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Na Rota Turística Caminhos do Alto Vale do Itajaí: Vidal Ramos é uma Doce Acolhida

 

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O roteiro turístico Caminhos do Alto Vale do Itajaí, encanta por suas belezas naturais e pela cultura do seu povo. Seus vales formam inúmeros cânions e corredeiras em seus rios, que propiciam a prática do rafting, rapel, canoagem e boia-cross em suas águas e desníveis fluviais.

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A vocação para o agroturismo é visível quando se degusta um autêntico café colonial ou almoço caseiro à base de produtos da terra, nas propriedades rurais que guardam riquezas culturais deixadas pelos imigrantes.

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O município de Vidal Ramos, no Alto Vale do Itajaí é considerado Berço do Rio Itajaí Mirim. Com pouco mais de 6 mil habitantes, Vidal Ramos é um lugar de preservação da cultura e de várias etnias, possuindo um formoso patrimônio arquitetônico de estimado valor histórico.

Por ser uma região rica em belezas naturais com paisagens incríveis, um povo acolhedor e uma gastronomia tradicional saborosíssima foi implantado no município o projeto Acolhida na Colônia, batizado de "Doce Acolhida".

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A propagação deste projeto no município deseja promover e expandir, por meio do agroturismo, a integração entre pessoas e meio rural, estimulando a troca de experiências, valorizando a gastronomia e o modo de vida dos agricultores e seus parceiros.

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Se você deseja estar em contato direto com o meio ambiente, descobrindo os cartões postais que a cidade da Doce Festa tem para lhe oferecer, reúna sua família e seus amigos e conheça Vidal Ramos.

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A entrada na casa dos agricultores também se traduz em aconchego, fotos antigas, objetos e móveis que contarão as histórias de trabalho e vida de nossos antepassados.

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História

As terras férteis e a abundância de caça e pesca, foram os fatores que atraíram os primeiros colonizadores para Vidal Ramos em meados de 1920, período em que o local ainda pertencia a Brusque. Elevada a município em 1957, adotou o nome atual. Hoje, o município de Vidal Ramos ostenta o título de Capital Catarinense do Cimento, mas também é conhecida como a cidade da Doce Festa. A sua população é várias etnias, com predomínio dos descendentes de alemães, poloneses e italianos.


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Hoje, o município vive um momento de expansão econômica com instalação de uma indústria de cimentos, mas é importante salientar que a economia está baseada principalmente na agricultura, com destaque para as produções de fumo, cebola, milho e feijão.

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As comunidades do interior apresentam arquitetura típica, costumes e atividades agrícolas, produzindo de mel, doces, geleias, pães, roscas, queijos, salames e outros.

 

OPÇÕES DE TURISMO RURAL

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SITIO VÔ BUBI

Em meio à natureza, a propriedade apresenta um visual exuberante e ar puro, para proporcionar momentos de tranquilidade e relaxamento, longe do trabalho, e do cotidiano agitado dos centros urbanos. Neste local diferenciado, é possível ouvir o canto dos pássaros e o barulho da água correndo no riacho. O visitante também tem a oportunidade de admirar a cachoeira e caminhar na trilha ecológica. Com certeza uma combinação perfeita, para o repouso do corpo, da mente e do espírito.

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Além do contato com a natureza, o visitante poderá saborear diversas guloseimas, oferecidas pelos proprietários. As opções variam desde as cucas caseiras, até as refeições completas, no almoço ou no jantar. Destaque para os mimos culinários da vó Ita e suas conversas agradáveis, que cativam os visitantes.

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As pessoas que passam o dia no Sítio do Vô Bubi, tem a oportunidade de se refrescar na piscina. A estrutura conta com duas churrasqueiras de uso coletivo, para proporcionar a interação entre os visitantes. Os turistas também podem visitar o pomar, para apreciar as frutas de época, que são colhidas diretamente das árvores frutíferas. Destaque ainda para o passeio pela horta e às explicações, relacionadas aos tratos cultivares das verduras orgânicas produzidas.

Com três hectares, o Sítio do Vô Bubi está localizado na Estrada Geral da localidade de Molungú, distante aproximadamente cinco quilômetros, do Centro de Vidal Ramos. Durante este trajeto, é possível apreciar as montanhas com matas nativas, lavouras e animais típicos das colônias.

Sítio Recanto Ecológico

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Buscando mais saúde e um cuidado maior com o meio ambiente, os agricultores Ceso e Solange de Souza, no ano de 1998 construíram uma horta para consumo próprio no sistema agroecológico, porém o restante de sua propriedade continuava com o plantio de fumo, milho, feijão e aipim da forma convencional. 

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Em meados de 2006, iniciaram as visitas dos técnicos da Acolhida na Colônia para sensibilização de novas propriedades para o projeto de expansão, e apesar de ainda muito incrédulos com a viabilidade da produção orgânica, embarcaram neste novo jeito de pensar e cultivar a terra. Após anos de formações, principalmente na área do turismo ecológico, o casal se apaixonou por essa nova ideia e em 2009 o Sítio Recanto Ecológico abriu suas portas.

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De beleza singular, o Sítio Recanto Ecológico desenvolve atividades incorporando conceitos práticos de sustentabilidade no campo e respeito ao ambiente natural e ao ser humano, não havendo o uso de materiais descartáveis, mantendo os recursos naturais da melhor maneira possível.

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“Nossa propriedade é certificada como orgânica e produzimos mais de vinte tipos de frutas, verduras e raízes”. Um local preparado para acolher com muito conforto e tranqüilidade, oferece ainda atividades e infra-estrutura para você sentir e se reconectar com a natureza, retornando a sua essência, ao seu ser. “Nossa propriedade é aberta, todos estão convidados para vir nos visitar! Venha conhecer o Sítio Recanto Ecológico”, diz Solange

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O turista tem a oportunidade de levar para casa todos os produtos produzidos na propriedade como os biscoitos, bolachas, cucas e pães coloniais, frutas da época, verduras e geleias.

