que estão aumentando a produção de leite à base de pasto em propriedades agrícolas. Também visitaram propriedade no interior de Itapiranga para aperfeiçoar os estudos.   

Na coordenação do engenheiro agrônomo da Epagri, Célio Mikulski, e do técnico, Valmir Kratschmer, foi efetuada a socialização e a apresentação dos resultados de algumas propriedades classificadas como Unidades de Referência Tecnológica (URT). Igualmente foi realizado um comparativo para posterior discussão e busca de soluções para aumentar a produtividade na atividade leiteira á base de pasto. A ideia agora é disseminar essa prática para outras propriedades que demonstrarem interesse em receber o acompanhamento técnico.

O gerente de políticas socioeconômicas, rurais e urbanas da ADR Itapiranga, Miguel Schneider, participou das apresentações e discussões. Segundo ele, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e da Pesca, está com atenção redobrada para atividade leiteira em função da região Oeste ser um polo da produção leiteira e o fato de SC, mesmo com um território pequeno, ter ultrapassado Goiás, passando a ocupar a quarta colocação no ranking nacional de produção de leite.

“Esse mérito é do produtor que acredita em sua propriedade, na atividade leiteira e realiza constantes investimentos para aumentar a produtividade, qualidade do produto e a consequente melhoria da qualidade de vida de sua família”. Fonte: Vandro Welter / Ascom ADR Itapiranga


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SOL e SC Rural promovem capacitação na região turística Caminhos da Fronteira

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De 23 e 25 de agosto, a Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL), no âmbito do Programa SC Rural, promove uma capacitação sobre Turismo Rural na Agricultura Familiar, em Itapiranga, região turística Caminhos da Fronteira.

Participam do evento agricultores familiares, representantes das prefeituras e profissionais que atuam com turismo, dos municípios de Anchieta, Iporã do Oeste, Itapiranga, São João do Oeste, Tunápolis e Guaraciaba. As atividades estão sendo realizadas na FAI Faculdades, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30.

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O programa do curso, que perfaz 24 horas aula distribuídas nos três dias de atividades, inclui temas como planejamento, gestão de negócios, valorização da gastronomia e da cultura local, artesanato, inovação, paisagismo e construções sustentáveis, entre outros. Como material de apoio, será utilizada a cartilha “Turismo Rural na agricultura familiar: conceitos e práticas”, projeto desenvolvido pela SOL e SC Rural, por meio de consultoria contratada para este fim.

“A maioria dos participantes já trabalha com turismo ou desenvolve alguma atividade relacionada ao turismo rural, como vinícolas, café colonial, derivados de cana, produtos coloniais, ecoturismo, pesque-pague, entre outras. Então, a capacitação é uma oportunidade para aprimorar conhecimentos e agregar valor ao que já vem sendo feito”, explica o e analista técnico cada SOL, Edgar Tramontim.

A realização do evento conta com o apoio de entidades locais e prefeituras.Fonte:SOL/Ascom-Fotos Edgar Tramontim – SOL

 

Mais informações: Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte – SOL - (48) 3665-7429

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Cidasc entrega certificado de propriedade livre de brucelose e tuberculose em Itapiranga

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A entrega da certificação aconteceu na manhã da última quarta-feira, 20, no Clube Social da comunidade de Linha Becker, no interior de Itapiranga. O agricultor beneficiado, Cornélio Schonhals, é integrante do Condomínio Agropecuário Boa Fé, associação que integra 32 agricultores das comunidades de Linha Becker e Linha Coqueiro. Na ocasião, além de agricultores e lideranças da comunidade, houve participação de representante de diversos órgãos públicos.

O Condomínio Agropecuário Boa Fé foi fundado em 2012, a partir do Programa SC Rural, executado pelo Governo do Estado. Segundo o presidente do Condomínio, Beno Werlang, a associação surgiu primeiramente com a finalidade de comercializar de maneira conjunta a produção de leite. Segundo ele, a partir do Programa SC Rural houve a junção dos grupos de leite de Linha Becker e da comunidade de Coqueiro, constituindo o condomínio Boa Fé que hoje possui uma sede própria. “Desde a implantação do SC Rural detectamos um aumento de 66% na produção de leite por propriedade”.

O Secretário Executivo da Agência de Desenvolvimento Regional – ADR de Itapiranga, Miguel Schneider, destacou a importância da parceria entre o Governo do Estado e as iniciativas dos agricultores. Miguel relatou que o Governador está empenhado na renovação da parceria com o Banco Mundial visando a continuidade e ampliação do Programa SC Rural.

