Arquivos da categoria: Artigo

Combater a desinformação é prioridade da agricultura na guerra dos defensivos

gazetaagrotoxico

"O Brasil é o país que mais utiliza agrotóxicos no mundo e nossos alimentos estão cheios de veneno".

Para o agronegócio brasileiro, combater esse tipo de afirmação virou uma bandeira prioritária no combate ao que o setor chama de desinformação, criando um clima de alarmismo não justificado na população sobre os alimentos produzidos no campo.

O tema foi o principal assunto dos debates durante a terceira edição do Fórum Internacional Inovação para Sustentabilidade na Agricultura, que ocorreu, dia 27.06, em Brasília. Com a presença de autoridades e especialistas, o evento discutiu a guerra de informações travada por ONGs ambientalistas e setor produtivo sobre qual o risco real que pesticidas, fungicidas e herbicidas representam para a saúde humana e o meio ambiente.

De um lado da trincheira, os ambientalistas acusam o agronegócio e o governo brasileiro de promover uma corrida aos agroquímicos, incentivando a aceleração da liberação de licenças de defensivos em detrimento da segurança alimentar. Desde o início do ano, o Ministério da Agricultura autorizou o uso de 211 novos produtos, sendo que, a maioria, segundo o ministério, é de rótulos genéricos de fórmulas que já estão no mercado. Ainda assim, o ritmo de liberações é o maior da história da Pasta.

Para representantes da indústria agroquímica, nem de longe os defensivos são os vilões da história. Além de terem assegurado o aumento da produção agrícola no Brasil e no mundo ao longo das últimas décadas, o seu uso, se bem feito e conforme as prescrições, não provoca mal à saúde das pessoas e à natureza. Uma ideia que é também compartilhada pelos acadêmicos. Os praguicidas, categoria de químicos onde se encontram os defensivos agrícolas, possuem estruturas químicas diversas, com múltiplas propriedades, e, portanto, vastas aplicações. Por isso mesmo, devem ser abordados de formas diferentes, com doses e frequências de aplicação bastante distintas, conforme explica a professora de Toxicologia da Universidade de São Paulo (USP) Elizabeth Nascimento.

“Qualquer coisa pode acarretar um dano ao nosso organismo. O que a gente tem que pensar é o quanto isso é seguro e em qual dose é seguro. Por que sempre existe uma dose em que o organismo vai responder negativamente àquele produto”, afirma Elizabeth. Ela explica que não se pode confundir o perigo de uma substância com o risco de uma substância. “Perigo é uma propriedade inerente àquela substância, enquanto o risco é a probabilidade da substância de causar um efeito nocivo”, define.

 

Ranking

De acordo com o engenheiro agrônomo Caio Carbonari, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Campus Botucatu, o Brasil é sim o que mais compra agroquímicos no mundo em valor total. O país gastou US$ 8,7 bilhões em defensivos, à frente de países como EUA, China e Japão, que completam o ranking de gastos com o insumo. No entanto, esse dado não representa nada, segundo ele, em termos de uso e risco. Se olharmos o consumo em relação à área cultivada, o Brasil cai para a 7ª posição (com gasto total de US$ 111,2 por ha). O Japão, primeiro colocado, desembolsa US$ 455 por ha. Os dados são de 2017 e foram levantados pela consultoria Phillips McDougall para a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

“Outra ideia que se criou é que o Brasil faz uso crescente de defensivos agrícolas. Isso não é verdade. Se olharmos para os números de 2017, em comparação com 2013, o consumo desses produtos caiu 12,5%. E isso não é uma tendência mundial, é um caso particular do Brasil e de alguns poucos países, como a França”, argumenta Carbonari.

Na estatística de uso expressa em quilos por hectare, os números mostram que o Brasil está em 44º lugar no ranking de uso de defensivos – em uma lista de 245 países. Esses dados são de 2016, também da FAO, e apontam a utilização de 4,31 kg/ha pelo Brasil ante 13,06 kg/ha da China e 11,41 kg/ha do Japão, os primeiros colocados. Apesar de os números apontarem essa realidade, para Carbonari existe muita desinformação sobre o tema no mundo inteiro.

O especialista afirma que a agricultura brasileira, no geral, avança pautada pelo uso de tecnologia de ponta, melhoramento genético de plantas, biotecnologia e de insumos agrícolas, entre eles os defensivos, que principalmente evitam as perdas na lavoura fazendo com que as culturas consigam expressar todo o seu potencial.

O país é reconhecido ainda pelas boas práticas, como o plantio direto, que ocupa 32 milhões de hectares. Além disso, o país tem duas safras na maior parte do seu território agrícola e, no caso da cana-de-açúcar hoje existem 8 milhões de ha em que se cultiva o sistema sem queimadas, entre outras práticas de agricultura sustentável. “Também fazemos uso racional dos defensivos agrícolas, mas temos falhado na comunicação. Porque não é isso que chega à população, e sim que é uma agricultura que usa agrotóxicos em demasia”, pontua.

 

Governo aposta em projeto para mudar legislação

Diante disso, o governo federal iniciou uma ofensiva, juntamente com o setor agrícola, para demonstrar que a produção brasileira é segura e que a legislação que trata do tema precisa ser modernizada. Uma das frentes de combate é trabalhar pela aprovação do PL 6299 que, entre outras coisas, acelera a liberação de novos herbicidas e pesticidas. O projeto, apelidado de “Projeto do Veneno” por ambientalistas e deputados, aguarda para ser votado no Congresso. A expectativa é que isso ocorra até o final do ano.Em meio à isso, outra batalha pela informação ocorre em paralelo. “Nós temos buscado apoiar o desenvolvimento de informações embasadas, com análises, e disponibilizando-as à imprensa para trazer equilíbrio aos debates sobre o assunto, mostrando as diferentes visões sobre o tema. Mas quando não há informação técnica, as pessoas acabam se pautando pelo que se ouve por aí, ou seja, mitos e distorções”, diz Mário Von Zuben, diretor executivo da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef).

