Arquivos da categoria: Agricultura Familiar

Agricultores familiares de Sangão participam de encontro com técnicos da Conab/SC

 

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Agricultores familiares doi município de Sangão,aa ligados a associações que trabalham com farinha de mandioca  participaram de um encontro com técnicos da Conab – Companhia Nacional de Abastecimento, durante o Encontro Municipal sobre Políticas Públicas para a Agricultura Familiar, promovido pela estatal. 

Os representantes da Conab apresentaram ao público presente as ações do governo federal em apoio aos produtores rurais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), as Compras Institucionais e o Programa de Garantia de Preços para Agricultura Familiar (PGPAF). Os técnicos falaram também sobre o apoio que a empresa realiza a projetos que visam o fortalecimento social das organizações produtoras rurais.

Além dos produtores locais e dos extensionistas da Epagri, os engenheiros agrônomos Natalicio M. Nandi, Emerson Evald e Lilian G. dos Santos, participaram o secretário municipal de Agricultura, Rogério Manoel Corrêa e o engenheiro agrônomo Marco Antônio Remor, da Secretaria de Agricultura do município.

"A agricultura familiar desenvolvida na pequena propriedade é fundamental. A valorização do produto tradicional do município, a farinha de mandioca, é prioridade da secretaria. Por isso, essa proximidade com a Conab é uma forma de irradiar os benefícios do Governo Federal para com nossos colaboradores e garantir preço ao nosso agricultor", frisou o secretário de Agricultura de Sangão. Fonte: http://www.folharegionalwebtv.com

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Região mais produtiva do estado 

Todo ano, cerca de 10 milhões de quilos de farinha de mandioca são produzidas em Sangão, Jaguaruna e Treze de Maio. A região concentra a maior produção de farinha de mandioca do Estado de Santa Catarina. Aproximadamente 20 engenhos de pequeno a grande porte e mais de 500 famílias de agricultores, são responsáveis por esta produção.

A conquista com a licença ambiental

De acordo com o engenheiro agrônomo da Epagri, Emerson Evald, a partir de 2005 vários engenhos foram embargados pelo órgão ambiental. "Os órgãos ambientais constataram irregularidades que geravam contaminação dos cursos d´água, principalmente pela liberação direta do efluente, como as manipueira", revela.  

Os projetos de adequação ambiental dos pequenos engenhos de farinha de mandioca, começaram a ser elaborado através do Programa SC Rural/ Epagri, em 2015. Hoje, muitas famílias produtoras já conseguiram obter as licenças ambientais. 

Ambientalmente é o fim da emissão dos efluentes sem tratamentos em cursos d'água, que em muitos momentos gerava morte de peixes e descontentamento da comunidade; Uso com segurança do efluente manipueira nas lavouras como fonte de adubo; socialmente traz o resgate de uma atividade tradicional na região, passada de pai para filho por gerações, trabalhada desde os primeiros imigrantes açorianos.

O engenheiro da Epagri, Emerson Evald, cita uma série de benefícios. "Esta conquista histórica agregará segurança produtiva ao setor; traz a possibilidade dessas famílias terem acesso ao crédito para investirem em sua agroindústria; incentiva edificação de novos engenhos e mantém a atividade de produção de farinha de mandioca na agricultura família, evitando que apenas as agroindústrias dominem este setor".

 

Mais informações: emsangao@epagri.sc.gov.br

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Livro destaca parceria entre chefs e agricultores familiares

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O livro “Ecochefs: parceiros do agricultor”, que trata sobre a relação entre os chefs e os agricultores familiares nessa nova onda de sustentabilidade na gastronomia foi lançado pelo Instituto Maniva, em parceria com a editora Senac RJ.

Ecochefs é uma obra de leitura saborosa, que se tornará referência em gastronomia com responsabilidade socioambiental e fonte de inspiração para os leitores e a geração de chefs que está por vir.

A obra conta com 12 chefs renomados que elegeram um agricultor familiar local para entrevistar e compartilhar receitas. Com a escolha de um produto da colheita do agricultor entrevistado, as duplas apresentam quatro receitas no final de cada capítulo: três delas concebidas pelo Ecochef e uma cedida pelo próprio agricultor.

Os chefs são: Ana Pedrosa, Ana Ribeiro, Ana Salles, Ciça Roxo, Claude Troisgros, Flávia Quaresma, Frédéric de Maeyer, Frédéric Monnier, Marcelo Scofano, Osvaldo Gorki, Rafa Costa e Silva e Teresa Corção.

A ideia do projeto é unir campo e cidade, mostrar que a nova gastronomia e o consumo de alimentos estão intimamente ligados pelos trabalhadores rurais que, muitas vezes, não recebem o devido crédito. Fonte: https://www.revistamenu.com.br

 

Mais informações: https://www.institutomaniva.org/

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Sabores de Guaramirim terá feira da agricultura familiar e empadão de 70 metros

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Agosto é o mês de aniversário do município de Guaramirim, localizado no norte Catarinese, que completa 70 anos de emancipação política administrativa. Foi preparada uma extensa programação, incluindo a Feira Regional da Agricultura Familiar.

O evento, Sabores de Guaramirim, acontece nos dias 23, 24 e 25, com diversos produtos, inclusive produzidos das cidades vizinhas.Serão expostos para venda embutidos e defumados (como salame e linguiça); queijos; bolachas caseiras; pães; doces; geleias; conservas; plantas ornamentais; temperos e artesanato.

