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Turismo Rural: secretário-executivo da Amunesc palestra em curso promovido pela Epagri em Joinville

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O secretário-executivo da Amunesc, Tufi Michreff Neto, participou na tarde da quarta-feira (05) como palestrante no Curso de Turismo Rural promovido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

O curso teve início no dia 03 e foi ministrado por Dione Nery Cavalcanti Benevenutti. Dione abordou, entre outros assuntos, o turismo rural na agricultura familiar, o processo de roteirização, inovação e empreendedorismo, noções de atendimento nos serviços turísticos e hospitalidade, além da valorização e utilização da gastronomia rural/colonial de base local e o uso de produtos orgânicos.

Em fala para agricultores familiares e pequenos empreendedores, Tufi destacou algumas experiências do Turismo Rural e lembrou de cases de sucesso que são exemplos para todo o Estado, como o processo de identificação Geográfica da banana da região de Corupá, conhecida hoje como a mais doce do Brasil. O secretário-executivo destacou sua contribuição para a economia regional e para a valorização do turismo gastronômico: “precisamos olhar para os nossos produtos com outros olhos, ver a potência que temos em mãos e saber vender esse produto de forma que seja atrativa para o turista e para o consumidor em geral”, concluiu.

Tufi também conversou com os presentes sobre a importância do cooperativismo e dos trabalhos desenvolvidos em parceria, e lembrou que a organização turística tem base fundamental nos Planos Municipais de Turismo: “o planejamento é muito importante para o Turismo. É preciso fazer o mapeamento das potencialidades da região, da capacidade de atendimento, e assim trabalhar em conjunto para a promoção integrada, fomentando assim o desenvolvimento regional”, afirmou.  

Na ocasião a coordenadora do Viva Ciranda, Anelise Rocha, apresentou o projeto e ressaltou os destaques que a iniciativa já recebeu. Trata-se de um projeto de turismo pedagógico onde crianças da rede escolar pública e particular de Joinville aprendem na prática com os agricultores da região. A Amunesc fará visita aos produtores da rede para conhecer melhor o projeto, que já serviu de modelo para outros municípios. Fonte:https://www.amunesc.org.br

 

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Plantio de palmito vira segunda maior cultura agrícola de Joinville

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O plantio de palmito disparou e já é a segunda maior cultura agrícola, no município de Joinville, perdendo apenas para o arroz em área cultivada.

Ainda em 2017, o palmito ficava em quinto, atrás também da banana, mandioca e cana-de-açúcar. Agora, a cultura teve ampliada a área plantada e chegou a 1.360 hectares, conforme mostra a pesquisa Produção Agrícola Municipal 2018, divulgada na semana passada pelo IBGE.

São acompanhadas as principais culturas dos municípios. A série histórica do Instituto mostra crescimento contínuo desde 2012, ano a ano, na área plantada de palmito em Joinville. No ano passado, foram produzidas 3,3 mil toneladas do alimento. O líder arroz tem 3.170 hectares cultivados no município.

As maiores possibilidades de venda do palmito pupunha estariam ajudando a atrair os produtores. Além da conserva tradicional, há vendas em forma de espaguete, para assar e em mix com outros produtos agrícolas. O congelamento e a venda in natura se tornaram alternativas mais presentes.

Queda no total

O crescimento na produção do palmito, no entanto, não foi suficiente para evitar a queda na extensão das áreas cultivadas em Joinville, pelo menos no sistema de acompanhamento do IBGE. A cana-de-açúcar foi a cultura com maior encolhimento entre 2017 e o ano passado. Também houve redução nas áreas plantadas da mandioca e da banana. No geral, entre as culturas analisadas, a área plantada caiu de 6,3 mil hectares para 5,7 mil hectares entre 2017 e 2018. Fonte: https://www.nsctotal.com.br/colunistas/saavedra/

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Seminário em Joinville discute a produção de palmito no sul do Brasil

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Dias 21 e 22 de agosto será realizado em Joinville um seminário sobre o sistema produção da pupunheira e da palmeira-real-australiana no Sul do Brasil.

O evento terá 14 palestras técnicas que vão discutir temas ligados ao agronegócio, cultivo, fitossanidade, gestão, mercado, biofertilizante e processamento. A programação também conta com degustação de pratos à base de pupunha e de palmeira-real.

O evento é uma promoção da Epagri, Emater Paraná e Embrapa Florestas. Técnicos dessas empresas farão parte do quadro de palestrantes, que também é composto por representantes da Unesp, da Associação das Indústrias de Conservas Vegetais de Santa Catarina (AICV/SC) e por produtores.

