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Cooperserra é certificada com o Selo de Conformidade Cidasc

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A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc realizou no dia 2, a solenidade de entrega do Selo de Conformidade Cidasc para a Cooperativa Regional Agropecuária Serrana – Cooperserra.

Fundada em 1994, a cooperativa é responsável por 350 hectares de pomares de maçã nos municípios de São Joaquim, Urupema e Bom Jardim da Serra. A Cooperserra é a segunda empresa a ser certificada com o selo neste ano e a nona em todo período.

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A solenidade de concessão do SCC aconteceu na Associação dos Funcionários da Epagri de São Joaquim e teve a participação do prefeito de São Joaquim Giovani Nunes, do diretor institucional da Cidasc Marcos Pacheco, do gestor do Departamento Regional da Cidasc de São Joaquim Rides Campos Ferreira e da gestora da Divisão Estadual de Classificação de Produtos de Origem Vegetal Valdirene Sommer. Representando a Cooperserra estavam presentes o presidente Mariozan Corrêa e o gerente de packing da cooperativa Ricardo Arruda.

A Cooperserra opera em uma área de 20 mil metros quadrados no total, contando com capacidade de armazenamento de 15 mil toneladas maçãs e unidade de processamento para 18 mil toneladas de maçã das variedades Fuji e Gala de seus cooperados e terceirizados. Além da produção de maçãs, a cooperativa também trabalha com a comercialização de insumos agrícolas.

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Selo de Conformidade Cidasc

Desenvolvido pela equipe técnica da Divisão de Classificação de Produtos de Origem Vegetal do Departamento Estadual de Defesa Sanitária Vegetal da Cidasc, o SCC presta suporte às indústrias que se dedicam à produção, processamento e comercialização de produtos de origem vegetal, visando à oferta de alimentos mais seguros aos consumidores e fortalecendo as marcas catarinenses.

De acordo com a Gestora Estadual da Divisão de Classificação, Valdirene Régia Bizolo Sommer, o processo de adequação leva em média um ano. Por meio de visitas técnicas, os profissionais da Cidasc identificam irregularidades no processo de fabricação e atuam em conjunto com as indústrias para adequá-las às normas vigentes.

O Selo precisa ser renovado de seis em seis meses, por meio da realização de uma nova auditoria na empresa que identificará oportunidades de melhoria na produção.

 

Para participar ou solicitar mais informações

Você pode entrar em contato com a Divisão de Classificação Vegetal da Cidasc pelo telefone (48) 3665-7081. Também é possível conhecer melhor as etapas da certificação no site da Companhia. Para saber mais sobre as ações da Cidasc no âmbito da classificação vegetal, clique : http://www.cidasc.sc.gov.br/classificacao/ Fonte:Cidasc

Mais informações: www.cidasc.sc.gov.br

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Cidasc celebra 39 anos com grandes conquistas na agropecuária catarinense

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A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc, vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, celebra 39 anos de história e grandes conquistas para os catarinenses. 

Desde que foi criada, em 27 de novembro de 1979, a Cidasc trabalha para promover o agronegócio catarinense e o desenvolvimento das cadeias produtivas por meio da sanidade animal, vegetal e inspeção de produtos de origem animal, com o objetivo garantir a excelência sanitária dos rebanhos e lavouras do Estado.

Muitas conquistas marcaram a sua trajetória. Destacam-se os dois certificados internacionais, concedidos pela Organização Mundial de Saúde Animal – OIE, como Área Livre de Febre Aftosa sem vacinação e de Zona Livre de Peste Suína Clássica – PSC, status que possibilitaram aos produtos de origem animal catarinenses alcançarem os mercados mais exigentes do mundo em termos de sanidade animal

O Presidente da Cidasc Luiz Alberto Rincoski Faria destaca que, além da responsabilidade, é um grande desafio presidir a Companhia responsável pela defesa agropecuária em um Estado como Santa Catarina, referência nacional e mundial no assunto. “Temos o compromisso de manter a credibilidade que a Companhia adquiriu ao longo dos anos em função de uma equipe técnica qualificada e dedicada. Precisamos  manter e ampliar o status adquirido pelo estado, em que o setor agropecuário é responsável por 29% do Produto Interno Bruto e o de carnes, 60% desse PIB. Cerca de 17% do PIB catarinense refere-se a proteína animal. Esse indicador está diretamente relacionado às ações da Cidasc durante todos estes 39 anos de trabalho”, ressalta.

