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SC Rural consolida o sonho da família Martinello e empreendimentos da Cooperativa Nosso Fruto

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As atividades da família de Jorge Martinello, moradora na comunidade de Terceira Linha Sangão, no município de Criciúma, são bastante diversificadas, mas um velho sonho de uma agroindústria de embutidos, como alternativa na geração de trabalho e renda, só foi concretizado com apoio do Programa SC Rural.

A experiência na atividade com carnes, se fez presente na família, quando nos anos 70, um de seus irmãos, que tinha um mercado em Criciúma, abatia e entregava carnes nos demais mercados da cidade.  A família de Jorge desenvolvia a atividade de maneira informal, comercializando toda a produção com vizinhos, amigos e consumidores ocasionais. 

Atuando nesta atividade, de forma marginalizada, sem perspectiva de crescimento e com a comercialização limitada, o sonho de seu Jorge, não saía do papel.

“O apoio veio ao encontro da meta da família, por vezes estudada, mas nunca operacionalizada, através do projeto estruturante da Cooperativa de Agricultores Familiares Nosso Fruto”, comenta engenheiro agrônomo Roberto Longhi, do escritório municipal da Epagri em Criciúma.

Para viabilizar a concretização da proposta da família, para construir uma Unidade de Conservas de Carnes, a família Martinello precisava fazer um plano de negócio e, nesse sentido, a orientação dos técnicos da Epagri foi fundamental.

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Tudo aprovado, Jorge Martinello, pôde finalmente realizar seu sonho. Construiu sua Unidade e hoje, tem a satisfação de ver seus produtos expostos nas melhores lojas de Criciúma e do Brasil.

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O estabelecimento já passou pela vistoria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Serviço de Inspeção Municipal – SIM para a obtenção do selo de comercialização dos produtos de origem animal, com a marca Camponello, podendo comercializar no território de Criciúma e para todo o Brasil.

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Com isso, e os investimentos de contrapartida da família, ela pode iniciar o empreendimento, produzindo principalmente salames e linguiças diferenciados, como por exemplo um com recheio de queijo. São 10 produtos diferenciados, entre os quais, produtos frescais, incluindo carne "in natura", defumados, curados e salgados, que foram elaborados atendendo um público exigente em qualidade, da região.

“O SC Rural veio contribuir muito na organização dos agricultores da nossa Cooperativa, tanto na área econômica quanto na área social e ambiental. Com o planejamento conseguiu-se aumento significativo de novas vendas, melhoradas também pela aquisição de máquinas e equipamentos. E os agricultores passaram a valorizar mais aspectos ambientais, todos de baixo impacto, em atividades de artesanato, panificação, queijaria, produção de banana orgânica, de embutidos, entre outros. Isso, além do apoio à organização da estrutura da cooperativa como um todo”. O testemunho é da Cooperativa Nosso Fruto, durante o Encontro Sul Catarinense de Cooperativas da Agricultura Familiar.

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20 cooperativas e três mil famílias apoiadas

Segundo o Secretário executivo regional do SC Rural para a região Sul, engenheiro agrônomo Alberto Ávila, “das 35 cooperativas de agricultores familiares da região Sul, 20 foram apoiadas pelo Programa. São 274 melhorias de sistemas de produção e só com os projetos estruturantes são 3.089 famílias beneficiadas. O volume de recursos aplicados de 2012 até agora, aqui no Sul passou de R$ 16 milhões. “Não é fácil um agricultor investir, mas com o SC Rural como parceiro ele investiu. As questões do trabalho da assistência técnica, da viabilidade econômica e ambiental e a questão sanitária interessam muito, porque eles irão entrar na formalidade e não terão mais problemas. Os agricultores familiares sempre tiveram problemas e sair da informalidade é muito importante para eles, eles querem se regularizar. Sem o apoio do SC Rural teria muita gente que levaria dois, três, quatro anos para atingir o que eles atingem num ano. Quando se fala SC Rural fala-se em apoio, e nós temos que manter isso como política permanente, tanto na questão técnica quanto na questão financeira esse apoio é importante. Isso não pode parar”, defendeu Ávila.

