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Jovens da região serrana discutem seu papel transformador no meio rural

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O Encontro de Jovens Empreendedores do Meio Rural da Serra Catarinense realizado no último dia 14, em Lages, teve a participação da vice-governadora Daniela Reinehr, que falou a uma plateia de cerca de 250 pessoas, no auditório da Uniplac.

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O evento objetivou integrar, socializar e trocar experiências entre alunos dos cursos de Liderança, Gestão e Empreendedorismo, promovidos pela Epagri. Também teve como proposta contribuir, no processo de formação de jovens rurais, como protagonistas do desenvolvimento solidário e iniciativas inovadoras que agregam valores a produtos, serviços e espaços numa perspectiva ecocultural.

A vice-governadora Daniela Cristina Reinehr palestrou no evento enfocando a visão do governo do Estado e as políticas públicas para os jovens rurais que representam uma oportunidade para permanência no meio rural, com empreendedorismo e protagonismo.

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“A Epagri é um elo entre o produtor rural e o governo e nosso objetivo é fomentar esse potencial humano rural para que se desenvolva plenamente”, destacou Daniela Reinehr. Ela afirmou que o governador Carlos Moisés é sensível às demandas do meio rural e contou que ele, cultiva abelhas e tem atividade de pecuária. “Um dos grandes desafios hoje é como fazer com que o jovem permaneça no campo, produzindo com eficiência e condições técnicas. É importante associar o meio rural ao turismo, respeitando as características de cada região”, citou a vice-governadora, se referindo como uma das metas do governo.

Os jovens Dener e Sérgio Kuhnen, de Urubici, foram capacitados em 2015. Após o curso, os dois se destacaram na produção de olerícolas, como cebola, tomate e pimentão dentre outras. A perspectivas destes jovens é permanecer na propriedade rural, com mais investimentos em tecnologia e infraestrutura, viabilizando economicamente as atividades desenvolvidas por eles. “O curso nos deu uma nova visão da nossa propriedade. Toda família trabalha junto. Hoje dobramos a produção”, contaram os jovens que têm como extensionistas da Epagri, Paulo Soldi e Cláudia Schmitz.

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O Encontro contou ainda com a palestra da Dra. Rose Gerber, extensionista da Epagri, que falou sobre a Ação Jovem Rural em SC: resultados e desafios. O Prof. Msc. Humberto Aloísio Oliveira abordou “História, identidade e sucessão familiar na Serra Catarinense”. Na parte da tarde aconteceu uma mesa redonda, onde jovens da região apresentaram seus casos de sucesso em cultivo de morango consorciado com alface em sistema semi-hidropônico, pecuária de leite e de corte. 

Além de permitir socialização entre os participantes das diversas turmas na região, o Encontro buscou a valorização dos projetos empreendedores e a visibilidade do protagonismo dos jovens rurais, conforme explicou Andréia Meira, extensionista social da Epagri na região e uma das responsáveis pelo evento, sucessão familiar, organização e protagonismo foram temas discutidos no evento não só por jovens, como também por pais, familiares, técnicos e lideranças locais. “Foi fomentada ainda a criação de uma rede de cooperação entre jovens rurais da região para troca de informações, serviços e produtos”, acrescentou Andréia Meira.

A Epagri promove há dez anos cursos de Liderança, Gestão e Empreendedorismo para jovens rurais de todo o Estado. Neste período foram capacitados mais de 2 mil catarinenses, em 72 turmas. Ao final de cada curso, os alunos elaboram projetos de melhorias em suas propriedades rurais e a Epagri seleciona os melhores, que recebem financiamento do Estado para serem implementados. Nos 10 anos de vigência do curso, foram 902 projetos financiados, pelo Programa SC Rural, no valor de R$ 7,8 milhões. Só na Serra catarinense a Epagri já formou mais de 150 jovens. Nesse ano, o curso na região acontece entre abril e novembro e já está com as inscrições abertas.

O encontro foi uma parceria prevista em convênio firmado entre a Epagri e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e coordenado pelo gerente regional da Epagri Olmar Neuwald e pela extensionista e coordenadora do projeto Jovem Empreendedor Rural na Serra, Andreia Meira. O secretário executivo da Amures, Walter Manfroi representou a associação de municípios e destacou que a Epagri tem uma forte parceria com os 18 municípios da Serra Catarinense. Fontes: Gabinete da vice-governadora e Epagri

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Agricultoras da região serrana participaram de evento em Lages

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O Whokshop da Mulher Empreendedora Rural da Serra Catarinense, realizado no município de Lages, reuniu mulheres agricultoras da região Serrana. Dentre elas participaram mulheres de Anita Garibaldi, Campo Belo do Sul, Cerro Negro e Capão Alto.