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Empadão de 70 metros

Na Capital da palmeira real, a Prefeitura vai servir, no próximo dia 28 um empadão de 70 metros, quando o município completa 70 anos. Segundo o prefeito, Luís Antônio Chiodini, o empadão será servido, logo após o grande desfile, cuja expectativa é bater o recorde de 7 mil participantes e que encerra a programação de 28 dias de festividades."É um aniversário de família, para a população do município de Guaramirim e de toda nossa região", destaca.

Entre as atrações da programação, também está a 6ª edição do Rockwagen e o Palco de Rock, que vai acontecer nos dias 24 e 25 de agosto, na Fundação Cultural da cidade. Serão quatro bandas, incluindo o guaramirense Rodrigo Seixas fazendo o cover de Raul Seixas.

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Capital Catarinense da Palmeira Real

Nos anos 90 a palmeira real deixou de ser apenas uma planta ornamental para se tornar fonte de renda no município de Guaramirim. O título foi concedido pela Assembleia Legislativa no dia 18 de maio de 2004, após articulação do técnico da Epagri e ex-secretário de Agricultura de Guaramirim, Alcibaldo Germann. A proibição da extração do palmito juçara, nativo da região, fez com que se buscassem novas opções de palmáceas para a indústria de conservas. A partir da palmeira real, novas espécies foram introduzidas para o cultivo como a pupunha e mais recentemente a palmeira imperial.

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Atualmente estimula-se a comercialização das palmáceas, já transformadas dentro de um processo seguro, em agroindústrias artesanais familiares, garantindo a saúde dos consumidores, motivando assim a sobrevivência de agricultores no campo.

Guaramirim conta atualmente com 35.918 habitantes com renda per capita anual de R$ 41.575,11. Sua economia, na última década teve forte expansão nas áreas industrial, comercial e de serviços, além da expressiva atividade agrícola na produção de arroz, banana, milho e hortifrutigranjeiros. 

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Cidade das Guirlandas

Em 9 de outubro de 2018, os vereadores de Guaramirim aprovaram o projeto de lei que declara o município como a “Cidade das Guirlandas”.

O projeto já estava sendo desenvolvido desde setembro de 2017, com o Natal das Guirlandas e Páscoa das Guirlandas, em que houve o envolvimento das escolas, comércio, indústria e a população em geral.

A utilização das guirlandas, segundo os vereadores, torna o município mais atraente para moradores e visitantes durante todo o ano, com ênfase especial nos períodos de festa.

A administração municipal, enaltece a importância de desenvolver o turismo em Guaramirim, divulgar o potencial do município, resgatar e cultivar o espírito festivo e especialmente, motivar os moradores para cuidar e ter orgulho do lugar onde vivem.

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História de Guaramirim é contada em capítulos

Seria difícil precisar quem foram os primeiros habitantes de Guaramirim. Certamente foram os indígenas, pois aqui viviam dois grandes grupos linguísticos existentes no Brasil, o Macro-Tupi e o Macro-Jê.

Certo é que muitos passaram por Guaramirim até que se consolidasse a imigração europeia. Com a situação conturbada da Europa, a partir de 1840 houve incentivo da imigração para o Brasil. Séculos antes, porém surgia na Europa uma igreja que, mesmo antes de Lutero, pregava a volta a um cristianismo primitivo, liturgia na língua falada pelos fiéis, padres casados, fim da troca do perdão por dinheiro (venda de indulgências) e da ideia de purgatório. Esta corrente religiosa ficou conhecia primeiramente como Hussitas, dado o seu fundador chamar-se Jan Hus. Após um período de perseguições esta igreja ressurge como uma vertente do protestantismo, ficando conhecida Igreja Moraviana ou Herrnhuter Brüdergemeine. 

Espalhados por vários territórios de cultura germânica, a Irmandade Herrenhut designou em 1884 o Pastor Wilhelm Gottfried Lange para reunir alguns irmãos da diáspora (que haviam saído do território alemão) que se encontravam em Wolhynien, na atual Ucrânia, parte então do Império Russo. A comunidade evangélica liderada por Lange, motivada por uma onda de nacionalismo, que era extremamente hostil aos estrangeiros, principalmente aos não católicos ortodoxos, decide imigrar para uma terra onde pudessem formar uma comunidade nos preceitos da Herrenhut.

Foi assim que no dia 19 de maio de 1886 o Pastor Lange, acompanhado de mais 111 pessoas, subiram a bordo do vapor Buenos Aires, que fazia a linha Hamburgo-América do Sul. Desembarcaram em Salvador, na Bahia e após uma semana de espera embarcam no vapor Hamburg, rumo ao Rio de Janeiro e São Francisco do Sul. Desse porto vieram em uma pequena embarcação até Joinville.

Brüderthal e Doubrawa:  o início de Guaramirim

Wilhelm Lange comprou terras, de um lado do Rio Itapocu onde foi instalada a colônia. Preocupou-se desde o começo em preservar a história da comunidade, não só pelo seu trato com as letras como pelo projeto de comunidade fraternal. Um barracão foi erguido no quilômetro 18 da Estrada do Sul, na localidade, hoje, encontra-se a Igreja Luterana, às margens da SC-413, a Rodovia do Arroz. O nome, Brüderthal (Vale dos Irmãos) refletia a filosofia religiosa que guiava a comunidade.

