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7º Fórum de Agricultura da América do Sul – Do mercado global às inovações para o campo

 

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Mais de 600 pessoas, de 16 países, acompanharam os 12 painéis, com cerca de 40 palestrantes ao longo do evento

As principais tendências do agronegócio moderno, global e sustentável, foram debatidas durantes os dois dias do Fórum de Agricultura da América do Sul, que ocorreu nesta quinta e sexta-feira (6) no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba (PR).

“Tenho certeza que ajudamos com esse fórum a promover um agronegócio moderno e sustentável”, disse Giovani Ferreira, coordenador do Fórum, na cerimônia de encerramento do evento.

A sexta-feira começou com os debates sobre o acordo Mercosul-União Europeia. Para a economista franco-britânica Emily Rees, fundadora da Trade Strategies, o acordo comercial entre os blocos, que ainda precisa ser aprovado pelo Conselho Europeu e pelos parlamentos dos países envolvidos, dará aos países do bloco do Sul, em especial ao Brasil, uma espécie de “passaporte” para outros mercados globais. Segundo a economista, os dois blocos juntos representam 25% do PIB mundial e movimentaram, em 2018, US$ 400 bilhões – somente entre Brasil e Europa.

“A UE é um mercado qualificador, quando você exporta para lá quer dizer que o seu produto tem um ‘selo’ de qualidade e pode ser exportado para o mundo inteiro. É um mercado que abre outros mercados”, sintetizou a economista. Além dela, o painel contou com a participação de Gustavo Cupertino, do Ministério da Agricultura, que mostrou nos últimos anos a participação da Europa na pauta de exportações brasileira vinha sendo reduzida. Por outro lado, reconheceu que as importações do Brasil também devem crescer com o acordo comercial.

Já Maria Noel Ackerman, representante uruguaia do Conselho Agropecuário do Sul (CAS), explicou o papel do Conselho em articular o sistema agropecuário regional e coordenar ações em políticas públicas para o setor. Segundo ela, os países do CAS representam 13% das exportações de base agrária mundial. “Somos importante provedor desses produtos para o mundo”, avaliou. O crescimento das exportações de produtos de base agrária dos países do bloco nos últimos anos se deve principalmente ao crescimento da soja no Brasil. A oleaginosa representa 40% do total exportado pelos membros do CAS.

 

Agricultura familiar

O mercado exportador de frutas brasileiras deve se ampliar nos próximos anos e o principal beneficiado será o setor de agricultura familiar, segundo Rafael Zavala, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). “O mercado exigirá menos suco de laranja e mais diversidade, o que vai incluir sucos detox e açaí. Se beneficiam pequenos agricultores e cooperativas”, disse durante sua palestra no 7º Fórum de Agricultura. Zavala ainda ressaltou que a produção de frutas é alta geradora de emprego e que seu desenvolvimento implicará no desenvolvimento do setor no país.

A discussão sobre produção familiar promovida pelo Fórum pautou também o desenvolvimento sustentável. “Segurança e soberania alimentar estão cada vez menos antagônicos, entendeu-se que é preciso aceitar todos os atores dentro do sistema”, reiterou Zavala. Segundo ele, a FAO pretende ampliar o incentivo a alimentos saudáveis em sistemas alimentares sustentáveis para os próximos anos. “Alinhar o comportamento dos consumidores pelas políticas públicas é fundamental. Ainda há muito o que fazer para gerar alimentos sustentáveis em todos os setores”, garantiu.

Também palestrante no painel, o secretário de agricultura e abastecimento de Curitiba, Luiz Gusi, destacou desafios particulares do município e de sua região metropolitana no âmbito da agricultura familiar. O secretário destacou para os próximos anos a construção de polos de produtos regionais, que agreguem valor a produtos que possam promover acesso ao mercado. O principal caso curitibano é a tangerina ponkan, produto que tem apresentado crescimento e vem se firmando como um polo para a pequena produção.

Em tempos em que o uso de tecnologia 4.0 é tido como um dos principais potencializadores para o agronegócio, estima-se que apenas 6% a 9% da agricultura brasileira tenha algum tipo de conectividade. A necessidade de investimento no setor de inovação foi o principal ponto trazido por Silvana Kumura, coordenadora de serviços tecnológicos do Senai, durante sua palestra. “O Brasil pode chegar a um crescimento de 20% na produção agropecuária nos próximos 10 anos somente pela inovação”, garantiu.

Silvana explicou que o uso de tecnologia 4.0, visa ganhos em produtividade, eficiência, retorno financeiro e competitividade. “Precisamos adotar o que nos torna mais inteligentes. O que traz maior produtividade por meio de decisões mais ágeis e assertivas, dados em tempo real, conexões em todas as dimensões, um ambiente mais fértil para inovar”, sugeriu. A coordenadora do Senai disse, ainda, que o país conta com 90 mil torres de conexão na área urbana. O número é muito menor do que o apresentado em países como os Estados Unidos, com 500 mil, e China, com 2 milhões.