Segundo ele, a área de defensivos químicos tem um grande gargalo, que é a burocracia e lentidão para a análise dos agroquímicos. Com isso, a agricultura brasileira, diz, está ficando para trás em relação aos países concorrentes. Atualmente, existem 32 novas moléculas para registro no Brasil que aguardam análise dos órgãos governamentais, quatro delas são muito recentes e ainda não foram aprovadas em nenhum país. Das 28 restantes, 19 já foram autorizadas nos EUA e Canadá, 15 na Argentina e 16 na União Europeia. “Temos um gap tecnológico, apesar de todo o sucesso da nossa agricultura, e isso precisa ser corrigido”, salienta Zuben.

Conforme observa Carbonari, a legislação vigente é anterior às inovações tecnológicas das últimas duas décadas e carece de modernização. Mas a lei tem sido efetiva, segundo ele, para garantir a segurança alimentar, mas é lenta em dar agilidade à incorporação de novas tecnologias em defensivos. “Não faz sentido represar isso, pois os novos defensivos em geral são mais seguros dos que estão hoje no mercado. Quando pegamos que o índice médio de segurança dos produtos que aguardam aprovação eles têm um índice 15% menor de risco para o consumidor”, compara. Além disso, as tecnologias mais modernas demandam menos doses de aplicação.

Na opinião de Zuben, o que se busca atualmente é um projeto de lei que seja rigoroso do ponto de vista científico da segurança alimentar, mas que traga uma certa previsibilidade e agilidade do ponto de vista da tomada de decisão, que em outros países demora no máximo 2 anos.

 

Críticas

Uma das críticas dos opositores às mudanças na legislação é que no texto original do PL o papel do Ibama (meio ambiente) e da Anvisa (saúde) sobre a análise de novos produtos ficava dúbio, com esses órgãos a princípio perdendo poder de decisão frente ao Ministério da Agricultura. Mas o texto acabou sendo alterado, conforme explica Zuben, garantindo o papel importante de cada uma das instituições.

Entre as propostas que constam do projeto de lei está a criação de um sistema informatizado e unificado para melhorar o trânsito de informações entre Mapa, Ibama (responsável pela análise de impacto das novas fórmulas para o meio ambiente) e Anvisa (que avalia os riscos à saúde humana). Outro item é a implantação de um prazo de 24 meses para a autorização de novos produtos. Atualmente, segundo Zuben, o prazo é de 120 dias para a tomada de decisão por parte dos órgãos competentes, mas por falta de pessoal e excesso de burocracia, na prática, a liberação demora anos.

Outro mecanismo do PL, esse mais polêmico, é o chamado registro temporário, que prevê que se uma fórmula for submetida à aprovação e o prazo de 24 meses exceder sem ter havido uma decisão, o registro temporário passa a valer automaticamente até que as instâncias regulatórias avaliem em definitivo o novo produto. No entanto, a fórmula precisa ter sido aprovada em ao menos três países membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que, de acordo com Zuben, possui bons sistemas regulatórios baseados em ciência. “É mais um mecanismo para dar agilidade aos processos, mas que mantém a responsabilidade sem abrir mão da segurança”, observa.

De acordo com o executivo da Andef, é importante que a população saiba que as regras de fiscalização sanitária dos agroquímicos não será afrouxada. Mas é preciso acelerar os novos registros de pesticidas e herbicidas, que são mais eficientes e deixariam o Brasil em pé de igualdade com os concorrentes do mundo todo. Fonte: Gazeta do Povo

 

Mais informações: https://www.gazetadopovo.com.br/agronegocio

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Constitucionalidade do Código Ambiental dá segurança jurídica ao setor rural de SC

faesccodigo

A lei que instituiu o primeiro Código Ambiental de Santa Catarina foi sancionada em 13 de abril de 2009, na presença de 3.000 produtores rurais, em Campos Novos, pelo então governador Luiz Henrique da Silveira.

A aprovação do código pela Assembleia Legislativa e a sanção da lei sem vetos foram consideradas medidas de salvação do setor primário da economia: Era uma questão de vida ou morte para a agricultura e toda a vasta cadeia do agronegócio em Santa Catarina. 

Dez anos depois, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), ao julgar ação direta de inconstitucionalidade (ADIN) movida pelo Ministério Público de Santa Catarina, entendeu ser constitucional dispositivo específico do Código Estadual do Meio Ambiente que declara serem campos de altitude e, portanto, com restrições para atividades econômicas, somente as áreas com altura superior a 1.500 metros. 

Se o Poder Judiciário não tivesse reconhecido a constitucionalidade do artigo do Código Estadual do Meio Ambiente, declarando como campos de altitude somente as áreas a partir de 1.500 metros de altura, as atividades agrícolas realizadas nas regiões de planalto em Santa Catarina seriam inviabilizadas, causando prejuízos incalculáveis para a economia do Estado. A Procuradoria Geral do Estado atuou na defesa do Código Estadual do Meio Ambiente. 

