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SC Rural é parceiro na disseminação do Sistema de Plantio Direto em Hortaliças – SPDH

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Modernizar a agricultura familiar com sistemas e métodos para obter produtos de qualidade a custos menores e que reduzam o impacto ambiental é um dos desafios do Programa SC Rural, na busca de competitividade para os empreendimentos.

Com esse enfoque a implantação e disseminação do Sistema de Plantio Direto de Hortaliças (SPDH) – desenvolvido pela Epagri em parceria como SC Rural em municípios da grande Florianópolis – conta com unidades de pesquisa participativa implantadas em propriedades de agricultores. São as chamadas Unidades de Referência Tecnológica (URTs), utilizadas como “salas de aula” para visitação de agricultores vindos de todas as regiões do estado em busca de novos métodos, ancorados em práticas que aliam produtividade com redução de custos e,principalmente,com menor movimentação do solo e menor utilização de agroquímicos nas lavouras, em relação ao plantio convencional. ”Nos últimos três anos essas propriedades receberam mais de cem excursões de agricultores e a partir delas os colegas da Epagri, juntamente com professores das universidades estadual e federal, produziram material didático para disseminar essa tecnologia. Hoje temos cinco publicações do SPDH, um boletim técnico que orienta sobre manejo e adubação para dezoito culturas”, informa o Engenheiro agrônomo Marcelo Zanella, extensionista da Epagri e responsável pelo Programa de apoio aos projetos de SPDH na região.

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                                        Boa aceitação e disseminação rápida

“A tecnologia do SPDH se disseminou muito rápido e ainda não temos números totais de sua adoção no estado, mas segundo relatos de colegas que trouxeram os agricultores, todas as excursões que nos visitaram montaram unidades de referência em suas respectivas regiões. Nas regiões Sul e no Planalto Serrano, por exemplo, temos dezenas de propriedades com plantio direto de hortaliças, algumas há dois anos produzindo e comercializando com as tecnologias que aprenderam aqui na grande Florianópolis. E aqui na região já temos cerca de 200 propriedades utilizando o SPDH, cerca de cinqüenta delas no município de Antônio Carlos, mas também em Anitápolis, Angelina e demais municípios do entorno da capital”, informa Marcelo. O Sistema de Plantio Direto em Hortaliças segue três princípios básicos:Revolvimento do solo restrito às covas ou sulcos de plantio; a diversificação de espécies cultivadas através da rotação de culturas, com inclusão de plantas de cobertura para a produção da palhada, e a cobertura permanente do solo.

Além do menor emprego de agroquímicos, outros benefícios do sistema são observados: a redução de enxurradas (90%) e das perdas de solo (70%), a economia de água em sistemas irrigados(até 30%), diminuição da mecanização(até 75%), aumento de teores de matéria orgânica, menor dispersão de doenças, e a redução dos níveis de adubação pela recuperação da qualidade do solo, sem prejuízo da produtividade das lavouras(dados da Embrapa).

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                             ”A única coisa que não diminuiu foi a produtividade”

Na primeira semana de maio cerca de 30 agricultores de municípios da região Oeste, acompanhados por Marcelo Zanella e pelo Extensionista Luis Henrique Coelho visitaram duas lavouras no município de Anitápolis para conhecer a produção de chuchu e brócolis pelo Sistema de Plantio Direto em Hortaliças. As propriedades de Edson Germano Back (chuchu) e de Leonilo Schüelter (brócolis) são pioneiras na adoção do sistema na região e já receberam, cada uma, a visita de aproximadamente 1.500 agricultores nos últimos três anos, em excursões custeadas pelo SC Rural. Nas duas lavouras os visitantes oestinos relataram surpresa com vários resultados positivos que conferiram in loco. Mas o maior espanto veio da constatação da camada de solo fértil formada em cerca de seis anos de SPDH, com 15 a 20 centímetros de espessura, formada em cima do solo arenoso da região, prática que pretendem implantar em suas propriedades. Para Edson Back, com o plantio direto sua lavoura de chuchu teve redução de todos os custos, ”a única coisa que não diminuiu foi a produtividade”, salientou sua esposa, Solange. Segundo Edson seu faturamento – em seis meses de produção nos quatro hectares é praticamente o dobro, em relação à época do plantio convencional, com um diferencial que não tem preço: ”O SPDH dá muita coisa boa, mas principalmente qualidade de vida. O ganho da gente é durante seis meses. Mas antes passavam esses seis meses e a gente ficava meio apertado o resto do ano; hoje a gente passa os outros seis meses tranquilos, só fazendo manutenção. Desde o primeiro momento que vieram oferecer essa experiência a gente abraçou, mas muitos nos chamaram de maluco ‘semeando mato debaixo da parreira de chuchu’ (para fazer cobertura verde); Hoje pelo menos 90% dos vizinhos copiaram, pelo menos a cobertura do solo durante o inverno”.