Durante o Fórum, a agricultura digital também foi pauta da fala de Débora Marcondes Pereira, da Embrapa Instrumentação, que destacou a importância das startups no ambiente de inserção tecnológica no campo. “É uma nova revolução verde, mas não está vindo por meio de grandes corporações, ela está acontecendo pelas startups”. Débora ainda chamou atenção para a relevância de se valorizar a pesquisa no Brasil: “A ciência é a base de todo o desenvolvimento. É preciso incentivar isso no país. Inovação não é moda, é questão de sobrevivência.”

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Integração eleva produtividade de propriedades

Marize Porto Costa fala da integração lavoura-pecuária-floresta na Fazenda Santa Brígida, de Goiás, que elevou sua produtividade após a implantação do sistema.

Outro tópico importante abordado durante o fórum foi a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF). Além dos 70 milhões de hectares ocupados pela agricultura no Brasil, o país tem outros 165 milhões de hectares que são usados pela pecuária, que na média brasileira é pouco eficiente, conforme explicou Luiz Lourenço, representante da Cocamar. Muitas dessas áreas, segundo ele, podem ser usados para uma agricultura mais eficiente e produtiva, um dos pilares da ILPF. “A ILPF é basicamente o uso intensivo do solo coberto, fazendo várias safras. Isso começou com experiências da Embrapa em estudos de recuperação de áreas de pastagens, com a consolidação dessas tecnologias por volta de 2005”, diz Lourenço.

Uma integração bem conduzida, segundo ele, pode multiplicar o faturamento por hectare em até 10 vezes. A pecuária tradicional, que produz 4 arrobas por hectare/ano (cerca de 15 kg), que é próximo à média brasileira, no modo ILPF pode chegar a até 40 arrobas por hectare/ano, conforme explicou João Pontes, representante da John Deere, empresa participante da Rede ILPF, que envolve inclusive a Embrapa no objetivo de incentivar formas de tornar a propriedade rural mais produtiva, com aumento do sequestro de carbono, melhora da qualidade do solo e multiplicando a receita das fazendas. Atualmente, cerca de 15 milhões de hectares no Brasil funcionam em sistema de integração.

Um case de sucesso apresentado durante o fórum foi o da Fazenda Santa Brígida, de Ipameri (GO), que adotou a ILPF em 2006, passando de -R$ 200 por hectare de faturamento mensal para R$ 3 mil por hectare hoje, com aumento da qualidade dos pastos, da produtividade, do volume de água no lago da propriedade e reduzindo a erosão e a necessidade de desmatamento, de acordo com a proprietária, Marize Porto Costa. “A grande vantagem é a diluição de risco de clima e de mercado: só isso já vale o sistema”, afirma Marize, que além disso elenca a redução de custos com a integração.

Desafio de startups

Durante o evento, também ocorreu o Desafio das Startups, que apresentaram soluções inovadoras para o campo. A vencedora, escolhida pelo público do evento através de um aplicativo, foi a Metha, que ganhou com 92% dos votos. A startup criou um microgerador de energia elétrica, que pode ser instalada em qualquer curso d´água, inclusive pequenos córregos e fornece energia para abastecer propriedades rurais. A Microcentral Hidrelétrica (MCH) aposta num futuro onde a demanda por energia será alta, e a geração dela será distribuída. Ao todo, 6 empresas competiram. Fonte: Gazeta do Povo

Sobre o Fórum de Agricultura da América do Sul 

O projeto piloto do Fórum foi realizado em 2013 e levou para Foz do Iguaçu (PR) mais de 500 inscritos para discutir os desafios e oportunidades do agronegócio global a partir da realidade sul-americana. Desde então, o evento reúne anualmente especialistas e participantes de todo o mundo, trazendo à pauta assuntos como inovação e sustentabilidade, desenvolvimento urbano pela economia rural e sucessão no campo.

Em 2019, o evento teve como tema “Da Produção ao Mercado – Global e Sustentável”. Realizado pelo Núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo (AgroGP), o evento tem parceria/apoio dos Sistema Ocepar e OCB, Prefeitura de Curitiba, Sistema Confea-Crea, Sistema Fiep, CME Group, Sanepar, Copel e Conselho Agropecuário do Sul (CAS).

Mais informações: www.gazetadopovo.com.br/agronegocio

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Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Congresso em Lages discute qualidade do leite brasileiro

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Em 2018, nada menos de 24,5 bilhões de litros de leite chegaram à mesa dos brasileiros, seja na forma líquida ou em derivados.