Para a Federação da Agricultura e Pecuária (Faesc), o novo código ambiental evitou a paralisação da agricultura catarinense. O presidente José Zeferino Pedrozo enfatiza que "a decisão do Poder Judiciário aumenta a segurança jurídica e a confiança dos produtores e empresários rurais". Lembra que as normas ambientais eram excessivas, incoerentes e irreais e estavam inviabilizando a agricultura, a pecuária e o agronegócio. A simples aplicação da legislação ambiental anterior colocava na ilegalidade 40% dos produtores de suínos e aves, e 60% dos produtores de leite de Santa Catarina. 

A legislação ambiental unificada para todo o País criava transtornos em razão dos contrastes acentuados que existem nas macrorregiões brasileiras. Para assegurar clareza e viabilidade ao primeiro Código Ambiental catarinense, a Faesc e outras entidades contribuíram com estudos e sugestões apresentadas em conjunto. O primeiro Código Ambiental catarinense tornou-se possível graças a uma inovação institucional de grande relevância: o respeito ao princípio do pacto federativo de forma que cada Estado da federação tem autonomia para legislar sobre matéria ambiental de acordo com as características de seus recursos naturais.Fonte: MB COMUNICACAO

 

Mais informações: www.faesc.com.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Capital Catarinense do Strudel prepara festa

    jaraguastrudel13site  

Desde maio de 2006, com a aprovação do projeto de lei nº 193/06, Jaraguá do Sul detém o título de “Capital Catarinense do Strudel”.

 

Origem dessa delícia

Strudel é um tipo de massa com recheio, que geralmente é doce, mas que hoje também é encontrada em versões salgadas. A iguaria se tornou popular no século 18 em todo o Império Habsburgo (Casa da Áustria). Faz parte da culinária austríaca, mas também é comum nas outras culinárias da Europa Central. A receita mais antiga encontrada desta sobremesa remonta ao século 12, preservada na Biblioteca de Viena, na Áustria.

jaraguastrudel4

Festa Catarinense do Strudel 

Agende e prepare o paladar, porque no dia 6 de julho a comunidade Santo Estevão, na Estrada Garibaldi, promoverá a 7ª edição da Festa Catarinense do Strudel. A iniciativa é da Associação Húngara de Jaraguá do Sul. O evento gastronômico conta com apoio da Prefeitura de Jaraguá do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio, Serviços e Turismo.

Segundo o presidente da Associação Húngara de Jaraguá do Sul, Alfredo Pinter, hoje a entidade soma 280 associados. Destes, em torno de 35 estão envolvidos diretamente na elaboração das unidades de strudel. 

Ainda de acordo com Alfredo, além do Santo Estevão, as outras duas comunidades que reúnem maior número de descendentes de imigrantes húngaros na cidade são a Santíssima Trindade e Santa Cruz. Informações adicionais sobre a festa podem ser obtidas no (47) 99723-4000.

 

Strudel Haus mantém tradição em servir

 

jaraguastrudel6

A tradição em servir café colonial e almoço típico alemão aos domingos e feriados pela Strudel Haus está consolidada e atrai turistas além das fronteiras catarinenses. A partir desse ano passou abrir para café colonial também aos sábados. Localizada na Rua Tifa Aurora, S/n – Rio Cerro II, em ambiente aprazível, é disponibilizada para eventos através de reserva antecipada. 

jaraguastrudel3

jaraguastrudel11

Entre a variedade de itens oferecidos aos visitantes estão a salsicha para cachorro quente, carne, pastelão, diversas opções de strudel, tortas, sobremesas, pavês, frios, pães, geleias caseiras, queijo cozido, bolos, rocamboles, biscoitos e cucas. O espaço oferece inúmeras opções de almoço no bufê e comercializa produtos coloniais e caseiros, de produção própria.

A edificação da Strudel Haus foi construída em 1947, em meio à natureza. Na parte externa há um mini-museu ao ar livre, um pequeno açude com peixes dourados, parquinho para as crianças, gansos e outras aves, que transmitem a paz e a tranquilidade do meio rural.

jaraguastrudelsite

A partir do ano de 2009 a família Eskelsen traz de volta antigas tradições da culinária germânica, preservando em seus pratos o verdadeiro sabor da cozinha alemã.

A Strudelhaus teve início no ano 2009, com o projeto do governo federal juntamente com o Sebrae e o Iphan, direcionado aos agricultores rurais familiares, que teve como intuito, agregar valor aos produtos coloniais. Após breves e sucintas reuniões, o Sebrae realizou pesquisas na região e indicou para cada participante do projeto uma linha de negócio mais adequado à região e à atividade já exercida pelo agricultor.

jaraguastrudel12

Como a família Eskelsen já era produtora de panificados e laticínios, desde o ano de 1983, recebemos a indicação de abrir um café colonial, servindo os mesmos produtos que já vinham sendo produzidos na família. No dia 12 de julho de 2009 a Strudelhaus inicia suas atividades, recebendo visitantes e turistas, servindo seu delicioso buffet, que na época contava com 35 variedades e haviam apenas 40 lugares disponíveis.

jaraguastrudel8

Ao passar dos anos ocorreram ampliações e modificações. No ano de 2014 iniciamos a servir, junto com o café, o almoço típico alemão com marreco recheado, joelho de porco, repolho roxo, dentre outros pratos que completaram o buffet. Atualmente a Strudelhaus conta com mais de 200 lugares disponíveis, e mais de 100 variedades de itens no buffet, no horário do almoço, e mais de 80 variedades de itens no buffet no horário do café.


