Arquivos da categoria: Cooperativas

Grupo “Sabor do Campo” de Ituporanga é exemplo de cooperativismo

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Unir o que cada família produz de melhor, obter volume de produção e ganhar o mercado com alimentos de alta qualidade. O grupo “Sabor do Campo”, do município de Ituporanga é um daqueles exemplos de pequenos grupos de trabalho que começaram devagar, sem grandes pretensões, e tornaram-se um modelo de sucesso em empreendedorismo. A proposta coletiva neste caso é ofertar alimentos seguros e diferenciados. Produtos que tenham, realmente, aquele gostinho colonial do campo.

Historicamente, a Epagri do município de Ituporanga, região do Alto Vale, trabalha com sistemas de produção. Mas, além do cultivo de alimentos de qualidade, os extensionistas viram a necessidade de acompanhar essa produção pós-porteira. Ou seja, pensar no mercado. Assim, em 2013, algumas famílias se uniram para discutir comercialização, iniciando então as vendas para programas institucionais, como alimentação escolar e feira municipal.

“Essas parcerias com os municípios são fundamentais. Também há o resgate da participação da família, da tomada de decisão entre familiares, do empoderamento do produtor. Pensar coletivamente fez também com que muitos agricultores voltassem a estudar. Os resultados são muito bons”, explica Katiucia Visentainer, extensionista rural da Epagri.

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Como diferencial, produtos coloniais, massas caseiras, sistema de rastreabilidade, manejo impecável de lavouras. O Grupo Sabor do Campo tem hoje 22 famílias associadas. “Nós produzimos tudo artesanalmente, por isso o sabor diferenciado. O que eu quero para minha família, eu também quero oferecer ao meu cliente”, conta a agricultora Solange Lichtenfelz, que produz pães, bolachas e tortas.

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Alimento seguro é um dos lemas desse grupo. Por isso, o Sistema de Plantio Direto é amplamente divulgado pela Epagri e utilizado pelos agricultores. Segundo o extensionista rural da Epagri, Édio Zunino, a família começa testando em áreas menores e, em seguida, adota a técnica na propriedade inteira. “Em alguns casos, o agricultor consegue reduzir em 50% seu custo de produção, com produtividade igual ou maior que no sistema convencional”, lembra Édio.

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Completar o caminho desses produtos, sem intermediários, até o supermercado ou na merenda escolar é a grande vantagem desse projeto. É mais renda que chega aos agricultores, com segurança e qualidade para quem consome os alimentos produzidos de forma responsável no campo.

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Agricultores de Itapiranga comemoram 10 anos da Cooperativa da Agricultura Familiar de Itapiranga

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Cerca de 250 pessoas se reuniram em Itapiranga, no Oeste Catarinense, para o 6° encontro da Família Cooafi (Cooperativa da Agricultura Familiar de Itapiranga).

O evento, comemorou 10 anos de fundação da entidade, que foi criada por 39 agricultores a partir da organização e do planejamento do Programa Microbacias 2, que tinha a Epagri como uma das executoras. Em 10 anos de caminhada o grupo conquistou sede própria, loja agropecuária e mercado, e hoje conta com 300  associados.

A Epagri tem um papel fundamental para que as cooperativas familiares nasçam, cresçam e se fortaleçam. “Nosso papel é motivar, orientar, capacitar, planejar juntos, mantendo acesa a chama do empreendedorismo”, diz a extensionista Alésia Inês Lauschner Gesing. Segundo Celso Hammerschitt, primeiro e atual presidente, “foi necessário muita doação, persistência e empreendedorismo para que pudéssemos chegar aos dias atuais firmes e fortes”.

O Encontro ocorreu na Linha Soledade e contou com uma palestra sobre cooperativismo com engenheiro-agrônomo da Epagri Júlio Cesar Melim. Representantes do Sicoob, Sicredi e prefeitura Itapiranga prestigiaram o evento.

