Arquivos da categoria: São Joaquim

Colheita de maçã atrai 5.000 trabalhadores a São Joaquim

sjoaquimmaça1

Doces, suculentas e crocantes. Assim são as maçãs produzidas em São Joaquim (SC). Neste ano, a colheita, feita manualmente, deve atrair 5.000 trabalhadores de diversas partes do país para a cidade de 26.763 habitantes, a 156 km de Florianópolis.

Tirar as frutas das macieiras é trabalhoso. Os empregados usam escadas para alcançar o topo das macieiras, que podem chegar a quatro metros de altura.

A safra da serra catarinense deve variar de 350 mil a 400 mil toneladas, o que equivale a um terço da produção brasileira, segundo Rogerio Pereira, presidente da Associação de Maçã e Pera de Santa Catarina (Amap).

sjoaquimmaça2

A colheita ocorre de fevereiro a maio, mas as maçãs duram muito mais. É provável que as frutas colhidas agora sejam as consumidas na ceia do Réveillon de 2020. Isso porque elas são armazenadas em câmaras refrigeradas com uso de tecnologia específica.

“Praticamente retiramos o oxigênio e deixamos a maçã lá. Ela está viva, tem umidade, mas respira o mínimo possível”, diz Marcelo Cruz de Liz, gerente da Estação Experimental da Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural).

Segundo Liz, o que torna a maçã da região tão saborosa são as horas de exposição ao frio, clima exclusivo de áreas com altitude como a de São Joaquim, acima de 1.100 m, onde não é raro nevar no inverno.

Produzida em vários países, a maçã é originária das áreas gélidas do Cazaquistão e da China, de acordo com ele. Por isso, no Brasil, ela se adapta melhor à serra de Santa Catarina, mais fria.

A excelência da maçã é alcançada com 700 a 900 horas com temperatura abaixo de 7,2ºC, que “quebram a dormência” da gema da fruta e resultam em uma florada adequada. Uma safra é influenciada não pelo inverno passado, mas pelo retrasado. Por isso, a expectativa para a próxima safra é melhor do que a atual.

São Joaquim e as sete pequenas cidades de sua região têm 2.400 fruticultores que cultivam 12 mil hectares de pomares das variedades gala e fuji –elas respondem por 40% e 60% do total, respectivamente. É importante plantar as duas variedades porque elas têm polinização cruzada.

Como o pólen não chega sozinho às flores, cada hectare tem de quatro a seis colmeias –cada uma pode ter 60 mil abelhas. Normalmente, fruticultores alugam colmeias para que os pomares sejam ainda mais produtivos.

Para evitar perdas financeiras por problemas climáticos, como granizo, a Epagri auxilia os produtores com tecnologias como acesso a telas, que protegem os pomares.

“Em uma safra passada, caiu granizo dez dias antes de colher. Sem as telas, a perda teria sido acima de 80% do pomar”, diz Carlos Alberto Demeciano, 39, que há 18 anos trabalha com maçãs.

Outra tecnologia disponibilizada pela Epagri é o Agroconnect. Um sistema online gratuito pelo qual os produtores são avisados em tempo real sobre doenças da macieira.

“O sistema nos auxilia a tomar decisões para controle fitossanitário e diminui nossos custos de produção”, afirma. Fonte: Folha de São Paulo/Foto: Wagner Urbano

 

Mais informações: eesj@epagri.sc.gov.br 

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Didio Silva um exemplo no Turismo Rural na Agricultura Familiar na Serra Catarinense

sjoaquimtr1  

Tudo começou quando a família do Senhor Luiz Carlos da Silva tinham como principal atividade um pomar de maças desde 1986 porém,com a instabilidade comercial e intempéries climáticas, acabaram passando por muitas dificuldades financeiras foi quando em 2008 desistiram da atividade, venderam parte da propriedade para saldarem dividas e saíram da propriedade em busca de trabalho. Surgiu uma oportunidade de trabalhar em uma pousada rural.

E foi ai nesta experiencia que perceberam a oportunidade no turismo de retornar a sua propriedade e começar seu próprio negocio. O sonho se tornou real em 2013 onde em 2013 através de uma reunião na Epagri o qual apresentaram o programa SC Rural, uma politica publica de incentivo a agricultura familiar. Após 2 anos de reuniões e trabalhosa fundaram  a Associação Bonjardinense de Turismo Rural, possibilitando-os a acessar os recursos para consolidar o seu tão sonhado espaço para hospedagem, enfim o sonho deles se tornou real.

sjoaquimtr2

Os turistas chegam em sua propriedade se organizam tomam um café enquanto seu Didio prepara os cavalos, as famílias principalmente se sentem super bem acolhidas pela energia do casal, a  maioria busca ,paz e tranquilidade e poder passar por esta experiencia incrível que é o contato com a natureza através da trilha com cavalgada de 14 km ida e volta até os cânions, passando por muitos lugares de natureza única preservada e obstáculos bons digamos, perguntei a uma turista que vive na correria do dia a dia na grande  São Paulo, como ela estava se sentindo ali já que nunca havia andou a cavalo e como estava sendo esta experiencia ela respondeu que estava muito realizada e se sentindo em outro mundo aquele que se sente a leveza na alma, alivio na mente e esperança no coração sem os agito onde mora, que ali sentiu-se completamente com a alma livre e leve em plena felicidade e principalmente os cavalos são tão doceis que se sentiu segura para realizar o passeio relata a turista.

sjoaquimtr3

Lugar de belezas únicas, contemplar a exuberância intacta da natureza e com toda segurança do mais experiente Senhor, Didio Silva e sua família que proporcionam momentos inesquecíveis aos turistas .