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50 Projetos em 37 municípios

Ainda segundo Ávila, entre as equipes regionais da Epagri e da Cidasc, existe um trabalho bastante coordenado lembrando que a região sul é a que teve maior número de projetos do SC Rural em todo o estado. “Os números da região mostram os resultados desse trabalho: São 50 projetos implantados em 37 dos 47 municípios do Sul. Temos município com três projetos e alguns projetos de cooperativas abrangem agricultores cooperados em quatro ou cinco municípios”. Entre projetos de melhorias de sistema de produção os mais requisitados são da atividade leiteira e produção de olerícolas. E temos muitas pequenas agroindústrias. Elas constituem 222 planos de negócios, desses cerca de 40 são coletivos (de organizações) e cerca de 180 agroindústrias que foram reformuladas, adequadas para a formalidade. Nas agroindústrias, os apoios foram principalmente para construções e reformas para adequar, por exemplo, às exigências da vigilância sanitária. E muitos equipamentos especialmente para diminuir a mão-de- obra – que está cada vez mais escassa, um problema sério no campo hoje”.

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“SC Rural foi um elemento encorajador”

Edson Borba Teixeira, Engenheiro Agrônomo e coordenador regional do Programa de Gestão de Negócios e Mercado da Epagri, analisa as razões dos bons resultados do SC Rural na região Sul: “Tanto nas melhorias feitas em propriedades quanto nas agroindústrias e cooperativas, a gente vê que o SC Rural é um programa que está mexendo o ponteiro no meio rural. Aqui, optamos por investir realmente em projetos estruturantes; não é aquele projetinho de ir lá e aplicar dois ou três mil reais no empreendimento, mas ver o que o empreendimento está precisando, adequar os fluxos, melhorar a estrutura, equipamentos que humanizem a necessidade de mão-de- obra. Com um bom plano de negócio do empreendimento – as equipes técnicas discutem com os beneficiários, definem os problemas, os gargalos – têm sido feitos investimentos que mudam a realidade. Por exemplo: Pessoas que trabalhavam com panificação e que não estavam devidamente legalizadas. Essas pessoas fizeram um curso de panificação no centro de treinamento da Epagri e começaram a fazer em casa, como uma renda extra. Viram que aquilo dava um dinheirinho, mas não estavam encorajadas para montar um negócio. Quando apareceu o SC Rural e a proposta de transformar isso numa atividade de renda, legalizada, foi um elemento encorajador. E para pegar o recurso do Estado as pessoas têm que fazer um curso de boas práticas de fabricação, ter noção mínima de gestão e empreendimento, seguir o que a vigilância sanitária preconiza. Assim, o programa dá um arcabouço legal e técnico profissional para aquele empreendimento que estava lá escondido e que agora pode aparecer, sem medo de mostrar a cara. O SC Rural, a marca Epagri, o trabalho das cooperativas, a organização dos agricultores através de cooperativas, a gente não conseguiria avançar sem essa parceria porque trabalhar individualmente é bem mais difícil”, frisa Edson.

 

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No endereço: https://www.facebook.com/scrural você pode conferir o depoimento de Jorge Martinello ao engenheiro agrônomo Roberto Longhi, da Gerência Regional da Epagri em Criciúma.

 

Mais informações: grcr@epagri.sc.gov.br  ou  https://www.facebook.com/camponello/

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Endereço eletrônico: imprensa@microbacias.sc.gov.br

Cada real investido na Epagri beneficiou os brasileiros com R$5,88

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Em 2017, a contribuição da Epagri no retorno que as tecnologias e ações da Empresa geraram para os brasileiros foi de R$2,23 bilhões. Essa cifra representa um retorno social de R$5,88 por real investido na Empresa. Já o retorno global das tecnologias geradas pela Epagri, considerando a contribuição de todos os agentes para o uso dessas soluções, foi estimado em R$5,23 bilhões. Os números foram revelados na 9ª edição do Balanço Social da Empresa.

