Arquivos da categoria: Epagri

Coopema – uma história de sucesso e maçãs de qualidade

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No dia 16 de julho de 2012, foi fundada a primeira cooperativa de produtores do município de Urupema, na Serra Catarinense,a Coopema – Cooperativa Agropecuária de Urupema.

A Coopema é composta por 24 associados,em sua maioria agricultores familiares, que têm como principal atividade e fonte de renda a produção de maçãs, com pomares localizados a altitudes entre 1.000 e 1.400 metros acima do nível do mar, numa região caracterizada pelo clima frio de altitude favorável a produção de maçãs de qualidade.

A Epagri, através do Escritório Municipal de Urupema, participou ativamente do processo de organização e desenvolvimento da maturidade do grupo Coopema, promovendo reuniões técnicas, treinamentos, encontros, excursões entre outras ações antes da fundação da cooperativa. Trabalho este visando sensibilizar, motivar e fortalecer o grupo de fruticultores do município quanto à importância do cooperativismo e a oportunidade de melhorar a rentabilidade da cultura da maçã, através da maior participação no mercado pela venda direta as Centrais de Abastecimento e distribuidores de frutas no Brasil.

Este trabalho de orientação e capacitação continua sendo realizado ativamente, pois a Coopema faz parte do planejamento do Projeto Técnico de Fruticultura da Epagri e do Projeto Gestão de Negócios e Mercado desde 2011 como grupo organizado apoiado. A Coopema está mapeada para participar do Projeto Mais Gestão, convênio firmado entre a Epagri e a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural que visa aprimorar a Gestão de organizações da Agricultura Familiar.

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Após a fundação da cooperativa, em 2012, o grupo fez a aquisição de estrutura física de uma empresa privada que havia encerrado suas atividades no município de Urupema. Porém, essas instalações, que consistiam em um terreno com galpão e câmaras frigorificas, estavam sem condições de operação. Existia a necessidade de aquisição de máquinas, equipamentos para a classificação e embalagem das maçãs, também a reforma e modernização das câmaras frigorificas para armazenagem de maçã.

A Epagri entre 2016 e 2017 elaborou um Plano de Negócios com análise de viabilidade financeira e um Projeto Estruturante que após longo tramite foi aprovado pelo Programa SC Rural (Governo do Estado de Santa Catarina e Banco Mundial – BIRD), aportando R$ 400.000,00 (apoio financeiro não reembolsável) para parte dos investimentos. A Epagri também elaborou um Projeto de Crédito Rural no valor de R$ 580.00,00 com recursos do Pronaf Agroindústria com juros de 5,5% ao ano, junto ao SICOOB agencia Urupema, viabilizando os investimentos necessários para o início das operações da Cooperativa.

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Neste ano, fevereiro 2018, a Coopema iniciou suas atividades, as maçãs estão sendo classificadas e embaladas no packinghouse da Cooperativa e comercializadas com a marca “COOPEMA”. A maçã categoria I está sendo embalada com o nome “Maçãs Urupema”; a categoria III é identificada por “Maçãs Sincelo”; há ainda uma terceira caixa chamada de “Maçãs Campos de Altitude”, onde são embaladas maçãs de menor calibre.Com o início do funcionamento da cooperativa, já foram criados 15 empregos diretos, nas diversas funções internas no packing house.

Para a comercialização da safra foi contratada uma empresa especializada e os resultados têm sido satisfatórios, tanto na remuneração pelo produto quanto em visibilidade da Coopema,já em âmbito nacional.Entre os meses de Fevereiro e Março deste ano, as “Maças Urupema” e as “Maçã Sincelo” já alcançaram mercados nos Estados de SP, MG e MA, trazendo um diferencial de receita 15% acima dos valores pagos aos pequenos produtores que comercializam suas safras isoladamente.