Passeio maravilhoso em meio as serras e araucárias. A atenção e simpatia do guia Didio deixaram o passeio ainda mais encantador! Sem contar o almoço delicioso preparado pela Dona Dalva, ao chegarmos de volta após a cavalgada, este dia foi inesquecível e realmente a serra Catarinense é rica em belezas naturais e principalmente de pessoas que sabem ser hospitaleiras, espero que outras pessoas o vejam como inspiração para pensar em um projeto uma fonte de renda assim com base no potencial da agricultura familiar para o turismo, seja em Bom Jardim ou São  Joaquim que muitos turistas com certeza sonham em viver a experiencia de estar em contato direto com eles até nos pomares de maça, pois os turistas que veem de fora buscam viver experiencias que sintam realmente uma essência pura para seus filhos sentir,viver com isto vamos estar valorizando as pessoas como um todo as pessoas que vivem através do meio rural e os turistas que almejam encontrar pessoas como seu  Didio dona Dalva que superaram suas dificuldades enxergando o potencial que tinham.

https://saojoaquimonline.com.br/della-rosa/2019/02/15/didio-silva-um-exemplo-no-turismo-rural-na-agricultura-familiar-na-serra-catarinense/

Mais informações: emsaojoaquim@epagri.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Vindima de Altitude de Santa Catarina 2019 em São Joaquim

vindima1

A sexta edição da Vindima de Altitude de Santa Catarina, evento já tradicional das vinícolas de Santa Catarina, vai acontecer no município de São Joaquim, de 1º a 31 de março e envolve 14 vinícolas localizadas nos municípios de São Joaquim, Campo Belo do Sul, Urubici e Bom Retiro.

Uma das novidades de 2019 é que a festa será realizada na Praça Cezário Amarante, no centro de São Joaquim, em espaço aberto onde haverá degustação de vinhos no primeiro final de semana de março. Nos finais de semana seguintes, os interessados poderão agendar visitas e acompanhar a colheita da uva nas próprias vinícolas. A abertura, na noite de 1º de março (sexta-feira), terá atrações culturais gratuitas e será aberta ao público.

Cada vinícola terá uma programação própria que inclui visitações, almoços e jantares harmonizados, sunsets e passeios. A agenda prevê outros shows, cursos, workshops e oficinas sobre a variedade de uvas cultivadas pelos produtores de vinhos de altitude, análise sensorial de vinhos e características olfativas, visuais e gustativas de vinhos brancos e rosés de altitude.

vinvima2

A 6ª Vindima tem a presença confirmada das vinícolas Abreu Garcia, D’Alture, Hiragami, Suzin, Quinta da Neve, Leone di Venezia, Serra do Sol, Thera, Vivalti, Villa Francioni, Villaggio Bassetti, Villaggio Conti, Vinhedos do Monte Agudo e Pericó. A organização é da Associação, que tem 35 filiados em 10 municípios do Estado – alguns deles ainda à espera da maturação dos vinhedos ou em fase de testes dos vinhos produzidos. Duas vinícolas que integram a Associação e que já produzem vinhos não participarão da edição deste ano da Vindima: a Villaggio Grando, no Planalto Catarinense, e a Santa Augusta, no Centro do Estado.

 A Vindima 2019 é realizada via Lei de Incentivo à Cultura, conta com patrocínio da Engie, Supermercado Zabot, Oxford e Lamar, e apoio do IFSC, Prefeitura Municipal de São Joaquim, Governo do Estado de Santa Catarina, BRDE, Sebrae, Souza Cruz, Terroir Villaggio, SESC, Aproserra e Bocatti. É uma realização da Associação Vinhos de Altitude Produtores e Associados e da Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania do Governo Federal.

vindima6

1 MILHÃO DE TONELADAS

O presidente da Associação, José Eduardo Pioli Bassetti, proprietário da Villaggio Bassetti, prevê uma ótima colheita de uvas – que vai até maio -, estimando safra de 1 milhão de toneladas nas regiões produtoras dos vinhos de altitude.

Este ano marca o 20º aniversário dos primeiros plantios de parreiras nos campos de altitude da Santa Catarina. Cinco anos depois vieram os primeiros testes e, em 2005, os vinhos pioneiros, que evoluíram a ponto de o produto estar hoje nas gôndolas, restaurantes e casas especializadas de todo o Brasil. “Em 15 anos, nossos vinhos se tornaram referência em qualidade e ganharam prêmios nacionais e internacionais”, destaca Eduardo Bassetti, acrescentando que ele e sua Diretoria da Associação Vinhos e Vinícolas de Altitude de Santa Catarina, estão empenhados “na busca da nossa Indicação Geográfica, com o nome de registro ‘Vinhos de Altitude de Santa Catarina’”.

De acordo com o presidente da comissão de organização da Vindima, Acari Amorim, no primeiro fim de semana de março, de sexta-feira a domingo, as vinícolas farão uma exposição de seus produtos na Praça Cezário Amarante, onde os visitantes poderão degustar os vinhos. Ele cita, dentre os motivos da boa safra, o bom clima, com chuvas regulares e sem geadas tardias. Proprietário da Vinícola Quinta da Neve, Amorim informa que no período escolhido para a Vindima muitas pessoas sobem a Serra ou vêm de outros estados, visitando a região na fase festiva da colheita da uva.

vindima7

Programação Oficial

Dia 01 de março (sexta-feira)

Apresentação com Show de abertura às 19h., na praça Cezário Amarante, no estandes das vinícolas: 18h às 22h

Dia 2 de março (sábado)

Estande das vinícolas: 18h às 22h

Apresentação cultural: trio de cordas (15h); Douglas Porto & Sara Matos – voz e violão (16h15); dança tradicionalista (17h30); dança balé (18h); Seiferts (18h30); The Zorden (20h);

