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Projeto Sanitarista Junior inicia ano letivo em 1.073 escolas da rede estadual de ensino de Santa Catarina

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De acordo com a Secretaria de Estado da Educação, os municípios e a rede privada têm autonomia na elaboração dos seus calendários, levando em consideração as peculiaridades locais e a legislação que determina o mínimo de 200 dias letivos e 800 horas-aula.

Nesta semana 1402 alunos de 69 escolas da rede municipal e estadual iniciam o Projeto Sanitarista Junior em todo o Estado de Santa Catarina. Por meio de articulações com escolas e educadores na finalidade de definir um público-alvo, as crianças a partir de nove anos das escolas das redes pública e particular foram consideradas aptas a desenvolverem as aulas que inserem os conteúdos de educação sanitária de forma transversal e interdisciplinar no currículo escolar.

O projeto educativo, focado na defesa agropecuária, sanidade ambiental e humana, foi elaborado a partir da construção do Programa Estadual de Educação Sanitária em Defesa Agropecuária, documento este produzido pelo Comitê de Educação Sanitária, composto por engenheiros agrônomos e médicos veterinários da Cidasc, e foi desenvolvido para ser executado junto às escolas por livre demanda.

As aulas, que envolvem saídas de campo, vídeos ilustrativos e contato direto com profissionais da área, ainda são estruturadas com o uso de material didático próprio, abordando temas como bem-estar animal, doenças e pragas, formas de prevenção e ações voltadas à preservação do meio ambiente, otimização de recursos naturais, uso consciente de agrotóxicos, entre outros.

Integrando o conhecimento sistematizado e a realidade dos atores sociais envolvidos, o Projeto Sanitarista Junior torna-se instrumento que leva a um processo de sensibilização e consciência ambiental, permitindo às crianças desenvolverem valores e competências fundamentais para o pleno exercício da cidadania.

As crianças, por meio das vivências do projeto, tornam-se multiplicadoras das ações de defesa e passam a contar com a Cidasc como parceira nas melhorias da produção e qualidade de vida no campo.

“A educação sanitária em defesa agropecuária é o processo ativo e contínuo de utilização de meios, métodos e técnicas capazes de educar e desenvolver consciência crítica nas crianças que participam do projeto e na comunidade escolar como um todo”, ressalta a engenheira agrônoma da Cidasc e coordenadora estadual do projeto Patrícia Almeida Barroso Moreira.

As ações de defesa agropecuária, desenvolvidas e executadas pela Cidasc, visam garantir a manutenção da sanidade das populações vegetais e animais, a idoneidade dos insumos e dos serviços utilizados na agropecuária catarinense, bem como garantir a identidade higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos agropecuários destinados aos consumidores.

O Projeto Sanitarista Junior busca, por meio da educação, promover a mudança de atitudes e comportamentos da comunidade frente aos problemas sanitários. Cultiva nas crianças o amor pela natureza e o desejo de conhecer melhor o trabalho no meio rural. Permite que compreendam a responsabilidade, delas e da sociedade em geral, na saúde animal, vegetal, ambiental e na produção de alimentos seguros, incentivando que façam sua parte e cooperem com a saúde pública e o desenvolvimento sustentável.

Ao longo destes quatro anos de Projeto Sanitarista Junior, foram contempladas mais de 10 mil crianças, de 133 escolas, em 70 municípios catarinenses.

 

Mais informações: www.cidasc.sc.gov.br

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Produtores de polvilho azedo seco ao sol do Sul de Santa Catarina conquistam avanços

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As unidades produtoras de polvilho azedo do sul Catarinense receberam a visita da superintendência estadual da Vigilância Sanitária do Estado de Santa Catarina, após um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) ter sido firmado em 2017.

Desde então passaram por um trabalho de elevação da qualidade, através da consultoria do Selo de Conformidade da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Cataria – Cidasc.