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Redução de 70% a 80% dos custos

Na propriedade de Leonilo Schüelter são cultivados no total 26 hectares de brócolis, em sistema de rodízio e com plantio direto em todas as áreas, a maioria com alta declividade. Mesmo assim, nem as intensas chuvas do início deste ano conseguiram causar erosão em suas lavouras, devido à consistente palhada formada graças à permanente cobertura verde,principalmente com capim doce(ou papuã ). No momento do plantio do brócolis o capim é amassado e cortado apenas com rolo faca para receber as mudas. Leonilo e os filhos Marcelo e Jacson usam adubo químico ou esterco de galinha apenas a lanço e, dependendo do estado nutricional das plantas às vezes dispensam a adubação orgânica. ”Hoje Leonilo e seus filhos são referência na produção de brócolis na grande Florianópolis, os mercados usam eles como exemplo de qualidade. Ele é um produtor que fez a transição do sistema convencional e ainda continua em transição, porque o SPDH não é um sistema fechado, está sempre em processo de aperfeiçoamento. Por isso o produtor precisa amadurecer alguns assuntos na cabeça dele; a parte teórica e técnica precisa ser conhecida a fundo”, destaca Marcelo Zanella. E acrescenta: “Não conheço nenhum produtor que adotou o SPDH que tenha regredido em produção ou em qualidade; acompanho mais de 200 produtores da região e mais ou menos uns 500 no estado que usam o sistema. O SPDH reduz de 70% a 80% os custos de produção”, garante.

 

 

Mais informações:

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Endereço eletrônico: imprensa@microbacias.sc.gov.br

Epagri forma 50 profissionais em homeopatia no Sul do Estado para desenvolver agropecuária mais limpa

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Na quinta-feira, 12, a Epagri forma 50 profissionais em homeopatia agropecuária. São 14 agricultores e 36 técnicos da extensão rural da Epagri, de cooperativas, associações e da iniciativa privada, todos do Sul do Estado. Eles frequentaram, durante um ano, curso promovido em parceria com a Udesc, no Centro de Treinamento da Epagri em Araranguá.

Com a capacitação, a Epagri busca desenvolver uma agropecuária mais limpa, dispensando o uso de drogas veterinárias e insumos químicos utilizados na agricultura convencional, que deixam resíduos nos alimentos consumidos pela população. O curso contribui também para um dos projetos estratégicos em desenvolvimento pela Epagri, que é a produção de leite orgânico na região Sul do Estado.

“A homeopatia em Santa Catarina está em franco desenvolvimento e somos referência para outras empresas públicas do país”, relata Marcelo Silva Pedroso, médico veterinário homeopata da Epagri e coordenador do curso. Ele conta que, graças ao método terapêutico, estão sendo colhidos excelentes resultados no combate à mastite clínica e subclínica, por exemplo. De acordo com o veterinário, com a homeopatia a doença vem sendo mantida sobre controle nos rebanhos do Sul do Estado, em níveis melhores do que os obtidos com o método convencional. Os remédios homeopáticos também vêm permitindo a retomada da produção, principalmente porque o agricultor não precisa descartar o leite durante o uso, o que seria necessário com o tratamento alopático.

A Epagri vem apostando no uso da homeopatia no meio rural. A Empresa possibilitou a especialização na área de setes médicos veterinários de seus quadros, que atuam na região Sul. Conta também com o Laboratório de Homeopatia e Saúde Vegetal, na Estação Experimental de Lages. Lá são desenvolvidas diversas pesquisas, com envolvimento de alunos de mestrado e doutorado, o que já resultou em vários trabalhados publicados.

O curso de extensão teve 200 horas de aulas presenciais. Foram tratados temas como filosofia homeopática, matérias médicas homeopáticas e farmacotécnica homeopática. A aplicação se dá tanto na produção animal como vegetal. A parte prática aconteceu entre janeiro e fevereiro, quando, reunidos em grupos, os alunos fizeram estudos de caso em campo, de modo a estarem aptos a desenvolver esta terapêutica após a formatura.