O representante do condomínio na comunidade de Coqueiro, Volmir Anschau, não escondeu a satisfação com o sucesso alcançado a partir do trabalho coletivo. “No início houve muita desconfiança dos próprios agricultores, mas hoje estamos muito gratos pelos resultados e tornou-se um exemplo a ser seguido pelas comunidades rurais”.

Para o Gestor Regional do Departamento Regional da Cidasc de São Miguel do Oeste, Cláudio Trombetta, o agricultor já percebeu que a Cidasc não é apenas um órgão fiscalizador e punitivo, mas tornou-se parceira para o aprimoramento e desenvolvimento das atividades rurais.

Essa foi a entrega do primeiro certificado, mas durante os próximos meses os demais integrantes do condomínio também serão contemplados.

Em São João do Oste, outro município do oeste catarinense, já foi realizada a entrega de vários certificados e está previsto a entrega de outros 130 certificados. Todo esse trabalho está sendo apoiado pelo Governo do Estado por meio do Programa SC Rural.

Além das vantagens de ter um rebanho livre de enfermidades que causam perdas econômicas como a diminuição da produção leiteira, abortos, perda de peso, morte de bezerros e baixos índices reprodutivos, a brucelose e a tuberculose podem acometer o homem, causando perdas indiretas com tratamentos longos e custosos. A certificação obedece aos princípios técnicos estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde Animal – OIE e, portanto, é reconhecida internacionalmente. Fonte: Departamento Regional da Cidasc de São Miguel do Oeste.

 

Mais informações:Cidasc Regional São Miguel do Oeste –  (49) 3631.3280 

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Reunião no município de Itapiranga apresenta Plano de Recursos Hídricos

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O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio das Antas e Bacias Contíguas e a Coordenação do Plano de Recursos Hídricos da região Hidrográfica 01, realizaram na manhã da terça-feira (21), na Câmara de Vereadores do município de Itapiranga, a primeira reunião polo.

O objetivo foi apresentar as Etapas do Plano de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio das Antas, Bacias Contíguas e Afluentes do Rio Peperi-Guaçu, com ênfase na mobilização social e campanha de cadastro de usuários de recursos hídricos e o papel do Comitê de Bacia.

Estiveram presentes na reunião o prefeito Milton Simon, o secretário Executivo da ADR-Itapiranga, Miguel Sheneider, e lideranças de vários segmentos, vereadores, secretários, técnicos e produtores rurais.

O presidente do Comitê, Giovani Teixeira, apresentou o que é um Comitê de Bacias, sua composição e função diante dos atores que compõem a Bacia Hidrográfica 01. Anderson Rhoden coordenador do Plano de Recursos Hídricos falou da importância do Plano de Bacia como ferramenta de gestão e das etapas do plano. Já Mateus Borges Tengaten Eng° Ambiental e Técnico do Comitê Antas, explanou sobre a importância do Cadastro de Usuários de Água.  

A coordenação do PRH 01 vai realizar nos próximos dias mais 05 reuniões polo nos municípios de: Palmitos 24/06, Guarujá do Sul 27/06, Maravilha 29/06, São Miguel do Oeste 30/06 e Palma Sola 30/06. 

Mais informações: www.aguas.sc.gov.br

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Produtores de leite de Itapiranga aprendem sobre criação e manejo de bezerras e terneiras, as vacas do futuro

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A equipe da Epagri, no município de Itapiranga, em parceria com a família de Ronei e Letícia Melz, da Linha Soledade, no município de Itapiranga, com apoio do Programa SC Rural, realizou na quarta feira, dia 13 de Abril, curso de criação e manejo de bezerras, terneiras e novilhas.

 

O objetivo foi apresentar aos produtores de leite um sistema sustentável para cria e recria de fêmeas para reposição do plantel leiteiro ou aumento do plantel.

Segundo relato do extensionista rural da Epagri local, Marcelo Rohden, responsável pela capacitação, o sistema apresentado, já adotado pela família, consiste na separação dos animais jovens em lotes, permitindo manejo, alimentação e controle adequado para cada fase.

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“Basicamente, são construídos abrigos para criação individual das bezerras até os três meses de idade, com acesso a pastagem de qualidade e água desde o primeiro dia de vida. Após esta fase, as terneiras são transferidas para outro local, onde permanecem até os 12 meses de idade, quando então pode acompanhar novilhas prenhas e vacas secas em local específico ou em forma de repasse de piquetes das vacas lactantes. A meta é estabelecer um sistema de criação que ofereça precocidade, permitindo desenvolvimento adequado da terneiras, atingindo peso adequado aos 15 meses e o primeiro parto aos 24 meses de idade e ao mesmo tempo a adaptação dos animais a um sistema a base de pasto, desde as primeiras etapas de sua vida”, explica Rohden.

