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Santa Catarina implementa identificação de origem para frutas e verduras

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Conhecidas pela qualidade, as frutas e hortaliças produzidas em Santa Catarina ganham mais um diferencial competitivo. A partir de agora, os consumidores poderão saber detalhes sobre o cultivo dos vegetais, inclusive o local onde foram produzidos e informações sobre o uso de agrotóxicos.

A identificação de origem da produção vegetal se dá através de um processo de rotulagem, que já conta com a adesão de todos os produtores cadastrados na Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina (Ceasa/SC).

O uso de mecanismos que garantem a identificação de origem dos alimentos se tornou obrigatório para os produtores rurais de todo país e os catarinenses já estão se adequando às novas exigências. Ao longo da última semana, técnicos da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (CIDASC), em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), realizaram fiscalizações na Ceasa/SC e confirmaram que grande parte dos produtos de Santa Catarina possuem o rótulo de identificação de origem.

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"A identificação de origem é fundamental para protegermos a sociedade de produtos de qualidade insatisfatória. O trabalho desenvolvido pela Secretaria da Agricultura, Cidasc, Epagri e Ceasa colocam nosso estado à frente de outros estados nesse controle e nós corroboramos a fiscalização atual do Ministério da Agricultura porque essa ação dará credibilidade ao trabalho desenvolvido e ajudará para avançarmos na melhoria da produção", destaca o presidente da Ceasa/SC, Angelo Di Foggi.

Desde o ano passado, a identificação de origem de frutas e verduras se tornou obrigatória – regulamentada pela Portaria Conjunta SES/SAR nº 459, de 7 de junho de 2016. Toda a cadeia produtiva de produtos vegetais frescos destinados à alimentação humana deve ter identificação de origem, para fins de monitoramento e controle de resíduos de agrotóxicos, em todo o território estadual.

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Para o comerciante Francisco Prim, o rótulo de identificação traz mais responsabilidade para os produtores e também mais segurança para os consumidores. “A gente vê bastante responsabilidade do produtor porque aquilo que ele vai vender para o consumidor, ele também leva para a casa dele e consome lá. É o que eu faço, o que eu vendo aqui eu levo para a minha casa, para os meus netos, toda a minha família”, afirma.

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Em uma iniciativa pioneira, Santa Catarina oferece uma ferramenta gratuita para que os agricultores comprovem a procedência da produção e atendam às exigências legais. O e-Origem é um sistema online e autodeclaratório onde os produtores conseguem fazer a identificação das frutas e verduras de forma prática e simples.

De acordo com o secretário adjunto da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo Miotto, além de trazer um diferencial competitivo para a produção catarinense, o e-Origem atende uma necessidade da sociedade na busca por alimentos mais saudáveis. “Santa Catarina teve uma iniciativa pioneira e inovadora. Nós percebemos que os consumidores estão exigindo alimentos mais seguros e oferecemos uma ferramenta gratuita para incluir os agricultores catarinenses nesse processo, para que não fiquem à margem dessa exigência legal".

Com o sistema da Cidasc, o produtor faz seu cadastro e preenche as informações sobre a sua produção de frutas e verduras, automaticamente é gerado um código específico para a identificação de origem dos seus produtos. O programa traz ainda um modelo de caderno de campo para impressão e oferece exemplos de etiquetas e cartazes para exposição em pontos de venda.

O sistema permite ainda que os consumidores tenham acesso às informações da produção de maneira fácil e rápida. A etiqueta dos alimentos traz um QR Code, que mostra quem produziu aquela fruta ou verdura, onde foi produzido, a data da colheita e quem é o comerciante.

"O e-Origem dá um suporte para o produtor catarinense, é o primeiro passo para a identificação do produto. Todo produto vegetal catarinense pode ser cadastrado, identificado pelas etiquetas com o nome, lote e origem do produto de forma eletrônica", explica o engenheiro agrônomo da Cidasc, Mario Veríssimo. " É importante ressaltar que os técnicos da Epagri e Cidasc estão prontos para dar todo suporte ao produtor catarinense, com informações ou ajuda para cadastrar seus produtos no e-Origem", complementa.

