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Programa SC Rural é tema de dissertação de mestrado em Gestão de Políticas Públicas da UNIVALI

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“Empreendedorismo na Agricultura Familiar em Santa Catarina” foi o tema da dissertação de mestrado, defendido por Divonzir Anderson Navrotski, na conclusão do Programa de Mestrado Profissional em Gestão de Políticas Públicas, da UNIVALI – Universidade do Vale do Itajaí.

Divonzir realizou um estudo de caso, do Programa SC Rural, avaliando uma amostra de iniciativas empreendedoras, realizadas por famílias de agricultores em seus planos de negócios e que foram apoiadas pelo SC Rural.

"Ao levar, um assunto conhecido no meio rural, mas pouco divulgado nas universidades foi uma grande oportunidade, proporcionada por ele. Assim, o meio academico pode conhecer, estudar e debater, a iniciativa do Governo do Estado, apoiada pelo Banco Mundial”, destaca o engenheiro agrônomo Ditmar Alfonso Zimath, Diretor de Projetos Especiais – SC Rural – NITA, da Secretaria Estadual da Agricultura e da Pesca.

Segundo Divonzir, que é funcionário da UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina, a partir da defesa da dissertação, vários professores ficaram muito interessados em conhecer o trabalho realizado no meio rural catarinense, abrindo oportunidades para novos estudos.

O governo do Estado e o Banco Mundial apoiaram o empreendedorismo como forma de aumentar a renda, humanizar o trabalho e oportunizar aos jovens do meio rural, uma nova perspectiva de vida. Esse e trabalho também contou com o apoio da Epagri – Empresa de Pesquisa e Extensão Rural de Santa Catarina de outras instituições.

Trechos do estudo: “ Vale destacar que foi constatado por meio das pesquisas bibliográficas e documentais e nas entrevistas realizadas no sul catarinense que o Programa SC Rural mudou a vida das famílias, por ele assistidas, proporcionou aumento de renda, qualidade de vida e desejo de continuar trabalhando e inovando no campo. ”

“O trabalho apresentado colaborou significativamente em demonstrar que o caminho traçado pela política pública, foi exitoso e que pode servir de parâmetro para novas políticas para o setor, além de levar o assunto para outras esferas e possibilitar a análise e divulgação da metodologia utilizada”.

“O SC Rural teve excelente avaliação, tanto por parte dos executores, dos beneficiários e pelo próprio BIRD, que considerou como um dos “melhores programas”, dessa categoria, apoiados pelo Banco, no mundo. A continuidade do SC Rural é interesse do Governo do Estado de Santa Catarina, dos agricultores e BIRD, que já aprovou do SC Rural2”.

“Esta semente precisa de cuidado e atenção para que continue a crescer e se desenvolver, caso contrário, os avanços alcançados até então poderão perder-se ao longo do tempo”.

Foto:Divonzir Anderson Navrotski entregou sua dissertação ao engenheiro agrônomo Ditmar Alfonso Zimath

Para baixar e ler o trabalho (dissertação) clique aqui: Dissertação Anderson Navrotski 25.02.2019

 

Mais informações:

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Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

O apoio do Programa SC Rural continua dando frutos

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A Associação Acolhida na Colônia, foi apoiada com recursos do Programa SC Rural em dois projetos que ajudaram a impulsionar e estruturar o apelo turístico que a região já possui, e pelo fato da associação já estar estruturada teve condições de dar uma resposta ainda melhor. Permitiu que ela recebesse apoio em várias propostas para o Fortalecimento do Agroturismo, incluindo o Cicloturismo.

O Governo do Estado, através do Programa SC Rural trabalhou para priorizar ações junto às organizações dos produtores, em projetos que valorizassem a cultura, o desenvolvimento humano e social das comunidades, utilizando a paisagem rural e suas potencialidades naturais com menor impacto ambiental; que promovessem a geração de emprego, renda e novas oportunidades, para as famílias rurais; que tivessem complementariedade com outras fontes de recursos e parcerias, enfim projetos que também se enquadrassem nas Políticas de Turismo em âmbito nacional, estadual, regional e municipal.