Conforme o técnico Regional da Cidasc, Rômulo Bitencourt, a visita técnica da Vigilância Sanitária estadual, no último dia 12, por meio da superintendente do órgão Raquel Bittencourt, juntamente com o setor polvilheiro, representado pela Associação das Indústrias Processadoras de Mandioca e Derivados (AIMSC) visitaram as unidades produtoras de polvilho azedo seco ao sol no Sul de Santa Catarina em função de Termo de Ajustamento de Conduta ocorrido com este setor. Este setor estava muito ultrapassado, em termos das normas de produção de alimentos e em 2017, firmou o TAC para que dentro de prazo hábil pudessem se atualizarem com as melhorias das unidades, procedimentos e registros.

O trabalho da Cidasc junto a este setor foi de elevação do padrão de qualidade do polvilho azedo no Sul do estado. “O polvilho azedo seco ao sol é um produto genuíno nosso, com características peculiares, com parte da produção artesanal e a gente tende a preservar este setor. Cidasc, Epagri e Universidade Federal de Santa Catarina, Unisul e Unesc fazem trabalho em conjunto neste setor avaliando os níveis de contaminantes e analisando como manter sua produção com qualidade”, destaca Rômulo.

Todo o setor do Sul do estado está mobilizado e foi criada uma nomenclatura específica da cultura do polvilho azedo seco ao sol, que tem as particularidades destacadas para comercialização. Um investimento de cerca de R$ 10 milhões foi demandado para estruturar o trabalho no Sul do estado. Prefeito de Santa Rosa do Sul, Nelson Cardoso; de Sombrio, Zenio Cardoso e de São João do Sul, Moacir Francisco Teixeira participaram da visita e junto da comunidade se mostram empenhados pelo setor.

Com o intuito de servir de apoio ao segmento, foi desenvolvido um projeto para dar suporte a estes empreendimentos, chamado Projeto de Valorização do Polvilho Azedo de Santa Catarina e, no projeto, a Cidasc cumpre uma das etapas mais importantes. O setor polvilheiro tem forte representatividade econômica e até cultural, mas as melhorias foram fundamentais para a continuidade da atividade e Santa Catarina, mais uma vez, larga na frente na melhoria da qualidade e na segurança dos alimentos. Fonte: Jornal FolhaSul

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Projeto Sanitarista Junior promove educação sanitária para jovens e crianças do estado

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Desde 2015, o Projeto Sanitarista Junior vem aproximando a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Sanata Catarina – Cidasc dos catarinenses e trabalhando a Defesa Sanitária como tema transversal no currículo das escolas do estado.

Durante o ano foram formadas parcerias com 82 escolas de 41 municípios e alcançados 2400 crianças. O Projeto prevê a introdução transversal do tema da Defesa Agropecuária no Projeto Político Pedagógico das escolas parceiras, para crianças a partir de 9 anos de idade, que cursam o 4º ano do ensino fundamental.

O f Projetooi implantado pela Cidasc nas escolas de Santa Catarina em fevereiro de 2015, com o objetivo promover a mudança de atitudes e comportamentos frente aos problemas sanitários desde o período escolar, melhorando direta e indiretamente a saúde das pessoas, dos animais, das plantas e do meio ambiente.

Em 2018 foram realizadas diversas atividades visando melhorias e expansão do Projeto, entre elas estão: um curso de Práticas Pedagógicas para Educação Sanitária, que contou com 48 participantes entre médicos veterinários, engenheiros agrônomos e técnicos agrícolas; publicação do Livro do Professor e do Caderno de Atividades dos Alunos do Projeto Sanitarista Junior; publicação do jogo de tabuleiro da Agricultura Orgânica; apresentação do Projeto Sanitarista na 6ª Conferência Nacional e I Internacional em Defesa Agropecuária na Bahia; formalização de Convênio junto ao Fundo de Reconstituição de Bens Lesado – FRBL do Ministério Público de Santa Catarina – MP/SC no valor aproximado de 300 mil reais para reprodução de material educativo;

“Com a ampliação dos materiais didáticos em 2018, como o Livro do Professor e o Caderno de Atividades dos Alunos, proporcionou maior autonomia para os professores no desenvolvimento do projeto em sala de aula” ressalta a engenheira agrônoma da Cidasc e coordenadora do projeto Patrícia Almeida Barroso Moreira.

