Arquivos da categoria: São Joaquim

O desenvolvimento socioeconômico e ambiental através da apicultura será discutido em São Joaquim

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O 34º Encontro Catarinense de Apicultores e Meliponicultores vai acontecer nos dias 16 e 17 de agosto, no Parque Nacional da Maçã, na cidade de São Joaquim.

O tema desse ano será Apicultura: Desenvolvimento Socioeconômico e Ambiental. “Tudo está sendo feito para os apicultores e meliponicultores de Santa Catarina. A participação é fundamental para a busca de soluções e informações”, diz Ênio Cesconeto, presidente da Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores – FAASC, uma das realizadoras do evento, junto com a Epagri, a Confederação Brasileira de Apicultura, a Associação Serrana de Apicultores – Asa, Senar e Sebrae. O encontro tem o patrocínio da Implavel, Apitec, Osjuan e a Imesul Metal Apícola e apoio da prefeitura de São Joaquim.

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A organização do encontro acredita que mais de 600 pessoas devem participar da programação técnica, que inclui palestras, mini-cursos, mesas redondas, com profissionais do Uruguai, da Bahia, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. “Nesse momento de crise do mercado do mel, teremos uma mesa redonda discutindo o assunto. Teremos também uma mesa tratando dos problemas ambientais, da mortandade de abelhas, com várias instituições envolvidas para tentar buscar soluções”, diz Ênio. Durante o encontro será escrita a Carta dos Apicultores, que será encaminhada ao governo do estado, ministério da Agricultura e a todas as instituições com atribuição na solução dos problemas relacionados aos apicultores e meliponicultores de Santa Catarina. As inscrições para os cursos técnicos podem ser feitas pelo link http://www.faasc.com.br/inscricoes até o dia 30 de julho, ou presencialmente no Encontro.

O evento tem ainda uma programação específica para as associações de apicultores, a Assembléia Geral da FAASC. Paralelamente vai acontecer a Expofeira, que esse ano foi ampliada para 50 metros. A Expofeira anterior, realizada em 2016 em Porto União, teve 40 metros. Esse ano irão participar mais de 20 empresas da área de insumos apícolas e equipamentos da Argentina, Rio Grande do Sul, Paraná, além de cerca de 14 empresas de Santa Catarina. A Expofeira é gratuita e aberta ao público, que terá aceso ao melhor da tecnologia de apicultura catarinense. Fonte: Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina

 

Mais informações: http://www.faasc.com.br/

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Epagri promove Dia de Campo sobre produção de maçã orgânica em São Joaquim

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A Epagri reuniu, produtores rurais, no Sítio Sant’Ana, na localidade do Boava, município de São Joaquim, para um Dia de Campo, sobre produção orgânica de maçã. Além da produção de maçã orgânica, a implantação de variedades de maçãs desenvolvidas pela Epagri, também foi discutida.

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João Reichert, proprietário do Sítio Sant’Ana e também produtor orgânico, cedeu seu espaço, como unidade de observação. Assim, o local possui o objetivo de servir como unidade de pesquisa em relação a produção de maçã orgânica. O ambiente se torna didático, proporcionando aos produtores um maior conhecimento, tratando de assuntos como a implantação de pomares, manejo, condução e tudo que envolva a produção não convencional.

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A partir dos resultados gerados pelas pesquisas desenvolvidas na unidade de observação, juntamente, a Extensão Rural da Epagri e as Unidades de Pesquisas de São Joaquim e Caçador, divulgam os trabalhos e colocam em prática nas propriedades. A essência das atividades, está em transformar a pesquisa em geração de renda para as famílias dos agricultores.

Segundo os técnicos da Epagri, São Joaquim possui um grande potencial em desenvolvimento da cultura orgânica. Apresenta o surgimento de um novo cenário, pautado em responsabilidade ambiental e social.

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 Sítio Sant’Ana e a Acolhida na Colônia em São Joaquim

Com a proposta de valorizar o modo vida no campo através do agroturismo ecológico, a Acolhida na Colônia é uma associação que está presente em São Joaquim. Com enfoque no turismo de experiência e na valorização do pequeno agricultor familiar, a Acolhida oportunizada qualidade vida e renda alternativa para os agricultores.

João Reichert,  integra o quadro de associados na Acolhida na Colônia com sua propriedade, Sítio Sant’Ana. Numa bela localidade no Boava, o sítio oferece aos visitantes muitos atrativos. Entre eles, turismo pedagógico, colha e pague, degustação, visitas técnicas, dias de campo e até a comercialização de maçã orgânica.