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Aproveitando que em 2009, com o objetivo de ampliar e qualificar a oferta turística na área de sua abrangência, a Associação Acolhida na Colônia iniciou o processo de roteirização para implantação do Cicloturismo. Na época, Santa Catarina, já possuía dois circuitos oficiais registrados e um considerável fluxo de cicloturistas,

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Hoje, os Circuitos de Cicloturismo, da Acolhida na Colônia trazem o diferencial do vínculo direto com o Agroturismo, valendo-se da estrutura já existente e apoiada pelo Programa SC Rural, de pousadas, quartos coloniais, serviços de refeições e agroindústrias de pequeno porte, ao longo de caminhos bucólicos e recheados de atrativos naturais.

São contemplados roteiros circulares nos municípios e rota de conexão entre Santa Rosa de Lima e Anitápolis, Rancho Queimado e Urubici, as conexões entre todos os municípios e a expansão para outros territórios da Acolhida na Colônia estão sendo estruturadas.

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Com o cicloturismo, implantado no Agroturismo, a Acolhida na Colônia atraiu pessoas de outras regiões, de outros estados e países para praticar a atividade. O ciclista não vem apenas para pedalar, ele quer conhecer, outros equipamentos de turismo como: a produção da agricultura familiar, o artesanato, produtos agropecuários e até outros serviços e atividades de lazer, como pesque pague, parques aquáticos, passeios, rotas, trilhas, há inúmeras outras possibilidades que se abrem. Isso traz oportunidades aos agricultores, para as comunidades e para os municípios.

Por isso, os recursos destinados pelo SC Rural foram para melhoria da infraestrutura das propriedades, das estradas, das comunicações e principalmente, da capacitação de agricultores, agricultoras e jovens, envolvidas nos projetos.

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Além dos turistas, o cicloturismo atraiu parceiro, como a operadora Caminhos do Sertão, que na última semana executou a expansão do Circuito de Cicloturismo da @acolhidanacolonia, projeto inaugurado em 2010 em parceria com o agroturismo de base comunitária de Santa Catarina.

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Foi realizada a sinalização de dois novos trechos, incorporando o município de São Bonifácio, terra das nascentes e cachoeiras, ao território das Encostas da Serra Geral.
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Com Santa Rosa de Lima, a conexão de 50 km perpassa diversas comunidades rurais, quase sempre em estradas de terra e mantendo o tom bucólico, característico do Circuito.
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Já a ligação com Anitápolis traz um novo diferencial aventureiro às rotas. Trata-.se da travessia da Serra Garganta, com uma grande imersão nos ambientes de Mata Atlântica e o desafio de uma estrada raramente utilizada, com trechos pedregosos e sujeitos à formação de lama. A passagem traz ainda o marco histórico, do Combate de 1930, quando as forças legalistas catarinenses, entrincheiradas próximas ao ponto mais alto da travessia, receberam as numerosas tropas gaúchas que avançavam com a revolução que alçou Getúlio Vargas ao poder. Na ocasião, 7 combatentes catarinenses e 1 gaúcho morreram no local.
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As placas de sinalização, que orientam os sentidos de ida e volta nos dois novos trechos, foram distribuídas em postes das redes elétricas e em traves próprias de metal galvanizado, chumbadas com concreto, quando necessário.

A segurança do cicloturista, incluindo a durabilidade das indicações sujeitas às intempéries, foram priorizados no projeto. As etapas seguintes incluirão a adoção deste mesmo padrão nos demais roteiros do Circuito.