Em 39 anos de atuação em todo o Estado de Santa Catarina, a Companhia  criou um modelo de trabalho para resguardar o produtor rural e a saúde da população. Por meio de orientação, promoção de ações de combate, controle e prevenção de doenças e pragas que acometem os setores da agropecuária, assegura-se a condição sanitária diferenciada do Estado como referência nacional e internacional. A qualidade dos nossos rebanhos e pescados têm atraído continuamente a atenção de vários países, impulsionando a economia e fortalecendo o agronegócio. Os benefícios econômicos obtidos pelos resultados dessas conquistas fomentam a economia do Estado, geram emprego, renda e a abertura dos mercados mais competitivos do mundo.

De acordo com o Secretário de Estado da Agricultura, Airton Spies, o trabalho que a Cidasc desenvolve é de fundamental importância para a política sanitária no Estado.  “São 39 anos de muita dedicação, tanto do Governo do Estado, Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, quanto de todos os empregados da Companhia e produtores rurais. Avançamos muito, somos referência em sanidade animal, vegetal e inspeção, favorecendo os produtores e a agropecuária catarinense. Hoje os nossos produtos são destaque nos mercados interno e externo, e a Cidasc tem um papel primordial nesse processo”, afirma o secretário.

Santa Catarina é um Estado diferenciado no processo de controle e fiscalização da inspeção de produtos de origem animal. As parcerias entre instituições privadas, poder público e o nosso exercício profissional têm propiciado à inspeção chegar em todos os estabelecimentos. O trabalho conjunto com as  prefeituras, de papel fundamental, merece destaque por convênios com a Cidasc, visando adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal – SISBI e ao Serviço de Inspeção Estadual – SIE.

Na área vegetal, o sistema constitui-se num trabalho estratégico e sistemático de monitoramento, vigilância, inspeção e fiscalização da produção e do comércio de plantas, partes de vegetais ou outros produtos de origem vegetal veiculadores de pragas, que possam colocar em risco o patrimônio agrícola e a condição sócio-econômica de Santa Catarina. “A implementação do sistema e-Origem é outra conquista da Cidasc no que se refere à identificação de origem e rastreabilidade dos produtos que chegam à mesa das famílias catarinenses. O programa possibilita a inserção do pequeno produtor no mercado de produtos com origem identificada, de forma gratuita. Fator diferencial para a produção e distribuição de frutas e hortaliças”,destaca o presidente da Companhia, Luiz Alberto  Rincoski Faria.

Estrutura

Para atender as demandas de aproximadamente 500 mil produtores rurais, a Companhia conta com 1.500 colaboradores distribuídos nas unidades presentes nos 232 municípios do Estado, com 19 Departamentos Regionais, um escritório central, um Terminal Graneleiro em São Francisco do Sul e 63 barreiras sanitárias fixas.Fonte: Assessoria de Comunicação – Cidasc

 

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Família de Xanxerê usa a tecnologia para mostrar qualidade do produto que vai à mesa do consumidor

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O jardim com vários troncos de árvores que lembram esculturas da natureza e as orquídeas já demonstram que ali vive uma família organizada. Luiz Rossetto e Ivanete foram os primeiros produtores de Xanxerê a aderirem o E-Origem 

A primeira a recepcionar a equipe do Tudo Sobre Xanxerê é uma Border Collie chamada Bela. Logo acena, quase escondido por um enorme chapéu, o dono da propriedade, Luiz Rossetto, acompanhado de quem manda em tudo, a esposa Ivanete. Praticamente criados no campo, o casal se conheceu em uma plantação de maçãs, criou três filhos e agora já aguarda o segundo neto.

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A família vive há seis anos na comunidade de Perau das Flores, interior de Xanxerê, onde produz para consumo e venda no comércio de Xanxerê a Ponte Serrada.

- A gente produz laranja Bahia, poncã, morgota, figo, pêssego, abacate e tudo isso comercializamos porque o mercado pede, mas não tínhamos nada que atestasse que nossos produtos são de qualidade, porque fizemos tudo orgânico, desde o cuidado com o solo, até a colheita da fruta – comenta Rossetto.