Dia 3 de março (domingo)

– Estande das vinícolas: 15h às 19h; apresentação cultural: Diana e Martinez (15h); Gymnopeduo (16h); CTG Invernada Artística (17h); Trio Malbec (17h30);

vinvima3

Programação nas vinícolas

Vinícola Abreu Garcia (Campo Belo do Sul); contato: (48) 3322-3995 ou (49) 3241-7600 – eventos

Vinícola D’alture (São Joaquim); degustação de sexta a domingo das 8h às 17h; degustação no dia 16 com apresentação cultural: duo de cordas; sunset nos sábados, a partir das 18h. estande de degustação na praça nos dias 01, 02 e 03. Contato: (49) 3015-9311

Vinícola Hiragami (São Joaquim); estande de degustação na praça nos dias 01, 02 e 03 – contato: (49) 3233-6900

Vinícola Suzin (São Joaquim); degustação no vinhedo no dia 23 com apresentação cultural: Douglas Porto & Sara Matos – voz e violão; estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03. Contato: (49) 3233-1038

Vinícola Quinta da Neve (São Joaquim); estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03 – contatos (49) 3233-1123 e (48) 99989-4114

vindima9

Vinícola Leone di Venezia (São Joaquim); programação estendida de 01/03 a 28/04; visitação seguida de degustação de terça a sábado as: 10h e 16h e domingo às 10h; degustação premium: sábado e domingo 10h30; almoço harmonizado nos sábados e domingos; jantar harmonizado nas sextas e sábados, a partir das 20h; jantar harmonizado no dia 22 com apresentação cultural: solo de violino por Bruno Jacomel. Piquenique de quinta a sábado; para curtir e conhecer: terça a sábado das: 09h30 às 18h e domingo das 09h30 às 15h; estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03. Contato: (49) 99967-3668 (49) 99973-1135 *whatsapp

Vinícola Serra do Sol (Urubici); degustação no dia 16, no showroom com apresentação cultural: Marlus Pereira & Guilherme Garcia; estande de degustação na praça nos dias 01, 02 e 03; Contato: (49) 3278-4107– (41) 99848-0545 –Ana Roberta Zilli

Vinícola Thera (Bom Retiro); visitação seguida de degustação aos vinhedos: sextas às 17h, sábados às 11h e 17h, domingos às 11h; almoço e jantar no wine bar: sextas das 19h às 22h, sábados das 11h30 às 22h30 e domingos das 11h30 às 15h; almoço no dia 22 com apresentação cultural: solo de violino por Bruno Jacomel; Hospedagem: disponível durante todos os dias do mês de março, degustações com visitação aos vinhedos podem ser marcadas sob demanda, para hóspedes; estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03. Contato: reserva pousada: Denis – whatsapp: 48 99679 4545 – pousada@vinicolathera.com.br. wine bar e demais programações: caio – whatsapp: (48) 99981 0180 – reservas@vinicolathera.com.br

vindima8

Vinícola Vivalti (São Joaquim); estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03; Contato: (47) 3372-6010 – Vicente.Donini e Eliane.Gesser

Vinícola Villa Francioni (São Joaquim); visitação na vinícola durante todos os dias, com três diferentes modalidades de tours; degustação ao pôr do sol no dia 02 com apresentação cultural: Gym Nopeduo. Faça seu próprio vinho, no dia 09; visitação/degustação com o enólogo da casa, dias 02, 16, 23 e 30; festival de vinhos e queijos no dia 2; estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03; contato: (49) 3233-8200 – eventos

Vinícola Villaggio Bassetti (são joaquim); visitação seguida de degustação de terça a sábado nos horário: 10h, 14h, 15h30; Tramonto todos os sábados de março das 17h30 às 20h30 nos dias 02, 09, 16, 23 e 30; Cestas de piquenique de terça a sábado em horários a serem previamente agendados pelos interessados; estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03; contato: (49) 99182-8862 – administrativo

Vinícola Villaggio Conti (São Joaquim); estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03 – contato: (21) 97175-0022

Vinícola Vinhedos do Monte Agudo (São Joaquim); almoço harmonizado de terça a domingo às 12h; piquenique de terça a domingo, das 11h às 18h; sunsets de quinta a sábado às 17h30; jantares harmonizados sextas e sábados às 20h; jantar harmonizado no dia 8, com apresentação cultural: Gym Nopeduo; todos os eventos exigem reserva antecipada, favor verificar disponibilidade; estande de degustação na praça nos dias: 01,02 e 03; contato: (49) 3015-9177

Vinícola Pericó (São Joaquim); degustação seguida de visitação no dia 02 e 09; degustação no dia 09, com apresentação cultural: Gym Nopeduo; estande de degustação na praça nos dias: 01 02 e 03; contato: (49) 3233-1100

  vindima10

Atividades Paralelas

Exposição Cultural: Sesc de São Joaquim; horário: segunda a sexta, das 8h às 22h e sábados 9h às 15h, durante o mês de março.

Cursos, workshop e oficinas de vinhos; local: cantina escola – Ebb Manuel Cruz, rua Luís de Carvalho, n° 56, São Joaquim – horário: será o mesmo para todos os cursos: às 15h30; 02/03 – curso de análise sensorial: degustando vinhos brancos e roses de altitude (ministrante Profa. dra. Carolina Pretto Panceri); 09/03 – curso de análise sensorial: degustando vinhos tintos de altitude (ministrante Profa. ma. Betina P. de Bem); 16/03 – curso de análise sensorial: degustando vinhos espumantes de altitude (ministrante Profa. ma. Mariana de Vasconcellos Dullius)

Os cursos são gratuitos, com certificado e as vagas são limitadas a 25 pessoas, exclusivas para maiores de 18 anos; inscrições devem ser feitas acessando o Link: https://goo.gl/forms/wbujkv0najmog3xm2. A programação está sujeita a alterações; as atrações culturais são gratuitas; os eventos nas vinícolas exigem reservas antecipadas, que devem ser feitas nas próprias vinícolas. Fonte: Notiserra/São Joaquim Online/ Imagens: São Joaquim Online e divulgação Vindima 2019

 

Mais informações:www.saojoaquim.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309 
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Agora é Oficial – São Joaquim se torna a Capital Nacional da Maçã

saojoaquimmaça

O Presidente Jair Messias Bolsonaro, sancionou no dia 03 de janeiro, a lei LEI Nº 13.790, que torna São Joaquim a Capital Nacional da Maçã.