Os colaboradores desta etapa foram: Prefeituras Municipais de Santa Rosa de Lima, São Bonifácio e Anitápolis; pousadas Encanto Verde, Doce Encanto, Sítio Mauerwerk e Cenira; @jacksonbaumann, Pousada Doce Encanto e Luis Vanderlinde da Acolhida na Colônia e Programa SC Rural.

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Para organizar sua viagem, consulte as informações disponíveis e faça reservas das refeições e hospedagens, de acordo com sua escolha de roteiros. O cicloturista, terá ótimas pedaladas e uma excelente Acolhida! Fotos:Caminhos do Sertão / https://precisopedalar.com

 

Mais informações: http://acolhida.com.br/cicloturismo/ ou http://www.caminhosdosertao.com.br/

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Secretário de Agricultura discute continuidade do Programa SC Rural com o Banco Mundial

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Santa Catarina vai em busca da renovação do Programa SC Rural.  Na terça-feira (19), o secretário de Estado da Agricultura e Pesca, Ricardo de Gouvêa, esteve em Brasília para audiência com o líder para infraestrutura do Banco Mundial no Brasil, Paul Procee. Com investimento previsto de US$180 milhões, o novo Programa será focado no desenvolvimento e inovação para o meio rural e pesqueiro.

Procee iniciou o encontro com uma explicação sobre o andamento das tratativas entre o Banco e o Estado para viabilizar a continuidade do Programa. A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca já apresentou a proposta de uma nova operação voltada ao SC Rural 2 ao Grupo Técnico do Ministério da Fazenda e aguarda a melhora da capacidade de pagamento do estado para que a proposta seja apreciada pela Comissão de Financiamentos Externos (COFIEX) do Governo Federal.  Segundo Procee, com a melhora da capacidade de pagamento, Santa Catarina receberá mais investimentos.

O secretário Ricardo Gouvêa relatou que medidas de ajustes já estão sendo feitas em Santa Catarina, como a revisão de políticas de incentivos fiscais. Ricardo explicou ainda que as ações da Secretaria estarão voltadas para aumentar a renda dos agricultores. As empresas vinculadas, Epagri, Cidasc e Ceasa, atuarão na pesquisa, controle sanitário e assistência na comercialização com foco na rentabilidade no meio rural.

A parceria entre Governo do Estado e Banco Mundial para execução do Programa SC Rural encerrou em 2017 e durante sete anos possibilitou investimentos de US$ 189 milhões no meio rural e pesqueiro de Santa Catarina. A renovação do SC Rural será tratada ainda numa nova reunião com representantes do Banco Mundial, Secretaria de Agricultura e Secretaria da Fazenda.

Também participaram da audiência em Brasília o executivo de articulação política Noilton Moraes, o assessor especial Felipe de Souza, da Secretaria de Articulação Nacional, além da economista agrícola Bárbara Farinelli, do Banco Mundial.

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Epagri implantou 1.685 Unidades de Referência Tecnológica de 2009 a 2018

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Propriedades rurais distribuídas em todas as regiões de Santa Catarina se transformaram em Unidades de Referência Tecnológica (URTs) pelas mãos da Epagri nos últimos dez anos. Entre 2009 e 2018, a Empresa implantou 1.685 URTs. Elas são propriedades familiares selecionadas pelos técnicos da Empresa para receber novas tecnologias e passam a servir de modelo para agricultores da região.

Nas URTs são realizados cursos, dias de campo, oficinas e reuniões para que os participantes vejam, na prática, que vale a pena adotar as tecnologias orientadas pela Epagri.

Essa ferramenta de extensão rural se destaca nas propriedades leiteiras catarinenses. Hoje são 236 URTs de leite em 165 municípios. Entre 2014 e 2017, o lucro das 60 melhores URTs dessa cadeia produtiva cresceu 97%.

Do total de 1.685 unidades no Estado, 230 são acompanhadas técnica e economicamente de forma mensal pela Epagri, 540 foram apoiadas com recursos do Programa SC Rural e 915 foram trabalhadas pela Empresa como ferramentas didáticas de apoio para propagação de tecnologias e resultados em seus programas técnicos.

