Arquivos da categoria: Agricultura Familiar

Epagri de Guaramirim busca encurtar a cadeia de comercialização de produtos agrícolas

 guaramirimepagri2

Um aplicativo direcionado a agricultores familiares e consumidores da produção agrícola – restaurantes, cozinhas industriais, hotéis – promete encurtar a cadeia de comercialização dos alimentos em Guaramirim, no Norte Catarinense.

A tecnologia foi apresentada aos produtores rurais e consumidores no dia 25 de fevereiro em reunião na Associação Empresarial do município (Aciag), organizada pela Epagri em parceria com a Aciag e apoio da Secretaria Municipal de Agricultura.

guraramirimepagri1

Segundo as extensionistas rurais da Epagri de Guaramirim, Zelita de Lourdes Gomes e Camila de Macedo Golba, o evento surgiu de uma demanda dos agricultores durante uma reunião de planejamento de atividades da Epagri. “Muitas vezes os agricultores não conseguem receber um preço justo pelos seus produtos e acabam ficando reféns de intermediários e das oscilações de preços no mercado. Também ocorre de os produtos agrícolas perderem a qualidade devido à demora em chegar à mesa do consumidor. Portanto, quando proporcionamos o encurtamento da cadeia de comercialização através da venda direta do agricultor para o consumidor final, conseguimos agregar valor ao produto fazendo com que o agricultor ganhe mais e que o produto chegue com mais qualidade à mesa do consumidor, com preço justo e com menos desperdícios”, ressalta Zelita.

“O aplicativo foi uma das alternativas de comercialização direta apresentadas aos agricultores e consumidores. Ganha o produtor que pode programar a produção e garantir a estabilidade do preço ao longo da safra e ganha o consumidor, que tem a garantia de entrega, preço e qualidade”, diz Camila. Ela reforça que os agricultores também estão sendo incentivados a participar do Programa Nacional de Alimentaão Escolar (Pnae) e da feira livre local. “Com essas ações esperamos que os agricultores tenham mais autonomia na venda e no planejamento de sua produção, além de fazer com que o produto seja comercializado no município e desta forma contribua para a economia local”.

Durante o evento foi feita uma mostra de produtos dentro do auditório onde aconteceu a palestra. Os agricultores trouxeram seus produtos para exposição para que os empresários presentes conhecessem os produtos e as marcas locais.

Mais informações: emguaramirim@epagri.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Pesquisa EPAGRI/CEPAF revela que agricultores fornecem R$ 280,00 por mês em alimentos para filhos na cidade

chapecopesquisa2

Uma pesquisa realizada em 2018 pelo Centro de Pesquisa da Agricultura Familiar da Epagri em Chapecó descobriu que 51% das famílias de agricultores fornecem alimentos para filhos que moram na cidade. 

Isso representa R$ 280,00 por mês. Num universo de 128,9 mil famílias cadastradas pela Epagri, isso representa cerca de R$ 18 milhões por mês que os agricultores fornecem em alimentos para familiares que residem na área urbana. 


A pesquisa “Transferência de Alimentos de Agricultores Familiares para Filhos que Moram na Cidade” faz parte de uma pesquisa mais ampla, sobre a produção de alimentos para autoconsumo no Oeste de Santa Catarina. 

Foram aplicados 381 questionários em 112 municípios. De acordo com o coordenador da pesquisa e doutor da Epagri, Clóvis Dorigon, todas as propriedades produzem alimentos para o próprio consumo, embora a diversidade não é muito grande. Isso representa uma economia de R$ 1,2 mil por mês. O que vai para os filhos é cerca de 20% desse total e representa 30% de um salário mínimo. Entre os produtos fornecidos estão queijo, salame, frutas, verduras e plantas medicinais. 

