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“Recanto do Balseiro” referência em Turismo Rural com apoio do SC Rural

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Cercado pelas belas paisagens do município de Itá, no Oeste Catarinense, o “Recanto do Balseiro” é um convite irresistível para voltar no tempo. O local é referência quando o assunto é turismo rural e a história dos desbravadores balseiros do Rio Uruguai.

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A propriedade é da família Brand, Nilo, Ivanir e está localizada na Linha Simon. A forma de uma península para dentro do lago da Hidroelétrica de Itá, contribui para a beleza do local que fica integrada com a natureza e cercada pela água.

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O local é a memória viva dos desbravadores balseiros e segundo a história, nos anos 1918 e 1919, chegaram à região, os primeiros imigrantes italianos e que tiveram a ideia de transportar madeira de Itá para o Porto de São Thomé, na Argentina, quando ainda estavam edificando a cidade de Buenos Aires.

Como o peso, moeda argentina, era valorizada, tratava-se de um grande negócio. No verão, os balseiros derrubavam as árvores, amarravam e puxavam as toras até o rio. No período próximo às enchentes de São Miguel, levavam, pelo rio, as mercadorias para serem comercializadas. Havia no percurso 28 obstáculos nos 580 quilômetros de extensão. Desta forma, era preciso que as águas do Uruguai estivessem bastante altas para que a travessia fosse feita. Foi o bisavô de Nilo, seu João Simon, que começou o negócio. Logo depois, os filhos e mais tarde, os vizinhos viram a iniciativa como uma grande oportunidade de ganho. “Isso rendeu muito dinheiro”, recorda. 

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O bisavô João Simon era dono de uma vasta área de terra, onde hoje é a Linha Simon e o casarão onde morava com a família era de 16×14 metros quadrados, onde inclusive eram realizadas grandes festas e bailes. Com madeira serrada toda a mão para ser construída e levou cinco anos até ficar pronta. Com a construção da barragem, a área foi inundada e a casa derrubada, restaram as fotos.

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Já se vão mais de 80 anos. Com as mudanças ocorridas no município de Itá e o surgimento do turismo, o agricultor resolveu voltar a estudar e em 2007, formou-se bacharel em Turismo. Com conhecimento resolveu criar um empreendimento que pudesse contar um pouco da vida da família de seu bisavô e dos colonizadores – o Museu dos Balseiros.

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Os visitantes foram crescendo e algo faltava. Foi com o apoio do SC Rural que a família conseguiu construir a estrutura de um restaurante, onde são servidos pratos típicos. “Com esse apoio, melhorou muito os resultados, esse novo serviço era o que a gente precisava e melhorou em muito a renda do empreendimento”, destaca.

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O Recanto do Balseiro, está inserido na Rota de Turismo Rural  e além da beleza natural do local, devido a proximidade da água da barragem e da área de preservação da flora tem como atrações: restaurante, o museu do balseiro onde estão expostas antiguidades ligadas aos balseiros, com fotos que retratam as condições da época, um quiosque para recepção das pessoas que fazem a visitação com sala de vídeo, uma unidade de produção de geleias, pomares de frutíferas e uma área de produção de hortaliças.

Os turistas podem passear pelos parreirais de uva e pomares, com mais de 40 tipos de frutas, conhecer o Museu dos Balseiros, saborear um delicioso Café Colonial, porções de tilápia, polenta frita, pastéis, sopa de agnolini, bolachas, pães, cucas, doces caseiros, geleias, marmeladas, pão de milho, queijo colonial, salame, vinhos coloniais, wafle, nata, polenta entre outras e ainda adquirir iguarias.

Com apoio da Epagri, prefeitura municipal e Coopervaleitá o empreendimento possui uma boa visibilidade e bastante divulgado na rede hoteleira local e regional.

A Epagri foi responsável pelo projeto estruturante, apoiado pelo programa SC Rural, na linha de incentivo ao turismo rural. Segundo Graciane Biachin, extensionista rural da Epagri, “o potencial da propriedade e o nível de conhecimento histórico do produtor rural foram fundamentais para investir na ideia de turismo rural”. Já para Arlete Barionuevo, também extensionista rural da Epagri, “o Programa SC Rural e o Microbacias 2 foram grandes incentivadores para colocar tudo em prática, agregando valor à propriedade e oferecendo outra renda além da agricultura”.

