Arquivos da categoria: Seara

Inicia produção de queijo em container no Oeste de SC

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Agricultores Leonardo e Luana Lorenzeti receberam o certificado de inspeção para começar a produzir queijos em container. 

A produção de queijo em container é uma das novidades do Oeste de Santa Catarina. O laticínio iniciou os trabalhos no final de dezembro, na propriedade de Leonardo e Luana Lorenzeti, em Seara. Eles receberam em dezembro o registro do Serviço de Inspeção Municipal, do prefeito de Seara, Edmílson Canale. A industrialização inicial é de 350 litros de leite por dia, produzidos na propriedade, podendo chegar a mil litros/dia.

Eles investiram cerca de R$ 100 mil no projeto, desenvolvido pelo médico veterinário aposentado da Epagri, Clair Lorenzet. Ele destacou que o container tem peças de inox e traz vantagens como menor custo e facilidade de mobilidade e higienização. O espaço é de cerca de 12 metros de comprimento por 2,4 metros de largura.F www.nsctotal/Por Darci Debona/Foto: André Coser

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Cultivo de noz pecã é alternativa de renda para produtores rurais

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As Agências de Desenvolvimento Regional de Seara e Concórdia, em parceria com a Epagri, promoveram no último dia 17, um treinamento de 40 produtores sobre o cultivo de nozes pecã. A intenção do evento foi apresentar essa nova cultura que tem um valor de mercado bastante elevado.

A Nogueira inicia a produção a partir do quarto ano e atinge seu pico em 15 anos, chegando a 30 quilos de nozes por pé. O preço médio de comércio neste ano é de R$ 18 o quilo de nozes com casca.

De acordo com o gerente de Políticas Socioeconômicas Rurais e Urbanas, Andrei Tecchio, esta variedade da nogueira pode ser uma boa opção para complementar a renda das propriedades rurais. “Esse treinamento foi dividido em duas partes, uma onde falamos da parte técnica como mercado, plantio e produção. E a tarde uma visita técnica em uma propriedade no município de Itá”, explica.

Os produtores interessados devem procurar a Epagri dos respectivos municípios para que seja montado o treinamento mais específico, há também a possiblidade de linhas de crédito subsidiadas que beneficiarão o produtor rural. Fonte:ADR Seara

 

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Queda nos preços preocupa produtores de leite de Seara e região

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Uma época que historicamente foi de “vacas gordas” para a produção leiteira de Seara e região, com pastagens abundantes de Inverno, aumento na produção e bons valores pagos aos produtores, este ano não está trazendo grande lucratividade para quem aposta nesta atividade como o carro-chefe da propriedade.

A avaliação é das principais lideranças do setor leiteiro e também do produtor, que sente no dia a dia as dificuldades e desafios enfrentados.

Em junho algumas empresas que absorvem o leite produzido na região reduziram o valor pago ao produtor e a tendência é de novas quedas. O presidente do Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite de Santa Catarina (Conseleite), Adelar Zimmer, se mostrou surpreso com as baixas. “É a primeira vez nos últimos dez anos de acompanhamento que o preço do leite sofre retração entre os meses de maio e junho, com mais uma queda de três centavos já confirmada neste mês de julho, época que historicamente é de alta e que o produtor fazia aquela gordura para os períodos de baixa”.
 

Zimmer atribui a diminuição no valor pago ao produtor ao mercado. “Caiu muito a venda do leite longa vida e isso prejudica o mercado, pois o estoque aumenta e derruba o preço”. Além do preço em retração, a produtividade também vem diminuindo, o que elimina qualquer lucro do produtor, segundo o dirigente. “As pastagens típicas de Inverno apanharam muita chuva em maio e não tiveram a evolução ideal para o período. A consequência é a diminuição também na produção de leite”.


Para o gerente do setor de leite da Copérdia, Flávio Durante, os indicativos de mercado apontam para queda nos preços do leite. “O principal fator que está contribuindo neste momento para a baixa são os altos volumes de importação. Há empresas importando grandes quantidades da Argentina e Uruguai, onde os preços são inferiores que os do Brasil”.


Durante também aponta a diminuição do consumo, levando em conta a situação econômica conturbada em que o país atravessa, e o crescimento da produção. “Mas isso não influencia muito, pois tivemos um período de muitas chuvas na região, o que afetou pastagens e os insumos que servem para a alimentação do rebanho leiteiro”.


