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Plantio de palmito vira segunda maior cultura agrícola de Joinville

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O plantio de palmito disparou e já é a segunda maior cultura agrícola, no município de Joinville, perdendo apenas para o arroz em área cultivada.

Ainda em 2017, o palmito ficava em quinto, atrás também da banana, mandioca e cana-de-açúcar. Agora, a cultura teve ampliada a área plantada e chegou a 1.360 hectares, conforme mostra a pesquisa Produção Agrícola Municipal 2018, divulgada na semana passada pelo IBGE.

São acompanhadas as principais culturas dos municípios. A série histórica do Instituto mostra crescimento contínuo desde 2012, ano a ano, na área plantada de palmito em Joinville. No ano passado, foram produzidas 3,3 mil toneladas do alimento. O líder arroz tem 3.170 hectares cultivados no município.

As maiores possibilidades de venda do palmito pupunha estariam ajudando a atrair os produtores. Além da conserva tradicional, há vendas em forma de espaguete, para assar e em mix com outros produtos agrícolas. O congelamento e a venda in natura se tornaram alternativas mais presentes.

Queda no total

O crescimento na produção do palmito, no entanto, não foi suficiente para evitar a queda na extensão das áreas cultivadas em Joinville, pelo menos no sistema de acompanhamento do IBGE. A cana-de-açúcar foi a cultura com maior encolhimento entre 2017 e o ano passado. Também houve redução nas áreas plantadas da mandioca e da banana. No geral, entre as culturas analisadas, a área plantada caiu de 6,3 mil hectares para 5,7 mil hectares entre 2017 e 2018. Fonte: https://www.nsctotal.com.br/colunistas/saavedra/

Mais informações: emjoinville@epagri.sc.gov.br

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Turvo, a líder no plantio de arroz no Sul investe na pitaya e turismo rural

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Números mostram a força da produção agrícola e a relação direta com a forte mecanização do campo

O ponto alto da agricultura turvense é, sem sombra de dúvidas, o cultivo de arroz. O município possui quase 10,5 mil hectares para este tipo de plantação, o que coloca a cidade como a maior produtora de arroz da região Sul catarinense. Turvo também é considerada a capital catarinense da semente de arroz, uma semente certificada em parceria com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

“O município tem 1,2 mil hectares para a plantação de sementes de arroz. Esse é um produto que colaborou grandemente para o desenvolvimento da cidade e os produtores têm o apoio dos governos Municipal, Estadual e Federal para que continuem crescendo e contribuindo com o crescimento de Turvo e da região como um todo”, pontua o prefeito, Tiago Zilli.

O município conquistou, ainda, o título de “Capital da Mecanização Agrícola” e os números falam por si: são 887 tratores, 339 plantadeiras de arroz e 157 colheitadeiras de arroz. “São indicativos que mostram a força da produção agrícola em Turvo, inclusive por meio da mecanização. Por isso, o Município procura investir bastante em infraestrutura, para que os produtores tenham boas condições para cultivar e comercializar seus produtos”, afirma Zilli.

Segundo na AMESC

O prefeito lembra que, no ano passado, o Governo recebeu o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com os indicativos de Turvo. Ele ressalta que “esses dados também mostram um pouco da grandeza de Turvo”. Zilli frisa que, atualmente, o município conta com cerca de 13 mil habitantes, o que não impede Turvo de ter bons indicadores. “Somos o segundo maior movimento econômico entre os 15 municípios da AMESC, ficando atrás apenas de Araranguá”.

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Pitaya, uma das novidades na produção agrícola de Turvo

Em busca de vocação no turismo

Na busca por alternativas para diversificar a economia, Turvo achou um norte que vem crescendo. Tendo como pontos turísticos o Morro Três Marias, o Morro Pelado e o Museu Municipal – com cerca de 2 mil peças de acervo da época da colonização –, a Prefeitura passou a investir no turismo, tanto de eventos quanto de negócios e, agora, no rural.

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“Também teremos, em breve, o primeiro Museu Público da Mecanização Agrícola. Mesmo assim, apenas esses pontos não são suficientes para movimentar o turismo. Pensando nisso, há dois anos, foi inaugurado o Centro de Eventos Professora Iria Angeloni Carlessi, um dos maiores da região. Ele é bastante procurado por grupos de todo o Sul catarinense, até de cidades mais distantes, para a realização de eventos variados e feiras de negócios”, explica a diretora de Turismo, Janaína Nicolette Pedro.

Ela lembra, ainda, que o município atrai milhares de visitantes para a Festália, nos anos pares, mais voltada para a cultura do povo e a colonização italiana, e para a Festa do Colono, em anos ímpares, bastante focada no agricultor, com o desfile e a Arrancada de Tratores, uma das maiores do gênero na região, além da Feira de Negócios. “Essas festas atraem turistas para o Turismo de Eventos e também o de Negócios, além de movimentarem a economia do município como um todo”, pontua.

