Arquivos da categoria: Dia de Campo

Epagri promove Dia de Campo sobre produção de maçã orgânica em São Joaquim

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A Epagri reuniu, produtores rurais, no Sítio Sant’Ana, na localidade do Boava, município de São Joaquim, para um Dia de Campo, sobre produção orgânica de maçã. Além da produção de maçã orgânica, a implantação de variedades de maçãs desenvolvidas pela Epagri, também foi discutida.

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João Reichert, proprietário do Sítio Sant’Ana e também produtor orgânico, cedeu seu espaço, como unidade de observação. Assim, o local possui o objetivo de servir como unidade de pesquisa em relação a produção de maçã orgânica. O ambiente se torna didático, proporcionando aos produtores um maior conhecimento, tratando de assuntos como a implantação de pomares, manejo, condução e tudo que envolva a produção não convencional.

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A partir dos resultados gerados pelas pesquisas desenvolvidas na unidade de observação, juntamente, a Extensão Rural da Epagri e as Unidades de Pesquisas de São Joaquim e Caçador, divulgam os trabalhos e colocam em prática nas propriedades. A essência das atividades, está em transformar a pesquisa em geração de renda para as famílias dos agricultores.

Segundo os técnicos da Epagri, São Joaquim possui um grande potencial em desenvolvimento da cultura orgânica. Apresenta o surgimento de um novo cenário, pautado em responsabilidade ambiental e social.

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 Sítio Sant’Ana e a Acolhida na Colônia em São Joaquim

Com a proposta de valorizar o modo vida no campo através do agroturismo ecológico, a Acolhida na Colônia é uma associação que está presente em São Joaquim. Com enfoque no turismo de experiência e na valorização do pequeno agricultor familiar, a Acolhida oportunizada qualidade vida e renda alternativa para os agricultores.

João Reichert,  integra o quadro de associados na Acolhida na Colônia com sua propriedade, Sítio Sant’Ana. Numa bela localidade no Boava, o sítio oferece aos visitantes muitos atrativos. Entre eles, turismo pedagógico, colha e pague, degustação, visitas técnicas, dias de campo e até a comercialização de maçã orgânica.

Produtor orgânico desde o princípio da propriedade, João se orgulha de sua trajetória. “Trabalhamos por muitos anos na produção convencional, mas quando adquirimos esta propriedade, decidimos partir para o nicho de agroecológicos. Em 2001 foram plantadas as primeiras mudas e seguimos até hoje”, concluiu.

A Acolhida na Colônia preza pela responsabilidade ambiental, pela alimentação saudável e pelo desenvolvimento dos agricultores, gerando um bem-estar coletivo. Fonte:https://notiserrasc.com.br

Para saber mais sobre a Acolhida, acesse www.acolhida.com.br e para conhecer a propriedade do senhor João Reichert, agende uma visita através do (49) 991548662

 

Mais informações: eesj@epagri.sc.gov.br 

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Melhoramento e plantio direto de pastagens em dia de campo em Maracajá

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A sobressemeadura de pastagens de inverno, plantio direto e melhoramento de pastagens foram temas abordados em "Dia de Campo" na propriedade do agricultor Bento Manoel Machado, na comunidade de Espigão Grande, em Maracajá.

O evento, que aconteceu no último dia neta quarta-feira, 22, contou com a participação de mais de 30 agricultores da região Maracajá, Araranguá, Forquilhinha e Balneário Gaivota e teve apoio do Departamento Municipal de Agricultura de Maracajá, Senar, Plantar Máquinas Agrícolas, CooperSertão e Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Maracajá. 

Sobressemear, explicam os técnicos, é estabelecer uma cultura anual em área já ocupada por outra cultura perene, sem eliminar a cultura perene, aproveitando dessa forma um período durante o ano na qual a cultura perene está dormente ou pouco produtiva.

Em uma das três estações do dia de campo, o engenheiro agrônomo e coordenador do dia de campo, Ricardo Martins salientou sobre a importância do melhoramento de pastagens, análise e correção do solo, adubação e implantação de pastos perenes de alto valor nutricional, recomendados pela Epagri. 

Na segunda estação o engenheiro agrônomo Diego Adílio da Silva salientou sobre as principais técnicas de sobressemeadura de pastagens de inverno, cultivares de aveia e azevem e manejo das espécies forrageiras de inverno. 

Na última estação o técnico em agropecuária, Robison Daniel, fez uma demonstração do uso de semeadeira de plantio direto de forragens, que permite o plantio em linha juntamente com o adubo. 