Para saber mais, acesse o documento O valor da Epagri. http://docweb.epagri.sc.gov.br/website_epagri/DOC/DOC-285-Relatorio-Epagri-2018.pdf

 

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Engenhos de farinha de mandioca: projeto, sonho e trabalho com apoio do SC Rural e Epagri

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O projeto de adequação ambiental dos pequenos engenhos de farinha de mandioca, elaborado através do programa SC Rural/ Epagri, vem sendo implementado desde 2015, nos municípios de Jaguaruna, Sangão e Treze de Maio.

De acordo com o engenheiro agrônomo da Epagri, Emerson Evald, a partir de 2005 vários engenhos foram embargados pelo órgão ambiental. "Os órgãos ambientais constataram irregularidades que geravam contaminação dos cursos d´água, principalmente pela liberação direta do efluente, como as manipueira", revela.  

Segundo o engenheiro, a partir dessa data foi observada a necessidade de adequação ambiental com tratamento adequado aos efluentes. A insegurança jurídica era algo que os produtores enfrentavam na ocasião. "Isoladamente nenhum engenho de farinha havia conseguido o licenciamento, até porque, os órgãos ambientais não tinham segurança em algum modelo de tratamento que fosse eficaz", observa Emerson, que ressalta ainda as parcerias com os órgãos ambientais. "Foi construído uma tecnologia própria, aplicável, aceita legalmente e eficiente no tratamento dos efluentes, possibilitando retirar da clandestinidade ambiental os pequenos engenhos de farinha de mandioca", revela. Oito engenhos de farinha de mandioca pertencentes a agricultores familiares, foram orientados e instalaram o sistema de tratamento proposto.

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Região mais produtiva do estado e a conquista com a licença ambiental

Todo ano, cerca de 10 milhões de quilos de farinha de mandioca são produzidas em Jaguaruna, Sangão e Treze de Maio. A região concentra a maior produção de farinha de mandioca do Estado de Santa Catarina. Aproximadamente 20 engenhos de pequeno a grande porte, e mais de 500 famílias de agricultores, são responsáveis por esta produção.

As licenças ambientais dos engenhos de farinha foram estregues, em ato solene, no Centro de Treinamento da Epagri em Tubarão. O engenheiro da Epagri cita uma série de benefícios. "Esta conquista histórica agregará segurança produtiva ao setor; traz a possibilidade dessas famílias terem acesso ao crédito para investirem em sua agroindústria; incentiva edificação de novos engenhos e mantém a atividade de produção de farinha de mandioca na agricultura família, evitando que apenas as agroindústrias dominem este setor".

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Ambientalmente é o fim da emissão dos efluentes sem tratamentos em cursos d'água, que em muitos momentos gerava morte de peixes e descontentamento da comunidade; Uso com segurança do efluente manipueira nas lavouras como fonte de adubo; socialmente traz o resgate de uma atividade tradicional na região, passada de pai para filho por gerações, trabalhada desde os primeiros imigrantes açorianos.

Mas, nos últimos anos, viu seu número de engenhos cair vertiginosamente (da década de 90 até os dias de hoje, o n° de engenhos foi reduzido em mais de 80% só na região de Jaguaruna/Sangão). O projeto teve a coordenação da Epagri em parceria com o IMA – Instituto do Meio Ambiente (antiga Fatma), AIMSC – Associação das Indústria de processamento de Mandioca da Santa Catarina e apoio das prefeituras municipais. Os valores investidos para adequação por parte do programa SC Rural/Epagri – R$ 400.000,00 recurso não reembolsável (fundo perdido) e mais o particular um milho e cem mil reais.