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Turvo ganhou um Centro de Eventos

Incentivos ao turismo rural

Em parceria  com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), a Administração Municipal investiu em um Curso de Turismo Rural. Além da aprendizagem, ele serve para conscientizar e incentivar produtores que possuem propriedades rurais, principalmente nas proximidades da BR-285, a abrirem as portas para visitantes, seja transformando em uma pousada ou em um restaurante, por exemplo.

“Pode ser normal para a gente, mas tem pessoas que nunca tiraram leite direto da vaca ou andaram a cavalo, nunca colheram a fruta direto do pé, e elas estão dispostas a pagar por isso. É um tipo de turismo que está em plena expansão em cidades mais do interior, por isso recomendamos que os produtores adaptem suas propriedades e passem a receber essas pessoas”, ressalta a diretora.Fonte:https://www.4oito.com.br. Vanessa Amando/Fotos: Daniel Búrigo / A Tribuna

 

 

Mais informações: www.turvo.sc.gov.br

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Professor publica livro sobre matérias-primas agropecuárias

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Desde que decidiu seguir a carreira acadêmica, o engenheiro de alimentos e, atualmente, professor do eixo de produção alimentícia do Campus Canoinhas do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), Luiz Paulo de Lima, cultivava o sonho de publicar um livro.

Projeto que se concretizou neste ano, com a publicação, pela Editora UFV, do livro didático "Matérias-primas agropecuárias", destinado a estudantes dos módulos iniciais de cursos técnicos e superiores em Alimentos.

Segundo o autor, o livro aborda conceitos como sazonalidade, regionalidade e perecibilidade, além de trazer uma discussão sobre a importância socioeconômica da produção de alimentos, características de qualidade de matérias-primas agropecuárias e aspectos introdutórios de algumas matérias-primas de origem vegetal e animal.

Ele conta que a ideia de preparar um referencial de estudos, tanto para ele quanto para os alunos, surgiu em 2015, quando começou a trabalhar como professor substituto na Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, onde ministrou a unidade curricular de matérias-primas agropecuárias.

Por conta da diversidade do conteúdo, o professor se viu desafiado a construir um material de apoio que estivesse efetivamente de acordo com o que a unidade curricular se propunha. O processo começou com a organização de uma estrutura básica, com tópicos, sub tópicos e algum conteúdo, de acordo com seus próprios conhecimentos. Na etapa de revisão de literatura, ele usou dados das literaturas nacional e internacional, dando preferência a materiais livremente disponíveis na internet, para facilitar a pesquisa de quem quer se aprofundar nos temas. "O fato de ministrar uma unidade curricular que aplica este conteúdo foi fundamental, pois o dia a dia do processo de ensino-aprendizagem facilitou a visualização dos principais pontos de melhoria do material", explica.

A qualidade do material de apoio organizado serviu de inspiração para que o professor submetesse a obra para publicação pela Editora UFV, em maio de 2016, quando ainda trabalhava como substituto na universidade mineira. Passadas as fases de aceite da obra, aprovação e revisão, o livro foi impresso em abril deste ano. "Publicar um livro sempre foi um sonho. Mas muito distante. Algo platônico. Na verdade, nunca pensei que seria assim, com um livro didático", conta professor Luiz Paulo de Lima, nomeado em caráter efetivo para o IFSC em 30 de junho de 2017, onde espera continuar suas pesquisas. "Existe uma grande carência de materiais didáticos específicos para alguns 'nichos'. Este livro foi um destes." Fonte:http://www.jornalcorreiodonorte.com.br

 

Mais informações: https://canoinhas.ifsc.edu.br/

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Previsão de neve no Sul afasta o risco de geada nas principais áreas produtoras

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Depois de uma semana que tivemos geada, temporal e ventania no Sul, agora é a vez de a neve atingir parte dos pontos mais altos de Santa Catarina e do Paraná. No começo de domingo, dia 8, o sistema de baixa pressão atmosférica, finalmente, deu origem a uma frente fria que causa chuva em quase toda a região Sul.

As pancadas se espalham pelo Rio Grande do Sul, Santa Catarina e metade sul do Paraná. A chuva mais forte se concentra entre o norte do Rio Grande do Sul até o sul do Paraná, onde os acumulados de chuva são maiores.

Pela manhã, as temperaturas pouco variam em relação ao dia anterior. Entretanto, à tarde elas são mais baixas se comparadas aos dias anteriores.

“Ainda existe a possibilidade para rajadas de vento de mais de 60 km/h pela costa do Rio Grande do Sul e municípios próximos de Santa Catarina. E são justamente esses ventos e instabilidades que vão impedir a formação de geada no início da semana que vem”, explica Desirée Brandt, meteorologista da Somar.