À oeste, uma outra parte do território se desenvolvia com Gustavo Doubrawa e outros imigrantes. Nesta região também foi erguida uma escola, no ano de 1891, já que Gustavo Doubrawa era professor. Também foi erguido um barracão no qual permaneciam os imigrantes que chegavam trazidos pela Sociedade Colonizadora de Hamburgo, aí ficavam até construírem suas casas.

 Em 1913 foi criado o Núcleo Colonial Barão do Rio Branco e a área de quase 40 mil metros quadrados, foi dividida em 198 lotes rurais. Uma das figuras exponenciais do Núcleo Colonial Barão do Rio Branco foi Cantalício Érico Flores, farmacêutico, professor, subdelegado, administrador e chefe do Núcleo. 

Distrito de Bananal

Em 2 de junho de 1919, por meio da resolução do município de Joinville foi criado o 4º Distrito de Bananal. O nascente distrito abrangia, além da região que hoje é Guaramirim, parte das localidades de Schroeder e Massaranduba. Em 1º de dezembro de 1938, o distrito de Bananal foi elevado à categoria de Vila.

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Enfim, Guaramirim 

Em 30 de dezembro de 1948 foi criado o município de Massaranduba, compreendendo terras dos municípios de Blumenau, Itajaí e Joinville. O descontentamento, principalmente por parte do povo de Bananal foi expressivo. Após alguns meses de intensa negociação política, em 18 de agosto de 1949, uma lei transformava Bananal na sede do novo município, passando agora a se chamar Guaramirim. A instalação oficial ocorreu no dia 28 de agosto de 1949.

 

Mais informações: www.guaramirim.sc.gov.br

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Técnicos da Cidasc esclarecem sobre padronização e critérios para produtos da merenda escolar

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Os classificadores da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Cataria – Cidasc, Ezequiel Pelentir e Herno Márcio Godel, participaram de encontro Campos Novos, com o grupo de produtores da agricultura familiar que fornecem alimentos para a merenda escolar e com merendeiras das escolas municipais, mais de 70 pessoas participaram do encontro.

Os técnicos abordaram as legislações obrigatórias na compra e venda de produtos vegetais pelo poder público, sua padronização e alguns critérios que devem ser adotados pela Prefeitura para receber, e pelos produtores para produzir e vender para a merenda escolar.
 

A Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, determina que no mínimo 30% do valor repassado a estados, municípios e Distrito Federal pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) deve ser utilizado na compra de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações.

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Os técnicos destacaram que a obrigatoriedade do poder público de comprar 30% de gêneros alimentícios da agricultura familiar não isenta o produtor rural do cumprimento de todas as legislações sanitárias e de classificação dos produtos. É necessário que o município adote alguns critérios para que todos os produtores possam se inscrever para participar, mas que também possam ser dispensados se caso não cumpram estas obrigatoriedades.

“A alimentação escolar é um instrumento eficaz para a implantação de novos hábitos alimentares. O objetivo do encontro além de orientar produtores e comunidade escolar, estamos promovendo a segurança alimentar nas escolas”, destaca Ezequiel Pelentir.

Santa Catarina é um dos estados com maior número de agricultores familiares do país, e a agricultura familiar oferecendo refeições preparadas adequadamente, saborosas, variadas, balanceadas, visualmente atrativas e sem apresentar riscos à saúde dos alunos.

Saber manusear, higienizar e acondicionar corretamente os alimentos e os utensílios de cozinha é um fator importante para o combate às intoxicações alimentares e outras enfermidades. Assim, a capacitação das cozinheiras é um ponto importante no cuidado que a escola deve ter para com as crianças.

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O apoio dos profissionais da Cidasc em orientar as merendeiras para as Boas Práticas de Manipulação de Alimentos e os produtores rurais no cumprimento das legislações sanitárias na hora de produzir e vender promove melhorias em todo o processo. “O poder público, a comunidade escolar e os produtores rurais precisam entender que as nossas crianças necessitam comer alimentos cada vez melhores e mais seguros”, afirma Herno Márcio Godel. Fonte: Cidasc/Departamento Regional de Campos Novos

 

Mais informações: cnovos@cidasc.sc.gov.br

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De pai para filho: a cada palavra um ensinamento, a cada abraço um sentimento

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Confira uma reportagem especial contando a história de pai e filho que moram no município de Ituporanga, trabalham juntos no campo: nessa relação, não falta cumplicidade para superar as dificuldades.

Acesse: http://rbatv.com.br/noticia/de-pai-para-filho-27766

 

Mais informações: emituporanga@epagri.sc.gov.br

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Alfredo Wagner lança roteiro agroturístico

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O município de Alfredo Wagner, no Alto Vale do Itajaí, já tem um roteiro agroturístico. Ele foi lançado oficialmente no dia 14 de julho, dentro do Projeto Acolhendo em Alfredo Wagner, da Associação Acolhida na Colônia. São dez propriedades de agricultura familiar que já estão prontas para receber hóspedes e visitantes.

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O projeto, financiado pelo Fundo Pranay em parceria com a Brazil Foundation, a Epagri e a prefeitura de Alfredo Wagner, teve duração de um ano e meio. As famílias participantes foram mobilizadas e capacitadas dentro dos princípios da Acolhida na Colônia de preservação ambiental, fortalecimento da agricultura familiar e da agroecologia. 

O processo resultou em dez propriedades prontas para ofertar diversos tipos de experiências no meio rural, como hospedagem com vista para lindos cenários naturais, vivência do dia a dia da família agricultora, contato com a produção orgânica, aprendizado em bioconstrução, trilhas e cachoeiras, terapias naturais e boa gastronomia.

