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Artigo – Fazedores estão por toda a parte

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Você sabe quem são os fazedores? Já ouviu falar? Eu, você, o seu vizinho e todos que estão ao seu redor podem ser um deles.

Um fazedor nada mais é do que alguém que contribui, direta ou indiretamente e de forma positiva, com a comunidade onde vive. Aquele que com pequenas ou grandes ações, de forma anônima ou não, transforma o mundo e gera impactos positivos na própria vida e na de quem está próximo dele.

A sociedade é composta de pessoas que promovem a transformação por meio de simples atos que, muitas vezes, passam despercebidos. Compartilhar conhecimento, reconhecer, elogiar e incentivar os outros através do exemplo. Dedicar tempo a ouvir, seja os seus filhos, os seus vizinhos ou os seus colegas. Perceber que o valor das pessoas não está no cargo que ocupam, mas na grandeza do seu agir. Isso é ser um fazedor. É ter como prioridade o bem coletivo e não apenas o individual. E é exatamente assim que o cooperativismo atua.

Nós, ao fazermos parte de uma cooperativa já nos tornamos fazedores. Quem é cooperado escolhe aderir à economia colaborativa. O fato de utilizar produtos e serviços disponibilizados por meio de um sistema cooperativo, possibilita a contribuição para a movimentação da economia local, bem como para o empreendedorismo regional e, consequentemente, para o desenvolvimento de todos. Optar por uma instituição que promove o bem e a evolução de todos. Escolher impactar o mundo através da geração de bons momentos e oportunidades. Esses são os que chamamos de fazedores.

O verbo fazer implica em estar em ação. Não importa o tamanho do que está sendo realizado. O que conta é o fato de todos nós, no decorrer do dia, podermos gerar uma transformação positiva através do fazer. Valorizamos e incentivamos que todos, da maneira como podem, sejam fazedores. Estamos por toda parte. Por onde andamos podemos identificar muitos deles. Já somos mais de 750 mil pessoas no Sul do país nessa condição. Vamos duplicar, triplicar, quadruplicar este número até que nos tornemos uma nação de fazedores. Já parou para pensar o que torna você um fazedor? Fonte:Por Moacir Krambeck, presidente da Central Ailos

 

Mais informações: www.melz.com.br

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Conheça o Pré-Sal caipira

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Um arranjo tecnológico inédito no Brasil, ou seja, a inovação e tecnologia à disposição do país para desenvolvimento de sustentabilidade econômica, ambiental e social.

Desde o dia 26 de julho, 72 prédios da prefeitura municipal de Entre Rios do Oeste, no Oeste do Paraná, são abastecidos com energia elétrica gerada pelos dejetos de 40 mil suínos de criadores da região.

A iniciativa partiu de uma parceria do poder público com o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e o Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás), que viram uma oportunidade para diminuir a poluição ambiental na região. Apesar de pequena, Entre Rios do Oeste conta com uma criação de mais de 150 mil suínos.

Com o projeto de geração de energia, cerca de 215 toneladas por dia de dejetos de 18 propriedades rurais passaram a ser tratados, servindo de matéria-prima para a para a produção do biogás, usado na geração elétrica. O esquema é razoavelmente simples: os dejetos são recolhidos e acondicionados em biodigestores. Lá dentro ocorre a decomposição desse material por bactérias, gerando o biometano. O gás é transportado por gasodutos até o local da geração de energia. A queima do material, aciona um gerador que produz eletricidade.

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Economia e solução ambiental

A iniciativa não é nova, uma vez que produtores rurais já fazem o uso de dejetos para a produção de energia, utilizada para consumo próprio. A diferença para o projeto paranaense é que a energia produzida é "vendida" para a prefeitura, gerando recursos para os produtores. Segundo o presidente do CIBiogás, Rodrigo Régis Galvão, a Minicentral Termoelétrica (MCT) de Entre Rios do Oeste movida a biogás vai resultar em economia para a população, além de resolver o problema ambiental que os dejetos geram.

"A gente está em uma região em que o agronegócio se desenvolveu com muita velocidade e a demanda por energia cresceu muito rápido. Com esse projeto a gente está fazendo o tratamento de 215 toneladas de dejetos de animais por dia, esse resíduo acaba poluindo o solo, os lençóis freáticos e inclusive os rios que acabam desembocando no reservatório de Itaipu. Com isso, o projeto busca transformar um problema ambiental em um ativo econômico", disse Galvão à Agência Brasil.

Com 480 kW de potência instalada, a energia produzida na usina é vendida para a Companhia Paranaense de Energia (Copel), financiadora da iniciativa e que desconta o total produzido do valor das contas de luz do município. Já à prefeitura cabe o pagamento a cada produtor pela energia gerada. A estimativa é que os produtores envolvidos recebam de R$ 900 a R$ 5 mil, a depender da quantidade de biogás produzida por cada um.

O procedimento utilizado é o da, micro e minigeração distribuída, regulamentado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Por esse modelo, o consumidor pode produzir a própria energia, a exemplo do uso de painéis solares e do uso de biogás, e depois injetar na rede de distribuição.  Essa energia pode ser utilizada para abater até a totalidade da conta de luz de uma ou mais unidades do mesmo titular. Fonte: Agência Brasil

Mais informações: http://www.entreriosdooeste.pr.gov.br/

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Laila: a galinha que ajuda nos tratamentos de pacientes com deficiências e paralisias

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Além de favorecer o contato e a sociabilização com o mundo, a galinha co-terapeuta também reduz a frequência cardíaca e ajuda a relaxar

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João Arthur Kaminski Oliveira, de 18 anos, é um dos pacientes que se beneficia da pet terapia com a galinha Laila (Foto: Letícia Akemi / Gazeta do Povo)

De todos os lugares onde se pode imaginar encontrar uma galinha, uma clínica de recuperação neurológica no meio da cidade não é a primeira opção – mas é o que acontece em Curitiba. Laila, a galinha de dois anos, “trabalha” como co-terapeuta desde agosto do ano passado, beneficiando o tratamento de crianças e adultos com paralisias cerebrais, síndrome do espectro autista, entre outras condições.