A partir da segunda-feira, dia 9, as instabilidades diminuem, e uma massa de ar polar avança pelo sul do país, aumentando a sensação de frio em todo o estado, com risco para geada no interior do Rio Grande do Sul.

“Será mais o oeste do estado que pode ter esta geada. Para as lavouras de milho deste trecho, que estão em fase inicial de desenvolvimento, esse frio acaba sendo mais benéfico do que prejudicial. O frio acaba combatendo as pragas e ajuda a planta”, afirma Brandt.

Segundo ela, apenas mínimas inferiores a 0 grau é que podem afetar o desenvolvimento vegetativo. Dados da Embrapa Trigo afirmam que, quando ocorre baixa temperatura na fase inicial da lavoura, sem formação de geadas, haverá prolongamento do período vegetativo, e o trigo desenvolverá mais afilhos, resultando também em sistema radicular mais abundante, possibilitando maior exploração dos nutrientes do solo.

De um modo geral, esse frio previsto para a semana que vem só deve prejudicar as pastagens, já que para o trigo ele não trará grandes problemas porque a temperatura não deve despencar tanto.

Para as lavouras de milho segunda safra de Santa Catarina e do Paraná, as nuvens vão acabar segurando a temperatura e as mínimas previstas ficam em torno dos 8 graus, valor bem longe da formação de geada.

Para termos geadas precisamos de condições de tempo aberto, sem ventos e com mínimas iguais ou inferiores a 3 graus. Para as pastagens, por se tratar de uma vegetação mais rasteira, até mínimas de 4 graus podem trazer geadas e prejudicar os pastos.

O café, neste outono e inverno também anda escapando das ondas de frio intenso. O norte do Paraná e o Sudeste do Brasil estão sob a influência de um bloqueio atmosférico que impede o avanço dos sistemas meteorológicos como frentes frias e massas de ar de origem polar.

“É justamente por isso que não tem feito tanto frio. Mas até o Sudeste vai sentir essa mudança na temperatura na semana que vem. As máximas durante as tardes serão bem mais baixas quando comparadas com as desta semana”, diz Desirée.

Já as mínimas não vão ficar tão baixas, e os cafeicultores podem ficar tranquilos porque não há previsão de formação de geada. Em Guaxupé, sul de Minas Gerais, a menor mínima prevista para a semana que vem é 8 graus na próxima quarta-feira, dia 11 de julho.

A próxima onda de frio está prevista para o fim de julho, início de agosto com mínima em torno dos 6 graus. “Ainda não é risco de geada, mas precisamos monitorar esse frio de agosto”, finaliza Brandt. Fonte: Pryscilla Paiva, editora de Tempo do Canal Rural

Mais informações: https://tempo.canalrural.uol.com.br

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Epagri avalia safra de arroz do Litoral Norte nesta quinta, com expectativa de aumento na produtividade

arroz em SC Foto Aires Mariga Epagri

A Epagri avalia nesta quinta-feira, 28, a safra de arroz do Litoral Norte do Estado, com perspectiva de crescimento na produtividade do grão naquela região. A Reunião Anual de Avaliação de Safra de Arroz da Região do Litoral Norte Catarinense acontece entre 8h30min e 16h, no auditório da nova sede da Cooperativa Juriti, em Massaranduba.

Serão avaliadas as safras de arroz nas regiões de Blumenau, Itajaí e Joinville. Glaucia de Almeida Padrão, Analista de Socioeconomia e Desenvolvimento Rural da Epagri/Cepa, diz que a área cultivada de arroz no Estado é bem consolidada, ou seja, não varia muito de uma safra para outra. A perspectiva para o mais recente ciclo agrícola no Litoral Norte é de aumento na produtividade, o que deve impactar positivamente no total produzido. “Esses números só serão consolidados durante a reunião”, esclarece Glaucia.

Os resultados da safra de arroz 2017/2018 no Litoral Norte serão discutidos a partir das 14h50min, pelo gerente regional da Epagri em Joinville, Hector Silvio Haverroth. Mas o evento conta também com uma vasta programação voltada para a cadeia produtiva do grão na região.

Entre os diversos temas a serem discutidos estão o uso de agrotóxicos e a legislação aplicada a esse tema, outorga de direito de uso da água para irrigação, análise do clima e efeitos sobre produção e qualidade do grão, resultados de pesquisas da Epagri no tema e ações e parcerias para a safra 2018/2019. São esperadas cerca de cem pessoas no evento, representantes de toda a cadeia produtiva do arroz na região. Fonte: Hector Silvio Haverroth, gerente regional da Epagri em Joinville – (47) 3461-1525 / 99148-9655 / Foto Aires Mariga Epagri

 

Mais informações: grj@epagri.sc.gov.br 

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Cultivar de aipim foi avaliada durante oficina da Epagri em Anita Garibaldi

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O Escritório Municipal da Epagri, de Anita Garibaldi, realizou oficina de avaliação de quatro cultivares de Mandioca/Aipim, desenvolvidos pela Estação Experimental da Epagri de Urussanga.