Para o atual extensionista rural da Epagri no município e engenheiro agrônomo Cristian Lemos de Medeiros, muitas dificuldades e obstáculos foram encontrados pelo caminho para que se concluísse mais essa etapa e atingíssemos nossos objetivos. Segundo ele, nada disso seria possível sem a persistência dos cooperados que permaneceram, sem o esforço e empenho dos órgãos públicos envolvidos, e pelos agentes financeiros que acreditaram na proposta.

“No inicio da formação da cooperativa, o grupo era composto por 53 associados, sendo que todos estavam muito motivados, porém no decorrer do tempo muitos foram desistindo, e hoje o que vemos é um grupo mais consistente e unido, com 24 cooperados. Graças ao apoio de algumas entidades como Epagri, Prefeitura Municipal, Sicoob, Instituto Federal de Santa Catarina e Cidasc, hoje a Coopema está em funcionamento: classificando, armazenando, e comercializando maçãs para outros estados brasileiros”, destacou Inácio da Cruz de Souza – Presidente da Coopema.

“A Prefeitura de Urupema é e continuará sendo parceira das atividades da Coopema, que veio para colaborar no desenvolvimento do município e contribuir para o progresso social dos munícipes. Os resultados confirmam a importância da Cooperativa para a promoção do crescimento de Urupema, tendo em vista que as tendências da atualidade exigem novas formas e alternativas de organização da sociedade. Agradeço a participação de todos os envolvidos para a realização desse objetivo que não foi somente dos cooperados, mas sim de todos aqueles que acreditaram no projeto”,afirmou Evandro Frigo Pereira – Prefeito Municipal.

A Coopema conta com apoio de outras instituições no município que contribuíram no processo de desenvolvimento da Coopema. Entre essas instituições devemos destacar a Epagri, a Prefeitura Municipal de Urupema, o SC Rural, o Sicoob, o IFSC – Campus Urupema, a Cidasc e o Banco do Brasil.

 

Mais informações: emurupema@epagri.sc.gov.br

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7º Seminário do Arroz irá reunir produtores e técnicos em Massaranduba

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O arroz é a cultura agrícola com maior área e número de produtores no Litoral Norte Catarinense, com área aproximada de 34 mil hectares e produção média de 316 mil toneladas. A cada dois anos acontece o Seminário Regional do Arroz Irrigado, nomunicípio de Massaranduba, durante a realização da Fecarroz.

Este ano está marcad0 para o dia 26 de abril, na Sociedade Onze União, no Bairro Patrimônio, uma realização da Epagri, Secretaria de Agricultura e Prefeitura, junto com apoiadores. 

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O evento começa às 15h. Uma hora depois a primeira palestra trata sobre o tema "Arrozeiro, lavoura boa começa na entressafra!", com o agrônomo Douglas George de Oliveira, líder do projeto Arroz,na região Sul do Estado. Em seguida a pesquisadora da Epagri, Ester Wickert, falará sobre "SCS 123 Pérola, cultivar de arroz especial", lançada este ano. A programação continua com a palestra motivacional de Ainor Lotério e fecha com sorteio de brindes entre os participantes. Às 19h30min, a solenidade de abertura da 16ª Fecarroz e jantar.Fonte:Jornal do Vale do Itapocu

 

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Balneário Gaivota volta a ter escritório da Epagri

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A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) inaugurou, esta semana, escritório em Balneário Gaivota. Segundo o gerente da regional Epagri de Araranguá, a qual Balneário Gaivota pertence, o município, há cerca de cinco anos, estava sem escritório da empresa.


No escritório trabalha o técnico agrícola, Natan da Rosa Porto, com todo o suporte da regional de Araranguá. “O escritório da Epagri, em Balneário Gaivota, funciona junto com a Secretaria de Agricultura do Município, temos uma parceria muito forte com a Prefeitura, por meio de um contrato de prestação de serviço. Gaivota ficou um tempo sem núcleo da Epagri, por falta pessoal para trabalhar, com o último concurso entrou um pessoal novo e conseguimos abrir o escritório”, salientou Reginaldo.