Cooperativismo em SC – Santa Catarina tem a maior taxa de adesão ao cooperativismo do Brasil: mais da metade da população está vinculada a essas organizações humanas. Os 2,2 milhões de associados, consideradas as famílias, representam mais de 4,5 milhões de catarinenses, segundo a Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc). Segundo a entidade, o cooperativismo catarinense cresceu 36,54% no quadriênio 2014-2017, mantendo uma média de 9,1% ao ano no período em que a economia brasileira sofreu forte recessão. As 263 cooperativas catarinenses faturaram R$ 32,6 bilhões de reais no último ano.

O movimento econômico mais expressivo é gerado pelas cooperativas dos ramos agropecuário, saúde, crédito, consumo, infraestrutura e transporte. DE acordo com a Ocesc, as 51 cooperativas agropecuárias representam 63% do movimento econômico de todo o sistema cooperativista catarinense. No conjunto, essas cooperativas mantêm um quadro social de 71.648 cooperados e um quadro funcional de 39.883 empregados.

 

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Programa Terra Boa foi lançado na maior feira do agronegócio de Santa Catarina

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O Programa Terra Boa foi lançado pela vice-governadora Daniela Reinehr e pelo secretário da Agricultura Ricardo de Gouvêa durante a abertura do Itaipu Rural Show, em Pinhalzinho, na quarta-feira, 30.

Em sua nova edição, o Programa Terra Boa terá investimentos de R$ 47 milhões para ampliar a produtividade e a renda no meio rural catarinense. Este ano, a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca irá apoiar a aquisição de 300 mil toneladas de calcário, 200 mil sacas de semente de milho, mil kits forrageira, 500 kits apicultura e 5 mil abelhas-rainhas. 

“Esta é uma oportunidade de destacar como o agronegócio é fundamental para o desenvolvimento de Santa Catarina. Nós temos a possibilidade de fazermos grandes parcerias e fortalecer ainda mais o agronegócio Catarinense”, destacou a vice-governadora Daniela Reinehr.

O Programa Terra Boa é resultado de um convênio firmado entre a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e a Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado de Santa Catarina (Fecoagro) e busca aumentar a produção de milho e a produtividade das lavouras catarinenses, além de incentivar os investimentos na melhoria de pastagens e na apicultura.

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“O Programa Terra Boa dá aos produtores uma oportunidade de acessar sementes de milho de alta tecnologia, investir na melhoria do solo, além de trabalhar com a diversificação da produção. É um investimento importante que faz a diferença para o setor produtivo Catarinense”, ressaltou o secretário da Agricultura Ricardo de Gouvêa.

Na última safra, as sementes de milho fornecidas pela Secretaria da Agricultura, através do Programa Terra-Boa, responderam por 33% da área plantada do grão em Santa Catarina – aproximadamente 186,3 mil hectares.  Lembrando que 90% das sementes oferecidas são de alta tecnologia e trazem uma grande produtividade por hectare.

A expectativa do Programa é atender mais de 80 mil agricultores catarinenses em 2019. Nos últimos seis anos, o Terra Boa já investiu mais de R$ 235,7 milhões e beneficiou mais de 500 mil agricultores de todo o estado.

A distribuição do Terra Boa

Calcário: a distribuição de calcário é feita em duas modalidades: via cooperativa ou direto das minas. Com o calcário direto das minas, o produtor fica responsável pelo transporte. No caso do calcário via cooperativa o produtor paga o equivalente em sacos de milho consumo tipo II (60 kg), pelo preço de referência fixado no início de cada ano –  o produto é disponibilizado para ser retirado próximo à propriedade rural. Cada família rural tem direito a uma cota de até 30 toneladas de calcário que serão pagas no próximo ano com o produto da colheita.

Sementes de milho: as sementes que podem ser adquiridas pelo produtor incluem sementes de médio até altíssimo valor genético, seguindo as relações de troca.