De acordo com Ricardo, "o evento foi produtivo pois integrou produtores rurais de quatro municípios da região, os temas abordados foram bem dinâmicos e as discussões promoveram um grande aprendizado entre os participantes". Fonte: https://www.4oito.com.br

 

Mais informações: emmaracaja@epagri.sc.gov.br

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Silo secador de grão reúne agricultores de Descanso em Dia de Campo

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A equipe da Epagri no município de Descanso, extremo oeste catarinense promoveu um Dia de Campo com demonstração de silo secador de grãos. O evento foi realizado na propriedade da família Triches, na Linha Leste, no último dia 25.

Segundo o extensionista local da Epagri, Zolmir Frizzo, um dos focos da extensão rural é a promoção de eventos para demonstrar aos agricultores técnicas e tecnologias disponíveis para melhorar as propriedades. Frizzo explica que os silos secadores para armazenar e secar grãos, já são utilizados a mais tempo pela Emater do Rio Grande do Sul.

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O extensionista da Epagri afirma também que o silo secador é uma tecnologia viável para as pequenas propriedades, pela redução nos custos na secagem e armazenamento dos grãos. “O silo não exige um alto investimento e ainda otimiza o tempo do produtor que não precisa fazer o transporte para silos de cooperativas”.

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O silo construído em alvenaria no ano de 2018 pela família Triches tem capacidade para mil e 500 sacas de milho. O custo foi de cerca de 30 mil reais. O produtor também pode utilizar uma estrutura já existente para construir o silo. No dia de campo foi demonstrado na prática como o silo foi construído, investimentos e como deve ser utilizado. Fonte: https://www.peperi.com.br/

 

Mais informações: emdescanso@epagri.sc.gov.br

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Produtores de lúpulo do sul do Brasil se reúnem em Lages e Palmeira

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Produtores da Associação Brasileira Lúpulo (Aprolúpulo), realizaram no último sábado, dia 09, um “Dia de Campo” em propriedades da região serrana de Santa Catarina. Cerca de 60 produtores participaram do evento, que teve como principal objetivo mostrar a cultura para novos investidores.

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Atualmente a região conta com cerca de 20 produtores. O secretário da agricultura de Lages, Osvaldo Uncini, prestigiou o dia de campo. Segundo o presidente da Associação Brasileira, Alexsander Creuz, que é técnico em agronegócio, a produção é ainda pequena, pois trata-se de plantio novo. “O lúpulo começa a atingir a sua maturidade a partir do quinto ano. A maioria da região está no terceiro ano de plantio”, e complementou “ é um investimento seguro de um bom retorno. O Brasil importa quase que a totalidade do lúpulo consumido”, comentou.

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Estima-se em 20 hectares de área plantada na região. O investimento inicial gira em torno de R$150 mil reais, o que pode ser pago já na primeira safra, comentaram alguns produtores. O preço do Kg é comercializado a R$250,00. A produção é toda comercializada para as fábricas artesanais e microcervejeiros, em um número aproximado de de 20 produtores. O lúpulo é plantado em todo o Brasil e algumas espécies se adaptam bem ao frio. O período todo da safra compreende o plantio em setembro e a colheita em fevereiro e março. O lúpulo é também plantado experimentalmente no Centro Agroveterinário, CAV. Sua primeira produção rendeu 22 Kg de 22 tipos diferentes.

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A associação brasileira foi criada em maio do ano passado, possui sua sede junto ao CAV/Udesc e é presidida por um produtor que mora atualmente em Lages, Alexsander Creuz. Ele é paulista e trabalhou durante 20 anos com mercado financeiro e na Bolsa de Valores. Após visitar e estudar inúmeras propriedades no Estado, decidiu há um ano por Lages, porque foi a região que melhor se adaptou ao seu plano de negócio.

A Associação Brasileira de Produtores de Lúpulo (Aprolúpulo) foi criada em maio de 2018, com o objetivo de gerar informações e fomentar a cultura do lúpulo, um dos principais ingredientes da produção cervejeira, que atua como conservante natural. Atualmente, o Brasil depende 100% da importação do produto para a produção e os maiores exportadores são Alemanha e Estados Unidos.

Segundo Mariana Fagherazzi, que é doutoranda em Produção Vegetal da Udesc Lages, a organização proporcionará condições para que o produtor cresça. "Os produtores poderão compreender melhor as técnicas agrícolas e administrativas, participando e contribuindo para o processo de comercialização".

Mariana comenta que a cultura do lúpulo é considerada recente no Brasil e conta que a ideia de criar a associação surgiu durante um encontro de produtores em Porto Alegre-RS, em 2017, motivando o movimento em Santa Catarina.

