Arquivos da categoria: São Joaquim

Produtores aprendem que xarope pode amenizar falta de flores e a morte de abelhas na produção de maçã

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A escassez de flores no período de outono/inverno pode causar o enfraquecimento e a morte de enxames e com isso comprometer a produção de maçã, que é a principal atividade econômica do município de São Joaquim.

Para garantir que os enxames estejam fortes e saudáveis nessa época, 17 agricultores do município participaram de uma capacitação na qual aprenderam técnicas de alimentação artificial de colmeias para a passagem do inverno.
 

A capacitação foi ministrada pelo engenheiro-agrônomo da Epagri em São Joaquim, Filipe Souza Oliveira, que apresentou aos agricultores alternativas de suplementação artificial energética, por meio de xarope, e alimentação proteica para ser fornecida às vésperas das floradas da primavera. “É mais viável realizar o manejo de manutenção e fortalecimento dos enxames durante o outono/inverno do que repovoar as colmeias durante a primavera”, salienta o extensionista.
 

Filipe explica que a alimentação artificial das colmeias no inverno é uma das técnicas de manejo da macieira para garantir uma frutificação seja adequada, juntamente com as podas, os tratamentos fitossanitários, as adubações, o raleio, entre outras práticas.
O evento contou com a participação da secretaria da agricultura do município e foi acompanhado pelo pesquisador de entomologia e gerente da Estação Experimental de São Joaquim, Cristiano Arioli. Fonte:Epagri

 

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Protetores Ambientais de São Joaquim visitam 2º Batalhão de Polícia Militar Ambiental em Lages

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O grupo de jovens, do município de São Joaquim, em formação no curso de Protetores Ambientais tiveram um dia de grandes experiências. Eles conheceram a sede da Polícia Militar Ambiental de Lages, onde foram recepcionados pelo Comandante da subunidade, Capitão Marafon.

Alí puderam conhecer um pouco da função de cada seção, bem como toda estrutura física do quartel do 2º Polícia Militar Ambiental de Lages.

No período vespertino, os alunos acompanharam uma instrução no Canil Setorial de Lages, com os policiais Cb Damasco, Sd Simão, Sd Pisseti e Sd Piloneto, que apresentaram o trabalho realizado com cães na Serra Catarinense, sua adestração e a formação do cão para atuar com a Polícia Militar no combate ao crime.

Os alunos também visitaram a Cavalaria de Lages, onde tiveram instrução com o 3º Sgt Rudnei, que repassou todos os cuidados e atividades desenvolvidas com os cavalos na região, finalizando, assim, o dia de aprendizado dos alunos.

 

Mais informações: pmalagesp3@pm.sc.gov.br

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Vencendo barreiras no campo

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A presença feminina no meio rural tem se expandido nos últimos anos. Além de donas de casa, esposas e mães, elas também assumem a gestão das propriedades rurais. O trabalho vai desde a organização e limpeza até a operação de máquinas e implementos agrícolas.

Visando oferecer qualificação e segurança no manuseio desses equipamentos, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar/SC, órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina, promoveu, recentemente, o curso de Operação e Manutenção de Tratores e Implementos Agrícolas com nove produtoras rurais de São Joaquim, no Planalto Catarinense.

O treinamento foi ministrado pelo engenheiro agrônomo e prestador de serviço em instrutoria do Senar/SC Sérgio Israel Júnior que explanou sobre legislação de segurança com base na Norma Regulatória (NR31) e também abordou noções de legislação de trânsito. Além disso, explicou sobre a prevenção de acidentes e medidas de controle dos riscos com equipamento de proteção coletiva e individual.

Outros temas trabalhados durante o curso foram operação, inspeção, regulagem e manutenção preventiva de tratores e implementos agrícolas com segurança, sinalização de segurança e noções de primeiros socorros, além de cuidados com o meio ambiente e saúde. “A experiência de ter trabalhado só com mulheres foi inédita, se tratando de uma profissão onde os operadores de tratores, na sua maioria, são homens. Fiquei muito satisfeito pelo resultado que elas alcançaram”, observou Sérgio.

Segundo ele, é de fundamental importância a participação das mulheres nesse tipo de capacitação, uma vez que se tornam aptas a ajudar não apenas operando tratores, mas também na decisão da gestão da propriedade executando tarefas relacionadas a manutenção de equipamentos e aplicação correta dos tratores e implementos.

