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Número de produtores de leite reduziu 50% na última década em Otacílio Costa

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Esse índice, preocupante, põe em risco o fim da linha para a produção de leite no município. A queda no preço pago ao produtor, de acordo com o engenheiro agrônomo da Epagri, Murilo Nunes, é umas das principais causas para a redução no quadro da atividade leiteira no município. 

Ainda segundo Murilo Nunes, atualmente no máximo 20 famílias tem o leite como carro chefe ou incremento nas atividades de sua propriedade. "Pelos nossos registros, há alguns anos eram, em média, 50 famílias abastecendo a linha do leite", informa Nunes.

Além da queda no preço pago ao produtor, as exigências dos órgãos de inspeção para aumentar ainda mais a qualidade do produto aumentou nos últimos anos, e isso pode ter sido uma das causas para que vários agricultores deixassem de investir na referida atividade, de acordo com a agricultora Sonara Oliveira. "Hoje o laticínio cobra muito a qualidade do leite. Nós entendemos que a cobrança para eles também é muito mais, e por isso cobram bastante dos produtores também. A bactéria e a célula mastite têm que ser muito baixa para atingir a normativa que uma Lei Estadual pede", disse.

Um dos fatores para a baixa no número de produtores, segundo ela, são as exigências e adaptações. Outro fator, conforme Sonara, é que os produtores estão envelhecendo e os filhos não querem dar continuidade, até pela dificuldade de se manter na atividade. "Muitas vezes é mais fácil buscar fora do que ter que produzir para conseguir uma renda, necessitando contar com o clima, saúde do animal, entre outros vários fatores", anota ela, dizendo que as dificuldades são tantas que ela mesma já pensou em parar. "Mas se mais um de nós parar realmente acaba a linha. Isso tem ficado muito claro pelo leiteiro. Eles não vão fazer vários quilômetros para buscar uma quantidade considerada baixa de leite", lamenta.

"Amamos o que fazemos. Mas a realidade é que pagamos para trabalhar", diz produtora

Na contra-mão da baixa no número de agricultores que deixaram a atividade do leite, Sonara segue os passos dos pais. Desde criança ela acompanha seus pais, Aloisio Oliveira, in memorian, e Maria Maurelina Oliveira, 69 anos, na atividade do leite. Depois de três anos que casou, Sonara voltou com a família para a casa da mãe e assumiu a atividade do leite, juntamente ela. O filho Vinicius, 13 anos, também ajuda nas tarefas, e o marido, André, que trabalha em uma empresa na sede do município, ajuda nos finais de semana e nas folgas. O negócio é típico da agricultura familiar. "Eu fico muito feliz que ela segue os nossos ensinamentos, pois desde pequeninha estava ao nosso lado aprendendo. Eu ainda ajudo no que peço", conta sorridente, dona Maria.

 Atualmente a propriedade da família possui 13 vacas de raça holandesa, que juntas produzem em média 200 litros de leite. O produto é entregue a uma empresa do Alto Vale.

A produção praticamente duplicou na última década. E, o mais interessante, com o mesmo número de animais. "É um número bem satisfatório, não temos quatro alqueires de terra. Mas sabemos que ainda dá para melhorar. Para isso precisamos buscar conhecimentos e parcerias", falou a filha Sonara, dizendo que o investimento em melhoramento genético e na qualidade de pastagens contribuiu para o acréscimo significativo na produção.

"É uma atividade que requer muitos cuidados. São várias situações que é preciso estar atento para que a produção não venha a cair. É por isso que ninguém quer mais entrar na atividade. Pra investir como nós em novas tecnologias sejam em silagem, pastagens, instalações ou mesmo animais", observa ela.

Sonara anota que o preço ao produtor, atualmente R$1,08 por litro, não acompanha o custo da produção. "A tendência é baixar para os próximos meses infelizmente. O laticínio já está informando, que talvez não seja nada alarmante, mas vai baixar. A justificativa é que a produção é muito grande, tem muito leite no mercado. Nós amamos o que fazemos, mas praticamente pagamos para trabalhar", lamenta.

Ela observa, ainda, que a produção está crescendo somente entre os grandes produtores, com isso a agricultura familiar vem perdendo espaço na produção de leite. "Atualmente existe até confinamento para gado de leite, isso triplica a produção. A agricultura familiar também precisa estar acompanhando as tecnologias para produzir mais também", avalia.