- Além de representar uma economia essa transferência de alimentos é muito importante na questão se segurança alimentar, pois permite o acesso a produtos diversos, de qualidade, sem agrotóxicos e que tem uma relação afetiva e cultural – disse Dorigon. Fonte: https://www.nsctotal.com.br/colunistas/darci-debona

Mais informações:  grch@epagri.sc.gov.br 

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Propriedade de São Miguel da Boa Vista é referência pela Epagri

smiguelboavistaepagri

O casal de agricultores, Gilmar e Tania Fedrigo tem a primeira propriedade do município de São Miguel da Boa Vista, no extremo oeste de Santa Catarina, com sistema de irrigação de pastagem, considerada referência pela Epagri

Há dez anos, o agricultor Gilmar teve um início difícil na propriedade. Ele conta que em 2008 iniciou, junto ao avô Altemio Fedrigo, com quatro vacas leiteiras e pouca produção. “Questão financeira, falta de conhecimento e de informação foram as principais dificuldades”.

“Fomos para nossa propriedade de 12 hectares de terra que o nono nos deu, e construímos a nossa casa e uma sala de ordenha no galpão de fumo que já existia, começamos a melhorar a pastagem, que até então eram só “capoeira” e “vassourinha”, roçando e piqueteando, o pasto começou a aparecer. Com a ajuda e orientação da Epagri e financiamento do Sicoob Credial adquirimos mais animais, nesse tempo a família também cresceu, vieram os filhos Everton e Emanuel”, lembra Gilmar.

Com a propriedade prosperando, juntamente com o conhecimento adquirido, Gilmar conta que a pastagem ganhou qualidade e um sistema de irrigação que virou referência no município. “Fomos atrás de conhecimento e melhoramos a qualidade da pastagem e a quantidade de vacas. A genética também melhorou através de inseminação e hoje, temos uma propriedade certificada, livre de Tuberculose e Brucelose, há quatro anos”, ressalta o agricultor.

Para Gilmar e família, o Sicoob Credial é considerado um dos seus principais parceiros: “na Cooperativa foi onde buscamos recursos para adquirir cisterna, sistema de irrigação, animais, trator e maquinário”, cita.

Para o gerente do Sicoob Credial de São Miguel da Boa Vista, Vanderlei Bonaldo é sempre bom contribuir com a evolução das propriedades. "Nesse caso, em específico, conheço a propriedade desde seu início e é visível o crescimento e desenvolvimento que obtiveram. Os associados Gilmar e Tania receberam oportunidade através do nono Fedrigo e não deixaram a chance escapar. Trata-se da primeira propriedade com irrigação de pastagem também propriedade modelo e referência pela Epagri no município, além disso, é há alguns anos propriedade certificada pela Cidasc, livre de tuberculose e brucelose”, avalia.

 

Mais informações:  emsmiguelboavista@epagri.sc.gov.br 

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Turismo ecológico ganha força, gera renda para famílias rurais e permanência de jovem no campo

     jvlletr6

Propriedades da família Kersten e da família Tamazia são exemplos das potencialidades de novos negócios no campo. Propriedade de Ango Kersten tem mais de 25 anos no turismo rural, no município de Joinville.

O Jornal A Notícia  trouxe um pouco da história de uma das pioneiras em investir no turismo rural em Joinville: a família Kersten. Desde a década de 1990, Ango, o patriarca, abre sua propriedade de cerca de 160 mil metros quadrados para visitação.

jvlletr1

jvlletr7

Ao lado da esposa Ivanir, o anfitrião mantém o local instalado na Estrada Bonita aberto para visitação desde 1992, sendo que três anos mais tarde já recebia excursões de escolas e faculdades. De lá para cá as duas filhas do casal também se profissionalizaram para ajudar nos negócios.

Agora, o sítio recebe também grupos de adultos e idosos, atraídos pelos produtos coloniais feitos no local e têm a possibilidade de conhecer animais exóticos, um museu rural, ou apreciar um bom café.