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Para mudar a situação, a família Rossetto foi à primeira de Xanxerê a se cadastrar no programa E-Origem, que visa a rastreabilidade de todos os produtos in natura que são comercializados no Estado de Santa Catarina.

- Não foi difícil. Sempre tivemos o acompanhamento da Epagri e, junto com a Cidasc, nos passaram sobre o programa. O cadastro fizemos com a ajuda deles, mas agora é tudo feito dentro da propriedade. O meu filho mais novo faz e só mandamos imprimir as etiquetas. Não foi difícil se adaptar porque o mercado vai procurar só pelos produtos que tiverem esse código – comenta o produtor.

 

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Importância do E-Origem

Com o E-Origem, todo o produto in natura e minimamente processado que vai para consumo precisa ter um código de rastreabilidade, para mostrar de onde o produto vem.

O produto tem que conter uma etiqueta que aponta nome do produtor, inscrição estadual ou CPF, endereço completo, peso ou unidade, código de rastreabilidade do produto, número do lote, nome comum da espécie vegetal, variedade ou cultivar, data da colheita. Com a rastreabilidade será possível identificar as etapas dos processos de produção, manipulação, beneficiamento, fracionamento, descascamento, corte, acondicionamento, embalagem, consolidação de lotes, armazenagem, transporte, distribuição e comercialização e a exportação e importação de produtos de origem vegetal destinados ao consumo.

A medida também se aplica a produtos a granel, onde as informações devem estar disponibilizadas nas embalagens na área de estoque do varejo e na gôndola do supermercado.

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De acordo com o engenheiro agrônomo da Cidasc Xanxerê, Márcio Andrei Cardoso Niederauer, a exigência tem prazo para ser cumprido, por isso existe a preocupação para que os produtores busquem fazer esse cadastro e passem a fornecer o produto com a rastreabilidade.

- A Vigilância Sanitária é quem fará a fiscalização destes produtos no mercado, não estando em acordo, quem vai sofrer as penalidades é o supermercado. Já há supermercadistas que só estão adquirindo produtos que estejam de acordo com o E-Origem. Para o produtor, basta que ele se cadastre no site da Cidasc através do Sigen, onde vai contar com login e senha e depois vá alimentando as informações que são necessárias. Isso é importante porque o consumidor vai conseguir identificar de que propriedade aquele produto está vindo, como ele foi plantado e colhido – informou o agrônomo da Cidasc.

Prazo para cumprimento 
A rastreabilidade já é obrigatória desde o dia 06 de agosto deste ano para as frutas, como citros, maçã e uva, batata, alface, repolho, tomate e pepino. Já melão, morango, coco, goiaba, caqui, mamão, banana, manga, cenoura, batata doce, beterraba, cebola, alho, couve, agrião, almeirão, brócolis, chicória, couve-flor, pimentão, abóbora e abobrinha até 02 de fevereiro de 2019 e as demais até 28 de janeiro de 2020.

Fonte:www.tudosobrexanxere.com.br Por Joimara S.Camilotti

 

Mais informações: xanxere@cidasc.sc.gov.br

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Gestor da Cidasc palestrará sobre o programa e-Origem na AgroVale 2018

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O gestor estadual da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc, Alexandre Mees, ministrou, na sexta-feira 8 a palestra “Rastreabilidade de frutas e hortaliças em Santa Catarina”.

Mess falou do trabalho desenvolvido pela Companhia, onde a rastreabilidade é realizada através do programa e-Origem. 

A palestra aconteceu durante a AgroVale 2018, em Rio do Sul, como parte do seminário “Tendências de comercialização da agricultura”

No evento, também aconteceram palestras, exposições, seminários agrícolas que envolviam áreas como comércio de produtos, frutas e hortaliças, exposição e concurso de morfologia de cavalos crioulos, treinamento e capacitação para ampliar conhecimento e habilidades para aplicar no campo, feira agrícola, apresentações e shows nacionais, entre outros.

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O Programa e-Origem, é um projeto desenvolvido pela Cidasc, através do Departamento de Defesa Vegetal, que permite ao consumidor saber a procedência dos alimentos produzidos em Santa Catarina. O e-Origem proporciona um registro da movimentação dos vegetais.  Além disso, facilita o monitoramento do uso de agrotóxicos nos hortifrutigranjeiros e também atende a uma demanda dos consumidores, cada vez mais interessados em saber quem produz seus alimentos.