Para cada saca de 20kg de sementes, classificadas nos determinados grupos, o produtor deverá ressarcir a diferença entre o preço de venda menos os respectivos valores dos subsídios, cujo montante será convertido em quantidade de sacas de produto de 60kg de milho consumo tipo II, utilizando como base o preço unitário de referência fixado em R$ 25.

Kit Forrageira: o kit forrageira é formado por mais de 80 produtos fornecidos a partir de um projeto técnico elaborado pela Epagri. O valor do kit é R$ 6 mil, e pode ser pago em três (3) parcelas anuais, sem juros, ou caso o produtor optar em adiantar o pagamento da segunda e terceira parcela para a mesma data de vencimento da primeira, este terá um desconto de 30% sobre o valor da segunda e  de 60% sobre o valor da terceira parcela.

Kit Apicultura: cada kit é composto por seis colmeias, com ninho e duas melgueiras; cera alveolada para seis colmeias; formão; dois macacões completos com máscara; dois pares de luvas e um fumegador, cobertura ecológica, arames, esticador de arame, rainha, núcleo Langstoth, alimentador de cobertura, luvas e jaleco. O kit custa cerca de R$ 2.4 mil, e o produtor terá dois anos de prazo para pagamento, com parcela anual em juros, ou caso o produtor optar em adiantar o pagamento da segunda parcela para a mesma data de vencimento da primeira, este terá um desconto de 60% sobre o valor da segunda parcela.

Abelhas-rainhas: fornecimento de no máximo 150 rainhas por produtor. A subvenção do Governo é limitada a R$ 18,00 reais por rainha. 

Milho em Santa Catarina

Santa Catarina é o maior importador de milho do Brasil. Com um consumo anual de 7 milhões de toneladas do grão, o estado traz cerca de 4 milhões de toneladas do Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul para abastecer suas cadeias produtivas de suínos, aves e leite.  

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Itaipu Rural Show

O Itaipu Rural Show é o maior evento do Agronegócio do estado de Santa Catarina. A feira está em sua 21ª edição e tem como objetivo mostrar aos participantes as tecnologias e tendências do setor agropecuário. Trata-se de um evento direcionado aos agricultores, agropecuaristas, pesquisadores, empresários e técnicos de todos os estados. A expectativa da Comissão Central Organizadora é receber mais de 60 mil visitantes nos quatro dias de feira.

O Itaipu Rural Show acontece de 30 de janeiro a 02 de fevereiro de 2019, no centro de difusão de tecnologias da Cooperitaipu, localizado no quilômetro 580 da rodovia federal BR-282, a um quilômetro do trevo Oeste da cidade de Pinhalzinho/SC.

Segundo o presidente da cooperativa, Arno Pandolfo, o público que visitar a feira nestes quatro dias vai se surpreender com a inovação e tecnologia que a cada edição o Itaipu busca trazer para apresentar. O presidente frisa que em 20 anos de história da feira foram mais de 540 mil visitantes que passaram pelo parque.

O Itaipu Rural Show já está consolidado como a maior feira do agronegócio de Santa Catarina e uma das maiores do setor no país. Esse reconhecimento, diz o presidente, é muito bom, pois mostra a força que a cooperativa foi desenvolvendo ano após ano. Fonte:Ciom informações da  Fonte:SECOM /Foto: James Tavares/Secom e Portal Peperi

Mais informações: www.agricultura.sc.gov.br

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Cooperativas do Sul de SC criam Central para fortalecer a cadeia do leite

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Hoje, terça-feira (15), três cooperativas de produção de leite formalizam a criação da Central das Cooperativas do Litoral Sul Catarinense. A assembleia de fundação, que vai unir a Coopernova de Forquilhinha, a Coopercolméia de Meleiro e a Coopervalesul de Turvo, será realizada às 18h30 no auditório da E.E.B.M. Ines Tonelli Napole, em Meleiro.