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No endereço: https://www.facebook.com/scrural você pode acompanhar o depoimento de Nilo Brand

 

Mais informações: emita@epagri.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307 
Endereço eletrônico: imprensa@microbacias.sc.gov.br

Empreendimentos rurais de Agrolândia participam da Agro Vale 2018

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Através da Associação Acolhida na Colônia, empreendimentos rurais do município de Agrolândia participaram da Feira Multissetorial – Agro Vale 2018, realizada em Rio do Sul.

O Engenho Rio Bonito, o Sitio Makaan e o Pesque e Pague Trutas Will mostraram, no evento, toda a variedade e qualidade dos produtos que são produzidos e serviços prestados nas propriedades.

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A família de Morgana Prochnow é proprietária do Engenho Rio Bonito. Eles têm na produção de cachaça, melado, açúcar mascavo e geleia, toda feita de modo artesanal, sua principal fonte de renda. Vale destacar também a muss de morango caseira, feita como no tempo da Oma.
Através de um projeto estruturante a família recebeu apoio financeiro do SC Rural para 
reforma, melhoria e adequação de instalações beneficiamento de melado e açúcar mascavo.

 

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A Pousada Sítio Makaan caracteriza-se por possuir mais de 50% do seu território em reservas florestais. Além do turismo rural as principais atividades da propriedade são a criação de peixes e gado de corte. Um belo passeio que relata o dia a dia da vida no campo com passeios a cavalo, pesca, trilhas e lindas cachoeiras. Produtos coloniais e geleias de frutas da época. Passeios a cavalo.

A Pousada Sítio Makaan possui casas de campo com toda a infraestrutura necessária pra a realização das refeições, nelas você encontrará cozinha com geladeira, fogão a gás e lenha, churrasqueira, TV, banheiro, sala de estar, varanda e quartos com roupa de cama completa.

Proprietários: Karin e Pablo Schreiber. Também falam alemão. Wir sprechen auch Deutsch.
Localização: Serra do Carrapato, a 15 km do centro. Acesso pela Alameda Trombudo Alto. Contato:fazendamakaan@bol.com.br

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Pesque Pague de Trutas Will - Desde a década de 90 o casal Walfrido e Valdiria Will trabalham com a produção de trutas. A ideia surgiu como uma alternativa para manterem-se na propriedade, que durante certo tempo teve sua atividade econômica baseada na extração da madeira. O pesque pague trouxe retorno para a família que passou a ampliar sua estrutura. Hoje a propriedade possui cinco lagoas para pesca e berçário de peixes, além de área de alimentação para os visitantes.

Os principais pratos preparados são: a truta ao alho e óleo, truta com alcaparras e finas ervas acompanhados por deliciosa salada orgânica produzida na propriedade e o quentinho pão caseiro. Para quem aprecia assar sua própria truta, algumas churrasqueiras estão à disposição.

São 500 metros de trilhas que leva até uma cachoeira de 20 metros com duas quedas e cercada por belas árvores nativas; belos paredões propícios para rappel e escalada, desde A produção de peixes é o carro chefe da propriedade, destacando-se as tilápias, carpas e principalmente as trutas, mas a família também dedica parte do seu tempo para a criação de gado de corte e apicultura. Para o consumo da família o destaque vai para a produção orgânica de hortaliças, verduras, frutas, temperos e pequenas aves como galinhas, frangos e angulistas.

Da propriedade é possível levar as trutas limpas e fresquinhas, mas também frutas, verduras e temperos da época, assim como, o delicioso mel de abelhas.

Localização: Serra Velha, a 15 km do centro. Acesso pela Alameda Trombudo Alto. 47-3534-4306 / 98818-9943.

 

Mais informações: acolhida.com.br

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Epagri de Caibi participa do Grupo de Trabalho do Turismo Rural

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Durante uma reunião com os representantes do Grupo de Trabalho do Turismo Rural do município de Caibi, foram definidas as ações de curto prazo, como a visita técnica a todas as propriedades envolvidas para apresentação da análise dos potenciais de cada uma delas

Representantes do Governo Municipal de Caibi participaram de uma reunião com os integrantes do Grupo de Trabalho do Turismo Rural do município. O encontro foi realizado no gabinete do prefeito em parceria com o Setor de Turismo, Secretaria Municipal de Agricultura e Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Epagri). 