Já está sendo organizado pela Epagri um grupo de estudos e troca de experiências, com a participação dos agricultores e técnicos recém-formados, que vão se reunir periodicamente para aprofundar a temática. A Empresa também já está prospectando recursos para uma segunda edição do curso, tendo em vista o grande interesse pelo assunto na região.

Durante a formatura, serão apresentados estudos de casos no período da manhã. A solenidade acontece a tarde, com palestra magna do médico homeopata Artur Zingano e entrega dos certificados.

O curso foi promovido com recursos do Programa SC Rural, Fapesc e CNPq. Apoiaram a atividade o Laboratório de Homeopatia e Sanidade Vegetal da Estação Experimental da Epagri em Lages, o Centro Universitário Barriga Verde – Unibave Campus de Orleans, a Farmácia Homeopática Ávila de Criciúma e a Farmácia Homeopática Maria Rocha de Tubarão.

 

Mais informações: Centro de Treinamento da Epagri em Araranguá – (48) 3403-1084

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Compostagem é tema de oficinas em Apiúna e Presidente Nereu

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Para discutir a importância da agricultura orgânica, a diferença nutricional entre os alimentos convencionais e orgânicos e a técnica da compostagem foi realizada no município de Apiúna uma oficina de compostagem.

Participara de 30 pessoas entre agricultores, técnicos e representantes de entidades municipais. Este trabalho foi uma parceria entre CRAS de Apiúna e a Epagri.

"A compostagem é um processo muito importante para aproveitar de forma mais eficaz as palhas, estercos e dejetos em geral, encontrados nas propriedades rurais. Com este processo se consegue, no menor tempo possível, um material estável, rico em substâncias húmicas e nutrientes minerais, que farão o desenvolvimento de plantas vigorosas e nutritivas gerando saúde para as pessoas”, comenta o extensionista rural da Epagri de Rio do Sul e instrutor da oficina, Glauco Henrique Lindner.

De acordo com a Assistente Social do CRAS Verônica Nunes Castano a produção de hortaliças é importante para o auto consumo dos agricultores que recebem o Bolsa Família e a venda de excedentes na feira livre do município.

Para a extensionista da Epagri no município de Apiúna, Naiara Sampaio Silva, a compostagem é um processo eficiente de produção de adubo orgânico de qualidade e também que é essencial para o sucesso do cultivo orgânico de hortaliças. “A produção de hortaliças tem possibilitado o sustento de muitas famílias no meio rural. Diversos fumicultores têm migrado para esta atividade e sendo Apiúna município que está próximo a vários centros consumidores, a olericultura pode ser uma ótima alternativa de renda”, destaca.

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Os agricultores do municípiode Presidente Nereu, através do extensionista Roberto Bechtel também tiveram a oportunidade de participar da oficina sobre compostagem. O evento foi realizado no sítio Colina, local de produtores de hortaliças orgânicos, que também serão beneficiados pelo SC Rural em projeto estruturante na área de Turismo.

 

Mais informações: Epagri – Gerência Regional de Rio do Sul – (47) 3526 3070 

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6ª turma de Protetores Ambientais de Florianópolis é recepcionada no Centro de Educação Ambiental

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No dia 26 de abril foram recepcionados no Centro de Educação Ambiental – CEA da Polícia Militar Ambiental, em Florianópolis, os 35 alunos do curso de formação de Protetores Ambientais, que a partir deste dia formam a Turma Golf.

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A nova turma iniciou o curso no mês de abril com previsão de conclusão em novembro de 2016. No local, os protetores veteranos receberam os protetores novatos que conheceram o local onde acontecerá o curso, e no mesmo dia foram apresentados aos seus monitores marcando o início do curso.

“Que todos sejam bem vindos e a Polícia Militar Ambiental, através dos protetores veteranos e seus monitores, tudo fará para que o ano de 2016 seja inesquecível para esses adolecentes, que iniciam a formação de Protetores Ambientais”, destacou o sargento C. Murilo, BPMA. Fonte: http://pmaeduca.blogspot.com.br/

 

Mais informações:  1º Pel / Rio Vermelho PMA - (48) 3665-4487 / (48) 3665-4491

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Protetor Ambiental é implantado em Schroeder

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No município de Schroeder, o Programa Protetor Ambiental foi lançado no auditório do CRAS, com a exposição dos objetivos aos familiares dos 24 alunos das Escolas Emílio da Silva e Santos Tomaselli, que foram previamente selecionados.