O evento foi promovido pela Epagri das regiões de Lages e São Joaquim, cujo objetivo foi o de avaliar os avanços e os desafios encontrados pelas mulheres a frente de organizações comunitárias, agroindústrias, empresas, cargos públicos e famílias. 
 

A programação contou com palestras relacionadas ao tema proposto, e explanações de agricultoras a respeito das experiências no meio rural. Elas, ainda, levantaram problemas e sugestões para ajudar no desenvolvimento do empreendedorismo e empoderamento da mulher no meio rural.

A pecuarista da comunidade de Vigia, em Capão Alto, Jesabel Machado, relatou durante o evento sua experiência na pecuária de leite: “Hoje temos uma boa produção de leite de ótima qualidade, mas o preço que recebemos da empresa ainda não é o ideal, então a solução está sendo buscada através da transformação do leite em queijo artesanal serrano”, contou Jesabel. 
 

De Capão Alto estiveram presentes 11 agricultoras pertencentes às comunidades de Reassentamento Laranjeira, Varelas, Vigia, KM 14, e Sede, além da vice-prefeita Rita Silvânia Alexandre Costa, da vereadora eleita Sadiana A. Melo Coelho Lopes e da extensionista social Lilian Maria Sbecker Rodrigues, que trabalha na Epagri do município. Representaram Capão Alto, mulheres que têm atuação na agricultura, pecuária de corte e leite, turismo rural e agroindústria.

A vice-prefeita Rita Silvânia avaliou a participação no evento como muito positiva. “Elas representam o potencial de desenvolvimento do município. São mulheres que fazem a diferença nas suas comunidades”, destacou. 
Para a extensionista social da Epagri, Lilian Sbecker, o evento contribui para valorizar o trabalho e participação das mulheres na sociedade. “O que motiva mulheres a serem empreendedoras são atividades que vão além da melhoria de renda, mas que trazem também realização pessoal e algo de novo e positivo para a comunidade”, concluiu.Fonte:Correio dos Lagos

 

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Epagri de Guaramirim busca encurtar a cadeia de comercialização de produtos agrícolas

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Um aplicativo direcionado a agricultores familiares e consumidores da produção agrícola – restaurantes, cozinhas industriais, hotéis – promete encurtar a cadeia de comercialização dos alimentos em Guaramirim, no Norte Catarinense.

A tecnologia foi apresentada aos produtores rurais e consumidores no dia 25 de fevereiro em reunião na Associação Empresarial do município (Aciag), organizada pela Epagri em parceria com a Aciag e apoio da Secretaria Municipal de Agricultura.

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Segundo as extensionistas rurais da Epagri de Guaramirim, Zelita de Lourdes Gomes e Camila de Macedo Golba, o evento surgiu de uma demanda dos agricultores durante uma reunião de planejamento de atividades da Epagri. “Muitas vezes os agricultores não conseguem receber um preço justo pelos seus produtos e acabam ficando reféns de intermediários e das oscilações de preços no mercado. Também ocorre de os produtos agrícolas perderem a qualidade devido à demora em chegar à mesa do consumidor. Portanto, quando proporcionamos o encurtamento da cadeia de comercialização através da venda direta do agricultor para o consumidor final, conseguimos agregar valor ao produto fazendo com que o agricultor ganhe mais e que o produto chegue com mais qualidade à mesa do consumidor, com preço justo e com menos desperdícios”, ressalta Zelita.

“O aplicativo foi uma das alternativas de comercialização direta apresentadas aos agricultores e consumidores. Ganha o produtor que pode programar a produção e garantir a estabilidade do preço ao longo da safra e ganha o consumidor, que tem a garantia de entrega, preço e qualidade”, diz Camila. Ela reforça que os agricultores também estão sendo incentivados a participar do Programa Nacional de Alimentaão Escolar (Pnae) e da feira livre local. “Com essas ações esperamos que os agricultores tenham mais autonomia na venda e no planejamento de sua produção, além de fazer com que o produto seja comercializado no município e desta forma contribua para a economia local”.

Durante o evento foi feita uma mostra de produtos dentro do auditório onde aconteceu a palestra. Os agricultores trouxeram seus produtos para exposição para que os empresários presentes conhecessem os produtos e as marcas locais.

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Propriedade de São Miguel da Boa Vista é referência pela Epagri

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O casal de agricultores, Gilmar e Tania Fedrigo tem a primeira propriedade do município de São Miguel da Boa Vista, no extremo oeste de Santa Catarina, com sistema de irrigação de pastagem, considerada referência pela Epagri

Há dez anos, o agricultor Gilmar teve um início difícil na propriedade. Ele conta que em 2008 iniciou, junto ao avô Altemio Fedrigo, com quatro vacas leiteiras e pouca produção. “Questão financeira, falta de conhecimento e de informação foram as principais dificuldades”.