O setor agropecuário catarinense colheu, em 2017, uma safra plena, com produtividade histórica. O Valor Bruto da Produção alcançou R$29,57 bilhões. Por outro lado, os preços de vários produtos comprometeram a remuneração dos produtores. “Embora a conjuntura econômica não tenha sido tão favorável, nosso foco continua na busca da melhor colheita possível em cada ano – e foi isso que alcançamos em 2017”, avalia Luiz Ademir Hessmann, presidente da Epagri.

O Balanço Social da Epagri também contabilizou 218 projetos de pesquisa em execução no ano e 23 tecnologias lançadas, entre elas 7 cultivares. Ao longo de 2017, 54,2 mil famílias foram capacitadas e 91,5 mil famílias foram visitadas por profissionais da Epagri em suas propriedades.

Além dos números de 2017, o documento apresenta histórias de sucesso de agricultores, pecuaristas e pescadores que atuam em diferentes cadeias produtivas do Estado. “São casos individuais que podem parecer pequenos diante da grandiosidade dos números do agronegócio catarinense. Mas são histórias de famílias e comunidades para as quais o apoio da Epagri foi decisivo entre mudar de vida ou não, entre ir para a cidade ou permanecer no campo, entre conviver com dificuldades ou ter qualidade de vida. Nessa multidão, quem se destaca são os jovens, cujas vozes ecoam cada vez mais fortes no meio rural e pesqueiro catarinense”, diz Hessmann.

A publicação está disponível em:

http://docweb.epagri.sc.gov.br/website_epagri/Balanco_Social-2017.pdf

 

EPAGRI EM NÚMEROS – BALANÇO SOCIAL 2017

 

R$5,88

Retorno que a sociedade brasileira recebeu para cada real investido na Epagri

 

R$2,23 bilhões

Contribuição da Epagri no retorno que as tecnologias e ações da Empresa geraram para a sociedade

 

R$1,68 bilhão

Contribuição da Epagri no retorno que as tecnologias e ações da Empresa geraram para SC

 

R$5,23 bilhões

Retorno global, dentro e fora de SC, considerando a contribuição de todos os agentes que usaram as tecnologias da Epagri

 

COLHEITA DO ANO

218 projetos de pesquisa em execução

23 tecnologias lançadas

cultivares lançados

54,2 mil famílias capacitadas

91,5 mil famílias visitadas na propriedade

3 mil entidades atendidas

 

PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

52,1 mil análises de solo

172,6 mil atendimentos em escritório

3,8 milhões de acessos à página de previsão do tempo

26,4 mil Declarações de Aptidão ao Pronaf (DAPs) emitidas

 

INFORMAÇÃO TÉCNICA E CIENTÍFICA

880 mil visitas ao site da Epagri

260 programas de rádio veiculados em mais de 120 emissoras

261 vídeos técnicos

607 publicações técnico-científicas

3,7 milhões de visualizações no canal da Epagri no Youtube

 

CAPITAL HUMANO

171 pesquisadores

628 extensionistas

916 profissionais de apoio

67 jovens aprendizes

 

Mais informações: www.epagri.sc.gov.br

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Rodada de negócios estimula vendas de agricultores familiares em Mafra

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Com o objetivo de fortalecer a agricultura familiar e o comércio local, a Epagri realizou a Primeira Rodada de Negócios da Agricultura Familiar de Mafra. O evento, realizado na sede da Amplanorte e reuniu empresários, representantes do Exército Brasileiro e agricultores familiares para fazer negócios.