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O Lúpulo chegou ao Brasil em 2014 e possui os sexos feminino e masculino

O lúpulo começou a ser planto no interior paulista em 2014. Antes da ascensão das cervejas artesanais, as grandes cervejarias não falavam nada a respeito deste importante ingrediente da cerveja. O lúpulo é uma flor de uma planta trepadeira e se desenvolve favoravelmente em climas frios, sendo cultivada principalmente na Europa e na América do Norte.

A planta possui os sexos feminino e masculino, porém, a parte de interesse para fins cervejeiros são as flores da planta fêmea. Nela, são formadas glândulas de lupulina que contêm resinas e óleos, substâncias utilizadas no preparo da bebida. Esse ingrediente é principalmente adicionado durante a fervura do mosto na preparação da cerveja, destacando-se por conferir à bebida o amargor e aroma característicos, juntamente a outras propriedades que são indispensáveis para a produção de um produto de qualidade.Fontes: Aprolúpulo / lagesnarede.com.br

Mais informações: https://www.aprolupulo.com.br/

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Tarde de Campo sobre a cultura do milho é realizada em Tigrinhos

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A secretaria da Agricultura, do município de Tigrinhos, no extremo oeste catarinense, juntamente com a Cooperativa Auriverde, realizou uma tarde de campo sobre a cultura do milho com a participação dos produtores do município e empresas fornecedoras de sementes.

O secretário da Agricultura Júlio Borba recepcionou os convidados agradecendo a participação e o interesse de todos pela busca de conhecimento. O prefeito do município Derli de Oliveira também agradeceu a presença e destacou a importância de novas tecnologias para o aumento da produtividade e crescimento do munícipio. Leandro Decosta, gerente da filial da Auriverde colocou se à disposição dos produtores para a assistência técnica e produtos para a cultura.

Em seguida, o agrônomo Adriano Bialozor, que conduziu o experimento, explanou sobre a condução da área, manejo e resultados preliminares do campo. Enfatizou a importância de conhecer os ciclos dos híbridos a fim de escalonar a semeadura evitando prejuízos com déficit hídrico na fase reprodutiva da cultura.
 

A demonstração das cultivares começou pela empresa OesteBio com as variedades Caiano, Catarina, Roxo e Doce como alternativas para o pequeno produtor. Em seguida a Syngenta apresentou os híbridos 422, 505, Maximus e Feroz. A empresa Morgan trouxe os híbridos MG 300, 545, 699, 20A55, 652 e 580. A Pioneer mostrou os híbridos 1680, 32R48, 4285, 30F53, e 3016. A Agroeste expos os materiais 1730, 1555, e 1757. A Brevant participou com os híbridos 2B433, 2B688, 3612 e 7318. Por fim, o agrônomo da Auriverde Ederval Bottin falou sobre as fases da cultura do milho e o correto manejo de pragas, plantas daninhas e doenças. Bottin encerrou o evento agradecendo a participação no evento e convidando para confraternização com lanche servido aos participantes.
 

Mais informações: www.tigrinhos sc.gov.br

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Epagri apresentou variedades de uvas resistentes em dia de campo

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A Estação Experimental da EPAGRI – Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina em Videira recebeu cerca de 50 pessoas, entre viticultores e técnicos, para um dia de campo sobre variedades de uvas viníferas resistentes a doenças (PIWI).

O evento foi no dia 23 de janeiro e mostrou as plantas com frutas maduras, além de oferecer para degustação três vinhos brancos no vinhedo para que o público pudesse conhecer o potencial produtivo, a resistência a doenças e a qualidade enológica das uvas.

Segundo o pesquisador André Luiz Kulkamp de Souza, o grande diferencial desse grupo de variedades é que elas produzem uvas com alta qualidade enológica e com alta resistência a doenças, especialmente o míldio da videira. O termo PIWI vem do alemão e significa variedades resistentes a doenças. O plantio dessas variedades ocorre em todo mundo e estará disponível ao viticultor brasileiro em breve.

O trabalho é conduzido pela Epagri e pela UFSC em parceria com dois institutos de pesquisa europeus:  um da Itália (Fondazione Edmund Mach) e outro da Alemanha (Julius Kuhn Institut). O estudo está sendo financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de SC (Fapesc), sendo parte do recurso oriundo do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura de Santa Catarina (Fundovitis).