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Produção em Santa Catarina –

A palmeira-real-da-austrália é a espécie mais plantada em Santa Catarina e isso deve às pesquisas da Epagri com a cultura. Segundo o pesquisador Fábio Zambonim, ela é adaptada ao nosso clima, é rústica e tem ciclo de corte rápido. “Dois a quatro anos depois do plantio, já pode ser colhida”, diz ele. Originária da Austrália, a planta gosta do clima quente e chuvoso do Norte Catarinense e tem agradado os agricultores da região, onde se concentra a produção no Estado.

Em 2016 o cultivo de palmáceas garantiu o sustento de 1,6 mil famílias de agricultores em Santa Catarina. As lavouras, que mais parecem florestas, cobriam 4,4 mil hectares do litoral catarinense e rendiam quase 20 milhões de hastes de palmito por ano. A maior parte foi processada em 50 agroindústrias, de onde saíram, anualmente, 36 milhões de vidros de conserva destinados ao comércio dentro e fora do país. No  Norte do Estado, o palmito é a terceira cultura agrícola mais importante depois do arroz e da banana. A região de Joinville responde por 80% da produção estadual.

Por conta da importância e das vantagens da palmeira-real-da-austrália, o foco dos estudos da Epagri é direcionado para essa espécie. Em um trabalho que virou referência no País, os pesquisadores desenvolveram o sistema de produção completo para o cultivo e agora concentram os esforços em melhoramento genético.

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Programação do Seminário

21/08/2019 (quarta-feira)

7h30min: Recepção com entrega de material

8h40min: Abertura e informações sobre o seminário

Parte I – Agronegócio

9h – Palestra Técnica: Panorama da produção da pupunheira e palmeira-real no Sul do Brasil

Palestrante: Álvaro Figueredo dos Santos (Embrapa Florestas) e Onévio A. Zabot (Epagri).

Parte II – Cultivo da pupunheira

10h– Palestra Técnica: Produção e qualidade de mudas de pupunheira para palmito

Palestrante: Sebastião Bellettini (Emater/PR)

10h30min – Degustação de pratos de palmeira-real

10h45min – Palestra Técnica: O cultivo da pupunheira para palmito

Palestrante: Edinelson José Maciel Neves (Embrapa Florestas)

11h35min – Palestra Técnica: Diagnose nutricional e adubação da pupunheira. Palestrante: Danilo Eduardo Rozane (Unesp – Registro/SP)

12h15min às 13h30min: Almoço

Parte III – Fitossanidade

13h30min – Palestra Técnica: Estratégias de controle de pragas da pupunheira, palmeira-real-australiana.

Palestrante: Ronaldo Pavarini (Unesp-Registro/SP)

14h20min – Palestra Técnica: Estratégias de controle de doenças da pupunheira Palestrante: Álvaro Figueredo dos Santos (Embrapa Florestas)

15h10min – Degustação de pratos de pupunha e de palmeira-real

Parte IV – Gestão

16h – Palestra Técnica: Gestão de propriedades rurais com cultivo de pupunheira.

Palestrante: Emiliano Santarosa (Embrapa Florestas)

17h – Palestra Técnica: Experiência com o cultivo da pupunheira

Palestrante: Marcelino Hurmus (Epagri)

 

22/08/2019 (quinta-feira)

Parte I – Mercado Interno e Externo

8h – Palestra Técnica: Mercado interno e externo de palmito.

Palestrantes: Djalma Miranda e Edson Fantini (AICV/SC)

Parte II – Palmeira Real Australiana

9h30min – Palestra Técnica: Custo de pr-dução da palmeira real australiana Palestrante: José Salvador (engenheiro-agrônomo e produtor)

10h15min – Degustação de pratos de pupunha e de palmeira-real

10h30min – Palestra Técnica: Melhoramento genético da palmeira real australiana Palestrante: Keny Mariguele (Epagri/Estação Experimental de Itajaí)

Parte III – Biofertilizante

11h30min – Palestra Técnica: Uso do biofertilizante.

Palestrante: Alexandre Visconti (Epagri/ Estação Experimental de Itajaí)

12h às 13h30min – Almoço

Parte IV – Processamento

13h30min – Palestra Técnica: Processamento de cortes alternativos de palmito de pupunheira.

Palestrante: Sebastião Bellettini (Emater/PR)

14h20min – Palestra Técnica: Processamento envasado de palmito de pupunheira e palmeira-real.