No site do Folha Regional (www.folharegional.com.br) tem um vídeo produzido no período de implantação do projeto.Fonte:Folha Regional com informações da Epagri 

 

Mais informações: grt@epagri.sc.gov.br 

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Jovens comandam propriedades rurais em São José do Cerrito

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A equipe Epagri de São José do Cerrito iniciou o ano com orgulho das transformações que os jovens estão operando no meio rural.

Ao longo de 2018, jovens egressos do Curso de Liderança, Gestão e Empreendedorismo Rural, realizado com apoio do Programa SC Rural, participaram de atividades de capacitação continuada. O objetivo foi garantir que as melhorias nas propriedades continuem sendo implantadas, mudando a história das famílias e das comunidades rurais do município.

Durante o Curso de Liderança, Gestão e Empreendedorismo, os jovens adquiram conhecimento técnico e executaram projetos de melhoria das propriedades rurais. Esses projetos, que receberam recursos do SC Rural, contribuíram para despertar o empreendedorismo e o protagonismo dos agricultores em suas comunidades.

Para que o trabalho tivesse continuidade, cinco egressos da turma de 2016 – Daniel Ludwig, Márcio de Camargo, Andrigo de Souza, Welyton dos Anjos e Brayan Coelho – passaram a receber capacitação continuada da Epagri. A equipe da Empresa articulou a formação do grupo para promover a troca de experiências e a qualificação em encontros mensais. A capacitação abrange temas técnicos e também aborda gestão da propriedade, liderança na unidade familiar e na sociedade e protagonismo dos jovens como agentes de mudança no meio rural.

Colocando em prática o que aprenderam e inovando o modo de produzir com tecnologias, aquisição de materiais e equipamentos, os jovens agricultores conseguiram elevar a renda de suas famílias. “Em pesquisa realizada no município com jovens egressos dos cursos, percebe-se que aqueles velhos obstáculos, desmotivadores da permanência no campo, estão com os dias contados. Nessas propriedades não se fala mais em falta de renda, área de terras insuficiente, autoritarismo e falta de protagonismo dos membros familiares”, comemora 

Mais informações:  emsaojosedocerrito@epagri.sc.gov.br 

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ACATE é a nova coordenadora do Núcleo de Inovação Tecnológica para Agricultura Familiar

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Criado para aproximar agricultores familiares e empresas desenvolvedoras de tecnologias, o Núcleo de Inovação Tecnológica para Agricultura Familiar (NITA) vem transformando o meio rural catarinense.

Para dar continuidade ao projeto e fortalecer ainda mais as ações, a coordenação do NITA passa para a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE). O secretário executivo do Programa SC Rural, Júlio Bodanese, passou a coordenação do Núcleo para o diretor da Vertical Agronegócios da ACATE, Clóvis Rossi.

O Núcleo de Inovação faz parte de um grupo seleto de iniciativas para aproximar tecnologia e agricultores. O Banco Mundial apoia apenas oito projetos como esse no mundo e o Estado é o único representante da América Latina nessa lista, tornando-se referência para outros estados e países.

O NITA funciona como um elo entre startups, pequenas e médias empresas desenvolvedoras de inovações e as cadeias produtivas organizadas dos agricultores, acelerando o processo de desenvolvimento e oferta de tecnologias.

Hoje são 42 empresas cadastradas, que já fazem negócios com agricultores e empresas catarinenses, além de algumas parcerias internacionais.Fonte: Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca

 

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Santa Catarina cria associações regionais para fortalecer propriedade intelectual

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O governo de Santa Catarina criou associações regionais que se uniram ao Banco Mundial e a universidades para fortalecer o sistema de propriedade intelectual do estado. O objetivo é valorizar os produtos e o turismo local, assim como o desenvolvimento de culturas sustentáveis. O relato é da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) no Brasil.

 

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Plantação de banana na região de Corupá. Foto: OMPI/Pimentel

O governo de Santa Catarina criou associações regionais que se uniram ao Banco Mundial e a universidades para fortalecer o sistema de propriedade intelectual do estado. O objetivo é valorizar os produtos e o turismo local, assim como o desenvolvimento de culturas sustentáveis.