Por ser bem calma e dócil, a tutora Janaina Ribeiro de Souza percebeu que Laila poderia fazer mais do que ciscar o quintal e botar ovos. “Eu tinha quatro galinhas, que peguei para ficar no quintal mesmo, e eu percebi que a Laila era a mais mansa. Como eu já levava meus cachorros para a mesma atividade de pet terapia, sugeri a galinha. Ela passou por várias etapas de avaliação, para confirmar que não era agressiva, que não tinha medo e deu certo”, relata a pet sitter de 30 anos.

Laila fica tão relaxada durante os encontros com pacientes que, certa vez, depois da atividade, voltou para casa em uma cesta botando ovos. “Ela sempre foi socializada com outros animais, desde franguinha. Eu tenho 15 cachorros, sete ratos, duas galinhas (as outras duas faleceram) e um marreco, e muitos deles atuam na pet terapia também”, explica a tutora, que leva Laila para as atividades a cada 15 dias, em média.

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Laila, a galinha, está tão acostumada a presença de humanos e de outros animais, que fica relaxada durante as atividades. Na foto, Lucas Weber da Silva, de 12 anos, acaricia Laila (Foto: Letícia Akemi / Gazeta do Povo)

 

Coração com mais saúde na presença da Laila

Além dos benefícios comprovados do contato com animais para a saúde fisiológica, como redução da pressão cardíaca nos primeiros 15 minutos de contato, relaxamento e diminuição do estresse, Laila faz mais. Convocada pela primeira vez para mostrar a uma pessoa deficiente visual como uma galinha se comportava, Laila encantou todos na clínica CERNE – Centro de Excelência em Recuperação Neurológica, um dos locais onde atua.

“Ao paciente com deficiência visual, ela mostrou um pouco de como o mundo funciona. Mas ela encantou os demais, que também quiseram entrar em contato, até mesmo aqueles que tinham medo de cachorros ou dos outros animais”, relata Manuella Balliana Maciel, psicóloga do CERNE e responsável pelo projeto de terapias com animais.

Por ser um animal que dificilmente a pessoa terá contato – a não ser que visite uma fazenda ou chácara fora da cidade -, Laila permite às crianças e adultos um contato mais próximo com a vida do campo. Assim como com os cachorros, a galinha também cria uma ponte entre o paciente e o meio social.

“O paciente pode não criar um vínculo imediato com a gente, como no caso do espectro autista, mas a grande maioria cria com os animais. Eles percebem o animal interagindo com as outras pessoas e passam a interagir também. Os pets também ajudam a quebrar a rotina das atividades na clínica, que chega a ser de quatro horas diárias para o paciente”, explica a psicóloga.

Laila acompanha os pacientes a cada 15 dias, e faz visitas em clínicas, escolas e hospitais. Na foto, o paciente João Arthur Kaminski Oliveira, de 18 anos, segura Laila (Foto: Letícia Akemi / Gazeta do Povo)

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Movimentos certeiros

Cachorros, galinhas, cavalos, ratos, jabutis são todos animais que, desde que avaliados, podem se transformar em parceiros de terapias, conforme explica Ana Lúcia Lacerda Michelotto, psicopedagoga da PUCPR e voluntária do Pequeno Cotolengo.

“Se quiser trabalhar a função motora, por exemplo, você cria um circuito com alguns obstáculos e pede para a pessoa passar por ele, em companhia do animal. Alimentação, higiene, escovação, tudo que é do bem estar do animal consegue ser trabalhado nas terapias”, reforça a psicopedagoga, que trabalhou durante muitos anos com os equinos, mas hoje tem um cachorro e um jabuti atuando como co-terapeutas.

“Ele tem mais de 50 anos e ele me acompanha às vezes. Lógico que a interação é bem diferente do que com o cachorro, visto que ele não interage igual. Mas é interessante para a questão sensorial e até de entender como vive um jabuti, que ele se encolhe e se esconde bastante”, relata Michelotto."

 

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A hora e a vez das vacas terapêuticas: como conectar as pessoas com a vida no campo

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Mesmo sem um diploma de psicologia, os talentos inatos de Bella fizeram dela uma excelente terapeuta: ela é calma e capaz de acolher uma série de personalidades, além de ter a paciência de escutar problemas intermináveis sem nem um “mu” de julgamento.

De um pasto abundante e isolado na Fazenda Mountain Horse, uma pousada de 13 hectares na região de Finger Lakes, em Nova York (Estados Unidos), Bella, de três anos, e Bonnie, de dois, são vacas de raça híbrida, uma mistura de Angus e Highland, que oferecem terapia animal.

A prática de fazer carinho ou abraçar vacas, como tem sido chamada, convida as pessoas a interagirem com os animais, penteando-os, acariciando-os ou tendo conversas sinceras com eles.

A experiência é parecida com a terapia equina, mas tem uma diferença crucial: os cavalos geralmente ficam de pé; as vacas espontaneamente se deitam na grama enquanto ruminam, permitindo aos humanos uma aproximação ainda maior, pois estes podem se deitar no chão com elas e oferecer um abraço caloroso.

“Você percebe como ela fica quieta? É isso que buscamos, tanto para a pessoa como para a vaca”, explicou Suzanne Vullers, de 51 anos, contadora que se tornou terapeuta equestre e é coproprietária da pousada com o marido, Rudi Vullers, também de 51 anos.

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Abraçar vacas é também terapia

Naturais da cidade rural de Reuver, na Holanda, Suzanne e Rudi descobriram o “koe knuffelen“, que significa “abraçando vacas” em holandês, em uma viagem à cidade natal há dois anos.