Mais informações: https://www.facebook.com/CafeColonialStrudelHaus

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Cachaça do Conde de Orleans conquista medalha de ouro e prata na Expocachaça, em Minas Gerais

orleanscachaça1

A Cachaça do Conde de Orleans conquistou duas medalhas na 29ª edição da Expocachaça na Expominas. A maior e mais importante feira da cachaça do país, aconteceu de 6 a 9 de junho em Belo Horizonte 

A Cachaça do Conde de Orleans participou com duas variedades de cachaças e conquistou na avaliação sensorial com degustação às cegas e na classificação das Cachaças, duas medalhas, uma de ouro e outra de prata.

“Nós da Cachaça do Conde, estamos radiantes com está mais nova conquista. A medalha de ouro na categoria Carvalho Americano, com a maior pontuação. E medalha de prata pelo segundo ano consecutivo na categoria Madeira de Bálsamo”, ressaltou Henrique Perin Orbem.

Produtores de Minas Gerais e outros 20 estados apresentaram diversas marcas das bebidas para comercialização. Além dos cerca de 200 expositores, a feira teve apresentações musicais durante os quatro dias de evento.

Em 2018, a cachaça Orleanense também foi premiada na categoria Armazenadas em Madeira Brasileira ‘Do Conde Bálsamo’, com medalha de prata.

A avaliação às cegas

A degustação às Cegas e Classificação das Cachaças dos Expositores e um concurso realizado por profissionais altamente qualificados e coordenados por Lorena Simão, do LABM – Laboratório Amalize Maia, Renato Frascino, coordenador de diversos cursos de bebidas e técnico sensorial de alimentos e bebidas, e Renato Costa, presidente da ABS – Associação dos Somelieres do Brasil – MG.

As cachaças são  julgadas em nove categorias: brancas puras armazenadas em tanques de inox ou vasilhame inerte, sem passar por qualquer tipo de madeira; descansadas em madeiras como amendoim, jequitibá, entre outras que não interferem na cor; envelhecidas em Carvalho Francês; envelhecidas em Carvalho Americano; envelhecidas em diversas madeiras brasileiras, como Amburana, Bálsamo, Loro e Canela, Castanheira, Pau Brasil, entre outras; envelhecidas na Categoria Extra-Premium, envelhecidas acima de três anos; bebidas com cachaça; blends de madeira, sem indicação de proporção; e outros destilados.

A empresa Cachaça do Conde 

A Cachaça do Conde produzida em Orleans, na localidade de Barracão, com sabor inigualável, o produto já é conhecido por diversas regiões e faz sucesso em feiras e eventos.

Em 2014 deu-se origem a um projeto empreendedor. Henrique Perin Orben, juntamente com o sócio, Clodoaldo de Souza, resolveram se qualificar e investir no ramo da cachaça. Fonte: Imprensa News Sul

 

Mais informações: cachacariaorben@gmail.com

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Em vez de poluir ambiente, rejeitos de suínos viram matéria-prima para gerar energia elétrica

gazetasuinos

A suinocultura lidera o fornecimento da matéria-prima no agronegócio para o posterior abastecimento de centrais elétricas no país.

Gerar energia elétrica por meio da produção do biogás deixou de ser só experiência de laboratório no Brasil. Setores da economia, como a agropecuária, vem garantindo que essa alternativa seja viável em larga escala. A suinocultura que o diga. Ela lidera o fornecimento da matéria-prima no agronegócio para o posterior abastecimento de centrais elétricas no país.

De acordo com dados oficiais do CIBiogás (Centro Internacional de Energias Renováveis), entidade nacional voltada ao apoio da pesquisa de energias alternativas, os suinocultores são responsáveis pela produção geral de 14% do biogás nacional.

A contribuição da agropecuária, em especial a suinocultura, se insere em um contexto promissor, marcado por expansão de projetos e apoio à pesquisa envolvendo o uso do biogás para responder às demandas do consumidor final de energia. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), existem atualmente no Brasil 40 usinas movidas a biomassa, sendo que 14 delas trabalham com resíduo animal. Outras 22 são provenientes de Resíduos Sólidos Urbanos e três de Resíduos Agrícolas (AGR). A energia elétrica gerada a partir da biomassa representa 8,5% de toda a geração brasileira, sendo que a origem agroindustrial representa grande parte deste percentual. Neste link é possível conferir essa divisão.

 

Em Minas Gerais e Santa Catarina, bovinos de leite e suínos alimentam biodigestores

No município de Pouso Alegre (400 km de Belo Horizonte), no sul de Minas, se concentra uma iniciativa de como a produção de energia via biogás tem viabilidade imediata. Na Fazenda Bom Retiro, na zona rural de Pouso Alegre, os dejetos de mil vacas em ordenha e outros mil suínos em terminação alimentam três biodigestores, que geram R$ 30 mil mensais em energia elétrica. Com a receita gerada pela produção de eletricidade é possível planejar o que será usado na própria fazenda e o que fazer com o excedente. Cerca da metade da quantidade gerada é transformada em “crédito de energia” pela distribuidora e pode ser vendida para outros consumidores (esse processo é chamado de geração distribuída). A outra metade é usada para abastecer a propriedade.

Em Santa Catarina, no município de Faxinal dos Guedes (494 km de Florianópolis), a criação de suínos também serve para a produção de biogás. As mais de 3 mil cabeças de uma única granja produzem dejetos que vão parar em sete biodigestores. São cerca de 250 mil litros de dejetos coletados diariamente para servir de matéria-prima para a geração de energia. No caso do projeto do município catarinense também há diversificação de aproveitamento da energia: metade da produção mantém o fornecimento do sistema elétrico da granja e outra parte é comercializada com a distribuidora de energia de Santa Catarina.

