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Turvo, a líder no plantio de arroz no Sul investe na pitaya e turismo rural

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Números mostram a força da produção agrícola e a relação direta com a forte mecanização do campo

O ponto alto da agricultura turvense é, sem sombra de dúvidas, o cultivo de arroz. O município possui quase 10,5 mil hectares para este tipo de plantação, o que coloca a cidade como a maior produtora de arroz da região Sul catarinense. Turvo também é considerada a capital catarinense da semente de arroz, uma semente certificada em parceria com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

“O município tem 1,2 mil hectares para a plantação de sementes de arroz. Esse é um produto que colaborou grandemente para o desenvolvimento da cidade e os produtores têm o apoio dos governos Municipal, Estadual e Federal para que continuem crescendo e contribuindo com o crescimento de Turvo e da região como um todo”, pontua o prefeito, Tiago Zilli.

O município conquistou, ainda, o título de “Capital da Mecanização Agrícola” e os números falam por si: são 887 tratores, 339 plantadeiras de arroz e 157 colheitadeiras de arroz. “São indicativos que mostram a força da produção agrícola em Turvo, inclusive por meio da mecanização. Por isso, o Município procura investir bastante em infraestrutura, para que os produtores tenham boas condições para cultivar e comercializar seus produtos”, afirma Zilli.

Segundo na AMESC

O prefeito lembra que, no ano passado, o Governo recebeu o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com os indicativos de Turvo. Ele ressalta que “esses dados também mostram um pouco da grandeza de Turvo”. Zilli frisa que, atualmente, o município conta com cerca de 13 mil habitantes, o que não impede Turvo de ter bons indicadores. “Somos o segundo maior movimento econômico entre os 15 municípios da AMESC, ficando atrás apenas de Araranguá”.

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Pitaya, uma das novidades na produção agrícola de Turvo

Em busca de vocação no turismo

Na busca por alternativas para diversificar a economia, Turvo achou um norte que vem crescendo. Tendo como pontos turísticos o Morro Três Marias, o Morro Pelado e o Museu Municipal – com cerca de 2 mil peças de acervo da época da colonização –, a Prefeitura passou a investir no turismo, tanto de eventos quanto de negócios e, agora, no rural.

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“Também teremos, em breve, o primeiro Museu Público da Mecanização Agrícola. Mesmo assim, apenas esses pontos não são suficientes para movimentar o turismo. Pensando nisso, há dois anos, foi inaugurado o Centro de Eventos Professora Iria Angeloni Carlessi, um dos maiores da região. Ele é bastante procurado por grupos de todo o Sul catarinense, até de cidades mais distantes, para a realização de eventos variados e feiras de negócios”, explica a diretora de Turismo, Janaína Nicolette Pedro.

Ela lembra, ainda, que o município atrai milhares de visitantes para a Festália, nos anos pares, mais voltada para a cultura do povo e a colonização italiana, e para a Festa do Colono, em anos ímpares, bastante focada no agricultor, com o desfile e a Arrancada de Tratores, uma das maiores do gênero na região, além da Feira de Negócios. “Essas festas atraem turistas para o Turismo de Eventos e também o de Negócios, além de movimentarem a economia do município como um todo”, pontua.

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Turvo ganhou um Centro de Eventos

Incentivos ao turismo rural

Em parceria  com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), a Administração Municipal investiu em um Curso de Turismo Rural. Além da aprendizagem, ele serve para conscientizar e incentivar produtores que possuem propriedades rurais, principalmente nas proximidades da BR-285, a abrirem as portas para visitantes, seja transformando em uma pousada ou em um restaurante, por exemplo.

“Pode ser normal para a gente, mas tem pessoas que nunca tiraram leite direto da vaca ou andaram a cavalo, nunca colheram a fruta direto do pé, e elas estão dispostas a pagar por isso. É um tipo de turismo que está em plena expansão em cidades mais do interior, por isso recomendamos que os produtores adaptem suas propriedades e passem a receber essas pessoas”, ressalta a diretora.Fonte:https://www.4oito.com.br. Vanessa Amando/Fotos: Daniel Búrigo / A Tribuna

 

 

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Segundo a Epagri Joinville tem pelo menos 1.500 pessoas dedicadas ao turismo rural

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Setor ganha força com profissionalização de moradores que transformam chácaras e sítios em empreendimentos para lazer e atividades pedagógicas 

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A comunidade rural de Joinville está conseguindo gerar renda e promover um olhar diferenciado da população para o campo, tendo como aliada o empreendedorismo.