Mais informações: www.cidasc.sc.gov.br/e-origem

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Santa Catarina completa 11 anos como único estado do país livre de febre aftosa sem vacinação

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Há 11 anos, Santa Catarina se mantém como único Estado brasileiro livre de febre aftosa sem vacinação. O status sanitário diferenciado contribuiu para que SC se tornasse um dos maiores produtores de suínos e aves do país e uma referência em sanidade e defesa agropecuária. O reconhecimento veio em maio de 2007 pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e foi resultado de uma longa trajetória, inciada em 1965.

No Estado, o último foco da doença aconteceu em 1993 e desde 2000 foi suspensa a vacinação dos bovinos. O status sanitário diferenciado logo se transformou em uma vantagem competitiva e Santa Catarina se tornou o maior exportador de carne suína e o segundo maior exportador carne de frango do país, alcançando os mercados mais exigentes do mundo.

A conquista de mercados exigentes não aconteceu por acaso. Este foi justamente um dos motivos que levou Santa Catarina a buscar o reconhecimento internacional – ser referência em sanidade animal e chegar aos mercados mais competitivos. O secretário da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, explica que o certificado da OIE distingue a produção catarinense no cenário nacional e se tornou um patrimônio do Estado. “O reconhecimento internacional trouxe grandes vantagens econômicas para Santa Catarina. Com ele, o Estado conquistou acesso aos mercados mais exigentes do mundo para a carne suína e de frango, gerando emprego e renda para todos os envolvidos na cadeia produtiva”.

A conquista e a manutenção do status sanitário exigem esforços conjuntos do Governo de Santa Catarina, Ministério da Agricultura, agroindústrias e produtores rurais. “Os produtores catarinenses entenderam a importância da certificação internacional para valorizar os produtos e tem sido o esforço e a colaboração de cada um que permitiu que chegássemos até aqui e permanecêssemos há 25 anos sem nenhum caso de febre aftosa no estado”, ressalta o secretário.

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Manutenção do status sanitário
Em Santa Catarina a sanidade animal é levada a serio e os esforços nesse sentido são imensos. A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) mantém 63 barreiras sanitárias fixas nas divisas com Paraná, Rio Grande do Sul e Argentina que controlam a entrada e a saída de animais e produtos agropecuários. Além disso, em Santa Catarina todos os bovinos e bubalinos são identificados e rastreados.

Já que é proibido o uso de vacina contra febre aftosa em todo o território catarinense, não é permitida a entrada de bovinos provenientes de outros estados. Para que os produtores tragam ovinos, caprinos e suínos criados fora de Santa Catarina é necessário que os animais passem por quarentena tanto na origem quanto no destino e que façam testes para a febre aftosa, exceto quando destinados a abatedouros sob inspeção para abate imediato.

O Governo do Estado mantém ainda um sistema permanente de vigilância para demonstrar a ausência do vírus de febre aftosa em Santa Catarina. Continuamente, a Cidasc realiza inspeções clínicas e estudos sorológicos nos rebanhos, além de dispor de uma estrutura de alerta para a investigação de qualquer suspeita que venha a ser notificada pelos produtores ou por qualquer cidadão. A iniciativa privada também é uma grande parceira nesse processo, por meio do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa).

Próximo diferencial catarinense 
O Brasil já se prepara para conquistar o certificado internacional como país livre da doença sem vacinação – assim como Santa Catarina fez em 2007. A expectativa é de que até 2023, a OIE conceda o título a todos os estados do país. E o agronegócio catarinense já se prepara para o seu próximo desafio: erradicar a brucelose e a tuberculose do seu rebanho bovino.

Governo do Estado, iniciativa privada e produtores rurais estão focados em fazer da sanidade animal a marca registrada de Santa Catarina e um grande diferencial na busca e manutenção de mercados internacionais. Hoje, o Estado já tem a menor taxa de prevalência de brucelose e tuberculose do Brasil.