Conforme contou o gerente regional da Epagri, os agricultores já estão recebendo calcário e em breve receberão sementes de milho no núcleo do balneário. “Todos os programas de governo, que antes tinham dificuldade para chegar até os agricultores, porque eles tinham que se deslocar para outros municípios, podem ser realizados em Balneário Gaivota”, disse.


No escritório de Gaivota os agricultores podem retirar autorização de recebimento de calcário e semente de milho e também serem atendidos pela assistência técnica da Epagri. “Para nós é uma satisfação muito grande poder atender os agricultores de Balneário Gaivota, de uma forma mais próxima”, ponderou Reginaldo.

 

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Seminário vai discutir qualificação da cadeia produtiva do Queijo Artesanal Serrano

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A Epagri promove na terça-feira, 10, seminário sobre qualificação da cadeia produtiva do Queijo Artesanal Serrano (QAS).

O evento acontece das 9h às 17h no campus de Lages da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas nos escritórios municipais da Epagri ou contatando pelo grl@epagri.sc.gov.br e (49) 3289-6400. O evento marca o início das capacitações de técnicos e produtores em Boas Práticas Agropecuárias e Boas Práticas de Fabricação, que ocorrerão durante esse ano na Serra catarinense.

O ciclo de palestras será aberto com o tema “A importância do processo de qualificação para fortalecimento da cadeia produtiva do Queijo Artesanal Serrano”, a ser apresentado por Charli Beatriz Ludtke, representante do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). “O Modo de Fazer Queijo Artesanal Serrano como patrimônio culinário imaterial de Santa Catarina” será abordado pelo presidente da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Rodolfo Pinto da Luz.

“A importância da organização e dos produtores como protagonistas do processo de qualificação e autocontrole” será colocada em debate pela Federação das Associações de Produtores de Queijo Artesanal Serrano (Faproqas). Por fim, Bruno Cabral, mestre queijeiro, formado em gastronomia pela Escola de Hotelaria e Restauração de Barcelona, na Espanha, discute com os participantes “Valorização e características do Queijo Artesanal Serrano frente ao mercado e tendências do consumo”. O encerramento será marcado pela primeira mostra de Queijo Artesanal Serrano, dirigida pelo chef Bruno.

Lançamento

Outro destaque da programação será o lançamento do livro “Caracterização ambiental e delimitação geográfica dos Campos de Cima da Serra”, marcado para às 11h15. A obra, editada pela Epagri, traz um levantamento das características ambientais da região, um dos documentos exigidos no processo que solicita Indicação Geográfica (IG) para o Queijo Artesanal Serrano.

A Indicação Geográfica é uma forma de valorização do produto de uma região ou território, cuja procedência adquiriu notoriedade em decorrência do modo de fazer, das características ambientais locais e outros fatores. O champanhe é um exemplo clássico.

No Brasil, quem avalia o pedido e decide pela concessão ou não da Indicação é o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que já recebeu todos os documentos referentes ao Queijo Artesanal Serrano. A IG está sendo solicitada na modalidade de Denominação de Origem (DO). Caso seja concedida, essa será a primeira certificação em DO para queijos do Brasil.

Tradição

O QAS, feito a partir de leite cru, faz parte da tradição, da alimentação e da renda das famílias da Serra catarinense e dos Campos de Cima da Serra do Rio Grande do Sul desde 1700. É um pedaço da história que reúne características únicas, como o “saber-fazer” que cruzou o Atlântico com os portugueses, o clima frio dos campos de araucárias e o leite das vacas de corte alimentadas com pastagem nativa.

A região geográfica delimitada como produtora do QAS, denominada Campos de Cima da Serra, compreende 18 municípios da Serra catarinense e 16 da região Nordeste de altitude do Rio Grande do Sul, totalizando 34 mil km2. São aproximadamente 3,5 mil pecuaristas familiares que produzem o queijo, utilizando somente leite da propriedade.