Em algumas regiões da Holanda, abraçar vacas é uma atividade oferecida como parte de uma visita de meio período e pertence a um movimento ainda maior para conectar as pessoas com a vida no campo.

No grande centro urbano de Rotterdam, uma fazenda de laticínios flutuante recentemente inaugurada no porto mais antigo da cidade instiga os residentes locais a visitar os animais.

Há aproximadamente uma década, em 2007, o casal – ele, ex-gerente de uma rede de distribuição; ela, ex-contadora trocou a vida corporativa por um negócio agrícola em Naples, uma pequena cidade com 2.500 habitantes. Chamativo da cidade: um festival da uva que se realiza no outono com uma competição de torta de uvas.) A ideia de fazer carinho em vacas abriu os portões do celeiro.

Em maio de 2018, eles compraram Bonnie e Bella; a escolha foi feita por causa da personalidade gentil dos animais e a ausência de chifres. “Muitas vacas não são apropriadas para a prática. Elas chegam a perseguir você pelo campo”, contou Rudi Vullers.

As sessões de carinho nas vacas duram uma hora, ao preço de 75 dólares (R$ 281) por casal, e são limitadas a duas por dia, com o máximo de quatro participantes por sessão. “Não é um zoológico de bichinhos de estimação”, garantiu Rudi Vullers, embora os animais de fato sejam de estimação, em certo sentido – não são produtivos e não são criados para produção de carne ou leite. “Essas meninas vivem uma vida natural”, declarou Suzanne Vullers.

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Atendimento orientado

Toda a interação entre as vacas e os humanos são mediadas pelos criadores, que percebem os humores dos animais (Foto: VisualHunt)

Cada sessão é supervisionada por dois profissionais: um terapeuta equestre, geralmente Suzanne Vullers, que é capaz de ler os humores dos animais e garantir uma interação segura e positiva com os novos amigos humanos deles, e um encarregado secundário que fica de olho nos outros animais do campo.

Nenhum deles é psicólogo formado, o que é justamente a intenção:“As pessoas não precisam falar sobre o que estão passando. Não é como terapia”, ela esclareceu.

Assim como outras formas de terapia, espera-se que os visitantes fortaleçam a confiança, a empatia e a conexão com as vacas e com as próprias emoções. E, como em qualquer outro tipo de terapia, não há garantia de sucesso: “Elas não são treinadas para se deitar no chão”, complementou.

Em um sábado recente, dois pares de visitantes, um casal de noivos do Vale do Silício e uma mãe com a filha de Nova York, tinham viajado de extremos opostos dos Estados Unidos para acariciar algumas vacas.

“Dirigir cinco horas para abraçar uma vaca?”, questionou Karen Hudson, de 57 anos, gerente em uma construtora, que compareceu à sessão vespertina com a filha, Jessica Ercoli, de 27, que trabalha como agente de condicional.

Para Hudson, era como a realização de um desejo, uma volta a lembranças afetivas de quando visitava a fazenda de sua avó. E talvez, também, um pouco de destino. O endereço de e-mail que ela usa há quase duas décadas inclui as palavras “Missy”, o mesmo do pônei da fazenda, e “mu”.

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Técnica certa para abordar uma vaca

Ao guiar as duas mulheres animadas, porém hesitantes, ao campo, Suzanne Vullers ensinou a elas uma abordagem bem-sucedida antes de ela mesma demonstrar os métodos. “Postura em O, não em X”, ela instruiu. “Arredonde o corpo” para ficar menos ameaçadora. Vá em direção aos ombros da vaca, em vez dos quadris.

“A roupa é importante. Os animais podem babar em você”, disse Rudi Vullers. (Uma exigência inegociável: sapatos fechados.) Para os observadores: “Fique do lado. Faz toda a diferença para elas”, revelou Suzanne Vullers. Conselho para os participantes: “Respeite as vacas, o ambiente delas, o que elas querem fazer e o que elas querem lhe dar”, complementou.

Recomendação número um para todos: mantenha a calma. “Quanto mais relaxado você ficar, melhor será para você e para elas”, afirmou, pois, assim como os cavalos, as vacas percebem as emoções e têm reações de acordo com o que sentem – na maioria das vezes. “Não esfregue sua baba em mim!”, pediu Ercoli a Bella.

 

Na sessão da manhã, Colin Clover, de 50 anos, gerente de recrutamento do Facebook, descobriu essa atividade extracurricular da mesma maneira que muitas pessoas conhecem essas tendências de bem-estar de nicho: pela internet. Ele imediatamente se lembrou de que sua noiva, Alexandria Rivas, de 31 anos, recepcionista, artista e entusiasta equestre de longa-data, tinha boas lembranças de visitar a fazenda de laticínios que ficava perto da faculdade que frequentou.

Embora ele já tenha treinado golfinhos e leões-marinhos, a ideia de ficar muito próximo de uma novilha o intimidava. Conseguiu acalmar os nervos, disse, quando Suzanne Vullers descreveu a experiência de uma maneira que lhe era familiar. “Pense em como você interage com seu cachorro”, foi o que ela lhe disse.

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Não só vacas

Nas sessões separadas, além das vacas, os pares tiveram a oportunidade de conhecer todos os personagens do cenário. No celeiro e no campo: Jaxon, o garanhão, espanava as moscas para longe; Stetson, um cavalo castrado, batizado em homenagem ao famoso chapéu de vaqueiro; Cricket e Noa, duas éguas resgatadas de ambientes abusivos; Suzie Q e Missy, pôneis com personalidades singulares. “Missy é sempre a primeira a dizer oi”, explicou Suzanne Vullers sobre sua amiga extrovertida e rechonchuda.

Para a última surpresa do dia, os fazendeiros convidaram os visitantes a dar lanches de aveia na boca das vacas, atividade que muitos escolheram como a favorita do dia. Mesmo que, segundo Hudson, a língua das vacas “se pareça com uma lixa!”.