Quem sente os reflexos do momento de instabilidade na atividade leiteira é o produtor. Airton Giombelli, 47 anos, produtor de linha Forquilha, que atualmente trabalha com 37 vacas em lactação, tem uma produção média de 16 mil litros por mês. “O excesso de chuva atrasou as pastagens. A produção diminuiu e agora o preço cai também. No ano passado ganhamos dinheiro apenas em dois meses e neste ano tinha dado uma equilibrada, mas com o preço baixando fica complicado”.
Giombelli entrega a produção para a Copérdia. “Investi bastante em sala de ordenha, maquinário e resfriador. O lucro é a qualidade. Nos últimos meses conseguimos todos os incentivos”.

 

Referência
O Conseleite, definiu os valores pagos aos produtores para este mês de julho. Leite acima do padrão: R$ 1.31; leite padrão: R$1,14; e leite abaixo do padrão de qualidade: R$ 1,04.Fonte: Folha Sete

 

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Técnicos da Epagri avaliam empreendimentos do SC Rural em Seara

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Propriedade Gilberto Giombelli – Abatedouro Giombelli

Agricultores do município de Seara, com apoio dos técnicos da Epagri, realizaram nas últimas semanas a aplicação da metodologia Rural Invest em empreendimentos apoiados pelo SC Rural.

A metodologia de avaliação, trazida a Santa Catarina pelo consultor da FAO, economista Dino Francescutti, oferece aos técnicos e agricultores uma visão geral do desempenho financeiro do empreendimento, antes e após a execução dos investimentos do projeto estruturante. Também proporciona a participação ativa do empreendedor e sua família na análise dos fatores que influenciam os resultados (custos x lucros).

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Panificadora Bollis

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Propriedade Laércio Bollis – Laticínio Bollis

"Inicialmente, a metodologia Rural Invest foi aplicada nos empreendimentos da Copafas, que corresponde à cooperativa que recebeu o primeiro apoio do SC Rural em Seara. Porém, agricultores associados à Copase – cooperativa apoiada pelo segundo projeto do SC Rural – também já demonstraram interesse de aplicar a metodologia em seus empreendimentos", relata Ezequiel Nunes, engenheiro de alimentos da Epagri – Regional de Concórdia.

De acordo com a engenheira agrônoma da Epagri de Seara, Aline Siminiski Bellincanta, os agricultores tem demonstrado grande interesse de aplicar a metodologia Rural Invest em seus empreendimentos, pois percebem esse trabalho como uma oportunidade de melhorar a gestão financeira e conhecer melhor a atividade na qual atuam. "Além disso, no momento de fazer os levantamentos de informações os agricultores são estimulados a fazer um melhor controle dos custos e pensar no empreendimento de maneira estratégica", comenta.

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Ernesto Theobald – Apiário Theobald

Um dos motivos dos bons resultados da metodologia Rural Invest, segundo os técnicos da Epagri é que as informações são registradas em cartazes e facilitam a visualização para o agricultor. Além disso, esses registros ficam na propriedade e os técnicos da Epagri contabilizam as informações em planilhas.

"Os agricultores visitados percebem o Rural Invest como mais uma ação importante do Programa SC Rural, e relataram sobre a evolução que os investimentos realizados e o apoio técnico da Epagri proporcionaram para os empreendimentos e para a cooperativa", destaca Ezequiel Nunes.

 

 

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SC Rural investe R$ 100 mil na produção do leite de Seara

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Para impulsionar o desenvolvimento da atividade leiteira na região, o Governo do Estado de Santa Catarina, por meio do Programa SC Rural, investe R$ 106 mil em projetos de estruturação de 13 propriedades do Grupo do Leite de Seara. A injeção de capital é apenas uma etapa dos Planos de Desenvolvimento das Propriedades elaborados pela Epagri no final de 2015.

De acordo com o engenheiro agrônomo da Epagri, Rafael Antonio Presotto, cada propriedade tem uma necessidade específica. “Em algumas, há necessidade de melhorar o sistema de armazenamento de dejetos, em outras é a aquisição de equipamentos e implantação de água nas pastagens. E isso tudo é de interesse do produtor, que recebe subsídio de 50% do SC Rural”, explica.