 

Mais informações:  grl@epagri.sc.gov.br

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Epagri realizou em Araranguá, o II Encontro técnico Sul-Brasileiro da cultura do maracujazeiro

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A Epagri realizou o II Encontro técnico Sul-Brasileiro da cultura do maracujazeiro, no Centro de Treinamento de Araranguá. Foram 73 profissionais de diversas regiões de Santa Catarina, além de Rio Grande do Sul e São Paulo que discutiram temas relacionados ao manejo da cultura para a convivência com a virose do endurecimento do fruto.

Segundo o gerente regional da Epagri de Araranguá, Reginaldo Ghellere, a doença que chegou na região em 2016, causou dano aos pomares, trazendo prejuízos significativos aos agricultores. “Mas foi com uma ação rápida e articulada da Epagri com toda a cadeia produtiva que a cultura se manteve no Extremo-Sul. Diversas capacitações foram realizadas para instruir os agricultores ao correto manejo de um pomar de maracujá para evitar perdas significativas com a virose”, disse.

Reginaldo Ghellere acrescentou que os agricultores passaram a adquirir mudas grandes de viveiristas profissionais, adotaram o cultivo de apenas um ciclo para cada plantio, manejaram melhor o solo. “Eles passaram a adotar um conjunto de medidas que dão sustentação a continuidade dessa importante cultura na região”.

A região de Araranguá possui 80% de todo o maracujá cultivado no estado. São 600 famílias que cultivam 1.600 hectares da fruta, que gera uma receita bruta anual em torno de 50 milhões de reais.Fonte:ADR-Araranguá

 

Mais informações: Epagri/Gerência Regional de Araranguá – 48-35290303 ou 991485003

 

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Evento nacional discute em Florianópolis mudanças climáticas em zonas costeiras

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Pesquisadores e professores de todo o país estarão reunidos na sede da Epagri, em Florianópolis, entre os dias 10 e 12 de abril, para o IV Workshop sobre Mudanças Climáticas em Zonas Costeiras: Monitoramento e Modelagem.

O objetivo é fomentar e consolidar pesquisas que visem o monitoramento e modelagem climática regional em áreas costeiras no Brasil. A Epagri é detentora de uma das mais completas e modernas redes de monitoramento da maré do país, com nove estações maregráficas instaladas desde Itapoá, no Norte do Estado, até Passos de Torres, no Extremo-Sul.

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Marégrafo de Florianópolis, no Extremo-Sul da Ilha, foi o primeiro a ser instalado. Crédito: Matias Boll/Epagri

O evento é promovido pela Subrede Zonas Costeiras da Rede Clima e pelo Sistema de Monitoramento da Costa Brasileira (SIMCosta), com apoio da Epagri. Ao reunir professores e pesquisadores que atuam na área, o workshop busca tornar mais eficaz e eficiente o binômio observação-modelagem climática em zonas costeiras do Brasil. Além de permitir o compartilhamento de conhecimento e experiências, o evento é um espaço para busca de tecnologias e iniciativas inovadoras.

Na programação, palestras e apresentações orais de representantes de programas de governo e de projetos de pesquisa na área. Ao final do segundo dia, haverá discussão do binômio observação-modelagem, para formulação de ações integradas. No terceiro dia, serão formados dois grupos de trabalho que vão discutir as potencialidades e limitações do setor, apontando gargalos e gerando recomendações para contribuir com o avanço das pesquisas e ações. O evento também terá apresentação de trabalhos, na forma de painéis.

Monitoramento costeiro em SC

O monitoramento da costa catarinense vem sendo realizado desde 2012 pelo Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia da Epagri (Epagri/Ciram). Naquele ano, foi instalado o primeiro marégrafo, em Florianópolis, vinculado à um projeto de pesquisa. A partir de 2014, teve início a montagem da rede de monitoramento costeiro, que conta hoje com nove pontos monitorados (na Capital, Ilha da Paz, Itapoá, São Francisco do Sul, Balneário Camboriú, Imbituba, Laguna, Balneário Rincão e Passo de Torres). Além de marégrafos, também conta com duas estações meteorológicas e um correntômetro.

Todos os equipamentos são automáticos, lendo e transmitindo os dados de forma autônoma para a sede da Epagri/Ciram, em Florianópolis. Esses dados são qualificados e atualizados no site da instituição a cada hora, todos os dias do ano. 