Telma Koene, líder do Projeto Gestão de Negócios e Mercados da Epagri para o Planalto Norte, explica que a rodada une compradores e vendedores para fazer negócios. “Entre as vantagens para as empresas compradoras estão o conhecimento de novos fornecedores, uma maior variedade de opções, facilidade na compra e descoberta de produtos inovadores. Já para os vendedores, a relação custo-benefício cresce, a possibilidade de encontrar potenciais compradores aumenta e a comunicação com o cliente final se torna mais dinâmica e direta”, detalha.

No encontro, representantes do Ministério Público de Santa Catarina e da Cidasc realizaram palestras para esclarecer detalhes da legislação a respeito da produção segura de alimentos e destacar a importância do cadastramento no programa E-origem, um sistema de rastreabilidade que será exigido de todos os produtores catarinenses. O evento contou com apoio da Amplanorte, da Prefeitura e da Associação Empresarial de Mafra.

Mais informações:  grma@epagri.sc.gov.br 

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Jovens rurais discutem sucessão familiar em Chapecó

 

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A Epagri realizou uma oficina de integração de jovens participantes do Curso de Organização, Gestão e Protagonismo. Participaram do encontro, realizado no dia 14 de junho, famílias dos jovens de Chapecó, Coronel Freitas e Cordilheira Alta.

Durante o encontro realizado na propriedade da família Oliveira, os participantes puderam se conhecer, trocar experiências e conversar sobre o processo de sucessão nas propriedades rurais.

O pesquisador aposentado da Epagri, Milton Silvestri, proferiu uma palestra sobre o tema “Agricultura familiar: continuidade entre passado, presente e futuro”. Com uma dinâmica muito sensível e valorizando as histórias das famílias, a palestra despertou no grupo o sentimento de orgulho de fazer parte da agricultura familiar.

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Em meio a rodas de chimarrão, o encontro foi marcado por emoção e alegria ao relembrar a trajetória das famílias. Os jovens, seus pais e os extensionistas da Epagri fizeram atividades em grupo e encaminharam as próximas oficinas, que serão realizadas em Cordilheira Alta e Coronel Freitas.

Mais informações: cetrec@epagri.sc.gov.br 

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No 1º Dia de Campo, Araquari recebe produtores de maracujá de várias cidades do Estado

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Mais de 50 pessoas que trabalham com a agricultura, no cultivo do maracujá, ou que estão pensando em iniciar o cultivo da fruta participaram no último dia 28, do 1º Dia de Campo Sobre a Cultura do Maracujá – desafios e perspectivas.

O evento contou com três palestras que abordaram o tema e uma visita técnica à propriedade de Arcione José de Marco, o maior produtor de Araquari. 

"A iniciativa do curso partiu, na verdade, de uma solicitação do próprio Arcione que veio de outra cidade para empreender na agricultura em Araquari e iniciou o plantio de 10 mil pés de maracujá aqui. Ele veio até nós buscando informações para melhorar, aprimorar o seu produto e percebemos que a necessidade dele também era a mesma de outros produtores do município", comenta Flávia Nunes, técnica agrícola do município. 

Araquari conta atualmente com 30 produtores, mas, além dos agricultores de casa, o evento recebeu também pessoas de Joinville, Schoroeder e de Blumenau como Nelson Krung que ainda não trabalha com o maracujá, mas, que tem o interesse de começar. "O curso foi ótimo. Nós recebemos informações bem interessantes e como a gente é principiante, qualquer informação é muito válida". 

O evento aconteceu em parceria com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e veio em um bom momento. "Nós tivemos algumas perdas no cultivo do maracujá, devido doenças que atingiram os frutos e com esses novos ensinamentos, com as novas mudas que estamos trazendo para a cidade, com mais qualidade, acreditamos que a produção no município melhore muito", explica o secretário de Agricultura e Pesca, Nelson Silveira. 