O Projeto de Lei foi relatado pelo senador Dário Berger, que elege o município de São Joaquim, em Santa Catarina, como a Capital Nacional da Maçã. A cidade catarinense é referência nacional no cultivo da fruta e atualmente o maior produtor de maçãs do Brasil, responsável por cerca de 20% da produção no país.

São Joaquim é um município brasileiro do estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma altitude de 1.360 metros. Sua população estimada é de 26.045 habitantes. Situada no Planalto Serrano, está localizada a 227 km de Florianópolis. A cidade conta com uma grande diversidade étnica, composta principalmente por descendentes de portugueses, alemães, italianos e japoneses. Fonte: https://notiserrasc.com.br

 

Mais informações: www.saojoaquim.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Propriedade rural de São Joaquim recebe certificação estabelecimento de livre de brucelose e tuberculose – meta do SC Rural

sjoaquimcidasc

O Departamento Regional da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc de São Joaquim realizou a entrega do certificado de Propriedade Livre de Brucelose e Tuberculose para os produtores Manoel Roseni Pereira e Renan Virgo Lina Pereira, da localidade de São João de Pelotas, município de São Joaquim.

Na ocasião, participaram o Gestor Regional do Departamento Regional da Cidasc de São Joaquim e Cristiane Aparecida Lopes Couto da Epagri, uma das responsáveis através do Programa SC Rural dos Projetos Queijarias do Queijo Serrano e comemoraram junto aos produtores a entrega do certificado, o qual garante um controle mais rigoroso para brucelose e tuberculose nas propriedades.

O documento certifica a propriedade por ter cumprido o que estabelece o Artigo 57 do regulamento Técnico do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal. De acordo com o Mapa, a proposta do Programa foi elaborada com a participação de especialistas e pesquisadores em epidemiologia, em medicina veterinária preventiva, e em Serviços de Inspeção e Defesa Sanitária Animal.

A Cidasc está empenhada em eliminar a brucelose e tuberculose dos rebanhos do Estado de Santa Catarina e reduzir as perdas de produtividade no campo. Atualmente, o Estado possui apenas 0,912% do seu rebanho bovino afetado por brucelose e 0,5% afetado por tuberculose (sendo a menor prevalência do país).  Os bovinos com brucelose ou tuberculose são encaminhados para abate sanitário e o produtor que cumpre a legislação é indenizado pelo Fundo Estadual de Sanidade Animal- Fundesa.

Quando houver suspeita das doenças, deve-se procurar um médico veterinário habilitado pelo Mapa para realizar exames nos animais. Os escritórios da Cidasc possuem a lista dos nomes e contatos dos médicos veterinários habilitados.

O que é brucelose?

É uma doença causada por bactérias que pode causar aborto e queda de produção de leite. Ataca machos e fêmeas.

O que é tuberculose?

É uma doença que atinge, principalmente, os bovinos e bubalinos e pode causar emagrecimento, tosse e queda de produção de leite. É comum a condenação de carcaça em abatedoyuros por achados de lesões sugestivas de tuberculose. A doença pode atingir outras espécies de animais, inclusive o homem.Foto: DR da CIDASC de São Joaquim

 

Mais informações:www.cidasc.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307 

Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Tecnologia é a grande aliada da produção agrícola em Santa Catarina

saojoaquimpesquisa

Desde o momento em que acordamos, utilizamos produtos que, de alguma forma, têm procedência no agronegócio. Esse setor representa parte importante do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Em 2017, de acordo com o Ministério da Agricultura, as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 96,01 bilhões, 13% a mais que o ano anterior. Resultados expressivos obtidos graças a aplicação de muita tecnologia.

A seguir, você verá como o trabalho de pesquisadores é importante para melhorar os resultados no campo, construindo um resultado sólido e positivo para a economia da Serra Catarinense.

Um exemplo é São Joaquim, onde as parreiras de uvas se tornaram muito mais que um incremento para a agricultura da região. São a nova fonte de turismo para um município que já estava acostumado a receber visitantes durante o inverno rigoroso.

A produção dos vinhos de altitude ganhou destaque no País inteiro, as vinícolas são pontos de visitação e colocaram São Joaquim no mapa do Enoturismo.

Mas para isso, foi necessário o apoio imprescindível da tecnologia. Uma ampla pesquisa anterior a implementação das primeiras parreiras na região. Foi na década de 1990 que os primeiros pesquisadores perceberam a possibilidade do cultivo de uvas, devido às condições climáticas e a altitude.

Os testes foram realizados com a uva cabernet sauvignon, seu potencial para a região foi comprovado e a possibilidade de haver a produção de vinhos atraiu interessados pelo novo segmento. Seguiram-se assim, os testes para outras uvas. Hoje, são cultivadas na região a cabernet sauvignon, sagrantino, montepulciano, rebo, sauvignon e sauvignon blanc.

sjoaquimoesquisa1

João Felippeto é Enólogo na Epagri de São Joaquim – Fotos: Camila Paes

Laboratório

Para avançar com os estudos, contribuindo para que essa nova alternativa de produção fosse implantada na região, a Estação Experimental da Epagri de São Joaquim ganhou, em 2010, um laboratório moderno para pesquisas da capacidade dessas uvas e do vinho produzido na Serra Catarinense. De acordo com o Mestre Enólogo e Pesquisador em Enologia pela Epagri, João Felippeto, o espaço é um dos mais modernos do Estado.