Nos últimos anos, vem ganhando força o turismo rural e pedagógico nas propriedades do interior. Prova disso é que, somente em 2018, cerca de 12 mil a 15 mil crianças e adolescentes visitaram a zona rural da cidade por meio de excursões escolares. Isto sem contar o incalculável número de famílias e adultos que buscam opções de descanso e lazer fora do centro urbano.

O circuito do turismo rural de Joinville é formado pelas comunidades: Estrada da Ilha, Estrada Bonita, Piraí, Quiriri e Dona Francisca. Em ambas as regiões tanto os joinvilenses quanto os visitantes vindos de fora são brindados com cenários naturais e atrações diversificadas.

Estimativas da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), na Região Norte, dão conta que ao menos 1,5 mil pessoas estão ligadas ao turismo rural no município. Além disso, nos últimos seis anos cerca de 120 pessoas participaram do curso de empreendedorismo voltado para jovens rurais na entidade, com o intuito de desenvolver projetos de vida visando a permanência no campo. Conforme a engenheira agrônoma da Epagri, Dione Benevenutti, a maioria das iniciativas tem relação com o turismo rural.

Dentre as modalidades em expansão estão as opções que contemplam o turismo ecológico. No município se destacam ainda os pesque e pagues, que, no início dos anos 2000, já representavam 35% do segmento a nível rural, além dos setores de hospedagem, venda de produtos e alimentação.

“Joinville tem ao menos 57 piscicultores e um número já consolidado de pesque e pagues, principal referencial do turismo de lazer no campo em Joinville. O que se percebe é que agora tanto o turismo voltado para aventura quando os cafés coloniais têm crescido bastante e muitos jovens optam por ficar nas propriedades e estão investindo nas terras da família”, destaca Dione.

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Roteiro pedagógico em Joinville

Outro grande propulsor do setor em Joinville é o projeto de turismo pedagógico Viva Ciranda, criado em 2010 e relançado em 2013, e que movimenta parte do contingente de crianças de escolas públicas e privadas de Joinville até a zona rural. O intuito, além de fomentar a geração de renda e valorização das famílias rurais, é de oferecer aprendizado por meio de atividades educativas e recreativas no campo.

A ideia serve como via de mão dupla, primeiro por incentivar as potencialidades e garantir o selo de qualidade das propriedades participantes; em contrapartida, para os alunos, é uma oportunidade de imersão em temas trabalhados dentro de sala de aula e que envolvem a agricultura, os animais, a vegetação, além de cultivos de produtos orgânicos e de flores.

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“Atualmente, 14 propriedades rurais participam do Viva Ciranda e estão preparadas para receber as crianças com o roteiro pedagógico adequado para cada faixa-etária e de acordo com o conteúdo proposto pela professora”, aponta Anelise Falk Rosa, que coordena o Viva Ciranda. Isso ajuda ainda a atrair outros visitantes e turistas que buscam alguma opção de lazer fora da área urbana, que querem o contato com a natureza e uma gastronomia diferente e mais simples, visitando essas propriedades nos finais de semana”.

Consolidada, a iniciativa já serve de inspiração para a implantação de projetos semelhantes em outras cidades, entre elas a vizinha Massaranduba, com o projeto Viva + Massaranduba, lançado recentemente. Fonte:Jornal A Notícia – Por Luan Martendal -luan.martendal@somosnc.com.br / Foto: Carlos Junior, especial

 

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Turismo ecológico ganha força, gera renda para famílias rurais e permanência de jovem no campo

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Propriedades da família Kersten e da família Tamazia são exemplos das potencialidades de novos negócios no campo. Propriedade de Ango Kersten tem mais de 25 anos no turismo rural, no município de Joinville.

O Jornal A Notícia  trouxe um pouco da história de uma das pioneiras em investir no turismo rural em Joinville: a família Kersten. Desde a década de 1990, Ango, o patriarca, abre sua propriedade de cerca de 160 mil metros quadrados para visitação.

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Ao lado da esposa Ivanir, o anfitrião mantém o local instalado na Estrada Bonita aberto para visitação desde 1992, sendo que três anos mais tarde já recebia excursões de escolas e faculdades. De lá para cá as duas filhas do casal também se profissionalizaram para ajudar nos negócios.

Agora, o sítio recebe também grupos de adultos e idosos, atraídos pelos produtos coloniais feitos no local e têm a possibilidade de conhecer animais exóticos, um museu rural, ou apreciar um bom café.

— Quando criamos o museu e abrimos a propriedade para visitação a ideia era transmitir um pouco de história e da cultura dos antepassados às crianças das escolas que nos visitavam. Mas o que acabou surpreendendo é, que, principalmente as pessoas da 3ª idade que conhecem este espaço se emocionam, choram, porque viveram isso tudo e resgatam um pouco das suas próprias histórias — relata Ango.