Um dos produtos que se beneficiou dessas parcerias foi a banana da região de Corupá, selecionadas como o primeiro produto regional a solicitar uma indicação geográfica.

A Indicação Geográfica (IG) é usada para identificar a origem de produtos ou serviços quando o local tenha se tornado conhecido ou quando determinada característica ou qualidade do produto ou serviço se deve a sua origem.

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Em agosto deste ano, foi concedida uma denominação de origem — a décima denominação nacional no Brasil e a primeira no estado de Santa Catarina.

A área coberta por esta denominação de origem compreende 980 famílias de produtores nos distritos de Corupá, Jaraguá do Sul, São Bento do Sul e Schroeder, que cultivam bananas na região há mais de 120 anos. Todos eles habitam uma região montanhosa com um clima subtropical, com rios, trilhas e 74 cachoeiras catalogadas.

As condições particulares de clima e solo na área significam que as bananas cultivadas nessa região demoram mais do que o normal para amadurecer (13 meses em comparação com 7 meses para produtores do Equador).

No entanto, esse período de crescimento mais longo também faz com que as bananas da região sejam menos atrativas esteticamente, com manchas escuras em suas cascas. No entanto, elas têm maior concentração de açúcares naturais que outras bananas produzidas no Brasil.

A Associação dos Bananicultores de Corupá (ASBANCO) foi criada em 2004 para comprar fertilizantes a granel e garantir redução nos custos. A partir de 2006, a associação começou a investigar como poderia se beneficiar da singularidade de seus produtos, através de uma marca coletiva.

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A associação vem realizando diversas campanhas para promover seus produtos, incluindo programas de rádio, concursos de culinária em escolas de ensino fundamental e médio e o lançamento do Dia Nacional da Banana.

Essas iniciativas de promoção foram recompensadas. Em 2012, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) identificou as bananas da região de Corupá como possíveis candidatas à proteção por indicações geográficas.

Assim, o SEBRAE se associou a instituições locais e universidades para realizar um estudo de escopo. Paralelamente, a associação continuou organizando eventos com o objetivo de promover a região e o produto local.

A ASBANCO também começou a trabalhar com mulheres da região na extração e distribuição da fibra da bananeira para o desenvolvimento de artesanato e passou a apoiar a produção de doces e condimentos feitos a partir de frutas locais, como bananas secas, geleia de banana e ketchup feito de banana.

Crescimento rápido

A produção de bananas na região de Corupá gera em média receita anual de 50 milhões de reais para as famílias locais. Além disso, a fama da fruta, juntamente às paisagens naturais e festividades locais, tem atraído cada vez mais turismo para a região.

A cidade de Corupá registrou a abertura de cinco hotéis e de sete restaurantes nos últimos anos. A expectativa é de que esses números cresçam de maneira sustentável.

O governo de Santa Catarina espera que outros produtos se candidatem para a proteção via indicações geográficas no futuro próximo, incluindo queijo colonial, vinhos, maçãs e chá.

Muitas universidades da região oferecem programas de mestrado em desenvolvimento regional, porque entendem a necessidade de promover o desenvolvimento das regiões como um meio de impulsionar as economias locais e evitar o esvaziamento de determinadas áreas, assim como a superpopulação em outras.

O Governo de Santa Catarina diz acreditar que uma das chaves para esse resultado positivo é o uso estratégico de propriedade intelectual, especialmente as indicações geográficas e as marcas coletivas.

Programa SC Rural

O trabalho desenvolvido pelo Governo do Estado de Santa Catarina,  por meio do Programa Santa Catarina Rural foi fundamental para fortalecer e estruturar as associações de produtores.
 

