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Ovinocultura de corte cresce em SC

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Com dois anos em funcionamento, o Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em Ovinocultura de Corte proporcionou crescimento em produção, produtividade e rentabilidade, estimulando a expansão e o desenvolvimento da atividade nas propriedades rurais de Santa Catarina.

A informação foi transmitida pelo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) José Zeferino Pedrozo durante o Seminário de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em Ovinocultura de Corte, na última semana, em Lages.

Cerca de 400 produtores rurais participaram do evento que ocorreu junto com o 19º Encontro Estadual da Ovinocultura. A iniciativa foi do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), em parceria com a Associação Catarinense de Criadores de Ovinos e o Sindicato Rural de Lages.

A ATeG em ovinocultura de corte trabalha com a gestão, sanidade, pastagem, nutrição e genética dos rebanhos de ovinos. “Os produtores recebem consultorias tecnológicas e gerenciais nas quais são realizados o inventário e o projeto técnico produtivo por propriedade. Além disso, têm acesso a oficinas técnicas que possibilitam a troca de experiências”, salientou Pedrozo.

O rebanho total de animais das propriedades atendidas pela ATeG é de 10.048 animais. Em 2018, foram comercializados 2.960 animais e o faturamento aproximado das propriedades atendidas foi de R$ 850.000,00.

“Observamos, por meio do programa, um aumento na taxa de prenhez de 96% em 2017 para 98% em 2018. A taxa de natalidade subiu de 126% para 128%. A melhoria registrada no desmame foi de 118% para 124%. Tudo isso é reflexo das visitas técnicas e gerenciais oportunizadas pela ATeG. Outro resultado importante foi com relação ao custo de produção que reduziu de R$ 5,29 para R$ 4,85 por quilo do animal”, comemorou Pedrozo.

O coordenador estadual do programa, Antônio Marcos Pagani de Souza, salientou a importância que a ATeG tem para o desenvolvimento da ovinocultura de corte, visando torná-la autossustentável em Santa Catarina. “É uma atividade extremamente rentável e com custo de produção baixo. Nossa expectativa é de que com a contribuição do programa novos produtores venham a se interessar pela ovinocultura produzindo animais diferenciados e que proporcionem ao mercado uma carne de alta qualidade”, salientou.

Para o presidente do Sindicato Rural de Lages Marcio Cícero Neves Pamplonaa metodologia da ATeG tem contribuído exponencialmente para o crescimento da ovinocultura no Estado e ressaltou a importância da aliança entre o Sistema Faesc/Senar e os Sindicatos Rurais para o sucesso da atividade. “Somos braços de uma espinha dorsal que muito tem contribuído para o agronegócio catarinense. O Sistema Faesc/Senar tem inovado as propriedades rurais levando ao campo o que de mais atual existe em conhecimento e tecnologia”. Fonte: MC Comunicação

 

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Estudantes de Rio do Oeste participam de curso de gestão rural

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Como incentivo para a permanência dos jovens no campo, a Prefeitura de Rio do Oeste e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) iniciaram o curso de Atividades de Apoio à Propriedade Rural.Uma oportunidade de ensino direcionada aos estudantes da extensão da Escola de Educação Básica Expedicionário Mário Nardelli.

Participam cerca de 30 alunos do ensino médio, com um encontro por semana, nas dependências da Escola de Educação Básica Vereador Alfredo Scottini, na localidade Toca Grande I. “O objetivo do curso é contribuir com a formação e a profissionalização dos jovens do meio rural, ampliando o acesso ao conhecimento, abrindo oportunidades para o aumento da produtividade, da renda e da qualidade de vida”, ressalta a secretária de Educação, Deise Busarello Leite.

Temas a serem trabalhados:

* Empreendedorismo Rural.

* Organização da propriedade rural.

* Controles gerenciais da propriedade rural.

* Plano de negócios da propriedade rural.

* Comercialização na propriedade rural.

* Fluxo de caixa da atividade rural.

Ou seja, um curso voltado às principais técnicas de gestão que podem ser aplicadas no dia a dia de uma propriedade agrícola. “No ano passado ofertamos aos estudantes da Escola Mário Nardelli uma atividade semelhante, com o apoio do Senai e Gerência Regional de Educação. Foi o curso Profissionalizante de Auxiliar Administrativo. E dessa vez o diferencial está no público-alvo, que é o filho dos nossos agricultores”, destaca o prefeito Humberto Pessatti.