— Quando criamos o museu e abrimos a propriedade para visitação a ideia era transmitir um pouco de história e da cultura dos antepassados às crianças das escolas que nos visitavam. Mas o que acabou surpreendendo é, que, principalmente as pessoas da 3ª idade que conhecem este espaço se emocionam, choram, porque viveram isso tudo e resgatam um pouco das suas próprias histórias — relata Ango.

O acervo do museu é composto por cerca de 870 peças, desde itens simples como discos de vinil e fitas cassete a até máquinas de escrever, ferramentarias e uma colheitadeira datada de 1895. Fotos antigas das primeiras excursões e da própria família, que está na sexta geração, também são compartilhadas. “A tecnologia evolui muito rápido, então reúno aqui coisas que já não existem e que nem são tão antigas assim, mas que para a maioria das pessoas traz um pouco de cultura”, considera.

jvlletr2

Ango Kersten mostra o museu rural feito por ele

O ambiente é aberto diariamente das 7h30 às 18 horas ao custo de R$ 15 (consumo mínimo) e oferece ainda passeios de trator (R$ 15 a parte) – que passa sobre as águas do Rio Pirabeiraba – além de comércio de artesanatos e iguarias do interior, como caldo e melado de cana, geléias e mel, cucas, pães e bolachas. O melado, inclusive é feito uma ou duas vezes na semana dentro de um “tacho”, levando 360 litros de cana-de-açúcar, colhida diretamente no terreno e que dá origem a 55 litros de melado por receita.

jvlletr3

Joice é uma das herdeiras de Ango Kersten e ajuda a família nos negócios

Permanência do campoA tradição familiar fez com que Juliana Kersten, de 29 anos, decidisse ficar nas terras da família depois de adulta, assim como a irmã Joyce, que também trabalha na propriedade. Juliana começou a ajudar ainda pequena, aos 13 anos de idade, como guia de excursões e aprendeu com a mãe a fazer cucas, bolachas e pães para venda. Ela participou do curso de especialização da Epagri e como resultado, criou a pouco mais de um ano o seu próprio negócio.

Em um empreendimento anexo ao sítio dos pais, Juliana mantém a Alles Blau – Cuca e Café, na qual vende produtos caseiros aos fins de semana e feriados a partir das 10 horas, e também funciona como café colonial, das 15h às 19h.

— Quando a gente gosta do que faz, se espelha nos seus pais, investe no turismo e vê que está dando certo, talvez até pensa, mas não concretiza a saída do campo. Então por esse histórico familiar e de fazer o que eu gosto, acho que não teria oportunidade melhor do que estar investindo com a sua família e para a sua família — considera Juliana.

jvlletr4

Piscinas naturais e áreas de eventos no campo estão entre os potenciais de negócios do ecoturismo em Joinville

Eco turismo e eventos ganha força

Vanessa Venzke Falk, presidente do Joinville Convention Bureau, avalia que a utilização de espaços rurais voltados ao turismo e para a realização de eventos também está crescendo como um todo em Joinville. Isto considerando que o turismo rural é uma tendência a nível nacional.

— As pessoas estão buscando mais essa aproximação com a natureza e em Joinville esse movimento não é diferente. Hoje já temos diversas propriedades rurais abertas e voltadas a este mercado, mas ainda pouco conhecidas, então temos um potencial ainda muito maior a ser explorado — reforça.

— Quando vamos em busca de captar eventos, as opções rurais também são lembradas como um atrativo a parte à escolha da cidade para sediá-los — completa.

Em uma propriedade distante cerca de 20 quilômetros do Centro, está outro exemplo das potencialidades do turismo rural joinvilense, tanto em sediar eventos quanto em promover diversão para a família toda. Com 190 mil metros quadrados, o Parque Ecológico Caminho das Águas, na Estrada Piraí, reúne centenas de pessoas aos sábados, domingos e feriados em torno de três piscinas naturais abastecidas com a água de um afluente do rio.

jvlletr5

Rogério Tamazia trabalha com turismo rural, negócio que garantem parte da renda da família

O espaço, ao custo de R$ 15 a entrada, conta ainda com 39 quiosques para churrasco e área de camping (a locar), além de trilhas em meio a mata nativa e lanchonete.