Do Paraná também vem um exemplo de como a produção do biogás em centros produtores de suínos exibe potencial para atender o consumidor residencial e empresarial. Tudo começa dentro da propriedade rural. O que era um passivo ambiental da suinocultura está virando combustível de desenvolvimento para o pequeno município paranaense de Entre Rios do Oeste (610 km de Curitiba). Em julho, a cidade dará o primeiro passo para se tornar autossuficiente em energia elétrica, graças à transformação de rejeitos da criação de suínos. No início, os milhares de suínos das granjas locais vão ajudar a “pagar” a conta de luz dos prédios e espaços públicos da cidade, tornando Entre Rios o primeiro município brasileiro a utilizar o biogás em grande escala.

“A cidade tem cerca de 4 mil habitantes e uma população de 300 mil suínos. Unimos então 17 suinocultores para produzir o biogás. Para armazenar esse material criamos um ‘biogasoduto’, que é ligado a uma central elétrica que faz a distribuição de energia para toda a cidade. Temos a expectativa que em breve possamos deixar o município autossuficiente desse recurso, apenas utilizando o processamento dos rejeitos da produção”, diz o diretor-presidente do CIBiogás, Rodrigo Regis de Almeida Galvão. Com sede no Parque Tecnológico da usina de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR), o CIBiogás é uma associação sem fins lucrativos que desenvolve projetos relacionados às energias renováveis. Sua estrutura concentra um laboratório de pesquisas e 11 usinas de produção de biogás no país.

O projeto do Oeste paranaense, em que foram investidos R$ 19 milhões, está sendo realizado em conjunto pela própria ANEEL, CIBiogás, pelo Parque Tecnológico Itaipu (PTI), Companhia Paranaense de Energia (Copel) e pela Prefeitura Municipal de Entre Rios do Oeste.

gazetasuinos2

Exemplo de biodigestor (ao centro) em granja de suínos para transformar os resíduos em energia elétrica.| Marcos Labanca/Divulgação

A Castrolanda, uma das principais cooperativas do agronegócio paranaense, também já está buscando ingressar na produção de biogás e iniciou estudos para colocar em prática a atividade em uma de suas granjas. “Temos um projeto em implantação em que aplicaremos resíduos orgânicos de nossas indústrias para produzir biogás. Uma parte será utilizada para gerar energia elétrica em uma planta com 1 megawatt (MW) de potência e o restante irá para produção de biometano, que irá substituir o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) consumido na Alegra. Esse último processo gera gás carbônico (CO2) como subproduto residual, que também é aproveitado pela empresa para a insensibilização dos suínos”, aponta o gerente de Negócios e Energia da Castrolanda, Vinicius Guilherme Daineli Fritsch.

Nos exemplos verificados em diferentes regiões do país, constata-se como a agropecuária, tendo a suinocultura como carro-chefe, possui atuação estratégica para atender às demandas de produção de biogás. Mas por que isso acontece, em especial com os dejetos de suínos? O professor Jorge Lucas Júnior, do campus de Jaboticabal (SP) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), instituição parceira da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) nas pesquisas com biodigestores, explica: a maior adoção da tecnologia na suinocultura se deve ao fato de os dejetos dos suínos terem maior potencial fertilizante e energético do que os de bovinos. Por outro lado, ele conta que uma vaca produz muito mais estrume do que um porco. “Há, por isso, um equilíbrio e os produtores de leite podem ser tão eficientes quanto os suinocultores”, afirma o professor, ressaltando que, nas duas culturas, a tecnologia é uma grande aliada do meio ambiente.

A pecuária de leite, com outras atividades, representa 3% do total da produção de biogás no país. De acordo com a Embrapa Gado de Leite, a aplicação da tecnologia ainda é baixa entre os produtores de leite. Porém, o pesquisador Marcelo Henrique Otenio, coordenador dos estudos sobre os biodigestores na instituição, afirma que o uso do biogás encontra-se em expansão no setor, com a confirmação de retorno financeiro, como mostra a experiência da fazenda do município mineiro de Pouso Alegre.

Como funciona?

O biogás é a única energia renovável que transforma rejeitos de produção em ativo econômico. Além de gerar eletricidade, pode substituir a queima de madeira, ser filtrado e transformado em biometano (composto similar ao gás natural, que é de origem fóssil), tornando-se um combustível com mínimo impacto no meio ambiente. Países com a China e a Índia já utilizam essa fonte para alimentação elétrica em larga escala.

O biogás evita que o metano, resultante da decomposição natural dos rejeitos animais, seja lançado à atmosfera. Esse composto é 22 vezes mais nocivo para o meio ambiente do que o gás carbônico, por exemplo, outro poluente comum e também apontado por cientistas como causador do aquecimento global. Assim, a produção de biogás beneficia não somente a rentabilidade da suinocultura, mas também seu desenvolvimento sustentável, indo ao encontro da tendência mundial de buscar práticas menos nocivas à natureza." Fonte: Gazeta do Povo.| Foto: Felipe Rosa/Gazeta do Povo

 

Mais informações: https://www.gazetadopovo.com.br/agronegocio

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Vida rural – 70 anos de casamento com linda história de amor

guaramirim casal1

Ervino e Rosália Mainka Sprung, comemoraram, junto com seus familiares e amigos do coração, 70 anos de casamento, Bodas de Vinho, numa linda cerimônia seguida de festa na Paróquia São Pedro de Alcântara no Guamiranga, no município de Guaramirim, no norte do Estado.