Produtor orgânico desde o princípio da propriedade, João se orgulha de sua trajetória. “Trabalhamos por muitos anos na produção convencional, mas quando adquirimos esta propriedade, decidimos partir para o nicho de agroecológicos. Em 2001 foram plantadas as primeiras mudas e seguimos até hoje”, concluiu.

A Acolhida na Colônia preza pela responsabilidade ambiental, pela alimentação saudável e pelo desenvolvimento dos agricultores, gerando um bem-estar coletivo. Fonte:https://notiserrasc.com.br

Para saber mais sobre a Acolhida, acesse www.acolhida.com.br e para conhecer a propriedade do senhor João Reichert, agende uma visita através do (49) 991548662

 

Mais informações: eesj@epagri.sc.gov.br 

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Rosângela Carbonar a “Mulher do Queijo Serrano” em São Joaquim

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Conhecida como a mulher do queijo, na comunidade do Pericó, no município de São Joaquim, a agricultora Rosângela Carbonar Guedes de Souza, assumiu, em 215, a produção do queijo artesanal serrano como principal atividade econômica e em 2017 recebeu o Selo de Inspeção Municipal.

Ela foi primeira produtora a conquistar o registro na região de São Joaquim, que atesta a qualidade e a segurança de produtos de origem animal para o consumo humano.

Segundo a extensionista Andreia Meira, coordenadora do Projeto Queijo Artesanal Serrano na Epagri, Rosangela já é referência por sua determinação e se destaca como empreendedora rural. “Nos projetos desenvolvidos na região acreditamos muito na mulher como agente de mudança, principalmente pela visão de futuro, capacidade de articulação e de inovação” – diz Andreia.

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Até 2015 a agricultora cultivava hortaliças orgânicas, mas decidiu escolher outra atividade que tivesse menos impacto na coluna. Uma reunião com técnicos da Epagri foi suficiente para ela decidir apostar no queijo. Hoje, ela produz o queijo e faz a gestão financeira da agroindústria; o marido, Janir, é responsável pela lida com os animais. Eles produzem uma média de seis quilos de queijo por dia. Mas a agricultora tem planos ambiciosos: ela quer obter o selo de inspeção federal para comercializar em todo o país. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Ainda segundo Andréia, Rosângela tem sido um dos muitos exemplos inspiradores que comprovam o potencial e a capacidade da mulher em investir na valorização dos produtos regionais e transformar a realidade, gerando renda, fortalecendo a identidade e a história da família, ampliando a esperança e as perspectivas de qualidade de vida no meio rural. Fonte: sjonline / Foto:airescarmenmariga/Epagri

 

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Produtores aprendem que xarope pode amenizar falta de flores e a morte de abelhas na produção de maçã

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A escassez de flores no período de outono/inverno pode causar o enfraquecimento e a morte de enxames e com isso comprometer a produção de maçã, que é a principal atividade econômica do município de São Joaquim.

Para garantir que os enxames estejam fortes e saudáveis nessa época, 17 agricultores do município participaram de uma capacitação na qual aprenderam técnicas de alimentação artificial de colmeias para a passagem do inverno.
 

A capacitação foi ministrada pelo engenheiro-agrônomo da Epagri em São Joaquim, Filipe Souza Oliveira, que apresentou aos agricultores alternativas de suplementação artificial energética, por meio de xarope, e alimentação proteica para ser fornecida às vésperas das floradas da primavera. “É mais viável realizar o manejo de manutenção e fortalecimento dos enxames durante o outono/inverno do que repovoar as colmeias durante a primavera”, salienta o extensionista.
 

Filipe explica que a alimentação artificial das colmeias no inverno é uma das técnicas de manejo da macieira para garantir uma frutificação seja adequada, juntamente com as podas, os tratamentos fitossanitários, as adubações, o raleio, entre outras práticas.
O evento contou com a participação da secretaria da agricultura do município e foi acompanhado pelo pesquisador de entomologia e gerente da Estação Experimental de São Joaquim, Cristiano Arioli. Fonte:Epagri

 

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Protetores Ambientais de São Joaquim visitam 2º Batalhão de Polícia Militar Ambiental em Lages

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O grupo de jovens, do município de São Joaquim, em formação no curso de Protetores Ambientais tiveram um dia de grandes experiências. Eles conheceram a sede da Polícia Militar Ambiental de Lages, onde foram recepcionados pelo Comandante da subunidade, Capitão Marafon.