“Em breve todo país também será livre de febre aftosa sem vacinação e nós já estamos pensando em qual será o nosso grande diferencial. Santa Catarina se prepara para ser conhecido como referência em bem estar animal, controle de brucelose e tuberculose e desempenho ambiental. São esses fatores que irão garantir a competitividade do nosso agronegócio”, destaca o secretário Airton Spies. Fonte?sar/ Arte: Alisson de Souza

 

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Cidasc coordena palestras sobre Brucelose e Tuberculose para agricultores de São Miguel do Oeste

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Agricultores das Linhas Alto Guamerim, Santa Catarina, Barra do Guamerim, Jacutinga do Guamerim, Waldemar e Emboaba, integram o primeiro grupo do ciclo de palestras sobre Brucelose e Tuberculose, pelas Secretarias de Agricultura e de Saúde de São Miguel do Oeste, em parceria com a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc, Epagri e Sindicato dos Produtores Rurais.

Conforme disse o secretário Renato Romancini, serão sete palestras em diversas comunidades, a fim de orientar os produtores e suas famílias sobre as duas doenças que já têm registro de óbitos e grandes prejuízos em propriedades. “É uma doença muito séria e estamos iniciando estas palestras onde é fundamental a presença dos agricultores. A responsabilidade é de cada um, precisamos fazer a nossa parte, desde acompanhar o animal, realizar exames e repassar um animal saudável a outros produtores. Tudo tem um custo, mas este é o preço da segurança”, enfatizou Romancini.

O presidente do Sindicato dos Produtores Rurais, Adair Teixeira, anunciou um importante incentivo da entidade para a realização dos exames de tuberculose e brucelose. “São poucas pessoas que se preocupam com a saúde da família. Mas agora temos um importante benefício através do Sindicato, com redução de custos para os agricultores, para a realização dos exames numa parceria com o Laboratório do Casa Vitta. Aguardamos agora a liberação do laboratório para a realização dos exames nos animais, pela nossa equipe”.

As explanações foram feitas pelo médico veterinário da Cidasc, Ody Hess Gonçalves e pela médica veterinária da Prefeitura de São Miguel do Oeste, Tatiane Brancalione, que abordaram a transmissão e os cuidados com os animais para que não contraiam brucelose e tuberculose, além da prevenção, tratamento, exames, diagnóstico e os sintomas destas doenças nos humanos que é transmitida através do leite e queijo sem pasteurização e contato com animal doente. A intenção é prevenir que a doença chegue às famílias.

O calendário de palestras segue até o dia 07 de agosto e deve reunir mais de 300 famílias de produtores rurais do município, nos seguintes locais:

Dia 29/05 – Salão da comunidade de Linha Canela Gaúcha;

Dia 12/06 – Salão da comunidade de linha Bela Vista das Flores;

Dia 26/06 – Salão da comunidade de linha Sete de Setembro;

Dia 10/07 – Salão da comunidade de linha Nossa Senhora Aparecida;

Dia 24/07 – Salão da comunidade de linha Dois Irmãos;

Dia 07/08 – Salão da comunidade de linha Campo Salles.

Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose

O objetivo do Programa é diminuir ou até mesmo erradicar a incidência de casos de Brucelose e Tuberculose bovina e bubalina e certificar propriedades que ofereçam ao consumidor produtos de baixo risco sanitário. É realizada investigação de possíveis focos, por vigilância ativa, mediante a parceria com Agroindústrias do Setor Leiteiro (Laticínios).

O Certificado de Propriedade Livre de Brucelose e Tuberculose certifica a propriedade que cumpre o que estabelece o Artigo 57 do regulamento Técnico do PNCEBT. De acordo com o Mapa, a proposta do Programa foi elaborada com a participação de especialistas e pesquisadores em epidemiologia, em medicina veterinária preventiva, e em Serviços de Inspeção e Defesa Sanitária Animal. Fonte: Prefeitura de São Miguel do Oeste

 

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Inspeção de produtos de origem animal é tema de palestra no 1º Seminário Estadual da Carne

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O Departamento Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Animal, da Cidasc participou do 1º Seminário Estadual da Carne realizado no último dia 12 em São João do Itaperiú, no Vale do Itajaí.

A palestrante foi a médica veterinária Geisa de Oliveira, que falou sobre o Serviço de Inspeção Estadual, que assegura a qualidade dos alimentos de origem animal.