Para o superintendente do Senar/SC Gilmar Antônio Zanluchi, é motivo de satisfação ver o engajamento e o interesse das mulheres pela atividade rural. “O sucesso da agricultura familiar passa pelas mãos do pai, da mãe e dos filhos”.

O presidente do Sistema Faesc/Senar José Zeferino Pedrozo salientou que o Senar/SC atua fortemente em ações e programas voltados para as mulheres no meio rural. Um deles é o Mulheres em Campo que atua com o objetivo de desenvolver as habilidades femininas capacitando-as na gestão de negócios agropecuários. “Esse mesmo grupo de mulheres já demonstrou interesse em dar continuidade a qualificação formando uma turma do programa. Isso muito nos alegra e motiva à continuarmos trabalhando para, cada vez mais, oportunizar o desenvolvimento das mulheres no meio rural”. Fonte/Fonte: MB Comunicação/Fecoagro.

 

Mais informações: http://www2.senar.com.br/

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Lançamento do livro ‘A cultura da goiabeira-serrana’ foi um sucesso

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Na última quarta-feira, 3 de abril de 2019, a Epagri lançou o primeiro livro sobre ‘A cultura da goiabeira-serrana’, na Estação Experimental de São Joaquim (EESJ). Participaram do evento aproximadamente 150 pessoas, entre fruticultores, técnicos, estudantes, professores e interessados na cultura.

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O evento de lançamento iniciou às 14h com a palestra ‘Livro a cultura da goiabeira-serrana’ da pesquisadora Marlise Nara Ciotta da Epagri, seguida da professora Karine Louise dos Santos da UFSC que proferiu sobre ‘Um pouco da história da pesquisa em goiabeira-serrana e perspectivas futuras’.

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Após as duas palestras, os participantes se dirigiram ao campo, para degustar in loco os quatro cultivares desenvolvidos pela Epagri: Alcantâra, Helena, Matos e Nonante. No campo também foram respondidas várias dúvidas dos participantes relacionadas a cultura como: aquisição de mudas, manejo de pragas e doenças, nutrição, condução e questões mercadológicas.

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Por último foi servido um café, preparado pelo IFSC de Urupema e Cetrejo-Epagri com cardápio diversificado de produtos oriundos da goiabeira-serrana, tais como: mousse de goiaba, pão de goiaba com patê de coalhada, chutney de goiaba e maçã com queijo serrano, compota de goiaba, torta Romeu e Julieta com geleia de goiaba, rocambole com mousse de goiaba, doce de corte de goiaba com queijo, sonho com recheio de goiaba, geleias com torrada e pão de milho.

Durante o evento foram vendidos mais de 50 exemplares do livro, demonstrando o grande interesse da sociedade por esta obra, devido a demanda de informações detalhadas sobre a cultura da goiabeira-serrana concentrada em um único material. No evento estavam presentes quatro dos organizados do livro: Marlise Nara Ciota, Felipe Augusto Moretti Ferreira Pinto, Leonardo Araujo e Karine Louise dos Santos que extravasaram a alegria pelo reconhecimento do trabalho realizado.

Os organizadores agradeceram a todos que puderam comparecer ao evento, aos apoiadores do café (sistema Faesc/Senar, Sanjo, IFSC, Cetrejo, Antônio Vieira da Rosa, Ana de Fátima Paiano, André da Silva Rissi, Tuiza Padilha de Lima Rissi), a FAPESC, a UFSC e a todos funcionários da Epagri que se disponibilizaram em ajudar na organização do lançamento do livro.

O livro continuará a ser vendido por R$40,00 na Epagri / Estação Experimental de São Joaquim, ou ainda pode ser solicitado pelo email juliano@epagri.sc.gov.br. Portalsjonline

 

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Governador conhece trabalho da Estação Experimental da Epagri em São Joaquim

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O governador Carlos Moisés conheceu na manhã da terça-feira, 2, os trabalhos realizados pela Epagri na Estação Experimental de São Joaquim. A empresa desenvolve pesquisas para melhorar a produtividade e a renda de produtores de maçã, uva, goiaba-serrana, pera e ameixa, além de enologia. O município é conhecido, principalmente, pela qualidade da maçã Fuji que abastece o mercado brasileiro e internacional.