Na propriedade de Leonir Ortolan já foram feitos piqueteamento e instalação de água no pasto. “Foi uma grande ajuda, desde a orientação da Epagri e o investimento do SC Rural. Tenho 16 vacas leiteiras produzindo somente com pastagem. É uma boa economia e reduz mão de obra”, destaca Ortolan.

Leandro Bordinhon tem 15 vacas de leite e vai construir uma nova sala de ordenha. “Queremos ampliar para 25 animais. Já fizemos pastagem e o custo de produção está baixando. Na área ambiental, nosso projeto prevê a construção de um biodigestor e a utilização de adubação orgânica nas pastagens”, acrescenta.

Presotto explica que a expectativa é que a produção anual aumente 44% após as melhorias concluídas. Isto significa que as 13 propriedades vão passar de 880 mil para 1,2 milhão de litros de leite por ano. Outro aumento de 35% no número de animais, que passaria de 212 para 287.

Etapas das melhorias

1º – Melhoria Ambiental: Destinação adequada dos dejetos dos animais via esterqueira, biodigestor, proteção de nascentes e córregos, cercas e otimização da pastagem;

2º – Implantação de pastagem e piqueteamento: planejamento forrageiro, preparo da área e plantio da pastagem e demarcação dos piquetes;

3º – Instalação de água e sombra nos piquetes: definição dos pontos dos bebedouros, planejamento do recalque, armazenamento e distribuição da água e planejamento da sombra;

4º – Instalações e equipamentos: na ordenha e na parte de espera e alimentação;

Tabela de investimentos Grupo do Leite de Seara

Recurso do produtor

R$ 112.778,47

SC Rural

R$ 106.561,57

Total

R$ 219.340,04

Programa reconhecido

O Programa SC Rural, coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, é reconhecido como ação de boas práticas em Documentos Gestão Pública pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). O SC Rural foi uma das ações classificadas para receber o Certificado com Selo de Reconhecimento, durante a entrega do Prêmio de Boas Práticas em Gestão Pública no dia 16 de junho em Florianópolis.

Recursos para Seara

Desde o início do programa, Seara já recebeu R$ 1,4 milhão em recursos do SC Rural com contrapartida dos produtores: R$ 800 mil para Cooperativa dos Agricultores Familiares de Seara (Copafas) e R$ 600 mil para Cooperativa de Produção e Consumo e Agroindústrias Familiares (Coopase).Fonte:ADR Seara

 

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Nova ave é mais saudável e já está agradando os consumidores

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O Frango Alternativo é um resgate do frango caipira. A ave é criada de forma diferenciada, o que garante uma carne muito mais saudável e saborosa. De acordo com um dos três produtores searaenses que está desenvolvendo a experiência, Aquelino Deitos, de linha São Paulo, “tratamos as espécies com 60% de pasto e 40% de ração”. Trata-se de raças específicas para este tipo de alternativa. 


No município de Seara estão sendo testadas as espécies, carijó, pescoço pelado e o amarelo pesadão. Dentre os três, o melhor resultado obtido foi com o tipo amarelo pesadão. 


O Frango Alternativo dá um pouco mais de trabalho para o produtor, no entanto, o custo de produção é menor. O grande diferencial é a qualidade do produto na mesa. Aquelino relatou que o primeiro lote abatido, em novembro do ano passado, foi entregue para produtores conhecidos para avaliação, “e quem provou garantiu que não há comparação com o frango normal. É muito diferente”.

O Frango Alternativo demora um pouco mais para desenvolver, porém não tem hormônios e é criado solto. “É um frango mais ‘limpo’, a carne fica mais firme e quem consome percebe que é muito melhor”.


Além de Aquelino Deitos, os produtores Dirceu Moscon de linha São Rafael, e Valdir Benetti de linha São Paulo, encamparam a iniciativa. Neste momento, está sendo encaminhada a rotulagem do produto com a liberação da Cidasc, para posteriormente iniciar a venda em escala comercial. “Atualmente, o abatedouro Giombelli faz o abate da espécie”. O quilo do novo produto custa um real a mais que o comum. 