Na oportunidade, o prefeito Eloi Líbano, apresentou o plano de turismo do município, que dentre suas ações, prevê a implantação do turismo rural. Além disso, foram definidas as ações de curto prazo, como a visita técnica a todas as propriedades envolvidas para apresentação da análise dos potenciais de cada uma delas, já a partir da próxima semana. 

A coordenadora do projeto e diretora de Indústria, Comércio e Turismo de Caibi, Claudia Rigotti Biasi, menciona que ficou definida uma visita técnica com os produtores que integram o projeto, no roteiro ‘Caminhos da Roça’ em Concórdia, para coleta de ideias e sugestões.

O prefeito comenta que a intenção da Administração Municipal é oportunizar o desenvolvimento do turismo rural, onde a curto prazo, as propriedades caibienses poderão receber grupos, para venda dos produtos e mostrar os potenciais nesta área, em cada propriedade.Fonte:http://expressodoeste.com.br

 

Mais informações: emcaibi@epagri.sc.gov.br

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As riquezas do Faxinal do Bepe em Apiúna

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O mapeamento dos pontos turísticos do município de Apiúna, realizado pela Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo chegou à localidade conhecida como Faxinal do Bepe, que faz divisa entre as cidades de Apiúna e Indaial. Atualmente o local é praticamente abandonado, com terras indenizadas em nome da preservação ambiental, incorporadas ao Parque Nacional da Serra do Itajaí, criado em 4 de junho de 2004.

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"Do que um dia foi uma pequena comunidade, hoje restam apenas lembranças. A sensação de que o mundo acabou e você está ali sozinho é grande, porém a paz interior que lhe toma é indescritível. Das ruínas que ainda estão de pé, apenas a pequena capela ainda é preservada. Existe também uma pousada abandonada no local, que serve de painel para as assinaturas de visitantes", descreve o integrante da equipe e assessor de comunicação Willian Klaumann.

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Faxinal do Bepe ainda é um local por onde circulam muitos turistas, onde é possível realizar atividades de recreação, piqueniques, caminhadas, cicloturismo, banhos, contemplação, sensibilização ambiental e interpretação, observação de vida silvestre e competição esportiva de baixo impacto. Após fortes chuvas durante o início de 2018 as estradas de acesso sofreram grandes avarias, pontes foram arrancadas e houve muitas quedas de barreiras. O acesso por Apiúna no começo do ano foi recuperado, mas infelizmente o acesso por Indaial encontra-se intransitável para carros.

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Em seguida a equipe foi à localidade de Rio Novo, para visitação de uma propriedade que servirá de ponto de apoio para os turistas que procuram por alimentação e um bom descanso.Fonte:http://oindaialense.com.br/cotidiano/as-riquezas-do-faxinal-do-bepe-1.2054891

 

Mais informações:www.apiuna.sc.gov.br

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Serra Catarinense começa a desenvolver a valorização dos produtos locais

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A Serra Catarinense possui grandes potencialidades turísticas, gastronômicas e culturais e busca promovê-las. O Projeto Serra de Sabores, idealizado e desenvolvido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), tem ajudado a reconhecer a identidade e os diferenciais dos produtos da região para fortalecer a sustentabilidade dos pequenos negócios agroalimentares da agricultura familiar e das agroindústrias da Serra Catarinense.

 

A Serra Catarinense possui grandes potencialidades turísticas, gastronômicas e culturais e busca promovê-las. O Projeto Serra de Sabores, idealizado e desenvolvido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), tem ajudado a reconhecer a identidade e os diferenciais dos produtos da região para fortalecer a sustentabilidade dos pequenos negócios agroalimentares da agricultura familiar e das agroindústrias da Serra Catarinense.

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Uma das ações previstas para o ano de 2018, a de acesso a mercado, foi desenvolvida no mês de março com a realização de uma Missão Técnica de Benchmarking a Minas Gerais, referência nacional na questão de turismo gastronômico. Cerca de 40 empresários e representantes de entidades ligadas ao setor de turismo, comércio, agricultura e gastronomia da região participaram da viagem.

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Eles vivenciaram como empreendedores das cidades de Tiradentes, São Roque de Minas e Patrocínio trabalham a questão de indicação geográfica e a valorização de produtos e serviços gerados pelo agronegócio, turismo e gastronomia locais. “Eles estão muito organizados, possuem uma governança empresarial local muito forte. O poder público é apenas um ator. É o que desejamos que ocorra na Serra Catarinense”, frisa a analista Técnica do Núcleo de Agronegócio, Comércio e Serviços do Sebrae, Simone Amorim Pereira Cabral.