As quatro cultivares, batizadas de "Sempre Pronta", "Uirapurú", "Ajubá" e "Guapo", foram plantadas ao lado do cultivar já utilizada pelo produtor, em área cedida na propriedade rural de Valter Camargo, da comunidade Santo Anjo.

O plantio foi realizado em outubro de 2017, depois da análise do solo e adubado de acordo com a recomendação da pesquisa, além da utilização de esterco de gado. O desenvolvimento e o comportamento das plantas foram analisados através das visitas técnicas, realizadas durante o ciclo de produção das plantas.

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No dia da oficina, (6), as raízes dos aipins foram colhidas e cada cultivar teve o seu rendimento estimado. A cultivar destaque rendeu 26,4 toneladas por hectare. No teste do cozimento as cinco cultivares obtiveram ótimo resultado com maciez e umidade comprovadas, além de tempo de cozimento curto. Um novo plantio será realizado para comprovação dos resultados.

O aipim é uma planta nativa da América do Sul e faz parte da alimentação básica do brasileiro. É fonte de carboidratos, Ácido Fólico, Vitamina C, Magnésio, Manganês, Potássio e Cobre. Auxilia no combate a desnutrição, previne estresse, é fonte de energia, previne o câncer, fortalece os ossos, auxilia na digestão, dentre outros benefícios. É muito rico em fibras e um alimento que não contém glúten. Fonte: Correio dos Lagos

Mais informações: emanitagaribaldi@epagri.sc.gov.br

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Chuva de granizo prejudica rizicultura em Gaspar

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Em algumas plantações, estima-se que a perda seja de até 50% do cultivo.Maiores estragos foram em plantações no Lagoa e Poço Grande

A forte tempestade que atingiu Gaspar na tarde de sábado (6) causou estragos e prejuízos no município. Segundo informações  da Defesa Civil, além da chuva de granizo,  em algumas regiões da cidade foram registrados ventos de mais de 70km/h, que ocasionou o destelhamento de casas e até de um prédio habitacional. Porém, os maiores prejuízos foram na agricultura, sendo a rizicultura o setor mais prejudicado. Os agricultores dos bairros Lagoa e Poço Grande foram os mais atingidos, registrando uma perda de até 50% da produção. 

O secretário de Agricultura e Aquicultura de Gaspar, André Waltrick, revela que o problema atingiu diversos agricultores e que a pasta ainda está realizando um levantamento para contabilizar as perdas. “Além dos arrozais, ainda soubemos de lavouras de milho e mandioca que foram atingidas em quase toda sua totalidade no bairro Poço Grande, que foi uma das regiões mais atingidas. Além dela, os bairros Lagoa e Gaspar Alto também registraram prejuízos pelo granizo”, explica. Waltrick ainda reforça que os agricultores que fizeram o financiamento da lavoura pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural – Pronamp, poderão ter os prejuízos coberto pelo seguro obrigatório. “Alguns produtores tinham segurado a lavoura e deverão ter a cobertura dos prejuízos paga pelo Banco do Brasil. Porém, para quemnão fez o seguro, a Secretária irá buscar meios de minimizar os prejuízos e ajudar na colheita do que sobrou com o empréstimo de maquinários e outros tipos de ajuda”, garante, Waltrick destaca que a maioria das lavouras atingidas registraram perdas de até 50%. “Esta safra já teria uma redução em relação ao ano passado por causa da estiagem. Agora, com mais este problema, devemos ter uma baixa ainda maior”, revela.  

Sérgio Prebianca, presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, confirma a previsão de redução na safra. “Todo o material afetado não poderá ser recuperado, assim, o momento é de se concentrar no restante da lavoura e tentar salvar o que restou”, argumenta. Sérgio lembra que o período de colheita já está começando e que a safra deverá se manter na média anual, mas abaixo da safra do último ano. “A única certeza é que plantamos, se vamos colher ninguém sabe. Fazia muito tempo que não registrávamos um problema tão grande com granizo. Pelo menos 20 produtores foram atingidos e terão que arcar com os prejuízos”, lamenta.Fonte:Dimas Freitas – jornal@jornalmetas.com.br
 

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Fungo ameaça fazer banana caturra desaparecer do mapa

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Transgenia e cruzamentos com variedades silvestres são última esperança para criar resistência a fungo que já devastou plantações na Ásia e Oceania e que, inevitavelmente, chegará às Américas.

Um fungo que causa devastação nos bananais da Ásia e Oceania está em plena marcha para atingir as Américas: sua chegada é uma questão de tempo e, quando isso acontecer, o café da manhã não será mais o mesmo, esteja você em Curitiba, São Paulo, Nova York, Tóquio ou Pyongyang. Toda a variedade de bananas do grupo nanica – a mais popular do planeta e vice-líder no Brasil (atrás apenas do grupo das bananas prata) – terá de ser aposentada, por que o fungo decreta a morte das plantas, lenta e progressivamente.