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Agricultores terão acesso ao Ensino à Distância gratuito

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A Administração do municípiode São Miguel do Oeste, por meio da Secretaria de Agricultura, junto com o Sindicato dos Produtores Rurais e SENAR, está organizando uma agenda de cursos a distância que serão ofertados às famílias de agricultores do município.

A partir do próximo ano, estarão sendo disponibilizados 50 cursos gratuitos e à distância sobre conhecimentos e inovações nos processos produtivos em diversas áreas da agropecuária.

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De acordo como secretário Renato Romancini, que teve encontro na manhã desta quarta-feira, 06, com o presidente do Sindicato, Adair Teixeira, os cursos estarão divididos em sete programas: capacitações tecnológicas, agricultura de precisão, campo sustentável, empreendedorismo e gestão de negócios, gestão de riscos e inclusão digital.

"Hoje temos cursos presenciais que já beneficiaram mais de 100 agricultores, onde aprendem e têm as primeiras noções com o computador e com a internet. Agora, eles estarão usando estes conhecimentos para a realização dos cursos EaD", disse Romancini.

O secretário relata que os cursos irão complementar os programas que são oferecidos aos produtores rurais pela Agricultura.

 

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Capacitação inédita beneficia 17 mil produtores rurais de Santa Catarina

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Buscando tornar a gestão das propriedades rurais catarinenses mais eficiente e rentável, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural  – Senar/SC, órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina – Faesc, promove a partir de outubro o curso de Fluxo de Caixa.

Essa iniciativa será desenvolvida em parceria com o Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados do Estado de Santa Catarina – Sindicarne/SC e a Associação Catarinense de Avicultura – Acav, beneficiando 17 mil produtores de aves e suínos.

O lançamento oficial do programa de capacitação ocorreu na última segunda-feira, 17, às 14 horas, na sede do Sistema Faesc/Senar, em Florianópolis.

A iniciativa consiste em uma abordagem estratégica para a utilização da ferramenta junto aos produtores rurais integrados às agroindústrias. O objetivo é preparar os produtores para utilizar a ferramenta de gestão de fluxo de caixa. O material foi desenvolvido por um grupo de trabalho composto por representantes das agroindústrias associadas ao Sindicarne e Acav.

Os treinamentos foram ministrados por instrutores do Senar/SC e a mobilização feita por agroindústrias catarinenses. O curso, com duração de 8 horas-aula, abordou o controle de despesas e receitas das atividades desenvolvidas nas propriedades rurais.

A coordenadora de projetos do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária – Icasa, Cinthya Mônica da Silva Zanuzzi, explica que o fluxo de caixa é um instrumento de gestão financeira que projeta, para períodos futuros, todas as entradas e as saídas de recursos financeiros da propriedade rural, indicando como será o saldo de caixa. “É uma ferramenta de fácil elaboração para os produtores. Deve ser utilizada para controle e, principalmente, como instrumento na tomada de decisões. Fornece uma visão antecipada das entradas e saídas de dinheiro”, complementa.

O superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, salienta que o fluxo de caixa deve ser considerado uma estrutura flexível, na qual o empresário deve inserir informações de entradas e saídas conforme as necessidades da propriedade. O intuito é organizar os gastos criando uma base de dados que ajude o produtor a administrar com mais segurança os períodos em que vai precisar captar ou aplicar seu dinheiro. “É fundamental gerenciar e acompanhar os rendimentos, medindo resultados a médio e longo prazo, avaliando o melhor momento para investimentos, visando a melhoria na estrutura e na qualidade das propriedades”, frisa.Fonte: Senar

 

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Programa – Com Licença Vou à Luta – estimula o empreendedorismo em mulheres do meio rural

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As mulheres representam um papel importante, tanto na família como na sociedade, e no meio rural isso não é diferente. Cada vez mais elas estão conquistando o seu espaço e desenvolvendo ações de liderança nas propriedades rurais.

Com o objetivo de habilitar as mulheres rurais a empreenderem, além de desenvolver competência de gestão para aplicação no seu próprio negócio, considerando as oportunidades existentes, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar/SC, órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina – Faesc, desenvolve o programa “Com Licença Vou à Luta” – CLVL.