Conforme um dos donos das terras, Rogério Tamazia, o local foi viabilizado na década de 1990 depois que seu pai comprou o terreno, que antes servia para extração de britas e o revitalizou. Com a ajuda de um sistema de captação, a água percorre galerias até chegar às três piscinas do espaço, duas delas com até 1,70 metro de profundidade e a outra com 2,10 metros. Depois do uso, semanalmente a água é escoada novamente para seguir o curso do rio e é renovada para uso dos banhistas na semana seguinte.

— É um negócio que demandou bastante investimento, mas que deu certo. Além de complementar a renda da família, eu particularmente adoro a natureza. Sou apaixonado por isso tudo, então o legal de ter esse tipo de negócio é que o reconhecimento (dos visitantes) é imediato — aponta Rogério.

Hoje o Caminho das Águas já disponibiliza o espaço para aniversários e confraternizações empresariais, mas na área comum aos demais visitantes. No futuro, a intenção da família é ampliar os negócios. Dentre as intenções está a construção de chalés e a implantação de uma área própria para festas. Fonte: Jornal A Notícia – Por Luan Martendal / luan.martendal@somosnc.com.br / (Foto: Carlos Junior, Especial)

 

Mais informações: grj@epagri.sc.gov.br 

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Turismo rural: conheça opções para visitar em Joinville

jvlletropções1

As propriedades rurais joinvilenses voltadas ao turismo têm em comum o privilégio de abrigar belas paisagens, por vezes, formadas em meio a vastas áreas verdes, sob o som dos pássaros, árvores frutíferas e o barulho da correnteza dos rios e das cachoeiras. Uma reunião de encantos, que serve de refúgio a quem busca se conectar com a natureza e desligar do corre-corre da vida urbana, mesmo que por algumas horas.

Na Estrada da Ilha, o colorido das flores é cartão-postal; na Dona Francisca, casas em enxaimel, alambiques de cachaça artesanal e deliciosos pastéis e caldos de cana ganham espaço. Já para quem busca boas opções gastronômicas, de hospedagem e entretenimento, a Estrada Bonita é o destino mais procurado. Há ainda a rota dos pesque e pagues, recantos, e estabelecimentos que oferecem trilhas e camping, estes em especial nas regiões do Piraí e do Quiriri.

Listamos alguns desses locais, a maioria deles vinculados ao projeto Viva Ciranda ou com a Associação de Turismo Eco Rural de Joinville (Aterj). Confira opções para conhecer:

1.Região do Piraí

Local: Sítio Canto dos Pássaros

Endereço: Estrada Comprida, 2,5 km após o Pórtico de acesso do Vila Nova

Contato: (47) 3439-6292

Local: Rancho Alegre

Endereço: Estrada Piraí, 2551 – Vila Nova

Contato: (47) 99222-2040

Local: Família Schroeder

Endereço: Estrada dos Morros, 1600 – Vila Nova

Contato: (47) 3439-5234

Local: Vale do Ouro Eventos e Pousada

Endereço: Estrada do Salto 1,5650 – Vila Nova

Contato: (47) 98808-4688

Local: Recanto das Arrozeiras

Endereço: Rodovia do Arroz, 413 – Vila Nova

Contato: (47) 98843-2063

Local: Parque Ecológico Caminho das Águas

Endereço: Estrada Piraí, poste 127 – Vila Nova

Contato: (47) 991665200

Local: Pesque e Pague Piraí

Endereço: Estrada do Atalho – Vila Nova

Contato: (47) 3439-5180

Local: Pesque-Pague Sítio 3 Lagoas

Endereço: Estrada do Salto, 2 – Schroeder I – Vila Nova

Contato: (47) 99108-3623

 