 

Sítio do Nono 

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O Sítio do Nono é o destino ideal para as pessoas interessadas em amenizar a rotina do dia a dia e desfrutar de momentos junto à natureza. Na propriedade, localizada a aproximadamente 10 km do centro de Vidal Ramos, os visitantes recebem um caloroso acolhimento do casal Ivanor Jorge e Arlete Hoepers.

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No Sítio do Nono, o turista tem a oportunidade de vivenciar um dia agradável, em uma casa típica de agricultores familiares. A mesa farta e as agradáveis conversas, acompanhadas por um bom chimarrão, também são diferenciais do local. A propriedade de 7,5 hectares oferece inúmeras opções de lazer e o espaço apresenta um alto nível de consciência ecológica, graças aos cuidados e a dedicação dos proprietários.

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A lavoura da propriedade é bastante diversificada, através da produção das culturas agrícolas do fumo, milho, feijão, aipim, batata doce e melado de cana. "Na fabricação do melado, capricho sempre, para que esteja fresquinho, evitando desta forma, que ele azede", destaca Ivanor.

Outra grande atração do Sítio do Nono, é o cultivo de diversas espécies de flores para jardins, como boca de leão, petúnia, tarjete, mini adália, gazania, salvia, amor perfeito, beijinho, vinca, calendula, entre outras. Uma das atrações do Sítio do Nono é a produção de Pitaia, conhecida como a fruta do Dragão. Altamente recomendada para quem pretende emagrecer e rica em Ômega 3 e 6

O agricultor entrega as flores a domicílio e as pessoas também podem procurá-las, diretamente na propriedade. "Produzo verduras orgânicas e flores, há mais de dez anos, garantindo um vínculo de amizade e confiança. A população já conhece os meus produtos", garante.

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Os proprietários ainda oferecem aos visitantes, mesa de produtos coloniais, aluguel de casa para os finais de semana e feriados, passeios de charretes, demonstração de engenho tracionado por um cavalo, verduras orgânicas, além da confecção de melado e da garapa, durante todos os meses do ano. "No engenho, sem dúvida, o que o turista mais gosta de fazer é moer a cana, para fazer a sua própria garapa e ter o prazer de degustá-la, com algumas gotas de limão e caipira", explica o proprietário.

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SITIO DOS MANOS

Os agricultores Ailto e Vera de Pinho, como a maioria no município de Vidal Ramos, tiravam seu sustento do plantio da folha do tabaco da forma convencional. Essa realidade começou a mudar no ano de 2012, quando foram convidados a serem parceiros no projeto Acolhida na Colônia, acompanhando o grupo nas reuniões, auxiliando nos eventos e iniciando as melhorias em sua propriedade.

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Com o intuito de melhor qualidade de vida, diminuiu-se a produção de fumo e iniciou-se o plantio de algumas verduras de forma orgânica, tendo hoje o certificado de produção orgânica. Desde 2016, o Sítio dos Manos passa a ser associado do Acolhida na Colônia e abre suas portas para receber o turista.

Na busca pelo que realmente vale à pena, o Sítio dos Manos proporciona com que o visitante tenha a vivencia prática da agroecologia, mostrando que o homem e a natureza podem viver em perfeita harmonia.

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Localizado a alguns minutos do centro de Vidal Ramos, o Sítio dos Manos proporciona descontração em contato com o ar puro e a natureza. No local são oferecidos aos visitantes: alimentação típica da colônia, visita técnica na área de produção e ao minhocário, colha e pague de morango (agosto á fevereiro, R$8,00 kg) e venda de geleias produzidas na propriedade.

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As especialidades culinárias são os cafés, almoços e lanches tradicionais da roça preparados pela proprietária Vera

 

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Hotel e Confeitaria Tante Mila

 Instalado em edifício de elevado valor arquitetônico, o Hotel e Confeitaria Tante Mila reúnem a beleza dos casarões antigos e o requinte da vida moderna.

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Dispondo de diversos quartos, o acolhedor hotel está localizado no Centro do município de Vidal Ramos. Os serviços oferecidos são: Pousada Colonial, Doces e Geleias Artesanais e Café Colonial. Fontes:Amavi/PMVR e Acolhida na Colônia

 

Mais informações: www.vidalramos.sc.gov.br / https://acolhida.com.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Formas, cheiros e sabores que perpetuam tradições do meio rural catarinense

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Testo Alto – Pomerode

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Rio da Luz – Jaraguá do Sul

As comunidades rurais Testo Alto, em Pomerode e Rio da Luz, em Jaraguá do Sul, separadas pela Serra de Jaraguá, localizam-se em pequenos vales, região em que predominam pequenas propriedades com base na agricultura familiar.

Nessas áreas, perduram traços de sua formação, como aspectos linguísticos, festas típicas, hábitos culinários e religiosos – próprios de contexto rural. Encontram-se também, em número considerável, edificações que remetem ao período colonizatório.  

Como reconhecimento às suas referências ao contexto da imigração europeia no Vale do Itajaí, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) estabeleceu o tombamento do Conjunto Rural Testo Alto e do Conjunto Rural de Rio da Luz em 2011. Foi, portanto, formalizada a relevância histórica e cultural das edificações individuais ou conjuntas e da área rural circundante.

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Ecos da tradição alemã presentes nas formas arquitetônicas, cheiros e sabores, preservados com genuína simplicidade na forma de viver de um povo que ama suas raízes. Registrar essa riqueza cultural é o objetivo do Projeto Lumiar, iniciado em 2018.

 

A coordenadora Tade-Ane Amorim e a comunicadora Raquel Schwengber explicam que a iniciativa pretende desenvolver uma série de produtos que preservem a história oral, arquitetônica e cultural da região através de vídeos, livros e mapas. Segundo ela, a ideia é construir o programa junto com a comunidade, para que as pessoas se reconheçam nesse trabalho e para que as futuras gerações tenham o conhecimento de como seus pais, avôs e bisavôs viviam.

O primeiro produto lançado foi o portal www.projetolumiar.com. "Ele serve para apresentarmos à comunidade o que estamos fazendo e também para mostrar os primeiros resultados de nosso trabalho", esclarece Tade-Ane.