A iniciativa é promovida em âmbito nacional pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA e conta com a parceria dos Sindicatos dos Produtores Rurais dos municípios. Sandra Pagnoncelli, de 40 anos, produtora rural na linha Ervalzinho, em Ouro Verde, é uma das participantes do programa. Sandra e a família possuem lavouras de milho, soja e feijão há 20 anos. Segundo ela, a iniciativa lhe possibilitou aprofundar conhecimentos e abrir os olhos para novas possibilidades. “A gente pensa que está fazendo tudo certo, mas quando procura qualificação, percebe que há muito para aprender. Desde que iniciei no programa percebi melhora, principalmente na parte de planejamento das ações”, relata Sandra.

“O programa aborda temas como empreendedorismo, gestão financeira, planejamento do negócio, legislação e liderança. É dividido em cinco encontros com módulos de oito horas por semana e os temas são trabalhados para serem aplicados objetivamente à realidade vivenciada na propriedade pelas produtoras”, destaca o supervisor do Senar/SC na região Oeste, Helder Jorge Barbosa.

Loreci Salete Selig, de 53 anos, é moradora de Ouro Verde e, junto à família, possui diversas terras na região onde tem lavouras. Para ela, o curso possibilitou a compreensão de gestão da propriedade. “É possível organizar o que é viável dentro do orçamento que possuímos. Com isso, temos um retorno maior e conseguimos investir corretamente. O programa também oportuniza a troca de experiências, o que enriquece ainda mais o conhecimento”, observa.

De acordo com a prestadora de serviço em instrutoria,Rosa Marina Seghetto, o CLVL possibilita um novo olhar para as atividades de cada propriedade. “Elas identificam outras possibilidades de renda, reconhecendo o real valor da atividade atual. Exploram potenciais antes despercebidos e conseguem auxiliar com melhores resultados na administração da propriedade. A visão de gestão que elas desenvolvem com o programa é nitidamente visível”, descreve Rosa.

O presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo,observa que as mulheres estão envolvidas no processo produtivo e na gestão de empreendimentos, sendo responsáveis pela unidade familiar. “A presença do trabalho feminino nas propriedades rurais é realidade. Diante disso, o Senar/SC promove, constantemente, programas de aprimoramento profissional buscando incentivar a gestão nas mulheres do campo”, pontua.

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Sobre o Programa

A iniciativa foi criada especialmente para as mulheres do campo, pois com noções de gestão, elas ajudam a melhorar a administração da propriedade, seja como chefe de família e/ou empresária rural.

O superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, ressalta que a intenção é elevar a autoestima das mulheres para despertar o potencial pessoal e profissional, além de proporcionar atividades que possibilitem a independência financeira, construindo a autoconfiança com reflexos na qualidade de vida. “Tudo isso contribui para o aumento da renda familiar com melhorias na eficiência da gestão”.Fonte: Senar SC

 

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Programa incentiva produtores rurais a preservar nascentes

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Para sensibilizar sobre a importância da preservação de nascentes, a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) desenvolvem o Programa Nacional de Proteção de Nascentes. A iniciativa visa proteger uma nascente em um dia, com cinco passos.

De acordo com o presidente do sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, todas as cadeias produtivas compreenderam que, para garantir água de qualidade e suficiente para atender as necessidades do campo, da cidade e da rica biodiversidade brasileira, é necessário preservar as nascentes. “Essa iniciativa vem ao encontro dos princípios do cooperativismo e agrega aos programas já realizados nas propriedades rurais. Por isso, traçamos metas e estimulamos os parceiros para que assumam o compromisso, uma vez que a água não pode ser vista como problema, mas sim como solução. Não há dúvida de que a garantia de água de boa qualidade, em uma propriedade rural, depende de vários fatores, dentre eles a proteção das nascentes”, destacou Pedrozo.

Segundo o superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, a implementação do programa demonstra a preocupação do setor agropecuário com a qualidade da água e a preservação da biodiversidade catarinense e brasileira. “A preservação das nascentes e dos olhos d’água é essencial para atender às necessidades do campo e dos centros urbanos, tanto para o consumo quanto para a produção de alimentos. A ideia é mostrar à sociedade brasileira que a conservação das centenas de milhares de nascentes em todo o Brasil é possível”.