“Esse estudo é pioneiro no Brasil e pretende disponibilizar aos viticultores catarinenses variedades produtivas e com resistência a doenças, para com isso reduzir o custo de produção e viabilizar a produção de uvas viníferas no estado. Além de reduzir de forma significativa o uso de agrotóxicos e com isso melhorar as condições da saúde dos viticultores, consumidores e ambiente”, explica o pesquisador André. Ele relata que existem três variedades brancas e duas tintas com grande potencial para plantio nos próximos anos. “E o trabalho não para. Pretendemos testar mais variedades que ainda não entraram em produção”.

Os pesquisadores italianos Marco Stefanini e Duilio Porro estavam presentes e puderam dar sua contribuição explicando porque a comunidade europeia está plantando essas variedades e quais os resultados delas em outros locais do mundo. Além de participarem do dia de campo, esses pesquisadores visitaram outras quatro unidades experimentais do projeto, localizadas nos municípios de Água Doce, Curitibanos, São Joaquim e Urussanga. Já é a terceira safra colhida com sucesso dessas variedades que em breve estarão disponíveis aos viticultores.Fonte: Diário Rio do Peixe

Mais informações: eev@epagri.sc.gov.br 

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Epagri abre colheita do maracujá em Balneário Gaivota

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A Epagri comemoraou a abertura da colheita do maracujá no Sul do Estado. O evento acontece a partir das 8h30min na propriedade do agricultor Moisés de Mattos Matias, no Balneário Gaivota. Além da cerimônia de abertura oficial, a atividade também contará com Dia de Campo sobre o cultivo da fruta.

A região Sul responde por 80% de todo o maracujá produzido em Santa Catarina. É do estado catarinense que sai um dos melhores maracujás do Brasil. Porém, o avanço da virose do endurecimento do fruto causou uma perda de R$ 10 milhões desde 2016. Agora, com a adoção das recomendações de manejo da Epagri, os agricultores já podem comemorar a retomada dessa produção. A expectativa do gerente regional da Epagri em Araranguá, Reginaldo Ghellere, é de que até junho de 2019, quando se encerra a colheita, sejam produzidas 36 mil toneladas da fruta no Sul de Santa Catarina.

O maracujá tem Valor Bruto de Produção (VBP) de R$ 50 milhões no Estado. Isso mostra o alto valor agregado da fruta, já que ela ocupa apenas 1,6 mil hectares de terra no Sul de Santa Catarina. Contudo, a chegada da virose do endurecimento do fruto vinha colocando essa riqueza em risco, reduzindo drasticamente a produtividade nos cultivos catarinenses. Em outras regiões do Brasil a doença chegou a diminuir para apenas 20% a área plantada do maracujá.

Para solucionar o problema, pesquisadores e extensionistas da Epagri se uniram para desenvolver e recomendar os manejos adequados para convivência com o mal. Reginaldo estima que, atualmente, 90% dos produtores de maracujá do Sul do estado sigam as recomendações dos técnicos da Epagri, o que se reflete na retomada da produção.

O maracujá de Santa Catarina é reconhecido em todo o Brasil por sua qualidade, representada pelo tamanho da fruta, além da cor e volume da polpa. O maior mercado comprador está na região Sudoeste do Brasil, principalmente a Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo). No Sul do Estado são pelo menos 700 famílias que têm a fruta como fonte de renda prioritária. Fonte: Reginaldo Ghellere, gerente regional da Epagri em Araranguá

Mais informações: Epagri Regional Araranguá – (48) 3529-0306

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Dia de Campo em São Miguel do Oeste

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Agricultores e estudantes pariciparam, na última semana, de um Dia de Campo na propriedade da família Baumgratz, no bairro Santa Rita, que hoje é a unidade referência para o SPDH (Sistema Plantio Direto de Hortaliças).

A atividade foi desenvolvida numa parceria entre a Prefeitura de São Miguel do Oeste, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Piscicultura, Epagri e IFSC, a fim de difundir tecnologias para a produção de hortaliças. 

Segundo a extensionista da Epagri, Simone Bianchini, o trabalho foi desenvolvido a partir de três eixos relacionados à produção de hortaliças: 1. uso da água e manejo da irrigação; 2. uso e manejo do solo e os princípios do SPDH; e 3. apresentação da máquina para plantio direto de hortaliças, desenvolvida pelo curso de Eletromecânica do IFSC. 

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Os participantes foram divididos em três grupos e tiveram a oportunidade de passar por três estações, orientados por profissionais da Epagri e do IFSC. 

Simone lembra que a ação integra uma proposta de qualificação dos olericultores de São Miguel do Oeste, desenvolvida por meio do programa da prefeitura, Novo Rural. 