Segundo a orientadora educacional Tainá Larissa Eggert, da Rede Municipal de Ensino de Schroeder, a carga de estudos é de 180 horas/aula, uma vez por semana, até o mês de novembro. Também foi explicado no lançamento, o objetivo do Programa que é proporcionar aos adolescentes capacitação ambiental de modo que possam tornar-se multiplicadores do saber ambiental, tudo em prol do meio ambiente sadio e ecologicamente equilibrado.

Além do conhecimento ambiental, os adolescentes são contemplados com ensinamentos relacionados à disciplina, respeito, responsabilidade e comprometimento, o que certamente contribuirá para a formação e a vida de cada um. As aulas acontecem em período oposto ao da escola regular e os boletins de frequência e aproveitamento são verificados. Fonte: Jornal do Vale do Itapocu

 

Programa Protetor Ambiental 

O Programa Protetor Ambiental é um programa institucional da Polícia Militar de Santa Catarina, desenvolvido pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental, em parceria com o Ministério Público, Poder Judiciário, Poder Público Municipal, com o apoio do Programa SC Rural.

Programa SC Rural, apoia a Polícia Militar Ambiental na ampliação do Programa Protetor Ambiental, que vai promover, até o ano de 2016, 60 cursos para formação de 1.800 adolescentes de 11 a 14 anos. Eles serão treinados e disciplinados para auxiliar a Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina em suas atividades de educação ambiental.

 

Mais informações: 1º Pelotão do Batalhão de Polícia Militar Ambiental - Joinville -3481-2114

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Jovem de Grão Pará é beneficiado com recursos do SC Rural

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O jovem agricultor Jean Baggio Badziak, do município de Grão Pará, no sul catarinense, melhorou a estrutura da propriedade de sua família com recursos do Programa SC Rural. Dentre as melhorias estão a disponibilização de água para as vacas em todos os piquetes, a reforma de cercas e a construção de uma esterqueira, que permitiu o destino ambientalmente adequado dos dejetos dos animais e sua utilização como adubo de baixo custo nas pastagens. 

Com esse incentivo, Jean se animou a ampliar e diversificar as atividades, pois no futuro ele pretende formar sua própria família e permanecer na propriedade. Ele projeta atingir um plantel de cinquenta vacas em lactação e uma produção de mil litros diários, o que vai gerar mais renda e melhorar a qualidade de vida no espaço rural.

De acordo com o técnico da Epagri do município, Emanuel Ramos Viquetti, a adoção de tecnologias nessa propriedade vai possibilitar uma mudança bastante significativa na atividade leiteira, permitindo maior tranquilidade na sucessão familiar. Emanuel explica que esses recursos foram repassados à família pelo Programa SC Rural após a aprovação de um plano de propriedade elaborado por Jean, criado a partir de um curso de capacitação em liderança, gestão e empreendedorismo que o Programa oferece, com apoio da Epagri.

 

Mais informações: Epagri de Grão Pará - (48) 3652 1322 

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Grande Oeste intensifica ações focadas no desenvolvimento do turismo rural

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Agricultores familiares da região turística Grande Oeste participaram na última semana de uma capacitação sobre Turismo Rural na Agricultura Familiar, realizada no município de Quilombo.

O curso faz parte das ações do Programa SC Rural, executadas pela Secretaria de Estado deTurismo, Cultura e Esporte (SOL) com apoio da Epagri, que busca apoiar iniciativas de turismo rural, envolvendo as dez regiões turísticas de Santa Catarina.

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O programa do curso incluiu temas como planejamento, gestão de negócios, valorização da gastronomia e da cultura local, artesanato, inovação, paisagismo e construções sustentáveis, entre outros. Como material de apoio, os participantes utilizaram a cartilha “Turismo Rural na agricultura familiar: conceitos e práticas”, projeto desenvolvido pela SOL e SC Rural, por meio de consultoria contratada para este fim. (para conhecer a cartilha acesse https://pt.calameo.com/read/00295156574c67a8ebb23)

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Municípios do Grande Oeste criam GT de Turismo Rural

Cientes do potencial turístico da região Grande Oeste, entidades e municípios formalizaram, no final de abril, a criação do Grupo de Trabalho de Turismo Rural Rota das Termas. Integram o GT representantes das secretarias de agricultura e turismo dos municípios de São Carlos, Águas de Chapecó, Palmitos, Planalto Alegre e Caibi, associações de municípios, Agência de Desenvolvimento Regional Palmitos, Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), Epagri, Associação de Agroturismo do Vale do Rio Uruguai e do Núcleo de Empresários Rota das Termas, entre outros.