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Além do portal, devem ser lançados até o fim de 2020 dois livros sobre as regiões. Um deles abordará aspectos sobre as técnicas construtivas do patrimônio material composto pelas casas enxaimel. O segundo volume abordará a cultura imaterial através da história oral.

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"É um trabalho ainda em construção, pois estamos verificando com a comunidade quem deseja participar para contar um pouco mais sobre sua história", diz Raquel. Para as pesquisadoras, o objetivo principal de todo o trabalho é fazer com que a comunidade se reconheça nas histórias contadas nos livros e vídeos. "É um trabalho feito muito mais para a comunidade do que para as pessoas de fora. Sempre que concluímos a edição de um vídeo, por exemplo, mostramos primeiro para a família, é uma celebração da história deles e que ficará como um registro para as futuras gerações".

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Todas essas histórias serão contadas a partir de um tema central em comum, que é o patrimônio alimentar da região. "Acreditamos que esse é um fio que puxa todas as relações sociais, econômicas e políticas", revela Tade-Ane.

Além dos livros e vídeos, um aplicativo para smartphones será lançado, a ideia é que se assemelhe a um mapa interativo, onde as pessoas que desejarem conhecer a região tenham acesso não somente aos locais onde estão localizadas as propriedades, mas quem possam ter acesso a um pouco da história daquelas pessoas através de vídeos e depoimentos e que também saibam onde podem adquirir produtos e se hospedar. "A intenção é desenvolver um trabalho com a comunidade que debata o turismo com base comunitária".  

 

Entenda o projeto

O Projeto Lumiar nasceu por conta da implantação de uma linha de transmissão da Companhia Paranaense de Energia (Copel) que vai de Blumenau a São José dos Pinhais (PR). Para uma ação dessa envergadura, é necessária uma série de licenciamentos ambientais e culturais.

Dentro do licenciamento cultural é feita uma avaliação de impacto aos patrimônios tombados, valorados (relacionado aos bens ferroviários) e registrados (patrimônio arqueológico). Durante a avaliação foi percebido o impacto ao patrimônio tombado, já que a linha de transmissão passa próximo a poligonal de tombamento (dentro da área onde há imóveis tombados). Neste quesito, foi realizada uma discussão com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para definir quais seriam as melhores iniciativas para mitigar e compensar esse impacto. A partir daí surge o Programa de Gestão ao Patrimônio Cultural Tombado, com o qual trabalhamos. "A linha de transmissão passa por Rio da Luz, ou seja, não haverá impactos visíveis para a comunidade de Testo Alto, no entanto, as duas regiões compõe a mesma poligonal de tombamento, por estes motivos o projeto abrange ambas as comunidades", explica Tade-Ane.

Também fará parte do projeto a confecção de um mapa físico atualizado após o levantamento de todas as construções históricas existentes na área e um trabalho de educação patrimonial. Esta parte do projeto envolve o já citado trabalho de turismo comunitário como também oficinas feitas em escolas e com guias de turismo.

Todas as ações serão postas em prática até o fim de 2020. Os livros devem ser lançados em meados de julho daquele ano. Por enquanto a comunidade pode conferir os primeiros resultados do trabalho desenvolvido pelo Projeto Lumiar no portal.  Fonte:Projeto luminar

 

Mais informações: https://www.projetolumiar.com/

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Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Propriedades rurais de São José do Cedro fazem parte de rota turística para idosos

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A Administração do município de São José do Cedro, no extremo oeste Catarinense, por meio do Conselho Municipal do Turismo e do Escritório Municipal da Epagri promoveu mais uma Rota Turística, destinada especialmente para idosos. A saída foi em frente ao Centro dos Idosos, com 80 participantes.

A primeira parada do trajeto aconteceu na Chácara da família Sewald, onde puderam conhecer a produção de hortaliças, em sistema de produção diferenciado, com uma produção mensal de 8 a 10 mil pés de hortaliças. Estes produtos são comercializados em nossa região, atingindo municípios de São José do Cedro, Princesa, Guarujá do Sul, Guaraciaba, Princesa e São Miguel do Oeste.

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Segundo o Secretário de Planejamento e Desenvolvimento, Douglas Patelo café da manhã foi servido na Pousada Rio Flor, na comunidade Santa Terezinha. O proprietário Marino Shoffen fez um breve relato de como aconteceu a construção da Pousada, e após isso, os participantes foram até o Complexo da Oktoberfest onde conheceram a estrutura e prestigiaram apresentações germânicas do Grupo de Danças Infantil Himmelblau.

Ainda durante a manhã, os visitantes conheceram o Camping Toca da Onça, no Distrito de Padre Réus. No local, mesmo em fora de época, os participantes observaram as piscinas, quiosques, churrasqueiras, área de camping, área de festas entres outros atrativos que o local oferece. A família vem  realizando atividades e atendendo os turistas desde 1997, quando atende em média mais de 10 mil pessoas temporada.

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O almoço foi servido no Camping Weber, em Linha Jataí e no período da tarde, os idosos participaram de matinê. no local.

“Para este ano, estão sendo programadas quatro rotas, e esta é a 2ª”, destacou Douglas. “O público alvo desta edição são as pessoas de mais idade, por este motivo as atrações são diferenciadas. O objetivo é fomentar a agricultura familiar, pequenos negócios, indústria e comercio e divulgar as belezas naturais do município”, finalizou ele.Fonte:Portal Peperi

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Mais fotos do passeio dos idosos: https://www.peperi.com.br/noticias/26-06-2019-rota-turistica-preparada-para-idosos-reune-80-participantes-em-sao-jose-do-cedro/

Mais informações: emsjcedro@epagri.sc.gov.br 

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Capital Catarinense do Strudel prepara festa

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Desde maio de 2006, com a aprovação do projeto de lei nº 193/06, Jaraguá do Sul detém o título de “Capital Catarinense do Strudel”.

 

Origem dessa delícia

Strudel é um tipo de massa com recheio, que geralmente é doce, mas que hoje também é encontrada em versões salgadas. A iguaria se tornou popular no século 18 em todo o Império Habsburgo (Casa da Áustria). Faz parte da culinária austríaca, mas também é comum nas outras culinárias da Europa Central. A receita mais antiga encontrada desta sobremesa remonta ao século 12, preservada na Biblioteca de Viena, na Áustria.