Para a engenheira-agrônoma da Epagri de Alfredo Wagner, Graziela Tavares, o projeto valoriza a agricultura familiar do município, que tem um alto potencial turístico. “Além de agregar valor à propriedade como um todo, ele ainda prima pela preservação do meio ambiente por meio do processo agroecológico e da qualidade de vida do agricultor e do visitante’’, acrescenta.

 

Mais informações: acolhida.com.br

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Jovens e mulheres terão prioridade na liberação de recursos dos Programas da Secretaria da Agricultura

 

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Os programas de fomento da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural têm uma nova prioridade: atender jovens e mulheres.

A partir deste ano, eles terão atendimento prioritário na liberação de recursos. Com os programas, o Governo do Estado espera injetar R$ 200 milhões em investimentos no meio rural e pesqueiro de Santa Catarina – sendo que R$ 61,6 milhões são em recursos próprios.

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O secretário da Agricultura Ricardo de Gouvêa explica que a intenção é estimular os jovens a permanecerem no agronegócio, investindo e trazendo inovações para o campo, além de estimular o protagonismo das mulheres na gestão das propriedades rurais. “O futuro do agronegócio catarinense está nas mãos da juventude, são eles que irão investir e dar sequência ao trabalho que está sendo desenvolvido hoje. Decidimos dar prioridade para atender à juventude e às mulheres porque queremos incentivar a inovação e a modernização na agricultura e pesca de Santa Catarina. As mulheres contarão com nosso apoio para cuidar da gestão das propriedades rurais, assumindo o papel de empreendedoras do meio rural”, destaca.

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Os programas de fomento da Secretaria da Agricultura apoiam os produtores rurais e pescadores na aquisição de bens e serviços para melhoria de processo produtivo, turismo rural, agroindústrialização, novas tecnologias, gestão da propriedade rural e até mesmo na compra de animais para melhoramento genético. Além disso, existem linhas especiais para mulheres e jovens, desenvolvimento da produção orgânica e cuidado com o solo.

Lembrando que todos os programas necessitam de um projeto técnico elaborado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e recebem acompanhamento ao longo da execução.

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Linhas de apoio para Jovens

Os jovens agricultores e pescadores de Santa Catarina contam com linhas de apoio exclusivas. Além dos programas abertos para todos os agricultores, a Secretaria da Agricultura disponibiliza alguns incentivos especiais para a juventude, como financiamentos para aquisição de equipamentos de informática e também para investimentos na produção agropecuária.

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Com o Kit Informática, os jovens de 16 a 29 anos, encontram recursos para aquisição de computadores, notebooks, impressoras, entre outros. O financiamento é de até R$ 3 mil, com três anos de prazo, com parcelas anuais e sem juros. A Secretaria da Agricultura concederá desconto de 50% para cada parcela paga até a data do vencimento.

Os agricultores e pescadores podem participar ainda do Projeto de Vida de Jovens Rurais, uma linha de financiamentos para investimentos na produção agropecuária, melhorando o processo produtivo, agregação de valor e desenvolvimento da pesca e da aqüicultura. Os valores são de até R$ 15 mil, com cinco anos de prazo para pagamento, com parcelas anuais e sem juros. A Secretaria da Agricultura concederá desconto de 10% para cada parcela paga até a data do vencimento. Essa linha de crédito está disponível apenas para jovens que passaram por cursos de capacitação.

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Jovens e mulheres na agricultura de Santa Catarina
De acordo com o Censo Agropecuário de 2017, em Santa Catarina são quase 170 mil agricultoras e mais de 6,9 mil propriedades rurais administradas por jovens. Ao todo o estado conta com 498 mil trabalhadores rurais, 84% deles são agricultores familiares.
Foto: Aires Mariga / Epagri/ Fonte: Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural

 

Mais informações: www.agricultura.sc.gov.br

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Na Rota Turística Caminhos do Alto Vale do Itajaí: Vidal Ramos é uma Doce Acolhida

 

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O roteiro turístico Caminhos do Alto Vale do Itajaí, encanta por suas belezas naturais e pela cultura do seu povo. Seus vales formam inúmeros cânions e corredeiras em seus rios, que propiciam a prática do rafting, rapel, canoagem e boia-cross em suas águas e desníveis fluviais.

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A vocação para o agroturismo é visível quando se degusta um autêntico café colonial ou almoço caseiro à base de produtos da terra, nas propriedades rurais que guardam riquezas culturais deixadas pelos imigrantes.

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O município de Vidal Ramos, no Alto Vale do Itajaí é considerado Berço do Rio Itajaí Mirim. Com pouco mais de 6 mil habitantes, Vidal Ramos é um lugar de preservação da cultura e de várias etnias, possuindo um formoso patrimônio arquitetônico de estimado valor histórico.

Por ser uma região rica em belezas naturais com paisagens incríveis, um povo acolhedor e uma gastronomia tradicional saborosíssima foi implantado no município o projeto Acolhida na Colônia, batizado de "Doce Acolhida".

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A propagação deste projeto no município deseja promover e expandir, por meio do agroturismo, a integração entre pessoas e meio rural, estimulando a troca de experiências, valorizando a gastronomia e o modo de vida dos agricultores e seus parceiros.

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Se você deseja estar em contato direto com o meio ambiente, descobrindo os cartões postais que a cidade da Doce Festa tem para lhe oferecer, reúna sua família e seus amigos e conheça Vidal Ramos.