Palestrante: Henrique Tirolli Rett (Epagri/GRJ)

15h10min – Degustação de pratos de palmeira-real e pupunha

15h30min – Palestra Técnica: Legalização de unidade de processamento de pupunha in natura

Palestrante: Henrique Tirolli Rett (Epagri/ Vigilância Sanitária)

16h20min – Palestra Técnica: Produtos e subprodutos da agroindústria da pupunheira para palmito

Palestrante: Cristiane Vieira Helm (Embrapa Florestas).

17h10min – Palestra Técnica: Experiência com o processamento e comercialização de palmito

Palestrante: Adir Hinghaus (Delícia/Joinville)

18h – Encerramento

 As inscrições podem ser feitas nos escritórios locais da Epagri com um investimento de R$60,00. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail isolanehaverroth@epagri.sc.gov.br ou pelo telefone (47) 3461-1519.

 

Mais informações: grj@epagri.sc.gov.br 

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57ª Festa do Colono da Sociedade Rio da Prata a mais antiga do norte catarinense

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A celebração pelo sucesso da colheita vai se renovar numa festa com 57 anos de história, repleta de atrações e muita cultura. Julho é especial para a comunidade rural de Joinville.

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A Festa do Colono da Sociedade Rio da Prata, tradicional centro sócio cultural, com sede  na Rodovia SC – 301, KM 7 da Etrada Dona Francisca no distrito de Pirabeiraba, vai contar com muita música, tradições e gastronomia típica. O evento promete ser diversão garantida para toda a família.

Facebook: https://www.facebook.com/Sociedade-Rio-da-Prata-238756829602545/

 


Mais informações: http://sociedaderiodaprata.blogspot.com/

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Segundo a Epagri Joinville tem pelo menos 1.500 pessoas dedicadas ao turismo rural

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Setor ganha força com profissionalização de moradores que transformam chácaras e sítios em empreendimentos para lazer e atividades pedagógicas 

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A comunidade rural de Joinville está conseguindo gerar renda e promover um olhar diferenciado da população para o campo, tendo como aliada o empreendedorismo.

Nos últimos anos, vem ganhando força o turismo rural e pedagógico nas propriedades do interior. Prova disso é que, somente em 2018, cerca de 12 mil a 15 mil crianças e adolescentes visitaram a zona rural da cidade por meio de excursões escolares. Isto sem contar o incalculável número de famílias e adultos que buscam opções de descanso e lazer fora do centro urbano.

O circuito do turismo rural de Joinville é formado pelas comunidades: Estrada da Ilha, Estrada Bonita, Piraí, Quiriri e Dona Francisca. Em ambas as regiões tanto os joinvilenses quanto os visitantes vindos de fora são brindados com cenários naturais e atrações diversificadas.

Estimativas da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), na Região Norte, dão conta que ao menos 1,5 mil pessoas estão ligadas ao turismo rural no município. Além disso, nos últimos seis anos cerca de 120 pessoas participaram do curso de empreendedorismo voltado para jovens rurais na entidade, com o intuito de desenvolver projetos de vida visando a permanência no campo. Conforme a engenheira agrônoma da Epagri, Dione Benevenutti, a maioria das iniciativas tem relação com o turismo rural.

Dentre as modalidades em expansão estão as opções que contemplam o turismo ecológico. No município se destacam ainda os pesque e pagues, que, no início dos anos 2000, já representavam 35% do segmento a nível rural, além dos setores de hospedagem, venda de produtos e alimentação.

“Joinville tem ao menos 57 piscicultores e um número já consolidado de pesque e pagues, principal referencial do turismo de lazer no campo em Joinville. O que se percebe é que agora tanto o turismo voltado para aventura quando os cafés coloniais têm crescido bastante e muitos jovens optam por ficar nas propriedades e estão investindo nas terras da família”, destaca Dione.

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Roteiro pedagógico em Joinville

Outro grande propulsor do setor em Joinville é o projeto de turismo pedagógico Viva Ciranda, criado em 2010 e relançado em 2013, e que movimenta parte do contingente de crianças de escolas públicas e privadas de Joinville até a zona rural. O intuito, além de fomentar a geração de renda e valorização das famílias rurais, é de oferecer aprendizado por meio de atividades educativas e recreativas no campo.

A ideia serve como via de mão dupla, primeiro por incentivar as potencialidades e garantir o selo de qualidade das propriedades participantes; em contrapartida, para os alunos, é uma oportunidade de imersão em temas trabalhados dentro de sala de aula e que envolvem a agricultura, os animais, a vegetação, além de cultivos de produtos orgânicos e de flores.