Mesmo assim, foi melhor do que um tipo diferente de surpresa: “Às vezes, as vacas soltam coisas”, disse Suzanne Vullers. Entretanto, talvez por perceberem que estavam em companhia de pessoas educadas, as vacas apenas se soltaram. Abaixando-se até o chão, ofereceram aos participantes a experiência que eles viajaram para experimentar: uma chance de ganhar um abraço caloroso."

 

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“Precisamos contar a história por trás dos alimentos”, diz publicitário

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“As empresas com atuação no agronegócio devem contar a história por trás dos alimentos", diz o publicitário Ricardo Campos, coordenador de inovação da multinacional Raízen - joint venture da Cosan e da Shell. O objetivo, diz ele, é aumentar a conexão entre quem produz comida e quem consome – no campo ou nas cidades. 

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Ricardo conta que países da própria América Latina como a Colômbia já realizaram trabalhos exitosos de marketing promovendo a valorização dos agricultores e colhem resultados significativos. Lá, foi criado até mesmo um personagem, no ano de 1958: Juan Valdez, um senhor de bigode e chapéu característicos ao lado de uma mula, que incorporou a tradição da produção cafeeira no País e é conhecido ao redor do mundo. 

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"As pessoas procuram histórias. Na Colômbia, existe essa percepção de qualidade que se espalhou para outros países. Mas não é da noite para o dia, esse trabalho é desenvolvido há mais de 40 anos". Segundo ele, o exemplo pode ser seguido pelo Brasil, que tem adotado boas práticas na agricultura e tem nos valores da sustentabilidade e da "brasilidade" uma oportunidade. 

Ricardo sugere, no entanto, ações coordenadas e não individuais. "É necessário uma cooperação envolvendo vários atores, associações, federações e entidades, mais do que agentes com iniciativas pontuais. Assim, ganha o agronegócio como um todo", diz. 

Ele também diz que as embalagens são plataformas por vezes pouco utilizadas para contar histórias. "Ela reúne na palma da mão a história de uma produção: pode ter rastreabilidade, certificação, selos de sustentabilidade, indicação geográfica, denominação de origem. Está ali o caminho e a história do produto". Na sua avaliação, em tempos em que a sociedade está mais conectada, especialmente crianças e jovens, há grandes oportunidades para aproximar produtor e consumidor. 

Gestor do hub de inovação Pulse, criado pela Raízen e que hospeda 25 startups do agronegócio em Piracicaba-SP, Ricardo diz que as agtechs também precisam investir mais em marketing e comunicação. 

"O grande desafio é mostrar com clareza para os agricultores quais os benefícios que cada empresa oferece: Aumento de produtividade? Melhor rendimento por hectare? Redução do uso de insumos? Não adianta ter um bom produto no laboratório se ele não for compreendido pelos empreendedores do campo. Precisamos traduzir o 'tecniquês' para o 'agrês' e mostrar qual dor a startup vai ajudar a resolver". Fonte: http://www.deolhonocampo.com.br

 

Mais informações: https://www.pulsehub.com.br

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Dia da Agricultura Familiar Catarinense

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O Dia da Agricultura Familiar em Santa Catarina foi comemorado no dia 24 de julho. O setor abrange 180 mil famílias rurais no estado. A lei 17.787, aprovada em 2009, incluiu a data no calendário oficial do Estado.

A escolha do dia 24 de julho é uma referência à data da sanção da lei federal nº 11.326, de 24 de julho de 2006, que estabeleceu as diretrizes para a formulação das políticas públicas direcionadas à agricultura familiar.

Em Santa Catarina, 90% das médias e pequenas propriedades são tocadas por agricultores familiares. A mola propulsora da agropecuária catarinense é a agricultura familiar, e isso precisa ser respeitado. Infelizmente, muitos ainda não dão o devido valor aos agricultores familiares, pois produzem mais de 70% dos alimentos que chegam na nossa mesa.

São considerados agricultores familiares, através da Lei 11.326/2006 aqueles que praticam atividades no meio rural, possuem área de até quatro módulos fiscais (nossa região são 80 hectares), mão de obra da própria família e renda vinculada ao próprio estabelecimento e gerenciamento do estabelecimento ou empreendimento por parentes. Também entram nessa classificação silvicultores, aquicultores, extrativistas, pescadores, indígenas, quilombolas e assentados da reforma agrária.

A agricultura familiar tem papel estratégico para a segurança alimentar em Santa Catarina.  No Estado, 84% da população vivem em áreas urbanas e apenas 16% no meio rural.  Cada vez teremos mais consumidores do que produtores de alimentos. São necessárias políticas públicas que estimulem os jovens a permanecer na agricultura e que garantam a qualidade de vida no meio rural. Hoje a agricultura familiar é muito rentável, mas é preciso mais apoio técnico e programas estaduais e federais que garantam moradia digna, acesso à internet, educação superior adequada a sua realidade, cultura e lazer.

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AGRICULTURA FAMILIAR DO BRASIL É 8ª MAIOR PRODUTORA DE ALIMENTOS DO MUNDO

Levantamento feito pelo Governo do Brasil mostra que a agricultura familiar tem um peso importante para a economia brasileira. Com um faturamento anual de US$ 55,2 bilhões, caso o País tivesse só a produção familiar, ainda assim estaria no top 10 do agronegócio mundial, entre os maiores produtores de alimentos.

Os dados fazem parte de uma comparação entre dados do Banco Mundial e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Quando se soma a agricultura familiar com toda a produção, o Brasil passa de oitavo maior para a quinta posição, com faturamento de US$ 84,6 bi por ano. O crescimento do Brasil passa pela agricultura familiar. O agricultor familiar tem grande importância para o crescimento do Brasil.