Entre os dias 11 e 13 de setembro especialistas do Brasil e do mundo estarão reunidos em Santa Catarina para o 8º Congresso Brasileiro de Qualidade do Leite. O evento acontece no Centro Serra Convention Center, em Lages e vai reunir representantes de todos os elos dessa cadeia produtiva, além de interessados em geral.

Este é o evento científico mais relevante da área no Brasil e deve reunir mais de 300 trabalhos e resumos, com os resultados mais recentes de pesquisas sobre o tema. O Congresso é realizado pelo Conselho Brasileiro de Qualidade do Leite (CBQL), com apoio da Epagri e de outras instituições.

Na programação, discussões relevantes sobre esse alimento, como controle de resíduos tóxicos e qualidade em condições de estresse térmico, na produção orgânica e em condições de confinamento. O evento se propõe ainda a promover uma visão sobre a qualidade do leite na era 4.0 e debates sobre o futuro dos programas de qualidade do leite em função das novas normativas brasileiras. Também serão oferecidos minicursos sobre a utilização de métodos de identificação de agentes de mastite na propriedade e sobre programas de autocontrole nas indústrias de laticínios.

Palestrantes de importantes instituições mundiais vêm ao Estado debater a qualidade desse que é um dos alimentos mais importantes para os brasileiros. Lorraine Sordillo, doutora em imunologia pela Louisiana State University é uma delas. Ela é frequentemente solicitada para falar em reuniões nacionais e internacionais relacionadas à saúde do gado leiteiro e recebeu vário prêmios por sua pesquisa. O Departamento de Agricultura e Ciências Florestais da Universidade de Tuscia-Viterbo, na Itália, estará representado por Umberto Bernabucci, professor de fisiologia ambiental e nutrição de ruminantes. Ainda entre os palestrantes internacionais, destaque para Marcos Muñoz Domon, Ph.D. em Ciência Animal na Universidade de Cornell (EUA) e presidente do Comitê de Monitoramento de Leite de Qualidade daquele país.

A eles se juntam palestrantes de destacadas instituições de ensino e pesquisa do Brasil, como Mônica Maria Oliveira Pinho Cerqueira, Doutora em Ciência Animal pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), instituição na qual é professora titular. Ela é membro da Comissão Científica Consultiva em Tecnologia de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Vice-presidente do CBQL. A Embrapa será representada por Maria Aparecida Vasconcelos Paiva Brito e Alessandro de Sá Guimarães. Também estarão presentes palestrantes da USP e da Udesc, entres outros.

Santa Catarina é o quarto produtor nacional de leite. De acordo com o Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar (Epagri/Cepa), ao longo dos anos recentes, a produção catarinense cresceu de maneira muito mais significativa do que a da maioria dos estados. Segundo os dados mais recentes, o Oeste responde cerca de 80% da produção catarinense, seguido pelo Sul do Estado. Os dados da Epagri/Cepa mostram ainda um significativo crescimento da produtividade do rebanho leiteiro catarinense, o que explica a maior parte do crescimento de 103,1% da produção leiteira catarinense verificada entre 2006 e 2017. Fonte:Epagri/Foto Aires Mariga

Mais informações: https://congresso.cbql.com.br/

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Famílias produtoras de leite do Planalto Norte participam de encontro

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O 6º Encontro Regional de Famílias do Programa Planorte Leite, reuniu mais de 400 produtores rurais da região do Planalto Norte de Santa Catarina e foi sediado nas dependências da Associação de Moradores de Santa Cruz do Timbó, em Porto União.

Os produtores de leite conheceram as novidades em equipamentos e produtos para a atividade leiteira e apesar da chuva, também visitaram canteiros com espécies de pastagem de inverno. Tiveram momento artístico, cultural e sorteio de brindes. Apresentação dos resultados do 3° Concurso de produção de sólidos e exposição de terneiras e novilhas produzidas na região das raças jersey, holandês e kiwicross

Segundo o secretário executivo da Amplanorte, Helio Daniel da Costa, o programa Planorte Leite é um dos principais programas regionais voltados à agricultura familiar da região. “O programa visa o desenvolvimento integrado e sustentável do Planalto Norte de Santa Catarina por meio do fomento da cadeia produtiva do leite, propiciando a organização das instituições, das entidades e produtores, com base na produção diferenciada, gerando renda e estabilidade econômica, social e ambiental”, diz.

O evento foi uma realização da Amplanorte, Epagri, Prefeitura Municipal de Porto União, IFSC, FAESC, SENAR, Cidasc e SEAPLAN.