O acervo do museu é composto por cerca de 870 peças, desde itens simples como discos de vinil e fitas cassete a até máquinas de escrever, ferramentarias e uma colheitadeira datada de 1895. Fotos antigas das primeiras excursões e da própria família, que está na sexta geração, também são compartilhadas. “A tecnologia evolui muito rápido, então reúno aqui coisas que já não existem e que nem são tão antigas assim, mas que para a maioria das pessoas traz um pouco de cultura”, considera.

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Ango Kersten mostra o museu rural feito por ele

O ambiente é aberto diariamente das 7h30 às 18 horas ao custo de R$ 15 (consumo mínimo) e oferece ainda passeios de trator (R$ 15 a parte) – que passa sobre as águas do Rio Pirabeiraba – além de comércio de artesanatos e iguarias do interior, como caldo e melado de cana, geléias e mel, cucas, pães e bolachas. O melado, inclusive é feito uma ou duas vezes na semana dentro de um “tacho”, levando 360 litros de cana-de-açúcar, colhida diretamente no terreno e que dá origem a 55 litros de melado por receita.

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Joice é uma das herdeiras de Ango Kersten e ajuda a família nos negócios

Permanência do campoA tradição familiar fez com que Juliana Kersten, de 29 anos, decidisse ficar nas terras da família depois de adulta, assim como a irmã Joyce, que também trabalha na propriedade. Juliana começou a ajudar ainda pequena, aos 13 anos de idade, como guia de excursões e aprendeu com a mãe a fazer cucas, bolachas e pães para venda. Ela participou do curso de especialização da Epagri e como resultado, criou a pouco mais de um ano o seu próprio negócio.

Em um empreendimento anexo ao sítio dos pais, Juliana mantém a Alles Blau – Cuca e Café, na qual vende produtos caseiros aos fins de semana e feriados a partir das 10 horas, e também funciona como café colonial, das 15h às 19h.

— Quando a gente gosta do que faz, se espelha nos seus pais, investe no turismo e vê que está dando certo, talvez até pensa, mas não concretiza a saída do campo. Então por esse histórico familiar e de fazer o que eu gosto, acho que não teria oportunidade melhor do que estar investindo com a sua família e para a sua família — considera Juliana.

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Piscinas naturais e áreas de eventos no campo estão entre os potenciais de negócios do ecoturismo em Joinville

Eco turismo e eventos ganha força

Vanessa Venzke Falk, presidente do Joinville Convention Bureau, avalia que a utilização de espaços rurais voltados ao turismo e para a realização de eventos também está crescendo como um todo em Joinville. Isto considerando que o turismo rural é uma tendência a nível nacional.

— As pessoas estão buscando mais essa aproximação com a natureza e em Joinville esse movimento não é diferente. Hoje já temos diversas propriedades rurais abertas e voltadas a este mercado, mas ainda pouco conhecidas, então temos um potencial ainda muito maior a ser explorado — reforça.

— Quando vamos em busca de captar eventos, as opções rurais também são lembradas como um atrativo a parte à escolha da cidade para sediá-los — completa.

Em uma propriedade distante cerca de 20 quilômetros do Centro, está outro exemplo das potencialidades do turismo rural joinvilense, tanto em sediar eventos quanto em promover diversão para a família toda. Com 190 mil metros quadrados, o Parque Ecológico Caminho das Águas, na Estrada Piraí, reúne centenas de pessoas aos sábados, domingos e feriados em torno de três piscinas naturais abastecidas com a água de um afluente do rio.

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Rogério Tamazia trabalha com turismo rural, negócio que garantem parte da renda da família

O espaço, ao custo de R$ 15 a entrada, conta ainda com 39 quiosques para churrasco e área de camping (a locar), além de trilhas em meio a mata nativa e lanchonete.

Conforme um dos donos das terras, Rogério Tamazia, o local foi viabilizado na década de 1990 depois que seu pai comprou o terreno, que antes servia para extração de britas e o revitalizou. Com a ajuda de um sistema de captação, a água percorre galerias até chegar às três piscinas do espaço, duas delas com até 1,70 metro de profundidade e a outra com 2,10 metros. Depois do uso, semanalmente a água é escoada novamente para seguir o curso do rio e é renovada para uso dos banhistas na semana seguinte.

— É um negócio que demandou bastante investimento, mas que deu certo. Além de complementar a renda da família, eu particularmente adoro a natureza. Sou apaixonado por isso tudo, então o legal de ter esse tipo de negócio é que o reconhecimento (dos visitantes) é imediato — aponta Rogério.