Aposentadoria e não exatamente extinção é, por enquanto, o destino mais provável das variedades atuais de banana da nanica, que incluem a do tipo caturra. A indústria da banana já viu esse filme antes. No início do século 20, o tipo de banana mais consumido em todo o mundo era a Gros Michel, pequena, reta e gordinha. Mas um fungo conhecido como Mal do Panamá Raça Tropical 1 (TR1) praticamente extinguiu a variedade nos anos 50. O mesmo TR1 fez banana-maçã, uma das preferidas dos brasileiros, virar artigo de luxo.Foi aí que a Cavendish, uma subespécie da China que era cultivada na estufa de um duque inglês, revelou-se resistente à TR1 e igualmente durável para as longas viagens de exportação. Fez-se uma nova dinastia: a maioria das bananas mundo afora hoje são clones daquela cultivar da estufa do duque de Devonshire.

Desta vez é o próprio subgrupo Cavendish (nanica e caturra) que está sob ameaça da estirpe número 4 do mal do Panamá, o TR4, contra o qual essas bananas não oferecem resistência. Os experimentos mostram que nem mesmo a banana prata, que detém 70% do mercado brasileiro, está segura contra o ataque do fungo fusarium, como também é conhecido.

Como a variedade atual das bananas nanica está condenada, os cientistas correm contra o tempo para obter cultivares semelhantes em termos de sabor, textura e durabilidade. Buscam-se soluções na transgenia e em cruzamentos genéticos com espécies silvestres resistentes ao TR4. Os testes de campo da Embrapa Fruticultura têm de ser feitos no exterior, em parcerias com países como Taiwan e Austrália, já que o fungo ainda não chegou às Américas.

Fungo traiçoeiro

“Novos focos da doença na África mostram que o fungo está avançando”, diz o fitopatologista Randy Ploetz, da Universidade da Florida, que foi quem primeiro identificou o TR4 em 1989, a partir de frutas de Taiwan. Ploetz sabe que fungicidas são inúteis para lidar com o patógeno altamente contagioso e que pode ficar dormente no solo por décadas, enganando os produtores. Quando alguém imagina que o fungo desapareceu, constata em seguida que as plantas já estão apodrecendo por dentro.

Depois que o TR4 atinge um bananal, o único recurso é erradicar tudo e começar de novo. É possível, diz Ploetz, que dentro de poucos anos “as áreas afetadas não serão capazes de produzir nada, por que as novas mudas de banana vão morrer rapidamente”.

“Falar que a banana nanica vai ser extinta não é verdade”, tranquiliza o fitopatologista Fernando Haddad, da Embrapa Mandioca e Fruticultura, na Bahia. O problema, admite o pesquisador, é que a Cavendish não é muito propícia a cruzamentos e “torna-se mais difícil incorporar melhoramentos”. Segundo ele, há experimentos no exterior com cultivares somaclonais (manipuladas in vitro) e com variedades selvagens, que já identificaram genes resistentes à doença.

O fato, segundo reportagem do jornal Washington Post, é que por décadas os pesquisadores de biotecnologia e melhoramento genético convencional têm fracassado nas tentativas de produzir cultivares Cavendish com resistência ao fungo ou encontrar um híbrido à altura. O grupo da banana nanica domina as exportações mundiais, movimentando 12,4 bilhões de dólares por ano. Nos Estados Unidos, 99% das bananas consumidas são da família das nanicas, importadas da América Central e da América do Sul. O Brasil detém 6% da produção mundial e praticamente consome tudo o que produz.

Experimento transgênico

As melhores esperanças de sobrevida da banana nanica estão em um experimento no pequeno vilarejo de Humpty Doo, no Norte da Austrália. Esquivando-se ocasionalmente de um crocodilo ou outro, os pesquisadores em breve vão plantar milhares de mudas transgênicas da espécie Cavendish.

O gene que foi implantado nas bananeiras Cavendish são da variedade M. acuminata – uma cultivar de bananas doces que cresce nas florestas da Malásia e Indonesia e que “se espalhou rapidamente no lugar dos bananais devastados pela TR4” – relata James Dale, professor de biotecnologia na Universidade Tecnológica de Queensland, na Australia.

O experimento do professor Dale avançou muito lentamente por que, apesar da ameaça clara e presente do TR4, ninguém quis inicialmente bancar as pesquisas de campo. As empresas de banana, segundo Dale, erroneamente acreditavam que poderiam administrar a doença e mantê-la sob controle. Somente em 2005 foi possível colher os primeiros resultados dos testes de campo, que foram “extremamente positivos”. “Quando você modifica geneticamente uma planta, é muito comum falharem alguns resultados, mas obter quatro acertos a cada seis tentativas é fantástico”, diz Dale, comemorando o sucesso da resistência ao fungo. Com base naquele experimento inicial, Dale e seus colegas começarão a expandir os testes em milhares de plantas, cultivadas pelos próximos três anos.