Dados do IBGE de 2016 mostram que cerca de 40% da população catarinense (2,7 milhões de pessoas) vivem na zona litorânea, que responde por 9% da área total do Estado. A região é responsável pela geração de 30% do Produto Interno Bruto, também de acordo com o IBGE.

Santa Catarina conta com dois portos entre os dez maiores do Brasil e quatro entre os 20 maiores. Em conjunto, estes portos reforçam a importância econômica da região, sendo que três deles (São Francisco do Sul, Itapoá e Imbituba) são parceiros da Epagri no projeto. A pesca também uma é atividade de importância econômica e social para Santa Catarina, além do turismo e da prática de esportes náuticos, atividades que são beneficiadas pelo serviço prestado pela Epagri/Ciram. A rede também é fundamental para gerar dados que embasam pesquisas realizadas pela Epagri ou outras instituições.

A rede de monitoramento costeiro de Santa Catarina foi instalada pela Epagri com recursos do Programa SC Rural, CNPq, Finep, Fapesc, entre outros.

Serviço
O quê: IV Workshop sobre Mudanças Climáticas em Zonas Costeiras: Monitoramento e ModelagemQuando: de 10 a 12 de abril
Onde: no auditório da Epagri, em Florianópolis (Rodovia Admar Gonzaga, 1.347, Itacorubi)

 

Mais informações:  Epagri/Ciram -  (48) 99911-3767 / 3665-5174

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Produtos da agricultura familiar da região de Blumenau ganham identidade visual

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Agricultores dos municípios de Ilhota, Luiz Alves e Gaspar já contam com uma identidade visual para comercializar seus produtos. É que no dia 16 de março a Epagri realizou a etapa final do projeto de identidade visual de pequenas agroindústrias das regiões de Blumenau e Joinville.

No evento, realizado na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Gaspar, 17 empreendimentos rurais receberam sua identidade impressa em placas, aventais, chaveiros e cartões de visitas. Os agricultores também receberam um manual com recomendações e sugestões de como utilizar suas marcas.

O projeto é uma parceria da Epagri com o Núcleo de Gestão e Design da Universidade Federal de SC (UFSC). A inciativa contou com recursos do Programa SC Rural e apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu).

De acordo com Cesar Augusto Lodi, gerente regional da Epagri em Blumenau, o objetivo do trabalho é contribuir para que esses negócios tenham melhor inserção no mercado, por meio da valorização e identificação de seus produtos. “O design trabalha todos os elementos presentes no produto, como território, tradição e sabor, atraindo consumidores”, descreve Dione Benevenutti, que liderou o projeto Gestão de Negócios e Mercados da Epagri na região até o ano passado.

O projeto teve início em 2014. Desde então, os extensionistas municipais identificaram os empreendimentos que poderiam participar e iniciaram as visitas às propriedades para realizar o diagnóstico ténico da unidade produtiva. A extensionista social do escritório municipal da Epagri de Gaspar, Sônia Medeiros, frisa que os agricultores participaram de todo o processo de elaboração da marca. Assim, os designers conseguiram elaborar logomarcas que realmente representam o trabalho de cada família.

O produtor de olerícolas orgânicas Jair Hass, de Luis Alves, não possuía uma marca própria nas suas embalagens. Agora suas verduras têm identidade, com forte apelo comercial. Por outro lado, os agricultores Mariano e Patrícia Gesser, de Gaspar, já possuíam uma logomarca, desde 1997, que identificava seu bijú, cuscuz, aipim chips e outros produtos. Nesse caso, o projeto aperfeiçoou a imagem existente, de acordo com o anseio do casal. Mariano conta que o resultado o surpreendeu de forma muito positiva.

 

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Produtores se especializam no cultivo do arroz

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A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) – Regional de Araranguá promoveu, na comunidade de São Pelegrino, no município de Turvo, um Dia de Campo de Arroz Irrigado.