2.Região Dona Francisca / Quiriri

Local: Quinta da Mildau – Estrada Mildau, 1747

Endereço: Estrada Mildau, 1747 – Pirabeiraba

Contato: (47) 99146-0085

Local: Sítio Vó Bia

Endereço: Estrada Isac, S/N – KM 02 – Pirabeiraba

Contato: (47) 3433-9667

Local: Apiário Pfau

Endereço: Estrada do Rio da Prata, poste 25 – Pirabeiraba

Contato: (47) 3428-0136

Local: Hotel Fazenda Dona Francisca

Endereço: SC-418, km 19 – Pirabeiraba

Contato: (47) 4063-9960

Local: Vale das Nascentes

Endereço: Estrada Quiriri, 9764 – Pirabeiraba

Contato: (47) 4101-1313

Local: Canela Preta

Endereço: SC-418, 18 – Pirabeiraba

Contato: (47) 98850-1482

Local: Café Rural Família Roos

Endereço: Estrada Comprida, 1200 – Vila Nova

Contato:(47) 3439-6290

 

3.Região da Estrada Bonita

Propriedade de Ango Kersten(Foto: Carlos Junior, especial)

Local: Propriedade Ango Kersten

Endereço: Estrada Bonita, km 20

Contato: (47) 3464-1432

Local: Restaurante Tia Martha

Endereço: Estrada Bonita, km 8

Contato: (47) 3437-7130

Local: Recanto Estrada Bonita

Endereço: Estrada Bonita, km 8

Contato: (47) 3436-9535

Local: Pesk Pague Reinaldo Hattenhauer

Endereço: Estrada Bonita, km 8

Contato: (47) 3464-1500

Local: Pousada e Restaurante Grun Wald

Endereço: Entrada da Estrada Bonita

Contato: (47) 3464-1004 (pousada) e (47) 3464-1271 (restaurante)

 

4.Região da Estrada da Ilha

Local: Agrícola da Ilha / Parque Dos Hemerocallis

Endereço: R. Ten. Antônio João, 4257 – Jardim Sofia

Contato: (47) 3473-0628

Local: CTG Chaparral

Endereço: Estrada Alvino Souza do Nascimento, 958 – Pirabeiraba

Contato: (47) 3424 6196

Fonte: Jornal A Noticia – Por Luan Martendal luan.martendal@somosnc.com.br

 

Mais informações: http://www.aterj.com.br/

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Família de Iporã do Oeste encontra na produção semi-orgânica de hortaliças uma nova fonte de renda

iporaorganico1     

Segundo o produtor de linha Aparecida, Iporã do Oeste, Inácio Roth, a produção de leite que até então era a principal atividade da propriedade, teve que ser substituída em função de problemas de sanidade que afetaram os animais.

iporaorganico4 iporaorganico2

Ele cita que a produção semi-orgânica de hortaliças é um projeto que está apenas no início, implantada há cerca de um ano e meio, porque a família já planeja a industrialização dos produtos.

O produtor enfatiza que além de uma nova opção de renda, o cultivo das hortaliças foi pensado também para garantir mais saúde a todos que consomem os produtos. Além de hortaliças, Roth cita também a implantação de um pomar para futuramente utilizar as frutas na produção de geléias e conservas.

iporaorganico5 iporaorganico6

A boa aceitação das hortaliças tem feito com que a família não consiga atender toda demanda de pedidos dos consumidores. As hortaliças são entregues também nos mercados, hospital e para a merenda escolar. A venda é feita diariamente e nem sempre a produção é suficiente.