"É extremamente importante acompanhar esse trabalho, para conhecermos melhor o apoio que o Estado oferece aos produtores. Considerando toda a estrutura à disposição do produtor, temos mais de R$ 100 milhões de investimentos. É essa parceria que permite atingirmos o grau de excelência, e o Estado quer ser ainda mais parceiro", destacou Moisés. Ele afirmou que o Governo deve intensificar os trabalhos também para fomentar o turismo na região, com investimentos e pesquisas para agregar valor aos atrativos serranos.

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O secretário de Estado da Agricultura e Pesca, Ricardo de Gouvêa, e a diretora-presidente da Epagri, Edilene Steinwandter, acompanharam o governador na visita a São Joaquim. Moisés foi recebido pelo prefeito da cidade, Giovani Nunes, secretários municipais e técnicos. Os profissionais da Epagri apresentaram os trabalhos realizados e os resultados já alcançados. "Estamos conseguindo otimizar a produção nas pequenas áreas. Isso é resultado de todo um processo de assistência aos produtores e um grande diferencial do nosso estado", comentou a diretora-presidente da empresa.

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Qualidade internacional

Proprietário de 350 hectares dedicados ao cultivo da maçã, o fruticultor Fumio Hiragami fez questão de receber o governador para apresentar o trabalho que realiza há mais de quatro décadas. "São 45 anos acreditando no potencial desta terra. Sou o japonês com a maior produção de maçã no mundo", afirmou. Foram imigrantes japoneses como Hiragami que trouxeram a variedade Fuji para Santa Catarina. Hoje, a qualidade da fruta produzida em São Joaquim é considerada a melhor do mundo.

De acordo com o prefeito de São Joaquim, a importância do agronegócio para a Serra Catarinense é crescente. "Temos 2.300 produtores cadastrados no IBGE. A maioria deles tem pequenas propriedades de, em média, três a cinco hectares. O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que torna São Joaquim a Capital Nacional da Maçã. Essa excelência é mérito dos produtores", reconheceu o prefeito da cidade, Giovani Nunes, que apresentou os pleitos do município ao governador, quase todos relacionados à infraestrutura.

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Moisés se comprometeu a levar os temas para discussão nos grupos de trabalho montados no Governo do Estado. Para as obras viárias, o governador antecipou que está elaborando um consórcio com os municípios para agilizar os trabalhos, com investimento do Estado. Fonte:www.sc.gov.br/ Por Renan Medeiros/renan@secom.sc.gov.br/Secretaria de Estado de Comunicação – Secom/Fotos: Dóia Cercal/Secom

 

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Estação Experimental da Epagri de São Joaquim lança livro sobre a cultura da goiabeira-serrana

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Na próxima quarta-feira, 3, a Epagri lança o livro A cultura da goiabeira-serrana na Estação Experimental de São Joaquim (EESJ).

A obra é resultado do trabalho de pesquisadores da EESJ, que de forma pioneira iniciaram na década de 1980 trabalhos de melhoramento genético com a fruta. Nesse período foram desenvolvidas quatro cultivares: Alcantâra, Helena, Matos e Nonante, com características próprias e adaptadas às condições de clima e relevo da região.

Leonardo Araujo, pesquisador e um dos organizadores da obra, relata que esse primeiro livro da goiabeira-serrana vai subsidiar professores, técnicos, estudantes, fruticultores e outros interessados no assunto, com informações detalhadas da cultura, desde a implantação dos pomares, até manejo fitotécnico e fitossanitário.

Os organizadores do livro foram cinco pesquisadores da Epagri - Marlise Nara Ciota, Cristiano João Arioli, Felipe Augusto Moretti Ferreira Pinto,Leonardo Araujo e Mateus da Silveira Pasa – e a professora da UFSC Karine Louise dos Santos.

O evento de lançamento inicia às 14h com palestras técnicas, degustação de frutos a campo e café da tarde com produtos oriundos da goiaba-serrana. O livro será vendido por R$40,00 e, depois do lançamento, ele pode ser solicitado pelo e-mail juliano@epagri.sc.gov.br.

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Características da cultura

A goiabeira-serrana é nativa do Sul do Brasil e de parte do Uruguai, muito difundida na Colômbia e na Nova Zelândia, além de outros países do mundo. “A cada safra, a cultura vem apresentando boas condições de produção, além de apresentar frutos de boa qualidade com características organolépticas como sabor, aroma e açúcares inigualáveis”, explica Araujo.