Neste ano, as atividades do Projeto ocorreram em todas as escolas parceiras e contribuiu com as finalidades da educação sanitária, que é compreendida como atividade estratégica e instrumento da defesa agropecuária com fins de garantir o comprometimento dos integrantes da cadeia produtiva agropecuária e da sociedade em geral no cumprimento dos objetivos.

Para motivar ainda mais o interesse das crianças pelas ações do projeto, os encontros além da teoria, envolvem saídas de campo, vídeos ilustrativos, jogos e contato direto com profissionais da área. São estruturadas com o uso de material didático próprio, abordando outros temas como bem-estar animal, doenças e pragas, formas de prevenção e ações voltadas à preservação do meio-ambiente, otimização de recursos naturais, uso consciente de agrotóxicos, o trabalho desenvolvido pela Companhia em diferentes áreas, entre outros. As aulas são ministradas por engenheiros agrônomos, médicos veterinários e técnicos agrícolas, juntamente com os professores das escolas.

Em sala de aula, os alunos aprendem que as ações de defesa agropecuária, desenvolvidas e executadas pela Cidasc, visam garantir a manutenção da sanidade das populações vegetais e animais, a idoneidade dos insumos e dos serviços utilizados na agropecuária catarinense, bem como garantir a identidade higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos agropecuários destinados aos consumidores. E, por meio das vivências do projeto, as crianças se tornam multiplicadoras das ações de defesa e passam a contar com a Cidasc como parceira nas melhorias da produção e qualidade de vida no campo.

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Defesa Agropecuária Catarinense – Departamento Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Animal

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O Serviço de Inspeção Estadual – SIE, coordenado pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina- Cidasc, tem como objetivo a manutenção da saúde pública, através da realização de ações de fiscalização, supervisões e auditorias em estabelecimentos que manipulam e elaboram produtos de origem animal, e dessa maneira garantem a qualidade e inocuidade dos alimentos, permitindo a comercialização dos mesmos.

Os médicos veterinários da Cidasc verificam todo o processo produtivo, da obtenção de matérias-primas ao produto pronto para comercializar, e assim fica garantida a segurança dos alimentos oferecidos à população.

Cerca de 200 médicos veterinários habilitados, vinculados a 14 empresas credenciadas e 100 médicos veterinários vinculados à Cidasc por meio de convênios firmados com prefeituras. São 550 estabelecimentos credenciados no SIE (Sistema de Inspeção Estadual).O DEINP também certificou e realizou fiscalizações de manutenção em mais de 30 estabelecimentos sob o Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), condição necessária para que estabelecimentos com selo SIE possam comercializar a produção fora do estado de Santa Catarina

O Departamento Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Cidasc atua ainda no combate a fraudes e na apuração de denúncias de consumidos quando relacionadas aos produtos de origem animal. A fiscalização do serviço de inspeção é realizada por técnicos capacitados, chega às agroindústrias familiares e é reconhecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa.

Você pode entrar em contato com a Departamento Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Cidasc pelo telefone (48) 3665 7061.

 

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Projeto Valorização do Polvilho Azedo inicia segundo ano de trabalhos

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O projeto foi iniciado em janeiro do ano passado como iniciativa da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc e Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – Epagri com a principal finalidade de elevar o padrão sanitário do polvilho azedo produzido em Santa Catarina.

O polvilho azedo é produto da mandioca e é uma importante fonte de amido sem glúten, além de possuir característica sensorial muitíssimo melhor que o trigo. É amplamente utilizado na panificação e seu consumo é ascendente, o que importa ao setor polvilheiro do Sul de Santa Catarina. Na região Sul são dezenas de pequenos negócios agroindustriais, intensos em mão de obra, dependente de tecnologias, que movimenta economicamente o Estado, já que, inclusive, o produto é exportado em boa quantidade para o Rio Grande do Sul.