De acordo com o último Censo Agropecuário, a agricultura familiar é a base da economia de 90% dos municípios brasileiros com até 20 mil habitantes. Além disso, é responsável pela renda de 40% da população economicamente ativa do País e por mais de 70% dos brasileiros ocupados no campo.

O peso da agricultura familiar na produção é grande e se explica que 84% dos estabelecimentos rurais são de agricultores familiares. E pelo novo censo agropecuário realizado, a tendência é esse número crescer cada vez mais, principalmente com a procura por produtos agroecológicos.

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AGRICULTURA FAMILIAR E SUSTENTABILIDADE

Visto priorizar práticas tradicionais de cultivo e de baixo impacto ambiental, a agricultura familiar tem sido grande aliada da sustentabilidade e da responsabilidade socioambiental. De tal modo, ela adota práticas de cultivo mais sustentáveis com a produção de alimentos orgânicos.

No entanto, o avanço da mecanização tem sido um agravante para o meio ambiente, as populações e ainda, a fauna e flora do local. O uso de agrotóxicos e o desmatamento para o cultivo de produtos (como a soja, por exemplo) tem causado grande impacto ambiental em diversos ecossistemas.

Poluição, empobrecimento do solo e desertificação tem sido gerado pelo sistema atual do agronegócio. Aos poucos, ele tem dominado o cenário de agricultura no país e desestabilizando e afetando diretamente o ambiente.

Portanto, programas e projetos do governo passado tem sido primordial para atuar na resistência das famílias colaborando com a qualidade de vida dessas pessoas, e sobretudo dos produtos cultivados em menor escala. Esperamos que esse apoio continue no atual governo para que tenhamos gente no campo produzindo e felizes.

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25 DE JULHO DIA DO COLONO E MOTORISTA

A definição do dia 25 de julho como Dia do Colono deu-se em 1924, em meio às comemorações do centenário de vinda dos primeiros alemães para o Rio Grande do Sul. A data simboliza a chegada da primeira leva de imigrantes à Feitoria Real do Linho Cânhamo que, posteriormente, constituiria a sede de São Leopoldo. 

No dia 5 de setembro de 1968, foi sancionada pelo então presidente Artur da Costa e Silva a Lei nº 5.496, que Institui oficialmente o “Dia do Colono”, comemorado em 25 de julho de cada ano. Embora não seja considerado feriado, o dia é sempre comemorado com eventos, festa, desfiles, e homenagens ao dia do Colono.

São Cristóvão é comemorado dia 25 de julho também é o Dia do Motorista em homenagem ao protetor dos motoristas e dos viajantes: São Cristóvão. Ele viveu provavelmente na Síria e sofreu o martírio no século III. “Cristóvão” significa “Aquele que carrega Cristo” ou “porta-Cristo”. Seu culto remonta ao século V. 

De acordo com uma lenda, Cristóvão era um gigante com mania de grandezas. Ele supunha que o rei a quem ele servia era o maior do mundo. Veio a saber, então, que o maior rei do mundo era Satanás. Colocou-se, pois, a serviço deste. Informando-se melhor, descobriu que o maior rei do mundo era Nosso Senhor. Um ermitão mostrou-lhe que a bondade era a coisa mais agradável ao Senhor. 

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O AGRICULTOR PRECISA MAIS RECONHECIMENTO E RESPEITO

Tanto o colono ou agricultor como o motorista trabalham de sol a sol para produzir e transportar a comida que vai à mesa de toda a população, mas também contribuem e muito para o desenvolvimento e crescimento de uma nação. Sem eles não existiria vida, comida, saúde e progresso.

Nossa homenagem às duas categorias que produzem e transportam os alimentos deste país. É difícil imaginar uma nação sem estes dois setores (colono e motorista), portanto respeito é o mínimo que devemos ter a eles. 

As famílias rurais precisam mias reconhecimento e respeito, pois sem elas o alimento não chega na mesa do povo da cidade. Esse respeito inicia lá no campo e se estende aos governos que produzem as leis e as políticas agrícolas de incentivo e melhorias no meio rural. No entanto isso pouco feito e na prática o agricultor não é dono de seu produto, pois não faz o preço de venda e muito menos na compra dos insumos. Isso deve melhorar e urgentemente para evitar o êxodo rural, principalmente com a saída do jovem do campo.Fonte:deolhonocampo

 

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Combater a desinformação é prioridade da agricultura na guerra dos defensivos

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"O Brasil é o país que mais utiliza agrotóxicos no mundo e nossos alimentos estão cheios de veneno".

Para o agronegócio brasileiro, combater esse tipo de afirmação virou uma bandeira prioritária no combate ao que o setor chama de desinformação, criando um clima de alarmismo não justificado na população sobre os alimentos produzidos no campo.

O tema foi o principal assunto dos debates durante a terceira edição do Fórum Internacional Inovação para Sustentabilidade na Agricultura, que ocorreu, dia 27.06, em Brasília. Com a presença de autoridades e especialistas, o evento discutiu a guerra de informações travada por ONGs ambientalistas e setor produtivo sobre qual o risco real que pesticidas, fungicidas e herbicidas representam para a saúde humana e o meio ambiente.

De um lado da trincheira, os ambientalistas acusam o agronegócio e o governo brasileiro de promover uma corrida aos agroquímicos, incentivando a aceleração da liberação de licenças de defensivos em detrimento da segurança alimentar. Desde o início do ano, o Ministério da Agricultura autorizou o uso de 211 novos produtos, sendo que, a maioria, segundo o ministério, é de rótulos genéricos de fórmulas que já estão no mercado. Ainda assim, o ritmo de liberações é o maior da história da Pasta.