 

Experiências

A turismóloga da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Lages e assessora de turismo da Associação dos Municípios da Região Serrana (Amures), Ana Lucia de Liz Vieira, tem experiência de 25 anos na área.  

Ela destaca que atualmente várias entidades e instituições trabalham para desenvolver o setor. Cada município tem um gestor de turismo e a região está no Mapeamento Turístico Brasileiro. “Estamos trabalhando o resgate da identidade cultural e a capacitação de lideranças para o turismo. Ações como esta, realizada pelo Sebrae, são fundamentais. Saímos da Missão com um seminário planejado para ocorrer em junho”.

 

Valorização da identidade e fortalecimento do turismo

O Serra de Sabores prevê um investimento de 1,5mi em ações estratégicas de gestão, inovação e mercado até dezembro de 2018. Essas ações devem beneficiar aproximadamente 400 empreendedores, entre eles os pequenos produtores rurais, agroindústrias, bares e restaurantes e empórios.

O trabalho estará voltado para fortalecer a produção e comercialização de produtos como os vinhos finos de altitude, maçã, mel de melato de bracatinga, queijo serrano, pinhão, goiaba serrana, frescal, carne a base de pasto e truta. “Temos que valorizar mais os produtos da região e com isso impulsionar o turismo. Estas ações nos ajudarão ser mais competitivos e, por consequência, economicamente fortes”, finaliza o coordenador regional do Sebrae, Altenir Agostini.

 

Do produtor à mesa

O empresário Eli Fernando Zanon é dono de um restaurante especializado em pratos à base de peixe e utiliza em suas receitas produtos regionais como o pinhão e o queijo serrano. Ele participou da Missão Empresarial e gostou do que viu. Principalmente porque percebeu que está no caminho certo quanto à valorização da identidade e tradição local e, ainda, na questão sanitária.

“Nossa legislação sanitária é muito mais rigorosa. Nesta parte estamos à frente deles. Além disso, primamos pela qualidade e bom atendimento. Minha esposa e eu cuidamos de tudo, desde a compra da matéria prima até a qualidade do produto levado a mesa do nosso cliente”.

O espaço do restaurante é rústico e aconchegante. A madeira prevalece na construção. Uma lareira instalada bem no centro aquece os clientes nos dias mais frios do rigoroso inverno lageano. Nas paredes tem artigos típicos da Serra Catarinense. “Nós queríamos que o restaurante tivesse a cara da região e contemplasse as nossas tradições. Alguns artigos como pelegos, montarias, artesanatos eram da família e boa parte os próprios clientes foram doando e contribuindo na decoração. Hoje, tudo isso chama atenção de quem chega pela autenticidade”.Fonte: Correio Otaciliense – por Catarinas Comunicação

 

Mais informações:Sebrae – Lages - (49) 3289-1300

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Encontro reúne empreendedores da agricultura familiar em Porto União

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Agricultores proprietários de agroindústrias e empreendimentos de turismo rural participaram, no dia 15 de março, de um encontro organizado pela Epagri de Porto União.

O evento contou com 28 agricultores que representaram 15 empreendimentos dos mais variados ramos, como produção de queijos, embutidos, geleias, doces, sucos, mel e outros produtos apícolas. O objetivo foi sensibilizar os produtores sobre a importância do planejamento, da gestão do negócio e das boas práticas de fabricação.

O coordenador estadual da Epagri na área de agregação de valor, Daniel Uba, expôs aos participantes dois pontos importantes de todos os empreendimentos: o planejamento inicial da atividade e a gestão do negócio. Ele destacou que, se não forem bem trabalhados, esses pontos podem levar ao insucesso do negócio. Também falou sobre a valorização cada vez maior dos produtos da agricultura familiar pelos consumidores.

Boas práticas de fabricação foi o assunto abordado por Telma Koene, responsável regional da Epagri pela área de agregação de valor. Telma relembrou pontos básicos, como a condição da agroindústria e a limpeza, e também tratou sobre manipulação de matéria-prima, produtos prontos e embalagens, mostrando que pequenas ações podem ter grande interferência na qualidade do produto.

 

Mais informações: emportouniao@epagri.sc.gov.br

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Pedras Grandes sediará o Seminário Fortalecimento da Rota Turística Caminhos e Sabores

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Proposta é fomentar o turismo regional através da valorização dos produtos gastronômicos coloniais feitos nos empreendimentos rurais.