Foi em 2015 que a classificação das uvas cultivadas na região foi finalizada. Mas, Felippeto garante que, a pesquisa não pode viver apenas de passado. “Há muito potencial para ser pesquisado”, acrescenta.

Em função disso, o grupo trabalha na classificação de novos tipos de uvas, como as italianas e francesas e a possibilidade de serem cultivadas na região. Outro trabalho que a equipe de enologia da Epagri trabalha é na busca por técnicas que melhorem as características dessas frutas, o que resulta na produção de um produto final diferenciado. Um desses trabalhos, coordenado por Felippeto, é no melhoramento através da osmose.

Identificação Geográfica

A Epagri trabalha para identificar os vinhos da região que estão sendo comercializados. O objetivo é obter a identificação geográfica. Ela se caracteriza na identificação de um produto ou serviço como originário de um local, região ou país, quando determinada reputação, característica ou qualidade que possam lhe ser vinculadas essencialmente a sua origem geográfica, sendo passíveis de proteção legal.

O queijo serrano e o vinho da região do Porto, em Portugal, são exemplos de produtos identificados.  Felippeto ressalta que essas análises já haviam sido encerradas em 2015, mas foram retomadas.

Não há como definir um prazo para serem encerradas, já que é necessário apoio financeiro para a conclusão do projeto. Entretanto, órgãos como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram) são parceiros no projeto.

Resultado rápido

O enólogo enfatiza que o sucesso e potencial do cultivo é notável, já que tudo aconteceu em um período de 20 anos. Atualmente já são 400 hectares do plantio da uva na região. “O potencial para crescer existe, devido as características. Há procura. O crescimento é lento, mas está assim em todo o País”, frisa. O trabalho feito na Epagri mostra que, diferentemente de outros vinhos produzidos em regiões de altitude, o de Santa Catarina destaca-se por suas características únicas.

 

A implantação da maçã foi uma estratégia tecnológica

sjoaquimpesquisa2

Carlos Demeciano é produtor há cerca de 20 anos

Quem passa pela SC-114, sabe que está próximo de São Joaquim quando as macieiras começam a aparecer nas margens da rodovia. Há mais de 30 anos, as paisagens do município são assim, já que foi na década de 1970 que foi percebido o potencial de cultivo de maçã na região.

O gerente de pesquisa da Epagri, em São Joaquim, Marcelo Cruz de Liz, explica que anteriormente a pecuária e a extração da madeira eram as principais fontes de economia.

Foi com a possibilidade de oferecer uma nova opção de fonte de renda para a população, que o Governo Estadual investiu em pesquisas para a implementação da maçã no município. Marcelo relata que, na época, foram contratados diversos pesquisadores, que foram enviados para regiões do Brasil e do mundo.

A Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) também teve destaque nesse auxílio, já que ajudou no aporte de tecnologias do país asiático para a Serra Catarinense. “A colonização japonesa impulsionou o cultivo na década de 1970”, ressalta Marcelo.

Em 1975 foi construída a Empresa Catarinense de Pesquisa Agropecuária, que viria a se tornar a Estação Experimental da Epagri em São Joaquim. Unidade que atualmente conta com pesquisadores para todas as áreas da fruticultura serrana.

Na empresa, são feitos testes de produtos, manejo e melhoramento de plantas. Todo esse trabalho é voltado para atender ao setor. Com essa força-tarefa e incentivo para o preenchimento dessa lacuna na agricultura serrana, a maçã tornou-se a principal fonte da economia joaquinense.

Os números revelam que o papel da tecnologia para o sucesso da fruticultura, foram primordiais. São 12 mil hectares de maçã plantados na região, 9 mil só em São Joaquim. Uma estimativa indica que a cidade tem 2.400 fruticultores e no último ano, foram colhidas 400 mil toneladas de maçã.

O município é o maior produtor do Brasil, respondendo por 35% da safra nacional. A cultura representa 70% da economia da região.

Combate a doenças

O clima temperado, frio e úmido da região de altitude são propícios para a fruticultura e foi a razão para a implementação do cultivo da maçã. Entretanto, ele também é próspero para a infestação de fungos e bactérias.

Por causa disso, o laboratório de Fitopatologia da Epagri no município, é um dos mais visitados pelos produtores. É ali que trocam experiências com os pesquisadores, que prestam auxílio, tiram dúvidas e ajudam no diagnóstico de pragas e a contenção das mesmas.

Como em uma consulta médica, os agricultores relatam os sintomas, mostram galhos, fotos, falam das características e das suspeitas. É dessa forma que os doutores em Fitopatologia Felipe Moretti Pinto e Leonardo Araújo ajudam no sucesso das colheitas das frutas. Mas não é só no laboratório que o trabalho dos especialistas toma forma. As pesquisas de campo e constantes visitas às propriedades também contribui para as pesquisas.

O campo digital

A família Demeciano cultiva maçã há cerca de 20 anos. O patriarca Francisco, 66, começou a trabalhar com fruticultura, na propriedade de 3 hectares na localidade de Cruzeiro, em São Joaquim, já que precisava encontrar alternativa para aumentar a renda.