Políticas públicas servem de incentivo

As políticas públicas e programas dos Governo, em todas as esferas, motivam produtores, a exemplo de Sonara. A propriedade dela foi uma das primeiras contempladas com o 'Programa Porteira adentro', aprovado recentemente por Lei na Câmara do Município. "Ainda falta arrumar um espaço onde trabalhamos com as vacas, mas é fundamental esse programa, nos ajuda muito. Lodo e vaca de leite não combinam, pois podem surgir algumas complicações que venham causar até a perda do animal. Acredito que é uma esperança que o produtor vai ter, uma assistência daqui para frente, que por Lei agora pode ser atendido dentro de sua propriedade", celebra.

Além disso, Sonara anota que o acompanhamento técnico da Epagri, e também da secretaria de agricultura do município, que disponibiliza médico veterinário e inseminador, além de implementos e trator, são essenciais para o aumento da produção. "Para produzir precisamos estar atentos a novas tecnologias. Graças a Deus nós temos esse incentivo. É o que nos motiva a não desistir e seguir firmes", conclui. Fonte: http://www.correiootaciliense.com.br

 

Mais informações: emotaciliocosta@epagri.sc.gov.br

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Agricultores familiares de Sangão participam de encontro com técnicos da Conab/SC

 

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Agricultores familiares doi município de Sangão,aa ligados a associações que trabalham com farinha de mandioca  participaram de um encontro com técnicos da Conab – Companhia Nacional de Abastecimento, durante o Encontro Municipal sobre Políticas Públicas para a Agricultura Familiar, promovido pela estatal. 

Os representantes da Conab apresentaram ao público presente as ações do governo federal em apoio aos produtores rurais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), as Compras Institucionais e o Programa de Garantia de Preços para Agricultura Familiar (PGPAF). Os técnicos falaram também sobre o apoio que a empresa realiza a projetos que visam o fortalecimento social das organizações produtoras rurais.

Além dos produtores locais e dos extensionistas da Epagri, os engenheiros agrônomos Natalicio M. Nandi, Emerson Evald e Lilian G. dos Santos, participaram o secretário municipal de Agricultura, Rogério Manoel Corrêa e o engenheiro agrônomo Marco Antônio Remor, da Secretaria de Agricultura do município.

"A agricultura familiar desenvolvida na pequena propriedade é fundamental. A valorização do produto tradicional do município, a farinha de mandioca, é prioridade da secretaria. Por isso, essa proximidade com a Conab é uma forma de irradiar os benefícios do Governo Federal para com nossos colaboradores e garantir preço ao nosso agricultor", frisou o secretário de Agricultura de Sangão. Fonte: http://www.folharegionalwebtv.com

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Região mais produtiva do estado 

Todo ano, cerca de 10 milhões de quilos de farinha de mandioca são produzidas em Sangão, Jaguaruna e Treze de Maio. A região concentra a maior produção de farinha de mandioca do Estado de Santa Catarina. Aproximadamente 20 engenhos de pequeno a grande porte e mais de 500 famílias de agricultores, são responsáveis por esta produção.

A conquista com a licença ambiental

De acordo com o engenheiro agrônomo da Epagri, Emerson Evald, a partir de 2005 vários engenhos foram embargados pelo órgão ambiental. "Os órgãos ambientais constataram irregularidades que geravam contaminação dos cursos d´água, principalmente pela liberação direta do efluente, como as manipueira", revela.  

Os projetos de adequação ambiental dos pequenos engenhos de farinha de mandioca, começaram a ser elaborado através do Programa SC Rural/ Epagri, em 2015. Hoje, muitas famílias produtoras já conseguiram obter as licenças ambientais. 

Ambientalmente é o fim da emissão dos efluentes sem tratamentos em cursos d'água, que em muitos momentos gerava morte de peixes e descontentamento da comunidade; Uso com segurança do efluente manipueira nas lavouras como fonte de adubo; socialmente traz o resgate de uma atividade tradicional na região, passada de pai para filho por gerações, trabalhada desde os primeiros imigrantes açorianos.

O engenheiro da Epagri, Emerson Evald, cita uma série de benefícios. "Esta conquista histórica agregará segurança produtiva ao setor; traz a possibilidade dessas famílias terem acesso ao crédito para investirem em sua agroindústria; incentiva edificação de novos engenhos e mantém a atividade de produção de farinha de mandioca na agricultura família, evitando que apenas as agroindústrias dominem este setor".

 

Mais informações: emsangao@epagri.sc.gov.br

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Sabores de Guaramirim terá feira da agricultura familiar e empadão de 70 metros

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Agosto é o mês de aniversário do município de Guaramirim, localizado no norte Catarinese, que completa 70 anos de emancipação política administrativa. Foi preparada uma extensa programação, incluindo a Feira Regional da Agricultura Familiar.