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“Atualmente, 14 propriedades rurais participam do Viva Ciranda e estão preparadas para receber as crianças com o roteiro pedagógico adequado para cada faixa-etária e de acordo com o conteúdo proposto pela professora”, aponta Anelise Falk Rosa, que coordena o Viva Ciranda. Isso ajuda ainda a atrair outros visitantes e turistas que buscam alguma opção de lazer fora da área urbana, que querem o contato com a natureza e uma gastronomia diferente e mais simples, visitando essas propriedades nos finais de semana”.

Consolidada, a iniciativa já serve de inspiração para a implantação de projetos semelhantes em outras cidades, entre elas a vizinha Massaranduba, com o projeto Viva + Massaranduba, lançado recentemente. Fonte:Jornal A Notícia – Por Luan Martendal -luan.martendal@somosnc.com.br / Foto: Carlos Junior, especial

 

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Turismo ecológico ganha força, gera renda para famílias rurais e permanência de jovem no campo

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Propriedades da família Kersten e da família Tamazia são exemplos das potencialidades de novos negócios no campo. Propriedade de Ango Kersten tem mais de 25 anos no turismo rural, no município de Joinville.

O Jornal A Notícia  trouxe um pouco da história de uma das pioneiras em investir no turismo rural em Joinville: a família Kersten. Desde a década de 1990, Ango, o patriarca, abre sua propriedade de cerca de 160 mil metros quadrados para visitação.

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Ao lado da esposa Ivanir, o anfitrião mantém o local instalado na Estrada Bonita aberto para visitação desde 1992, sendo que três anos mais tarde já recebia excursões de escolas e faculdades. De lá para cá as duas filhas do casal também se profissionalizaram para ajudar nos negócios.

Agora, o sítio recebe também grupos de adultos e idosos, atraídos pelos produtos coloniais feitos no local e têm a possibilidade de conhecer animais exóticos, um museu rural, ou apreciar um bom café.

— Quando criamos o museu e abrimos a propriedade para visitação a ideia era transmitir um pouco de história e da cultura dos antepassados às crianças das escolas que nos visitavam. Mas o que acabou surpreendendo é, que, principalmente as pessoas da 3ª idade que conhecem este espaço se emocionam, choram, porque viveram isso tudo e resgatam um pouco das suas próprias histórias — relata Ango.

O acervo do museu é composto por cerca de 870 peças, desde itens simples como discos de vinil e fitas cassete a até máquinas de escrever, ferramentarias e uma colheitadeira datada de 1895. Fotos antigas das primeiras excursões e da própria família, que está na sexta geração, também são compartilhadas. “A tecnologia evolui muito rápido, então reúno aqui coisas que já não existem e que nem são tão antigas assim, mas que para a maioria das pessoas traz um pouco de cultura”, considera.

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Ango Kersten mostra o museu rural feito por ele

O ambiente é aberto diariamente das 7h30 às 18 horas ao custo de R$ 15 (consumo mínimo) e oferece ainda passeios de trator (R$ 15 a parte) – que passa sobre as águas do Rio Pirabeiraba – além de comércio de artesanatos e iguarias do interior, como caldo e melado de cana, geléias e mel, cucas, pães e bolachas. O melado, inclusive é feito uma ou duas vezes na semana dentro de um “tacho”, levando 360 litros de cana-de-açúcar, colhida diretamente no terreno e que dá origem a 55 litros de melado por receita.

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Joice é uma das herdeiras de Ango Kersten e ajuda a família nos negócios

Permanência do campoA tradição familiar fez com que Juliana Kersten, de 29 anos, decidisse ficar nas terras da família depois de adulta, assim como a irmã Joyce, que também trabalha na propriedade. Juliana começou a ajudar ainda pequena, aos 13 anos de idade, como guia de excursões e aprendeu com a mãe a fazer cucas, bolachas e pães para venda. Ela participou do curso de especialização da Epagri e como resultado, criou a pouco mais de um ano o seu próprio negócio.

Em um empreendimento anexo ao sítio dos pais, Juliana mantém a Alles Blau – Cuca e Café, na qual vende produtos caseiros aos fins de semana e feriados a partir das 10 horas, e também funciona como café colonial, das 15h às 19h.

— Quando a gente gosta do que faz, se espelha nos seus pais, investe no turismo e vê que está dando certo, talvez até pensa, mas não concretiza a saída do campo. Então por esse histórico familiar e de fazer o que eu gosto, acho que não teria oportunidade melhor do que estar investindo com a sua família e para a sua família — considera Juliana.