 

Mais informações: https://www.amplanorte.org.br/

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34° Encontro de Apicultores e Meliponicultores foi sucesso em São Joaquim

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Problemas ambientais e a mortandade das abelhas foi um dos assuntos mais abordados pelas autoridades presentes ao 34º Encontro Catarinense de Apicultores e Meliponicultores (ECA), que aconteceu no Parque Nacional da Maça, em São Joaquim, nos dias 16 e 17 de agosto.

Durante o encontro o presidente da Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina (FAASC), Ênio Cesconeto, entregou ao secretário adjunto de estado da Agricultura a documentação para dar entrada com o IG do Melato de Bracatinga. Ele também pediu, durante a abertura oficial, que os apicultores reforcem as suas associações. "Procurem a associacão da sua região. Reforcem as associações, dessa forma o setor pode ficar cada vez mais forte", disse Ênio. 

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Estiveram presentes diversas autoridades na abertura oficial do evento, como o secretário adjunto de estado da Agricultura, Ricardo Miotto, o deputado federal Darci de Matos, o deputado estadual Ivan Naatz, o prefeito de São Joaquim, Giovane Nunes, o presidente da Câmara de Vereadores de São Joaquim, Joaquim Borges, Adriana Neves do MAPA, o presidente da CBA, Aragão, o diretor de Pesquisa da Epagri, Vagner Fortes, o coordenador regional do Sebrae, Altenir Agostini, o presidente da ASA, Joel Rosa, o secretário de Agricultura de Urubici, Adelmo de Souza, entre outros. O deputado estadual Ivan Naatz, aproveitou para falar sobre a declaração fitossanitária, "isso vai tirar um grande entrave para s produtores, sei que muitos têm problemas fitossanitários, vamos resolver essa questão", disse. O deputado federal Darci de Matos, também presidente da Frente Parlamentar Mista da Apicultura e Meliponicultura, disse que a Câmara está aberta ao setor e que vai trabalhar por políticas justas e na questão da mortandade das abelhas. O secretário adjunto de Agricultura, Ricardo Mioto, falou sobre o compromisso do atual governo com a questão ambiental e sobre os impostos instituídos aos agrotóxicos em Santa Catarina, que tem causado a morte de milhares de abelhas. 

O encontro teve como tema Apicultura: Desenvolvimento Socioeconômico e Ambiental, com uma extensa programação técnica para capacitação dos produtores. Foram palestras, mini-cursos e mesas redondas com especialistas do Uruguai, da Bahia, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina que atraíram mais de 600 pessoas. Paralelamente ao encontro foi realizada a Expofeira. Quase 20 empresas da área de insumos apícolas e equipamentos da Argentina, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina apresentaram o que há de mais moderno e as novidades em termos de tecnologia para apicultura. 

O encontro foi uma realização da Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores (FAASC), Epagri, Confederação Brasileira de Apicultura (CBA), Associação Serrana de Apicultores (Asa), Senar e Sebrae. O encontro tem o patrocínio da Implavel, Apitec, Osjuan e a Imesul Metal Apícola e apoio da prefeitura de São Joaquim. 

 

 

Mais informações: http://www.faasc.com.br/

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Seminário em Joinville discute a produção de palmito no sul do Brasil

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Dias 21 e 22 de agosto será realizado em Joinville um seminário sobre o sistema produção da pupunheira e da palmeira-real-australiana no Sul do Brasil.

O evento terá 14 palestras técnicas que vão discutir temas ligados ao agronegócio, cultivo, fitossanidade, gestão, mercado, biofertilizante e processamento. A programação também conta com degustação de pratos à base de pupunha e de palmeira-real.

O evento é uma promoção da Epagri, Emater Paraná e Embrapa Florestas. Técnicos dessas empresas farão parte do quadro de palestrantes, que também é composto por representantes da Unesp, da Associação das Indústrias de Conservas Vegetais de Santa Catarina (AICV/SC) e por produtores.

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Produção em Santa Catarina –

A palmeira-real-da-austrália é a espécie mais plantada em Santa Catarina e isso deve às pesquisas da Epagri com a cultura. Segundo o pesquisador Fábio Zambonim, ela é adaptada ao nosso clima, é rústica e tem ciclo de corte rápido. “Dois a quatro anos depois do plantio, já pode ser colhida”, diz ele. Originária da Austrália, a planta gosta do clima quente e chuvoso do Norte Catarinense e tem agradado os agricultores da região, onde se concentra a produção no Estado.

Em 2016 o cultivo de palmáceas garantiu o sustento de 1,6 mil famílias de agricultores em Santa Catarina. As lavouras, que mais parecem florestas, cobriam 4,4 mil hectares do litoral catarinense e rendiam quase 20 milhões de hastes de palmito por ano. A maior parte foi processada em 50 agroindústrias, de onde saíram, anualmente, 36 milhões de vidros de conserva destinados ao comércio dentro e fora do país. No  Norte do Estado, o palmito é a terceira cultura agrícola mais importante depois do arroz e da banana. A região de Joinville responde por 80% da produção estadual.