Alí puderam conhecer um pouco da função de cada seção, bem como toda estrutura física do quartel do 2º Polícia Militar Ambiental de Lages.

No período vespertino, os alunos acompanharam uma instrução no Canil Setorial de Lages, com os policiais Cb Damasco, Sd Simão, Sd Pisseti e Sd Piloneto, que apresentaram o trabalho realizado com cães na Serra Catarinense, sua adestração e a formação do cão para atuar com a Polícia Militar no combate ao crime.

Os alunos também visitaram a Cavalaria de Lages, onde tiveram instrução com o 3º Sgt Rudnei, que repassou todos os cuidados e atividades desenvolvidas com os cavalos na região, finalizando, assim, o dia de aprendizado dos alunos.

 

Mais informações: pmalagesp3@pm.sc.gov.br

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Vencendo barreiras no campo

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A presença feminina no meio rural tem se expandido nos últimos anos. Além de donas de casa, esposas e mães, elas também assumem a gestão das propriedades rurais. O trabalho vai desde a organização e limpeza até a operação de máquinas e implementos agrícolas.

Visando oferecer qualificação e segurança no manuseio desses equipamentos, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar/SC, órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina, promoveu, recentemente, o curso de Operação e Manutenção de Tratores e Implementos Agrícolas com nove produtoras rurais de São Joaquim, no Planalto Catarinense.

O treinamento foi ministrado pelo engenheiro agrônomo e prestador de serviço em instrutoria do Senar/SC Sérgio Israel Júnior que explanou sobre legislação de segurança com base na Norma Regulatória (NR31) e também abordou noções de legislação de trânsito. Além disso, explicou sobre a prevenção de acidentes e medidas de controle dos riscos com equipamento de proteção coletiva e individual.

Outros temas trabalhados durante o curso foram operação, inspeção, regulagem e manutenção preventiva de tratores e implementos agrícolas com segurança, sinalização de segurança e noções de primeiros socorros, além de cuidados com o meio ambiente e saúde. “A experiência de ter trabalhado só com mulheres foi inédita, se tratando de uma profissão onde os operadores de tratores, na sua maioria, são homens. Fiquei muito satisfeito pelo resultado que elas alcançaram”, observou Sérgio.

Segundo ele, é de fundamental importância a participação das mulheres nesse tipo de capacitação, uma vez que se tornam aptas a ajudar não apenas operando tratores, mas também na decisão da gestão da propriedade executando tarefas relacionadas a manutenção de equipamentos e aplicação correta dos tratores e implementos.

Para o superintendente do Senar/SC Gilmar Antônio Zanluchi, é motivo de satisfação ver o engajamento e o interesse das mulheres pela atividade rural. “O sucesso da agricultura familiar passa pelas mãos do pai, da mãe e dos filhos”.

O presidente do Sistema Faesc/Senar José Zeferino Pedrozo salientou que o Senar/SC atua fortemente em ações e programas voltados para as mulheres no meio rural. Um deles é o Mulheres em Campo que atua com o objetivo de desenvolver as habilidades femininas capacitando-as na gestão de negócios agropecuários. “Esse mesmo grupo de mulheres já demonstrou interesse em dar continuidade a qualificação formando uma turma do programa. Isso muito nos alegra e motiva à continuarmos trabalhando para, cada vez mais, oportunizar o desenvolvimento das mulheres no meio rural”. Fonte/Fonte: MB Comunicação/Fecoagro.

 

Mais informações: http://www2.senar.com.br/

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Lançamento do livro ‘A cultura da goiabeira-serrana’ foi um sucesso

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Na última quarta-feira, 3 de abril de 2019, a Epagri lançou o primeiro livro sobre ‘A cultura da goiabeira-serrana’, na Estação Experimental de São Joaquim (EESJ). Participaram do evento aproximadamente 150 pessoas, entre fruticultores, técnicos, estudantes, professores e interessados na cultura.

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O evento de lançamento iniciou às 14h com a palestra ‘Livro a cultura da goiabeira-serrana’ da pesquisadora Marlise Nara Ciotta da Epagri, seguida da professora Karine Louise dos Santos da UFSC que proferiu sobre ‘Um pouco da história da pesquisa em goiabeira-serrana e perspectivas futuras’.