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Representantes da Prefeitura, Epagri e Comtur do município de Pedras Grandes, juntamente com a representante do Curso de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional Sustentável, se reuniram para discutir a temática do Seminário – Fortalecimento da Rota Turística "Caminhos e Sabores", que acontecerá no Restaurante a Pousada da Imigração em Azambuja no dia 24 de março deste ano. O seminário faz parte da etapa propositiva do Curso de Pós Graduação da Unisul. 

A proposta é fomentar o turismo regional através da valorização dos produtos gastronômicos coloniais feitos nos empreendimentos rurais que formam a rota turística "Caminhos e Sabores", formado por 20 produtores de cinco municípios: Tubarão, Gravatal, Pedras Grandes, Treze de Maio e São Ludgero; Proporcionar através de marketing específico a divulgação dos produtos e serviços da rota turística "Caminhos e Sabores"; Incentivar a entrada para rota turística "Caminhos e Sabores da Colônia" de produtores rurais dos municípios vizinhos com identidade voltada aos produtos gastronômicos coloniais.

Sobre a Rota: A rota turística "Caminhos e Sabores da Colônia" é uma realização da Epagri através do SC Rural e com o apoio das prefeituras e que tem como foco o turismo rural gastronômico em propriedades rurais de cinco municípios (Tubarão, Gravatal, Pedras Grandes, Treze de Maio e São Ludgero), sendo exclusivamente uma rota formada por agricultores familiares e que buscam o desenvolvimento do turismo gastronômico rural de maneira regional e sustentável. Em breve o convite com a programação completa do evento. FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA PMPG

 

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O sossego do turismo contemplativo em Alfredo Wagner

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Pouco mais de cem quilômetros separam a capital catarinense de uma pequena cidade do início da região serrana que tem cerca de 70% de sua população vivendo na zona rural. Alfredo Wagner é um daqueles achados, tão perto de todo o movimento frenético que envolve o litoral durante o verão, mas tão longe quando se pensa em tranquilidade.

Introspecção pode ser uma palavra chave por aqui. Digo "pode ser", por que o turismo contemplativo não é a única alternativa desta região rodeada por montanhas, rios e cachoeiras, porém, quando o assunto é relaxar, aqui é o lugar certo.

A paisagem de Alfredo Wagner é verde. Os mares de morros completam o cenário, com topografia única, acidentada, abrindo vales a cada curva das pequenas estradas de chão batido. Ou seja, para fotografar fica fácil.

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Charmosas hospedagens pela zona rural de Alfredo Wagner.(Foto: Felipe Carneiro / Diário Catarinense)

A Capital das Nascentes, como também é conhecida Alfredo Wagner, tem na natureza uma grande aliada como chamariz para o turismo. Os rios têm diversos pontos em que é possível se refrescar, além de oferecerem um efeito sonoro tranquilizante quando se está ao lado deles.

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Rio Águas Frias, um dos afluentes do Itajaí-Açú.(Foto: Felipe Carneiro / Diário Catarinense)

Comuns no turismo rural, os cavalos também oferecem outra alternativa para desbravar a região. Alguns locais, com instrutores especializados, dispõem de passeios que agradam, principalmente, crianças. O serviço pode ser orientado em hospedagens locais e é uma ótima opção de contato com a natureza.

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Enquanto os mais velhos pastam, o pequeno potro brinca ao lado da mãe.(Foto: Felipe Carneiro / Diário Catarinense)

Além de ser um lugar muito propício para descansar e apreciar a paisagem, Alfredo Wagner ainda guarda uma pérola do turismo rural e contemplativo: a colheita do alimento escolhido para a refeição. Há pousadas que oferecem, por exemplo, frutas gratuitas aos hóspedes. Claro, as que serão consumidas na hora. Entretanto, aos não-hóspedes, existe a possibilidade "pegue e pague"durante a safra daquele alimento e o valor a ser pago é por kilo. Vale lembrar que plantações e pomares são livres de agrotóxicos.