Por conta da importância e das vantagens da palmeira-real-da-austrália, o foco dos estudos da Epagri é direcionado para essa espécie. Em um trabalho que virou referência no País, os pesquisadores desenvolveram o sistema de produção completo para o cultivo e agora concentram os esforços em melhoramento genético.

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Programação do Seminário

21/08/2019 (quarta-feira)

7h30min: Recepção com entrega de material

8h40min: Abertura e informações sobre o seminário

Parte I – Agronegócio

9h – Palestra Técnica: Panorama da produção da pupunheira e palmeira-real no Sul do Brasil

Palestrante: Álvaro Figueredo dos Santos (Embrapa Florestas) e Onévio A. Zabot (Epagri).

Parte II – Cultivo da pupunheira

10h– Palestra Técnica: Produção e qualidade de mudas de pupunheira para palmito

Palestrante: Sebastião Bellettini (Emater/PR)

10h30min – Degustação de pratos de palmeira-real

10h45min – Palestra Técnica: O cultivo da pupunheira para palmito

Palestrante: Edinelson José Maciel Neves (Embrapa Florestas)

11h35min – Palestra Técnica: Diagnose nutricional e adubação da pupunheira. Palestrante: Danilo Eduardo Rozane (Unesp – Registro/SP)

12h15min às 13h30min: Almoço

Parte III – Fitossanidade

13h30min – Palestra Técnica: Estratégias de controle de pragas da pupunheira, palmeira-real-australiana.

Palestrante: Ronaldo Pavarini (Unesp-Registro/SP)

14h20min – Palestra Técnica: Estratégias de controle de doenças da pupunheira Palestrante: Álvaro Figueredo dos Santos (Embrapa Florestas)

15h10min – Degustação de pratos de pupunha e de palmeira-real

Parte IV – Gestão

16h – Palestra Técnica: Gestão de propriedades rurais com cultivo de pupunheira.

Palestrante: Emiliano Santarosa (Embrapa Florestas)

17h – Palestra Técnica: Experiência com o cultivo da pupunheira

Palestrante: Marcelino Hurmus (Epagri)

 

22/08/2019 (quinta-feira)

Parte I – Mercado Interno e Externo

8h – Palestra Técnica: Mercado interno e externo de palmito.

Palestrantes: Djalma Miranda e Edson Fantini (AICV/SC)

Parte II – Palmeira Real Australiana

9h30min – Palestra Técnica: Custo de pr-dução da palmeira real australiana Palestrante: José Salvador (engenheiro-agrônomo e produtor)

10h15min – Degustação de pratos de pupunha e de palmeira-real

10h30min – Palestra Técnica: Melhoramento genético da palmeira real australiana Palestrante: Keny Mariguele (Epagri/Estação Experimental de Itajaí)

Parte III – Biofertilizante

11h30min – Palestra Técnica: Uso do biofertilizante.

Palestrante: Alexandre Visconti (Epagri/ Estação Experimental de Itajaí)

12h às 13h30min – Almoço

Parte IV – Processamento

13h30min – Palestra Técnica: Processamento de cortes alternativos de palmito de pupunheira.

Palestrante: Sebastião Bellettini (Emater/PR)

14h20min – Palestra Técnica: Processamento envasado de palmito de pupunheira e palmeira-real.

Palestrante: Henrique Tirolli Rett (Epagri/GRJ)

15h10min – Degustação de pratos de palmeira-real e pupunha

15h30min – Palestra Técnica: Legalização de unidade de processamento de pupunha in natura

Palestrante: Henrique Tirolli Rett (Epagri/ Vigilância Sanitária)

16h20min – Palestra Técnica: Produtos e subprodutos da agroindústria da pupunheira para palmito

Palestrante: Cristiane Vieira Helm (Embrapa Florestas).

17h10min – Palestra Técnica: Experiência com o processamento e comercialização de palmito

Palestrante: Adir Hinghaus (Delícia/Joinville)

18h – Encerramento

 As inscrições podem ser feitas nos escritórios locais da Epagri com um investimento de R$60,00. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail isolanehaverroth@epagri.sc.gov.br ou pelo telefone (47) 3461-1519.

 

Mais informações: grj@epagri.sc.gov.br 

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Congresso vai discutir inovação e desenvolvimento na cultura o arroz irrigado

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A Epagri realiza, de 13 a 16 de agosto, em Balneário Camboriú, o XI Congresso Brasileiro de Arroz Irrigado. O evento vai reunir cerca de 500 pessoas de todo o Brasil. São pesquisadores, extensionitas, estudantes, professores, agricultores, representantes da indústria e fornecedores de insumos que vão discutir inovação e desenvolvimento, o tema central do evento.