Hoje o Caminho das Águas já disponibiliza o espaço para aniversários e confraternizações empresariais, mas na área comum aos demais visitantes. No futuro, a intenção da família é ampliar os negócios. Dentre as intenções está a construção de chalés e a implantação de uma área própria para festas. Fonte: Jornal A Notícia – Por Luan Martendal / luan.martendal@somosnc.com.br / (Foto: Carlos Junior, Especial)

 

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Turismo rural: conheça opções para visitar em Joinville

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As propriedades rurais joinvilenses voltadas ao turismo têm em comum o privilégio de abrigar belas paisagens, por vezes, formadas em meio a vastas áreas verdes, sob o som dos pássaros, árvores frutíferas e o barulho da correnteza dos rios e das cachoeiras. Uma reunião de encantos, que serve de refúgio a quem busca se conectar com a natureza e desligar do corre-corre da vida urbana, mesmo que por algumas horas.

Na Estrada da Ilha, o colorido das flores é cartão-postal; na Dona Francisca, casas em enxaimel, alambiques de cachaça artesanal e deliciosos pastéis e caldos de cana ganham espaço. Já para quem busca boas opções gastronômicas, de hospedagem e entretenimento, a Estrada Bonita é o destino mais procurado. Há ainda a rota dos pesque e pagues, recantos, e estabelecimentos que oferecem trilhas e camping, estes em especial nas regiões do Piraí e do Quiriri.

Listamos alguns desses locais, a maioria deles vinculados ao projeto Viva Ciranda ou com a Associação de Turismo Eco Rural de Joinville (Aterj). Confira opções para conhecer:

1.Região do Piraí

Local: Sítio Canto dos Pássaros

Endereço: Estrada Comprida, 2,5 km após o Pórtico de acesso do Vila Nova

Contato: (47) 3439-6292

Local: Rancho Alegre

Endereço: Estrada Piraí, 2551 – Vila Nova

Contato: (47) 99222-2040

Local: Família Schroeder

Endereço: Estrada dos Morros, 1600 – Vila Nova

Contato: (47) 3439-5234

Local: Vale do Ouro Eventos e Pousada

Endereço: Estrada do Salto 1,5650 – Vila Nova

Contato: (47) 98808-4688

Local: Recanto das Arrozeiras

Endereço: Rodovia do Arroz, 413 – Vila Nova

Contato: (47) 98843-2063

Local: Parque Ecológico Caminho das Águas

Endereço: Estrada Piraí, poste 127 – Vila Nova

Contato: (47) 991665200

Local: Pesque e Pague Piraí

Endereço: Estrada do Atalho – Vila Nova

Contato: (47) 3439-5180

Local: Pesque-Pague Sítio 3 Lagoas

Endereço: Estrada do Salto, 2 – Schroeder I – Vila Nova

Contato: (47) 99108-3623

 

2.Região Dona Francisca / Quiriri

Local: Quinta da Mildau – Estrada Mildau, 1747

Endereço: Estrada Mildau, 1747 – Pirabeiraba

Contato: (47) 99146-0085

Local: Sítio Vó Bia

Endereço: Estrada Isac, S/N – KM 02 – Pirabeiraba

Contato: (47) 3433-9667

Local: Apiário Pfau

Endereço: Estrada do Rio da Prata, poste 25 – Pirabeiraba

Contato: (47) 3428-0136

Local: Hotel Fazenda Dona Francisca

Endereço: SC-418, km 19 – Pirabeiraba

Contato: (47) 4063-9960

Local: Vale das Nascentes

Endereço: Estrada Quiriri, 9764 – Pirabeiraba

Contato: (47) 4101-1313

Local: Canela Preta

Endereço: SC-418, 18 – Pirabeiraba

Contato: (47) 98850-1482

Local: Café Rural Família Roos

Endereço: Estrada Comprida, 1200 – Vila Nova

Contato:(47) 3439-6290

 

3.Região da Estrada Bonita

Propriedade de Ango Kersten(Foto: Carlos Junior, especial)

Local: Propriedade Ango Kersten

Endereço: Estrada Bonita, km 20

Contato: (47) 3464-1432

Local: Restaurante Tia Martha

Endereço: Estrada Bonita, km 8

Contato: (47) 3437-7130

Local: Recanto Estrada Bonita

Endereço: Estrada Bonita, km 8

Contato: (47) 3436-9535

Local: Pesk Pague Reinaldo Hattenhauer

Endereço: Estrada Bonita, km 8

Contato: (47) 3464-1500

Local: Pousada e Restaurante Grun Wald

Endereço: Entrada da Estrada Bonita

Contato: (47) 3464-1004 (pousada) e (47) 3464-1271 (restaurante)