A iniciativa busca organizar, fortalecer e consolidar a cadeia produtiva do leite no Sul do Estado. Entre os objetivos da Central, estão promover compras coletivas e a comercialização de produtos entre as cooperativas, dar segurança às afiliadas na comercialização do leite, unificar a assessoria contábil e jurídica, criar um departamento técnico, implantar uma unidade de resfriamento para comercialização de leite spot (produto vendido entre as indústrias) e assumir 100% da coleta e do transporte do leite dos membros.

A Central é fruto de um trabalho iniciado há cinco anos, desde que foi criado o Fórum das Cooperativas do Leite do Sul de SC, que congrega associações e cooperativas ligadas ao setor, além de lideranças e técnicos. A Epagri integra esse fórum e atua na articulação dos membros, em parceria com outras entidades. O fórum representa organizações que abrangem 500 propriedades e somam produção mensal de 2 milhões de litros de leite.

“Ao longo desses anos, muitos estudos e debates foram realizados, até que em 2018 tomou-se a decisão de fundar a Central. Três cooperativas tomaram frente no processo de criação, para que posteriormente as demais também se integrem, cada uma a seu tempo”, conta Marcelo Pedroso, médico-veterinário da Epagri Regional de Criciúma. A Central terá sede administrativa em Meleiro, em uma parceria com a Prefeitura, mas contará também com estruturas e serviços de suas afiliadas. Fonte: : Marcelo Silva Pedroso, médico-veterinário  mpedroso@epagri.sc.gov.br

Mais informações: Epagri/Gerência Regional de Criciúma – 48 3403-1084

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Copercampos completa 48 anos de história com valorização do associado e plena expansão

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A história que iniciou com 100 pioneiros é promovida por mais de 1.400 associados e mais de 1.300 profissionais.

A Cooperativa Regional Agropecuária de Campos Novos – Copercampos, comemorou 48 anos de fundação. A semente plantada pelos 100 primeiros associados, continua a produzir riquezas e proporciona o desenvolvimento sustentável da grande região de atuação da cooperativa. São mais de 65 unidades distribuídas pelo Meio oeste, Planalto Serrano e Vale do Itajaí, em Santa Catarina e no Noroeste do Rio Grande do Sul.

Ao longo dos anos, o pioneirismo e a inovação construíram a imagem da cooperativa que conta com unidades de armazenagem de grãos, Lojas Agropecuárias, Unidades de Produção de Suínos, Indústria de Rações, Posto de Combustíveis, Supermercados e Usina de Energia Solar.

A primeira cooperativa de Campos Novos é referência em muitos setores, como na produção de sementes de soja, que iniciou ainda em 1977, agregando valor a produção dos associados. Hoje, a Copercampos é a segunda maior produtora de sementes de soja do país, com uma produção de 1,5 milhões de sacos e com movimento de 2,5 milhões de sacos em suas unidades.

Pioneira no segmento sementeiro, a gestão da Copercampos busca atender seus associados e por isso, investe na qualificação técnica e difusão de novas tecnologias, para gerar maior rentabilidade com sustentabilidade no campo. Na proposta de valorização do homem do campo, a cooperativa conta com programas especiais para enaltecer o compromisso do seu associado, como o Programa de Fidelidade, que possibilita gratificações ao associado que é 100% fiel a cooperativa, além do programa de Bonificação de Sementes, onde são distribuídos retornos por multiplicar sementes, viagens técnicas no Brasil e exterior, por exemplo.

Os investimentos e ampliações de unidades marcam a história inovadora da Copercampos. Em 2017 e neste ano de 2018, a cooperativa está investindo mais de R$ 80 milhões no setor de armazenagem, indústria de rações, construções de lojas e energia solar. Em outubro e novembro, por exemplo, a cooperativa realizou inauguração de duas lojas (Pinhal da Serra que conta com uma unidade de armazenagem nova), e Brunópolis, além de realizar obras de novas unidades em Campos Novos (Unidade Milho e uma nova Unidade de Beneficiamento de Sementes – UBS, com mais de R$ 24 milhões investidos), novas unidades em Ponte Serrada, Lages e Calmon/SC, e uma nova unidade em Esmeralda/RS.