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Fiscalização na Ceasa/SC

Os técnicos da Cidasc e do Ministério da Agricultura realizaram a fiscalização logo na entrada da Ceasa/SC, verificando dados das notas fiscais e dos rótulos nas caixas de mercadorias.

Além da identificação de origem e do caderno de campo, no qual o produtor faz os registros de todos os insumos utilizados, passou a ser cobrado também o cadastro de quem vende essas frutas e verduras. A identificação de origem dos vegetais é requisito obrigatório para quem quer comercializar produtos na Ceasa/SC. Fonte: Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural/Fotos: Alisson Fitch

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Casa do Produtor Catarinense na 42ª Expointer expõe trabalhos da Cidasc e Epagri

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A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc participou da 42ª Expointer, que iniciou no dia 24 de agosto e encerrou no último domingo, dia 1 de setembro, em Esteio, no Rio Grande do Sul.

Durante a feira, que é o maior evento de agronegócio da América Latina, os produtores catarinenses se reuniram na Casa do Produtor Catarinense. A casa, que é mantida pela Cidasc, com o apoio do Governo do Estado de Santa Catarina, através da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, está instalada há 40 anos no Parque de Exposições Assis Brasil e funciona como um divulgador do trabalho realizado pela agricultura catarinense, e é ponto de encontro para autoridades, produtores rurais, estudantes e pesquisadores do setor do agronegócio.

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Neste ano a Casa do Produtor Catarinense contou com a presença da vice governadora de Santa Catarina Daniela Reinehr, além de visitantes curiosos sobre o status de excelência sanitária do Estado.

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A Casa do Produtor Catarinense apresenta as tecnologias e ações realizados pelos membros do agronegócio catarinense para os visitantes da feira. A Cidasc apresentou as ações realizadas para a defesa agropecuária catarinense e o trabalho de educação sanitária exercido pela Companhia no estado.

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A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – Epagri esteve presente no estande expondo seus trabalhos de pesquisa e extensão rural e seus esforços na pesquisa de cultivares.

O evento também contou com a exposição de 151 raças de animais, que fazem parte dos mais de 400 eventos e atividades que estiveram disponíveis para os visitantes da feira.

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Agronegócio em SC

Santa Catarina é o Estado brasileiro considerado o maior produtor de suínos, maçã, cebola, pescados, ostras e mexilhões. Além disso, é o segundo maior produtor de tabaco, aves, alho e arroz. Os números demonstram a diversidade da produção catarinense. O agronegócio é responsável por gerar 60 mil empregos diretos em frigoríficos e indústrias da carne do Estado. São 18 mil produtores integrados de suínos e aves. Para garantir a sanidade animal e vegetal, Santa Catarina conta com 63 barreiras fixas nas divisas com Paraná, Rio Grande do Sul e Argentina, que controlam a entrada e saída de animais e produtos agropecuários. Fonte:Ascom / Cidasc

 

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O mel catarinense tem a garantia de inspeção da Cidasc

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O mel catarinense é extremamente premiado em todo o mundo por diversos anos consecutivos. A apicultura catarinense detém números que abrem portas para o comércio exterior dos produtos cultivados aqui em Santa Catarina.

O clima da região sul do Brasil, sobretudo Santa Catarina, é muito propício para os produtos das abelhas, segundo a análise do SEBRAE, o clima entre 20° e 30° é ideal para a produção de mel, com estações secas e úmidas bem definidas.

A Cidasc é o órgão que realiza a inspeção nos estabelecimentos que processam produtos das abelhas, para garantir, através do Selo de Inspeção Estadual, que o produto passou por um rigoroso controle de qualidade. A Cidasc trabalha para garantir que os consumidores estejam adquirindo um produto com qualidade e inspecionado.

Técnicos da Cidasc participam de simulado sobre a febre aftosa

 

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Técnicos da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc participaram do “Exercício simulado conjunto de contenção e atenção a um foco de Febre Aftosa – Brasil – CVP/BID” em São José dos Pinhais, no Paraná. Foto: Divulgação / Adapar

O simulado faz parte do Plano Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa – Phefa, com a Coordenação Técnica do Comitê Veterinário Permanente do Mercosul (CVP/Mercosul) e Centro Pan-Americano de Febre Aftosa – Panaftosa.