 

4.Região da Estrada da Ilha

Local: Agrícola da Ilha / Parque Dos Hemerocallis

Endereço: R. Ten. Antônio João, 4257 – Jardim Sofia

Contato: (47) 3473-0628

Local: CTG Chaparral

Endereço: Estrada Alvino Souza do Nascimento, 958 – Pirabeiraba

Contato: (47) 3424 6196

Fonte: Jornal A Noticia – Por Luan Martendal luan.martendal@somosnc.com.br

 

Mais informações: http://www.aterj.com.br/

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Didio Silva um exemplo no Turismo Rural na Agricultura Familiar na Serra Catarinense

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Tudo começou quando a família do Senhor Luiz Carlos da Silva tinham como principal atividade um pomar de maças desde 1986 porém,com a instabilidade comercial e intempéries climáticas, acabaram passando por muitas dificuldades financeiras foi quando em 2008 desistiram da atividade, venderam parte da propriedade para saldarem dividas e saíram da propriedade em busca de trabalho. Surgiu uma oportunidade de trabalhar em uma pousada rural.

E foi ai nesta experiencia que perceberam a oportunidade no turismo de retornar a sua propriedade e começar seu próprio negocio. O sonho se tornou real em 2013 onde em 2013 através de uma reunião na Epagri o qual apresentaram o programa SC Rural, uma politica publica de incentivo a agricultura familiar. Após 2 anos de reuniões e trabalhosa fundaram  a Associação Bonjardinense de Turismo Rural, possibilitando-os a acessar os recursos para consolidar o seu tão sonhado espaço para hospedagem, enfim o sonho deles se tornou real.

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Os turistas chegam em sua propriedade se organizam tomam um café enquanto seu Didio prepara os cavalos, as famílias principalmente se sentem super bem acolhidas pela energia do casal, a  maioria busca ,paz e tranquilidade e poder passar por esta experiencia incrível que é o contato com a natureza através da trilha com cavalgada de 14 km ida e volta até os cânions, passando por muitos lugares de natureza única preservada e obstáculos bons digamos, perguntei a uma turista que vive na correria do dia a dia na grande  São Paulo, como ela estava se sentindo ali já que nunca havia andou a cavalo e como estava sendo esta experiencia ela respondeu que estava muito realizada e se sentindo em outro mundo aquele que se sente a leveza na alma, alivio na mente e esperança no coração sem os agito onde mora, que ali sentiu-se completamente com a alma livre e leve em plena felicidade e principalmente os cavalos são tão doceis que se sentiu segura para realizar o passeio relata a turista.

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Lugar de belezas únicas, contemplar a exuberância intacta da natureza e com toda segurança do mais experiente Senhor, Didio Silva e sua família que proporcionam momentos inesquecíveis aos turistas .

Passeio maravilhoso em meio as serras e araucárias. A atenção e simpatia do guia Didio deixaram o passeio ainda mais encantador! Sem contar o almoço delicioso preparado pela Dona Dalva, ao chegarmos de volta após a cavalgada, este dia foi inesquecível e realmente a serra Catarinense é rica em belezas naturais e principalmente de pessoas que sabem ser hospitaleiras, espero que outras pessoas o vejam como inspiração para pensar em um projeto uma fonte de renda assim com base no potencial da agricultura familiar para o turismo, seja em Bom Jardim ou São  Joaquim que muitos turistas com certeza sonham em viver a experiencia de estar em contato direto com eles até nos pomares de maça, pois os turistas que veem de fora buscam viver experiencias que sintam realmente uma essência pura para seus filhos sentir,viver com isto vamos estar valorizando as pessoas como um todo as pessoas que vivem através do meio rural e os turistas que almejam encontrar pessoas como seu  Didio dona Dalva que superaram suas dificuldades enxergando o potencial que tinham.

https://saojoaquimonline.com.br/della-rosa/2019/02/15/didio-silva-um-exemplo-no-turismo-rural-na-agricultura-familiar-na-serra-catarinense/

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Fomento ao turismo rural em Anita Garibaldi

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Uma das promissoras fontes de renda para o pequeno agricultor e o desenvolvimento local é o turismo. O município de Anita Garibaldi, na Serra Catarinense, ainda que de forma discreta, vem almejando o desenvolvimento das pequenas propriedades rurais.

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Para dar sequência aos trabalhos iniciados pela Prefeitura Municipal, em parceria com a Epagri em 2018, aconteceu o primeiro encontro do Grupo de Desenvolvimento do Turismo e Conselho Municipal de Anita Garibaldi neste ano de 2019, na propriedade de Vilma Zaparolli.