“Estamos completando 48 anos com crescimento. Estamos ampliando nossa área de atuação com novos silos, especialmente no Rio Grande do Sul, na Coxilha Rica, em Lages, e na região de Caçador e Calmon. Além disso, nosso setor de Lojas está tendo um crescimento de 20% no faturamento em relação a 2017, resultado da nova gestão nestas unidades em um modelo inovador de atendimento e layout das unidades. Neste dia 08 de novembro temos que comemorar também os resultados financeiros da Copercampos, que tem batido recordes em cima de recordes em faturamento mensal. Em outubro atingimos R$ 208 milhões no faturamento mensal, recorde nestes 48 anos da cooperativa, e este resultado atribuímos ao compromisso do associado em comercializar e adquirir produtos na Copercampos e a dedicação dos profissionais que aqui atuam”, ressalta o Presidente Luiz Carlos Chiocca.

Com solidez econômica e de olho em novas oportunidades para atendimento do produtor rural de toda a região de atuação, a Copercampos tem uma história construída por pessoas dedicadas, que sonham e executam ações em busca de um mundo melhor, agregando renda no campo e desenvolvimento sustentável das comunidades.

“Nós priorizamos o bem-estar das pessoas, olhamos para o futuro com responsabilidade e desenvolvemos nossos projetos no agronegócio preocupamos com a sustentabilidade. A Copercampos prioriza a continuidade e utilizamos as novas tecnologias para continuar a prosperar no campo. Para as comunidades, temos projetos e ações sociais que enaltecem a relevância do cooperativismo, onde a união é essencial e acredito que esse espírito cooperativo, solidário, e de respeito, é que fazem a Copercampos ser referência em todas as suas atividades, um exemplo de qualidade e inovação em sementes, em produção de suínos, em modelo de lojas e de geração de energia. Parabenizamos os nossos associados e funcionários pelos 48 anos da Copercampos, a nossa cooperativa”, finaliza Chiocca.

Informações:
- Mais de 65 unidades em SC e RS;

- 35 Unidades de Armazenagem;

- 18 Lojas;

- 5 unidades Supermercadistas;

- Indústria de Rações;

- Posto de Combustíveis;

- Usina de Energia Solar;

- Campo Demonstrativo

- 4 Granjas de Suínos;

- 1.400 associados;

- 1.330 funcionários;

- Unidades em 32 municípios de SC e RS.

- Novas unidades: Pinhal da Serra e Esmeralda/RS; Caçador, Coxilha Rica (Lages), Ponte Serrada e Campos Novos/SC. Fonte: Copercampos

 

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Comissão da Câmara Federal aprova incentivo a cooperativas de pequeno porte

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O tratamento favorecido, diferenciado e simplificado para cooperativas de pequeno porte é uma das propostas do Projeto de Lei Complementar 420/2014, aprovado na Comissão Especial da Câmara dos Deputados. O Projeto trata sobre micro e pequenas empresas e estímulo aos pequenos negócios.

A aprovação segue para o Plenário da Câmara e é uma das prioridades da Agenda Institucional do Cooperativismo 2018, garantindo segurança jurídica e desenvolvimento para o setor.

Segundo o texto aprovado, aquelas cooperativas que se enquadrarem nos limites de pequenos negócios, definidos na Lei Complementar 123/2006, terão garantido o direito aos benefícios não tributários desta lei, em relação a acesso a mercados, contratações públicas, relações do trabalho, crédito e capitalização, estímulo à inovação, dentre outros.

Durante a votação da matéria, o pleito do cooperativismo contou com o apoio de deputados integrantes da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).

Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a aprovação da matéria corresponde ao devido reconhecimento da importância do cooperativismo para o desenvolvimento do mercado de pequenos negócios.