Segundo a Estação Experimental de São Joaquim, atualmente cerca de 20 agricultores familiares se dedicam à produção da fruta no Planalto Serrano, em uma área aproximada de 12 hectares. A produtividade registrada é de 15 a 20 toneladas/ha. Os produtores recebem de R$4 a R$5 pelo quilo da fruta in natura, enquanto no mercado ela é vendida no valor de R$7 a R$10 o quilo.

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Rica em antioxidantes, a goiaba-serrana é considerada uma superfruta. “Ela é altamente aromática, rica em nutrientes, fonte de compostos fenólicos, vitamina C e do complexo B, além de minerais”, explica o pesquisador. Ele ressalta que a cultura tem um grande potencial de expansão de plantio, pelo fato de ser uma fruta com alto valor nutricional e com apelo mais ecológico. A produção pode tanto ser destinada para comércioin natura como em subprodutos como geleias, sucos, licores, drinks e sorvetes.

Nos últimos anos a goiaba-serrana tem sido muito procurada pelos consumidores. No Planalto Serrano, a fruta é encontrada em supermercados ou diretamente com os produtores. Apesar de ainda ser pouco conhecida no Brasil, há um vasto campo para desenvolvimento da cultura e um bom nicho no mercado brasileiro.

 

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Furtos da Goiaba Serrana prejudicam pesquisa na estação experimental de São Joaquim

O fato vem se tornando um problema para os pesquisadores e agrônomos da instituição em virtude destes pés de goiaba não se tratarem de um simples fruto, mas sim de toda uma base de pesquisa genética que busca a melhor qualidade possível para os fruticultores da nossa região.

 

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A Polícia Militar de São Joaquim vai intensificar as rondas na cidade e na Epagri para tentar localizar os responsáveis por furtar frutas dos pomares da Estação Experimental. O principal alvo, a Goiaba Serrana.

 Só neste ano já foram levados dos pomares da Epagri de São Joaquim, pelo menos, cinco toneladas da fruta, isso representa um terço da produção. São frutas que estão passando por melhoramento genético para resistir a doenças e aumentar a produção no campo, um trabalho fundamental para os produtores da Serra.

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Segundo o gerente de pesquisa, Cristiano Arioli, todo o trabalho de 30 anos está sendo prejudicado. Ele conta que essa prática está cada vez mais comum, e a suspeita é que as frutas furtadas estejam sendo comercializadas. Como as áreas da Epagri são muito grandes, fica difícil para um segurança monitorar tudo.

“São frutas que estão em experimento, em fase de pesquisa para o melhoramento da produção da goiaba, nem estão boas para comercialização. E toda a informação está sendo levada. Um prejuízo incalculável”, explica o gerente.

A goiaba Serrana está passando por uma série de pesquisas, por ser uma fruta que possui propriedades anti-inflamatórias, antidepressivas e antioxidantes, os pesquisadores estão de olho nessas qualidades. Está na lista, inclusive, do Ministério do Meio Ambiente, como um alimento do futuro. Fonte: Eduarda Demeneck/Porta nsctotal/Foto: Vani Boza / Agência RBS

 

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Colheita de maçã atrai 5.000 trabalhadores a São Joaquim

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Doces, suculentas e crocantes. Assim são as maçãs produzidas em São Joaquim (SC). Neste ano, a colheita, feita manualmente, deve atrair 5.000 trabalhadores de diversas partes do país para a cidade de 26.763 habitantes, a 156 km de Florianópolis.

Tirar as frutas das macieiras é trabalhoso. Os empregados usam escadas para alcançar o topo das macieiras, que podem chegar a quatro metros de altura.

A safra da serra catarinense deve variar de 350 mil a 400 mil toneladas, o que equivale a um terço da produção brasileira, segundo Rogerio Pereira, presidente da Associação de Maçã e Pera de Santa Catarina (Amap).

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A colheita ocorre de fevereiro a maio, mas as maçãs duram muito mais. É provável que as frutas colhidas agora sejam as consumidas na ceia do Réveillon de 2020. Isso porque elas são armazenadas em câmaras refrigeradas com uso de tecnologia específica.