Nos últimos dois anos a Cidasc, por meio do Especialista em Segurança dos Alimentos Wladimir Marcon e do engenheiro Rômulo Bittencourt, passou a atuar decisivamente na valorização do polvilho azedo, tanto que deu início ao projeto. No decorrer do tempo, os referidos técnicos da Cidasc buscaram auxílio da Epagri, que também trouxe a Unesc para auxiliar. Como parte dos trabalhos, estão em estudo novas Boas Práticas de Fabricação (BPF), treinamento contínuo de manipuladores, projetos de melhoria nas unidades fabris e a revisão da RDC 14/2014/ANVISA.

Ao longo do ano passado foram, então, realizadas 34 análises microscópicas do polvilho, utilizadas centenas de iscas para captura de insetos nos jiraus, trabalho que se estende ainda neste mês de janeiro. Para o ano em curso, serão catalogados os insetos capturados, avaliadas suas flutuações, compilados os dados das microscopias e avaliadas as BPFs empregadas.

Segundo Rômulo Bitencourt, este projeto caminhou em função da incontestável participação dos industriais, que acreditaram no projeto elaborado pela Cidasc e Epagri. Tanto que em melhorias nas unidades fabris os investimentos já ultrapassaram a cifra de seis milhões de reais.

Para Wladimir Marcon, o ponto mais importante está por ser construído junto à Anvisa (Brasília), que aceitou petição da Associação das Indústrias Processadoras de Amidos de Mandioca de SC (AIMSC), para revisar a RDC 14, e dar mais segurança jurídica ao Setor.

Atualmente são oito indústrias que contam com a consultoria da Cidasc para executar melhorias em suas unidades e implantar a Gestão da Segurança dos Alimentos (GSA), mas outras duas indústrias vão iniciar os trabalhos em fevereiro. “O projeto que está em andamento é interessante para os vários atores envolvidos, mas quem ganha decisivamente é o Estado de SC, pois é a mais razoável forma de fortalecer Santa Catarina como Estado de excelência em sanidade”, diz Rômulo que completa, “permitindo à Cidasc cumprir sua Missão”.

Vale dizer que se trata de um trabalho que vai apresentar resultados positivos, mas com baixo custo, o que manifesta o momento em que vivem as instituições públicas; “é a busca da eficiência”, diz Wladimir Marcon.

Os trabalhos desenvolvidos pela Companhia estão amparados por um Termo de Ajustamento de Condutas – TAC (de ordem técnica) assinado entre as AIMSC e a Divisão de Vigilância Sanitária (DIVS) da Secretaria Estadual da Saúde e deve se estender ao longo do ano corrente. Esse TAC, segundo Gilvan Carvalho, presidente da AIMSC, deu segurança jurídica para investirmos, e os investimentos são decorrência de um Plano de Ação desenvolvido e acompanhado pelos técnicos da Cidasc ; “hoje temos segurança em fazer melhorias, que são devidamente orientadas e seguras”, ressalta Gilvan.Fonte: Cidasc -  Departamento Regional de Tubarão

 

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Febre Aftosa: Santa Catarina manterá certificação independente do restante do país

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Santa Catarina se manterá como uma zona separada no Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA). Único estado brasileiro que já é livre de febre aftosa sem vacinação, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), Santa Catarina se prepara agora para a retirada da vacina no restante do país. A posição do agronegócio catarinense foi defendida durante o Fórum de Prevenção à Febre Aftosa, realizado em Florianópolis.

Com início previsto para 2019, o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) prevê que a vacinação contra febre aftosa seja suspensa gradativamente no Brasil, separando os estados em cinco blocos. Para efeito de discussão técnica, Santa Catarina faz parte do bloco V – junto com Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Como Santa Catarina já tem o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) desde 2007, a decisão do Governo do Estado, iniciativa privada e produtores é de que o estado mantenha uma certificação independente do restante do país.

A demanda catarinense já foi apresentada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “O nosso status sanitário diferenciado é um patrimônio catarinense, que deve ser preservado. A conquista da certificação internacional como zona livre de febre aftosa sem vacinação custou muito esforço e uma dedicação enorme de todo o setor produtivo catarinense”, defende o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies.