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Após as duas palestras, os participantes se dirigiram ao campo, para degustar in loco os quatro cultivares desenvolvidos pela Epagri: Alcantâra, Helena, Matos e Nonante. No campo também foram respondidas várias dúvidas dos participantes relacionadas a cultura como: aquisição de mudas, manejo de pragas e doenças, nutrição, condução e questões mercadológicas.

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Por último foi servido um café, preparado pelo IFSC de Urupema e Cetrejo-Epagri com cardápio diversificado de produtos oriundos da goiabeira-serrana, tais como: mousse de goiaba, pão de goiaba com patê de coalhada, chutney de goiaba e maçã com queijo serrano, compota de goiaba, torta Romeu e Julieta com geleia de goiaba, rocambole com mousse de goiaba, doce de corte de goiaba com queijo, sonho com recheio de goiaba, geleias com torrada e pão de milho.

Durante o evento foram vendidos mais de 50 exemplares do livro, demonstrando o grande interesse da sociedade por esta obra, devido a demanda de informações detalhadas sobre a cultura da goiabeira-serrana concentrada em um único material. No evento estavam presentes quatro dos organizados do livro: Marlise Nara Ciota, Felipe Augusto Moretti Ferreira Pinto, Leonardo Araujo e Karine Louise dos Santos que extravasaram a alegria pelo reconhecimento do trabalho realizado.

Os organizadores agradeceram a todos que puderam comparecer ao evento, aos apoiadores do café (sistema Faesc/Senar, Sanjo, IFSC, Cetrejo, Antônio Vieira da Rosa, Ana de Fátima Paiano, André da Silva Rissi, Tuiza Padilha de Lima Rissi), a FAPESC, a UFSC e a todos funcionários da Epagri que se disponibilizaram em ajudar na organização do lançamento do livro.

O livro continuará a ser vendido por R$40,00 na Epagri / Estação Experimental de São Joaquim, ou ainda pode ser solicitado pelo email juliano@epagri.sc.gov.br. Portalsjonline

 

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Governador conhece trabalho da Estação Experimental da Epagri em São Joaquim

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O governador Carlos Moisés conheceu na manhã da terça-feira, 2, os trabalhos realizados pela Epagri na Estação Experimental de São Joaquim. A empresa desenvolve pesquisas para melhorar a produtividade e a renda de produtores de maçã, uva, goiaba-serrana, pera e ameixa, além de enologia. O município é conhecido, principalmente, pela qualidade da maçã Fuji que abastece o mercado brasileiro e internacional.

"É extremamente importante acompanhar esse trabalho, para conhecermos melhor o apoio que o Estado oferece aos produtores. Considerando toda a estrutura à disposição do produtor, temos mais de R$ 100 milhões de investimentos. É essa parceria que permite atingirmos o grau de excelência, e o Estado quer ser ainda mais parceiro", destacou Moisés. Ele afirmou que o Governo deve intensificar os trabalhos também para fomentar o turismo na região, com investimentos e pesquisas para agregar valor aos atrativos serranos.

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O secretário de Estado da Agricultura e Pesca, Ricardo de Gouvêa, e a diretora-presidente da Epagri, Edilene Steinwandter, acompanharam o governador na visita a São Joaquim. Moisés foi recebido pelo prefeito da cidade, Giovani Nunes, secretários municipais e técnicos. Os profissionais da Epagri apresentaram os trabalhos realizados e os resultados já alcançados. "Estamos conseguindo otimizar a produção nas pequenas áreas. Isso é resultado de todo um processo de assistência aos produtores e um grande diferencial do nosso estado", comentou a diretora-presidente da empresa.

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Qualidade internacional

Proprietário de 350 hectares dedicados ao cultivo da maçã, o fruticultor Fumio Hiragami fez questão de receber o governador para apresentar o trabalho que realiza há mais de quatro décadas. "São 45 anos acreditando no potencial desta terra. Sou o japonês com a maior produção de maçã no mundo", afirmou. Foram imigrantes japoneses como Hiragami que trouxeram a variedade Fuji para Santa Catarina. Hoje, a qualidade da fruta produzida em São Joaquim é considerada a melhor do mundo.

De acordo com o prefeito de São Joaquim, a importância do agronegócio para a Serra Catarinense é crescente. "Temos 2.300 produtores cadastrados no IBGE. A maioria deles tem pequenas propriedades de, em média, três a cinco hectares. O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que torna São Joaquim a Capital Nacional da Maçã. Essa excelência é mérito dos produtores", reconheceu o prefeito da cidade, Giovani Nunes, que apresentou os pleitos do município ao governador, quase todos relacionados à infraestrutura.