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Piscinas naturais e áreas de eventos no campo estão entre os potenciais de negócios do ecoturismo em Joinville

Eco turismo e eventos ganha força

Vanessa Venzke Falk, presidente do Joinville Convention Bureau, avalia que a utilização de espaços rurais voltados ao turismo e para a realização de eventos também está crescendo como um todo em Joinville. Isto considerando que o turismo rural é uma tendência a nível nacional.

— As pessoas estão buscando mais essa aproximação com a natureza e em Joinville esse movimento não é diferente. Hoje já temos diversas propriedades rurais abertas e voltadas a este mercado, mas ainda pouco conhecidas, então temos um potencial ainda muito maior a ser explorado — reforça.

— Quando vamos em busca de captar eventos, as opções rurais também são lembradas como um atrativo a parte à escolha da cidade para sediá-los — completa.

Em uma propriedade distante cerca de 20 quilômetros do Centro, está outro exemplo das potencialidades do turismo rural joinvilense, tanto em sediar eventos quanto em promover diversão para a família toda. Com 190 mil metros quadrados, o Parque Ecológico Caminho das Águas, na Estrada Piraí, reúne centenas de pessoas aos sábados, domingos e feriados em torno de três piscinas naturais abastecidas com a água de um afluente do rio.

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Rogério Tamazia trabalha com turismo rural, negócio que garantem parte da renda da família

O espaço, ao custo de R$ 15 a entrada, conta ainda com 39 quiosques para churrasco e área de camping (a locar), além de trilhas em meio a mata nativa e lanchonete.

Conforme um dos donos das terras, Rogério Tamazia, o local foi viabilizado na década de 1990 depois que seu pai comprou o terreno, que antes servia para extração de britas e o revitalizou. Com a ajuda de um sistema de captação, a água percorre galerias até chegar às três piscinas do espaço, duas delas com até 1,70 metro de profundidade e a outra com 2,10 metros. Depois do uso, semanalmente a água é escoada novamente para seguir o curso do rio e é renovada para uso dos banhistas na semana seguinte.

— É um negócio que demandou bastante investimento, mas que deu certo. Além de complementar a renda da família, eu particularmente adoro a natureza. Sou apaixonado por isso tudo, então o legal de ter esse tipo de negócio é que o reconhecimento (dos visitantes) é imediato — aponta Rogério.

Hoje o Caminho das Águas já disponibiliza o espaço para aniversários e confraternizações empresariais, mas na área comum aos demais visitantes. No futuro, a intenção da família é ampliar os negócios. Dentre as intenções está a construção de chalés e a implantação de uma área própria para festas. Fonte: Jornal A Notícia – Por Luan Martendal / luan.martendal@somosnc.com.br / (Foto: Carlos Junior, Especial)

 

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Turismo rural: conheça opções para visitar em Joinville

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As propriedades rurais joinvilenses voltadas ao turismo têm em comum o privilégio de abrigar belas paisagens, por vezes, formadas em meio a vastas áreas verdes, sob o som dos pássaros, árvores frutíferas e o barulho da correnteza dos rios e das cachoeiras. Uma reunião de encantos, que serve de refúgio a quem busca se conectar com a natureza e desligar do corre-corre da vida urbana, mesmo que por algumas horas.

Na Estrada da Ilha, o colorido das flores é cartão-postal; na Dona Francisca, casas em enxaimel, alambiques de cachaça artesanal e deliciosos pastéis e caldos de cana ganham espaço. Já para quem busca boas opções gastronômicas, de hospedagem e entretenimento, a Estrada Bonita é o destino mais procurado. Há ainda a rota dos pesque e pagues, recantos, e estabelecimentos que oferecem trilhas e camping, estes em especial nas regiões do Piraí e do Quiriri.