Para representantes da indústria agroquímica, nem de longe os defensivos são os vilões da história. Além de terem assegurado o aumento da produção agrícola no Brasil e no mundo ao longo das últimas décadas, o seu uso, se bem feito e conforme as prescrições, não provoca mal à saúde das pessoas e à natureza. Uma ideia que é também compartilhada pelos acadêmicos. Os praguicidas, categoria de químicos onde se encontram os defensivos agrícolas, possuem estruturas químicas diversas, com múltiplas propriedades, e, portanto, vastas aplicações. Por isso mesmo, devem ser abordados de formas diferentes, com doses e frequências de aplicação bastante distintas, conforme explica a professora de Toxicologia da Universidade de São Paulo (USP) Elizabeth Nascimento.

“Qualquer coisa pode acarretar um dano ao nosso organismo. O que a gente tem que pensar é o quanto isso é seguro e em qual dose é seguro. Por que sempre existe uma dose em que o organismo vai responder negativamente àquele produto”, afirma Elizabeth. Ela explica que não se pode confundir o perigo de uma substância com o risco de uma substância. “Perigo é uma propriedade inerente àquela substância, enquanto o risco é a probabilidade da substância de causar um efeito nocivo”, define.

 

Ranking

De acordo com o engenheiro agrônomo Caio Carbonari, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Campus Botucatu, o Brasil é sim o que mais compra agroquímicos no mundo em valor total. O país gastou US$ 8,7 bilhões em defensivos, à frente de países como EUA, China e Japão, que completam o ranking de gastos com o insumo. No entanto, esse dado não representa nada, segundo ele, em termos de uso e risco. Se olharmos o consumo em relação à área cultivada, o Brasil cai para a 7ª posição (com gasto total de US$ 111,2 por ha). O Japão, primeiro colocado, desembolsa US$ 455 por ha. Os dados são de 2017 e foram levantados pela consultoria Phillips McDougall para a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

“Outra ideia que se criou é que o Brasil faz uso crescente de defensivos agrícolas. Isso não é verdade. Se olharmos para os números de 2017, em comparação com 2013, o consumo desses produtos caiu 12,5%. E isso não é uma tendência mundial, é um caso particular do Brasil e de alguns poucos países, como a França”, argumenta Carbonari.

Na estatística de uso expressa em quilos por hectare, os números mostram que o Brasil está em 44º lugar no ranking de uso de defensivos – em uma lista de 245 países. Esses dados são de 2016, também da FAO, e apontam a utilização de 4,31 kg/ha pelo Brasil ante 13,06 kg/ha da China e 11,41 kg/ha do Japão, os primeiros colocados. Apesar de os números apontarem essa realidade, para Carbonari existe muita desinformação sobre o tema no mundo inteiro.

O especialista afirma que a agricultura brasileira, no geral, avança pautada pelo uso de tecnologia de ponta, melhoramento genético de plantas, biotecnologia e de insumos agrícolas, entre eles os defensivos, que principalmente evitam as perdas na lavoura fazendo com que as culturas consigam expressar todo o seu potencial.

O país é reconhecido ainda pelas boas práticas, como o plantio direto, que ocupa 32 milhões de hectares. Além disso, o país tem duas safras na maior parte do seu território agrícola e, no caso da cana-de-açúcar hoje existem 8 milhões de ha em que se cultiva o sistema sem queimadas, entre outras práticas de agricultura sustentável. “Também fazemos uso racional dos defensivos agrícolas, mas temos falhado na comunicação. Porque não é isso que chega à população, e sim que é uma agricultura que usa agrotóxicos em demasia”, pontua.

 

Governo aposta em projeto para mudar legislação

Diante disso, o governo federal iniciou uma ofensiva, juntamente com o setor agrícola, para demonstrar que a produção brasileira é segura e que a legislação que trata do tema precisa ser modernizada. Uma das frentes de combate é trabalhar pela aprovação do PL 6299 que, entre outras coisas, acelera a liberação de novos herbicidas e pesticidas. O projeto, apelidado de “Projeto do Veneno” por ambientalistas e deputados, aguarda para ser votado no Congresso. A expectativa é que isso ocorra até o final do ano.Em meio à isso, outra batalha pela informação ocorre em paralelo. “Nós temos buscado apoiar o desenvolvimento de informações embasadas, com análises, e disponibilizando-as à imprensa para trazer equilíbrio aos debates sobre o assunto, mostrando as diferentes visões sobre o tema. Mas quando não há informação técnica, as pessoas acabam se pautando pelo que se ouve por aí, ou seja, mitos e distorções”, diz Mário Von Zuben, diretor executivo da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef).

Segundo ele, a área de defensivos químicos tem um grande gargalo, que é a burocracia e lentidão para a análise dos agroquímicos. Com isso, a agricultura brasileira, diz, está ficando para trás em relação aos países concorrentes. Atualmente, existem 32 novas moléculas para registro no Brasil que aguardam análise dos órgãos governamentais, quatro delas são muito recentes e ainda não foram aprovadas em nenhum país. Das 28 restantes, 19 já foram autorizadas nos EUA e Canadá, 15 na Argentina e 16 na União Europeia. “Temos um gap tecnológico, apesar de todo o sucesso da nossa agricultura, e isso precisa ser corrigido”, salienta Zuben.

Conforme observa Carbonari, a legislação vigente é anterior às inovações tecnológicas das últimas duas décadas e carece de modernização. Mas a lei tem sido efetiva, segundo ele, para garantir a segurança alimentar, mas é lenta em dar agilidade à incorporação de novas tecnologias em defensivos. “Não faz sentido represar isso, pois os novos defensivos em geral são mais seguros dos que estão hoje no mercado. Quando pegamos que o índice médio de segurança dos produtos que aguardam aprovação eles têm um índice 15% menor de risco para o consumidor”, compara. Além disso, as tecnologias mais modernas demandam menos doses de aplicação.

Na opinião de Zuben, o que se busca atualmente é um projeto de lei que seja rigoroso do ponto de vista científico da segurança alimentar, mas que traga uma certa previsibilidade e agilidade do ponto de vista da tomada de decisão, que em outros países demora no máximo 2 anos.