O evento, Sabores de Guaramirim, acontece nos dias 23, 24 e 25, com diversos produtos, inclusive produzidos das cidades vizinhas.Serão expostos para venda embutidos e defumados (como salame e linguiça); queijos; bolachas caseiras; pães; doces; geleias; conservas; plantas ornamentais; temperos e artesanato.

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Empadão de 70 metros

Na Capital da palmeira real, a Prefeitura vai servir, no próximo dia 28 um empadão de 70 metros, quando o município completa 70 anos. Segundo o prefeito, Luís Antônio Chiodini, o empadão será servido, logo após o grande desfile, cuja expectativa é bater o recorde de 7 mil participantes e que encerra a programação de 28 dias de festividades."É um aniversário de família, para a população do município de Guaramirim e de toda nossa região", destaca.

Entre as atrações da programação, também está a 6ª edição do Rockwagen e o Palco de Rock, que vai acontecer nos dias 24 e 25 de agosto, na Fundação Cultural da cidade. Serão quatro bandas, incluindo o guaramirense Rodrigo Seixas fazendo o cover de Raul Seixas.

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Capital Catarinense da Palmeira Real

Nos anos 90 a palmeira real deixou de ser apenas uma planta ornamental para se tornar fonte de renda no município de Guaramirim. O título foi concedido pela Assembleia Legislativa no dia 18 de maio de 2004, após articulação do técnico da Epagri e ex-secretário de Agricultura de Guaramirim, Alcibaldo Germann. A proibição da extração do palmito juçara, nativo da região, fez com que se buscassem novas opções de palmáceas para a indústria de conservas. A partir da palmeira real, novas espécies foram introduzidas para o cultivo como a pupunha e mais recentemente a palmeira imperial.

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Atualmente estimula-se a comercialização das palmáceas, já transformadas dentro de um processo seguro, em agroindústrias artesanais familiares, garantindo a saúde dos consumidores, motivando assim a sobrevivência de agricultores no campo.

Guaramirim conta atualmente com 35.918 habitantes com renda per capita anual de R$ 41.575,11. Sua economia, na última década teve forte expansão nas áreas industrial, comercial e de serviços, além da expressiva atividade agrícola na produção de arroz, banana, milho e hortifrutigranjeiros. 

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Cidade das Guirlandas

Em 9 de outubro de 2018, os vereadores de Guaramirim aprovaram o projeto de lei que declara o município como a “Cidade das Guirlandas”.

O projeto já estava sendo desenvolvido desde setembro de 2017, com o Natal das Guirlandas e Páscoa das Guirlandas, em que houve o envolvimento das escolas, comércio, indústria e a população em geral.

A utilização das guirlandas, segundo os vereadores, torna o município mais atraente para moradores e visitantes durante todo o ano, com ênfase especial nos períodos de festa.

A administração municipal, enaltece a importância de desenvolver o turismo em Guaramirim, divulgar o potencial do município, resgatar e cultivar o espírito festivo e especialmente, motivar os moradores para cuidar e ter orgulho do lugar onde vivem.

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História de Guaramirim é contada em capítulos

Seria difícil precisar quem foram os primeiros habitantes de Guaramirim. Certamente foram os indígenas, pois aqui viviam dois grandes grupos linguísticos existentes no Brasil, o Macro-Tupi e o Macro-Jê.

Certo é que muitos passaram por Guaramirim até que se consolidasse a imigração europeia. Com a situação conturbada da Europa, a partir de 1840 houve incentivo da imigração para o Brasil. Séculos antes, porém surgia na Europa uma igreja que, mesmo antes de Lutero, pregava a volta a um cristianismo primitivo, liturgia na língua falada pelos fiéis, padres casados, fim da troca do perdão por dinheiro (venda de indulgências) e da ideia de purgatório. Esta corrente religiosa ficou conhecia primeiramente como Hussitas, dado o seu fundador chamar-se Jan Hus. Após um período de perseguições esta igreja ressurge como uma vertente do protestantismo, ficando conhecida Igreja Moraviana ou Herrnhuter Brüdergemeine. 

Espalhados por vários territórios de cultura germânica, a Irmandade Herrenhut designou em 1884 o Pastor Wilhelm Gottfried Lange para reunir alguns irmãos da diáspora (que haviam saído do território alemão) que se encontravam em Wolhynien, na atual Ucrânia, parte então do Império Russo. A comunidade evangélica liderada por Lange, motivada por uma onda de nacionalismo, que era extremamente hostil aos estrangeiros, principalmente aos não católicos ortodoxos, decide imigrar para uma terra onde pudessem formar uma comunidade nos preceitos da Herrenhut.