De acordo com o produtor Inácio Roth, a produção de hortaliças inicialmente não exigiu um investimento alto, e atualmente é empregada mão de obra familiar, inclusive das filhas do casal, mas devido aos projetos futuros, haverá necessidade de ampliar a equipe de trabalhadores. A família possui o selo do E-origem, que permite o rastreamento dos produtos para identificar a sua origem. Fonte:Portal Peperi

Mais informações: www.peperi.com.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Didio Silva um exemplo no Turismo Rural na Agricultura Familiar na Serra Catarinense

sjoaquimtr1  

Tudo começou quando a família do Senhor Luiz Carlos da Silva tinham como principal atividade um pomar de maças desde 1986 porém,com a instabilidade comercial e intempéries climáticas, acabaram passando por muitas dificuldades financeiras foi quando em 2008 desistiram da atividade, venderam parte da propriedade para saldarem dividas e saíram da propriedade em busca de trabalho. Surgiu uma oportunidade de trabalhar em uma pousada rural.

E foi ai nesta experiencia que perceberam a oportunidade no turismo de retornar a sua propriedade e começar seu próprio negocio. O sonho se tornou real em 2013 onde em 2013 através de uma reunião na Epagri o qual apresentaram o programa SC Rural, uma politica publica de incentivo a agricultura familiar. Após 2 anos de reuniões e trabalhosa fundaram  a Associação Bonjardinense de Turismo Rural, possibilitando-os a acessar os recursos para consolidar o seu tão sonhado espaço para hospedagem, enfim o sonho deles se tornou real.

sjoaquimtr2

Os turistas chegam em sua propriedade se organizam tomam um café enquanto seu Didio prepara os cavalos, as famílias principalmente se sentem super bem acolhidas pela energia do casal, a  maioria busca ,paz e tranquilidade e poder passar por esta experiencia incrível que é o contato com a natureza através da trilha com cavalgada de 14 km ida e volta até os cânions, passando por muitos lugares de natureza única preservada e obstáculos bons digamos, perguntei a uma turista que vive na correria do dia a dia na grande  São Paulo, como ela estava se sentindo ali já que nunca havia andou a cavalo e como estava sendo esta experiencia ela respondeu que estava muito realizada e se sentindo em outro mundo aquele que se sente a leveza na alma, alivio na mente e esperança no coração sem os agito onde mora, que ali sentiu-se completamente com a alma livre e leve em plena felicidade e principalmente os cavalos são tão doceis que se sentiu segura para realizar o passeio relata a turista.

sjoaquimtr3

Lugar de belezas únicas, contemplar a exuberância intacta da natureza e com toda segurança do mais experiente Senhor, Didio Silva e sua família que proporcionam momentos inesquecíveis aos turistas .

Passeio maravilhoso em meio as serras e araucárias. A atenção e simpatia do guia Didio deixaram o passeio ainda mais encantador! Sem contar o almoço delicioso preparado pela Dona Dalva, ao chegarmos de volta após a cavalgada, este dia foi inesquecível e realmente a serra Catarinense é rica em belezas naturais e principalmente de pessoas que sabem ser hospitaleiras, espero que outras pessoas o vejam como inspiração para pensar em um projeto uma fonte de renda assim com base no potencial da agricultura familiar para o turismo, seja em Bom Jardim ou São  Joaquim que muitos turistas com certeza sonham em viver a experiencia de estar em contato direto com eles até nos pomares de maça, pois os turistas que veem de fora buscam viver experiencias que sintam realmente uma essência pura para seus filhos sentir,viver com isto vamos estar valorizando as pessoas como um todo as pessoas que vivem através do meio rural e os turistas que almejam encontrar pessoas como seu  Didio dona Dalva que superaram suas dificuldades enxergando o potencial que tinham.

https://saojoaquimonline.com.br/della-rosa/2019/02/15/didio-silva-um-exemplo-no-turismo-rural-na-agricultura-familiar-na-serra-catarinense/

Mais informações: emsaojoaquim@epagri.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Don José – um vinho premiado

 modelouva2     

José Bottega - uma história de trabalho e dedicação

Em meados do mês de junho as parreiras entram em dormência, proporcionando um período para experimentos e testes para a próxima produção. Em julho e agosto no pico do inverno é a hora de podar e dar a manutenção do parreiral. Em setembro os brotos começam a aparecer e os cuidados com o controle de pragas iniciam. Outubro pode-se realizar a poda de renovação. A floração começa em novembro onde praticamente não há mais riscos de gear. No mês de dezembro é hora de organizar a parreira, aplicação dos fertilizantes, irrigação e raleio se a produção prometer ser abundante.  