 

Críticas

Uma das críticas dos opositores às mudanças na legislação é que no texto original do PL o papel do Ibama (meio ambiente) e da Anvisa (saúde) sobre a análise de novos produtos ficava dúbio, com esses órgãos a princípio perdendo poder de decisão frente ao Ministério da Agricultura. Mas o texto acabou sendo alterado, conforme explica Zuben, garantindo o papel importante de cada uma das instituições.

Entre as propostas que constam do projeto de lei está a criação de um sistema informatizado e unificado para melhorar o trânsito de informações entre Mapa, Ibama (responsável pela análise de impacto das novas fórmulas para o meio ambiente) e Anvisa (que avalia os riscos à saúde humana). Outro item é a implantação de um prazo de 24 meses para a autorização de novos produtos. Atualmente, segundo Zuben, o prazo é de 120 dias para a tomada de decisão por parte dos órgãos competentes, mas por falta de pessoal e excesso de burocracia, na prática, a liberação demora anos.

Outro mecanismo do PL, esse mais polêmico, é o chamado registro temporário, que prevê que se uma fórmula for submetida à aprovação e o prazo de 24 meses exceder sem ter havido uma decisão, o registro temporário passa a valer automaticamente até que as instâncias regulatórias avaliem em definitivo o novo produto. No entanto, a fórmula precisa ter sido aprovada em ao menos três países membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que, de acordo com Zuben, possui bons sistemas regulatórios baseados em ciência. “É mais um mecanismo para dar agilidade aos processos, mas que mantém a responsabilidade sem abrir mão da segurança”, observa.

De acordo com o executivo da Andef, é importante que a população saiba que as regras de fiscalização sanitária dos agroquímicos não será afrouxada. Mas é preciso acelerar os novos registros de pesticidas e herbicidas, que são mais eficientes e deixariam o Brasil em pé de igualdade com os concorrentes do mundo todo. Fonte: Gazeta do Povo

 

Mais informações: https://www.gazetadopovo.com.br/agronegocio

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Constitucionalidade do Código Ambiental dá segurança jurídica ao setor rural de SC

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A lei que instituiu o primeiro Código Ambiental de Santa Catarina foi sancionada em 13 de abril de 2009, na presença de 3.000 produtores rurais, em Campos Novos, pelo então governador Luiz Henrique da Silveira.

A aprovação do código pela Assembleia Legislativa e a sanção da lei sem vetos foram consideradas medidas de salvação do setor primário da economia: Era uma questão de vida ou morte para a agricultura e toda a vasta cadeia do agronegócio em Santa Catarina. 

Dez anos depois, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), ao julgar ação direta de inconstitucionalidade (ADIN) movida pelo Ministério Público de Santa Catarina, entendeu ser constitucional dispositivo específico do Código Estadual do Meio Ambiente que declara serem campos de altitude e, portanto, com restrições para atividades econômicas, somente as áreas com altura superior a 1.500 metros. 

Se o Poder Judiciário não tivesse reconhecido a constitucionalidade do artigo do Código Estadual do Meio Ambiente, declarando como campos de altitude somente as áreas a partir de 1.500 metros de altura, as atividades agrícolas realizadas nas regiões de planalto em Santa Catarina seriam inviabilizadas, causando prejuízos incalculáveis para a economia do Estado. A Procuradoria Geral do Estado atuou na defesa do Código Estadual do Meio Ambiente. 

Para a Federação da Agricultura e Pecuária (Faesc), o novo código ambiental evitou a paralisação da agricultura catarinense. O presidente José Zeferino Pedrozo enfatiza que "a decisão do Poder Judiciário aumenta a segurança jurídica e a confiança dos produtores e empresários rurais". Lembra que as normas ambientais eram excessivas, incoerentes e irreais e estavam inviabilizando a agricultura, a pecuária e o agronegócio. A simples aplicação da legislação ambiental anterior colocava na ilegalidade 40% dos produtores de suínos e aves, e 60% dos produtores de leite de Santa Catarina. 

A legislação ambiental unificada para todo o País criava transtornos em razão dos contrastes acentuados que existem nas macrorregiões brasileiras. Para assegurar clareza e viabilidade ao primeiro Código Ambiental catarinense, a Faesc e outras entidades contribuíram com estudos e sugestões apresentadas em conjunto. O primeiro Código Ambiental catarinense tornou-se possível graças a uma inovação institucional de grande relevância: o respeito ao princípio do pacto federativo de forma que cada Estado da federação tem autonomia para legislar sobre matéria ambiental de acordo com as características de seus recursos naturais.Fonte: MB COMUNICACAO

 

Mais informações: www.faesc.com.br

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Capital Catarinense do Strudel prepara festa

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Desde maio de 2006, com a aprovação do projeto de lei nº 193/06, Jaraguá do Sul detém o título de “Capital Catarinense do Strudel”.

 

Origem dessa delícia

Strudel é um tipo de massa com recheio, que geralmente é doce, mas que hoje também é encontrada em versões salgadas. A iguaria se tornou popular no século 18 em todo o Império Habsburgo (Casa da Áustria). Faz parte da culinária austríaca, mas também é comum nas outras culinárias da Europa Central. A receita mais antiga encontrada desta sobremesa remonta ao século 12, preservada na Biblioteca de Viena, na Áustria.

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Festa Catarinense do Strudel 

Agende e prepare o paladar, porque no dia 6 de julho a comunidade Santo Estevão, na Estrada Garibaldi, promoverá a 7ª edição da Festa Catarinense do Strudel. A iniciativa é da Associação Húngara de Jaraguá do Sul. O evento gastronômico conta com apoio da Prefeitura de Jaraguá do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio, Serviços e Turismo.