Anteriormente, o cultivo de batata era o foco, entretanto, seu Francisco revela que a instabilidade do preço o fez desistir.  O filho Carlos, 38, é quem comanda a plantação de maçã da família. No ano passado, colheram cerca de 150 toneladas. É com o apoio das tecnologias oferecidas pela Epagri que os resultados são positivos. “Eles ajudam na cadeia produtiva, poda, condução, de danos no período chuvoso”, ressalta.

É o acesso ao software Agroconnect, que auxilia os produtores na tomada de decisão baseado nas condições climáticas. Já que, a quantidade de chuvas é fator que ajuda na proliferação dos microrganismos.

Carlos fica conectado ao sistema sempre que há previsão de chuvas e sabe quando será necessário aplicar defensivos. Com o Agroconnect, as informações de uma rede de 250 estações hidrometeorológicas são disponibilizadas ao usuário através de uma interface, que pode ser acessada por computadores e celulares. A plataforma revela o monitoramento de dados de acordo com clima, por culturas, condições climáticas, se está propício a ter doenças. É gratuito e em tempo real.

Internet no campo

São Joaquim conta com 10 estações, praticamente em todas as localidades. Na propriedade da família Demeciano, está instalado um dos equipamentos. Lá, a internet e o celular funcionam e isso é ponto positivo para que a plataforma seja utilizada.

O gerente de pesquisa da Epagri, Marcelo Liz, avalia que é devido a esse tipo de auxílio que é importante ter sinal de internet e telefone no campo.  Para Carlos, o apoio com essas tecnologias oferece a oportunidade de ter uma colheita melhor e mais barata, já que assim, sabem exatamente com o que investir e de que forma.

 

Tradição secular se renova a cada pesquisa

sjoaquimpesquisa3

Pastagens de qualidade auxiliam o processo de ganho de peso do gado

Nos cerca de 90 hectares da Estação Experimental da Epagri em Lages, um pedaço de terra abriga pesquisa importantante para a pecuária na Serra Catarinense. Na região de Lages, a criação de gado é uma atividade que se destaca entre as outras. Por isso, há mais de 100 anos, a empresa foi instalada no município.

As pesquisas englobam todos os setores da pecuária, seja da alimentação do gado até o leite e a carne produzidos por ele. Nos campos ou nos laboratórios, pesquisadores trabalham com a realizada dos produtores da região, encontrando formas de se sobressair às dificuldades diárias.

Entretanto, esses resultados não servem apenas para a região. Podem auxiliar produtores de diversas partes do País, que enfrentam dificuldades semelhantes.

Exemplo disso são os estudos com novas sementes de pastagem. No campo, um espaço é reservado para testar novas forrageiras. Pequenos trechos são separados, onde crescem as folhagens que são analisadas durante todo o crescimento, colhidas e testadas em laboratórios.

O trabalho é completo e esse tipo de teste é obrigatório para empresas que desejam lançar novas sementes. Esse processo chama-se Valor de Cultivo e Uso (VCU), de acordo com portaria da Embrapa.

O gerente de pesquisa da Epagri em Lages, Ulisses de Arruda Córdova, revela que anualmente, são testados cerca de 50 pastagens. Ele explica que impacta diretamente na realidade do produtor, já que o auxilia na compra de produtos que irão trazer benefícios reais e que o investimento não será desperdiçado.

Ulisses afirma que por ser pública, a Epagri cuida da sua credibilidade e que possuí compromisso com o resultado final.

Além de fazer análises de sementes, que serão comercializadas, passam por estudo os tipos diferentes de pastagem e como se adaptam ao clima da região.

O engenheiro agrônomo e pesquisador Jefferson Araújo Flaresso, explica que como forma de contribuir a esses estudos, escolhem espécies que estão sendo utilizadas por produtores, as estudam para conhecer o potencial na região e oferecer resultados comprovados e de qualidade.

Entretanto, Ulisses explica que, recente pesquisa com pecuaristas, revelou que está se tornando frequente o uso de sementes que não oferecem nenhum tipo de valor agregado para os animais.

“A média de aproveitamento seria no mínimo de 70%, encontramos pastagens com valores muito menores e até mesmo, com 0%”, revela.

O gerente diz que a Epagri recomenda que os produtores exijam atestado de qualidade dos produtos ou que as enviem para laboratórios credenciados ao Ministério da Agricultura, antes do cultivo. Em Lages, os testes podem ser realizados com segurança, no Centro de Ciências Agroveterinárias.

 

O pasto no meio da floresta

sjoaquimpesquisa4

Tiago (E) e Cassiano, buscam melhorias para o pasto serrano.

Espaços de florestas naturais não costumam ser utilizados para o cultivo das forrageiras. Porém, os pesquisadores Cassiano Eduardo Pinto e Tiago Celso Baldissera, analisam a capacidade do crescimento da pastagem em meio a uma floresta de eucaliptos. Eles revelam que, com essa possibilidade, o produtor consegue ter mais um tipo de renda, além da pecuária.

Além de que, dessa forma, as vantagens para o meio ambiente são maiores e podem trazer melhores condições ao gado, que passará a ter as árvores para proteção contra chuvas e sol.

No campo da Epagri, o experimento é feito em uma área de 4 hectares, onde animais passam a se alimentar e o seu comportamento é analisado. Eles podem produzir mais leite, por exemplo, enquanto estão em um ambiente protegido.

Em várias mangueiras nos terrenos da Epagri, parte do gado que participa da nova pesquisa, utiliza fraldas. Esse estudo, também realizado por Cassiano e Tiago, pretende analisar a qualidade da pastagem natural e os resultados da alimentação por diferentes por forrageiras de diversos tamanhos.

Para analisar os benefícios, a pesquisa considerada pioneira, inclui a utilização de fraldas de couro no gado. Assim, com o esterco, é possível analisar as diferentes absorções de nutrientes e quais os impactos no rebanho.