“Fomos para nossa propriedade de 12 hectares de terra que o nono nos deu, e construímos a nossa casa e uma sala de ordenha no galpão de fumo que já existia, começamos a melhorar a pastagem, que até então eram só “capoeira” e “vassourinha”, roçando e piqueteando, o pasto começou a aparecer. Com a ajuda e orientação da Epagri e financiamento do Sicoob Credial adquirimos mais animais, nesse tempo a família também cresceu, vieram os filhos Everton e Emanuel”, lembra Gilmar.

Com a propriedade prosperando, juntamente com o conhecimento adquirido, Gilmar conta que a pastagem ganhou qualidade e um sistema de irrigação que virou referência no município. “Fomos atrás de conhecimento e melhoramos a qualidade da pastagem e a quantidade de vacas. A genética também melhorou através de inseminação e hoje, temos uma propriedade certificada, livre de Tuberculose e Brucelose, há quatro anos”, ressalta o agricultor.

Para Gilmar e família, o Sicoob Credial é considerado um dos seus principais parceiros: “na Cooperativa foi onde buscamos recursos para adquirir cisterna, sistema de irrigação, animais, trator e maquinário”, cita.

Para o gerente do Sicoob Credial de São Miguel da Boa Vista, Vanderlei Bonaldo é sempre bom contribuir com a evolução das propriedades. "Nesse caso, em específico, conheço a propriedade desde seu início e é visível o crescimento e desenvolvimento que obtiveram. Os associados Gilmar e Tania receberam oportunidade através do nono Fedrigo e não deixaram a chance escapar. Trata-se da primeira propriedade com irrigação de pastagem também propriedade modelo e referência pela Epagri no município, além disso, é há alguns anos propriedade certificada pela Cidasc, livre de tuberculose e brucelose”, avalia.

 

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Segundo a Epagri Joinville tem pelo menos 1.500 pessoas dedicadas ao turismo rural

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Setor ganha força com profissionalização de moradores que transformam chácaras e sítios em empreendimentos para lazer e atividades pedagógicas 

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A comunidade rural de Joinville está conseguindo gerar renda e promover um olhar diferenciado da população para o campo, tendo como aliada o empreendedorismo.

Nos últimos anos, vem ganhando força o turismo rural e pedagógico nas propriedades do interior. Prova disso é que, somente em 2018, cerca de 12 mil a 15 mil crianças e adolescentes visitaram a zona rural da cidade por meio de excursões escolares. Isto sem contar o incalculável número de famílias e adultos que buscam opções de descanso e lazer fora do centro urbano.

O circuito do turismo rural de Joinville é formado pelas comunidades: Estrada da Ilha, Estrada Bonita, Piraí, Quiriri e Dona Francisca. Em ambas as regiões tanto os joinvilenses quanto os visitantes vindos de fora são brindados com cenários naturais e atrações diversificadas.

Estimativas da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), na Região Norte, dão conta que ao menos 1,5 mil pessoas estão ligadas ao turismo rural no município. Além disso, nos últimos seis anos cerca de 120 pessoas participaram do curso de empreendedorismo voltado para jovens rurais na entidade, com o intuito de desenvolver projetos de vida visando a permanência no campo. Conforme a engenheira agrônoma da Epagri, Dione Benevenutti, a maioria das iniciativas tem relação com o turismo rural.

Dentre as modalidades em expansão estão as opções que contemplam o turismo ecológico. No município se destacam ainda os pesque e pagues, que, no início dos anos 2000, já representavam 35% do segmento a nível rural, além dos setores de hospedagem, venda de produtos e alimentação.

“Joinville tem ao menos 57 piscicultores e um número já consolidado de pesque e pagues, principal referencial do turismo de lazer no campo em Joinville. O que se percebe é que agora tanto o turismo voltado para aventura quando os cafés coloniais têm crescido bastante e muitos jovens optam por ficar nas propriedades e estão investindo nas terras da família”, destaca Dione.

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Roteiro pedagógico em Joinville

Outro grande propulsor do setor em Joinville é o projeto de turismo pedagógico Viva Ciranda, criado em 2010 e relançado em 2013, e que movimenta parte do contingente de crianças de escolas públicas e privadas de Joinville até a zona rural. O intuito, além de fomentar a geração de renda e valorização das famílias rurais, é de oferecer aprendizado por meio de atividades educativas e recreativas no campo.