O projeto australiano é o mais avançado experimento científico para tornar a Cavendish resistente à TR4, sem eliminar o sabor, a textura e outras características que a tornaram tão apreciada e um sucesso comercial.

Biólogos da Embrapa, no Brasil, do Jardim Botânico Real, na Inglaterra, e de organizações de pesquisa agrícola da França, Honduras e Malásia estão coletando amostra de bananas silvestres para ver se, como a variedade M. acuminata do professor Dale, elas possuem resistência ao TR4. As que dão resultado positivo são então cruzadas com a Cavendish na esperança de que a resistência possa ser introduzida na espécie, sem modificar seus atributos.

Ploetz está otimista quanto ao experimento de Dale, mas diz que não é possível descascar as bananas antes que estejam maduras. Em outras palavras, ele acha que será preciso “testar este novo fruto (geneticamente modificado) em ambientes diferentes, para ver os efeitos sobre a colheita” e outros fatores.

Ironicamente, um grande obstáculo para substituir espécies de Cavendish com variedades resistentes ao TR4 é a própria indústria, que na maior parte deixou de investir em pesquisas – diz Ploetz. William Goldfield, diretor de comunicação corporativa da Dole Food, um dos maiores produtores e exportadores de banana, disse que a companhia “está buscando como desenvolver uma banana resistente à doença através de cruzamentos e seleção genética”, mas não deu detalhes. Os pedidos para comentário junto a outras três grandes indústrias de banana não tiveram resposta.

No Brasil, a Embrapa e o Ministério da Agricultura traçam no momento um plano de contingência para enfrentar a eventual chegada do fungo. “Vamos fazer uma campanha de prevenção para conscientizar as pessoas do risco de trazer solo contaminado nos calçados, de introduzir o fungo junto com uma bananeira ornamental, por exemplo. Se o fungo entrar, vamos manter a propriedade afetada em quarentena, com total isolamento da área para não deixar que o problema se espalhe pelo país”, diz o pesquisador Fernando Haddad.

Na avaliação do fitopatologista americano Randy Ploetz, ainda são poucos os cientistas que estão focados diretamente no problema do TR4. O que quer dizer que, mesmo que os experimentos transgênicos e cruzamentos tenham algum sucesso, a marcha do fungo TR4 para a América Latina pode ser inevitável. Realmente, o café da manhã nunca mais será o mesmo.

Fonte: Marcos Tosi, com informações do Washington Post - Agronegócio Gazeta do Povo

 

Mais informações:www.gazetadopovo.com.br

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“Rota do Milho” ganha consistência em encontro internacional

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Autoridades do Brasil, Argentina e Paraguai discutiram uma nova alternativa para o transporte de grãos, no último fim de semana, durante o evento Conexão Transfronteiriça, em Encarnación (Paraguai). A iniciativa teve como foco principal discutir as etapas para viabilização da Rota do Milho. No grupo catarinense participaram representantes do governo e de entidades empresariais, empresários e cooperativistas. 

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O evento representou mais uma vitoriosa articulação conquistada com o envolvimento da executiva do Núcleo Estadual de Faixa de Fronteira de Santa Catarina (NFSC), do Fórum de Competitividade e Desenvolvimento para o Oeste de SC com o Bloco dos Prefeitos do Mercosul (BRIPAM), também resultado de articulação com apoio  do Sebrae/SC e Associações dos Municípios do Oeste de Santa Catarina.  

O objetivo é a liberação de transporte através de Balsas sobre o Rio Paraná, na localidade de Mayor Julio Otaño (Paraguai), Eldorado (Argentina), com entrada em Santa Catarina via Porto Seco de Bernardo de Irigoyen em Misiones (Argentina) e Dionísio Cerqueira (Santa Catarina – BR). Outra passagem entre São Pedro (Misiones/AR) e Paraíso (Santa Catarina) também possui ações em andamento para  atender as demandas. 

O coordenador regional oeste do Sebrae/SC, Enio Albérto Parmeggiani, realça que o processo desencadeado tem etapas para seu aperfeiçoamento e fluidez. “São necessários obras de infraestrutura como a implantação de pontes, rodovias e melhoria dos serviços de suporte nas passagens entre os países envolvidos, aspectos que são vinculados a acordos de cooperação, e deliberação no âmbito de cada país. O principal desafio é a simplificação dos processos relativos à participação dos pequenos negócios na composição deste novo cenário econômico do território”. 