A médica veterinária destacou as principais atividades desenvolvidas pelo SIE, o histórico das atividades de inspeção no Brasil e em Santa Catarina e também falou sobre a importância de proprietários e/ou responsáveis legais dos estabelecimentos registros no SIE de observar e respeitar o que rege a legislação sanitária.

Geisa também destacou que o trabalho dos profissionais da Cidasc, observando o que determina a legislação, promove o combate à clandestinidade, atuando neste sentido com a finalidade de oferecer à população produtos com menor risco sanitário ao consumo humano.

Segundo Geisa, na hora da compra o consumidor deve verificar se os produtos de origem animal têm o carimbo do SIF, SIE ou SIM.

O carimbo com a palavra “INSPECIONADO” no meio, retrata a imagem do selo de inspeção. Essa é a palavra comum para todos os selos que certificam os produtos de origem animal. O que muda é o local e a sigla.

→ Quando for Serviço de Inspeção Federal, aparece Brasil, Ministério da Agricultura e a sigla S.I.F.

→ Quando for Serviço de Inspeção Estadual, aparece Santa Catarina e a sigla S.I.E.

→ Quando for Serviço de Inspeção Municipal, aparece o nome do município e a sigla S.I.M.

Esses selos atestam que os produtos são inócuos aos consumidores, isto é, não apresentam risco a saúde humana demonstrando a qualidade e respaldando que o produto está dentro dos padrões técnicos estabelecidos pelas normas vigentes.

Produtos sem inspeção são passíveis de contaminações físicas, químicas e microbiológicas, podendo causar doenças na população, como intoxicações, parasitoses e até mesmo doenças sistêmicas, como tuberculose, neurocisticercose e a toxoplasmose, dentre outras.

As principais atividades econômicas do município estão concentradas na agricultura, com destaque para a produção de banana. Outra atividade relevante no município é o abate de bovinos e ovinos, fato que deu a São João do Itaperiú o título de Capital Catarinense da Carne Bovina e Ovina. Foto: Departamento Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Animal

 

O seminário faz parte da V Festa Estadual Gastronômica da Carne, a Fecarne. Também participaram do seminário o gestor do Departamento Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Animal Jader Nones e o gestor do Departamento Regional da Cidasc de Joinville Pedro Nolli. Com o objetivo de divulgar as ações da Cidasc e o Projeto Sanitarista Júnior, os profissionais Odair José Montoanelli, técnico agrícola, Luísa Richter e Simone Senger, médicas veterinárias montaram um estande com a van de fiscalização móvel da Cidasc.

As médicas veterinárias Suzana Eri Yotsuyanagi e Miriam Marquezini, do Instituto de Tecnologia da Carne de São Paulo também ministraram palestras no seminário. Eri falou sobre A Importância do S.I.E, para o consumidor, enquanto Miriam falou sobre aspectos físico-químicos e microbiológicos que impactam na qualidade das carnes comercializadas.

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Serviço de Inspeção Estadual – SIE

O Serviço de Inspeção Estadual, também conhecido pela sigla SIE, é um sistema de controle e fiscalização executado pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc que avalia a qualidade na produção de alimentos de origem animal, oferecendo aos consumidores catarinenses alimentos com qualidade e segurança.

A principal atividade desenvolvida pelo Departamento Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Animal é a fiscalização nos estabelecimentos e a inspeção de carnes, leite, ovos, mel e pescados e seus derivados.

Cerca de 400 médicos veterinários habilitados, vinculados a 14 empresas credenciadas e 37 médicos veterinários oficiais do departamento de inspeção da Cidasc atuam na fiscalização das atividades inerentes a inspeção.  Estes profissionais prestam serviço de inspeção nos 514 estabelecimentos ativos no SIE.Fonte: Geisa de Oliveira/Cidasc

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Serviço de Inspeção da Cidasc é destaque

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A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina foi destaque em matéria veiculada pelas mídias sociais do Governo do Estado de Santa Catarina.

A matéria apresenta o Serviço de Inspeção da Cidasc, que é responsável pelo controle de qualidade dos alimentos de origem animal produzidos e comercializados no estado. O vídeo explica como funciona a fiscalização dos estabelecimentos certificados pelo estado, ou seja, que são parte do SIE – Serviço de Inspeção Estadual.