“Praticamente retiramos o oxigênio e deixamos a maçã lá. Ela está viva, tem umidade, mas respira o mínimo possível”, diz Marcelo Cruz de Liz, gerente da Estação Experimental da Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural).

Segundo Liz, o que torna a maçã da região tão saborosa são as horas de exposição ao frio, clima exclusivo de áreas com altitude como a de São Joaquim, acima de 1.100 m, onde não é raro nevar no inverno.

Produzida em vários países, a maçã é originária das áreas gélidas do Cazaquistão e da China, de acordo com ele. Por isso, no Brasil, ela se adapta melhor à serra de Santa Catarina, mais fria.

A excelência da maçã é alcançada com 700 a 900 horas com temperatura abaixo de 7,2ºC, que “quebram a dormência” da gema da fruta e resultam em uma florada adequada. Uma safra é influenciada não pelo inverno passado, mas pelo retrasado. Por isso, a expectativa para a próxima safra é melhor do que a atual.

São Joaquim e as sete pequenas cidades de sua região têm 2.400 fruticultores que cultivam 12 mil hectares de pomares das variedades gala e fuji –elas respondem por 40% e 60% do total, respectivamente. É importante plantar as duas variedades porque elas têm polinização cruzada.

Como o pólen não chega sozinho às flores, cada hectare tem de quatro a seis colmeias –cada uma pode ter 60 mil abelhas. Normalmente, fruticultores alugam colmeias para que os pomares sejam ainda mais produtivos.

Para evitar perdas financeiras por problemas climáticos, como granizo, a Epagri auxilia os produtores com tecnologias como acesso a telas, que protegem os pomares.

“Em uma safra passada, caiu granizo dez dias antes de colher. Sem as telas, a perda teria sido acima de 80% do pomar”, diz Carlos Alberto Demeciano, 39, que há 18 anos trabalha com maçãs.

Outra tecnologia disponibilizada pela Epagri é o Agroconnect. Um sistema online gratuito pelo qual os produtores são avisados em tempo real sobre doenças da macieira.

“O sistema nos auxilia a tomar decisões para controle fitossanitário e diminui nossos custos de produção”, afirma. Fonte: Folha de São Paulo/Foto: Wagner Urbano

 

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Didio Silva um exemplo no Turismo Rural na Agricultura Familiar na Serra Catarinense

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Tudo começou quando a família do Senhor Luiz Carlos da Silva tinham como principal atividade um pomar de maças desde 1986 porém,com a instabilidade comercial e intempéries climáticas, acabaram passando por muitas dificuldades financeiras foi quando em 2008 desistiram da atividade, venderam parte da propriedade para saldarem dividas e saíram da propriedade em busca de trabalho. Surgiu uma oportunidade de trabalhar em uma pousada rural.

E foi ai nesta experiencia que perceberam a oportunidade no turismo de retornar a sua propriedade e começar seu próprio negocio. O sonho se tornou real em 2013 onde em 2013 através de uma reunião na Epagri o qual apresentaram o programa SC Rural, uma politica publica de incentivo a agricultura familiar. Após 2 anos de reuniões e trabalhosa fundaram  a Associação Bonjardinense de Turismo Rural, possibilitando-os a acessar os recursos para consolidar o seu tão sonhado espaço para hospedagem, enfim o sonho deles se tornou real.

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Os turistas chegam em sua propriedade se organizam tomam um café enquanto seu Didio prepara os cavalos, as famílias principalmente se sentem super bem acolhidas pela energia do casal, a  maioria busca ,paz e tranquilidade e poder passar por esta experiencia incrível que é o contato com a natureza através da trilha com cavalgada de 14 km ida e volta até os cânions, passando por muitos lugares de natureza única preservada e obstáculos bons digamos, perguntei a uma turista que vive na correria do dia a dia na grande  São Paulo, como ela estava se sentindo ali já que nunca havia andou a cavalo e como estava sendo esta experiencia ela respondeu que estava muito realizada e se sentindo em outro mundo aquele que se sente a leveza na alma, alivio na mente e esperança no coração sem os agito onde mora, que ali sentiu-se completamente com a alma livre e leve em plena felicidade e principalmente os cavalos são tão doceis que se sentiu segura para realizar o passeio relata a turista.

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Lugar de belezas únicas, contemplar a exuberância intacta da natureza e com toda segurança do mais experiente Senhor, Didio Silva e sua família que proporcionam momentos inesquecíveis aos turistas .