Listamos alguns desses locais, a maioria deles vinculados ao projeto Viva Ciranda ou com a Associação de Turismo Eco Rural de Joinville (Aterj). Confira opções para conhecer:

1.Região do Piraí

Local: Sítio Canto dos Pássaros

Endereço: Estrada Comprida, 2,5 km após o Pórtico de acesso do Vila Nova

Contato: (47) 3439-6292

Local: Rancho Alegre

Endereço: Estrada Piraí, 2551 – Vila Nova

Contato: (47) 99222-2040

Local: Família Schroeder

Endereço: Estrada dos Morros, 1600 – Vila Nova

Contato: (47) 3439-5234

Local: Vale do Ouro Eventos e Pousada

Endereço: Estrada do Salto 1,5650 – Vila Nova

Contato: (47) 98808-4688

Local: Recanto das Arrozeiras

Endereço: Rodovia do Arroz, 413 – Vila Nova

Contato: (47) 98843-2063

Local: Parque Ecológico Caminho das Águas

Endereço: Estrada Piraí, poste 127 – Vila Nova

Contato: (47) 991665200

Local: Pesque e Pague Piraí

Endereço: Estrada do Atalho – Vila Nova

Contato: (47) 3439-5180

Local: Pesque-Pague Sítio 3 Lagoas

Endereço: Estrada do Salto, 2 – Schroeder I – Vila Nova

Contato: (47) 99108-3623

 

2.Região Dona Francisca / Quiriri

Local: Quinta da Mildau – Estrada Mildau, 1747

Endereço: Estrada Mildau, 1747 – Pirabeiraba

Contato: (47) 99146-0085

Local: Sítio Vó Bia

Endereço: Estrada Isac, S/N – KM 02 – Pirabeiraba

Contato: (47) 3433-9667

Local: Apiário Pfau

Endereço: Estrada do Rio da Prata, poste 25 – Pirabeiraba

Contato: (47) 3428-0136

Local: Hotel Fazenda Dona Francisca

Endereço: SC-418, km 19 – Pirabeiraba

Contato: (47) 4063-9960

Local: Vale das Nascentes

Endereço: Estrada Quiriri, 9764 – Pirabeiraba

Contato: (47) 4101-1313

Local: Canela Preta

Endereço: SC-418, 18 – Pirabeiraba

Contato: (47) 98850-1482

Local: Café Rural Família Roos

Endereço: Estrada Comprida, 1200 – Vila Nova

Contato:(47) 3439-6290

 

3.Região da Estrada Bonita

Propriedade de Ango Kersten(Foto: Carlos Junior, especial)

Local: Propriedade Ango Kersten

Endereço: Estrada Bonita, km 20

Contato: (47) 3464-1432

Local: Restaurante Tia Martha

Endereço: Estrada Bonita, km 8

Contato: (47) 3437-7130

Local: Recanto Estrada Bonita

Endereço: Estrada Bonita, km 8

Contato: (47) 3436-9535

Local: Pesk Pague Reinaldo Hattenhauer

Endereço: Estrada Bonita, km 8

Contato: (47) 3464-1500

Local: Pousada e Restaurante Grun Wald

Endereço: Entrada da Estrada Bonita

Contato: (47) 3464-1004 (pousada) e (47) 3464-1271 (restaurante)

 

4.Região da Estrada da Ilha

Local: Agrícola da Ilha / Parque Dos Hemerocallis

Endereço: R. Ten. Antônio João, 4257 – Jardim Sofia

Contato: (47) 3473-0628

Local: CTG Chaparral

Endereço: Estrada Alvino Souza do Nascimento, 958 – Pirabeiraba

Contato: (47) 3424 6196

Fonte: Jornal A Noticia – Por Luan Martendal luan.martendal@somosnc.com.br

 

Mais informações: http://www.aterj.com.br/

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Seminário Estadual de Extensão Pesqueira é realizado no Litoral Norte

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O Centro de Treinamento de Agricultores e Pescadores da Epagri em Joinville sediou o 1º Seminário de Extensão Pesqueira realizado pela Epagri. Organizado por uma comissão de técnicos da Empresa, o evento foi realizado em novembro e teve duas palestras temáticas, 20 trabalhos apresentados por técnicos que atuam na extensão pesqueira catarinense, mesa-redonda e um público de 52 pessoas.

Também fizeram parte estandes expositivos organizados pelo Projeto Pró Babitonga, Polícia Ambiental, Epagri/Ciram e Ibama/Cepsul. Representantes de instituições como Univali, IFSC de Itajaí, Udesc de Laguna, Emater do Rio Grande do Sul e Paraná participaram das discussões e da avaliação técnica.

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“O evento surgiu da necessidade de relatar com mais ênfase nossas ações e apresentá-las aos colegas e instituições que atuam na extensão pesqueira”, relata o técnico José Eduardo Calcinoni, de Balneário Barra do Sul. “O seminário foi uma excelente oportunidade para se discutir estratégias de desenvolver a extensão pesqueira em Santa Catarina e conhecer os trabalhos que estão sendo realizados nessa área. Parabenizo a Epagri pela iniciativa e espero que em breve possamos dar continuidade às discussões e realizar projetos conjuntos”, enfatiza Roberto Wahrlich, professor da Univali.