As reuniões acontecem itinerantes e a cada encontro reúne um número maior de participantes, reunindo cerca de 20 pessoas.

O prefeito municipal João Cidinei da Silva enfatizou a importância de o grupo estar formado e a cada reunião somar com novos integrantes. João destacou total apoio ao turismo e falou de alguns projetos de estrutura da cidade para futuramente receber os visitantes.

O presidente da Câmara de Vereadores, Hugomar Zanchetta, também se fez presente e se colocou à disposição do grupo, bem como a Câmara de Vereadores para apoio ao turismo no município.

Os participantes realizaram um bate-papo com representante do Banco da Família, o qual enfatizou sobre linhas de crédito para investimentos dos pequenos agricultores. A representante da empresa Oportunidade Gestão de Pessoas, Roselei Ludvig, da cidade de Piratuba/SC, destacou aos participantes alguns pontos sobre o turismo na cidade que se destaca pelas águas termais.

Na oportunidade, foram repassadas informações sobre o Projeto Minhocando, o qual vem sendo desenvolvido no Centro de Educação Ambiental e também o curso relacionado ao turismo que será ofertado pelo Senar, através do Sindicato Rural de Anita Garibaldi.

ONa ocasião, os participantes desfrutaram um delicioso café colonial, servido pela proprietária Vilma Zaparolli.Fonte: Correio dos Lagos

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Anita Garibaldi tem sua economia baseada na agricultura, pecuária. Trabalha suas potencialidades turísticas, com a formação dos lagos da Usina Hidrelétrica Barra Grande, Usina Hidrelétrica Campos Novos e Usina Hidrelétrica Machadinho, lagos estes que proporcionaram ao município receber da Assembléia Legislativa de Santa Catarina o Titulo de Capital Catarinense dos Lagos.   

 

Mais informações: emanitagaribaldi@epagri.sc.gov.br

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Em Trombudo Central casa centenária nos leva ao começo do século passado

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Há cerca de tês anos, Mariany Uhlendorf e Ralf Kruger resolveram abrir a sua casa centenária para contar de uma forma diferente a história de seus antepassados.

A casa, em estilo enxaimel, tem quase 100 anos. É mobiliada com móveis e objetos que nos ajudam a imaginar como era a vida dos imigrantes alemães no começo do século passado, no sul do país.

A maioria dos visitantes são escolares. Eles são recebidos com música típica e muita alegria. A visita toda é planejada de acordo com a demanda dos professores e contemplam a história do município, com dados sociais e econômicos da época, aliada à educação ambiental, enfatizando a importância da biodiversidade.

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Além disso, as crianças participam de práticas colaborativas, que são muito parecidas com brincadeiras, mas que despertam o espírito de coletividade e solidariedade entre elas.

“Essas práticas colaborativas possibilitam que os alunos aprendam a partir da vivência, onde nós focamos principalmente no desenvolvimento humano das crianças. Essas atividades permitem que se trabalhe a liderança, a comunicação e os valores de cada um. Possibilita que cada um reflita um pouquinho sobre eles mesmos e sobre o ambiente em que estão inseridos”, explica Leonir Claudino Lanznaster, extensionista do escritório municipal da Epagri de Trombudo Central.

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Na Kruger Haus, os visitantes voltam no tempo e nenhum detalhe de como era a vida naquela época é deixado pra trás. Passeando pela casa, guiados pelos proprietários vestidos a caráter, as crianças conhecem detalhes da arquitetura, da mobília, dos utensílio e se divertem ao ouvirem como era rotineiro o uso de um objeto que hoje em dia já não se vê: o penico.

Mariany e seu marido valorizam a história de seus antepassados e procuram despertar o interesse dos visitantes em descobrir suas raízes. “Nós temos como objetivo proporcionar aos professores e aos alunos esse resgate sócio-econômico-cultural, trazendo à tona esse sentimento de pertencimento. Porque o meu bisavô sempre dizia que quando você conta uma história, você resgata uma lembrança, e honra a memória dos antepassados” – comenta Mariany Uhlendorf.A Kruger Haus fica na Rodovia SC 281, no Bairro Km 10 em Trombudo Central, no Alto Vale do Itajaí.Fonte:Epagri

 

Mais informações: https://www.facebook.com/KrugerHausTC/

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Guaraciaba realizará treinamento em turismo rural

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A Administração Municipal de Guaraciaba através da Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo estarão promovendo nos próximos dias 30 e 31 de janeiro, um treinamento em Turismo Rural – Identificação e Seleção de Oportunidades de Negócios.