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A entrada na casa dos agricultores também se traduz em aconchego, fotos antigas, objetos e móveis que contarão as histórias de trabalho e vida de nossos antepassados.

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História

As terras férteis e a abundância de caça e pesca, foram os fatores que atraíram os primeiros colonizadores para Vidal Ramos em meados de 1920, período em que o local ainda pertencia a Brusque. Elevada a município em 1957, adotou o nome atual. Hoje, o município de Vidal Ramos ostenta o título de Capital Catarinense do Cimento, mas também é conhecida como a cidade da Doce Festa. A sua população é várias etnias, com predomínio dos descendentes de alemães, poloneses e italianos.


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Hoje, o município vive um momento de expansão econômica com instalação de uma indústria de cimentos, mas é importante salientar que a economia está baseada principalmente na agricultura, com destaque para as produções de fumo, cebola, milho e feijão.

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As comunidades do interior apresentam arquitetura típica, costumes e atividades agrícolas, produzindo de mel, doces, geleias, pães, roscas, queijos, salames e outros.

 

OPÇÕES DE TURISMO RURAL

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SITIO VÔ BUBI

Em meio à natureza, a propriedade apresenta um visual exuberante e ar puro, para proporcionar momentos de tranquilidade e relaxamento, longe do trabalho, e do cotidiano agitado dos centros urbanos. Neste local diferenciado, é possível ouvir o canto dos pássaros e o barulho da água correndo no riacho. O visitante também tem a oportunidade de admirar a cachoeira e caminhar na trilha ecológica. Com certeza uma combinação perfeita, para o repouso do corpo, da mente e do espírito.

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Além do contato com a natureza, o visitante poderá saborear diversas guloseimas, oferecidas pelos proprietários. As opções variam desde as cucas caseiras, até as refeições completas, no almoço ou no jantar. Destaque para os mimos culinários da vó Ita e suas conversas agradáveis, que cativam os visitantes.

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As pessoas que passam o dia no Sítio do Vô Bubi, tem a oportunidade de se refrescar na piscina. A estrutura conta com duas churrasqueiras de uso coletivo, para proporcionar a interação entre os visitantes. Os turistas também podem visitar o pomar, para apreciar as frutas de época, que são colhidas diretamente das árvores frutíferas. Destaque ainda para o passeio pela horta e às explicações, relacionadas aos tratos cultivares das verduras orgânicas produzidas.

Com três hectares, o Sítio do Vô Bubi está localizado na Estrada Geral da localidade de Molungú, distante aproximadamente cinco quilômetros, do Centro de Vidal Ramos. Durante este trajeto, é possível apreciar as montanhas com matas nativas, lavouras e animais típicos das colônias.

Sítio Recanto Ecológico

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Buscando mais saúde e um cuidado maior com o meio ambiente, os agricultores Ceso e Solange de Souza, no ano de 1998 construíram uma horta para consumo próprio no sistema agroecológico, porém o restante de sua propriedade continuava com o plantio de fumo, milho, feijão e aipim da forma convencional. 

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Em meados de 2006, iniciaram as visitas dos técnicos da Acolhida na Colônia para sensibilização de novas propriedades para o projeto de expansão, e apesar de ainda muito incrédulos com a viabilidade da produção orgânica, embarcaram neste novo jeito de pensar e cultivar a terra. Após anos de formações, principalmente na área do turismo ecológico, o casal se apaixonou por essa nova ideia e em 2009 o Sítio Recanto Ecológico abriu suas portas.

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De beleza singular, o Sítio Recanto Ecológico desenvolve atividades incorporando conceitos práticos de sustentabilidade no campo e respeito ao ambiente natural e ao ser humano, não havendo o uso de materiais descartáveis, mantendo os recursos naturais da melhor maneira possível.

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“Nossa propriedade é certificada como orgânica e produzimos mais de vinte tipos de frutas, verduras e raízes”. Um local preparado para acolher com muito conforto e tranqüilidade, oferece ainda atividades e infra-estrutura para você sentir e se reconectar com a natureza, retornando a sua essência, ao seu ser. “Nossa propriedade é aberta, todos estão convidados para vir nos visitar! Venha conhecer o Sítio Recanto Ecológico”, diz Solange

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O turista tem a oportunidade de levar para casa todos os produtos produzidos na propriedade como os biscoitos, bolachas, cucas e pães coloniais, frutas da época, verduras e geleias.

 

Sítio do Nono 

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O Sítio do Nono é o destino ideal para as pessoas interessadas em amenizar a rotina do dia a dia e desfrutar de momentos junto à natureza. Na propriedade, localizada a aproximadamente 10 km do centro de Vidal Ramos, os visitantes recebem um caloroso acolhimento do casal Ivanor Jorge e Arlete Hoepers.

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No Sítio do Nono, o turista tem a oportunidade de vivenciar um dia agradável, em uma casa típica de agricultores familiares. A mesa farta e as agradáveis conversas, acompanhadas por um bom chimarrão, também são diferenciais do local. A propriedade de 7,5 hectares oferece inúmeras opções de lazer e o espaço apresenta um alto nível de consciência ecológica, graças aos cuidados e a dedicação dos proprietários.

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A lavoura da propriedade é bastante diversificada, através da produção das culturas agrícolas do fumo, milho, feijão, aipim, batata doce e melado de cana. "Na fabricação do melado, capricho sempre, para que esteja fresquinho, evitando desta forma, que ele azede", destaca Ivanor.