Passeio maravilhoso em meio as serras e araucárias. A atenção e simpatia do guia Didio deixaram o passeio ainda mais encantador! Sem contar o almoço delicioso preparado pela Dona Dalva, ao chegarmos de volta após a cavalgada, este dia foi inesquecível e realmente a serra Catarinense é rica em belezas naturais e principalmente de pessoas que sabem ser hospitaleiras, espero que outras pessoas o vejam como inspiração para pensar em um projeto uma fonte de renda assim com base no potencial da agricultura familiar para o turismo, seja em Bom Jardim ou São  Joaquim que muitos turistas com certeza sonham em viver a experiencia de estar em contato direto com eles até nos pomares de maça, pois os turistas que veem de fora buscam viver experiencias que sintam realmente uma essência pura para seus filhos sentir,viver com isto vamos estar valorizando as pessoas como um todo as pessoas que vivem através do meio rural e os turistas que almejam encontrar pessoas como seu  Didio dona Dalva que superaram suas dificuldades enxergando o potencial que tinham.

https://saojoaquimonline.com.br/della-rosa/2019/02/15/didio-silva-um-exemplo-no-turismo-rural-na-agricultura-familiar-na-serra-catarinense/

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Vindima de Altitude de Santa Catarina 2019 em São Joaquim

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A sexta edição da Vindima de Altitude de Santa Catarina, evento já tradicional das vinícolas de Santa Catarina, vai acontecer no município de São Joaquim, de 1º a 31 de março e envolve 14 vinícolas localizadas nos municípios de São Joaquim, Campo Belo do Sul, Urubici e Bom Retiro.

Uma das novidades de 2019 é que a festa será realizada na Praça Cezário Amarante, no centro de São Joaquim, em espaço aberto onde haverá degustação de vinhos no primeiro final de semana de março. Nos finais de semana seguintes, os interessados poderão agendar visitas e acompanhar a colheita da uva nas próprias vinícolas. A abertura, na noite de 1º de março (sexta-feira), terá atrações culturais gratuitas e será aberta ao público.

Cada vinícola terá uma programação própria que inclui visitações, almoços e jantares harmonizados, sunsets e passeios. A agenda prevê outros shows, cursos, workshops e oficinas sobre a variedade de uvas cultivadas pelos produtores de vinhos de altitude, análise sensorial de vinhos e características olfativas, visuais e gustativas de vinhos brancos e rosés de altitude.

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A 6ª Vindima tem a presença confirmada das vinícolas Abreu Garcia, D’Alture, Hiragami, Suzin, Quinta da Neve, Leone di Venezia, Serra do Sol, Thera, Vivalti, Villa Francioni, Villaggio Bassetti, Villaggio Conti, Vinhedos do Monte Agudo e Pericó. A organização é da Associação, que tem 35 filiados em 10 municípios do Estado – alguns deles ainda à espera da maturação dos vinhedos ou em fase de testes dos vinhos produzidos. Duas vinícolas que integram a Associação e que já produzem vinhos não participarão da edição deste ano da Vindima: a Villaggio Grando, no Planalto Catarinense, e a Santa Augusta, no Centro do Estado.

 A Vindima 2019 é realizada via Lei de Incentivo à Cultura, conta com patrocínio da Engie, Supermercado Zabot, Oxford e Lamar, e apoio do IFSC, Prefeitura Municipal de São Joaquim, Governo do Estado de Santa Catarina, BRDE, Sebrae, Souza Cruz, Terroir Villaggio, SESC, Aproserra e Bocatti. É uma realização da Associação Vinhos de Altitude Produtores e Associados e da Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania do Governo Federal.

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1 MILHÃO DE TONELADAS

O presidente da Associação, José Eduardo Pioli Bassetti, proprietário da Villaggio Bassetti, prevê uma ótima colheita de uvas – que vai até maio -, estimando safra de 1 milhão de toneladas nas regiões produtoras dos vinhos de altitude.