A separação de Santa Catarina garante que, por exemplo, em caso de ocorrência de febre aftosa em outro estado, a certificação internacional catarinense não seja afetada. Nessa situação, o estado continuaria autorizado a exportar os produtos de origem animal porque se manterá como uma zona a parte do restante do país.

Defesa Agropecuária

A retirada da vacinação em outros estados irá demandar um investimento ainda maior na defesa agropecuária catarinense. Atualmente, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) mantém 63 barreiras sanitárias fixas nas divisas com Paraná, Rio Grande do Sul e Argentina que controlam a entrada e a saída de animais e produtos agropecuários. Além disso, em Santa Catarina todos os bovinos e bubalinos são identificados e rastreados, sendo proibida a entrada de bovinos provenientes de outros estados.

 

O Governo do Estado mantém ainda um sistema permanente de vigilância para demonstrar a ausência do vírus de febre aftosa em Santa Catarina. A iniciativa privada também é uma grande parceira nesse processo, por meio do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa).

“Este é um momento importante para o agronegócio catarinense. A vacinação em outros estados, como no Paraná e no Rio Grande do Sul, nos protegiam porque formavam uma barreira para o nosso rebanho. O rebanho catarinense é todo identificado e sem nenhuma proteção vacinal, é como uma subpopulação de bovinos dentro do Brasil, por isso a importância de mantermos nossa defesa agropecuária em alerta”, ressalta o secretário Spies.

Santa Catarina trabalha agora em seus novos diferenciais competitivos: controle da brucelose e tuberculose, bem estar animal e desempenho ambiental. “O status sanitário diferenciado sempre foi nosso grande diferencial, como em breve todo o país também será livre de febre aftosa sem vacinação, nós já pensamos nos próximos passos. Nosso estado quer ser conhecido como referência em bem estar animal, controle de brucelose e tuberculose e desempenho ambiental. São esses fatores que irão garantir a competitividade do nosso agronegócio”, afirma.

Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa

O PNEFA está em andamento e em novembro de 2019 o Paraná – estado vizinho de Santa Catarina – já irá suspender a vacinação no seu rebanho. A expectativa é de que em 2023, o Brasil seja reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como país livre de febre aftosa sem vacinação. Mesmo status conquistado por Santa Catarina em 2007.

A superintendente federal do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento de Santa Catarina, Uellen Colatto, explica que o Brasil está prestes a promover uma grande mudança no setor agropecuário. “É um momento de bastante trabalho, estamos em vias de promover uma grande mudança, de transformar o Brasil inteiro em um país livre de febre aftosa sem vacinação. E essa é uma ousadia consciente porque jamais retiraríamos a vacina se não tivéssemos certeza do nosso status sanitário”.

Status sanitário diferenciado

O último foco de febre aftosa em Santa Catarina aconteceu em 1993 e a partir de 2000 foi suspensa a vacinação contra a doença. Em 25 de maio de 2007 representantes do Governo do Estado compareceram à Assembleia Mundial da OIE, onde receberam o certificado que faz do estado uma zona livre de febre aftosa sem vacinação.

O status sanitário diferenciado de Santa Catarina teve impactos diretos e indiretos no aumento das exportações de carne suína e de aves. Após o reconhecimento internacional, o estado se tornou o maior exportador de carne suína e o segundo maior exportador carne de frango do país, alcançando os mercados mais competitivos do mundo. Com o reconhecimento da OIE, Santa Catarina teve acesso a grandes compradores de carnes como China, Hong Kong, Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul.Fonte: Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca

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Cooperserra é certificada com o Selo de Conformidade Cidasc

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A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc realizou no dia 2, a solenidade de entrega do Selo de Conformidade Cidasc para a Cooperativa Regional Agropecuária Serrana – Cooperserra.

Fundada em 1994, a cooperativa é responsável por 350 hectares de pomares de maçã nos municípios de São Joaquim, Urupema e Bom Jardim da Serra. A Cooperserra é a segunda empresa a ser certificada com o selo neste ano e a nona em todo período.