"Essa é uma importante vitória para o cooperativismo e para os pequenos negócios, pois garante que o poder público apoie e facilite a inserção em mercados dos pequenos empreendedores, independentemente do formato societário escolhido, melhorando o ambiente de negócios do país", avalia Márcio Freitas.Fonte: OCB

 

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Cooperativas de Santa Catarina realizam o primeiro embarque de arroz em casca

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O primeiro embarque de arroz em casca de Santa Catarina foi realizado pela Cooperativa Central Catarinense Brazilrice. Foram exportadas 30.000 toneladas de arroz catarinense, através da SCPar do Porto de Imbituba, com destino à Venezuela.

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Segundo o presidente da Cooperativa Central, Vanir Zanatta, este é o primeiro passo nas vendas externas do cereal. “Após negociações com a Trading e ajustes de volumes entre as cooperativas Copagro, Cravil, Cooperjuriti, Coopersulca e Cooperja, que formam a Brazilrice, decidimos pela efetivação do negócio”, declarou o presidente.
De olho em uma fatia maior de mercado externo, a Brazilrice pretende consolidar sua atividade exportadora. O arroz beneficiado já é exportado pelas Cooperativas coirmãs, para países do continente Africano, América do Norte e Caribe e representa cerca de 10% do volume por elas beneficiados.

Toda exportação, auxilia a diminuir a oferta doméstica, aquecendo o preço interno do produto, que encontra-se defasado. A ideia é que ao final desta cadeia produtiva, o rizicultor receba o preço justo pelo seu trabalho e produto. “Vivemos uma das mais sérias crises na cultura do arroz. Agricultores organizados, como o movimento “Te Mexe Arrozeiro”, realizaram dois encontros importantes, chamando atenção dos governantes. O sistema cooperativo estava presente, pois plantamos e colhemos com preços abaixo do custo de produção”, explicou Zanatta.
 

A Brazilrice é uma cooperativa central, formada por cinco cooperativas catarinenses, sendo: Cooperja, Coopersulca, Cooper Juriti, Copagro e Cravil. Por trás desta estrutura, existem 10 mil de famílias produzindo de forma sustentável o arroz que chega à mesa do brasileiro nas mais diversas regiões do País e porque não do planeta. Fonte: Correio do Sul

 

Mais informações: brazilrice.com.br

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Conheça o império da linguiça toscana

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Pesquisa encomendada pela Ocepar revela a marca de cooperativa mais lembrada entre os paranaenses

Os números são impressionantes. Em Medianeira, no Oeste do Paraná, a Frimesa – central de cinco cooperativas filiadas – produz 170 quilos de linguiça toscana por minuto. Haja churrasco para absorver toda a produção desta marca: são 246 toneladas de toscana por dia, e a linguiça é apenas um dos 439 produtos que essa agroindústria coloca no mercado. Além da carne suína, a cooperativa também comercializa leite e derivados. Só no chamado leite UHT, são 3 milhões de litros por mês.

Não foi surpresa, portanto, quando a central de cooperativas recebeu a notícia de que é a empresa mais lembrada entre os consumidores e não consumidores de produtos fabricados por cooperativas paranaenses em um levantamento realizado pelo Instituto Datacenso, encomendado pela Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). “Essa informação que veio da pesquisa foi fantástica e mostra que estamos no caminho certo”, diz Valter Vanzella, presidente da Frimesa.

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Valter Vanzella, presidente da Frimesa: “Em 2005, nós abatíamos 1,5 mil suínos. Hoje abatemos 6,9 mil. E arrendamos uma planta para abater mais 1,4 mil. Nosso crescimento no primeiro semestre deste ano foi de 15%, acima da inflação do País. Isso indica que vamos continuar sendo uma grande empresa”.