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Apreciar a natureza é algo corriqueiro em Alfredo Wagner.(Foto: Felipe Carneiro / Diário Catarinense)

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Pera colhida para consumo imediato no Sítio Pedras Rollantes, em Alfredo Wagner.(Felipe Carneiro / Diário Catarinense)

 

Mais informações: www.alfredowagner.sc.gov.br

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Vinícolas abrem as portas para a colheita de uvas e visitação

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A vindima, que é a época da colheita de uvas para a produção de vinhos, começa oficialmente nesta sexta-feira (26) no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS). A região é referência nacional na elaboração da bebida, e as vinícolas abrem as portas para que as pessoas possam participar. Em algumas delas, é possível até mesmo pisar nas uvas, como era feito antigamente, elaborar o seu próprio vinho e ainda levar os frutos para casa.

Conheça vinícolas do Paraná e do Rio Grande do Sul que abrem as portas para você participar da colheita das uvas:

 

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A vinícola Família Fardo antecipou em duas semanas a vindima. Foto: divulgação.

Em Quatro Barras, na região metropolitana de Curitiba, a vindima da Família Fardo começou duas semanas antes do previsto, já que os parreirais amadureceram muito rapidamente por causa da chuva. A vinícola não faz uma festa específica para a colheita da uva, mas quem for ao local pode levar o quanto quiser da fruta. De acordo com a proprietária, Justina Fardo, as pessoas recebem uma cestinha e podem colher à vontade. “A vinícola só tem uvas de mesa, que não são usadas para a produção de vinhos, então os clientes podem aproveitar para comer quantas quiserem dos parreirais”, explica. As uvas disponíveis para a vindima são as das variedades Bordeaux e Niágara branca e rosa.

A vindima da vinícola Família Fardo é realizada diariamente, das 9h às 17h, e o passe (cestinha) custa R$ 30 comprado no local.

 

Vinícola Legado

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Na Vinícola Legado, participantes participarão da colheita e poderão fazer piquenique no local. Foto: divulgação.

Já na Vinícola Legado, em Campo Largo, a vindima será realizada no sábado (3) com uma grande festa no meio dos vinhedos. O local recebe os visitantes com um brinde com espumante, depois é feita a colheita com a orientação de técnicos, a maceração das uvas e o início da fermentação da bebida. “Neste ano, nós vamos colher as uvas merlot e viognier, que são usadas para a produção de espumantes”, conta a proprietária da Vinícola Legado, Heloíse Merolli. As garrafas fabricadas nesse dia ficarão guardadas na vinícola e separadas para seus donos até que o processo de maturação seja finalizado – quem quiser, depois poderá voltar para adquirir seu vinho.

Depois da colheita, os visitantes podem passar o resto do dia fazendo piquenique na vinícola e aproveitando uma mesa gastronômica com queijos, frios, pães, quiches, entre outras opções. A Legado receberá dois grupos de até 48 pessoas cada no dia 3, das 9h às 14h e das 15h às 19h30. Esta é a quarta edição da Festa da Vindima, e os ingressos são vendidos antecipadamente no site da vinícola.

 

Vinícola Larentis

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A vinícola Larentis, no Rio Grande do Sul, promove três noites de vindima. Foto: divulgação

No Rio Grande do Sul, a Vinícola Larentis faz uma vindima diferente: nos dias 17 e 24 de fevereiro, e no dia 3 de março, o local promove a vindima noturna, em que a colheita de uvas é realizada a noite. A programação inclui a recepção com espumante, a visita técnica dos vinhos que estão em produção, depois a colheita nos vinhedos e o jantar com pratos típicos italianos. O enólogo André Larentis conta que as uvas colhidas serão usadas para elaborar os vinhos dos próprios clientes, e disponibilizados para retirada daqui a um ano e meio. “É um vinho personalizado, que será feito com as uvas marselan [clone de cabernet sauvignon com grenache noir] e merlot colhidas pelos visitantes”, explica.

A vindima da Vinícola Larentis é realizada das 18h às 23h, e custa R$ 220 por pessoa. São 30 vagas disponíveis para cada dia de passeio.

Serviço: Vinícola Larentis – Linha Leopoldina, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS). (54) 3453-6469.

 

Casa Valduga

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Na Casa Valduga, a vindima tem a participação intensa do público, inclusive com a ‘pisa’ das uvas. Foto: divulgação

Até o dia 17 de fevereiro, a vinícola Casa Valduga realiza dias inteiros de intensa programação de colheita das uvas, sempre aos sábados. A ação começa com um café da manhã sob os parreirais, seguida da colheita das uvas, um almoço e um café da tarde, além da pisa das frutas colhidas cedo, e um jantar com atrações culturais.

O pacote da Casa Valduga custa R$ 2.295 por casal, e está disponível no site da vinícola.