O presidente da Cresol CrediSeara, Valdir Magri, explicou que no ano passado foi criado um grupo para debater sobre a ideia e, posteriormente iniciada a experiência em três propriedades rurais com 50 unidades cada produtor. A pretensão é chegar, no mínimo, a cinco produtores, com 500 frangos cada um. A dificuldade do projeto é encontrar uma ração que não tenha grãos transgênicos e que seja livre de agrotóxicos.Fonte:Folhasete

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SDR de Seara promove capacitação sobre Cadastro Ambiental Rural

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A Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) de Seara e a Epagri realizaram na quarta-feira, 18, uma capacitação prática para que os municípios possam fazer o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Participaram cerca de 20 profissionais dos oito municípios da Regional de Seara.

O CAR é um registro eletrônico obrigatório para todos os imóveis rurais que tem por finalidade integrar as informações ambientais referentes a situação de Áreas de Preservação Permanente (APP), das áreas de uso restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do país.

“A intenção não é penalizar o produtor que precisa se adequar às novas regras, mas assegurar que está disposto a se regularizar, mantendo o imóvel legalizado perante as leis ambientais e apto ao acesso de crédito rural”, destaca o gerente de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Agricultura, Andrei Tecchio.

Sobre o CAR

O Cadastro Ambiental Rural foi criado pela lei federal 12.651 de 25 de maio de 2012 e regulamentado pelo decreto 7.830 de 17 de outubro de 2012, que instituiu ainda o Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (Sicar). O CAR facilitará a vida do proprietário rural na obtenção de licenças ambientais, pois a regularidade da propriedade será comprovada com a aprovação do cadastro.

Para dar início ao processo de cadastramento das propriedades rurais era necessária a publicação de um decreto da presidente Dilma Rousseff e de uma instrução normativa do Ministério do Meio Ambiente, o que ocorreu na última segunda-feira, 5, e terça, 6, respectivamente. A partir da publicação da instrução normativa, os proprietários rurais de todo o país terão um ano para se adequarem ao CAR.

Mais informações: Secretaria de Desenvolvimento Regional de Seara – (49) 3452-8610

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3239 4170
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SDR de Seara e Epagri fazem capacitação para o Cadastro Ambiental Rural

searacar

A Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) de Seara e a Epagri realizaram no último dia 18, uma capacitação prática para que os municípios possam fazer o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Participaram cerca de 20 profissionais dos oito municípios da Regional de Seara.

O CAR é um registro eletrônico obrigatório para todos os imóveis rurais que tem por finalidade integrar as informações ambientais referentes a situação de Áreas de Preservação Permanente (APP), das áreas de uso restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do país.

“A intenção não é penalizar o produtor que precisa se adequar às novas regras, mas assegurar que está disposto a se regularizar, mantendo o imóvel legalizado perante as leis ambientais e apto ao acesso de crédito rural”, destaca o gerente de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Agricultura, Andrei Tecchio.

Sobre o CAR

O Cadastro Ambiental Rural foi criado pela lei federal 12.651 de 25 de maio de 2012 e regulamentado pelo decreto 7.830 de 17 de outubro de 2012, que instituiu ainda o Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (Sicar). O CAR facilitará a vida do proprietário rural na obtenção de licenças ambientais, pois a regularidade da propriedade será comprovada com a aprovação do cadastro.

Para dar início ao processo de cadastramento das propriedades rurais era necessária a publicação de um decreto da presidente Dilma Rousseff e de uma instrução normativa do Ministério do Meio Ambiente, o que ocorreu na última segunda-feira, 5, e terça, 6, respectivamente. A partir da publicação da instrução normativa, os proprietários rurais de todo o país terão um ano para se adequarem ao CAR.

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Seara é beneficiada no SC Rural

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O governador Raimundo Colombo autorizou, nesta quarta-feira, 12, o investimento de R$ 5,5 milhões na recuperação de 70 quilômetros de estradas no interior de São Bonifácio, Urubici, Salete e Seara.

A decisão foi tomada em reunião com o secretário de Estado da Infraestrutura, Valdir Cobalchini, e com o secretário executivo estadual do Programa Santa Catarina Rural, Julio Cezar Bodanese, para discutir projetos estruturantes do SC Rural. Esses projetos serão executados, ainda na primeira quinzena deste mês, por meio de convênios com as quatro prefeituras.

“É um programa que apoia a agricultura familiar e devolve ao homem do campo, sua autoestima e motivação. A recuperação de estradas do interior é essencial para facilitar o escoamento do que eles produzem”, disse Colombo.