Os médicos veterinários da Cidasc, Flávio Veloso, Diego Severo e Cleverson Fiamoncini e as médicas veterinárias da Cidasc, Katia Sbruzi e Daniela Carneiro participam do simulado que contou com 160 profissionais de todo o Brasil, entre eles, 100 servidores estaduais de outras Unidades da Federação, 37 do Mapa, 7 da Defesa Civil, 2 da prefeitura de São José dos Pinhais e 12 profissionais de outros países como Argentina, Uruguai, Bolívia, Chile e Paraguai.

O treinamento simulado terá atividades teóricas e práticas que mimetizam um foco de febre aftosa, abordando a os procedimentos de diagnóstico, colheita de amostras, investigação epidemiológica, rastreabilidade, sistema de informação e registro de investigações, medidas de biossegurança, procedimentos de contenção e erradicação, seguindo as diretrizes do Plano Nacional de Contingência para a doença, integrante do Pnefa.

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Foto: Ascom / Cidasc

Santa Catarina é livre de Febre Aftosa sem vacinação

Há 12 anos, Santa Catarina se mantém como único Estado brasileiro livre de febre aftosa sem vacinação. O status sanitário diferenciado contribuiu para que SC se tornasse um dos maiores produtores de suínos e aves do país e uma referência em sanidade e defesa agropecuária. O reconhecimento veio em maio de 2007 pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e foi resultado de uma longa trajetória, inciada em 1965.

Em Santa Catarina a sanidade animal é prioridade e os esforços nesse sentido são imensos. A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) mantém 63 barreiras sanitárias fixas nas divisas com Paraná, Rio Grande do Sul e Argentina que controlam a entrada e a saída de animais e produtos agropecuários. Além disso, em Santa Catarina todos os bovinos e bubalinos são identificados e rastreados. Fonte: Adapar

 

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Técnicos da Cidasc esclarecem sobre padronização e critérios para produtos da merenda escolar

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Os classificadores da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Cataria – Cidasc, Ezequiel Pelentir e Herno Márcio Godel, participaram de encontro Campos Novos, com o grupo de produtores da agricultura familiar que fornecem alimentos para a merenda escolar e com merendeiras das escolas municipais, mais de 70 pessoas participaram do encontro.

Os técnicos abordaram as legislações obrigatórias na compra e venda de produtos vegetais pelo poder público, sua padronização e alguns critérios que devem ser adotados pela Prefeitura para receber, e pelos produtores para produzir e vender para a merenda escolar.
 

A Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, determina que no mínimo 30% do valor repassado a estados, municípios e Distrito Federal pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) deve ser utilizado na compra de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações.

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Os técnicos destacaram que a obrigatoriedade do poder público de comprar 30% de gêneros alimentícios da agricultura familiar não isenta o produtor rural do cumprimento de todas as legislações sanitárias e de classificação dos produtos. É necessário que o município adote alguns critérios para que todos os produtores possam se inscrever para participar, mas que também possam ser dispensados se caso não cumpram estas obrigatoriedades.

“A alimentação escolar é um instrumento eficaz para a implantação de novos hábitos alimentares. O objetivo do encontro além de orientar produtores e comunidade escolar, estamos promovendo a segurança alimentar nas escolas”, destaca Ezequiel Pelentir.

Santa Catarina é um dos estados com maior número de agricultores familiares do país, e a agricultura familiar oferecendo refeições preparadas adequadamente, saborosas, variadas, balanceadas, visualmente atrativas e sem apresentar riscos à saúde dos alunos.

Saber manusear, higienizar e acondicionar corretamente os alimentos e os utensílios de cozinha é um fator importante para o combate às intoxicações alimentares e outras enfermidades. Assim, a capacitação das cozinheiras é um ponto importante no cuidado que a escola deve ter para com as crianças.