A ideia serve como via de mão dupla, primeiro por incentivar as potencialidades e garantir o selo de qualidade das propriedades participantes; em contrapartida, para os alunos, é uma oportunidade de imersão em temas trabalhados dentro de sala de aula e que envolvem a agricultura, os animais, a vegetação, além de cultivos de produtos orgânicos e de flores.

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“Atualmente, 14 propriedades rurais participam do Viva Ciranda e estão preparadas para receber as crianças com o roteiro pedagógico adequado para cada faixa-etária e de acordo com o conteúdo proposto pela professora”, aponta Anelise Falk Rosa, que coordena o Viva Ciranda. Isso ajuda ainda a atrair outros visitantes e turistas que buscam alguma opção de lazer fora da área urbana, que querem o contato com a natureza e uma gastronomia diferente e mais simples, visitando essas propriedades nos finais de semana”.

Consolidada, a iniciativa já serve de inspiração para a implantação de projetos semelhantes em outras cidades, entre elas a vizinha Massaranduba, com o projeto Viva + Massaranduba, lançado recentemente. Fonte:Jornal A Notícia – Por Luan Martendal -luan.martendal@somosnc.com.br / Foto: Carlos Junior, especial

 

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Turismo ecológico ganha força, gera renda para famílias rurais e permanência de jovem no campo

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Propriedades da família Kersten e da família Tamazia são exemplos das potencialidades de novos negócios no campo. Propriedade de Ango Kersten tem mais de 25 anos no turismo rural, no município de Joinville.

O Jornal A Notícia  trouxe um pouco da história de uma das pioneiras em investir no turismo rural em Joinville: a família Kersten. Desde a década de 1990, Ango, o patriarca, abre sua propriedade de cerca de 160 mil metros quadrados para visitação.

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Ao lado da esposa Ivanir, o anfitrião mantém o local instalado na Estrada Bonita aberto para visitação desde 1992, sendo que três anos mais tarde já recebia excursões de escolas e faculdades. De lá para cá as duas filhas do casal também se profissionalizaram para ajudar nos negócios.

Agora, o sítio recebe também grupos de adultos e idosos, atraídos pelos produtos coloniais feitos no local e têm a possibilidade de conhecer animais exóticos, um museu rural, ou apreciar um bom café.

— Quando criamos o museu e abrimos a propriedade para visitação a ideia era transmitir um pouco de história e da cultura dos antepassados às crianças das escolas que nos visitavam. Mas o que acabou surpreendendo é, que, principalmente as pessoas da 3ª idade que conhecem este espaço se emocionam, choram, porque viveram isso tudo e resgatam um pouco das suas próprias histórias — relata Ango.

O acervo do museu é composto por cerca de 870 peças, desde itens simples como discos de vinil e fitas cassete a até máquinas de escrever, ferramentarias e uma colheitadeira datada de 1895. Fotos antigas das primeiras excursões e da própria família, que está na sexta geração, também são compartilhadas. “A tecnologia evolui muito rápido, então reúno aqui coisas que já não existem e que nem são tão antigas assim, mas que para a maioria das pessoas traz um pouco de cultura”, considera.

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Ango Kersten mostra o museu rural feito por ele

O ambiente é aberto diariamente das 7h30 às 18 horas ao custo de R$ 15 (consumo mínimo) e oferece ainda passeios de trator (R$ 15 a parte) – que passa sobre as águas do Rio Pirabeiraba – além de comércio de artesanatos e iguarias do interior, como caldo e melado de cana, geléias e mel, cucas, pães e bolachas. O melado, inclusive é feito uma ou duas vezes na semana dentro de um “tacho”, levando 360 litros de cana-de-açúcar, colhida diretamente no terreno e que dá origem a 55 litros de melado por receita.

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Joice é uma das herdeiras de Ango Kersten e ajuda a família nos negócios

Permanência do campoA tradição familiar fez com que Juliana Kersten, de 29 anos, decidisse ficar nas terras da família depois de adulta, assim como a irmã Joyce, que também trabalha na propriedade. Juliana começou a ajudar ainda pequena, aos 13 anos de idade, como guia de excursões e aprendeu com a mãe a fazer cucas, bolachas e pães para venda. Ela participou do curso de especialização da Epagri e como resultado, criou a pouco mais de um ano o seu próprio negócio.

Em um empreendimento anexo ao sítio dos pais, Juliana mantém a Alles Blau – Cuca e Café, na qual vende produtos caseiros aos fins de semana e feriados a partir das 10 horas, e também funciona como café colonial, das 15h às 19h.