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Festa Catarinense do Strudel 

Agende e prepare o paladar, porque no dia 6 de julho a comunidade Santo Estevão, na Estrada Garibaldi, promoverá a 7ª edição da Festa Catarinense do Strudel. A iniciativa é da Associação Húngara de Jaraguá do Sul. O evento gastronômico conta com apoio da Prefeitura de Jaraguá do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio, Serviços e Turismo.

Segundo o presidente da Associação Húngara de Jaraguá do Sul, Alfredo Pinter, hoje a entidade soma 280 associados. Destes, em torno de 35 estão envolvidos diretamente na elaboração das unidades de strudel. 

Ainda de acordo com Alfredo, além do Santo Estevão, as outras duas comunidades que reúnem maior número de descendentes de imigrantes húngaros na cidade são a Santíssima Trindade e Santa Cruz. Informações adicionais sobre a festa podem ser obtidas no (47) 99723-4000.

 

Strudel Haus mantém tradição em servir

 

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A tradição em servir café colonial e almoço típico alemão aos domingos e feriados pela Strudel Haus está consolidada e atrai turistas além das fronteiras catarinenses. A partir desse ano passou abrir para café colonial também aos sábados. Localizada na Rua Tifa Aurora, S/n – Rio Cerro II, em ambiente aprazível, é disponibilizada para eventos através de reserva antecipada. 

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Entre a variedade de itens oferecidos aos visitantes estão a salsicha para cachorro quente, carne, pastelão, diversas opções de strudel, tortas, sobremesas, pavês, frios, pães, geleias caseiras, queijo cozido, bolos, rocamboles, biscoitos e cucas. O espaço oferece inúmeras opções de almoço no bufê e comercializa produtos coloniais e caseiros, de produção própria.

A edificação da Strudel Haus foi construída em 1947, em meio à natureza. Na parte externa há um mini-museu ao ar livre, um pequeno açude com peixes dourados, parquinho para as crianças, gansos e outras aves, que transmitem a paz e a tranquilidade do meio rural.

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A partir do ano de 2009 a família Eskelsen traz de volta antigas tradições da culinária germânica, preservando em seus pratos o verdadeiro sabor da cozinha alemã.

A Strudelhaus teve início no ano 2009, com o projeto do governo federal juntamente com o Sebrae e o Iphan, direcionado aos agricultores rurais familiares, que teve como intuito, agregar valor aos produtos coloniais. Após breves e sucintas reuniões, o Sebrae realizou pesquisas na região e indicou para cada participante do projeto uma linha de negócio mais adequado à região e à atividade já exercida pelo agricultor.

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Como a família Eskelsen já era produtora de panificados e laticínios, desde o ano de 1983, recebemos a indicação de abrir um café colonial, servindo os mesmos produtos que já vinham sendo produzidos na família. No dia 12 de julho de 2009 a Strudelhaus inicia suas atividades, recebendo visitantes e turistas, servindo seu delicioso buffet, que na época contava com 35 variedades e haviam apenas 40 lugares disponíveis.

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Ao passar dos anos ocorreram ampliações e modificações. No ano de 2014 iniciamos a servir, junto com o café, o almoço típico alemão com marreco recheado, joelho de porco, repolho roxo, dentre outros pratos que completaram o buffet. Atualmente a Strudelhaus conta com mais de 200 lugares disponíveis, e mais de 100 variedades de itens no buffet, no horário do almoço, e mais de 80 variedades de itens no buffet no horário do café.


Mais informações: https://www.facebook.com/CafeColonialStrudelHaus

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Em casa centenária Família Rux serve café colonial inesquecível

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Na propriedade rural da Família Rux, na estrada que percorre o Vale do Rio da Luz pela sua margem direita, no município de Jaraguá do Sul, no Norte do Estado, o visitante encontra, um saboroso e inesquecível café colonial.

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Casa Rux

A comunidade rural de Rio da Luz foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2007. A centenária Casa Rux, construída, em 1915, na técnica enxaimel, como moradia familiar, pelo imigrante alemão Augusto Rux foi tombada em 2002 pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

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Pelo requinte técnico e dos detalhes da casa enxaimel, a volumetria e o esmero construtivo dos ranchos, a implantação do conjunto no lote e sua relação com a paisagem, proporcionam à propriedade um valor especial, e por isso, o conjunto foi reconhecido em 2015, como patrimônio cultural nacional, pelo Iphan.

O conjunto é composto ainda por mais quatro ranchos de madeira, que dão apoio às atividades rurais (estrebaria, galinheiro, depósito da produção, materiais e ferramentas).

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Hoje a propriedade pertence à família do tataraneto, Evandro Rux e a edificação centenária se tornou uma das referências do turismo rural de Jaraguá do Sul, quando abriu as portas a visitantes para o café colonial, museu e a loja de produtos coloniais.

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Turismo Rural

O produtor rural e agora agro empreendedor, Evandro Rux, se mostra entusiasmado com as possibilidades que se abrem a partir agora. 

Ele explica que, com a restauração e revitalização da Casa dos Rux, há cerca de dois anos, inicialmente havia o projeto para implantação de uma choperia no local. Mais tarde a ideia foi adaptada para um espaço destinado à venda de produtos da colônia, como melado, geleias, compotas, temperos, pães, embutidos e cervejas artesanais da região.  Porém, ele não descarta a possibilidade de futuramente transformar o local, também em um estabelecimento cervejeiro. “A partir de agora, a intenção é tornar o café colonial, o museu e a loja, uma opção de turismo rural para que é de Jaraguá do Sul, da região e de outros lugares”.

Entre as delícias ofertadas no café colonial estão o tradicional strudel de queijinho, pães, cucas, bolos, tortas, biscoitos e demais itens do café.

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Museu resgata passado

Após o café, o visitante também poderá adquirir produtos coloniais como torresmo, queijo colonial, bolachas caseiras, mel, pães, conservas, vinhos, cervejas artesanais e itens de artesanato confeccionados por moradores do bairro. Outro atrativo é o museu com ferramentas e utensílios, que resgata o modo de vida dos colonizadores.