“A saúde do consumidor é o nosso grande objetivo”, diz o Presidente da Cidasc, Luiz Alberto Rincoski Faria, explicando que a Cidasc além de proteger quem compra, também protege o produtor, já que mantém olhos atentos à qualquer indicação de doenças em rebanhos, tais como a brucelose e a tuberculose.

Para ver o vídeo completo, clique no endereço: https://www.facebook.com/cidasc.ascom/videos/925309567631014/

 

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Secretário Adjunto do Estado Agricultura e da Pesca abre o 1° Seminário Intergovernamental sobre Agrotóxico e Afins

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O 1° Seminário Intergovernamental sobre Agrotóxico e Afins, organizado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) em parceria com a CIDASC, visou apresentar ações e integrar os órgãos públicos no controle de agrotóxicose ocorreu  no dia 27 de abril.

Estiveram na composição da mesa de aberturao secretário Adjunto do Estado Agricultura e da Pesca, Athos de Almeida Lopes Filho, a promotora de Justiça do Ministério Público, Greicia Malheiros da Rosa Souza, e o Gestor Estadual de Sanidade Vegetal da Cidasc, Ricardo Miotto.

Em seu discurso, Athos ressaltou a importância da educação para o uso dos agrotóxicos e a busca da segurança alimentar. “Os defensivos agrícolas estão diretamente relacionados a agricultura, é uma grande preocupação nossa a maneira como isso é feito para que não sobre resíduos nos alimentos e nós consigamos manter a saúde da população. Todo munda busca um alimento sadio”, complementa o secretário adjunto.

A Promotora de Justiça Greicia Souza destacou a importância da colaboração entre os órgãos, “essas parcerias são fundamentais, porque não adianta nada o Ministério Público ter um programa se não tem quem o execute”.

Para o gestor Estadual de Sanidade Vegetal da Cidasc, esse tipo de evento é fundamental para colocar em contato os órgãos responsáveis pela segurança alimentar e pela fiscalização de agrotóxicos. “Com essa integração dos agentes de fiscalização dos diferentesórgãos é possível otimizar os métodos de fiscalização. Isso reflete em benefícios diretos para a sociedade, economia de recursos para o estado e maior segurança alimentar da população”, conclui Ricardo Miotto.

Programação

Os temas das palestras foram: Controle no uso de agrotóxicos e afins,peloEng. Agr. Geovani Pedro de Souza – Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (CIDASC).Eng. Agr. Paulo Francisco da Silva – Empresa de Pesquisa e Extensão Agropecuária de Santa Catarina (EPAGRI) e Tenente-Coronel PM Fábio Henrique Machado – Polícia Militar Ambiental (PMA/SC).

Controle do transporte de agrotóxicos e afins e fiscalização de produtos ilegais, pelo Subtenente Almir Vieira – Defesa Civil – Produtos Perigosos, Auditor da Receita Estadual Jair Schimitt – Conselho Estadual de Combate à Pirataria (CECOP), Policial Rodoviário Federal Adilson Soria Vaz – Polícia Rodoviária Federal em Santa Catarina (PRF/SC).

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Cidasc avalia o uso de drones no monitoramento de pragas

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Os Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs), popularmente conhecidos como Drones, vêm sendo utilizados no Brasil como instrumento de monitoramento agrícola, para diversos fins, dos quais alguns podem auxiliar a defesa agropecuária, seja, para localizar plantas daninhas, infestações de pragas, diagnosticar doenças e verificar a distribuição de rebanhos.

O Departamento de Defesa Sanitária Vegetal, com apoio da Polícia Ambiental, testou na última segunda-feira (02) o uso do equipamento no monitoramento de bananais, no município de Antônio Carlos, com o objetivo de analisar o potencial de uso nas ações de levantamento de pragas. A produção de bananas tem destaque em Santa Catarina, que é o estado brasileiro que mais exporta a fruta.

Constatou-se que o instrumento pode agilizar as inspeções de pragas, podendo detectar possíveis focos que são de difícil acesso, além da possibilidade de classificar plantas com sintomas de pragas, quando associado a captura de imagens por infravermelho. O uso de drones poderá ser um diferencial na defesa agropecuária, seja na agricultura, pecuária e na vigilância de fronteiras entre estados.Fonte: Fabiane dos Santos e Geovani Pedro de Souza – Departamento Estadual de Defesa Sanitária Vegetal/Cidasc

 

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