Santa Catarina é o maior importador de milho do País e adquire por ano mais de 3 milhões de toneladas do cereal de Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul. Segundo o secretário adjunto de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, existe a possibilidade de reduzir em até cinco vezes o custo com frete do milho através da Rota do Milho. “O Paraguai tem condições de produzir o grão em abundância e o nosso Estado precisa da matéria-prima para manter a competitividade do sistema produtivo de aves, suínos e gado leiteiro”.

O governador da província de Itapúa, Federico Vergara, salienta que os três países precisam trabalhar de forma regional para que o desenvolvimento econômico seja mais efetivo. “Precisamos que a conexão transfronteiriça seja mais flexível e permita o trânsito da produção dos países e que o intercâmbio cultural também seja encurtado”. 

O espaço para os pequenos negócios fica evidenciado e outros propósitos são: fortalecer a integração produtiva, elevando o grau de competitividade dos pequenos negócios nos territórios; melhorar a eficiência da conexão logística intra territórios, fortalecendo a complementariedade das cadeias produtivas dos três países; produzir riqueza e adição de valor ancorados nas cadeias produtivas dos pequenos negócios, especialmente dos territórios do Estado de Santa Catarina a  Província de Misiones  e o Departamento de Itapúa, além de otimizar a conexão entre  os modais de transporte, elevando as oportunidades de competitividade  dos territórios. “O nível de urgência e de importância dada pelos agentes envolvidos poderá resultar na sustentação ou no desaparecimento de milhares de empregos e pequenos negócios”, enfatiza Parmeggiani. 

COMO COMEÇOU 

O Plano de Desenvolvimento Fronteiriço do Estado de Santa Catarina (PEDIF) conduzido pela Secretaria de Estado do Planejamento abrange uma faixa do território de Santa Catarina que se estende a 150 km da fronteira e  inclui 82 municípios tem  suporte técnico e apoio na articulação para a elaboração do SEBRAE/SC. 

Com a aprovação do PEDIF pelo Governo de Santa Catarina e pelo Ministério da Integração Nacional, a equipe da coordenação Regional Oeste e Extremo Oeste do SEBRAE/SC também passou a compor a executiva do Núcleo de Fronteira de SC, além de apoio e participação nas  câmaras temáticas, incluindo a de Assuntos Internacionais.

Segundo Parmeggiani, em 2014 o sistema Sebrae destinou recursos para a realização em parceria com a Cooperativa Aurora Alimentos, empresa âncora do projeto de Encadeamento Produtivo Aurora Alimentos – Sebrae/SC: Suínos, aves e leite, onde ficou evidenciada a necessidade de prover suporte a montante das referidas cadeias de suínos e aves, especialmente no provimento de novas fontes de  produção e fornecedores de  milho.

O Sebrae/SC auxiliou a governança do território na identificação de caminhos alternativos especialmente na construção de uma proposta que recebeu a denominação de “Corredor do milho”. A identificação da oportunidade veio pela realização de encontro com apoio técnico do Sebrae/SC, promovido pelo NFSC e a participação de dezenas de organizações no evento denominado de Encontro de Integração Transfronteiriça, Santa Catarina(BR) Misiones (AR) em meados de 2016, realizado na Cidade de Dionísio Cerqueira/SC.

O grupo da executiva do NFSC articulou e realizou uma apresentação, na Câmara Temática de Logística do Ministério da Agricultura, em Brasília, dos problemas e gargalos logísticos e do cenário e oportunidades de solução. Da mesma, forma foi inserido através do BRIPAM e organismos responsáveis pelas fronteiras da Argentina e do Paraguai. Estas apresentações foram realizadas pela Executiva do NFSC com participação do Sebrae/SC.

A proposta ganhou consistência e foi articulada nas esferas do Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria da Agricultura, Secretaria de Relações Internacionais, Casa Civil e contou com o apoio da Secretaria de Relações Institucionais em Brasília, além do Legislativo  Catarinense. Discutida e internalizada no território, gerou apoio às ações decorrentes e necessárias para o andamento dos propósitos e evolui nas relações com o Mercosul e nos territórios envolvidos.

Na esfera empresarial, a Executiva do NFSC aproximou a pauta com o recém-criado Fórum de Competitividade e Desenvolvimento para o Oeste de Santa Catarina, que abrange os territórios do Meio Oeste, Oeste e Extremo Oeste do Estado, território de quatro vice-presidências da FIESC, e  conta com apoio de várias organizações de cunho empresarial  de educação e interessadas no desenvolvimento do território. Por decisão da governança o assunto foi incluído na pauta de desafios, sendo formalizado o interesse na solução ao governo de Santa Catarina.

No mês de janeiro deste ano, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, criou comissões voltadas para o crescimento e desenvolvimento dos trâmites transfronteiriços. Entre elas a Comissão Nacional de Zonas de Segurança de Fronteira e a Comissão Nacional de Fronteiras, que se uniram ao BRIPAM. A união das comissões ao bloco vem facilitando a regulamentação, coordenação e funcionamento de novas passagens internacionais e demais trâmites entre os países. 