Ervino, com 95 anos e Rosalia, com 87 anos iniciaram a sua vida conjugal no bairro Tibagi. Depois decidiram construir sua residência no bairro Poço Grande. Ambos agricultores, tiravam o sustento da família da lavoura com o cultivo do arroz e outros alimentos.

guaramirimcasal2

Suas vidas sempre foram dedicadas para a família. Com 9 filhos, sendo o primogênito já falecido, Ervino e Rosalia contam também com 20 netos, 29 bisnetos e 6 trinetos. "Nossos avós sempre serão os pilares da nossa união. Eles nos ensinaram muita coisa, sendo a principal, manter a família sempre unida, mesmo com ventos contrários e alguns imprevistos de vez em quando. Esse é o segredo do relacionamento duradouro deles. A família agradece a Deus a dádiva de comemorar essa data tão especial", diz a neta Ana Paula.

A data oficial do casamento é 26 de fevereiro. Fonte https://revistanossa.com.br

 

Mais informações:

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

E onde virão os sucessores?

artigosucessão

Em algumas regiões é comum palestras com o tema “de onde virão os terneiros”. Nesses eventos são discutidas as formas de melhorar a produtividade e a competitividade da carne. Em analogia ao tema, pergunto: De onde virão os sucessores?

No livro, “Pais inteligentes criam sucessores e não herdeiros” do psicanalista Augusto Cury, fica clara a necessidade de repensarmos nos valores repassados aos nossos filhos, pois apenas sucessores sabem transformar o que lhes foi transmitido e pensam a médio e longo prazo. Enquanto, os herdeiros vivem à sombra dos outros, os sucessores constroem seu próprio legado.

Muitas vezes somente quando nossos pais adoecem ou morrem é que tomarmos ciência do que se passa dentro das nossas fazendas e lavouras. Estamos arrumando desculpas de “não sou da área”, “eu não me meto para não criar conflito” ou “eu não sei nem por onde começar”. Se estamos de acordo com o dito acima, estamos nos contentando em ser apenas “herdeiros”. Esses acontecimentos são muito mais comuns, quando estamos falando de esposas e filhas.

Sucessores(as) estão participando e construindo sua história. Por isso, é tão importante É que eles(as) participem ativamente dos órgãos representativos de classe da sua cidade, que compartilhem as suas experiências na gestão e na área que atuam, que criem parcerias, que fomentem o agronegócio como forma de motivar outros jovens, alavancando novos líderes do setor.

Além da força jovem, é preciso que os pais estejam atentos para a criação dos filhos, através de entendimento, incentivo e abertura para o novo olhar das gerações futuras, pois só assim estarão formando sucessores. Diz-se mais, que este olhar envolva as filhas mulheres e esposas que estão interessadas na participação. Por fim, a brilhante frase de Sarita Rodas: “É preciso olhar não apenas da porteira para fora, mas também para dentro de casa”. E você, está construindo seu legado? Fonte:Mapa/agromulher

 

Mais informações: agromulher.com.br/

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

A técnica mais esquecida no manejo do solo

solo

Na faculdade de Agronomia, a primeira coisa que normalmente aprendemos sobre solo é sua origem, formação e logo em seguida a classificação. Talvez em nossa cabeça fique a memória de uma matéria chata com todos aqueles nomes para decorar, como se só precisássemos saber aquilo para dar base para outras matérias. E quando vamos trabalhar com manejo do solo ignoramos uma parte fundamental e preciosa do processo: conhecer quem é o sujeito que estamos lidando.

O tipo de solo influencia tudo, fazendo uma analogia, na psicologia conhece-se primeiro a história da pessoa para entender seu comportamento e aí poder prever como irá reagir e poder conduzir o trabalho. E assim é também no manejo do solo, ao classificar um solo conhecemos sua história, ou seja, como foi formado e consequentemente como irá se comportar em relação ao manejo operacional, resistência maior ou menor a erosão, tendência maior ou menor a compactação, retenção maior ou menor dos fertilizantes que serão adicionados, necessidade maior ou menor de correção em subsuperfície, com aplicação de gesso, maior ou menor resposta à produtividade máxima da cultura que será implantada e assim por diante.

Fala-se muito na agricultura de precisão em “Unidades de manejo” e empolgados com a tecnologia procuramos buscar no espaço a resposta de melhor divisão da área para otimizar o manejo! Procuramos pela resposta da planta nos mapas de NDVI, esquecendo-se que a planta é a ponta do iceberg, o sensor final de todas as interações que estão ocorrendo naquele momento no solo e no ambiente, além de ser uma informação pontual, representando aquele momento e só.

Procuramos enxergar pelas imagens manchas de textura, o que não é errado, mas esquecemos que o que determina o solo, o indivíduo, está um pouco mais abaixo.

Mas também, quem se lembra que a classificação se dá principalmente pelas características do horizonte B, localizado na média abaixo de 80 cm ou mais?

E sabe aquela classificação em eutrófico ou distrófico? Só o que determina é o horizonte B também, afinal, na profundidade de 0 a 20 cm, todos os solos manejados serão eutróficos, é claro!

E você pode estar se perguntando: e os mapas de classificação, não basta dar uma olhada onde minha área se encaixa? E aí te respondo, já deu uma olhada na escala do mapa? Se em 200 ha já pode haver uma diferença enorme, imagina em mapas com escala de 1:5.000.000. Os mapas são importantes sim, mas apenas para nortear. O diabo mora nos detalhes!