O produtor de Araquari, Arcione José de Marco também aprovou a iniciativa e espera outros cursos e oportunidades que possam auxiliar em sua produção: "O município é a capital do maracujá, então precisamos realmente incentivar para que a gente tenha produção e qualidade porque o mercado nos cobra isso. Hoje o nosso cliente quer qualidade, produtividade e fruta bonita. Através desse ensinamento, por meio de pessoas que estão há mais de 20 anos no ramo é que a gente vai conseguir atingir, com certeza, ao ponto que o nosso comprador deseja". 

A expectativa para esse ano é a produção de 500 toneladas do fruto. Além dos cursos que a Secretaria de Agricultura fornece gratuitamente para os produtores, uma das ações favoráveis também ao cultivo do maracujá foi a redução do valor das mudas, onde desde 2017 passou a custar R$1 para o produtor. Além disso, a Prefeitura subsidia também 50% do valor do adubo usado na plantação. 
 

Mais informações: emaraquari@epagri.sc.gov.br

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Presidente da Epagri participa de palestra em São Miguel do Oeste

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O presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina, Epagri, Luiz Ademir Hessmann, participou na quinta-feira, 26, em São Miguel do Oeste e em Descanso, de palestras e eventos ligados aos extensionistas da Epagri.

De acordo com o presidente da Epagri, Luiz Ademir Hessmann, a região é muito importante para a economia por conta de ser basicamente agrícola.

Segundo ele, o Extremo-Oeste é uma das regiões em que a empresa mais investe em equipamentos e formações.Fonte:Foto: Marcos de Lima / Portal Peperi

 

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Feira itinerante da agricultura familiar é lançada em São Miguel do Oeste

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A Feira Itinerante é resultado de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Agricultura e a Epagri e foi lançado oficialmente no sábado, 30, na praça Belarmino Anoni, no município de São Miguel do Oeste.

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De acordo com o secretário de Agricultura, Renato Romancini, a feira itinerante vai seguir um roteiro pré-definido. Os feirantes estarão no 1º sábado de cada mês no bairro Progresso; no 2º sábado, no bairro Estrela; no 3º no Agostini e no 4º sábado no São Luís. Além disso, a feira também será realizada os sábados, na Praça Belarmino Annoni.

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A Feira Itinerante não vai interferir na feira livre que acontece no pavilhão da rua Marcilio Dias. A garantia é do secretário de Agricultura, Renato Romancini. A feira do centro vai continuar nos mesmos dias e horários. Ele disse que o objetivo do projeto é permitir que mais moradores da cidade tenham acesso à Feira mais perto de casas, com grande variedade de produtos de origem vegetal e artesanato. Os agricultores interessados em participar das feiras nos bairros podem entrar em contato com a Secretaria de Agricultura ou a Epagri. Fonte:Cristian Lösch / Portal Peperi

 

Mais informações: saomigueldooeste@epagri.sc.gov.br

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Equipe da Epagri da regional de Xanxerê faz capacitação sobre energias renováveis

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A equipe de trabalho da Epagri da região pertencente à ADR Xanxerê se reuniu na última quarta-feira, 13, para mais uma capacitação mensal.

No auditório da ADR, os funcionários conheceram novos projetos desenvolvidos no Estado e também sobre energia fotovoltaica e biogás. Além disso, uma oficina foi trabalhada com os integrantes voltadas à área da saúde, tendo como tema hipertensão.

Conforme o gerente regional da Epagri, Adir Bertuzzi, as reuniões de região acontecem a cada dois meses e possibilita os colegas de trabalho a acompanhar as demandas da população diante das tecnologias.

“Nessa reunião discutimos sobre os programas da empresa, as novidades que recebemos através da direção e, particularmente hoje, a atividade foi uma capacitação sobre energia fotovoltaica e biogás, e também uma oficina sobre hipertensão. A participação foi bastante positiva”, comenta Bertuzzi.Fonte:adrs.sc.gov.br/adrxanxere

 

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Parcerias impulsionam o desenvolvimento da agricultura familiar de Ipira

 

ipiraface1O casal de agricultores Dilce e Darci Bazzo, percorreu um longo caminho em busca de sustento para a família. Durante 11 anos trabalharam em propriedades no plantio de tomate e pimentão em Curitiba, depois foram plantadores de alho em Frei Rogerio, em Santa Catarina, cuidadores de aviário em propriedades no Município de Ouro, no meio oeste catarinense e arrendatários de terras produtoras de uvas em Bituruna no Paraná.