ROTA DO MILHO

A nova rota inicia no departamento de Itapúa (Paraguai), na cidade de Mayor Julio Otaño, passando por Misiones (Argentina), pela cidade de Eldorado com direção a Bernardo de Irigoyen, onde ocorrerá a conexão com o Estado de Santa Catarina (Brasil), através de Dionísio Cerqueira, passando por São Miguel do Oeste. O projeto conta com o apoio das forças políticas do Estado de Santa Catarina, da Província de Misiones e do departamento de Itapúa.

Entre as demais ações transfronteiriças em pauta está a colaboração do BRIPAM com o NFSC para a viabilização de acordo com a Argentina e Brasil para a realização de voos regionais de Chapecó para os países do Mercosul, além da regularização da ponte entre San Pedro, Misiones e Paraíso, em Santa Catarina.Fonte:MB Comunicação Empresarial/Organizacional

 

Mais informações: www.agricultura.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

“O Sucesso tem valor quando pode ser compartilhado”

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A frase “O Sucesso tem valor quando pode ser compartilhado” abre o convite que a Cooper Rio Novo fez aos seus sócios, familiares e parceiros para a inauguração de sua nova Casa de Embalagem de banana, localizada na Comunidade do Rio Novo Alto, em Corupá-SC, realizada no dia 01 de abril – data de sua fundação, quando comemorava 11 anos de sucesso e de conquistas.     

A Cooperativa da Agricultura Familiar Rio Novo é uma entidade que reuni 55 cooperados e congrega 28 famílias e cerca de 105 pessoas envolvidas com a Bananicultura, atividade em que a cidade se destaca como a Capital Catarinense da Banana, sendo ainda o segundo município maior produtor do Brasil.      

Esta nova unidade foi edificada em local próprio dentro do Projeto Estruturante “Novos Mercados para a Bananicultura Cooperativista com Produtos Rastreados” no âmbito do Projeto SC Rural do Governo do Estado.

Composta de um galpão pré-moldado de 20 metros x 40 metros, piso concretado de 800 m² com drenagem, pendurador metálico para 1000 cachos de banana, redes elétrica e lógica interna e externa, cerca de isolamento fitossanitário de 200 metros, gerador elétrico, escritório, refeitório, sanitários  e depósito de materiais, contando com apoio direto de R$ 149.000,00 do FIS, mais um financiamento pelo Fundo Estadual de Desenvolvimento Rural – FDR de R$ 150.000,00 (com cinco anos de prazo para pagamento, sem juros) e mais um investimento direto da Cooperativa de R$ 61.500,00, totalizando R$ 360.500,00.      

Ainda, do Projeto Estruturante –“Cooperativismo em Bananicultura com Qualidade e Rastreabilidade de Produtos” e que totalizou R$ 240.000,00 realizado em 2014, serão transferidos equipamentos como: esteira classificadora, balanças eletrônicas, etiquetadoras, computadores, softwares, carretas de transporte, paletadeiras, etc…, colocando esta unidade em iguais condições de trabalho a outra unidade da Cooperativa, localizada na comunidade da Guarajuva, dotando-a com as Casas de Embalagem para banana mais modernas de Santa Catarina.     

Estiveram presentes além dos sócios e seus familiares, os parceiros fornecedores de produtos e serviços que acreditaram no projeto e entenderam sua metodologia diferenciada, o Secretário Executivo Regional do Programa SC Rural no Litoral Norte, Eng. Agrônomo Hector Silvio Haverroth, o Extensionista Local da Epagri, Eng. Agrônomo George Livramento e o comerciante Mario Cobalquini, de Pato Branco – PR.

Na cerimônia, o Presidente da Cooperativa, Valmor Raul de Farias, agradeceu tanto a confiança do Programa SC Rural na Cooper Rio Novo, como a oportunidade de fazerem juntos este importante investimento, bem como a parceria com a Epagri nos últimos oito anos, que resultaram em conquistas para ambas as entidades, destacando Corupá no cenário estadual da bananicultura.     

A nova unidade começará a operar assim que ocorrer a ligação da rede elétrica ao sistema da Celesc, bem como estiver conectado o cabeamento de fibra ótica para interligação entre as unidades, quando os demais equipamentos serão efetivamente transferidos de um galpão alugado onde funcionava o embalamento da fruta.Fonte: Eng. Agr. Hector Silvio Haverroth – Epagri - Coordenador de Projetos na UGT 6

 

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Vista interna do galpão, com trilhos para pendurar os cachos de banana.

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Vista interna, com trilhos para pendurar os cachos de banana e sistema de iluminação para despistilagem e vistoria dos cachos.

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Confraternização das famílias da Cooper Rio Novo, na inauguração do 2º galpão e 11º aniversário da Cooperativa.

Mais informações: Epagri - Gerência Regional de Joinville - 47 34611531

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