Cerca de 20 agricultores de todo o município participaram e receberam orientações do engenheiro agrônomo da Epagri de Araranguá e responsável pelo projeto Grãos e Arroz no Sul Catarinense, Douglas George de Oliveira e da engenheira agrônoma do escritório da Epagri de Turvo, Beatriz Bez Birolo.

De acordo com Douglas, os temas abordados foram concentrados no manejo consciente do uso da água, visando aumentar a disponibilidade de água nas lavouras dos agricultores. “A gente faz um trabalho de estimular a reserva de água na propriedade e também melhorar a eficiência de uso da água dentro da roseira, evitando o desperdício e evitando ao mesmo tempo contaminação”, explicou.

Outro trabalho apresentado pelos técnicos da Epagri foi referente à adubação da lavoura. Os técnicos passaram recomendações, buscando aumentar a produtividade da cultura. Douglas explicou que o trabalho foi baseado em uma unidade implantada na propriedade onde ocorreu o Dia de Campo, que se utiliza dos manejos propostos pela Epagri e os agricultores puderam ver aplicado em uma lavoura, o resultado das recomendações técnicas propostas pela empresa de pesquisa. “A gente tem todas as variedades da Epagri plantadas nesta propriedade localizada na comunidade de São Pelegrino. Foi um evento muito positivo do ponto de vista de aprendizado para os agricultores que estiveram lá”, avaliou.

Segundo Douglas, os agricultores fizeram vários questionamentos, que foram respondidos por ele e sua colega. “Foi uma troca de informações muito importante”, disse.

Já na parte da tarde, foi a vez do gerente da Epagri de Araranguá, Reginaldo Ghellere e do engenheiro agrônomo do escritório da Epagri de Maracajá, Ricardo Martins, participarem de um projeto de entrega de sementes para criadores de gado de corte e de leite de Maracajá. O projeto é apoiado pelo Ministério da Agricultura e executado pela Prefeitura e pela Epagri.

De acordo com Ricardo, a Prefeitura de Maracajá disponibilizou para 153 criadores do município mais de 1.400 bolsas de sementes de azevém, aveia e ureia e também adubo. “Esta ação visa incentivar os criadores de gado de corte e de leite na melhoria das pastagens”, disse. Conforme Ricardo explicou, a distribuição das mudas foi realizada de acordo com o plantel de cada criador e eles também contarão com assistência técnica da Epagri.

Segundo Reginaldo, também aconteceu em Tubarão uma especialização para os técnicos da Epagri, sobre legalização de empreendimentos da agricultura familiar, e em São João do Sul um Dia de Campo Sobre a Cultura da Banana, organizado pela Epagri. Fonte: Gislaine Fontoura http://www.grupocorreiodosul.com.br

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Associados da Coopema comemoram sucesso do trabalho em sede própria apoiada pelo SC Rural

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Famílias de agricultores da Cooperativa Agropecuária de Urupema (Coopema) estão comemorando o sucesso na venda das maçãs e o início das operações na sede própria, inaugurada em fevereiro. Fundada em 2012, essa foi a primeira cooperativa de produtores criada no município. Hoje ela conta com 24 associados que colhem cerca de 2 mil toneladas por safra.

Na época da fundação da Coopema, o grupo adquiriu, com financiamento, um terreno com uma estrutura física que não tinha condições de uso. “Faltava viabilizar as operações de recepção, armazenagem, classificação e comercialização das maçãs”, conta o engenheiro-agrônomo Cristian Lemos de Medeiros, extensionista da Epagri no município. Paralelamente, a equipe da Epagri vinha trabalhando em um projeto de desenvolvimento da cooperativa, buscando acessar linhas de crédito.

Com o Programa SC Rural, surgiu a oportunidade que faltava para os cooperados. Para conseguir o aporte de recursos, a Epagri elaborou uma proposta intitulada ‘Fortalecimento e autonomia da cadeia produtiva da maçã, agregação de valor dos produtos da Coopema’.