— Quando a gente gosta do que faz, se espelha nos seus pais, investe no turismo e vê que está dando certo, talvez até pensa, mas não concretiza a saída do campo. Então por esse histórico familiar e de fazer o que eu gosto, acho que não teria oportunidade melhor do que estar investindo com a sua família e para a sua família — considera Juliana.

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Piscinas naturais e áreas de eventos no campo estão entre os potenciais de negócios do ecoturismo em Joinville

Eco turismo e eventos ganha força

Vanessa Venzke Falk, presidente do Joinville Convention Bureau, avalia que a utilização de espaços rurais voltados ao turismo e para a realização de eventos também está crescendo como um todo em Joinville. Isto considerando que o turismo rural é uma tendência a nível nacional.

— As pessoas estão buscando mais essa aproximação com a natureza e em Joinville esse movimento não é diferente. Hoje já temos diversas propriedades rurais abertas e voltadas a este mercado, mas ainda pouco conhecidas, então temos um potencial ainda muito maior a ser explorado — reforça.

— Quando vamos em busca de captar eventos, as opções rurais também são lembradas como um atrativo a parte à escolha da cidade para sediá-los — completa.

Em uma propriedade distante cerca de 20 quilômetros do Centro, está outro exemplo das potencialidades do turismo rural joinvilense, tanto em sediar eventos quanto em promover diversão para a família toda. Com 190 mil metros quadrados, o Parque Ecológico Caminho das Águas, na Estrada Piraí, reúne centenas de pessoas aos sábados, domingos e feriados em torno de três piscinas naturais abastecidas com a água de um afluente do rio.

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Rogério Tamazia trabalha com turismo rural, negócio que garantem parte da renda da família

O espaço, ao custo de R$ 15 a entrada, conta ainda com 39 quiosques para churrasco e área de camping (a locar), além de trilhas em meio a mata nativa e lanchonete.

Conforme um dos donos das terras, Rogério Tamazia, o local foi viabilizado na década de 1990 depois que seu pai comprou o terreno, que antes servia para extração de britas e o revitalizou. Com a ajuda de um sistema de captação, a água percorre galerias até chegar às três piscinas do espaço, duas delas com até 1,70 metro de profundidade e a outra com 2,10 metros. Depois do uso, semanalmente a água é escoada novamente para seguir o curso do rio e é renovada para uso dos banhistas na semana seguinte.

— É um negócio que demandou bastante investimento, mas que deu certo. Além de complementar a renda da família, eu particularmente adoro a natureza. Sou apaixonado por isso tudo, então o legal de ter esse tipo de negócio é que o reconhecimento (dos visitantes) é imediato — aponta Rogério.

Hoje o Caminho das Águas já disponibiliza o espaço para aniversários e confraternizações empresariais, mas na área comum aos demais visitantes. No futuro, a intenção da família é ampliar os negócios. Dentre as intenções está a construção de chalés e a implantação de uma área própria para festas. Fonte: Jornal A Notícia – Por Luan Martendal / luan.martendal@somosnc.com.br / (Foto: Carlos Junior, Especial)

 

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Turismo rural: conheça opções para visitar em Joinville

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As propriedades rurais joinvilenses voltadas ao turismo têm em comum o privilégio de abrigar belas paisagens, por vezes, formadas em meio a vastas áreas verdes, sob o som dos pássaros, árvores frutíferas e o barulho da correnteza dos rios e das cachoeiras. Uma reunião de encantos, que serve de refúgio a quem busca se conectar com a natureza e desligar do corre-corre da vida urbana, mesmo que por algumas horas.

Na Estrada da Ilha, o colorido das flores é cartão-postal; na Dona Francisca, casas em enxaimel, alambiques de cachaça artesanal e deliciosos pastéis e caldos de cana ganham espaço. Já para quem busca boas opções gastronômicas, de hospedagem e entretenimento, a Estrada Bonita é o destino mais procurado. Há ainda a rota dos pesque e pagues, recantos, e estabelecimentos que oferecem trilhas e camping, estes em especial nas regiões do Piraí e do Quiriri.