São essas inserções de tecnologias que mostram como a pesquisa trabalha no melhoramento atual da pecuária e por isso, é significativa para a continuidade do crescimento do setor.

Do laboratório ao campo

Diferentemente das pesquisas que nascem do campo, nos laboratórios o caminho é inverso. O trabalho realizado com tubos, microscópicos e componentes químicos, geram benefícios que podem ser aplicados diretamente no agronegócio, prevenindo, por exemplo, a proliferação de pragas e doenças.

Uma das análises em andamento, é o manejo da Rinotraqueíte Infecciosa dos Bovinos (IBA), uma doença assintomática e que atinge animais na região. O pesquisador e doutor em Ciência Genética João Frederico Mangrich dos Passos, explica que o vírus é parecido com o de uma doença respiratória, mas que causa o aborto espontâneo.

Sem o diagnóstico correto, isso pode gerar dúvidas ao produtor, que pode achar que o problema do animal é outro e optar por tratamentos que não são os específicos. Com essa pesquisa, João explica que a expectativa é criar uma vacina que impeça o contágio e melhore a qualidade de vida dos animais.

O pesquisador e doutor em Biotecnologia, Murilo Dalla Costa, acrescenta que o meio rural cria demandas que os laboratórios tentam solucionar e melhorar. Com isso, o trabalho é chegar em um produto confiável e que seja entregue ao produtor. Ele enfatiza que, essa função não serve apenas para a região, mas sim para trazer benefícios para todo o estado de Santa Catarina. Fonte: Correio Lageano.

 

Mais informações:  eesj@epagri.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estabrdual do SC Rural – (48) 3664 4307 

Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Escola de São Joaquim vence a etapa regional do Prêmio Epagri Escola Ecologia

sjoaquimpremio sjoaquimpremio2

A Epagri entregou no dia 26 de outubro, na Serra Catarinense, o Prêmio Epagri Escola Ecologia Marcia Mortari.Realizado no Auditório da ADR São Joaquim, o evento reuniu mais 120 pessoas, entre professores, alunos, colaboradores da Epagri e autoridades.

Com a participação de seis escolas dos municípios de São Joaquim, Urubici e Painel, o troféu de ouro foi conquistado pela Escola Básica Municipal Maria Aparecida Nunes, da localidade de Arvoredo, do município de São Joaquim. A unidade desenvolveu o projeto “Escola Consciente: Promovendo a sustentabilidade das gerações futuras com práticas em educação ambiental”.

O troféu de prata foi conquistado pela Escola Santo Antonio de Painel e o trofeu de bronze foi para a Escola Laudelino Borguesan, de Urubici. Além dos premiados, as demais escolas participantes também receberam trofeu de participação. Durante a tarde, os alunos participaram de uma trilha ecológica no Snow Valley.

O Prêmio tem como objetivo recompensar as escolas como incentivo na ampliação do trabalho de Educação Ambiental Rural visando à construção de sociedades sustentáveis em parceria com instituições públicas e privadas e com a sociedade civil.

O gerente regional da Epagri, Marlon Couto destacou a importância do evento por ajudar na recuperação, na preservação e na proteção dos ecossistemas e das diversas culturas do local. “O prêmio não é apenas um concurso, mas um estímulo às ações de preservação ao meio ambiente, conscientizando as crianças desde cedo sobre a importância da sustentabilidade”, salientou.

O evento foi promovido pela Epagri, com o apoio do Programa SC Rural. Também contou com as parcerias dos municípios, através das secretarias municipais de educação e agricultura, entre outros órgãos.Fonte: Elenise Melo Nunes/ ADR São Joaquim

Mais informações: emsaojoaquim@epari.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Epagri realiza aula Inaugural do Curso Jovem Empreendedor em São Joaquim

saojoaquimjovens

No dia 28 de março, a Epagri realizou a aula inaugural do Curso em Liderança, Gestão e Empreendedorismo, no Centro de Treinamento de São Joaquim – Cetrejo.

Participam do curso, 42 jovens com idade entre 18 e 29 anos dos municípios de Bom Jardim da Serra, São Joaquim, Urupema, Rio Rufino, Anita Garibaldi, Campo Belo do Sul, Lages, São José do Cerrito, Correia Pinto e Ponte Alta.

A aula inaugural contou com a presença do presidente da Epagri, Luiz Hessmann, a secretária executiva da Agência de Desenvolvimento Regional – São Joaquim, Solange Scortegagna Pagani, o gerente regional da Epagri, Názaro Vieira Lima, entre outras autoridades, além de técnicos da Epagri, alunos e pais.

O curso tem como objetivo formar lideranças rurais, desenvolver o espírito empreendedor dos jovens agricultores e incentivar a discussão sobre sucessão familiar nas propriedades agrícolas da região. A extensionista da Epagri e coordenadora pedagógica do curso na região, Andréia Meira explica que neste ano o enfoque será em grãos e pecuária, e a turma será dividida em dois grupos.

Com a previsão de nove alternâncias, que são encontros mensais de 24 horas/aula cada, serão abordados temas como liderança, empreendedorismo, inclusão digital, práticas integradoras de lazer e autoconhecimento; novas oportunidades econômicas e ambientais, voltadas ao emprego, à renda e a produção agrícola e ainda a gestão de negócios, da propriedade e do ambiente, considerando as potencialidades regionais.

Uma das palestras do primeiro dia de encontro foi apresentada pelo mineiro Marcos Mergarejo Netto com o tema A geografia do Queijo Minas Artesanal.Fonte: Agência de Desenvolvimento Regional – ADR São Joaquim

 

Mais informações: Epagri – Centro de Treinamento – São Joaquim - (49) 32338448 

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@microbacias.sc.gov.br

Apoio do SC Rural ao Projeto Estruturante do Grupo Boava de São Joaquim garante sustentabilidade da cadeia produtiva da maçã

saojoaquimmaça1

Os 31 produtores de maçã, integrantes do Grupo Boava, do município de São Joaquim, foram beneficiários do Programa Microbacias 2. Junto ao Programa SC Rural buscaram apoio financeiro para realizar investimentos, visando adequações ambientais e sustentabilidade da atividade.