O Congresso vai trazer para Santa Catarina discussões de alto nível para fomentar ainda mais essa cadeia produtiva, uma das mais importantes do Estado. Entre os temas a serem discutidos, alguns merecem destaque pelo seu caráter inovador. É o caso da agricultura de precisão, que vai discutir a mecanização da lavoura como ferramenta para aumentar eficiência e reduzir custos. O melhoramento genético preventivo também estará sendo debatido, como uma forma de aumentar a resiliência das lavouras frente aos desafios que ainda vão se apresentar, como aqueles gerados pelas mudanças climáticas, por exemplo.

As plantas daninhas, um dos principais problemas das lavouras de arroz irrigado, são outro tópico de relevância na programação do evento. Nesse sentido, um dos assuntos tratados será a semioquímica, que são sinais químicos envolvidos na comunicação entre os seres vivos que podem ser usados no combate às plantas daninhas.

O Congresso será ainda um momento ímpar para toda a cadeia produtiva discutir a qualidade do arroz, outro tema presente na programação de palestras.

O corpo de palestrantes será formado por pesquisadores de renomadas instituições nacional e internacionais, todos com doutorado em suas áreas de conhecimento. Serão três pesquisadores da Embrapa, um da Universidade Federal de Santa Maria, um da Faculdade de Tecnologia ShunjiNishimura de Pompéia/SP, um da Escola Superior de Agricultura Luiz Queiroz (Esalq/USC), um da Epagri. O palestrante Fernando Correa vem do Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT), que atua em 73 países, com 21 escritórios e locais de operação de campo em todo o mundo. 

Construir um futuro economicamente viável, socialmente justo e ecologicamente sustentável para a cadeia produtiva do arroz irrigado é um dos desafios do Congresso, diz a presidente da Comissão Organizadora, Ester Wickert. Ela, que também é pesquisadora da Epagri, explica que a redução da disponibilidade de mãodeobra na agricultura, frente à demanda cada vez maior e mais exigente por alimentos limpos, está no centro desse desafio. “Enfrentar estes desafios requer invariavelmente ciência, tecnologia e inovação”, avalia Ester, que enumera como possíveis alternativas o aumento da mecanização e da eficiência na agricultura e o desenvolvimento e aplicação de tecnologias de mínimo impacto ambiental. “A forma mais eficiente de enriquecer o debate e acelerar este processo é congregar pessoas de diferentes áreas de atuação e formação para discorrer sobre o panorama da orizicultura brasileira em busca de alternativas para o futuro”, finaliza a presidente da Comissão Organizadora.

O XI Congresso Brasileiro de Arroz Irrigado é uma realização da Sociedade Sul-Brasileira de Arroz Irrigado (Sosbai) em parceria com a equipe de pesquisa em Arroz Irrigado da Estação Experimental da Epagri em Itajaí. O Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA), a Embrapa, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) são co-promotores do evento.

Confira a programação do evento: https://cbai2019.com.br/programacao

 

Mais informações: Ester Wickert, pesquisadora da Epagri – (47) 3398-6339 / 9272-7766

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Produção de leite e manejo do rebanho foi o foco no 9° Seminário Auriverde de Bovinocultura do Leite

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A produção de leite é a atividade agropecuária que mais cresce em Santa Catarina e envolve 45 mil produtores em diversos municípios do estado. A grande bacia leiteira catarinense é a região oeste, que responde por 75% de todo leite produzido – quase 2,4 bilhões de litros.

Desta forma, a 9ª edição do Seminário Auriverde de Bovinocultura do Leite. promovida pela Cooperativa Regional Auriverde, no município de Cunha Porã, oeste do Estado foi uma oportunidade para ampliar os conhecimentos e informações sobre a produção de leite e manejo do rebanho.

A Cooperativa Regional Auriverde realizou, no município de Cunha Porã, oeste do Estado, a 9ª edição do Seminário Auriverde de Bovinocultura do Leite.

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Um público superior à 400 pessoas acompanhou a programação que contou com a presença de lideranças da Cooperativa Auriverde, lideranças políticas, representantes da Aurora Alimentos, Cidasc, Epagri, Secretarias da agricultura dos municípios de Flor do Sertão e São Carlos e representantes das empresas parceiras do evento.

Na abertura oficial, o vice-prefeito de Cunha Porã, Alencar Post parabenizou a Cooperativa pelo importante evento, ressaltando o quando as palestras estavam trazendo temas significantes para os associados.