Listamos alguns desses locais, a maioria deles vinculados ao projeto Viva Ciranda ou com a Associação de Turismo Eco Rural de Joinville (Aterj). Confira opções para conhecer:

1.Região do Piraí

Local: Sítio Canto dos Pássaros

Endereço: Estrada Comprida, 2,5 km após o Pórtico de acesso do Vila Nova

Contato: (47) 3439-6292

Local: Rancho Alegre

Endereço: Estrada Piraí, 2551 – Vila Nova

Contato: (47) 99222-2040

Local: Família Schroeder

Endereço: Estrada dos Morros, 1600 – Vila Nova

Contato: (47) 3439-5234

Local: Vale do Ouro Eventos e Pousada

Endereço: Estrada do Salto 1,5650 – Vila Nova

Contato: (47) 98808-4688

Local: Recanto das Arrozeiras

Endereço: Rodovia do Arroz, 413 – Vila Nova

Contato: (47) 98843-2063

Local: Parque Ecológico Caminho das Águas

Endereço: Estrada Piraí, poste 127 – Vila Nova

Contato: (47) 991665200

Local: Pesque e Pague Piraí

Endereço: Estrada do Atalho – Vila Nova

Contato: (47) 3439-5180

Local: Pesque-Pague Sítio 3 Lagoas

Endereço: Estrada do Salto, 2 – Schroeder I – Vila Nova

Contato: (47) 99108-3623

 

2.Região Dona Francisca / Quiriri

Local: Quinta da Mildau – Estrada Mildau, 1747

Endereço: Estrada Mildau, 1747 – Pirabeiraba

Contato: (47) 99146-0085

Local: Sítio Vó Bia

Endereço: Estrada Isac, S/N – KM 02 – Pirabeiraba

Contato: (47) 3433-9667

Local: Apiário Pfau

Endereço: Estrada do Rio da Prata, poste 25 – Pirabeiraba

Contato: (47) 3428-0136

Local: Hotel Fazenda Dona Francisca

Endereço: SC-418, km 19 – Pirabeiraba

Contato: (47) 4063-9960

Local: Vale das Nascentes

Endereço: Estrada Quiriri, 9764 – Pirabeiraba

Contato: (47) 4101-1313

Local: Canela Preta

Endereço: SC-418, 18 – Pirabeiraba

Contato: (47) 98850-1482

Local: Café Rural Família Roos

Endereço: Estrada Comprida, 1200 – Vila Nova

Contato:(47) 3439-6290

 

3.Região da Estrada Bonita

Propriedade de Ango Kersten(Foto: Carlos Junior, especial)

Local: Propriedade Ango Kersten

Endereço: Estrada Bonita, km 20

Contato: (47) 3464-1432

Local: Restaurante Tia Martha

Endereço: Estrada Bonita, km 8

Contato: (47) 3437-7130

Local: Recanto Estrada Bonita

Endereço: Estrada Bonita, km 8

Contato: (47) 3436-9535

Local: Pesk Pague Reinaldo Hattenhauer

Endereço: Estrada Bonita, km 8

Contato: (47) 3464-1500

Local: Pousada e Restaurante Grun Wald

Endereço: Entrada da Estrada Bonita

Contato: (47) 3464-1004 (pousada) e (47) 3464-1271 (restaurante)

 

4.Região da Estrada da Ilha

Local: Agrícola da Ilha / Parque Dos Hemerocallis

Endereço: R. Ten. Antônio João, 4257 – Jardim Sofia

Contato: (47) 3473-0628

Local: CTG Chaparral

Endereço: Estrada Alvino Souza do Nascimento, 958 – Pirabeiraba

Contato: (47) 3424 6196

Fonte: Jornal A Noticia – Por Luan Martendal luan.martendal@somosnc.com.br

 

Mais informações: http://www.aterj.com.br/

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O agronegócio em Abdon Batista cada vez mais forte, agora com produção de citros

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A produção de citros é a mais nova opção de geração de renda para os agricultores de Abdon Batista, município localizado região Meio Oeste de Santa Catarina.

Com o apoio da Epagri em parceria com a Secretaria da Agricultura Municipal e empresas privadas, a atividade vem apresentando bons resultados para as 10 famílias rurais que cultivam citros em 44 hectares.
 

A média de produção é de 30 toneladas por hectare das variedades para a indústria, que já vem sendo cultivadas desde o ano passado. Já as variedades para produção de mesa, cujos pomares foram instalados na safra 2014/2015, a produtividade está em 12 toneladas por hectare, com perspectiva para alcançar 25 toneladas nos próximos anos.

Essa produtividade tem sido alcançada pelos agricultores Silvana e Jair Guzati, casal atingido por construção de barragem que foi reassentado no município. Eles têm na citricultura a principal fonte de renda e foram pioneiros no cultivo tanto de variedades para a indústria como para as de mesa.

No município, os pomares estão localizados nas comunidades Senhor Bom Jesus, Santa Catarina, São Roque, Santo Antônio e São Paulo. Dentre as variedades plantadas para mesa e para a indústria se destacam a Montenegrina, a Montenegrina Rainha, a Dekopon, a Bahia e a Valencia.