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A solenidade de concessão do SCC aconteceu na Associação dos Funcionários da Epagri de São Joaquim e teve a participação do prefeito de São Joaquim Giovani Nunes, do diretor institucional da Cidasc Marcos Pacheco, do gestor do Departamento Regional da Cidasc de São Joaquim Rides Campos Ferreira e da gestora da Divisão Estadual de Classificação de Produtos de Origem Vegetal Valdirene Sommer. Representando a Cooperserra estavam presentes o presidente Mariozan Corrêa e o gerente de packing da cooperativa Ricardo Arruda.

A Cooperserra opera em uma área de 20 mil metros quadrados no total, contando com capacidade de armazenamento de 15 mil toneladas maçãs e unidade de processamento para 18 mil toneladas de maçã das variedades Fuji e Gala de seus cooperados e terceirizados. Além da produção de maçãs, a cooperativa também trabalha com a comercialização de insumos agrícolas.

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Selo de Conformidade Cidasc

Desenvolvido pela equipe técnica da Divisão de Classificação de Produtos de Origem Vegetal do Departamento Estadual de Defesa Sanitária Vegetal da Cidasc, o SCC presta suporte às indústrias que se dedicam à produção, processamento e comercialização de produtos de origem vegetal, visando à oferta de alimentos mais seguros aos consumidores e fortalecendo as marcas catarinenses.

De acordo com a Gestora Estadual da Divisão de Classificação, Valdirene Régia Bizolo Sommer, o processo de adequação leva em média um ano. Por meio de visitas técnicas, os profissionais da Cidasc identificam irregularidades no processo de fabricação e atuam em conjunto com as indústrias para adequá-las às normas vigentes.

O Selo precisa ser renovado de seis em seis meses, por meio da realização de uma nova auditoria na empresa que identificará oportunidades de melhoria na produção.

 

Para participar ou solicitar mais informações

Você pode entrar em contato com a Divisão de Classificação Vegetal da Cidasc pelo telefone (48) 3665-7081. Também é possível conhecer melhor as etapas da certificação no site da Companhia. Para saber mais sobre as ações da Cidasc no âmbito da classificação vegetal, clique : http://www.cidasc.sc.gov.br/classificacao/ Fonte:Cidasc

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Cidasc celebra 39 anos com grandes conquistas na agropecuária catarinense

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A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc, vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, celebra 39 anos de história e grandes conquistas para os catarinenses. 

Desde que foi criada, em 27 de novembro de 1979, a Cidasc trabalha para promover o agronegócio catarinense e o desenvolvimento das cadeias produtivas por meio da sanidade animal, vegetal e inspeção de produtos de origem animal, com o objetivo garantir a excelência sanitária dos rebanhos e lavouras do Estado.

Muitas conquistas marcaram a sua trajetória. Destacam-se os dois certificados internacionais, concedidos pela Organização Mundial de Saúde Animal – OIE, como Área Livre de Febre Aftosa sem vacinação e de Zona Livre de Peste Suína Clássica – PSC, status que possibilitaram aos produtos de origem animal catarinenses alcançarem os mercados mais exigentes do mundo em termos de sanidade animal

O Presidente da Cidasc Luiz Alberto Rincoski Faria destaca que, além da responsabilidade, é um grande desafio presidir a Companhia responsável pela defesa agropecuária em um Estado como Santa Catarina, referência nacional e mundial no assunto. “Temos o compromisso de manter a credibilidade que a Companhia adquiriu ao longo dos anos em função de uma equipe técnica qualificada e dedicada. Precisamos  manter e ampliar o status adquirido pelo estado, em que o setor agropecuário é responsável por 29% do Produto Interno Bruto e o de carnes, 60% desse PIB. Cerca de 17% do PIB catarinense refere-se a proteína animal. Esse indicador está diretamente relacionado às ações da Cidasc durante todos estes 39 anos de trabalho”, ressalta.