Foi assim que no dia 19 de maio de 1886 o Pastor Lange, acompanhado de mais 111 pessoas, subiram a bordo do vapor Buenos Aires, que fazia a linha Hamburgo-América do Sul. Desembarcaram em Salvador, na Bahia e após uma semana de espera embarcam no vapor Hamburg, rumo ao Rio de Janeiro e São Francisco do Sul. Desse porto vieram em uma pequena embarcação até Joinville.

Brüderthal e Doubrawa:  o início de Guaramirim

Wilhelm Lange comprou terras, de um lado do Rio Itapocu onde foi instalada a colônia. Preocupou-se desde o começo em preservar a história da comunidade, não só pelo seu trato com as letras como pelo projeto de comunidade fraternal. Um barracão foi erguido no quilômetro 18 da Estrada do Sul, na localidade, hoje, encontra-se a Igreja Luterana, às margens da SC-413, a Rodovia do Arroz. O nome, Brüderthal (Vale dos Irmãos) refletia a filosofia religiosa que guiava a comunidade.

À oeste, uma outra parte do território se desenvolvia com Gustavo Doubrawa e outros imigrantes. Nesta região também foi erguida uma escola, no ano de 1891, já que Gustavo Doubrawa era professor. Também foi erguido um barracão no qual permaneciam os imigrantes que chegavam trazidos pela Sociedade Colonizadora de Hamburgo, aí ficavam até construírem suas casas.

 Em 1913 foi criado o Núcleo Colonial Barão do Rio Branco e a área de quase 40 mil metros quadrados, foi dividida em 198 lotes rurais. Uma das figuras exponenciais do Núcleo Colonial Barão do Rio Branco foi Cantalício Érico Flores, farmacêutico, professor, subdelegado, administrador e chefe do Núcleo. 

Distrito de Bananal

Em 2 de junho de 1919, por meio da resolução do município de Joinville foi criado o 4º Distrito de Bananal. O nascente distrito abrangia, além da região que hoje é Guaramirim, parte das localidades de Schroeder e Massaranduba. Em 1º de dezembro de 1938, o distrito de Bananal foi elevado à categoria de Vila.

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Enfim, Guaramirim 

Em 30 de dezembro de 1948 foi criado o município de Massaranduba, compreendendo terras dos municípios de Blumenau, Itajaí e Joinville. O descontentamento, principalmente por parte do povo de Bananal foi expressivo. Após alguns meses de intensa negociação política, em 18 de agosto de 1949, uma lei transformava Bananal na sede do novo município, passando agora a se chamar Guaramirim. A instalação oficial ocorreu no dia 28 de agosto de 1949.

 

Mais informações: www.guaramirim.sc.gov.br

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Cooperativa de Produção e Comercialização da Agricultura Familiar de Xavantina integra jovens produtores

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O jovem Maicon José Pozzer trabalha com produção de ovos. A Juliane Cenci se dedica aos panificados: bolachas, pães e cucas caprichosamente elaborados. O negócio de Gilberto Pavan e Neucir Pradella é tradição no Oeste Catarinense. São os embutidos de carne suína, afinal lá é o maior polo produtor do Brasil.

O que tem esses produtores em comum? São jovens, decidiram ficar na agricultura, são empreendedores e viram que a melhor forma de se fortalecer no campo é por meio do cooperativismo.

A Copafax – Cooperativa de Produção e Comercialização da Agricultura Familiar de Xavantina foi decisiva para que os sócios tivessem acesso aos recursos do Programa SC Rural, iniciativa do Governo do Estado com financiamento do Banco Mundial para aumentar a competitividade da agricultura familiar catarinense. Com isso, cada uma das unidades pôde ser modernizada.

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É o caso do empreendimento do Maicon. Ele possui uma unidade de produção de ovos. São 5 mil e 800 galinhas poedeiras, 400 dúzias de ovos por dia. A aposta no negócio deu certo e gera uma renda fixa no campo. “Nós começamos com uma atividade pequena e em 2016 recebemos uma proposta para participar da cooperativa e receber recursos do Programa SC Rural. Com isso, conseguimos ampliar a produção”, diz o jovem produtor que é também presidente da Copafax.

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Para Juliane, a habilidade está na cozinha. A família Cenci investiu na produção de bolachas, cucas e pães que fazem sucesso na região. As vendas da Padaria da Luci não param de crescer. Juliana conta que está testando novos produtos para diversificar a oferta da agroindústria. “Pretendemos trabalhar também com pizza e aumentar ainda mais a abrangência do mercado”.