O prefeito Lucimar Salmória, tem destacado mais esta vertente do agronegócio de Abdon Batista. “Nossos agricultores são empreendedores por natureza e seus filhos, estão buscando alternativas para seguir no campo e cabe a nós da prefeitura, enquanto gestores, fomentar e oferecer mais condições e oportunidades aos nossos agricultores familiares”, comemorou.
 

“Além do acesso ao Pronaf através de plano de crédito para o custeio da safra, os agricultores recebem assistência técnica e orientação para a comercialização, fortalecendo a atividade econômica no município”, ressalta Adelino. Fonte:http://lagesnarede.com.br

 

Mais informações: emabdonbatista@epagri.sc.gov.br

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Armazenamento de água traz segurança para jovem produtor de arroz

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Uma reserva que vale ouro para quem trabalha com arroz irrigado. A cultura é muito exigente em água pois o sistema de produção utilizado pelos agricultores catarinenses é o pré-germinado e a água entra na lavoura antes da semeadura.

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Também depois da aplicação dos herbicidas é necessária a reposição de água para que não ocorra reinfestação das plantas daninhas. Assim explica o extensionista rural da Epagri Donato Lucietti sobre a importância da disponibilidade de água na cadeia produtiva de arroz em Santa Catarina.

Para não ficar dependente das condições do tempo, o jovem rural Marcos Augusto Mondardo Dal Molin, do município de Nova Veneza, decidiu que antes de aplicar recursos na compra de maquinário agrícola era preciso investir em armazenamento de água. Marcos mora na comunidade São Bonifácio que era chamada Vila Seca porque é um local que apresenta escassez de água. As famílias dependem unicamente de um córrego e uma semana sem chuva é problema certo.

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Como tem épocas que chove muito na região, o jovem produtor está armazenando água em açudes construídos em vários pontos da propriedade. Até o momento são 10 açudes com uma lâmina de água de 4,5 hectares. A meta de Marcos é chegar a oito hectares. Ele diz que para cada 15 hectares de lavoura de arroz, o ideal é ter um hectare de lâmina de água armazenada, uma reserva correspondente entre 30 e 40 metros cúbicos de água.

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Marcos conta como tudo começou. “Meu pai trabalha com produção de arroz há 30 anos e eu comecei há 10 anos. Em 2016 participei do curso da Epagri para juventude rural e comecei a ver a propriedade com outros olhos”, relata o jovem. Assim que retornou do curso Marcos falou com o seu pai João Valcir Dal Molin sobre o que era prioridade na produção de arroz. E, em conjunto, decidiram que o mais importante era investir em armazenamento de água, dando-lhes autonomia e segurança no processo produtivo.

O irmão de Marcos, Juliano Mondardo Dal Molin, que é presidente da Fundação Municipal de Meio Ambiente, em Nova Veneza, recomenda que antes de fazer um reservatório de água o produtor busque orientação junto aos órgãos ambientais do município porque é preciso fazer de acordo com a legislação ambiental.

Tecnologia, qualificação profissional e visão de futuro! Marcos é o perfil do novo agricultor catarinense que tem a Epagri como parceira no desafio de produzir com sustentabilidade. São jovens como ele que assumem a agricultura com competência e a responsabilidade de pensar no amanhã.

Veja a reportagem completa sobre armazenamento de água na produção de arroz no Canal da Epagri no YouTube.

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Fazenda Pinheiro Seco: a maior produtora de leite de ovelha do Brasil

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Aliando produtividade, qualidade genética e de sanidade, a Fazenda Pinheiro Seco ocupa um lugar de destaque no cenário nacional do agronegócio. É a maior produtora de leite de ovelha do Brasil e responsável por impulsionar o município de Bom Retiro, na Serra Catarinense, para os mercados mais exigentes.

Localizada na BR-282, a fazenda possui 576 hectares, sendo 194 de área útil, situada numa altitude de 950 metros. Foi adquirida em 2004 por um grupo de investidores, quem além da ovinocultura e bovinocultura de leite, buscam implementar outros projetos como a lavoura, vinicultura e turismo de experiência.

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Os administradores da Fazenda Paulo e a esposa Vera – Foto: Suzani Rovaris

Ao longo dos últimos anos, uma figura foi responsável pela evolução e notoriedade, o senhor Paulo Gregianin, tecnólogo em Agronegócio, com especialização em Agronegócio e Engenharia e Gestão da Produção. Mas formação profissional à parte, foi a vida no campo e a lida com os animais que o fizeram adquirir tanto conhecimento, especialmente quando o assunto é genética.

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Desde 2009, quando se tornou administrador, a propriedade intensificou o trabalho de melhoramento genético, usando como critério dados de produção. O leite passou a ser produzido em 2012 e hoje, seguindo a metodologia de congelamento de sêmen, a fazenda possui um núcleo genético composto por cinco famílias de ovinos.