Essa iniciativa tem como parceiros o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – SENAR – e o Sindicato dos Produtores Rurais. O treinamento ocorrerá na sala em anexo ao Centro de Multiplouso Armando Domingos Montagna.

Conforme informações do Diretor de Departamento de Turismo e Desenvolvimento Econômico Claiton Neumenn para participar é necessário ter a idade mínima de 18 anos e ser produtor ou trabalhador rural em atividade econômica relacionada ao treinamento. As inscrições deverão ser feitas até o dia 29, diretamente na Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo. Lembrando ainda que as vagas são limitadas.

Durante o treinamento serão abordados assuntos sobre o turismo no meio rural, a situação do turismo rural no Brasil, a organização do turismo rural em outros países, os benefícios e problemas das atividades de turismo rural, produtos turísticos do meio rural, oportunidades de negócios de turismo rural nas propriedades e comunidades rurais e planejamento de atividades de turismo rural nas propriedades e comunidades rurais.

Claiton lembra ainda que o município já possui um Roteiro Turístico Experimental, e em virtude disso, o município busca dar suporte aos produtores que fazem parte ou possuem algum interesse no turismo rural. O município de Guaraciaba já possui também uma Associação de Turismo – AGT – que auxilia na organização do turismo no município.Fonte:Cinthia Borsatto/ Assessoria de Imprensa/Prefeitura Municipal

Mais informações: www.guaraciaba.sc.gov.br

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Rota turística Sabores da Fronteira

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Quem gosta de desbravar terras agrestes vai encontrar nos Caminhos da Fronteira o lugar ideal para suas aventuras. A região fica no extremo oeste catarinense e faz fronteira com os estados do Rio Grande do Sul e Paraná, além da Argentina. Esse fato é marcante para explicar a diversidade cultural encontrada em seus 18 municípios.

Nos Caminhos da Fronteira, as tradições dos imigrantes alemães, italianos e poloneses se misturam aos costumes gaúchos, paranaenses e argentinos, formando um rico mosaico cultural. O ecoturismo é uma das atividades mais promissoras dessa região ainda pouco conhecida pela maioria dos brasileiros. A beleza selvagem dos municípios é um convite para atividades como trekking, rapel e pescarias, entre outros.

História do Sabores da Fronteira

Durante encontro,a presidente da Instância de Governança de Turismo Caminhos da Fronteira, Maria Zanin, contou um pouco da história do turismo local.

“Como filha desta terra, como incentivadora do turismo, como engenheira agrônoma,  como empresaria,  quem me conhece, sabe, que há 20 anos insisto, incansavelmente,  na beleza da geografia do Extremo-Oeste, na rica diversidade cultural que construiu uma   impressionante capacidade de produção regional, quer seja no setor agro-pecuário, quer no setor industrial. Nossa identidade é clara. Somos uma pequena Europa, nossa Bacia Leiteira é a maior do estado, somos empreendedores, teimosos, hospitaleiros, nossas belas paisagens mudam a cada estação, nosso por de sol é o mais intenso, o mais colorido. 

Somando o   legado de todos aqueles que por aqui passaram, com nossa garra, a vontade de inovar, nossa determinação em transformar a Décima Região Turística do Estado de Santa Catarina batizada, em 1998, Caminhos da Fronteira   num atraente destino turístico, nos reunimos para trabalhar nesta pequena rota em agosto de 2017. 

 

Vivemos sim, nos últimos três anos uma época de ouro na história do turismo regional. No ano de 2016, a Instância de Governança em parceria com a ACISMO, e a Secretaria Estadual de Turismo, SOL, haviam feito um forte trabalho para recadastramento dos municípios junto ao ministério do Turismo. Através deste processo o Mapa da Caminhos da Fronteira ampliou-se. Crescemos de 9 para 13 municípios, todos qualificados a trabalhar com turismo.  Neste mesmo ano a AMEOSC através do SEBRAE e dos Consultores Roni Rodrigues e Sisse Abdala trabalhavam na criação do primeiro roteiro turístico regional, que foi apresentado ao público no final de 2017. Ainda em 2016 a Rota do Campo, do município de Iraceminha passou a fazer parte da Caminhos da Fronteira. Ali, 19 produtores rurais recebem em suas propriedades, apresentando um pouco da lida do campo e das delicias da cozinha colonial. 

Foi neste ano ainda que agência Ar Livre Ecoturismo, empresa de Anchieta, criadora e operadora da Rota dos Canyons chamava atenção de todo estado para beleza de nossas cachoeiras e matas e para nosso potencial no turismo de aventura, trazendo para cá os voos de balão e os passeios na Kombi.