Mas se é tão importante assim, por que os proprietários e agrônomos não fazem? Essa pergunta merecia uma pesquisa a parte, mas em minha humilde opinião (lembre-se: opinião) e uma certa provocação, um mapa de satélite é fácil e confortável, classificação de solo demanda planejamento, abertura de trincheiras, buscar conhecimento, paciência, tempo. Quem é que tem essas coisas hoje em dia?

Porém, aquele que se atrever a encarar essa atividade (que é claro, não é moleza) terá uma informação quase eterna (em relação à nossa breve vida, informação 100% eterna) que servirá de contra prova para qualquer imagem, qualquer mapa de colheita, qualquer mapa de fertilidade e por aí vai. Além de ter uma informação confiável para divisão em unidades de manejo.

“Mas aqui na minha região só tem latossolo, será que compensa?”. Compensa porque as manchas de solo são descontínuas e podem ser bem menores do que você imagina. Se em uma propriedade podem ter variações de 10 a 40% de argila, imagina o tipo de solo…aliás pode ser bem esse o motivo da variação. E antes de terminar: não, texturas iguais não indicam solos iguais!

 

Mais informações: http://agromulher.com.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Seis maneiras de valorizar o que você come e de onde vem

faoalimento4

Quase todos nós dizemos que amamos comida, mas realmente gostamos? Nós respeitamos isso? Globalmente, desperdiçamos cerca de um terço de todos os alimentos produzidos. 

Em um vasto mundo de 7 bilhões de pessoas, onde tudo o que você ouve são nossas diferenças, há algumas coisas importantes que nos conectam, e uma delas é a comida. A comida nos conecta a todos. Todos nós precisamos disso, dependemos disso, sobrevivemos e obtemos felicidade com isso.

De fato, a comida é parte de quem somos. Faz parte dos nossos hábitos e culturas. Centenas de programas de TV, filmes e podcasts giram em torno do tema da comida, e os livros de culinária sempre estão entre os mais vendidos. A comida é até parte de como interagimos com os outros. Foodies prontamente e amplamente compartilhar receitas e experiências de refeições. E quem não postou uma foto do seu prato favorito em seus canais de mídia social? A conversa de comida está ao nosso redor.

Então, se nós amamos tanto a comida, por que deixamos tanto dela apodrecer em nossas geladeiras, sermos deixados para trás em nossas festas, sermos jogados fora em nossas lojas ou largados de nossos pratos? Um terço de todos os alimentos produzidos globalmente é perdido ou desperdiçado. Nós amamos comida, mas não cuidamos disso. Nós não respeitamos isso. Todos nós queremos o respeito que Aretha Franklin cantou e para obtê-lo devemos dar.

faoalimento3

Aqui estão 6 maneiras de nos ajudar a amar melhor nossa comida e crescer o respeito pelo mundo por trás do que comemos:

1. Reduza o desperdício de alimentos - Compre apenas os alimentos de que você precisa, aprenda a amar frutas e verduras feias , mantenha suas porções realistas, tenha em mente as datas de validade, armazene alimentos com sabedoria, doe o excesso e transforme as sobras de alimentos nas refeições do dia seguinte. Quando desperdiçamos comida, todos os recursos utilizados para o cultivo, processamento, transporte e comercialização desses alimentos também são desperdiçados. A comida é muito mais do que aquilo que está em nossos pratos. Encontre mais dicas sobre como parar o desperdício de alimentos .

faoalimento2

A história da comida começa com um agricultor. Por que damos aos nossos chefs estrelas e prêmios, mas nos esquecemos da parte que nossos produtores de alimentos desempenham? 

2. Apoie seus produtores locais de alimentos: Chefs recebem prêmios, estrelas e reconhecimento por suas criações. Mas e os nossos agricultores? Sem eles, não teríamos a comida fresca que precisamos diariamente e a comida para fazer qualquer um dos nossos pratos mais apreciados. Os agricultores não são os verdadeiros heróis? Faça compras em seus mercados locais e conheça seus agricultores. Dar-lhes o seu negócio é dar-lhes o seu reconhecimento e respeito.

3. Aprecie a obra em produzi-lo: a agricultura não é apenas trabalho, é arte. Há tanta coisa que entra em fazer nossa comida. Leva sementes e solo, água e trabalho, proteção e paciência. Você sabia que são necessários 50 litros de água para produzir uma laranja? Nossas escolhas alimentares afetam a saúde do nosso planeta e nosso futuro de alimentos. Quando você come, você está absorvendo os recursos naturais e o trabalho duro dos fazendeiros, abelhas, colheitadeiras e outros que colocaram a comida no seu prato. Aprecie a comida como se fosse uma obra de arte.

4. Adoptar uma dieta mais saudável e mais sustentável - Os nossos corpos ficam sem calorias e nutrientes. Nós obtemos nossa energia e mantemos nossa saúde com boa comida. Nós normalmente não prestamos atenção ao poder que a comida e a nutrição têm sobre nossos corpos. Precisamos respeitar que comida é combustível. Muito disso, ou muito de apenas um tipo, pode levar à obesidade, deficiências ou doenças relacionadas à dieta.

5. Aprenda de onde vem a comida: Os kiwis vêm de árvores ou arbustos? Os tomates são uma fruta ou vegetal? Ao aprender mais sobre nossa comida, de onde vem, quando está na estação e o que é preciso para produzi-la, crescemos em nosso conhecimento e respeito pelo que estamos comendo. Siga nossa conta no Instagram para testar seus conhecimentos sobre diferentes frutas e vegetais cultivados em todo o mundo!

faoaalimento1

Você sabe de onde vêm seus alimentos? E não diga o mercado! Crescer em nosso conhecimento de alimentos significa crescer em nosso respeito por isso. Aprenda por si mesmo e depois ensine as futuras gerações. 