Para o coordenador geral e líder do projeto pesca artesanal, Edir José Tedesco, a participação efetiva dos extensionistas locais foi um marco na história da Empresa. “Fiquei surpreendido com a alta qualidade dos trabalhos”, afirma Tedesco. A Epagri tem um trabalho de destaque no litoral catarinense e está presente em todos os municípios, atendendo a diferentes demandas, seja de crédito, organização social e coletiva, turismo náutico, maricultura, artesanato e capacitação de pescadores artesanais.

Mais informações:  Centro de Treinamento de Joinville – Cetreville - (47) 34611519 

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“Alles Blau Cuca e Café” – é a história de Juliana, Rafael, Família Kersten, Epagri e SC Rural

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Jovens investindo na agricultura e criando oportunidades de emprego e renda no meio rural de Joinville.

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Juliana Kersten Tromm é casada com o Rafael Tromm e trabalhava com o pai, Ango Kersten, na propriedade focada em turismo rural, onde a família desenvolve o trabalho voltado para o turismo pedagógico, promovendo um resgate da agricultura e o incentivo às práticas conservacionistas e ao lazer. 

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Juliana participou do curso de formação em liderança, gestão e empreendedorismo para jovens rurais e do mar, apoiado pelo SC Rural e coordenado pela Epagri.Durante o curso, inicialmente, ela decidiu que seu projeto de vida seria investir em um empreendimento de panificação. 

Com o apoio financeiro do Programa SC Rural, o projeto evoluiu, e ela construiu o seu próprio negócio – o café colonial, que foi inaugurado no dia 12-10-2017, com a denominação de “Alles Blau Cuca e Café”. O negócio possibilitou que o marido, que trabalhava na cidade, voltasse a trabalhar com ela no meio rural.

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Com o apoio financeiro do Programa SC Rural, o projeto evoluiu, e ela construiu o seu próprio negócio – o café colonial, que foi inaugurado no dia 12-10-17, com a denominação de “Alles Blau Cuca e Café”. O negócio possibilitou que o marido, que trabalhava na cidade, voltasse a trabalhar com ela no meio rural e com o apoio familiar o sucesso aconteceu.

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Nesse dia Juliana postou essa mensagem:

A todos que de alguma forma, nos incentivaram, ou nos prestigiaram o nosso infinitivo agradecimento. Com muita alegria que se dá o início das atividades do Alles Blau Cuca e Café. Aos colaboradores, mestres de obra, família, amigos, vizinhos, entidades, órgãos, empresas e demais pilares, o nosso profundo agradecimento.Com a bênção do Senhor, continuaremos a caminhada estaremos dispostos a novos aprendizados, e nossa intenção é melhorar sempre. Muito obrigada”.

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Com a linda Serra do Mar ao fundo, no Alles Blau Cuca e Café você encontrará um lugar aconchegante e familiar, com opção de pães, cucas, café rural, artesanato, uma comida caseira que preserva a simplicidade.


Esse é mais um caso em que o “Curso de Gestão, Liderança e Empreendedorismo para Jovens do Meio Rural” fez a diferença.

O curso, que a Juliana participou aconteceu no Centro de treinamento da Epagri de Joinville – Cetreville, entre março e setembro de 2016, quando 20 jovens com idade entre 18 e 29 anos, oriundos de municípios das regiões de Joinville, Itajaí e Blumenau foram capacitados sobre: liderança, empreendedorismo e inclusão digital; oportunidades econômicas e ambientais voltadas ao emprego e renda em atividades agrícolas e não agrícolas;  gestão de negócios, da propriedade e do meio ambiente.

Durante dez meses, utilizando a pedagogia da alternância, os jovens tiveram aulas presenciais durante três dias a cada quinze dias. Ao final do curso cada jovem apresentou o um projeto que poderia receber apoio financeiro não reembolsável para o aluno investir e iniciar a administração de um negócio próprio como complementação do curso.

Um dos objetivos deste curso é discutir com as famílias o tema sucessão familiar e desta forma dar condições para que os jovens fiquem no campo. Ações como esta, garantem longevidade das propriedades rurais e a produção de alimentos a longo prazo, uma vez que segundo a FAO, 70% dos alimentos que chegam à mesa da população são produzidos pela agricultura familiar.

O curso foi oferecido pela Epagri, com apoio financeiro do Programa SC Rural, através de recursos do Governo do Estado e do Banco Mundial.