A bovinocultura leiteira tornou-se uma atividade competitiva sob o aspecto financeiro, requerendo empenho e tecnificação das propriedades para atingir resultados satisfatórios. Neste sentido, o curso apresentou um sistema eficiente de organização da propriedade, com cada categoria animal alojada em local específico, colaborando com a redução da mão de obra na atividade leiteira.

A propriedade da família também é exemplo no processo de sucessão familiar. O senhor Darcísio Kessler, pai de Letícia, vem transferindo gradativamente a gestão da propriedade a filha e ao genro Ronei, para que possam fazer os investimentos e melhorias necessárias a propriedade.  

 

Mais informações:Epagri – Escritório Municipal de Itapiranga- (49) 3472 5064

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3° Encontro de Famílias da Cooperativa de Agricultura Familiar de Itapiranga

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Fruto da organização do Projeto Microbacias 2, a Cooperativa de Agricultura Familiar de Itapiranga foi fundada em 2 de abril de 2009. Para celebrar essa conquista, foi realizado, no último dia 01, o 3° Encontro da Família Cooafi.

Para os funcionários  da Epagri local, Alésia  Inês Lauschner  Gesing, Marcelo Rohden e Juliano kuntz da Encarnação, que trabalharam na organização do evento, junto com diretoria e funcionários da cooperativa, o principal objetivo foi reunir as famílias para festejar e valorizar sua cooperativa e seus sete anos de atuação.

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O enconro, que teve apoio financeiro do Programa SC Rural  e aproximadamente 150 participantes foi oficialmente aberto pelo agricultor Vitor Anton, sócio e integrante do grupo de leite da comunidade, que deu as boas vindas agradecendo a presença de todos  e enfatizando a importância da participação dos cooperados nestes eventos.

Após, Celio Air Mikulski Agente Técnico de Desenvolvimento Regional, da Gerência Regional da Epagri de São Miguel do Oeste, falou em nome da Epagri salientando a importância da cooperativa e da Epagri na organização do evento .

Após, o engenheiro agrônomo  Humberto Bicca Neto, responsável pelo Projeto Pecuária  da Epagri, no extremo oeste de Santa Catarina  palestrou sobre “ Proposta da Epagri para produção de  leite a base de pastagens perenes”

Participaram do evento, Zaclir Stolarski, Gerente de Agricultura da ADR de Itapiranga e representando a Prefeitura Municipal de Itapiranga, o  Secretário Municipal de Finanças e Planejamento, Alberto  Lengert. 

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Para o almoço foi servido um gostosa galinhada preparada por membros  da  comunidade

 

Mais informações: Escritório Municipal da Epagri – Itapiranga – (49) 3472 5065

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Cidasc autoriza funcionamento de laticínios no interior de São João do Oeste

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A Laticínios Cristo Rei da comunidade de Cristo Rei, interior de São João do Oeste, recebeu no dia 29 de março, por parte da Cidasc, a autorização para funcionamento.

Os proprietários Afonso Rodrigues e sua filha Mauren iniciaram a produção de produtos lácteos há 13 anos e em função de entraves burocráticos pararam as atividades por quase um ano. Agora, com participação de órgãos públicos como a Cidasc, Agência de Desenvolvimento Regional de Itapiranga e prefeitura municipal, a empresa familiar deverá ganhar novo fôlego.

A empolgação é tanta que os proprietários já vislumbram aumentar a industrialização diária de leite dos atuais mil litros para cinco mil em até cinco anos. A justificativa é que há amplo mercado para os produtos de laticínios.

O serviço de inspeção fornecido pelo Governo do Estado, O SIE, permite a comercialização de produtos em todo o estado de Santa Catarina. Atualmente, a empresa produz nata e queijos das variedades colonial e mussarela, mas a intenção dos proprietários é aumentar o mix de produtos em breve. A matéria prima (leite) é fornecida pela Cooperativa Mixta da Agricultura Familiar de São João do Oeste (Coopafasjo). A Cidasc e a Gerência da Agricultura da ADR Itapiranga estão integradas num trabalho que promete autorizar, nos próximos dias, uma série de empreendimentos da agroindústria familiar na regional de Itapiranga.    

A conquista da autorização de funcionamento da laticínios teve pequeno cerimonial com pronunciamento de autoridades. Além dos sócio-proprietários, esteve presente o secretário executivo da ADR, Miguel Schneider, o gestor regional da Cidasc, Cláudio Trombetta, prefeito Sérgio Theisen, gerente regional de Agricultura, Zaclir Stolarski, presidente do Sicoob Creditapiranga, José Adalberto Michels, secretário de Agricultura, Fernando Bisigo, administrador da Coopafasjo, Rogério Rech, e o gerente local do Sicoob, André Weber. Fonte:ADR Itapiranga

   

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