6. Ter uma conversa - Ao tratar cada refeição com orgulho, nós respeitamos os agricultores que a produziram, os recursos que entraram nela e as pessoas que ficaram sem. Respeito pode ser passado adiante. Fale com as pessoas ao seu redor e com a próxima geração sobre como fazer escolhas alimentares informadas, saudáveis ​​e sustentáveis.

Para muitas pessoas no planeta, a comida é um dado. Está lá em uma casa ou em uma loja se precisarmos e geralmente temos meios para comprá-lo. Mas para muitos, a comida é escassa ou indescritível. Para os impressionantes 821 milhões de pessoas que passam fome, a comida não é uma garantia. É um desafio diário.

Respeitar os alimentos significa apreciar a história dos alimentos. Quando sabemos o panorama completo, é mais fácil ver o que nossa comida realmente representa e quão preciosa ela realmente é. Fonte:http://www.fao.org/fao-stories/article/en/c/1157986/

 

Mais informações: http://www.fao.org 

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Programa Carne 4.0 – iniciativa de dois Zootecnistas

carne4.02

Inteligência na formação do novo profissional da cadeia da carne

Definitivamente o jeito de consumir carne bovina mudou ainda que para uma pequena parcela da população mundial. No Brasil fala-se em menos de 2% os que já topam pagar consideravelmente mais por um bifão macio, marmorizado, suculento, recheado de sabor, produzido com sustentabilidade e carregados de história.

O que parece ainda bem pouco perto do total da população, serve de alerta aos especialistas da área que observam o crescente aumento da demanda dos consumidores – 112% nos últimos 5 anos – desproporcional ao número de profissionais que se formam nos cursos de ciências agrárias e desejam se especializar para atender a estes mercados especiais.

carne4.0

Preocupados com o futuro da cadeia da carne na nova economia, os zootecnistas Andréa Mesquita (Território da Carne) e Danilo Millen (Ph.D em nutrição de ruminantes, Docente na Unesp – Dracena), estruturam um programa cujo objetivo principal é embasar de forma teórico-prática os processos que envolvem a nutrição do bovino de corte e sua influência na qualidade da carne. Visam dar diretrizes e ensinar conceitos dinâmicos para que os participantes criem, assistam ou conduzam negócios na cadeia com foco em melhorar a qualidade do produto final, utilizando suas habilidades e aprimorando as características com base no cenário previsto pela Quarta Revolução Industrial.

Aparentando ser uma espécie de resgate da nossa relevância em meio a tanta tecnologia, esta Revolução tem revelado a importância das competências humanas para a gestão e a transformação do mercado de trabalho.

“Vamos precisar de uma nova geração de trabalhadores que tem fome de aprender e quer se manter no ritmo das mudanças. Eles serão pioneiros e terão que encontrar novas maneiras de combinar negócios e tecnologia para aumentar sua produtividade. Vão atualizar os velhos modelos de trabalho. Organizações de todo tipo de indústria vão procurar mentes curiosas, flexíveis e orientadas a dados. Vão querer pessoas que têm a habilidade comprovada de aprender continuamente e continuar relevantes em seus campos de expertise. São pessoas que vão buscar ativamente oportunidades em que suas habilidades transferíveis podem ser aplicadas”, Jonas Prising, CEO da ManpowerGroup. Nesta linha, a dupla desenhou um programa focado no aprimoramento dos futuros profissionais da cadeia da carne.

Diante do cenário de novidades incessantes, cotidianos transformados e trocas de emprego, traçados por esta revolução, a ideia de que a educação deve ocorrer apenas durante as primeiras décadas de vida perde o sentido. É nesse aspecto que entra em cena a noção de lifelong learning ou aprendizado contínuo, que representa uma nova maneira de encaixar a educação na vida das pessoas.

O PC4.0 tem propósito de complementar a formação profissional de alunos matriculados no último ano até três anos após a graduação, trazendo temas específicos e relevantes que permeiam a cadeia da carne e o novo método de trabalho.

Essa nova fase da educação é vista como uma das melhores soluções para os problemas associados à automação, e algo em que governos e empresas interessadas em ter tanto tecnologia quanto os talentos certos devem investir seus esforços. Desta forma, as habilidades profissionais ganharão nova expansão e precisarão ser constantemente atualizadas (reskilling) e aprimoradas (upskilling).

Ao mesmo tempo, a tecnologia e a globalização dos talentos, juntas, garantem que a busca por profissionais será cada vez mais valiosa e estratégica para empresas. Isso tem o potencial de ampliar enormemente as possibilidades individuais de carreira. Neste cenário, indivíduos bem capacitados poderão ser muito disputados entre diferentes países e indústrias.

Em suma, a Quarta Revolução Industrial traz todos os ingredientes necessários para criar oportunidades ilimitadas e uma sociedade global mais criativa, produtiva e eficaz. Assim, o objetivo do projeto-piloto em 2019 é envolver 150 jovens de maneira direta e até 10 mil pessoas, considerando o alcance de marketing digital e outras mídias. “O momento exige um novo profissional, cujas habilidades são constantemente atualizadas. Esses talentos são cada vez mais valiosos para a estratégia das empresas da cadeia da carne bovina. Melhor capacitados eles serão, consequentemente, mais disputados”, explica Danilo Millen.Fonte: http://agromulher.com.br

Mais informações: https://www.oterritoriodacarne.com.br/

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br