A discussão sobre o desenvolvimento do turismo rural na região se intensificou durante 2015, com a realização de vários encontros para debater o tema. A ideia de constituir o GT ganhou força com a capacitação realizada em dezembro do ano passado, em São Carlos, promovida pelo SC Rural, SOL e Epagri, na qual foram apresentados e debatidos um projeto de roteirização para região e projetos estruturantes nas propriedades rurais.

 

Mais informações: SOL -  Gerência de Políticas de Turismo (Gepot) - (48) 3665-7429

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Massaranduba sedia seminário sobre arroz irrigado do Litoral Norte de Santa Catarina

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No dia 30 de abril, durante a 15ª Festa Catarinense do Arroz, que aconteceu no município de Massaranduba, ocorreu o VI Seminário Regional do Arroz Irrigado do Litoral Norte Catarinense.

Organizado pela Epagri e Prefeitura Municipal, o evento teve como apoiadores o Programa SC Rural, Cooperativa Juriti, Agroindustrial Urbano, Brasélio, Sementes Macoppi, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Sindicato Rural e Senar. Contou com cerca de 200 participantes, entre técnicos e produtores da atividade da rizicultura na região.

Na abertura do seminário estavam presentes diversas autoridades, entre elas o Prefeito Municipal de Massaranduba e o Presidente da Cooperativa Juriti, que destacaram a importância do encontro para o compartilhamento de conhecimentos na área.

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Segundo o engenheiro agrônomo Hector Silvio Haverroth, Coordenador de Projetos e Líder Projeto Grãos na região foram abordados temas bastante atuais da atividade, como ‘Clima e arroz irrigado’, que tratou sobres o efeito do clima nas perdas de produtividade na safra atual do arroz e as perspectivas climáticas para a próxima safra, através das palestras do engenheiro agrônomo Dr. Marcos Vale, pesquisador da Estação Experimental de Itajaí e do engenheiro agrônomo Dr. Wilian Ricce, da Epagri/CIRAM.

Outro tema abordado foi “Manejo da lavoura com a cultivar SCS 121 CL’, pelo engenheiro agrônomo Ms. Domingos Savio Eberhardt, que reforçou os cuidados que o produtor deve ter para garantir a longevidade da tecnologia Clearfield.

‘Seguro Agrícola’, foi tratado na palestra do engenheiro agrônomo Esp. Hector Silvio Haverroth, da Epagri, que ressaltou as formas de minimizar as perdas financeiras da lavoura.

Após houve sorteio dos brindes fornecidos pelas empresas parceiras e então finalizado o seminário com um almoço de confraternização.

 

Mais informações:Epagri - Gerência Regional de Joinville – (47) 3461 1531

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Informação fortalece o cooperativismo em Matos Costa

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O cooperativismo é uma opção em potencial para a agricultura familiar. No município de Matos Costa, vem ocorrendo o desenvolvimento de organizações de agricultores e nesse sentido é necessário conhecer experiências bem sucedidas.

Por isso, no dia 29 de abril, com o apoio do Programa SC Rural, 25 membros de duas associações e da cooperativa do município foram conhecer a experiência da Cooperativa Regional Agropecuária do Meio Oeste Catarinense (COPAR), formada por agricultores do município de Frei Rogério.

O presidente da  COPAR, Silvio Novacoski,  recebeu os visitantes e compartilhou a história de construção da cooperativa. Ele destacou a importância dos valores cooperativistas nas ações da comunidade, a necessidade de aprimoramento da gestão, o diferencial na comercialização dos produtos e principalmente a manutenção da credibilidade institucional. “Tudo isso, possibilitando fortalecer e agregar associados, além de estabelecer parcerias com o poder público e privado”, destacou Novacoski .