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A sociedade de Gilberto e Neuci não poderia ser melhor. Os produtos da Embutidos Xavantina conquistaram mercados exigentes. Salame, copa, linguiça e carnes são produzidos com capricho e a certeza de matéria-prima de qualidade.

Em todo o projeto de implantação dos empreendimentos, melhoria da infraestrutura e capacitação dos produtores está a orientação técnica da Epagri. É assim que as famílias têm motivação para ficar no campo com renda e qualidade de vida.

Assista a reportagem completa sobre a Copafax no Canal da Epagri no YouTube. completa sobre a Copafax 

 

Mais informações: emxavantina@epagri.sc.gov.br

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Seminário em Joinville discute a produção de palmito no sul do Brasil

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Dias 21 e 22 de agosto será realizado em Joinville um seminário sobre o sistema produção da pupunheira e da palmeira-real-australiana no Sul do Brasil.

O evento terá 14 palestras técnicas que vão discutir temas ligados ao agronegócio, cultivo, fitossanidade, gestão, mercado, biofertilizante e processamento. A programação também conta com degustação de pratos à base de pupunha e de palmeira-real.

O evento é uma promoção da Epagri, Emater Paraná e Embrapa Florestas. Técnicos dessas empresas farão parte do quadro de palestrantes, que também é composto por representantes da Unesp, da Associação das Indústrias de Conservas Vegetais de Santa Catarina (AICV/SC) e por produtores.

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Produção em Santa Catarina –

A palmeira-real-da-austrália é a espécie mais plantada em Santa Catarina e isso deve às pesquisas da Epagri com a cultura. Segundo o pesquisador Fábio Zambonim, ela é adaptada ao nosso clima, é rústica e tem ciclo de corte rápido. “Dois a quatro anos depois do plantio, já pode ser colhida”, diz ele. Originária da Austrália, a planta gosta do clima quente e chuvoso do Norte Catarinense e tem agradado os agricultores da região, onde se concentra a produção no Estado.

Em 2016 o cultivo de palmáceas garantiu o sustento de 1,6 mil famílias de agricultores em Santa Catarina. As lavouras, que mais parecem florestas, cobriam 4,4 mil hectares do litoral catarinense e rendiam quase 20 milhões de hastes de palmito por ano. A maior parte foi processada em 50 agroindústrias, de onde saíram, anualmente, 36 milhões de vidros de conserva destinados ao comércio dentro e fora do país. No  Norte do Estado, o palmito é a terceira cultura agrícola mais importante depois do arroz e da banana. A região de Joinville responde por 80% da produção estadual.

Por conta da importância e das vantagens da palmeira-real-da-austrália, o foco dos estudos da Epagri é direcionado para essa espécie. Em um trabalho que virou referência no País, os pesquisadores desenvolveram o sistema de produção completo para o cultivo e agora concentram os esforços em melhoramento genético.

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Programação do Seminário

21/08/2019 (quarta-feira)

7h30min: Recepção com entrega de material

8h40min: Abertura e informações sobre o seminário

Parte I – Agronegócio

9h – Palestra Técnica: Panorama da produção da pupunheira e palmeira-real no Sul do Brasil

Palestrante: Álvaro Figueredo dos Santos (Embrapa Florestas) e Onévio A. Zabot (Epagri).

Parte II – Cultivo da pupunheira

10h– Palestra Técnica: Produção e qualidade de mudas de pupunheira para palmito

Palestrante: Sebastião Bellettini (Emater/PR)

10h30min – Degustação de pratos de palmeira-real

10h45min – Palestra Técnica: O cultivo da pupunheira para palmito

Palestrante: Edinelson José Maciel Neves (Embrapa Florestas)

11h35min – Palestra Técnica: Diagnose nutricional e adubação da pupunheira. Palestrante: Danilo Eduardo Rozane (Unesp – Registro/SP)

12h15min às 13h30min: Almoço

Parte III – Fitossanidade

13h30min – Palestra Técnica: Estratégias de controle de pragas da pupunheira, palmeira-real-australiana.

Palestrante: Ronaldo Pavarini (Unesp-Registro/SP)

14h20min – Palestra Técnica: Estratégias de controle de doenças da pupunheira Palestrante: Álvaro Figueredo dos Santos (Embrapa Florestas)

15h10min – Degustação de pratos de pupunha e de palmeira-real

Parte IV – Gestão

16h – Palestra Técnica: Gestão de propriedades rurais com cultivo de pupunheira.