Quando as vinhas estiverem totalmente crescidas é a hora de tratar contra doenças e pragas. Em janeiro as uvas amadurecem. O ciclo da uva varia conforme a variedade, a região, o clima, e também em função de sua destinação, podendo a sua colheita durar até o mês de março. Em abril as plantas começam a entrar em dormência, perdendo as folhas, e se recuperando para a próxima produção.

modelouva8

Segundo Don José, na família Bottega, esse ciclo já se repete a vários anos na sua propriedade. “É um trabalho feito com muito amor e transmitido de pai pra filho”. José Bottega com 62 anos e dona Salete com 61, são casados há 38 anos e tiveram três filhos Marina, Márcio e Maristela.  A Família que residia em Lajeado Grande, Serra Alta, veio para Modelo em 1996. Na mudança vieram também os mestres (palanques) para iniciar o novo parreiral.

modelouva7 modelouva6

Os vinhedos cultivados na propriedade localizada na Linha Cedro, são de variedades diversas, com destaque para a Niágara branca voltada ao consumo in natura. Na propriedade também são realizados alguns experimentos desde a produção de novas mudas, selecionadas a partir de vinhas da propriedade, até enxertos em cavalos com fortes raízes, visando a melhoria na produtividade e qualidade das uvas.

Existe um projeto para a ampliação das parreiras, com a ajuda da família, visando suprir a crescente demanda. Para o Senhor José, o clima da propriedade colabora com a cultura, “trabalhando dentro das técnicas, com manejo adequado, e com dedicação dá pra aumentar muito a produção”. 

modelouva5

O destaque da propriedade fica por conta da produção de vinhos artesanais de mesa com a marca Don José, um produto requintado feito em Modelo, que vem recebendo reconhecimento regional.

Com a parceria firmada em maio 2018 entre o Governo Municipal de Modelo, Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina – SEBRAE/SC, e o Núcleo de Vitivinicultores da ACIP – NVA, foram contratados os serviços de consultoria especializada em Vitivinicultura prestados pelo SEBRAE, entre os meses de maio e dezembro.

Após um diagnóstico técnico inicial foi constatado que havia ataque de cochonilhas provocando enfraquecimento de vinhedo e alto índice de aborto na floração, resultando assim em baixa produtividade. Para solucionar o problema foram utilizadas técnicas de poda e substituição de plantas improdutivas. O vinhedo também estava com problema de desfolha precoce e ataque de pragas, para isso foram repassadas orientações de tratamentos fitossanitários com produtos adequados para cada situação. O ambiente da vinícola foi adequado deixando mais pontos de ventilação. Também foi implementada a rotulagem padrão, e neste estão presentes todas as informações exigidas pelo MAPA.

Segundo o consultor e enólogo Gilson Panseri Junior do Instituto de Desenvolvimento Regional – SAGA, responsável pelos serviços de consultoria, houve uma significativa melhora na qualidade do vinho produzido, com redução de desperdícios de vinho e aumento na produtividade do vinhedo. 

modelouva3

Os resultados destes esforços apareceram ainda em 2018 com a premiação na 4ª Avaliação Regional Oeste promovida pelo Núcleo dos Vitivinicultores da ACIP onde os Vinhos Don José receberam a Medalha de bronze nas categorias Niágara e Tinto e Medalha de Prata na Categoria Bordô. 

modelouva4

A produção da Safra 2018/2019 já está na pipa em fermentação: fase em que as leveduras se alimentam do açúcar natural presente no suco das uvas e o transformam em álcool e dióxido de carbono. Para este ano é estimado o envase de 6.000 à 8.000 litros e devem ser comercializados 3.000 quilos de uvas para o consumo de mesa. 