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Nos dias ensolarados, os participantes são convidados a um passeio gratuito de tobatta pela propriedade rural da família, quando serão mostrados os animais e as plantações de aipim, milho e palmeira real. A recepção para grupos de turistas e demais visitantes durante a semana é feita mediante agendamento prévio.

Evandro conta que a ideia surgiu justamente por conta do tombamento, que motivou inúmeras reuniões entre os moradores do bairro na busca de alternativas que pudessem valorizar o Rio da Luz ao mesmo tempo que promovesse viabilidade financeira aos moradores e produtores da região.

“São produtos de Jaraguá do Sul e alguns produtos de cidades vizinhas e, claro, do próprio Rio da Luz. A ideia é essa: promover a produção local”, salienta.

A Casa Rux, está localizada na Rua Erwin Rux, n° 663, margem direita da estrada do Rio da Luz. Fonte: com informações do OCP News.

 

Mais informações: (47) 3371-8364 (Whatsapp) e 3370-5190 / casarux@gmail.com

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Epagri apresenta projeto Caminho da Mata Atlântica para prefeitos da Grande Florianópolis

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A Epagri apresentou para os prefeitos da região da Grande Florianópolis o projeto Fortalecimento dos Empreendimentos de Turismo Rural da Região de Florianópolis ao Longo do Traçado do Caminho da Mata Atlântica. A apresentação acontece durante reunião da Associação dos Municípios da Região da Grande Florianópolis (GRANFPOLIS).

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O Caminho da Mata Atlântica (CMA) é iniciativa do Movimento Borandá, incubado pelo WWF-Brasil. A proposta é aprimorar uma trilha que vai seguir toda a cadeia montanhosa da Serra do Mar, desde o Parque Nacional dos Aparados da Serra, no Rio Grande do Sul, até o Parque Estadual do Desengano, no Rio de Janeiro. Serão mais de 3,5 mil quilômetros, passando por cinco estados e mais de 70 unidades de conservação ambiental.

A Epagri se integrou ao CMA percebendo nele uma oportunidade para o meio rural catarinense vender suas paisagens, etnias, cultura, produtos e serviços ao longo da trilha. Para tanto, pesquisa extensão se uniram para escrever o projeto que foi apresentado aos prefeitos, na sexta-feira, 24.

A Epagri já incentiva iniciativas de turismo rural em diversos municípios catarinenses. Mas com esse projeto se propõe a identificar as trilhas do Caminho da Mata Atlântica na Grande Florianópolis, de modo a gerar novas alternativas de trabalho e renda, melhorando as condições de vida e viabilizando a permanência de famílias no meio rural e pesqueiro.

Além de fortalecer iniciativas locais voltadas para o turismo rural sustentável, os técnicos da Epagri vão classificar e mapear as trilhas, avaliar e monitorar os impactos sobre vegetação e solo, avaliar o potencial turístico dos municípios da Grande Florianópolis e engajar a sociedade na conservação e proteção da Mata Atlântica. Também é objetivo do projeto desenvolver e implantar site e aplicativo com informações sobre a trilha em Santa Catarina e divulgar os empreendimentos junto ao público urbano e às instituições públicas.

A apresentação do projeto “Caminho da Mata Atlântica” coube aos técnicos da Epagri, Adriana Tomazi Alvez e Henry Fernando Diniz Petcov, Ivo Leonardo Schmitz, do CMA, e por Ricardo Garcia, presidente da Federação de Montanhismo e Escalada de Santa Catarina – FEMESC.

Henrry Fernando Diniz Petcov, técnico da Gerência Regional da Epagri na Grande Florianópolis e um dos coordenadores do projeto, explica que nessa primeira etapa a Empresa está percorrendo os municípios da Grande Florianópolis a fim de identificar pessoas estratégicas interessadas em desenvolver a trilha em suas regiões. A partir daí serão montados Grupos de Animação Municipal (GAM) para desenvolver o trabalho com orientação da Epagri.

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O projeto da Epagri será concluído em dezembro de 2020, quando Santa Catarina terá uma trilha de 300km conectada ao longo dos municípios da Grande Florianópolis, com 34 mapas desenvolvidos e 135 empregos diretos gerados. A Intenção é fortalecer pelo menos 45 negócios rurais ao longo da trilha, 30 dos quais já existentes e outros 15 que serão criados. Também serão produzidos vídeos, folders e um livro guia das trilhas, que vão se unir ao aplicativo e site para divulgação dos empreendimentos.

Segundo a proposta da Epagri, o Caminho da Mata Atlântica em Santa Catarina passará por Botuverá, Guabiruba, Nova Trento, Major Gercino, São João Batista, Antônio Carlos, Biguaçu, Governador Celso Ramos, Florianópolis, Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz, Águas Mornas, São Pedro de Alcântara, Angelina, Rancho Queimado, Anitápolis e São Bonifácio. “Trilhas de longo curso são uma estratégia reconhecida de engajamento da sociedade, de estímulo a atividades econômicas sustentáveis e de lazer”, finaliza Henrry para justificar o engajamento da Epagri em mais esse desafio. Fonte:Epagri/ https://www.facebook.com/caminhodamataatlantica/

 

Mais informações: Gerência Regional da Epagri na Grande Florianópolis, (48) 36655200

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Turvo, a líder no plantio de arroz no Sul investe na pitaya e turismo rural

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Números mostram a força da produção agrícola e a relação direta com a forte mecanização do campo

O ponto alto da agricultura turvense é, sem sombra de dúvidas, o cultivo de arroz. O município possui quase 10,5 mil hectares para este tipo de plantação, o que coloca a cidade como a maior produtora de arroz da região Sul catarinense. Turvo também é considerada a capital catarinense da semente de arroz, uma semente certificada em parceria com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

“O município tem 1,2 mil hectares para a plantação de sementes de arroz. Esse é um produto que colaborou grandemente para o desenvolvimento da cidade e os produtores têm o apoio dos governos Municipal, Estadual e Federal para que continuem crescendo e contribuindo com o crescimento de Turvo e da região como um todo”, pontua o prefeito, Tiago Zilli.