Palestrante: Emiliano Santarosa (Embrapa Florestas)

17h – Palestra Técnica: Experiência com o cultivo da pupunheira

Palestrante: Marcelino Hurmus (Epagri)

 

22/08/2019 (quinta-feira)

Parte I – Mercado Interno e Externo

8h – Palestra Técnica: Mercado interno e externo de palmito.

Palestrantes: Djalma Miranda e Edson Fantini (AICV/SC)

Parte II – Palmeira Real Australiana

9h30min – Palestra Técnica: Custo de pr-dução da palmeira real australiana Palestrante: José Salvador (engenheiro-agrônomo e produtor)

10h15min – Degustação de pratos de pupunha e de palmeira-real

10h30min – Palestra Técnica: Melhoramento genético da palmeira real australiana Palestrante: Keny Mariguele (Epagri/Estação Experimental de Itajaí)

Parte III – Biofertilizante

11h30min – Palestra Técnica: Uso do biofertilizante.

Palestrante: Alexandre Visconti (Epagri/ Estação Experimental de Itajaí)

12h às 13h30min – Almoço

Parte IV – Processamento

13h30min – Palestra Técnica: Processamento de cortes alternativos de palmito de pupunheira.

Palestrante: Sebastião Bellettini (Emater/PR)

14h20min – Palestra Técnica: Processamento envasado de palmito de pupunheira e palmeira-real.

Palestrante: Henrique Tirolli Rett (Epagri/GRJ)

15h10min – Degustação de pratos de palmeira-real e pupunha

15h30min – Palestra Técnica: Legalização de unidade de processamento de pupunha in natura

Palestrante: Henrique Tirolli Rett (Epagri/ Vigilância Sanitária)

16h20min – Palestra Técnica: Produtos e subprodutos da agroindústria da pupunheira para palmito

Palestrante: Cristiane Vieira Helm (Embrapa Florestas).

17h10min – Palestra Técnica: Experiência com o processamento e comercialização de palmito

Palestrante: Adir Hinghaus (Delícia/Joinville)

18h – Encerramento

 As inscrições podem ser feitas nos escritórios locais da Epagri com um investimento de R$60,00. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail isolanehaverroth@epagri.sc.gov.br ou pelo telefone (47) 3461-1519.

 

Mais informações: grj@epagri.sc.gov.br 

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Epagri apresenta na Alesc balanço social com saldo positivo

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A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Epagri) apresentou à Comissão de Agricultura e Política Rural seu balanço social relativo ao ano de 2018.

Na exposição, o diretor administrativo e financeiro da empresa, Giovani Canola Teixeira, comemorou que, por mais um ano, o impacto das ações da entidade na economia catarinense foi positivo.

Segundo ele, as tecnologias desenvolvidas pelas pesquisas da Epagri no ano passado garantiram que, a cada real investido nela, R$ 6,20 retornaram para a sociedade “na forma de produção agropecuária, no ganho de produção e produtividade”. Em 2017, o impacto foi de R$ 5,88.

Os dados que compõem o balanço são coletados nos 291 escritórios municipais e totalizados em Florianópolis, divulgados anualmente no início do segundo semestre. O balanço social é a forma mais eficaz para demonstrar aos catarinenses os resultados do trabalho feito pela empresa, que é vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura.

Teixeira citou que as pesquisas desenvolvidas para as culturas do arroz e da maçã, por exemplo, estão entre os principais destaques. “A maioria dos cultivares plantados em Santa Catarina acabam sendo adotados pelos produtores [locais]”, citou. Isso significa que a Epagri desenvolve, por meio de pesquisa, tecnologia catarinense que é utilizada pela maior parte dos agricultores do Estado e que encontra mercado em todo o Brasil e no exterior. Outros produtos que têm as mesmas características são a banana e as frutas de caroço produzidas nas estações experimentais da empresa nas regiões de Videira e Caçador.Fonte:Alessandro Bonassoli/AGÊNCIA AL

 

Mais informações: www.epagri.sc.gov.br

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Epagri de Videira promove encontro para troca de sementes crioulas, flores e mudas de ervas medicinais

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A Epagri Videira promoveu o segundo encontro de sementes crioulas, ervas medicinais e flores.

As atividades iniciaram no período da manhã e seguiram até a tarde com a presença de mais de 100 pessoas vindas de várias cidades da região. Durante o evento, foram realizadas palestras com profissionais da área e o relato de pessoas que atuam como produtores e disseminadores de sementes crioulas.