Outra grande atração do Sítio do Nono, é o cultivo de diversas espécies de flores para jardins, como boca de leão, petúnia, tarjete, mini adália, gazania, salvia, amor perfeito, beijinho, vinca, calendula, entre outras. Uma das atrações do Sítio do Nono é a produção de Pitaia, conhecida como a fruta do Dragão. Altamente recomendada para quem pretende emagrecer e rica em Ômega 3 e 6

O agricultor entrega as flores a domicílio e as pessoas também podem procurá-las, diretamente na propriedade. "Produzo verduras orgânicas e flores, há mais de dez anos, garantindo um vínculo de amizade e confiança. A população já conhece os meus produtos", garante.

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Os proprietários ainda oferecem aos visitantes, mesa de produtos coloniais, aluguel de casa para os finais de semana e feriados, passeios de charretes, demonstração de engenho tracionado por um cavalo, verduras orgânicas, além da confecção de melado e da garapa, durante todos os meses do ano. "No engenho, sem dúvida, o que o turista mais gosta de fazer é moer a cana, para fazer a sua própria garapa e ter o prazer de degustá-la, com algumas gotas de limão e caipira", explica o proprietário.

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SITIO DOS MANOS

Os agricultores Ailto e Vera de Pinho, como a maioria no município de Vidal Ramos, tiravam seu sustento do plantio da folha do tabaco da forma convencional. Essa realidade começou a mudar no ano de 2012, quando foram convidados a serem parceiros no projeto Acolhida na Colônia, acompanhando o grupo nas reuniões, auxiliando nos eventos e iniciando as melhorias em sua propriedade.

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Com o intuito de melhor qualidade de vida, diminuiu-se a produção de fumo e iniciou-se o plantio de algumas verduras de forma orgânica, tendo hoje o certificado de produção orgânica. Desde 2016, o Sítio dos Manos passa a ser associado do Acolhida na Colônia e abre suas portas para receber o turista.

Na busca pelo que realmente vale à pena, o Sítio dos Manos proporciona com que o visitante tenha a vivencia prática da agroecologia, mostrando que o homem e a natureza podem viver em perfeita harmonia.

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Localizado a alguns minutos do centro de Vidal Ramos, o Sítio dos Manos proporciona descontração em contato com o ar puro e a natureza. No local são oferecidos aos visitantes: alimentação típica da colônia, visita técnica na área de produção e ao minhocário, colha e pague de morango (agosto á fevereiro, R$8,00 kg) e venda de geleias produzidas na propriedade.

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As especialidades culinárias são os cafés, almoços e lanches tradicionais da roça preparados pela proprietária Vera

 

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Hotel e Confeitaria Tante Mila

 Instalado em edifício de elevado valor arquitetônico, o Hotel e Confeitaria Tante Mila reúnem a beleza dos casarões antigos e o requinte da vida moderna.

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Dispondo de diversos quartos, o acolhedor hotel está localizado no Centro do município de Vidal Ramos. Os serviços oferecidos são: Pousada Colonial, Doces e Geleias Artesanais e Café Colonial. Fontes:Amavi/PMVR e Acolhida na Colônia

 

Mais informações: www.vidalramos.sc.gov.br / https://acolhida.com.br

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Dia da Agricultura Familiar Catarinense

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O Dia da Agricultura Familiar em Santa Catarina foi comemorado no dia 24 de julho. O setor abrange 180 mil famílias rurais no estado. A lei 17.787, aprovada em 2009, incluiu a data no calendário oficial do Estado.

A escolha do dia 24 de julho é uma referência à data da sanção da lei federal nº 11.326, de 24 de julho de 2006, que estabeleceu as diretrizes para a formulação das políticas públicas direcionadas à agricultura familiar.

Em Santa Catarina, 90% das médias e pequenas propriedades são tocadas por agricultores familiares. A mola propulsora da agropecuária catarinense é a agricultura familiar, e isso precisa ser respeitado. Infelizmente, muitos ainda não dão o devido valor aos agricultores familiares, pois produzem mais de 70% dos alimentos que chegam na nossa mesa.

São considerados agricultores familiares, através da Lei 11.326/2006 aqueles que praticam atividades no meio rural, possuem área de até quatro módulos fiscais (nossa região são 80 hectares), mão de obra da própria família e renda vinculada ao próprio estabelecimento e gerenciamento do estabelecimento ou empreendimento por parentes. Também entram nessa classificação silvicultores, aquicultores, extrativistas, pescadores, indígenas, quilombolas e assentados da reforma agrária.

A agricultura familiar tem papel estratégico para a segurança alimentar em Santa Catarina.  No Estado, 84% da população vivem em áreas urbanas e apenas 16% no meio rural.  Cada vez teremos mais consumidores do que produtores de alimentos. São necessárias políticas públicas que estimulem os jovens a permanecer na agricultura e que garantam a qualidade de vida no meio rural. Hoje a agricultura familiar é muito rentável, mas é preciso mais apoio técnico e programas estaduais e federais que garantam moradia digna, acesso à internet, educação superior adequada a sua realidade, cultura e lazer.

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AGRICULTURA FAMILIAR DO BRASIL É 8ª MAIOR PRODUTORA DE ALIMENTOS DO MUNDO

Levantamento feito pelo Governo do Brasil mostra que a agricultura familiar tem um peso importante para a economia brasileira. Com um faturamento anual de US$ 55,2 bilhões, caso o País tivesse só a produção familiar, ainda assim estaria no top 10 do agronegócio mundial, entre os maiores produtores de alimentos.