“Nos tornamos autossuficientes em 2015, não precisamos mais trazer reprodutores de outros locais. Conseguimos fazer multiplicação aqui dentro e manter a qualidade genética e sanitária”, afirma Paulo. As parcerias com a Udesc, através do professor Alceu Mezzalira, e da UFSC, além de alunos que realizaram pesquisas e concluíram teses de mestrado e doutorado, foram fundamentais para o processo.

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Ao longo do tempo a produção média por ovelha era de 1,3 litro de leite, com pequenos ajustes de manejo e nutricional, utilizando a mesma infraestrutura e a mesma mão de obra, esse número aumentou para 1,5 litro. A produção média é de 200 mil litros por ano, comercializada em sua maioria para a Casa da Ovelha, em Bento Gonçalves (RS).

Parcerias

Aconstante evolução da fazenda é atribuída também às demais parcerias desenvolvidas ao longo do tempo, como a Epagri, responsável pela implantação de sistemas produtivos e sustentáveis de pastagens, que permitiu também criar vínculo com as regionais de São Joaquim e Lages para a produção de uvas e vinhos. O Sindicato do Produtor Rural, que através do Senar, ofertou cursos de capacitação para os colaboradores, e o Sebrae, que desenvolveu junto à fazenda um projeto de turismo de experiências.

A integração com todas estas entidades rendeu bons frutos e como afirma o senhor Paulo, “somente com as parcerias entre entidades públicas e privadas é que chegaremos ao nosso desenvolvimento e crescimento econômico e pessoal”. Vale destacar ainda, que este sucesso só foi possível pela visão de negócios e a abertura que os sócios Celso Ferreira de Oliveira, Ênio Emílio Schneider, Paulo Roberto Zuch e Maurício Santana Moraes deram para a execução de todas as atividades.

Depoimentos

“O município de Bom Retiro ganhou muito com a Fazenda Pinheiro Seco. O Paulo desenvolveu vários projetos que deram abertura para a exploração do turismo, abriu as portas e mostrou todo o potencial que a fazenda possui. Recebeu com muito carinho pesquisadores que buscavam conhecimento na área de ovinos, bovinos e na produção de uva.” Vilmar Neckel, prefeito de Bom Retiro.“

Nossa parceria, através do Sindicato do Produtor Rural e o Senar, só aumentou com o tempo. Os cursos oferecidos eram direcionados aos colaboradores. É importante destacar que o leite produzido é de alta qualidade, por isso, a fazenda sempre se destacou. O Paulo se integrou na comunidade bonretirense, abriu as portas da fazenda e se colocou a disposição para mostrar e difundir a tecnologia lá utilizada.” Milton Graciano Peron, presidente do Sindicato do Produtor Rural de Bom Retiro.“

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"Não conseguimos separar o sucesso da fazenda do Paulo e da sua esposa Vera. É importante destacar a maneira como eles estabeleceram parcerias e trabalharam com várias entidades. Os parceiros não se sentem apenas coadjuvantes, mas autores e comprometidos com o trabalho. Eles conseguiram estabelecer um laço firme. Nós, da Epagri, procuramos sempre trabalhar para desenvolver a melhor alimentação para o rebanho, tanto o bovino quanto o ovino.” José Kauling, extensionista rural da Epagri de Bom Retiro.“

A fazenda Pinheiro Seco é um empreendimento de grande importância para a região serrana, por vários motivos. Pela atividade econômica da produção de leite de ovelha, que – além da geração de riquezas – coloca Bom Retiro em evidência; como também pelo potencial de agregação de valor ao turismo regional, compondo roteiros com as pousadas e vinícolas da região. Sem esquecer da contribuição à gastronomia local, que pode desenvolver novos pratos com ingredientes da ovinocultura de leite.” Altenir Agostini, coordenador regional do Sebrae.

“Na busca por condições adequadas para o crescimento de meus alunos, procurei o Paulo. Tenho certeza que em conjunto com os demais pesquisadores da Universidade, conseguimos implantar novas tecnologias na região, graças aos benefícios proporcionados pela parceria oferecida pelo Paulo. Porém, esta é apenas uma face do ocorrido ao longo destes anos de convívio harmonioso, produtivo e gratificante. Paulo tem um espirito inquisitivo e um senso de observação incomum, o que o torna um excepcional gestor. Em função dessas características e com seu exemplo prático, Paulo conseguiu quebrar uma série de tabus, demonstrando que sim é possível tornar a região serrana altamente produtiva.” Alceu Mezzalira, professor da Udesc.Fonte:jornalcorreiolageano

 

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