Arceli Nicolodi, gestor das lojas agropecuárias da Auriverde e Diogo José Cembranel, médico veterinário, gestor do setor leiteiro da cooperativa e coordenador do evento, também enfatizaram o quanto é importante a presença dos associados na busca por conhecimento, fortalecendo assim, o vínculo com a Cooperativa e consequentemente buscando aprender cada vez mais para melhorar sua produtividade e enxergar sim, um bom futuro através da produção leiteira. Ressaltaram ainda, o quanto a Auriverde investe em projetos e programas que beneficiam os associados e, o quanto se sentem felizes em poder observar o empenho e dedicação de todos para fortalecerem ainda mais à sua atividade nas propriedades.

O presidente da Auriverde, Claudio Post enalteceu a importante presença dos associados em mais um evento da Auriverde, disse: “ Toda parceria e trabalho que faz uma cooperativa forte. Muito obrigado a todos que aqui vieram, é muito bom tê-los aqui conosco”.

Andréia Dall Agnol, filha de agricultores, técnica em enfermagem atuante há mais de 10 anos na área da saúde no município de Flor do Sertão foi a primeira palestrante do evento e trouxe sua experiência com a brucelose, trazendo o tema “ Como a brucelose impactou minha vida”.

 Após, Marlene Kaiut, produtora rural, formada em administração de empresas, foi eleita em 2014 a “mulher de negócios” do Estado do Paraná, na categoria rural, vice-campeã nacional do mesmo concurso em 2015, promovido pelo Sebrae. Foi destaque na revista e no programa Globo Rural, Mundo Leite, Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios, na matérias “70 mulheres empreendedoras bem-sucedidas”.

Em 2011, assumiu a frente do rebanho leiteiro na chácara São João, em Carambeí (PR). Naquele ano, dispunha de 60 vacas das quais, 30 em lactação com produção média diária de 16 litros, o que considerada baixa para a raça Jersey, a base de seu rebanho.

Em abril de 2016, eram 90 vacas em lactação de um total de 180 vacas, produzindo ao torno de 22 litros/dia cada ou 1.980 litros/dia. Ou seja, com o triplo de animais em lactação a produção aumentou mais de quatro vezes. O salto foi obtido graças à adequação na alimentação dos animais, ao manejo aprimorado e à melhoria genética. Tanto que às 120 vacas que chegaram ao rebanho nos últimos cinco anos são nascidas na propriedade.

Atualmente com 145 vacas, produzindo 3.600 litros/dia. Sendo assim, Marlene realizou a segunda palestra do dia, contando sua trajetória e experiência e vida, com sua palestra intitulada “ Do salto 15 à bota de borracha- o leite mudou minha vida”. Ao meio dia foi servido o almoço e a partir das 13:30 o evento deu continuidade com a terceira palestra do dia.

Nas últimas décadas, uma série de importantes descobertas e avanços na área de análise do DNA propiciou o surgimento da genômica, ciência esta que trata do estudo do genoma completo dos diferentes organismos. Além do sequenciamento completo do DNA de várias espécies, incluindo os bovinos, o mapeamento dos SNPS (single nucleotide polymorphism) em conjunto com plataformas modernas de genotipagem capazes de processar muitas amostras para muitos marcadores numa única análise, tem propiciado a inclusão da informação genômica em esquemas de melhoramento genético.

E para falar do assunto, a terceira palestra foi apresentada pelo geneticista, Celso Alves Barbiero, intitulada “ A ciência da genômica como ferramenta para melhoramento genético”.

 

Mais informações: http://cooperauriverde.com.br/

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“Água e Saneamento para Todos: Pactos de Gestão”.

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Os Comitês de Gerenciamento das Bacias Hidrográficas dos Rios Araranguá e Urussanga convidam para participar do3º Diálogo Entre as Bacias Hidrográficas do Extremo Sul Catarinense”

O evento será realizado dia 07 de agosto do corrente ano, das 8h às 17h30min no auditório “Jaime Zanatta” na Associação Empresarial de Criciúma (ACIC), localizado na rua Ernesto Bianchini Góes, 91, bairro Próspera, em Criciúma (SC), com o tema “Água e Saneamento para Todos: Pactos de Gestão”.

Para haver ampla discussão e a promoção de parcerias, fortalecimento da cooperação e da capacidade de implementar ações de gestão sustentável da água e saneamento, a Comissão Organizadora do evento programou, no período matutino, a palestra de abertura, com a participação de dois profissionais do Consórcio e da Agência das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) e uma Mesa de Diálogo sobre a apresentação da situação atual das três bacias hidrográficas referente aos sistemas de abastecimento de água e de tratamento de esgoto.

No período vespertino, estão previstas uma Mesa de Diálogos sobre as ações aprovadas e em definição nos planos de recursos hídricos das bacias hidrográficas, para o abastecimento de água e tratamento de esgoto; e a formação de Grupos de Discussões e Pactuações sobre ações sustentáveis que garantam a água a todas as atividades socioeconômicas e ambientais das bacias hidrográficas. 