O município conquistou, ainda, o título de “Capital da Mecanização Agrícola” e os números falam por si: são 887 tratores, 339 plantadeiras de arroz e 157 colheitadeiras de arroz. “São indicativos que mostram a força da produção agrícola em Turvo, inclusive por meio da mecanização. Por isso, o Município procura investir bastante em infraestrutura, para que os produtores tenham boas condições para cultivar e comercializar seus produtos”, afirma Zilli.

Segundo na AMESC

O prefeito lembra que, no ano passado, o Governo recebeu o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com os indicativos de Turvo. Ele ressalta que “esses dados também mostram um pouco da grandeza de Turvo”. Zilli frisa que, atualmente, o município conta com cerca de 13 mil habitantes, o que não impede Turvo de ter bons indicadores. “Somos o segundo maior movimento econômico entre os 15 municípios da AMESC, ficando atrás apenas de Araranguá”.

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Pitaya, uma das novidades na produção agrícola de Turvo

Em busca de vocação no turismo

Na busca por alternativas para diversificar a economia, Turvo achou um norte que vem crescendo. Tendo como pontos turísticos o Morro Três Marias, o Morro Pelado e o Museu Municipal – com cerca de 2 mil peças de acervo da época da colonização –, a Prefeitura passou a investir no turismo, tanto de eventos quanto de negócios e, agora, no rural.

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“Também teremos, em breve, o primeiro Museu Público da Mecanização Agrícola. Mesmo assim, apenas esses pontos não são suficientes para movimentar o turismo. Pensando nisso, há dois anos, foi inaugurado o Centro de Eventos Professora Iria Angeloni Carlessi, um dos maiores da região. Ele é bastante procurado por grupos de todo o Sul catarinense, até de cidades mais distantes, para a realização de eventos variados e feiras de negócios”, explica a diretora de Turismo, Janaína Nicolette Pedro.

Ela lembra, ainda, que o município atrai milhares de visitantes para a Festália, nos anos pares, mais voltada para a cultura do povo e a colonização italiana, e para a Festa do Colono, em anos ímpares, bastante focada no agricultor, com o desfile e a Arrancada de Tratores, uma das maiores do gênero na região, além da Feira de Negócios. “Essas festas atraem turistas para o Turismo de Eventos e também o de Negócios, além de movimentarem a economia do município como um todo”, pontua.

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Turvo ganhou um Centro de Eventos

Incentivos ao turismo rural

Em parceria  com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), a Administração Municipal investiu em um Curso de Turismo Rural. Além da aprendizagem, ele serve para conscientizar e incentivar produtores que possuem propriedades rurais, principalmente nas proximidades da BR-285, a abrirem as portas para visitantes, seja transformando em uma pousada ou em um restaurante, por exemplo.

“Pode ser normal para a gente, mas tem pessoas que nunca tiraram leite direto da vaca ou andaram a cavalo, nunca colheram a fruta direto do pé, e elas estão dispostas a pagar por isso. É um tipo de turismo que está em plena expansão em cidades mais do interior, por isso recomendamos que os produtores adaptem suas propriedades e passem a receber essas pessoas”, ressalta a diretora.Fonte:https://www.4oito.com.br. Vanessa Amando/Fotos: Daniel Búrigo / A Tribuna

 

 

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Segundo a Epagri Joinville tem pelo menos 1.500 pessoas dedicadas ao turismo rural

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Setor ganha força com profissionalização de moradores que transformam chácaras e sítios em empreendimentos para lazer e atividades pedagógicas 

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A comunidade rural de Joinville está conseguindo gerar renda e promover um olhar diferenciado da população para o campo, tendo como aliada o empreendedorismo.

Nos últimos anos, vem ganhando força o turismo rural e pedagógico nas propriedades do interior. Prova disso é que, somente em 2018, cerca de 12 mil a 15 mil crianças e adolescentes visitaram a zona rural da cidade por meio de excursões escolares. Isto sem contar o incalculável número de famílias e adultos que buscam opções de descanso e lazer fora do centro urbano.

O circuito do turismo rural de Joinville é formado pelas comunidades: Estrada da Ilha, Estrada Bonita, Piraí, Quiriri e Dona Francisca. Em ambas as regiões tanto os joinvilenses quanto os visitantes vindos de fora são brindados com cenários naturais e atrações diversificadas.

Estimativas da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), na Região Norte, dão conta que ao menos 1,5 mil pessoas estão ligadas ao turismo rural no município. Além disso, nos últimos seis anos cerca de 120 pessoas participaram do curso de empreendedorismo voltado para jovens rurais na entidade, com o intuito de desenvolver projetos de vida visando a permanência no campo. Conforme a engenheira agrônoma da Epagri, Dione Benevenutti, a maioria das iniciativas tem relação com o turismo rural.

Dentre as modalidades em expansão estão as opções que contemplam o turismo ecológico. No município se destacam ainda os pesque e pagues, que, no início dos anos 2000, já representavam 35% do segmento a nível rural, além dos setores de hospedagem, venda de produtos e alimentação.

“Joinville tem ao menos 57 piscicultores e um número já consolidado de pesque e pagues, principal referencial do turismo de lazer no campo em Joinville. O que se percebe é que agora tanto o turismo voltado para aventura quando os cafés coloniais têm crescido bastante e muitos jovens optam por ficar nas propriedades e estão investindo nas terras da família”, destaca Dione.

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Roteiro pedagógico em Joinville

Outro grande propulsor do setor em Joinville é o projeto de turismo pedagógico Viva Ciranda, criado em 2010 e relançado em 2013, e que movimenta parte do contingente de crianças de escolas públicas e privadas de Joinville até a zona rural. O intuito, além de fomentar a geração de renda e valorização das famílias rurais, é de oferecer aprendizado por meio de atividades educativas e recreativas no campo.