No total, foram realizadas 1.023 entrevistas presenciais (523 consumidores e 500 não consumidores) em supermercados paranaenses, ao longo do mês de agosto, nas cidades de Curitiba, Ponta Grossa, Londrina, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão e Pato Branco. Segundo Robson Mafioletti, superintendente da Ocepar, o objetivo era descobrir a imagem que os consumidores têm dos produtos e serviços das cooperativas no Paraná. “O resultado foi muito positivo. No total, 96% dos consumidores disseram que estão satisfeitos ou muitos satisfeitos. Isso mostra que estamos no caminho certo”, explica.

Além da carne suína, a cooperativa também comercializa leite e derivados. Só no chamado leite UHT, são 3 milhões de litros por mês.

Segundo Vanzella, o segredo foi ter apostado na marca criada há mais de 50 anos. O nome Frimesa vem de Frigorífico Medianeira SA, uma empresa de capital fechado, que faliu e foi incorporada pela antiga Cooperativa Central Agropecuária Sudoeste (Sudcoop), em 1979. A partir daquele ano, o nome batizava apenas as carnes, enquanto os laticínios usavam outras marcas como Régio, Rei do Oeste e outras. A virada aconteceu em 1997. “Quando assumi a empresa, adotamos Frimesa para todos os produtos. Juntamos as marcas e fizemos uma propaganda que ficou famosa, em que um suíno tomava leite de uma vaca”, lembra Vanzella.

A estratégia deu tão certo que a Sudcoop deixou de existir e, em outubro de 2006, Frimesa passou a ser a razão social da central de cooperativas. “Em 2005, nós abatíamos 1,5 mil suínos. Hoje abatemos 6,9 mil. E arrendamos uma planta para abater mais 1,4 mil. Nosso crescimento no primeiro semestre deste ano foi de 15%, acima da inflação do País. Isso indica que vamos continuar sendo uma grande empresa”, conta o presidente.

Em 1997, a Frimesa faturou R$ 161,1 milhões. Apenas duas décadas depois, a cifra saltou para R$ 2,9 bilhões. Atualmente, a cooperativa entrega 30 milhões de quilos ou litros de produtos nas redes varejistas de todo o Brasil. “Claro que temos uma presença mais forte no Sul, mas estamos ganhando espaço, principalmente em São Paulo. Estamos envolvidos com estratégias de marketing que estão gerando resultados satisfatórios”.

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Em Assis Chateaubriand, também no Oeste do Paraná, começaram as obras do maior frigorífico da América Latina. Quarta maior empresa do setor no Brasil, a central de cooperativas Frimesa quer triplicar o abate de suínos na próxima década. Com investimentos que somam quase 1 bilhão de reais, a cooperativa quer chegar em 2030 abatendo 22 mil cabeças de suíno por dia. “Se for comparar com os últimos anos, não é um crescimento tão absurdo assim”, diz Vanzella.

Para o presidente, o resultado da pesquisa da Ocepar dá o respaldo para investimentos como esse. “Criar e industrializar suíno não é a tarefa mais difícil. Difícil é vender. Se não vender, não viabiliza. E gostamos de saber que temos esse relacionamento com o consumidor. Que ele pensa na gente quando quer comprar qualidade”.Alexandre Mazzo/Gazeta do Povo

 

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Jovens Empreendedores Copercampos participam de treinamento vivencial

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Mais do que encarar desafios e superar medos, o Treinamento Vivencial ao Ar Livre, realizado por 36 integrantes do grupo Jovens Empreendedores Copercampos – JEC, no dia 21 de julho, na empresa Datrilha Treinamentos, em São Miguel do Oeste, oportunizou a cooperação entre os jovens.

Por meio de dinâmicas em grupo e atividades de aventura, no terceiro treinamento desenvolvido aos “Jovens do Futuro”, conceitos e ensinamentos do cooperativismo foram apresentados e trabalhados para o cumprimento de tarefas. Participaram deste módulo dos treinamentos, integrantes do JEC dos municípios de Campos Novos, Ibiam, Videira, Barracão, Campo Belo do Sul, Erval Velho e Curitibanos.