Em 2009 decidiram retornar para a comunidade de Linha Santana, município de Ipira, localizado no Meio Oeste de Santa Catarina e pertencente a microrregião do Alto Uruguai Catarinense, na pequena propriedade de seu pai, para continuar o trabalho no plantio e venda de hortaliças 

Como várias famílias de agricultores do município, dona Dilce e seu Darci vendiam sua produção (in natura) de porta em porta e em pequena quantidade. Quando havia excedente, começou a industrializar informalmente para seu consumo e presenteando amigos e parentes. Como seus produtos são de excelente qualidade, a procura passou a ser grande. Mas havia um longo caminho a percorrer.

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“Na maioria das vezes, os produtores rurais familiares carregam uma vasta experiência no plantio, cultivo, criação e manejo de animais e lavouras. Eles dominam a atividade como ninguém. Mas, na hora da venda do produto, do acesso aos mercados, nada melhor do que contar com o associativismo para ganhar força e competitividade”, comenta a extensionista da Epagri em Ipira, Mari Lucia Lissa Dal Prá.

Assim, em 2005, foi constituída a Cooperativa de Produtores Agroindustriais de Ipira – CPAMI, com o objetivo de fortalecer e organizar as atividades produtivas desses agricultores familiares.

Em 2010, dona Dilce se tornou sócia da cooperativa CPAMI. Atualmente, a Cooperativa conta com 57 associados. Destes, 28 sócios, inclusive dona Dilce, abastecem regularmente a Casa Colonial, ou através dela vendem sua produção diretamente ao comércio local e regional.

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Em 2011 a Cooperativa recebeu fundamental apoio da Administração Municipal de Ipira e da Fundação Banco do Brasil.

 

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No município de Ipira, funciona a Casa Colonial mais antiga de Santa Catarina – no antigo endereço foram 20 anos de portas abertas, comercializando produtos da agricultura familiar do município.

O sonho dessas famílias era um espaço maior, mais centralizado para melhor atender os clientes e os turistas que passam por Ipira a caminho do Balneário de Piratuba. A antiga localização era retirada, dificultando o acesso do consumidor.

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Esse dia chegou em 2016. No dia 26 de novembro foi inaugurado o novo ponto de vendas da Casa Colonial de Ipira. Obra considerada importante para incrementar as vendas de agricultores familiares associados à Cooperativa de Produtores Agroindustriais de Ipira.

A sede da Casa Colonial é nova, espaçosa e muito bem localizada. Um projeto para aproximar o agricultor de seus compradores. Esse empreendimento é administrado pela cooperativa CPAMI. São 57 associados que contam com o associativismo para levar o produto até consumidor e poder divulgar sua marca.

A Casa Colonial de Ipira é um daqueles lugares onde dá vontade de levar, ou saborear de tudo para experimentar cada sabor. O grande diferencial é mesmo a qualidade. Isso porque o alimento chega direto do campo, todos os dias, em quantidades pequenas, mantendo aquele sabor especial que todo consumidor busca.

O novo ponto de vendas integrou um Projeto Estruturante da Cooperativa junto ao Programa SC Rural. Foram parceiros da obra: Administração Municipal, com a doação do terreno, recursos do Consórcio Machadinho e da própria cooperativa.

Além dos recursos para a obra, também foram investidos pelo SC Rural, recursos em melhorias de outros quatro empreendimentos: uma unidade de processamento de vegetais; unidades de processamento de mel, produção de ovos e unidade de bolachas. Fez parte também do Projeto Estruturante, o desenvolvimento de rótulos para os produtos e a confecção de material de divulgação da Cooperativa, apoiados pelo SC Rural.