A ideia serve como via de mão dupla, primeiro por incentivar as potencialidades e garantir o selo de qualidade das propriedades participantes; em contrapartida, para os alunos, é uma oportunidade de imersão em temas trabalhados dentro de sala de aula e que envolvem a agricultura, os animais, a vegetação, além de cultivos de produtos orgânicos e de flores.

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“Atualmente, 14 propriedades rurais participam do Viva Ciranda e estão preparadas para receber as crianças com o roteiro pedagógico adequado para cada faixa-etária e de acordo com o conteúdo proposto pela professora”, aponta Anelise Falk Rosa, que coordena o Viva Ciranda. Isso ajuda ainda a atrair outros visitantes e turistas que buscam alguma opção de lazer fora da área urbana, que querem o contato com a natureza e uma gastronomia diferente e mais simples, visitando essas propriedades nos finais de semana”.

Consolidada, a iniciativa já serve de inspiração para a implantação de projetos semelhantes em outras cidades, entre elas a vizinha Massaranduba, com o projeto Viva + Massaranduba, lançado recentemente. Fonte:Jornal A Notícia – Por Luan Martendal -luan.martendal@somosnc.com.br / Foto: Carlos Junior, especial

 

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Turismo ecológico ganha força, gera renda para famílias rurais e permanência de jovem no campo

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Propriedades da família Kersten e da família Tamazia são exemplos das potencialidades de novos negócios no campo. Propriedade de Ango Kersten tem mais de 25 anos no turismo rural, no município de Joinville.

O Jornal A Notícia  trouxe um pouco da história de uma das pioneiras em investir no turismo rural em Joinville: a família Kersten. Desde a década de 1990, Ango, o patriarca, abre sua propriedade de cerca de 160 mil metros quadrados para visitação.

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Ao lado da esposa Ivanir, o anfitrião mantém o local instalado na Estrada Bonita aberto para visitação desde 1992, sendo que três anos mais tarde já recebia excursões de escolas e faculdades. De lá para cá as duas filhas do casal também se profissionalizaram para ajudar nos negócios.

Agora, o sítio recebe também grupos de adultos e idosos, atraídos pelos produtos coloniais feitos no local e têm a possibilidade de conhecer animais exóticos, um museu rural, ou apreciar um bom café.

— Quando criamos o museu e abrimos a propriedade para visitação a ideia era transmitir um pouco de história e da cultura dos antepassados às crianças das escolas que nos visitavam. Mas o que acabou surpreendendo é, que, principalmente as pessoas da 3ª idade que conhecem este espaço se emocionam, choram, porque viveram isso tudo e resgatam um pouco das suas próprias histórias — relata Ango.

O acervo do museu é composto por cerca de 870 peças, desde itens simples como discos de vinil e fitas cassete a até máquinas de escrever, ferramentarias e uma colheitadeira datada de 1895. Fotos antigas das primeiras excursões e da própria família, que está na sexta geração, também são compartilhadas. “A tecnologia evolui muito rápido, então reúno aqui coisas que já não existem e que nem são tão antigas assim, mas que para a maioria das pessoas traz um pouco de cultura”, considera.

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Ango Kersten mostra o museu rural feito por ele

O ambiente é aberto diariamente das 7h30 às 18 horas ao custo de R$ 15 (consumo mínimo) e oferece ainda passeios de trator (R$ 15 a parte) – que passa sobre as águas do Rio Pirabeiraba – além de comércio de artesanatos e iguarias do interior, como caldo e melado de cana, geléias e mel, cucas, pães e bolachas. O melado, inclusive é feito uma ou duas vezes na semana dentro de um “tacho”, levando 360 litros de cana-de-açúcar, colhida diretamente no terreno e que dá origem a 55 litros de melado por receita.

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Joice é uma das herdeiras de Ango Kersten e ajuda a família nos negócios

Permanência do campoA tradição familiar fez com que Juliana Kersten, de 29 anos, decidisse ficar nas terras da família depois de adulta, assim como a irmã Joyce, que também trabalha na propriedade. Juliana começou a ajudar ainda pequena, aos 13 anos de idade, como guia de excursões e aprendeu com a mãe a fazer cucas, bolachas e pães para venda. Ela participou do curso de especialização da Epagri e como resultado, criou a pouco mais de um ano o seu próprio negócio.

Em um empreendimento anexo ao sítio dos pais, Juliana mantém a Alles Blau – Cuca e Café, na qual vende produtos caseiros aos fins de semana e feriados a partir das 10 horas, e também funciona como café colonial, das 15h às 19h.

— Quando a gente gosta do que faz, se espelha nos seus pais, investe no turismo e vê que está dando certo, talvez até pensa, mas não concretiza a saída do campo. Então por esse histórico familiar e de fazer o que eu gosto, acho que não teria oportunidade melhor do que estar investindo com a sua família e para a sua família — considera Juliana.

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Piscinas naturais e áreas de eventos no campo estão entre os potenciais de negócios do ecoturismo em Joinville

Eco turismo e eventos ganha força

Vanessa Venzke Falk, presidente do Joinville Convention Bureau, avalia que a utilização de espaços rurais voltados ao turismo e para a realização de eventos também está crescendo como um todo em Joinville. Isto considerando que o turismo rural é uma tendência a nível nacional.

— As pessoas estão buscando mais essa aproximação com a natureza e em Joinville esse movimento não é diferente. Hoje já temos diversas propriedades rurais abertas e voltadas a este mercado, mas ainda pouco conhecidas, então temos um potencial ainda muito maior a ser explorado — reforça.

— Quando vamos em busca de captar eventos, as opções rurais também são lembradas como um atrativo a parte à escolha da cidade para sediá-los — completa.

Em uma propriedade distante cerca de 20 quilômetros do Centro, está outro exemplo das potencialidades do turismo rural joinvilense, tanto em sediar eventos quanto em promover diversão para a família toda. Com 190 mil metros quadrados, o Parque Ecológico Caminho das Águas, na Estrada Piraí, reúne centenas de pessoas aos sábados, domingos e feriados em torno de três piscinas naturais abastecidas com a água de um afluente do rio.

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Rogério Tamazia trabalha com turismo rural, negócio que garantem parte da renda da família

O espaço, ao custo de R$ 15 a entrada, conta ainda com 39 quiosques para churrasco e área de camping (a locar), além de trilhas em meio a mata nativa e lanchonete.