Bodanese explicou que o SC Rural prevê, entre outras ações, o apoio aos chamados projetos estruturantes, que são obras que contribuem para a superação de problemas da cadeia produtiva, visando a melhoria da competitividade da agricultura familiar. “Esses serão assinados com as prefeituras com o objetivo de atender as demandas e o escoamento da produção. É mais um passo para o fortalecimento e desenvolvimento da agricultura familiar”.

Até 2016, o SC Rural apoiará as iniciativas direcionadas à melhoria da competitividade do setor agropecuário familiar, à gestão dos recursos hídricos e ao aprimoramento de forma sustentável de suas políticas, instituições, fundos de incentivos governamentais e ações relacionadas ao desenvolvimento rural com foco nos agricultores familiares.Fonte:radiorural

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Governador assina convênios com quatro municípios para a recuperação de estradas pelo programa SC Rural

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O governador Raimundo Colombo assinou na terça-feira, 18, em Florianópolis, convênios com os municípios de São Bonifácio, Seara, Urubici e Salete para a recuperação de estradas rurais. Serão aplicados R$ 3,7 milhões, na recuperação de 71 quilômetros de estradas nas quatro cidades. Os recursos fazem parte dos projetos estruturais do Programa SC Rural.

Colombo também anunciou o repasse de R$ 1,5 milhão para a construção da ponte de concreto sobre o Rio Congonhas, na divisa entre o município de Tubarão e Jaguaruna. Acompanharam as assinaturas os secretários da Agricultura e da Pesca, João Rodrigues, e da Infraestrutura, Valdir Cobalchini, do secretário executivo do SC Rural, Júlio Bodanese, além de prefeitos.

Colombo explicou que as estradas vicinais possuem extrema importância econômica, social e ambiental. Elas são responsáveis pelo escoamento da produção agrícola e pela entrada de insumos agrícolas nas propriedades rurais. Além disso, o estado de conservação das estradas influi diretamente no custo do transporte e na qualidade do produto transportado.

“O SC Rural é um projeto inovador, que vai atender diretamente o agricultor, oferecendo apoio, tecnologia e investimento. Reconhecemos a importância de recuperar e dar qualidade às estradas do interior. A conservação delas contribui para a fixação das famílias no campo e melhoria das condições de vida”, disse Colombo.

A estrutura fundiária de Santa Catarina é baseada na agricultura familiar. Conforme dados da Secretaria da Agricultura e Pesca, nove entre dez propriedades rurais têm menos de 50 hectares. Elas respondem por 70% da produção agropecuária, com 572 mil pessoas empregadas. O agronegócio representa 62% das exportações catarinenses. “Esses dados evidenciam a qualidade empreendedora dos agricultores do nosso Estado e justificam a nossa preocupação em oferecer apoio e investimento”, salientou o governador.

O secretário do SC Rural, Júlio Bodanese, salientou que o programa SC Rural vai proporcionar a melhoria na agricultura familiar. “Nós queremos que cada propriedade possa ser uma empresa, que tenha rentabilidade e seja um local de felicidade e bem-estar. Por isso, todos os trabalhos que o SC Rural vem executando em investimentos em infraestrutura, estradas, legalização ambiental e sanitária, tem o objetivo de trazer o empreendimento da agricultura familiar e colocar ele na competitividade com o mundo”.

Para o prefeito de Salete, Juares de Andrade, a recuperação das estradas rurais contribuirá para facilitar o acesso aos agricultores, tornando o transporte mais rápido, incentivando o crescimento da produção e atraindo novos produtores.

As obras serão executadas pela prefeitura. Conforme o secretário da Infraestrutura, Valdir Cobalchini, há uma economia nos recursos, pois a licitação não precisa seguir a tabela de preços padrão que é imposta em obras executadas pelo Estado.

O que será feito

Salete
Recursos – R$ 594,5 mil
- Recuperação de 14,7 quilômetros da estrada que inicia próximo ao Santuário de Salete, na Comunidade de Rio Luiz, passando pela comunidade de Platina até o final do alinhamento na Comunidade de Santa Margarida, entroncamento da SC-114.
- Recuperação de 3,1 quilômetros da estrada, que inicia na Comunidade de Platina, seguindo até o entroncamento com a SC-114, próximo à Comunidade de Barra Grande.