Serviço: Casa Valduga – Via Trento, 2355, Bento Gonçalves (RS). (54) 2105-3154.

 

A programação completa da vindima no Vale dos Vinhedos, até o dia 17 de março, está disponível no site da Prefeitura de Bento Gonçalves.por Guilherme Grandi, especial para Gazeta do Povo 

 

Mais informações: www.bentogoncalves.rs.gov.br

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Em Joinville programa de turismo rural recebeu mais de oito mil alunos em 2017

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De um lado, crianças e adultos se divertem em meio à natureza, aprendem a cuidar do meio ambiente e conhecem mais sobre a vida do homem do campo. Na outra ponta, agricultores se transformam em empreendedores e encontram no turismo rural uma nova fonte de renda e desenvolvimento.

Esses são os principais resultados gerados pelo “Viva Ciranda”, programa de turismo rural de Joinville que em 2017 recebeu mais de oito mil crianças de escolas públicas e particulares, inclusive de outros municípios da região.

Entre as 13 propriedades que participam do “Viva Ciranda”, o Sítio Vó Bia é exemplo do sucesso alcançado pelo programa. “Tivemos um ano espetacular que superou nossas expectativas”, conta a proprietária do local, Miriam Taranto.

Para ela, a qualidade do trabalho realizado na propriedade, com um roteiro de visitação bem elaborado, atividades diferenciadas e o contato com a riqueza da Mata Atlântica são fatores que contribuem efetivamente para os bons resultados.

Somado a isso, o “Viva Ciranda” também tem seu importante papel. “O programa foi fundamental para o nosso crescimento neste ano, pois diversificou o nosso público e estimulou o grande crescimento das visitas escolares. Hoje, a nossa agenda é lotada de segunda a segunda”, comemora Miriam.

Se para o produtor rural o “Viva Ciranda” é uma nova fonte de renda, para o público, em especial para as crianças, as visitas pedagógicas representam uma experiência diferente. O Centro de Educação Infantil (CEI) Aventura de Criança tem como meta levar todas as suas turmas para passeios na área rural, pelo menos uma vez ao ano.

“Até as nossas turminhas de berçário participam. Além de ser um dia de lazer, aproveitamos a questão pedagógica, com educação ambiental e sustentabilidade, e fazemos a integração com a família, já que as mães acompanham os pequenos. É um dia muito especial para todos”, afirma a diretora do CEI, Deise Pabst.

A professora Giane Vieira já acompanhou suas turmas em diversas visitas ao “Viva Ciranda” e também pode desfrutar do passeio com seu filho Davi José, de dois anos e oito meses de idade.

Para ela, a experiência que o programa propicia às crianças é especial. “As crianças saem da sala de aula, têm contato com o rio, com os bichinhos, aves, na companhia dos colegas de sala. É uma experiência coletiva e totalmente diferente do que eles vivem no dia a dia, na área urbana. Realmente, é um momento sublime para eles”.

Crescimento para 2018

Criado em 2011 pela Prefeitura de Joinville, por meio da então Fundação Turística e atual Secretaria de Cultura e Turismo (Secult), o “Viva Ciranda” conta atualmente com a participação de treze propriedades. Mas esse número deve aumentar no próximo ano.

De acordo com a coordenadora do programa, Anelise Rosa, duas novas propriedades já estão se preparando para entrar no grupo. Segundo ela, os produtores rurais estão atentos às oportunidades que o programa oferece.

“A renda obtida com o “Viva Ciranda” tem feito grande diferença às famílias. E é algo que resulta em um ciclo: quanto mais visitas o produtor recebe, mais tem lucratividade, mais desperta a sua visão empreendedora, mais ele investe na propriedade, mais melhorias são feitas e mais público é atraído. E assim, sucessivamente”, explica Anelise.

Agendamentos

As visitas devem ser agendadas diretamente com as propriedades. Já o ônibus do programa, que atende às instituições de ensino da rede municipal de Joinville, deve ser marcado junto à Secretaria de turismo. Para 2018, a programação do ônibus estará disponível a partir da segunda quinzena de fevereiro, após o início das aulas.A taxa de visitação nas propriedades é de R$ 10 por pessoa. Os custos com transporte são de responsabilidade das escolas.Fonte:http://vivapirabeiraba.com/homepage-blog/page/3/

Mais informações:Secult, pelo telefone (47) 3433-2190.

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