Em 39 anos de atuação em todo o Estado de Santa Catarina, a Companhia  criou um modelo de trabalho para resguardar o produtor rural e a saúde da população. Por meio de orientação, promoção de ações de combate, controle e prevenção de doenças e pragas que acometem os setores da agropecuária, assegura-se a condição sanitária diferenciada do Estado como referência nacional e internacional. A qualidade dos nossos rebanhos e pescados têm atraído continuamente a atenção de vários países, impulsionando a economia e fortalecendo o agronegócio. Os benefícios econômicos obtidos pelos resultados dessas conquistas fomentam a economia do Estado, geram emprego, renda e a abertura dos mercados mais competitivos do mundo.

De acordo com o Secretário de Estado da Agricultura, Airton Spies, o trabalho que a Cidasc desenvolve é de fundamental importância para a política sanitária no Estado.  “São 39 anos de muita dedicação, tanto do Governo do Estado, Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, quanto de todos os empregados da Companhia e produtores rurais. Avançamos muito, somos referência em sanidade animal, vegetal e inspeção, favorecendo os produtores e a agropecuária catarinense. Hoje os nossos produtos são destaque nos mercados interno e externo, e a Cidasc tem um papel primordial nesse processo”, afirma o secretário.

Santa Catarina é um Estado diferenciado no processo de controle e fiscalização da inspeção de produtos de origem animal. As parcerias entre instituições privadas, poder público e o nosso exercício profissional têm propiciado à inspeção chegar em todos os estabelecimentos. O trabalho conjunto com as  prefeituras, de papel fundamental, merece destaque por convênios com a Cidasc, visando adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal – SISBI e ao Serviço de Inspeção Estadual – SIE.

Na área vegetal, o sistema constitui-se num trabalho estratégico e sistemático de monitoramento, vigilância, inspeção e fiscalização da produção e do comércio de plantas, partes de vegetais ou outros produtos de origem vegetal veiculadores de pragas, que possam colocar em risco o patrimônio agrícola e a condição sócio-econômica de Santa Catarina. “A implementação do sistema e-Origem é outra conquista da Cidasc no que se refere à identificação de origem e rastreabilidade dos produtos que chegam à mesa das famílias catarinenses. O programa possibilita a inserção do pequeno produtor no mercado de produtos com origem identificada, de forma gratuita. Fator diferencial para a produção e distribuição de frutas e hortaliças”,destaca o presidente da Companhia, Luiz Alberto  Rincoski Faria.

Estrutura

Para atender as demandas de aproximadamente 500 mil produtores rurais, a Companhia conta com 1.500 colaboradores distribuídos nas unidades presentes nos 232 municípios do Estado, com 19 Departamentos Regionais, um escritório central, um Terminal Graneleiro em São Francisco do Sul e 63 barreiras sanitárias fixas.Fonte: Assessoria de Comunicação – Cidasc

 

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Família de Xanxerê usa a tecnologia para mostrar qualidade do produto que vai à mesa do consumidor

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O jardim com vários troncos de árvores que lembram esculturas da natureza e as orquídeas já demonstram que ali vive uma família organizada. Luiz Rossetto e Ivanete foram os primeiros produtores de Xanxerê a aderirem o E-Origem 

A primeira a recepcionar a equipe do Tudo Sobre Xanxerê é uma Border Collie chamada Bela. Logo acena, quase escondido por um enorme chapéu, o dono da propriedade, Luiz Rossetto, acompanhado de quem manda em tudo, a esposa Ivanete. Praticamente criados no campo, o casal se conheceu em uma plantação de maçãs, criou três filhos e agora já aguarda o segundo neto.

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A família vive há seis anos na comunidade de Perau das Flores, interior de Xanxerê, onde produz para consumo e venda no comércio de Xanxerê a Ponte Serrada.

- A gente produz laranja Bahia, poncã, morgota, figo, pêssego, abacate e tudo isso comercializamos porque o mercado pede, mas não tínhamos nada que atestasse que nossos produtos são de qualidade, porque fizemos tudo orgânico, desde o cuidado com o solo, até a colheita da fruta – comenta Rossetto.

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Para mudar a situação, a família Rossetto foi à primeira de Xanxerê a se cadastrar no programa E-Origem, que visa a rastreabilidade de todos os produtos in natura que são comercializados no Estado de Santa Catarina.