O diálogo construído no evento terá como objetivos promover parcerias, fortalecer a cooperação e a capacidade de implementar ações de gestão sustentável da água e saneamento, para atender às demandas hídricas ambientais e socioeconômicas nas bacias dos rios Urussanga, Araranguá e afluentes catarinenses do Mampituba.

O evento terá caráter participativo e envolverá os segmentos do poder público, dos usuários de água e da população dos 29 municípios inseridos nas três bacias hidrográficas do extremo sul catarinense. As inscrições podem ser efetuadas pelo link http://dialogosul2019.regg.co/

 

Mais informações: comitedoriourussanga@gmail.com

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Seminário de Piscicultura em Caçador reforça avanços do mercado e novas tecnologias

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Com palestras das mais variadas, o 5º Seminário Regional de Piscicultura, realizado em Caçador, objetivou motivar os piscicultores a ampliarem suas fontes de renda e realizarem mais investimentos, buscando otimizar os índices de produtividade. 

O evento foi uma realização da Prefeitura de Caçador, em parceria com a Associação dos Piscicultores e Epagri, com apoio da FAPESC, Nicoluzzi, Guabi, Sicoob Caçador, Engepesca, Aquasul, Agricotec e Governo de Santa Catarina. 

“O evento foi muito importante. Uma ótima oportunidade para atualizações e esclarecimentos sobre oportunidades e avanços do mercado, sanidade na produção de peixes e a legislação ambiental que envolve o tema”, destacou a secretária de Agricultura, Christiane Driessen.

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Na abertura do evento, o vice-prefeito, Alencar Mendes, enfatizou a importância de se aprimorar as técnicas para ampliar os ganhos com a piscicultura. “Parabenizo a organização do evento pelo alto nível das palestras, que certamente trouxe um ganho em conhecimento muito grande para os nossos produtores e de toda a região”, finalizou.

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O coordenador do Seminário e técnico da Epagri, Carlos Roberto Teixeira, ressaltou que houve vários elogios por parte dos expositores e pelo público da região em relação a infraestrutura e organização. “Recebemos elogios sobre os assuntos abordados e sobre o tradicional almoço, tendo como carne principal o peixe, produto do nosso seminário. As parcerias fizeram a diferença para o bom êxito do evento”, completou.

 

Mais informações: http://www.cacador.net/

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O desenvolvimento socioeconômico e ambiental através da apicultura será discutido em São Joaquim

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O 34º Encontro Catarinense de Apicultores e Meliponicultores vai acontecer nos dias 16 e 17 de agosto, no Parque Nacional da Maçã, na cidade de São Joaquim.

O tema desse ano será Apicultura: Desenvolvimento Socioeconômico e Ambiental. “Tudo está sendo feito para os apicultores e meliponicultores de Santa Catarina. A participação é fundamental para a busca de soluções e informações”, diz Ênio Cesconeto, presidente da Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores – FAASC, uma das realizadoras do evento, junto com a Epagri, a Confederação Brasileira de Apicultura, a Associação Serrana de Apicultores – Asa, Senar e Sebrae. O encontro tem o patrocínio da Implavel, Apitec, Osjuan e a Imesul Metal Apícola e apoio da prefeitura de São Joaquim.

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A organização do encontro acredita que mais de 600 pessoas devem participar da programação técnica, que inclui palestras, mini-cursos, mesas redondas, com profissionais do Uruguai, da Bahia, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. “Nesse momento de crise do mercado do mel, teremos uma mesa redonda discutindo o assunto. Teremos também uma mesa tratando dos problemas ambientais, da mortandade de abelhas, com várias instituições envolvidas para tentar buscar soluções”, diz Ênio. Durante o encontro será escrita a Carta dos Apicultores, que será encaminhada ao governo do estado, ministério da Agricultura e a todas as instituições com atribuição na solução dos problemas relacionados aos apicultores e meliponicultores de Santa Catarina. As inscrições para os cursos técnicos podem ser feitas pelo link http://www.faasc.com.br/inscricoes até o dia 30 de julho, ou presencialmente no Encontro.

O evento tem ainda uma programação específica para as associações de apicultores, a Assembléia Geral da FAASC. Paralelamente vai acontecer a Expofeira, que esse ano foi ampliada para 50 metros. A Expofeira anterior, realizada em 2016 em Porto União, teve 40 metros. Esse ano irão participar mais de 20 empresas da área de insumos apícolas e equipamentos da Argentina, Rio Grande do Sul, Paraná, além de cerca de 14 empresas de Santa Catarina. A Expofeira é gratuita e aberta ao público, que terá aceso ao melhor da tecnologia de apicultura catarinense. Fonte: Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina

 

Mais informações: http://www.faasc.com.br/

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