Os dados fazem parte de uma comparação entre dados do Banco Mundial e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Quando se soma a agricultura familiar com toda a produção, o Brasil passa de oitavo maior para a quinta posição, com faturamento de US$ 84,6 bi por ano. O crescimento do Brasil passa pela agricultura familiar. O agricultor familiar tem grande importância para o crescimento do Brasil.

De acordo com o último Censo Agropecuário, a agricultura familiar é a base da economia de 90% dos municípios brasileiros com até 20 mil habitantes. Além disso, é responsável pela renda de 40% da população economicamente ativa do País e por mais de 70% dos brasileiros ocupados no campo.

O peso da agricultura familiar na produção é grande e se explica que 84% dos estabelecimentos rurais são de agricultores familiares. E pelo novo censo agropecuário realizado, a tendência é esse número crescer cada vez mais, principalmente com a procura por produtos agroecológicos.

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AGRICULTURA FAMILIAR E SUSTENTABILIDADE

Visto priorizar práticas tradicionais de cultivo e de baixo impacto ambiental, a agricultura familiar tem sido grande aliada da sustentabilidade e da responsabilidade socioambiental. De tal modo, ela adota práticas de cultivo mais sustentáveis com a produção de alimentos orgânicos.

No entanto, o avanço da mecanização tem sido um agravante para o meio ambiente, as populações e ainda, a fauna e flora do local. O uso de agrotóxicos e o desmatamento para o cultivo de produtos (como a soja, por exemplo) tem causado grande impacto ambiental em diversos ecossistemas.

Poluição, empobrecimento do solo e desertificação tem sido gerado pelo sistema atual do agronegócio. Aos poucos, ele tem dominado o cenário de agricultura no país e desestabilizando e afetando diretamente o ambiente.

Portanto, programas e projetos do governo passado tem sido primordial para atuar na resistência das famílias colaborando com a qualidade de vida dessas pessoas, e sobretudo dos produtos cultivados em menor escala. Esperamos que esse apoio continue no atual governo para que tenhamos gente no campo produzindo e felizes.

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25 DE JULHO DIA DO COLONO E MOTORISTA

A definição do dia 25 de julho como Dia do Colono deu-se em 1924, em meio às comemorações do centenário de vinda dos primeiros alemães para o Rio Grande do Sul. A data simboliza a chegada da primeira leva de imigrantes à Feitoria Real do Linho Cânhamo que, posteriormente, constituiria a sede de São Leopoldo. 

No dia 5 de setembro de 1968, foi sancionada pelo então presidente Artur da Costa e Silva a Lei nº 5.496, que Institui oficialmente o “Dia do Colono”, comemorado em 25 de julho de cada ano. Embora não seja considerado feriado, o dia é sempre comemorado com eventos, festa, desfiles, e homenagens ao dia do Colono.

São Cristóvão é comemorado dia 25 de julho também é o Dia do Motorista em homenagem ao protetor dos motoristas e dos viajantes: São Cristóvão. Ele viveu provavelmente na Síria e sofreu o martírio no século III. “Cristóvão” significa “Aquele que carrega Cristo” ou “porta-Cristo”. Seu culto remonta ao século V. 

De acordo com uma lenda, Cristóvão era um gigante com mania de grandezas. Ele supunha que o rei a quem ele servia era o maior do mundo. Veio a saber, então, que o maior rei do mundo era Satanás. Colocou-se, pois, a serviço deste. Informando-se melhor, descobriu que o maior rei do mundo era Nosso Senhor. Um ermitão mostrou-lhe que a bondade era a coisa mais agradável ao Senhor. 

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O AGRICULTOR PRECISA MAIS RECONHECIMENTO E RESPEITO

Tanto o colono ou agricultor como o motorista trabalham de sol a sol para produzir e transportar a comida que vai à mesa de toda a população, mas também contribuem e muito para o desenvolvimento e crescimento de uma nação. Sem eles não existiria vida, comida, saúde e progresso.

Nossa homenagem às duas categorias que produzem e transportam os alimentos deste país. É difícil imaginar uma nação sem estes dois setores (colono e motorista), portanto respeito é o mínimo que devemos ter a eles. 

As famílias rurais precisam mias reconhecimento e respeito, pois sem elas o alimento não chega na mesa do povo da cidade. Esse respeito inicia lá no campo e se estende aos governos que produzem as leis e as políticas agrícolas de incentivo e melhorias no meio rural. No entanto isso pouco feito e na prática o agricultor não é dono de seu produto, pois não faz o preço de venda e muito menos na compra dos insumos. Isso deve melhorar e urgentemente para evitar o êxodo rural, principalmente com a saída do jovem do campo.Fonte:deolhonocampo

 

Mais informações: http://www.deolhonocampo.com.br/

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4309
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Agricultores de Timbó cultivando a tradição

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Produtores rurais trabalham para produzir alimentos com ética e respeito ao próximo e a natureza

Comemorado em todo o Brasil, o Dia do Colono é para centenas de comunidades rurais de Santa Catarina, sempre se revestiu de significado especial. Em outras palavras, ele remete às origens, aos pioneiros, num momento de celebração e de congraçamento por todos aqueles que, ao longo de décadas, plantaram as bases do desenvolvimento e do progresso regional.

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Para marcar esta data a redação do Jornal Médio Vale conversou com uma família de produtores rurais (colonos) que trabalham na produção de alimentos saudáveis, que garantam o bem-estar de quem os consome, tendo como lema: fazer o bem sem olhar a quem. Estamos falando da família de Ingo Gessner que reside no bairro Mulde, sendo uma das únicas famílias que ainda cultiva a tradição do plantio do cará.