A reportagem fala do trabalho realizado junto a Bananicultura e mostra um pouco das conquistas, as quais tiveram apoio do SC Rural para realização de investimentos, contratação de assistência técnica por parte das associações, serviços de apoio das universidades para o desenvolvimento de identidade e marcas dos produtos, assistência técnica e extensão rural oficial, entre diversas outras ações..
Para nós catarinenses é um orgulho ver o reconhecimento do trabalho realizado e a parceria com as associações de produtores. Fonte: https://nacoesunidas.org/santa-catarina

 

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Mensagem do SC Rural

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A todos que trabalharam e contribuíram para promover a inclusão social e econômica de milhares de famílias de agricultores, pescadores e indígenas catarinenses, em especial, crianças, jovens e idosos.

 

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A todos que trabalharam e contribuíram para tornar a Agricultura Familiar Catarinense um símbolo de esperança, e prosperidade e a Preservação Ambiental de nosso Estado, através da sustentabilidade, desejamos FELIZ NATAL!

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Desejamos que, no ano de 2019 possamos renovar nossas esperanças, ampliar o trabalho, as parcerias, os laços de amizade e que a união de esforços resulte na conquista de metas que permitam o bem estar de todos, com muita saúde, paz e solidariedade para a realização dos sonhos de todos.

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Experimente todas as emoções desse Natal e do Ano Novo , 
Deixe levar-se…sonhe…deseje…ame…sorria…fique feliz!

 

São os votos da equipe

Programa SC Rural e do NITA – Núcleo de Inovação Tecnológica para Agricultura Familiar

 

Morango de qualidade longe do solo motiva jovem a permanecer no campo

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Produção em sistema semi-hidropônico suspenso motiva jovem a permanecer no campo no município de Alto Bela Vista

A produção de morango não é o forte de Alto Bela Vista, um município com cerca de 2 mil habitantes no Meio Oeste do Estado. Mas um agricultor já deu o primeiro passo com essa cultura por lá. Daniel Junior Engel, um jovem de 21 anos, plantou as primeiras mudas em 2016 e hoje já tem 6 mil pés produzindo em duas estufas.

A atividade entrou na propriedade depois que Daniel fez o Curso de Liderança, Gestão e Empreendedorismo para jovens rurais no Centro de Treinamento da Epagri de Concórdia. No fim da capacitação, assim como todos os participantes, ele buscava um tema para seu projeto.A família já trabalhava com gado de leite e apicultura, mas com ajuda da Epagri, o jovem agricultor iniciou a produção de morango. Foram feitas diversas visitas a produtores com diferentes sistemas de produção pelo Estado até que Daniel optou pelo sistema de cultivo semi-hidropônico suspenso.

Para implantar as estufas e as mudas, ele recebeu R$10 mil do Programa SC Rural. “Escolhi o sistema suspenso porque traz mais qualidade de vida. Assim não preciso me abaixar todos os dias para colher, fazer podas e outros manejos”, conta. Em canteiros elevados, os pés de morango são plantados em bolsas com substrato, conhecidos como slabs, e recebem água e nutrientes pela fertirrigação por gotejamento. Esse cultivo utiliza racionalmente os insumos e exige menor uso de agroquímicos em relação ao cultivo no solo e, portanto, não tem risco de dano ambiental. Com maior controle dos fatores de produção, a garantia de bom resultado é maior.

Hoje, além de manter o jovem na propriedade, a atividade já se tornou a principal fonte de renda da família. Os morangos geram renda quase o ano inteiro e a produção varia de acordo com o mês. Daniel colhe por ano 700g de morango por pé, mas a meta é aperfeiçoar o manejo para alcançar 1kg. A produção é vendida diretamente para os consumidores em Alto Bela Vista, Concórdia e Peritiba. “Os clientes gostam. Quando o produto tem qualidade, a venda é boa”, diz.F onte: Balanço Social da Epagri

 

http://docweb.epagri.sc.gov.br/website_epagri/Balanco_Social-2017.pdf

 

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