 

De zero até cinco num piscar de olhos as cervejarias regionais foram inauguradas. Sim, contamos hoje com cinco cervejarias. A cachaçaria, ganhava prêmios, tornando conhecido até o nosso pequeno Paraíso. As queijarias, já famosas, foram ampliadas, a vinícola, alemã foi repaginada apresentado novos produtos, a Fruteria trouxe os famosos pêssegos para o centro de Descanso, o lago de Tunápolis ia tomando forma de parque. Os hotéis se modernizaram, e a gastronomia tomou folego com tantos produtos locais a oferecer. Os municípios se organizaram em colegiados e em associações incentivando a cultura e reconhecendo o turismo como atividade, enfim.Dessa forma, através de tantos encontros, de tantas descobertas, as ideias foram se somando. 

Na mesa de discussão do grupo no primeiro dia, além do desejo de valorizar nossa terra estava a vontade de apresentar o  trabalho e dedicação de nossas empresas, oferecendo aos visitantes o que fazemos de melhor. Nascia, assim, a Rota dos Sabores da Caminhos da Fronteira. Um circuito que mostra a região através de seus sabores mais marcantes e de suas mais belas paisagens. Um passeio que foi pensado para ser desfrutado a partir de qualquer ponto da região, em grupos ou em incursões individuais. Um passeio que pode ser oferecido a quem vem nos visitar, a quem está a trabalho por aqui e tem um dia livre, ou pode nos levar a viajar por todos os recantos que ainda não conhecemos da nossa própria região.

A Rota Sabores da Fronteira pode ser visitada também através das agências de viagem parceiras, e então   este circuito se torna um roteiro completo, de dois dias. A Rota pode ser um passeio combinado como simples visita, particularmente, com qualquer uma das empresas integrantes, que estão prontas para recepcionar e conduzir o visitante ou o grupo, através dos telefones de contato, horários de recepção e nome de pessoas que constam do folder e também estão na fanpage.

Compõem e mantêm a rota as seguintes empresas:

01 – BirrifícioFrisanco – Anchieta 

02 – Ar Livre Eco Turismo – Anchieta

03 – GranMestri – Guaraciaba

04 – HeatzBrazil – Paraíso 

05 – Hotel Solaris – São Miguel do Oeste

06 – Hotel San Willa's – São Miguel do Oeste 

07 – Cervejaria Big John – Descanso 

08 – Frutas Zilli – Descanso

09 – Park Beer – Tunápolis

10 – Vinícola Marx – Iporã do Oeste

11 – Fritz Beer – São João do Oeste

12– Empório LacLelo – São João do Oeste 

13 – Cervejaria Lass Berg – Itapiranga

 

Mais informações: ameosc.projetos@ameosc.org.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Vinícola Marx se destaca na rota Sabores da Fronteira

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Como empresa integrante da rota Sabores da Fronteira, a vinícola recebe turistas que vêm para conhecer a fábrica e fazer a degustação dos vinhos.

A enóloga e sócia proprietária da Vinícola Marx, no município de Iporã do Oeste, Naira Marx, comenta que o convite para participar da rota foi feito pela Associação Comercial e Industrial da cidade.

A rota Sabores da Fronteira, lançada em novembro deste ano, surgiu da união de pessoas que tinham por objetivo incrementar o turismo na região. Atualmente são treze empresas integrantes da rota, com pontos turísticos que se estendem de Itapiranga até Dionísio Cerqueira.

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Naira Marx explica que a vinícola iniciou com seu pai Evaldo, o qual produzia o vinho colonial no porão de casa.

Por meio da Epagri, Evaldo Marx buscou novos conhecimentos e iniciou a empresa com o objetivo de produzir 50 mil litros de vinho ao ano.

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Com o passar dos anos, a empresa expandiu e a produção foi dobrada. Hoje a vinícola produz cerca de 120 mil litros de vinho ao ano, sendo a maior vinícola do extremo-oeste.

Naira conta que a maior produção está concentrada nos vinhos de mesa e vinhos finos, por serem os mais procurados. A vinícola também trabalha na produção de suco de uva, vinagres e outros produtos derivados da uva.

Recentemente a vinícola lançou o espumante moscatel. O objetivo, segundo a enóloga, é trabalhar para melhorar ainda mais a qualidade dos produtos. A venda é feita no extremo-oeste e em estados maiores, como Mato Grosso, São Paulo e Tocantins e a logomarca também está sendo alterada com o objetivo de apresentar melhor o produto.Fonte:www.peperi.com.br

 

Mais informações:https://www.facebook.com/vinicolamarx/

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