 

Mais informações: www.modelo.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Agricultores de Mirim Doce visitam feira livre e associação de apicultores de Lontras.

mirimdoce-viagem

Pensando na primeira edição da Feira Livre, marcada para o mês de março, no município de Mirim Doce, Alto Vale do Itajaí, um grupo de agricultores visitou uma feira, já consolidada, no vizinho município de Lontras.

No local, os 23 agricultores interessados em fazer parte da feira de Mirim Doce conferiram como funciona o evento em Lontras, que está consolidado há dois anos. No município, o "vale feira" entregue a servidores públicos foi implantado somente um ano depois do início, o que fez com que o faturamento duplicasse. “Essa foi uma ótima notícia para nós, porque em Mirim Doce já começaremos com o vale feira”, ressalta Cássia Fernanda da Silva, diretora de convênios da Secretaria de Agricultura.

Além da visita à feira, quatro apicultores também tiveram a oportunidade de conhecer a Casa do Mel de Lontras, onde receberam informações sobre como é possível se associar. “Percebemos a importância de fortalecer associações, ou seja, aumentar o número de associados nas que já existem na nossa região, em Lontras ou Ibirama, porque existe custo de manutenção e conhecimento de gestão e legislação que esses locais já possuem”, explica Cássia.

 

Mais informações: www.mirimdoce.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Cooperativa da Agricultura Familiar de Xanxerê faz parte da economia e da diversidade de alimentos do município

xanxerecoop

O Censo Agropecuário do IBGE revelou que 90% dos municípios brasileiros com até 20 mil habitantes possui a agricultura familiar como base. E ainda, que 84,4% dos estabelecimentos rurais são dos agricultores familiares e 74,4% da mão de obra do campo está empregada.

   A Cooperativa da Agricultura Familiar de Xanxerê, iniciou no ano de 2007, localizada na Rua Antônio Vitorio Giordani. O objetivo principal é fomentar a produção, industrialização e comercialização dos produtos da agricultura familiar.

xanxerecoop2

O diretor da cooperativa, Jurandir Giachini explica que atualmente mais de 100 famílias participam desta produção, que é levada até o centro de comercialização da cooperativa. “Durante a semana os agricultores levam as suas produções e nas quartas-feiras e sábados é realizado a feira livre, qualquer dia as pessoas podem vir aqui para adquirir esses produtos. São diversos produtos de hortifrúti, produções artesanais como vinhos, queijos e conservas, tem que vir e conferir”.

xanxerecoop5

Jurandir realiza nos sábados um café colonial completo, com alimentos típicos da agricultura familiar, como: polenta brustolada, pastel, caldo de cana, bolachas e uma infinidade de produtos que já são comercializados na Feira, e mensalmente o sorteio de uma cesta com produtos coloniais, para as pessoas que compram na cooperativa.

A população deve valorizar essa produção de produtos coloniais oriundos da agricultura familiar e o cooperativismo da agricultura familiar permite que organizados em maior número, os produtores rurais façam melhores negócios na venda de sua produção”.

Ainda segundo Jurandir, se algum produtor familiar tiver interesse em comercializar seus produtos, será bem-vindo. “Geralmente quem participa do feirão é quem já vende seus produtos na Feira. Mas, se um agricultor familiar desejar também vender o que ele produz, pode entrar em contato com a cooperativa, se tornar um cooperado e começar a comercializar aqui também”, conclui.

xanxerecoop3

Para o diretor da Cooperativa, o ano de 2018, foi positivo e conseguiram se manter no ramo, apesar dos diversos problemas climáticos e econômicos que afetaram a agricultura.

“Para 2019, temos projetos de expansão e melhorias no espaço onde é realizada atualmente a feira livre. Além de outros planos voltados à cooperativa”, destaca.Fonte:Com informações do Lance Notícias

 

Mais informações: Cooperativa da Agricultura Familiar de Xanxerê  (49) 3433-9583 -  cafxanxere@hotmail.com

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br