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No endereço: https://www.facebook.com/scrural você pode acompanhar o depoimento do jovem casal Juliana e Rafael, sobre como o SC Rural mudou suas vidas para melhor!!!

 

Mais informações: grj@epagri.sc.gov.br 

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Inspeção de produtos de origem animal é tema de palestra no 1º Seminário Estadual da Carne

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O Departamento Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Animal, da Cidasc participou do 1º Seminário Estadual da Carne realizado no último dia 12 em São João do Itaperiú, no Vale do Itajaí.

A palestrante foi a médica veterinária Geisa de Oliveira, que falou sobre o Serviço de Inspeção Estadual, que assegura a qualidade dos alimentos de origem animal.

A médica veterinária destacou as principais atividades desenvolvidas pelo SIE, o histórico das atividades de inspeção no Brasil e em Santa Catarina e também falou sobre a importância de proprietários e/ou responsáveis legais dos estabelecimentos registros no SIE de observar e respeitar o que rege a legislação sanitária.

Geisa também destacou que o trabalho dos profissionais da Cidasc, observando o que determina a legislação, promove o combate à clandestinidade, atuando neste sentido com a finalidade de oferecer à população produtos com menor risco sanitário ao consumo humano.

Segundo Geisa, na hora da compra o consumidor deve verificar se os produtos de origem animal têm o carimbo do SIF, SIE ou SIM.

O carimbo com a palavra “INSPECIONADO” no meio, retrata a imagem do selo de inspeção. Essa é a palavra comum para todos os selos que certificam os produtos de origem animal. O que muda é o local e a sigla.

→ Quando for Serviço de Inspeção Federal, aparece Brasil, Ministério da Agricultura e a sigla S.I.F.

→ Quando for Serviço de Inspeção Estadual, aparece Santa Catarina e a sigla S.I.E.

→ Quando for Serviço de Inspeção Municipal, aparece o nome do município e a sigla S.I.M.

Esses selos atestam que os produtos são inócuos aos consumidores, isto é, não apresentam risco a saúde humana demonstrando a qualidade e respaldando que o produto está dentro dos padrões técnicos estabelecidos pelas normas vigentes.

Produtos sem inspeção são passíveis de contaminações físicas, químicas e microbiológicas, podendo causar doenças na população, como intoxicações, parasitoses e até mesmo doenças sistêmicas, como tuberculose, neurocisticercose e a toxoplasmose, dentre outras.

As principais atividades econômicas do município estão concentradas na agricultura, com destaque para a produção de banana. Outra atividade relevante no município é o abate de bovinos e ovinos, fato que deu a São João do Itaperiú o título de Capital Catarinense da Carne Bovina e Ovina. Foto: Departamento Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Animal

 

O seminário faz parte da V Festa Estadual Gastronômica da Carne, a Fecarne. Também participaram do seminário o gestor do Departamento Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Animal Jader Nones e o gestor do Departamento Regional da Cidasc de Joinville Pedro Nolli. Com o objetivo de divulgar as ações da Cidasc e o Projeto Sanitarista Júnior, os profissionais Odair José Montoanelli, técnico agrícola, Luísa Richter e Simone Senger, médicas veterinárias montaram um estande com a van de fiscalização móvel da Cidasc.

As médicas veterinárias Suzana Eri Yotsuyanagi e Miriam Marquezini, do Instituto de Tecnologia da Carne de São Paulo também ministraram palestras no seminário. Eri falou sobre A Importância do S.I.E, para o consumidor, enquanto Miriam falou sobre aspectos físico-químicos e microbiológicos que impactam na qualidade das carnes comercializadas.

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Serviço de Inspeção Estadual – SIE

O Serviço de Inspeção Estadual, também conhecido pela sigla SIE, é um sistema de controle e fiscalização executado pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc que avalia a qualidade na produção de alimentos de origem animal, oferecendo aos consumidores catarinenses alimentos com qualidade e segurança.

A principal atividade desenvolvida pelo Departamento Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Animal é a fiscalização nos estabelecimentos e a inspeção de carnes, leite, ovos, mel e pescados e seus derivados.

Cerca de 400 médicos veterinários habilitados, vinculados a 14 empresas credenciadas e 37 médicos veterinários oficiais do departamento de inspeção da Cidasc atuam na fiscalização das atividades inerentes a inspeção.  Estes profissionais prestam serviço de inspeção nos 514 estabelecimentos ativos no SIE.Fonte: Geisa de Oliveira/Cidasc

Mais informações: joinville@cidasc.sc.gov.br

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