Nesse projeto, o investimento total foi de R$980 mil. Para aquisição de câmaras frigoríficas com capacidade para 800 toneladas e parte dos 2.300 bins necessários, foram aportados R$400 mil do SC Rural. O restante do valor foi financiado pelo Pronaf Agroindústria e permitiu a aquisição de máquinas e equipamentos de classificação de maçãs, reforma da estrutura física e o restante dos bins.

Desde fevereiro, a Coopema também conta com o apoio de dois engenheiros-agrônomos cedidos pela Prefeitura e de um contratado que tem atuado desde a recepção até a comercialização da safra. As maçãs estão sendo classificadas e embaladas no local, em caixas de 18kg, de acordo com a categoria. Com o início do funcionamento da cooperativa, já foram criados 15 empregos diretos nas diversas funções internas da packing house.

Para a comercialização da safra foi contratada uma empresa especializada e os resultados têm sido satisfatórios, tanto na remuneração pelo produto quanto na visibilidade da Coopema em âmbito nacional. “Graças ao apoio de entidades como Epagri, Prefeitura Municipal, Sicoob, Instituto Federal de Santa Catarina e Cidasc, hoje a Coopema está em funcionamento: classificando, armazenando e comercializando maçãs para outros estados brasileiros”, comemora Inácio da Cruz de Souza, presidente da cooperativa.

 

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ADR Araranguá e Gerência Regional da Epagri reúnem gestores da agricultura do Extremo-Sul

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Um encontro de trabalho realizado no gabinete da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Araranguá, reuniu secretários e diretores de agricultura das prefeituras do Extremo-Sul e representantes de Cooperativas e de Sindicatos dos Produtores e dos Trabalhadores Rurais.

A reunião, que aconteceu no dia 23de março mobilizada pela gerência Regional de Políticas Socioeconômicas, Rurais e Urbanas, juntamente com a Gerência Regional da Epagri de Araranguá, divulgou as Políticas Públicas da Secretaria de Estado da Agricultura e Pesca.

O secretário executivo da ADR Araranguá, Heriberto Afonso Schmidt, deu boas-vindas aos representantes da agricultura na região e destacou a importância do setor agrícola, que é o responsável pela fonte de renda de muitas famílias. “Foi uma importante reunião com estas pessoas que poderão difundir nos seus municípios informações sobre os muitos programas disponíveis no Estado voltados aos agricultores, nos diversos setores”.

A gerente Regional de Políticas Socioeconômicas, Rurais e Urbanas, Jane Aparecida Soares de Souza, citou o trabalho integrado realizado entre ADR, Epagri e municípios. Dentre outros programas, ela destacou o Menos Juros, cuja tramitação dos processos do Pronaf passa pela ADR para o Estado. “Os produtores enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar poderão contrair financiamentos de até R$ 100 mil, com oito anos de prazo para pagamento, e a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca pagará os juros, num limite de 2,5% ao ano”, explica.

Segundo o gerente Regional da Epagri, Reginaldo Ghellere, são 10 mil famílias de agricultores familiares na Região da Amesc. Em 2017, 2.200 famílias foram atendidas pelos programas estaduais, com destaque para o Terra-Boa, com a subvenção de cerca de R$ 1,1 milhão para aquisição de calcário, sementes de milho, kit forrageiras e kit apicultura

Com o Programa, o Governo do Estado quer aumentar a produtividade nas lavouras catarinenses, além de incentivar os investimentos na melhoria de pastagens e na apicultura. Os produtores têm acesso ainda a sementes de milho de alta tecnologia, obtendo maior produtividade por área plantada.

Ele destacou que já estão disponíveis para os agricultores familiares da região 8.200 toneladas de calcário, que é um grande aliado no aumento da produtividade das culturas agrícolas. Cada família rural tem direito a uma cota de 30 toneladas de calcário. A Secretaria da Agricultura subsidia a aquisição do insumo. Quem tiver interesse, já pode procurar a Epagri para obter a autorização para retirar o produto.Fonte:Leneza Della Krás/ ADR Araranguá

 

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