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O apoio dos profissionais da Cidasc em orientar as merendeiras para as Boas Práticas de Manipulação de Alimentos e os produtores rurais no cumprimento das legislações sanitárias na hora de produzir e vender promove melhorias em todo o processo. “O poder público, a comunidade escolar e os produtores rurais precisam entender que as nossas crianças necessitam comer alimentos cada vez melhores e mais seguros”, afirma Herno Márcio Godel. Fonte: Cidasc/Departamento Regional de Campos Novos

 

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Produção Integrada de alimentos é discutida entre técnicos da Cidasc e do Ministério da Agricultura

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Técnicos do Departamento Estadual de Defesa Sanitária Vegetal – DEDEV, da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc receberam no início de agosto técnicos do Mapa.

O objetivo do encontro foi discutir a Produção Integrada (PI) de produtos vegetais e de origem vegetal e a sua relação com a elaboração de alimentos mais seguros. Assuntos envolvendo divulgação dos programas, assistência técnica via profissionais habilitados e ampliação de capacitação foram abordados.

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Participaram do encontro os engenheiros agrônomos Murilo Veras e Antônio Castro, ambos auditores fiscais federais agropecuários do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – Mapa, assim como Carlos Silva e Deani Benedetti do CREA/SC e a Alexandre Mees, Fabiane dos Santos, Matheus Fraga, Mario Verissimo e Diego Gonçalves, da Cidasc. 

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"O Sistema de Produção Integrada Agropecuário da Cadeia Agrícola é um projeto do Mapa focado na adequação dos processos produtivos para a obtenção de produtos vegetais e de origem vegetal de qualidade e com níveis de resíduos de agrotóxicos e contaminantes em conformidade com o que estabelece a legislação sanitária, mediante a aplicação de boas práticas agrícolas, favorecendo o uso de recursos naturais e a substituição de insumos poluentes, garantindo a sustentabilidade e a rastreabilidade da produção agrícola na etapa primária da cadeia produtiva, que é passível de certificação pelo selo oficial “Brasil Certificado”.

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Os Pilares da PI convertem-se nos seguintes resultados para consumidores envolvidos na cadeia agrícola:

1.   Produção de alimento seguro por meio da adoção de Boas Práticas Agrícolas (BPAs);

2.   Processos e de produtos com rastreabilidade e origem;

3.   Processos de produção agrícola monitorados;

4.   Procedimentos técnicos construídos com o setor produtivo;

5.   Promoção do uso de tecnologias limpas;

6.   Viabilidade técnico-econômica e competitividade mercadológica;

7.   Conservação do meio ambiente;

8.   Higiene e segurança no trabalho;

9.   Capacitação técnica de profissionais e produtores envolvidos;

10.  Agregação de valores ao produto final.

Acesse o site do Mapa e conheça mais sobre Produção Integrada: 

http://www.agricultura.gov.br/assuntos/sustentabilidade/producao-integrada

 

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Gestor da Cidasc avalia que se aprovados projetos de deputados inviabilizam produção da banana e soja

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Os deputados Luciane Carminatti e Padre Pedro Baldissera, ambos do PT, apresentaram dois projetos de lei que versam sobre o uso de agrotóxicos em Santa Catarina. Se aprovados, ficará proibida a pulverização aérea e a fabricação, uso e a comercialização do ingrediente ativo Diclorofenoxiacético, o 2-4-D, mais conhecido como agente laranja.

A possível aprovação inviabilizaria, tecnicamente, as culturas de banana e de soja em Santa Catarina, avalia o gestor da Divisão de Fiscalização de Insumos Agrícolas da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Matheus Mazon Fraga. Ele defende o debate técnico das propostas e que deveriam ser apresentadas alternativas aos agricultores.