“Essa obra, é um exemplo de que parcerias bem construídas e executas com responsabilidade têm resultados positivos para todos”, destaca o engenheiro agrônomo da Epagri em Ipira, Nei Carlos Wobeto.

Assim, dona Dilce encontrou na Cooperativa, no Programa SC Rural e na Epagri a parceria que precisava para construção de sua unidade, legalizar seu pequeno empreendimento, aumentar a produção, a renda e assim viabilizar economicamente a propriedade rural da sua família.

Segundo a extensionista da Epagri em Ipira, Mari Lucia Lissa Dal Prá, toda a matéria-prima é produzida na propriedade onde está localizado o empreendimento. Desta forma, a matéria-prima tem a qualidade exigida para o processamento na agroindústria.

No projeto de dona Dilce, o SC Rural apoiou na construção da unidade de processamento de hortaliças e frutas, compra de tanque de fibra 500 l, cerca, palanques de concreto, prateleiras para área de estocagem, utensílios, balança digital de 15kg, tacho de inox, panelas de alumínio, bacias plásticas, lavadora de pressão, bancada, mesa de inox, fogão industrial e freezer.

Diversas pessoas estiveram envolvidas para que o projeto da formação da Cooperativa, do novo ponto de vendas da Casa Colonial e o empreendimento de dona Dilce ganhasse forma e se tornasse realidade. Destacamos os técnicos da Epagri em Ipira, formada pelos extensionistas Nei Carlos Wobeto e Mari Lucia Lissa Dal Prá e do engenheiro de alimentos Ezequiel Nunes equipe regional da Epagri de Concórdia, responsáveis pela Manifestação de Interesse de dona Dilce.

 

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No endereço: https://www.facebook.com/scrural você pode acompanhar o depoimento da agricultora Dilce Bazzo e comprovar o quanto mudou na sua produção com o apoio recebido.

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Mais informações: Epagri – Ipira - (49) 34826164 

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Epagri avalia safra de arroz do Litoral Norte nesta quinta, com expectativa de aumento na produtividade

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A Epagri avalia nesta quinta-feira, 28, a safra de arroz do Litoral Norte do Estado, com perspectiva de crescimento na produtividade do grão naquela região. A Reunião Anual de Avaliação de Safra de Arroz da Região do Litoral Norte Catarinense acontece entre 8h30min e 16h, no auditório da nova sede da Cooperativa Juriti, em Massaranduba.

Serão avaliadas as safras de arroz nas regiões de Blumenau, Itajaí e Joinville. Glaucia de Almeida Padrão, Analista de Socioeconomia e Desenvolvimento Rural da Epagri/Cepa, diz que a área cultivada de arroz no Estado é bem consolidada, ou seja, não varia muito de uma safra para outra. A perspectiva para o mais recente ciclo agrícola no Litoral Norte é de aumento na produtividade, o que deve impactar positivamente no total produzido. “Esses números só serão consolidados durante a reunião”, esclarece Glaucia.

Os resultados da safra de arroz 2017/2018 no Litoral Norte serão discutidos a partir das 14h50min, pelo gerente regional da Epagri em Joinville, Hector Silvio Haverroth. Mas o evento conta também com uma vasta programação voltada para a cadeia produtiva do grão na região.

Entre os diversos temas a serem discutidos estão o uso de agrotóxicos e a legislação aplicada a esse tema, outorga de direito de uso da água para irrigação, análise do clima e efeitos sobre produção e qualidade do grão, resultados de pesquisas da Epagri no tema e ações e parcerias para a safra 2018/2019. São esperadas cerca de cem pessoas no evento, representantes de toda a cadeia produtiva do arroz na região. Fonte: Hector Silvio Haverroth, gerente regional da Epagri em Joinville – (47) 3461-1525 / 99148-9655 / Foto Aires Mariga Epagri

 

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