Segundo o secretário Renato Romancini, o Novo Rural tem várias ramificações e uma delas é a horticultura, por meio do qual a municipalidade auxiliou até o momento 17 famílias de agricultores que comercializam produtos na feira livre, nas feiras itinerantes e no programa de alimentação escolar da rede municipal. "A Prefeitura repassou recursos a estes agricultores, visando à qualificação da atividade. Queremos estimular a adesão a este sistema que preconiza a produção de alimentos limpos, buscando mais qualidade na produção, ampliação da área cultivada e produtividade". 

Um dos membros da família, Rudi Inácio Baumgratz, relata que as dificuldades existem, mas com esforço e dedicação os desafios vão sendo superados. "Ficamos felizes em poder partilhar com outras pessoas o nosso trabalho. Aqui, nos dedicamos à produção de brócolis e couve-flor, mas temos buscado aperfeiçoamento diário com o apoio de nossos parceiros". Fonte: www.folhadooeste.com.br

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Epagri de Lages promove Dia de Campo sobre plantio direto na pequena propriedade

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Com o objetivo de incentivar o sistema de plantio direto nas pequenas propriedades rurais de Lages, a Epagri reuniu 250 pessoas para um dia de campo sobre o assunto. O evento acontceu na fazenda São João, localizada na comunidade de Santa Terezinha do Salto. Participaram produtores rurais de Lages e de outros municípios da serra catarinense, alunos da escola itinerante, técnicos agrícolas, agrônomos e lideranças municipais.

O palestrante do evento foi o professor da Udesc Ricardo Trezzi Casa. “Consideremos importante esse evento porque reuniu pequenos e médios produtores da região e oportunizou o repasse de informações técnicas pra que todos possam conhecer algumas estratégias necessárias para utilizar o correto sistema de plantio direto”, disse.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Pesca, Osvaldo Unicini, a prefeitura de Lages mantém 19 núcleos agrícolas e oferece suporte com máquinas e equipamentos. Ele participou do dia de campo e informou que estão sendo adquiridas quatro plantadeiras para plantio direto, três pulverizadores e distribuidores de calcário. “Isso porque queremos introduzir o plantio direto também nas pequenas propriedades com o objetivo de conservar o solo e aumentar a produtividade das lavouras”.

O dia de campo foi coordenado pelo extensionista rural da Epagri de Lages Pedro Donizete Souza. O evento foi promovido pela Epagri, Secretaria de Agricultura e Pesca de Lages, Cooperativa Agropecuária do Planalto Serrano (Cooperplan), com o apoio da Associação União Rural de Lages (Unir) e do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural. Patrocinaram o evento empresas do setor agrícola locais e regionais serranas.

 

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Apesar de marginalizada, batata doce é cultura de bons resultados em Maracajá

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Fertilidade do solo, nutrição e adubação da batata doce integraram a pauta de um Dia de Campo, realizado na propriedade de Ozair Jorge Cardoso, na localidade de Barro Vermelho, município de Araranguá, envolvendo produtores rurais do município de Maracajá.

"Os participantes puderam conhecer diferentes cultivares de batata doce, fertilidade do solo, nutrição e conhecer testes a campo conduzidos pelos técnicos do escritório da Epagri de Maracajá e Araranguá", disse o engenheiro agrônomo Ricardo Martins, extensionista rural do Escritório da Epagri, no município de Maracajá.

No encontro, os técnicos salientaram a importância da análise de solo para interpretação de adubação e correção necessária, práticas de manejo integrado da batata doce e resultados de experimentos a campo. Após a explanação teórica, o grupo de agricultores visitaram a área experimental e comercial da lavoura de batata doce, onde puderam conhecer os trabalhos desenvolvidos pela Epagri.

De acordo com Martins, nesta área experimental foram feitos testes de adubação da batata com a utilização de adubos formulados, parcelamento de adubação e arranjos na densidade de plantio. "Resumidamente, o teste mostrou que a batata doce quando adubada de acordo com análise de solo pode apresentar um potencial produtivo muito satisfatório, acima das produtividades médias nacionais", diz.

O agrônomo da Epagri de Maracajá ressaltou que "a batata doce ainda é uma cultura marginal nas propriedades rurais e neste trabalho tivemos a intenção de mostrar que a cultura apresenta um bom desempenho, desde que bem manejada".  Os trabalhos foram coordenados por Ricardo Martins em conjunto com Homero Bosch Junior, engenheiro agrônomo da Epagri de Araranguá.Fonte: Redação Engeplus em colaboração Assessoria de Imprensa Prefeitura de Maracajá

 

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