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Matheus Fraga explica que atualmente Santa Catarina conta com 200 mil propriedades agrícolas, com uma média de 50 hectares, 950 estabelecimentos comerciais autorizados a comercializarem 1.250 marcas de agrotóxicos, que geram anualmente 1,2 milhão de receituários agrônomos. Todos fiscalizados pelos técnicos da Cidasc, que recolhem 630 amostras de 21 culturas diferentes, tanto no comércio como nas áreas agrícolas, que resultam num índice de inconformidade de 20%, número inferior ao do Brasil, que gira em torno de 30%. Fraga diz que por meio do programa Alimento sem Risco, utilizado desde 2011, esse índice de inconformidade vem se reduzindo e a meta é chegar a 8%. “A maioria dos problemas é o uso de agrotóxico sem autorização e acima do permitido. A figura chave de tudo isso seria a orientação e assistência técnica dos agrônomos para evitar esses problemas.”

Para Matheus Fraga, o modelo atual da agricultura e economia do estado, como do Brasil, não permite a mudança do uso desses agrotóxicos para uma cultura orgânica em geral. Ele relata que em Santa Catarina atualmente há cerca de mil produtores de produtos orgânicos, que representam 0,5% da agricultura catarinense. “O nosso modelo atual, de produção de commodities, afeta a balança comercial, e a mudança teria que ser muito discutida e precisariam ser apresentadas alternativas aos agricultores para mudar toda uma cadeia produtiva.” O gestor da Cidasc lembra ainda que Santa Catarina é o 9º consumidor de agrotóxicos do país, consumindo 2,5% ou 25 mil toneladas de agrotóxicos por ano produzidos no Brasil.

Sobre o projeto que veda a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, Matheus Fraga diz que a Cidasc já foi consultada e a orientação é de que precisaria de mais discussões técnicas, lembrando que o uso do método em Santa Catarina é focado principalmente na bananicultura e na rizicultura, culturas localizadas no litoral. “A aviação agrícola bem aplicada é melhor que a de trator e se for encerrada inviabilizaria a produção de banana.” Matheus Fraga salienta que Santa Catarina é o terceiro maior produtor de banana e o maior exportador da fruta do Brasil. “O impacto dessa lei seria enorme. São 3 mil famílias em 30 mil hectares de banana localizados em terrenos de difícil acesso, que não permitem a utilização de trator. Não vejo alternativa, ainda mais com o relevo na produção da banana.”

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O uso de agrotóxico na produção da banana é importante, relata o agrônomo, devido ao combate da Sigatoka-negra, considerada a doença mais destrutiva da cultura da bananeira e que está presente em Santa Catarina. “É uma doença agressiva, e sem o manejo feito atualmente, ela sairia de controle e afetaria toda a cadeia produtiva existente no Estado. Santa Catarina tem inclusive o selo de identificação agrícola para a fruta, que é considerada uma das melhores do país.”

Em relação à proposta do deputado Padre Pedro que proíbe a fabricação, o uso e a comercialização do Diclorofenoxiacético (2,4-D), a Divisão de Fiscalização de Insumos Agrícolas da Cidasc ainda não foi consultada oficialmente. Para o gestor Matheus Fraga, o assunto deve ser discutido tecnicamente, lembrando que é o segundo agrotóxico mais consumido no país e, consequentemente no Estado, e que pelo atual modelo agrícola e econômico afetaria a produção de soja, uma das principais commodities catarinenses, cultivada nas regiões do Meio Oeste e Oeste. “São 600 mil hectares de soja que atualmente precisam deste agrotóxico para sua produção.” Fonte:https://jornalsulbrasil.com.br

 

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Alunos do Projeto Sanitarista Junior visitam propriedade produtora de pitayas em São João do Itaperiú

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Os alunos da Escola Reunida Monsenhor Sebastião Scarzello, participantes do Projeto Sanitarista Junior, de São João do Itaperiú, realizaram uma saída de campo, à propriedade Jardim das Pitayas, localizada no município. A visita é resultado de uma atividade conjunta entre a defesa sanitária animal e vegetal da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc.

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A médica veterinária da Companhia e responsável pelo Projeto no município, Simone Senger e o técnico agropecuário, Odair José Mantoanelli, junto às professoras, conduziram a turma até a propriedade. Lá foram recepcionados pelos proprietários, Alzerino Bernardes e seu genro, Antonio Carlos de Lima, que também é técnico agropecuário e produtor de pitayas exclusivo na região. O técnico foi o responsável por apresentar o local e demonstrar aos estudantes os processos de produção ali realizados.