De acordo com o instrutor e proprietário da empresa Datrilha, Juliano Romancini, no treinamento foram desenvolvidas dinâmicas em equipe e esportes de aventura para trabalhar competências aos jovens. “Nós trabalhamos com treinamentos vivenciais ao ar livre para trabalhar competências com os integrantes do JEC, como trabalho em equipe, liderança, estratégia, comunicação, planejamento, autoestima, superação de desafios e medos, enfim, competências que são importantes para levarmos em nosso dia a dia profissional e pessoal. E como são treinamentos práticos, fica fácil a compreensão do que melhorar em mim e na equipe, analisando pontos positivos e negativos para compreender o que é preciso aperfeiçoar para ser uma pessoa melhor, um funcionário melhor ou um líder melhor. Além disso, o espirito de equipe é trabalhado, pois é um diferencial, e desenvolvemos esse sentimento aqui porque é o que as cooperativas fazem na sua essência, trabalham a cooperação entre as pessoas”, ressaltou o instrutor.

De acordo com a Supervisora de Marketing da Copercampos, Maria Lucia Pauli, que acompanhou o grupo no treinamento, a cooperativa trabalha há cinco anos com os jovens e desenvolve treinamentos e encontros para estimular a formação de líderes e também o cooperativismo. “Os jovens de 13 a 30 anos, filhos de produtores e associados estão participando dos treinamentos e eventos diferenciados, que oportunizam competências, entre elas, lideranças, planejamento e estratégias, para que eles possam aplicar em sua vida pessoal, na família, comunidade e também no trabalho com a Copercampos”, ressaltou Maria Lucia.Fonte: Assessoria de Imprensa Copercampos

 

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Produtores da CooperColmeia recebem certificados de Propriedade Livre de Brucelose e Tuberculose

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A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc entregou os primeiros certificados de Propriedade Livre de Brucelose e Tuberculose para produtores da CooperColmeia, cooperativa de produtores de leite agroindustrial localizada no município de Meleiro.

As atividades para o processo de certificação iniciaram em janeiro de 2016 e contou com a participação de 10 produtores cooperados, sendo nove deles de Meleiro e um de Morro Grande.

O serviço foi realizado pelo médico veterinário e Responsável Técnico – RT das propriedades, Gilberto José Botelho, com o apoio da Cidasc.

O Gestor do Departamento Regional da Cidasc de Criciúma, Eduardo Damineli Pesenti, parabenizou os produtores pela conquista e destacou que a certificação irá diferenciá-los da produção leiteira no Extremo Sul. “O status sanitário inspira maior segurança quanto à origem do seu produto”, declarou.

A certificação garante um controle mais rigoroso para brucelose e tuberculose nas propriedades. Desde o início do processo de certificação, foram realizados três exames que obtiveram resultados negativos destas doenças no rebanho.

A partir de agora a propriedade fará um controle anual e só poderão receber bovinos de propriedades também certificadas, ou com dois resultados negativos prévios de brucelose e tuberculose, obedecendo a Instrução Normativa 19/16 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa.

A brucelose e a tuberculose são zoonoses de ocorrências pontuais, mas recentes na região, e são transmitidas para os humanos, principalmente pela ingestão do leite de animais contaminados.

Estiveram presentes na entrega do certificado a médica veterinária da Cidasc Paula Grechi Gerhardt de Almeida, responsável pelos processos nas indústrias, o Gestor Regional da Cidasc, Eduardo Damineli Pesenti, o presidente da CooperColmeia, Antônio Simoni de Oliveira, o médico veterinário da cooperativa Gilmar Michels, o colaborador Daniel Araújo Rosa e os produtores José Vilson Pirola e Valdir Zilli.Fonte: Paula Grechi Gerhardt de Almeida – Departamento Regional da Cidasc de Criciúma

Mais informações: www.cidasc.sc.gov.br

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