- Não foi difícil. Sempre tivemos o acompanhamento da Epagri e, junto com a Cidasc, nos passaram sobre o programa. O cadastro fizemos com a ajuda deles, mas agora é tudo feito dentro da propriedade. O meu filho mais novo faz e só mandamos imprimir as etiquetas. Não foi difícil se adaptar porque o mercado vai procurar só pelos produtos que tiverem esse código – comenta o produtor.

 

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Importância do E-Origem

Com o E-Origem, todo o produto in natura e minimamente processado que vai para consumo precisa ter um código de rastreabilidade, para mostrar de onde o produto vem.

O produto tem que conter uma etiqueta que aponta nome do produtor, inscrição estadual ou CPF, endereço completo, peso ou unidade, código de rastreabilidade do produto, número do lote, nome comum da espécie vegetal, variedade ou cultivar, data da colheita. Com a rastreabilidade será possível identificar as etapas dos processos de produção, manipulação, beneficiamento, fracionamento, descascamento, corte, acondicionamento, embalagem, consolidação de lotes, armazenagem, transporte, distribuição e comercialização e a exportação e importação de produtos de origem vegetal destinados ao consumo.

A medida também se aplica a produtos a granel, onde as informações devem estar disponibilizadas nas embalagens na área de estoque do varejo e na gôndola do supermercado.

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De acordo com o engenheiro agrônomo da Cidasc Xanxerê, Márcio Andrei Cardoso Niederauer, a exigência tem prazo para ser cumprido, por isso existe a preocupação para que os produtores busquem fazer esse cadastro e passem a fornecer o produto com a rastreabilidade.

- A Vigilância Sanitária é quem fará a fiscalização destes produtos no mercado, não estando em acordo, quem vai sofrer as penalidades é o supermercado. Já há supermercadistas que só estão adquirindo produtos que estejam de acordo com o E-Origem. Para o produtor, basta que ele se cadastre no site da Cidasc através do Sigen, onde vai contar com login e senha e depois vá alimentando as informações que são necessárias. Isso é importante porque o consumidor vai conseguir identificar de que propriedade aquele produto está vindo, como ele foi plantado e colhido – informou o agrônomo da Cidasc.

Prazo para cumprimento 
A rastreabilidade já é obrigatória desde o dia 06 de agosto deste ano para as frutas, como citros, maçã e uva, batata, alface, repolho, tomate e pepino. Já melão, morango, coco, goiaba, caqui, mamão, banana, manga, cenoura, batata doce, beterraba, cebola, alho, couve, agrião, almeirão, brócolis, chicória, couve-flor, pimentão, abóbora e abobrinha até 02 de fevereiro de 2019 e as demais até 28 de janeiro de 2020.

Fonte:www.tudosobrexanxere.com.br Por Joimara S.Camilotti

 

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Gestor da Cidasc palestrará sobre o programa e-Origem na AgroVale 2018

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O gestor estadual da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc, Alexandre Mees, ministrou, na sexta-feira 8 a palestra “Rastreabilidade de frutas e hortaliças em Santa Catarina”.

Mess falou do trabalho desenvolvido pela Companhia, onde a rastreabilidade é realizada através do programa e-Origem. 

A palestra aconteceu durante a AgroVale 2018, em Rio do Sul, como parte do seminário “Tendências de comercialização da agricultura”

No evento, também aconteceram palestras, exposições, seminários agrícolas que envolviam áreas como comércio de produtos, frutas e hortaliças, exposição e concurso de morfologia de cavalos crioulos, treinamento e capacitação para ampliar conhecimento e habilidades para aplicar no campo, feira agrícola, apresentações e shows nacionais, entre outros.

E-origem

O Programa e-Origem, é um projeto desenvolvido pela Cidasc, através do Departamento de Defesa Vegetal, que permite ao consumidor saber a procedência dos alimentos produzidos em Santa Catarina. O e-Origem proporciona um registro da movimentação dos vegetais.  Além disso, facilita o monitoramento do uso de agrotóxicos nos hortifrutigranjeiros e também atende a uma demanda dos consumidores, cada vez mais interessados em saber quem produz seus alimentos.

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