Segundo o presidente da Associação Húngara de Jaraguá do Sul, Alfredo Pinter, hoje a entidade soma 280 associados. Destes, em torno de 35 estão envolvidos diretamente na elaboração das unidades de strudel. 

Ainda de acordo com Alfredo, além do Santo Estevão, as outras duas comunidades que reúnem maior número de descendentes de imigrantes húngaros na cidade são a Santíssima Trindade e Santa Cruz. Informações adicionais sobre a festa podem ser obtidas no (47) 99723-4000.

 

Strudel Haus mantém tradição em servir

 

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A tradição em servir café colonial e almoço típico alemão aos domingos e feriados pela Strudel Haus está consolidada e atrai turistas além das fronteiras catarinenses. A partir desse ano passou abrir para café colonial também aos sábados. Localizada na Rua Tifa Aurora, S/n – Rio Cerro II, em ambiente aprazível, é disponibilizada para eventos através de reserva antecipada. 

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Entre a variedade de itens oferecidos aos visitantes estão a salsicha para cachorro quente, carne, pastelão, diversas opções de strudel, tortas, sobremesas, pavês, frios, pães, geleias caseiras, queijo cozido, bolos, rocamboles, biscoitos e cucas. O espaço oferece inúmeras opções de almoço no bufê e comercializa produtos coloniais e caseiros, de produção própria.

A edificação da Strudel Haus foi construída em 1947, em meio à natureza. Na parte externa há um mini-museu ao ar livre, um pequeno açude com peixes dourados, parquinho para as crianças, gansos e outras aves, que transmitem a paz e a tranquilidade do meio rural.

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A partir do ano de 2009 a família Eskelsen traz de volta antigas tradições da culinária germânica, preservando em seus pratos o verdadeiro sabor da cozinha alemã.

A Strudelhaus teve início no ano 2009, com o projeto do governo federal juntamente com o Sebrae e o Iphan, direcionado aos agricultores rurais familiares, que teve como intuito, agregar valor aos produtos coloniais. Após breves e sucintas reuniões, o Sebrae realizou pesquisas na região e indicou para cada participante do projeto uma linha de negócio mais adequado à região e à atividade já exercida pelo agricultor.

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Como a família Eskelsen já era produtora de panificados e laticínios, desde o ano de 1983, recebemos a indicação de abrir um café colonial, servindo os mesmos produtos que já vinham sendo produzidos na família. No dia 12 de julho de 2009 a Strudelhaus inicia suas atividades, recebendo visitantes e turistas, servindo seu delicioso buffet, que na época contava com 35 variedades e haviam apenas 40 lugares disponíveis.

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Ao passar dos anos ocorreram ampliações e modificações. No ano de 2014 iniciamos a servir, junto com o café, o almoço típico alemão com marreco recheado, joelho de porco, repolho roxo, dentre outros pratos que completaram o buffet. Atualmente a Strudelhaus conta com mais de 200 lugares disponíveis, e mais de 100 variedades de itens no buffet, no horário do almoço, e mais de 80 variedades de itens no buffet no horário do café.


Mais informações: https://www.facebook.com/CafeColonialStrudelHaus

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Cachaça do Conde de Orleans conquista medalha de ouro e prata na Expocachaça, em Minas Gerais

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A Cachaça do Conde de Orleans conquistou duas medalhas na 29ª edição da Expocachaça na Expominas. A maior e mais importante feira da cachaça do país, aconteceu de 6 a 9 de junho em Belo Horizonte 

A Cachaça do Conde de Orleans participou com duas variedades de cachaças e conquistou na avaliação sensorial com degustação às cegas e na classificação das Cachaças, duas medalhas, uma de ouro e outra de prata.

“Nós da Cachaça do Conde, estamos radiantes com está mais nova conquista. A medalha de ouro na categoria Carvalho Americano, com a maior pontuação. E medalha de prata pelo segundo ano consecutivo na categoria Madeira de Bálsamo”, ressaltou Henrique Perin Orbem.

Produtores de Minas Gerais e outros 20 estados apresentaram diversas marcas das bebidas para comercialização. Além dos cerca de 200 expositores, a feira teve apresentações musicais durante os quatro dias de evento.

Em 2018, a cachaça Orleanense também foi premiada na categoria Armazenadas em Madeira Brasileira ‘Do Conde Bálsamo’, com medalha de prata.

A avaliação às cegas

A degustação às Cegas e Classificação das Cachaças dos Expositores e um concurso realizado por profissionais altamente qualificados e coordenados por Lorena Simão, do LABM – Laboratório Amalize Maia, Renato Frascino, coordenador de diversos cursos de bebidas e técnico sensorial de alimentos e bebidas, e Renato Costa, presidente da ABS – Associação dos Somelieres do Brasil – MG.

As cachaças são  julgadas em nove categorias: brancas puras armazenadas em tanques de inox ou vasilhame inerte, sem passar por qualquer tipo de madeira; descansadas em madeiras como amendoim, jequitibá, entre outras que não interferem na cor; envelhecidas em Carvalho Francês; envelhecidas em Carvalho Americano; envelhecidas em diversas madeiras brasileiras, como Amburana, Bálsamo, Loro e Canela, Castanheira, Pau Brasil, entre outras; envelhecidas na Categoria Extra-Premium, envelhecidas acima de três anos; bebidas com cachaça; blends de madeira, sem indicação de proporção; e outros destilados.

A empresa Cachaça do Conde 

A Cachaça do Conde produzida em Orleans, na localidade de Barracão, com sabor inigualável, o produto já é conhecido por diversas regiões e faz sucesso em feiras e eventos.

Em 2014 deu-se origem a um projeto empreendedor. Henrique Perin Orben, juntamente com o sócio, Clodoaldo de Souza, resolveram se qualificar e investir no ramo da cachaça. Fonte: Imprensa News Sul

 

Mais informações: cachacariaorben@gmail.com

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