Na última semana, com o acompanhamento da extensionista da Epagri, Kátia Zimath de Mello, a família realizou a colheita do cará. "A família plantou uma área de 270 metros quadrados e colheu um total de 1.200 quilos de cará", destaca Katia ao contar que a família comentou que já tem toda a produção vendida e se tivesse mais venderia tudo.

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O cará, segundo informações do filho de Ingo Gessner, Ivonei Gessner, será comercializado também na Feira Municipal da Agricultura Familiar, que atende junto à antiga Sociedade Cultural. A Feira Municipal da Agricultura Familiar é a junção da ProOrg e da Assagro e resultou em uma ótima opção para a população adquirir produtos frescos e de qualidade, além de uma eficaz alternativa para os agricultores venderem seus produtos direto ao cliente evitando atravessadores, em razão da mesma ser a principal fonte de renda dessas 12 famílias que ali vendem seus produtos.

De acordo com Kátia a família está muito contente com os resultados da produção e da aceitação do produto no mercado. "Lembrando que dia 25, comemoramos o Dia do Agricultor, e a família de Ingo Gessner é uma das poucas famílias do município que mantém as tradições do plantio, cultivo e venda de produtos da agricultura familiar. E vivem da agricultura".

Ao falar da colheita do cará, Ivonei Gessner, que também é o atual presidente do Conselho da Agricultura de Timbó, conta que algumas raízes criam formatos diferentes. "Entre uma das colhidas tinha o formato de uma mão", observa ele ao comentar que o cará é muito usado na produção de pão, bolinho, pode ser comido cozido com carne e molho, nhoque, além de ser medicinal, faz bem para o funcionamento do intestino, saudável, e é um produto natural. "Tem pessoas que fazem até maionese de cara, que também fica muito saboroso".

Gessner observa ainda que foi o conselheiro mais jovem na comunidade há quatro anos e agora é o primeiro presidente mais jovem dessa área no Conselho da Agricultura de Timbó. "Tenho como missão ajudar todos os agricultores para que entendam que devemos trabalhar unidos para não acabar de vez o setor Agrícola no município, mas sim tentar melhorar. Irei fazer 25 anos dia 18 de agosto e trabalho com meus pais com orgulho para sustentar as nossas famílias e levar alimentos saudáveis à mesa de todos".

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Agricultura em Timbó 

Timbó não é um município agrícola, apesar dos primeiros imigrantes que iniciaram a colonização do município tenham desenvolvido a atividade, mas com o passar dos anos o número de famílias que se dedicam a esta área tem diminuído consideravelmente. Atualmente, segundo dados da Diretoria de Agricultura da Prefeitura de Timbó, apesar de ter um número de 577 produtores cadastrados, apenas 100 famílias vivem exclusivamente de sua produção agrícola, os demais ou trabalham em empresas meio período ou possuem filhos que trabalham nas empresas.

Esses produtores trabalham na produção de bovinos, leite, milho, suínos, ovinos, hortaliças, frutas, arroz, flores e peixes. Esse número de produtores representa 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do município, de acordo com dados de 2014, divulgados pela Secretaria de Estado do Planejamento de Santa Catarina.

Dentre as famílias rurais tem um pequeno número que se dedica à agricultura orgânica. São no total seis produtores orgânicos certificados que trabalham na produção e venda de produtos como: frutas (morango, figo, laranja, banana, physalis); hortaliças (alface, repolho, cebola, aipim, batata doce, quiabo, entre outrass), além de pães, geléias e conservas.

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Festa do colono 

Para marcar o Dia do Colono, a Prefeitura de Timbó, através do Departamento Agrícola em parceria com a Epagri, realizou domingo, dia 28 de julho, na sede da Associação de Moradores do Bairro São Roque a tradicional Festa do Colono.

De acordo com a organização a Festa contou com benção ecumênica, almoço, apresentação dos "Cinquentões" e tarde dançante com o Grupo Evidência. Fonte: Clarice Graupe Daronco/JMV

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A Prefeitura de Timbó vem ao longo dos últimos anos desenvolvendo o setor primário do município numa parceria com as famílias agricultoras do município. No que cabe ao poder público o Departamento Agrícola, vinculado à Secretaria de Obras, tem por competência prestar serviços através da patrulha mecanizada e promover o desenvolvimento das atividades agrícolas, pecuárias e de aquicultura.

O Departamento ainda incentiva a comercialização de produtos hortifrutigranjeiros e agroindustriais; presta assistência técnica, com meios próprios ou através de convênios, para o desempenho agropecuário, além de promover vistorias nos estabelecimentos de cortes frios.

Também é dado atenção especial à Agricultura Familiar, promovendo ações de conscientização, por meio de palestras, cursos, seminários, workshops, visitas técnicas, viagens de estudo e macadamização das estradas rurais.

Atualmente o município de Timbó conta com 500 produtores rurais cadastros no sistema, que desempenham um importante papel na produção e comercialização de bovinos, suínos, ovinos, leite, milho, hortaliças, frutas, arroz, flores e peixes.

A Prefeitura também auxilia os agricultores prestando serviços de distribuição de macadame, além do desconto no IPTU de propriedades rurais (desde que seja apresentada a DAP – Declaração de Aptidão ao Pronaf, documento que identifica o produtor familiar).Fonte:PMT

Mais informações: emtimbo@epagri.sc.gov.br

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