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Moisés se comprometeu a levar os temas para discussão nos grupos de trabalho montados no Governo do Estado. Para as obras viárias, o governador antecipou que está elaborando um consórcio com os municípios para agilizar os trabalhos, com investimento do Estado. Fonte:www.sc.gov.br/ Por Renan Medeiros/renan@secom.sc.gov.br/Secretaria de Estado de Comunicação – Secom/Fotos: Dóia Cercal/Secom

 

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Estação Experimental da Epagri de São Joaquim lança livro sobre a cultura da goiabeira-serrana

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Na próxima quarta-feira, 3, a Epagri lança o livro A cultura da goiabeira-serrana na Estação Experimental de São Joaquim (EESJ).

A obra é resultado do trabalho de pesquisadores da EESJ, que de forma pioneira iniciaram na década de 1980 trabalhos de melhoramento genético com a fruta. Nesse período foram desenvolvidas quatro cultivares: Alcantâra, Helena, Matos e Nonante, com características próprias e adaptadas às condições de clima e relevo da região.

Leonardo Araujo, pesquisador e um dos organizadores da obra, relata que esse primeiro livro da goiabeira-serrana vai subsidiar professores, técnicos, estudantes, fruticultores e outros interessados no assunto, com informações detalhadas da cultura, desde a implantação dos pomares, até manejo fitotécnico e fitossanitário.

Os organizadores do livro foram cinco pesquisadores da Epagri - Marlise Nara Ciota, Cristiano João Arioli, Felipe Augusto Moretti Ferreira Pinto,Leonardo Araujo e Mateus da Silveira Pasa – e a professora da UFSC Karine Louise dos Santos.

O evento de lançamento inicia às 14h com palestras técnicas, degustação de frutos a campo e café da tarde com produtos oriundos da goiaba-serrana. O livro será vendido por R$40,00 e, depois do lançamento, ele pode ser solicitado pelo e-mail juliano@epagri.sc.gov.br.

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Características da cultura

A goiabeira-serrana é nativa do Sul do Brasil e de parte do Uruguai, muito difundida na Colômbia e na Nova Zelândia, além de outros países do mundo. “A cada safra, a cultura vem apresentando boas condições de produção, além de apresentar frutos de boa qualidade com características organolépticas como sabor, aroma e açúcares inigualáveis”, explica Araujo.

Segundo a Estação Experimental de São Joaquim, atualmente cerca de 20 agricultores familiares se dedicam à produção da fruta no Planalto Serrano, em uma área aproximada de 12 hectares. A produtividade registrada é de 15 a 20 toneladas/ha. Os produtores recebem de R$4 a R$5 pelo quilo da fruta in natura, enquanto no mercado ela é vendida no valor de R$7 a R$10 o quilo.

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Rica em antioxidantes, a goiaba-serrana é considerada uma superfruta. “Ela é altamente aromática, rica em nutrientes, fonte de compostos fenólicos, vitamina C e do complexo B, além de minerais”, explica o pesquisador. Ele ressalta que a cultura tem um grande potencial de expansão de plantio, pelo fato de ser uma fruta com alto valor nutricional e com apelo mais ecológico. A produção pode tanto ser destinada para comércioin natura como em subprodutos como geleias, sucos, licores, drinks e sorvetes.

Nos últimos anos a goiaba-serrana tem sido muito procurada pelos consumidores. No Planalto Serrano, a fruta é encontrada em supermercados ou diretamente com os produtores. Apesar de ainda ser pouco conhecida no Brasil, há um vasto campo para desenvolvimento da cultura e um bom nicho no mercado brasileiro.

 

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Furtos da Goiaba Serrana prejudicam pesquisa na estação experimental de São Joaquim

O fato vem se tornando um problema para os pesquisadores e agrônomos da instituição em virtude destes pés de goiaba não se tratarem de um simples fruto, mas sim de toda uma base de pesquisa genética que busca a melhor qualidade possível para os fruticultores da nossa região.

 

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A Polícia Militar de São Joaquim vai intensificar as rondas na cidade e na Epagri para tentar localizar os responsáveis por furtar frutas dos pomares da Estação Experimental. O principal alvo, a Goiaba Serrana.