O extensionista rural da Epagri no município de Matos Costa, Guilherme Briski, avaliou como importante a visita técnica a outra realidade para motivar os agricultores. “Isso é constatado na fala do agricultor Sergio Mathias, que nos relatou a importância da visita para verificar como é possível uma cooperativa dar certo, e que acreditando as coisas vão acontecendo”.

 Os agricultores participantes da excurssão técnica puderam esclarecer suas dúvidas e fortalecer-se para continuar fomentando suas organizações, gerando competitividade no campo e desenvolvimento social.

 

Mais informações: Epagri de Matos Costa (49) 35615993 

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Polícia Militar Ambiental promove aula inaugural do curso de Protetores Ambientais de Florianópolis

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Em solenidade presidida pelo Coronel PM Walmir Moreira Francisco – Comandante de Policiamento Militar Ambiental foi realizada no dia 02 de maio de 2016, a Aula Inaugural do curso para formação de Protetores Ambientais de Florianópolis – Turma Golf. A ação é desenvolvida no âmbito do Programa SC Rural em todo o estado.

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O evento, que aconteceu no Centro Internacional de Eventos do Costão do Santinho Resort & Spa, parceiro do Programa Protetores Ambienatais contou com a presença de autoridades, instrutores, pais e alunos, além da presença do 2°pelotão da 1° Cia do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças – CFAP, do Curso de Formação de Sargentos 2015.

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O ato foi marcado pela presença disciplinada dos protetores ambientais veteranos já formados, que apadrinharam os alunos da nova turma e juntos cantaram o Hino Nacional e a canção da Polícia Ambiental, com todo entusiasmo, recebendo elogios dos presentes. O apadrinhamento é um ato no qual os veteranos recebem os novos protetores e repassam o conhecimento que foi adquirido no decorrer do curso, bem como algumas habilidades desenvolvidas. 

Segundo Sargento Murilo, instrutor do curso, a aula inaugural tem a finalidade de apresentar os professores, alunos e colaboradores que irão produzir conhecimento nesta edição 2016 do Programa. O curso será realizado no Centro de Educação Ambiental – CEA da Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina, localizado no Parque Estadual do Rio Vermelho, de maio a novembro, com carga horária de 180 horas aula. Nesse período, os alunos receberão aulas teóricas e práticas que envolverão os temas: ecologia, recursos hídricos, gestão de resíduos, da flora e da fauna, unidades de conservação e atividades relacionadas aos aspectos regionais e culturais, além de conteúdo sobre a Polícia Militar de Santa Catarina.

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Na ocasião também foi prestada homenagem ao Sargento Campos, ex-monitor do Programa. A Protetora Veterana Mélani fez a leitura da homenagem e o Tenente Coronel Evandro Mendonça Zavarizi, Comandante do 1° Batalhão de Policia Militar Ambiental, entregou a placa de agradecimento ao homenageado.

O Sargento Campos juntamente com o Sargento Murilo realizaram cinco edições do Programa Protetor Ambiental de Florianópolis, formaram juntos cerca 180 protetores. Mas, no ano de 2015, o então Cb Campos ausentou-se do Programa para realizar o curso de Formação de Sargentos no Centro de Formação e aperfeiçoamento de praças – CFAP.

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Após  as homenagens a palestra que foi proferida pelo Sub Tenente Marcelo, que é formando em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Catarina, e comandante do 1° Pelotão, localizado no Rio Vermelho, proferiu uma palestra.

Ao final, os convidados congratularam-se durante coquetel oferecido pelo Costão do Santinho, que é o apoiador do Programa Protetor Ambiental, juntamente com a Empresa Canasvieiras Transportes, Programa SC Rural, Prefeitura Municipal de Florianópolis e Ministério Público de Santa Catarina.

 

Programa Protetor Ambiental 

Desenvolvido pela Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina em parceria com o Ministério Público e Poder Judiciário, Poder Público Municipal e outras instituições, também conta com o apoio do Programa SC Rural.

Programa SC Rural, apoia a Polícia Militar Ambiental na ampliação do Programa Protetor Ambiental, que vai promover, até o ano de 2016, 60 cursos para formação de 1.800 adolescentes de 11 a 14 anos. Eles serão treinados e disciplinados para auxiliar a Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina em suas atividades de educação ambiental. Fonte: pmaeduca.blogspot.com.br

 

Mais informações:  1º Pel/1ªCia-Rio Vermelho PMA - (48) 3665 4491

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