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Para o agricultor do município de Frei Rogério, Gérson Mauro Fertig, que é um dos guardiões de sementes, a qualidade de vida para quem consome alimentos produzidos com as sementes que não recebem nenhum tipo de tratamento com agrotóxicos é muito melhor. “Tudo o que se planta na terra da nossa região consegue uma boa produtividade”, destaca. Fonte: Rádio Videira

 

Mais informações: cetrevi@epagri.sc.gov.br

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AgroPonte incentiva e auxilia jovens a permanecerem no campo

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Durante muito tempo os filhos de agricultores tinham como planejamento principal cursar uma faculdade e encontrar uma colocação profissional na cidade, deixando a propriedade da família.

Esse cenário, porém, vem mudando aos poucos, pois é cada vez mais claro que as oportunidades proporcionadas pelo agronegócio são atrativas e podem ser passadas de geração em geração, sempre levando em consideração a evolução do setor. Para mostrar ao jovem tudo o que ele pode conquistar dentro do meio rural, a Feira AgroPonte traz atividades e ferramentas de valorização da agricultura.

“Tão importante quanto comercializar os produtos e serviços, a juventude que participa da feira tem a chance de ver e de ser vista. Os jovens percebem que não estão sozinhos, tanto nas suas conquistas quanto nas suas dificuldades, porque eles conhecem outros jovens que também passam pelas mesmas situações”, comenta a engenheira agrônoma da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Epagri) de Criciúma, Lidiane Camargo.

“E mais do que isso, os jovens notam que o meio urbano está olhando para o meio rural. Porque muitas vezes eles pensam que isso não acontece, que cidades mais urbanizadas, como Criciúma, não têm uma agricultura forte, mas tem muita agricultura, sim”, complementa Lidiane.

No primeiro dia de AgroPonte, o seminário “Encontro dos Jovens Rurais do Sul Catarinense: a Inserção dos Jovens da Agricultura Familiar através das Mídias Digitais” vai tratar especialmente sobre esse tema, reunindo filhos de agricultores, além de outros participantes interessados no assunto. Será uma troca de experiências e de contatos. O seminário é gratuito e será realizado no Teatro Elias Angeloni, das 10h às 16h. Ele contará com duas palestras: “#euconectadoaomundo: o rural e as mídias digitais”, apresentada por Bruna Maia, e “Epagri e Juventude Rural: páginas de um livro bom”, com a presidente da Epagri, engenheira agrônoma, Edilene Steinwandter.

O evento é apenas uma das oportunidades que a feira cria no sentido de promover a sucessão familiar no campo, evitando o êxodo rural. “Eu ouvi um jovem dizer que antigamente quem não estudava ficava na roça, já hoje em dia, para ficar na roça é preciso estudar. Atualmente, com o avanço imobiliário, é preciso aprender a produzir em áreas pequenas, e tudo isso necessita de muito estudo e tecnologia. Todo esse conhecimento é proporcionado durante a feira e, especialmente para os jovens, é uma troca de experiências fabulosa”, declara Lidiane.

A 9ª edição da AgroPonte, Feira do Agronegócio e Agricultura Familiar, será realizada de 14 a 18 de agosto, no Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, em Criciúma. A programação também conta com a 7ª Feira Exposição Estadual de Animais, a 4ª Feira Bovinos Comerciais Venda Direta e a 2ª Exposição Oficial Cavalos Crioulos. Mais de 250 expositores estarão presentes oferecendo produtos e serviços tanto para agricultores quanto para o público em geral.

“A AgroPonte agrega em um mesmo espaço e durante cinco dias o que há de melhor no mundo da agricultura, oportunizando a realização de negócios, mas também a troca de conhecimento entre os participantes para potenciais negócios futuros. O jovem que vem para a feira certamente encontra caminhos para ter sucesso ao prosseguir com as atividades da propriedade familiar ou mesmo para iniciar o seu próprio negócio rural”, afirma Willi Backes, diretor da NossaCasa Feiras e Eventos, organizadora da AgroPonte.Fonte: Redação EngeplusColaboração: Stephanie Barbosa / Ápice Comunicação

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Congresso vai discutir inovação e desenvolvimento na cultura o arroz irrigado

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A Epagri realiza, de 13 a 16 de agosto, em Balneário Camboriú, o XI Congresso Brasileiro de Arroz Irrigado. O evento vai reunir cerca de 500 pessoas de todo o Brasil. São pesquisadores, extensionitas, estudantes, professores, agricultores, representantes da indústria e fornecedores de insumos que vão discutir inovação e desenvolvimento, o tema central do evento.