Conforme um dos donos das terras, Rogério Tamazia, o local foi viabilizado na década de 1990 depois que seu pai comprou o terreno, que antes servia para extração de britas e o revitalizou. Com a ajuda de um sistema de captação, a água percorre galerias até chegar às três piscinas do espaço, duas delas com até 1,70 metro de profundidade e a outra com 2,10 metros. Depois do uso, semanalmente a água é escoada novamente para seguir o curso do rio e é renovada para uso dos banhistas na semana seguinte.

— É um negócio que demandou bastante investimento, mas que deu certo. Além de complementar a renda da família, eu particularmente adoro a natureza. Sou apaixonado por isso tudo, então o legal de ter esse tipo de negócio é que o reconhecimento (dos visitantes) é imediato — aponta Rogério.

Hoje o Caminho das Águas já disponibiliza o espaço para aniversários e confraternizações empresariais, mas na área comum aos demais visitantes. No futuro, a intenção da família é ampliar os negócios. Dentre as intenções está a construção de chalés e a implantação de uma área própria para festas. Fonte: Jornal A Notícia – Por Luan Martendal / luan.martendal@somosnc.com.br / (Foto: Carlos Junior, Especial)

 

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Turismo rural: conheça opções para visitar em Joinville

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As propriedades rurais joinvilenses voltadas ao turismo têm em comum o privilégio de abrigar belas paisagens, por vezes, formadas em meio a vastas áreas verdes, sob o som dos pássaros, árvores frutíferas e o barulho da correnteza dos rios e das cachoeiras. Uma reunião de encantos, que serve de refúgio a quem busca se conectar com a natureza e desligar do corre-corre da vida urbana, mesmo que por algumas horas.

Na Estrada da Ilha, o colorido das flores é cartão-postal; na Dona Francisca, casas em enxaimel, alambiques de cachaça artesanal e deliciosos pastéis e caldos de cana ganham espaço. Já para quem busca boas opções gastronômicas, de hospedagem e entretenimento, a Estrada Bonita é o destino mais procurado. Há ainda a rota dos pesque e pagues, recantos, e estabelecimentos que oferecem trilhas e camping, estes em especial nas regiões do Piraí e do Quiriri.

Listamos alguns desses locais, a maioria deles vinculados ao projeto Viva Ciranda ou com a Associação de Turismo Eco Rural de Joinville (Aterj). Confira opções para conhecer:

1.Região do Piraí

Local: Sítio Canto dos Pássaros

Endereço: Estrada Comprida, 2,5 km após o Pórtico de acesso do Vila Nova

Contato: (47) 3439-6292

Local: Rancho Alegre

Endereço: Estrada Piraí, 2551 – Vila Nova

Contato: (47) 99222-2040

Local: Família Schroeder

Endereço: Estrada dos Morros, 1600 – Vila Nova

Contato: (47) 3439-5234

Local: Vale do Ouro Eventos e Pousada

Endereço: Estrada do Salto 1,5650 – Vila Nova

Contato: (47) 98808-4688

Local: Recanto das Arrozeiras

Endereço: Rodovia do Arroz, 413 – Vila Nova

Contato: (47) 98843-2063

Local: Parque Ecológico Caminho das Águas

Endereço: Estrada Piraí, poste 127 – Vila Nova

Contato: (47) 991665200

Local: Pesque e Pague Piraí

Endereço: Estrada do Atalho – Vila Nova

Contato: (47) 3439-5180

Local: Pesque-Pague Sítio 3 Lagoas

Endereço: Estrada do Salto, 2 – Schroeder I – Vila Nova

Contato: (47) 99108-3623

 

2.Região Dona Francisca / Quiriri

Local: Quinta da Mildau – Estrada Mildau, 1747

Endereço: Estrada Mildau, 1747 – Pirabeiraba

Contato: (47) 99146-0085

Local: Sítio Vó Bia

Endereço: Estrada Isac, S/N – KM 02 – Pirabeiraba

Contato: (47) 3433-9667

Local: Apiário Pfau

Endereço: Estrada do Rio da Prata, poste 25 – Pirabeiraba

Contato: (47) 3428-0136

Local: Hotel Fazenda Dona Francisca

Endereço: SC-418, km 19 – Pirabeiraba

Contato: (47) 4063-9960

Local: Vale das Nascentes

Endereço: Estrada Quiriri, 9764 – Pirabeiraba

Contato: (47) 4101-1313

Local: Canela Preta

Endereço: SC-418, 18 – Pirabeiraba

Contato: (47) 98850-1482

Local: Café Rural Família Roos

Endereço: Estrada Comprida, 1200 – Vila Nova

Contato:(47) 3439-6290

 

3.Região da Estrada Bonita

Propriedade de Ango Kersten(Foto: Carlos Junior, especial)

Local: Propriedade Ango Kersten

Endereço: Estrada Bonita, km 20

Contato: (47) 3464-1432

Local: Restaurante Tia Martha

Endereço: Estrada Bonita, km 8

Contato: (47) 3437-7130

Local: Recanto Estrada Bonita

Endereço: Estrada Bonita, km 8

Contato: (47) 3436-9535

Local: Pesk Pague Reinaldo Hattenhauer

Endereço: Estrada Bonita, km 8

Contato: (47) 3464-1500

Local: Pousada e Restaurante Grun Wald

Endereço: Entrada da Estrada Bonita

Contato: (47) 3464-1004 (pousada) e (47) 3464-1271 (restaurante)

 

4.Região da Estrada da Ilha

Local: Agrícola da Ilha / Parque Dos Hemerocallis

Endereço: R. Ten. Antônio João, 4257 – Jardim Sofia

Contato: (47) 3473-0628

Local: CTG Chaparral

Endereço: Estrada Alvino Souza do Nascimento, 958 – Pirabeiraba

Contato: (47) 3424 6196

Fonte: Jornal A Noticia – Por Luan Martendal luan.martendal@somosnc.com.br

 

Mais informações: http://www.aterj.com.br/

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