Em 2016, com apoio do Programa realizaram ampliação de pomares, organização das propriedades, para armazenamento e descarte de resíduos de insumos, bem como à destinação das embalagens vazias, além da necessidade de manutenção da qualidade das maçãs, por meio da proteção dos pomares, contra danos ocasionados por precipitações acompanhadas de granizo com a instalação de telas anti-granizo. 

    saojoaquimmaça5

Cobertura de pomar de maçãs com tela anti-granizo

saojoaquimmaça4

Abastecedor de Pulverizadores com depósito para o armazenamento/descarte de insumos na Produção Integrada da Maçã.

De forma grupal, investimentos na aquisição de 3 caçambas basculantes e 2 pás carregadeiras, que auxiliarão os agricultores na manutenção das estradas internas das propriedades, facilitando o escoamento da produção. 

saojoaquimmaça3

Distribuidores de calcário e adubos orgânicos (bem de uso coletivo)

saojoaquimmaça1

De forma grupal, investimentos na aquisição de 3 caçambas basculantes e 2 pás carregadeiras, que auxiliarão os agricultores na manutenção das estradas internas das propriedades, facilitando o escoamento da produção. 

Além dos investimentos financeiros, apoiados com recursos disponibilizados pelo Programa SC Rural, o extensionista rural da Epagri Filipe Souza Oliveira e o Agente Técnico de Assistência Técnica e Extensão Rural, engenheiro agrônomo Marlon Francisco Couto reúnem-se com o grupo periodicamente no salão da comunidade de Boava, visando manter o comprometimento do grupo com as ações idealizadas, bem como a promoção de capacitações em gestão financeira das propriedades, manejo de doenças, raleio químico, descarte correto das embalagens de agrotóxicos, descarte de resíduos e utilização dos equipamentos de proteção individual. 

Nos encontros, abordam temas relacionados à condução adequada dos pomares e da propriedade como um todo, utilizando-se do apoio de pesquisadores da Estação Experimental de São Joaquim, além da realização de dias de campo e treinamentos, também em parcerias com o setor privado, com alianças mercadológicas na aquisição, classificação, embalagem e comércio da produção.

Segundo o Secretário Executivo Regional do SC Rural, engenheiro agrônomo da Epagri,Aziz Ab. Hatem, o apoio do Programa visa toda a sustentabilidade das cadeias produtivas, desde o investimento na produção, capacitação dos empreendedores, equilíbrio ambiental, até a viabilidade da comercialização, do negócio e das organizações.

As ações planejadas para o grupo no ano de 2017 incluem o acompanhamento financeiro por meio de planilhas, onde os agricultores poderão, com planilhas simplificadas manter os registros de receitas e despesas na atividade e na propriedade.

O Agrônomo Filipe complementa: “Importante que se dê continuidade nas reuniões visando o esclarecimento das ações necessárias para o monitoramento e erradicação do Cancro Europeu, e procurar articulá-los, para que futuramente se organizem na forma de uma associação ou cooperativa, a fim de agregar valor à produção.” Fontes: filipeoliveira@epagri.sc.gov.br e Marlon@epagri.sc.gov.br

 

Mais informações: Epagri – São Joaquim – (49)  3233-8400

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@microbacias.sc.gov.br

Jovens do Planalto Serrano concluem curso de Liderança, Gestão e Empreendedorismo

lagesjovens1  lagesjovens3

lagesjovens2

Um grupo de 28 jovens rurais do Planalto Serrano comemorou a conclusão do curso de Liderança, Gestão e Empreendedorismo em uma cerimônia realizada no dia 15 de setembro em Lages. A solenidade de entrega dos certificados reuniu técnicos, jovens e seus familiares, lideranças e autoridades. 

lagesjovens3

O destaque do evento foi a apresentação dos projetos de vida desenvolvidos pelos participantes.

O curso, promovido pela Epagri com apoio do Programa SC Rural, qualifica os jovens nas áreas de agricultura, pecuária, inclusão digital, autoconhecimento, educação ambiental, turismo rural, gestão de negócios com inovação e empreendedorismo.

Nessa edição, participaram jovens dos municípios de Cerro Negro, Campo Belo do Sul, Capão Alto, Lages, São José do Cerrito, Otacílio Costa, Urupema, São Joaquim e Bom Jardim da Serra. As atividades iniciaram em março e capacitaram os jovens ao longo de nove encontros realizados no Centro de Treinamento da Epagri de São Joaquim (Cetrejo).

Após a entrega de certificados, foi anunciada a aprovação do apoio financeiro do Programa SC Rural para os 16 projetos apresentados pelos jovens. O montante somará cerca de R$ 500 mil para investimento em projetos de agricultura e pecuária.

Desde 2013, o curso já capacitou cerca de 100 jovens da Serra Catarinense. “O conhecimento construído com metodologias participativas a partir da realidade, a qualidade dos projetos apresentados e a postura crítica e comprometida dos jovens rurais dinamizam os processos de organização e desenvolvimento nas comunidades”, resume Andréia Meira, extensionista da Epagri e coordenadora pedagógica do curso na região.

 

Mais informações:Centro de Treinamento da Epagri em São Joaquim – (49) 3233 0211
Secretaria Executiva Estadual do Programa SC Rural – (48) 3239 4170
Endereço eletrônico: imprensa@microbacias.sc.gov.br