O Congresso vai trazer para Santa Catarina discussões de alto nível para fomentar ainda mais essa cadeia produtiva, uma das mais importantes do Estado. Entre os temas a serem discutidos, alguns merecem destaque pelo seu caráter inovador. É o caso da agricultura de precisão, que vai discutir a mecanização da lavoura como ferramenta para aumentar eficiência e reduzir custos. O melhoramento genético preventivo também estará sendo debatido, como uma forma de aumentar a resiliência das lavouras frente aos desafios que ainda vão se apresentar, como aqueles gerados pelas mudanças climáticas, por exemplo.

As plantas daninhas, um dos principais problemas das lavouras de arroz irrigado, são outro tópico de relevância na programação do evento. Nesse sentido, um dos assuntos tratados será a semioquímica, que são sinais químicos envolvidos na comunicação entre os seres vivos que podem ser usados no combate às plantas daninhas.

O Congresso será ainda um momento ímpar para toda a cadeia produtiva discutir a qualidade do arroz, outro tema presente na programação de palestras.

O corpo de palestrantes será formado por pesquisadores de renomadas instituições nacional e internacionais, todos com doutorado em suas áreas de conhecimento. Serão três pesquisadores da Embrapa, um da Universidade Federal de Santa Maria, um da Faculdade de Tecnologia ShunjiNishimura de Pompéia/SP, um da Escola Superior de Agricultura Luiz Queiroz (Esalq/USC), um da Epagri. O palestrante Fernando Correa vem do Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT), que atua em 73 países, com 21 escritórios e locais de operação de campo em todo o mundo. 

Construir um futuro economicamente viável, socialmente justo e ecologicamente sustentável para a cadeia produtiva do arroz irrigado é um dos desafios do Congresso, diz a presidente da Comissão Organizadora, Ester Wickert. Ela, que também é pesquisadora da Epagri, explica que a redução da disponibilidade de mãodeobra na agricultura, frente à demanda cada vez maior e mais exigente por alimentos limpos, está no centro desse desafio. “Enfrentar estes desafios requer invariavelmente ciência, tecnologia e inovação”, avalia Ester, que enumera como possíveis alternativas o aumento da mecanização e da eficiência na agricultura e o desenvolvimento e aplicação de tecnologias de mínimo impacto ambiental. “A forma mais eficiente de enriquecer o debate e acelerar este processo é congregar pessoas de diferentes áreas de atuação e formação para discorrer sobre o panorama da orizicultura brasileira em busca de alternativas para o futuro”, finaliza a presidente da Comissão Organizadora.

O XI Congresso Brasileiro de Arroz Irrigado é uma realização da Sociedade Sul-Brasileira de Arroz Irrigado (Sosbai) em parceria com a equipe de pesquisa em Arroz Irrigado da Estação Experimental da Epagri em Itajaí. O Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA), a Embrapa, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) são co-promotores do evento.

Confira a programação do evento: https://cbai2019.com.br/programacao

 

Mais informações: Ester Wickert, pesquisadora da Epagri – (47) 3398-6339 / 9272-7766

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Alfredo Wagner lança roteiro agroturístico

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O município de Alfredo Wagner, no Alto Vale do Itajaí, já tem um roteiro agroturístico. Ele foi lançado oficialmente no dia 14 de julho, dentro do Projeto Acolhendo em Alfredo Wagner, da Associação Acolhida na Colônia. São dez propriedades de agricultura familiar que já estão prontas para receber hóspedes e visitantes.

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O projeto, financiado pelo Fundo Pranay em parceria com a Brazil Foundation, a Epagri e a prefeitura de Alfredo Wagner, teve duração de um ano e meio. As famílias participantes foram mobilizadas e capacitadas dentro dos princípios da Acolhida na Colônia de preservação ambiental, fortalecimento da agricultura familiar e da agroecologia. 

O processo resultou em dez propriedades prontas para ofertar diversos tipos de experiências no meio rural, como hospedagem com vista para lindos cenários naturais, vivência do dia a dia da família agricultora, contato com a produção orgânica, aprendizado em bioconstrução, trilhas e cachoeiras, terapias naturais e boa gastronomia.

Para a engenheira-agrônoma da Epagri de Alfredo Wagner, Graziela Tavares, o projeto valoriza a agricultura familiar do município, que tem um alto potencial turístico. “Além de agregar valor à propriedade como um todo, ele ainda prima pela preservação do meio ambiente por meio do processo agroecológico e da qualidade de vida do agricultor e do visitante’’, acrescenta.

 

Mais informações: acolhida.com.br

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