 Só neste ano já foram levados dos pomares da Epagri de São Joaquim, pelo menos, cinco toneladas da fruta, isso representa um terço da produção. São frutas que estão passando por melhoramento genético para resistir a doenças e aumentar a produção no campo, um trabalho fundamental para os produtores da Serra.

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Segundo o gerente de pesquisa, Cristiano Arioli, todo o trabalho de 30 anos está sendo prejudicado. Ele conta que essa prática está cada vez mais comum, e a suspeita é que as frutas furtadas estejam sendo comercializadas. Como as áreas da Epagri são muito grandes, fica difícil para um segurança monitorar tudo.

“São frutas que estão em experimento, em fase de pesquisa para o melhoramento da produção da goiaba, nem estão boas para comercialização. E toda a informação está sendo levada. Um prejuízo incalculável”, explica o gerente.

A goiaba Serrana está passando por uma série de pesquisas, por ser uma fruta que possui propriedades anti-inflamatórias, antidepressivas e antioxidantes, os pesquisadores estão de olho nessas qualidades. Está na lista, inclusive, do Ministério do Meio Ambiente, como um alimento do futuro. Fonte: Eduarda Demeneck/Porta nsctotal/Foto: Vani Boza / Agência RBS

 

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Colheita de maçã atrai 5.000 trabalhadores a São Joaquim

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Doces, suculentas e crocantes. Assim são as maçãs produzidas em São Joaquim (SC). Neste ano, a colheita, feita manualmente, deve atrair 5.000 trabalhadores de diversas partes do país para a cidade de 26.763 habitantes, a 156 km de Florianópolis.

Tirar as frutas das macieiras é trabalhoso. Os empregados usam escadas para alcançar o topo das macieiras, que podem chegar a quatro metros de altura.

A safra da serra catarinense deve variar de 350 mil a 400 mil toneladas, o que equivale a um terço da produção brasileira, segundo Rogerio Pereira, presidente da Associação de Maçã e Pera de Santa Catarina (Amap).

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A colheita ocorre de fevereiro a maio, mas as maçãs duram muito mais. É provável que as frutas colhidas agora sejam as consumidas na ceia do Réveillon de 2020. Isso porque elas são armazenadas em câmaras refrigeradas com uso de tecnologia específica.

“Praticamente retiramos o oxigênio e deixamos a maçã lá. Ela está viva, tem umidade, mas respira o mínimo possível”, diz Marcelo Cruz de Liz, gerente da Estação Experimental da Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural).

Segundo Liz, o que torna a maçã da região tão saborosa são as horas de exposição ao frio, clima exclusivo de áreas com altitude como a de São Joaquim, acima de 1.100 m, onde não é raro nevar no inverno.

Produzida em vários países, a maçã é originária das áreas gélidas do Cazaquistão e da China, de acordo com ele. Por isso, no Brasil, ela se adapta melhor à serra de Santa Catarina, mais fria.

A excelência da maçã é alcançada com 700 a 900 horas com temperatura abaixo de 7,2ºC, que “quebram a dormência” da gema da fruta e resultam em uma florada adequada. Uma safra é influenciada não pelo inverno passado, mas pelo retrasado. Por isso, a expectativa para a próxima safra é melhor do que a atual.

São Joaquim e as sete pequenas cidades de sua região têm 2.400 fruticultores que cultivam 12 mil hectares de pomares das variedades gala e fuji –elas respondem por 40% e 60% do total, respectivamente. É importante plantar as duas variedades porque elas têm polinização cruzada.

Como o pólen não chega sozinho às flores, cada hectare tem de quatro a seis colmeias –cada uma pode ter 60 mil abelhas. Normalmente, fruticultores alugam colmeias para que os pomares sejam ainda mais produtivos.

Para evitar perdas financeiras por problemas climáticos, como granizo, a Epagri auxilia os produtores com tecnologias como acesso a telas, que protegem os pomares.

“Em uma safra passada, caiu granizo dez dias antes de colher. Sem as telas, a perda teria sido acima de 80% do pomar”, diz Carlos Alberto Demeciano, 39, que há 18 anos trabalha com maçãs.

Outra tecnologia disponibilizada pela Epagri é o Agroconnect. Um sistema online gratuito pelo qual os produtores são avisados em tempo real sobre doenças da macieira.

“O sistema nos auxilia a tomar decisões para controle fitossanitário e diminui nossos custos de produção”, afirma. Fonte: Folha de São Paulo/Foto: Wagner Urbano

 

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