Este ano marca o 20º aniversário dos primeiros plantios de parreiras nos campos de altitude da Santa Catarina. Cinco anos depois vieram os primeiros testes e, em 2005, os vinhos pioneiros, que evoluíram a ponto de o produto estar hoje nas gôndolas, restaurantes e casas especializadas de todo o Brasil. “Em 15 anos, nossos vinhos se tornaram referência em qualidade e ganharam prêmios nacionais e internacionais”, destaca Eduardo Bassetti, acrescentando que ele e sua Diretoria da Associação Vinhos e Vinícolas de Altitude de Santa Catarina, estão empenhados “na busca da nossa Indicação Geográfica, com o nome de registro ‘Vinhos de Altitude de Santa Catarina’”.

De acordo com o presidente da comissão de organização da Vindima, Acari Amorim, no primeiro fim de semana de março, de sexta-feira a domingo, as vinícolas farão uma exposição de seus produtos na Praça Cezário Amarante, onde os visitantes poderão degustar os vinhos. Ele cita, dentre os motivos da boa safra, o bom clima, com chuvas regulares e sem geadas tardias. Proprietário da Vinícola Quinta da Neve, Amorim informa que no período escolhido para a Vindima muitas pessoas sobem a Serra ou vêm de outros estados, visitando a região na fase festiva da colheita da uva.

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Programação Oficial

Dia 01 de março (sexta-feira)

Apresentação com Show de abertura às 19h., na praça Cezário Amarante, no estandes das vinícolas: 18h às 22h

Dia 2 de março (sábado)

Estande das vinícolas: 18h às 22h

Apresentação cultural: trio de cordas (15h); Douglas Porto & Sara Matos – voz e violão (16h15); dança tradicionalista (17h30); dança balé (18h); Seiferts (18h30); The Zorden (20h);

Dia 3 de março (domingo)

– Estande das vinícolas: 15h às 19h; apresentação cultural: Diana e Martinez (15h); Gymnopeduo (16h); CTG Invernada Artística (17h); Trio Malbec (17h30);

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Programação nas vinícolas

Vinícola Abreu Garcia (Campo Belo do Sul); contato: (48) 3322-3995 ou (49) 3241-7600 – eventos

Vinícola D’alture (São Joaquim); degustação de sexta a domingo das 8h às 17h; degustação no dia 16 com apresentação cultural: duo de cordas; sunset nos sábados, a partir das 18h. estande de degustação na praça nos dias 01, 02 e 03. Contato: (49) 3015-9311

Vinícola Hiragami (São Joaquim); estande de degustação na praça nos dias 01, 02 e 03 – contato: (49) 3233-6900

Vinícola Suzin (São Joaquim); degustação no vinhedo no dia 23 com apresentação cultural: Douglas Porto & Sara Matos – voz e violão; estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03. Contato: (49) 3233-1038

Vinícola Quinta da Neve (São Joaquim); estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03 – contatos (49) 3233-1123 e (48) 99989-4114

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Vinícola Leone di Venezia (São Joaquim); programação estendida de 01/03 a 28/04; visitação seguida de degustação de terça a sábado as: 10h e 16h e domingo às 10h; degustação premium: sábado e domingo 10h30; almoço harmonizado nos sábados e domingos; jantar harmonizado nas sextas e sábados, a partir das 20h; jantar harmonizado no dia 22 com apresentação cultural: solo de violino por Bruno Jacomel. Piquenique de quinta a sábado; para curtir e conhecer: terça a sábado das: 09h30 às 18h e domingo das 09h30 às 15h; estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03. Contato: (49) 99967-3668 (49) 99973-1135 *whatsapp

Vinícola Serra do Sol (Urubici); degustação no dia 16, no showroom com apresentação cultural: Marlus Pereira & Guilherme Garcia; estande de degustação na praça nos dias 01, 02 e 03; Contato: (49) 3278-4107– (41) 99848-0545 –Ana Roberta Zilli

Vinícola Thera (Bom Retiro); visitação seguida de degustação aos vinhedos: sextas às 17h, sábados às 11h e 17h, domingos às 11h; almoço e jantar no wine bar: sextas das 19h às 22h, sábados das 11h30 às 22h30 e domingos das 11h30 às 15h; almoço no dia 22 com apresentação cultural: solo de violino por Bruno Jacomel; Hospedagem: disponível durante todos os dias do mês de março, degustações com visitação aos vinhedos podem ser marcadas sob demanda, para hóspedes; estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03. Contato: reserva pousada: Denis – whatsapp: 48 99679 4545 – pousada@vinicolathera.com.br. wine bar e demais programações: caio – whatsapp: (48) 99981 0180 – reservas@vinicolathera.com.br