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Além da produção de pitayas, a propriedade possui criação de abelhas sem ferrão e bovinocultura, dando a oportunidade aos alunos reverem a parte teórica aprendida no decorrer do Projeto em sala de aula, fazer uma recapitulação e aprender na prática como funciona o dia a dia de uma propriedade rural.  Sendo assim, o técnico agropecuário, Odair José, falou sobre os conceitos de uso, conservação e formação do solo com as crianças. Por sua vez, a médica veterinária, Simone, também abordou a importância da identificação individual obrigatória dos bovinos para a sanidade animal e o status sanitário de excelência mantido por Santa Catarina.

Sobre o Projeto Sanitarista Junior

O Projeto Sanitarista Junior é promovido pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc que atua em escolas municipais em todo o estado. As aulas envolvem saídas de campo, vídeos ilustrativos e contato direto com profissionais da área. São estruturadas com o uso de material didático próprio, abordando temas como bem-estar animal, doenças e pragas, formas de prevenção e ações voltadas à preservação do meio-ambiente, otimização de recursos naturais, uso consciente de agrotóxicos, entre outros.

Em sala de aula, os alunos aprendem que as ações de defesa agropecuária, desenvolvidas e executadas pela Cidasc, visam garantir a manutenção da sanidade das populações vegetais e animais, a idoneidade dos insumos e dos serviços utilizados na agropecuária catarinense, bem como garantir a identidade higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos agropecuários destinados aos consumidores.Fnte: Departamento Regional da Cidasc de Joinville

 

 

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Técnicos da Cidasc de São Miguel do Oeste palestram para jovens rurais

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Técnicos do Departamento Regional da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Cataria – Cidasc de São Miguel do Oeste participaram, do 4º Curso de Bovinocultura de Leite para Jovens Rurais, em Flor do Sertão.

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O curso, promovido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – Epagri, contou com a presença de 30 jovens produtores da região e teve como objetivo promover capacitação em pecuária de leite, buscando um novo olhar para a atividade, como parâmetros e potencial utilizados para produção de leite em diferentes propriedades rurais, taxa de oferta de pastagens e estrutura de um rebanho. Fonte:Cidasc/Foto: Epagri

 

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Programa e-origem é apresentado a produtores orgânicos de Anita Garibaldi

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No município de Anita Garibaldi, a Cidasc, em parceria com a Epagri e Secretaria de Agricultura reuniu produtores orgânicos, quando apresentou do Programa e-origem.

Desenvolvido pela Cidasc, o e-origem, iniciou no estado em 2016 e visa garantir a qualidade dos produtos orgânicos produzidos em Santa Catarina.

Com esse programa, tendo o produtor cadastrado, é possível acompanhar e monitorar a origem dos produtos desde o local de produção, como enfatiza o engenheiro agrônomo da Cidasc, Diego M. Gindri. "Após monitorar por vários anos e não conseguir chegar a origem dos alimentos, foi criado o e-origem, um programa em que somos pioneiros", destaca o engenheiro enfatizando, também, que este programa é voltado para toda a cadeia de produtos vegetais primários e minimamente processados.

O programa já está em vigor para algumas culturas, sendo uma exigência que quem produz orgânicos faça o cadastramento e tenha um controle com o caderno de campo e também a etiqueta que apresenta o produto comercializado e nela constam as informações que dão condições de identificar para o consumidor a origem do produto que está sendo consumido e também para auxiliar na fiscalização, caso seja necessário rastrear o produto.

O projeto que iniciou em Santa Catarina, serviu de base para a criação de uma normativa a nível federal em parceria com a Anvisa e Ministério da Agricultura. O cadastro é gratuito tendo o produtor apenas a confecção das etiquetas de investimentos.

Vale ressaltar que todo produto vendido como orgânico, não pode conter nenhum tipo de agrotóxico, sendo este programa uma ferramenta para auxiliar produtores, comerciantes e consumidores a monitorar as produções orgânicas em Santa Catarina.Fonte: http://www.jornalcorreiodoslagos.com.br

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