Seara
Recursos – R$ 1,8 milhão
Recuperação das estradas – Total de 20 quilômetros
- Estrada municipal de acesso à propriedade “Hortaliças Benetti”, em Linha São Paulo; com inicio no entroncamento da Rodovia Estadual SC-283.
- De acesso à Queijaria e Padaria Bollis, com início no entroncamento de acesso ao Museu Fritz Plaumann junto à rodovia SC- 283, prosseguindo até a fábrica de laticínios e confeitaria.
- De acesso à agroindústria “Frangos Giombelli”, em Linha Forquilha, com início no entroncamento com a rodovia SC-283, prosseguindo até as instalações de criação de aves.
- Estrada que compreende o acesso da Comunidade Rui Barbosa e Celso Ramos, com início no Centro Comunitário de Rui Barbosa passando por Linha Celso Ramos seguindo até a Padaria da Seli.
- Estrada de acesso à Linha Marrecas, com início na comunidade de Nova Teutônia, imediatamente após a ponte sobre o Rio Ariranha, prosseguindo até as instalações a Agroindústria Bunki Alimentos, localizada em Linha Marrecas
- Estrada de acesso à agroindústria Produto Cosmann, com início no trevo de acesso ao Museu Fritz Plaumann junto à rodovia SC-283, estendendo-se até a propriedade Cosmann em Linha Treze de Maio.

Urubici
Recursos – 984 mil
- Recuperação de 12, 4 quilômetros da estrada municipal São Francisco, com início no entroncamento com a rodovia SC-110 e término no entroncamento com a rodovia SC-370, na comunidade de Rio Vacariano.
- Recuperação de 3,9 quilômetros da estrada com início na parada de ônibus próxima à escola Municipal Multiserida Boaventura de Souza e término próximo à ponte sobre o Rio Urubici, no entroncamento com a Rua Boanerges Pereira de Medeiros.

São Bonifácio
- Recursos – 562,8 mil
Recuperação das estradas – Total de 16,2 quilômetros
- Estradas municipais 480, 479 e 264, iniciando na ponte sobre o Rio Capivari na SB-480 até o acesso lateral direito no km 4, seguindo pela SB-479 até o km 5, na interseção com a estrada SB-264. Até o final da comunidade de Rio do Poncho.
- Estrada Municipal 450, iniciando na interseção com a rodovia SC-435, local da ponte de concreto sobre o Rio Capivari e finalizando no acesso a Comunidade de Rio Theiss.
- Estrada municipal 437, iniciando na interseção com a rodovia SC-435, passando pelo acesso a rua Alberto Rohling, local esse que leva até a trilha do Cedro e as cachoeiras e finalizando na Comunidade de Rio Bloemer.

Ponte sobre o Rio Congonhas

Outro importante ato da manhã foi o anúncio do repasse de R$ 1,5 milhão para a construção da ponte de concreto sobre o Rio Congonhas, na divisa entre o município de Tubarão e Jaguaruna. A ponte de 64 metros de comprimento deve ser concluída em oito meses, após o processo de licitação, que deve ser em 45 dias. O prefeito de Jaguaruna, Luiz Arnaldo Napoli, disse que a obra é aguardada há muito tempo pela população de Jaguaruna e Tubarão. “Essa ligação envolve o turismo, além de melhorar e facilitar o transporte da produção agrícola. É uma grande conquista, que vai fazer a diferença para nossa região.”

Sobre o SC Rural

O SC Rural é coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, por meio da Secretaria Executiva Estadual e executado pela Epagri e Cidasc, Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Fatma, Polícia Militar Ambiental, Secretaria Estado de Infraestrutura e Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte.

O Programa beneficia 90 mil agricultores familiares e 1.920 famílias indígenas, organizados em associações, cooperativas, redes de cooperação ou constituindo alianças produtivas com empreendedores do setor privado.

Um dos objetivos é consolidar uma proposta de política pública para o meio rural de Santa Catarina, com investimentos de US$ 189 milhões, dos quais US$ 90 milhões são financiados pelo Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) e US$ 90 milhões, como contrapartida do Governo do Estado.

Até 2016, o SC Rural apoiará as iniciativas direcionadas à melhoria da competitividade do setor agropecuário familiar, à gestão dos recursos hídricos e ao aprimoramento de forma sustentável de suas políticas, instituições, fundos de incentivos governamentais e ações relacionadas ao desenvolvimento rural com foco nos agricultores familiares.Fonte:Secretaria de Estado de Comunicação

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