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Vinícola Vivalti (São Joaquim); estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03; Contato: (47) 3372-6010 – Vicente.Donini e Eliane.Gesser

Vinícola Villa Francioni (São Joaquim); visitação na vinícola durante todos os dias, com três diferentes modalidades de tours; degustação ao pôr do sol no dia 02 com apresentação cultural: Gym Nopeduo. Faça seu próprio vinho, no dia 09; visitação/degustação com o enólogo da casa, dias 02, 16, 23 e 30; festival de vinhos e queijos no dia 2; estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03; contato: (49) 3233-8200 – eventos

Vinícola Villaggio Bassetti (são joaquim); visitação seguida de degustação de terça a sábado nos horário: 10h, 14h, 15h30; Tramonto todos os sábados de março das 17h30 às 20h30 nos dias 02, 09, 16, 23 e 30; Cestas de piquenique de terça a sábado em horários a serem previamente agendados pelos interessados; estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03; contato: (49) 99182-8862 – administrativo

Vinícola Villaggio Conti (São Joaquim); estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03 – contato: (21) 97175-0022

Vinícola Vinhedos do Monte Agudo (São Joaquim); almoço harmonizado de terça a domingo às 12h; piquenique de terça a domingo, das 11h às 18h; sunsets de quinta a sábado às 17h30; jantares harmonizados sextas e sábados às 20h; jantar harmonizado no dia 8, com apresentação cultural: Gym Nopeduo; todos os eventos exigem reserva antecipada, favor verificar disponibilidade; estande de degustação na praça nos dias: 01,02 e 03; contato: (49) 3015-9177

Vinícola Pericó (São Joaquim); degustação seguida de visitação no dia 02 e 09; degustação no dia 09, com apresentação cultural: Gym Nopeduo; estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03; contato: (49) 3233-1100

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Atividades Paralelas

Exposição Cultural: Sesc de São Joaquim; horário: segunda a sexta, das 8h às 22h e sábados 9h às 15h, durante o mês de março.

Cursos, workshop e oficinas de vinhos; local: cantina escola – Ebb Manuel Cruz, rua Luís de Carvalho, n° 56, São Joaquim – horário: será o mesmo para todos os cursos: às 15h30; 02/03 – curso de análise sensorial: degustando vinhos brancos e roses de altitude (ministrante Profa. dra. Carolina Pretto Panceri); 09/03 – curso de análise sensorial: degustando vinhos tintos de altitude (ministrante Profa. ma. Betina P. de Bem); 16/03 – curso de análise sensorial: degustando vinhos espumantes de altitude (ministrante Profa. ma. Mariana de Vasconcellos Dullius)

Os cursos são gratuitos, com certificado e as vagas são limitadas a 25 pessoas, exclusivas para maiores de 18 anos; inscrições devem ser feitas acessando o Link: https://goo.gl/forms/wbujkv0najmog3xm2. A programação está sujeita a alterações; as atrações culturais são gratuitas; os eventos nas vinícolas exigem reservas antecipadas, que devem ser feitas nas próprias vinícolas. Fonte: Notiserra/São Joaquim Online/ Imagens: São Joaquim Online e divulgação Vindima 2019

 

Mais informações:www.saojoaquim.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309 
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Agora é Oficial – São Joaquim se torna a Capital Nacional da Maçã

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O Presidente Jair Messias Bolsonaro, sancionou no dia 03 de janeiro, a lei LEI Nº 13.790, que torna São Joaquim a Capital Nacional da Maçã.

O Projeto de Lei foi relatado pelo senador Dário Berger, que elege o município de São Joaquim, em Santa Catarina, como a Capital Nacional da Maçã. A cidade catarinense é referência nacional no cultivo da fruta e atualmente o maior produtor de maçãs do Brasil, responsável por cerca de 20% da produção no país.

São Joaquim é um município brasileiro do estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma altitude de 1.360 metros. Sua população estimada é de 26.045 habitantes. Situada no Planalto Serrano, está localizada a 227 km de Florianópolis. A cidade conta com uma grande diversidade étnica, composta principalmente por descendentes de portugueses, alemães, italianos e japoneses. Fonte: https://notiserrasc.com.br

 

Mais informações: www.saojoaquim.sc.gov.br

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