Zalunchi ressaltou que o sistema Faesc/Senar pretende incentivar a proteção de nascentes na pecuária de corte. O Senar disponibiliza treinamento com 8 horas/aula, com apoio dos Sindicatos Rurais, no qual são desenvolvidas atividades nas propriedades rurais que incluem: identificar o tipo de nascente para definir o melhor caminho para sua proteção; cercar a área para impedir danos causados por animais, homens ou veículos; limpar a nascente (retirar materiais que possam contaminar ou obstruir o curso natural da água); controlar a erosão e impedir que enxurradas soterrem a nascente e preparar o terreno e adubar as covas onde serão plantadas as mudas de espécies nativas para garantir o sucesso da recuperação da área da nascente.

No treinamento são apresentados os conteúdos sobre a importância da água, legislação ambiental, segurança e saúde no trabalho, cuidados com o meio ambiente, tipos de nascentes e formas de proteção. “Manter a nascente preservada minimiza os riscos de erosão, poluição ou outros acidentes naturais ou provocados pela intervenção humana”, explica Zanluchi.

 

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Curso Técnico em Agronegócio tem aula inaugural em São Joaquim

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Com o objetivo de formar profissionais habilitados na aplicação dos procedimentos de gestão e de comercialização do agronegócio, foi realizada no último sábado, 12, na sede do Sindicato e Associação Rural de São Joaquim, a aula inaugural da terceira turma do Curso Técnico em Agronegócio. O curso é oferecido pela Rede e-Tec Brasil e desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – SENAR.

O Presidente do Sindicato e Associação Rural de São Joaquim, Antônio Marcos Pagani de Souza, que também representou o Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina – FAESC, José Zeferino Pedroso, desejou as boas vindas aos alunos e comentou sobre as características do curso. “Vivemos um ótimo momento no agronegócio no país e o curso possibilita o conhecimento de inovações, técnicas e novas opções para o mercado, o que trará qualidade na mão-de-obra para o segmento na região”, disse.

O curso proporciona a habilitação, com validade nacional, de técnico nível médio em  Agronegócio pela modalidade de ensino a distância com carga horária total de 1.230 horas e duração de quatro semestres ou dois anos. As aulas práticas são ministradas em propriedades e agroindústrias parceiras na região. Foram 124 inscritos na seleção e matriculados 40 alunos.

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O palestrante convidado, Enori Barbieri, Presidente da CIDASC, citou alguns exemplos de experiência com o agronegócio e teve com um bate-papo com os alunos sobre o mercado. “O objetivo deste curso é qualificar o mercado de trabalho do agronegócio, para fazer com que as mudanças do setor na região tenham valor agregado e que os serviços no segmento se tornem profissionais”, disse.

Na modalidade semipresencial, o Curso Técnico em Agronegócio disponibiliza 80% das suas aulas via web. O restante da carga horária é reservado às aulas presenciais nos polos de apoio e visitas técnicas às propriedades rurais e agroindústrias, para que os alunos possam colocar em prática os novos conhecimentos.

Naidi Carmem Gabriel, pedagoga e tutora presencial do SENAR, apresentou informações sobre a Rede e-Tec Brasil e a formação técnica oferecida gratuitamente. “A Rede e-Tec Brasil é um programa do Ministério da Educação – MEC. Este curso possibilita aos jovens de maneira democrática o acesso à educação profissional e tecnológica, com estratégias metodológicas de ensino à distância. Além da qualificação profissional, que contribui para o agronegócio da região”, comentou.Fonte: São Joaquim Online

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Está aberto o processo seletivo para o curso técnico em agronegócio do Senar

 

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O novo processo seletivo para o Curso Técnico em Agronegócio da Rede e-Tec Brasil no Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) foi aberto na última sexta-feira (15). O edital está disponível no portal  http://etec.senar.org.br/, onde os interessados poderão se inscrever.

Esta é a terceira seleção realizada pela Rede e-Tec Brasil no Senar, desde o lançamento do Curso Técnico em Agronegócio em novembro de 2014. De lá pra cá, a rede, iniciada com 20 polos de apoio implantados em nove estados, quase triplicou. Agora já conta com 58 polos espalhados por 19 Estados, onde serão oferecidas mais de 2.500 vagas.

Inteiramente gratuito e na modalidade semipresencial, o Curso Técnico em Agronegócio disponibiliza 80% das suas 1.230 horas/aula via web. O restante da carga horária é reservado a aulas presenciais nos polos de apoio e visitas técnicas a propriedades rurais e agroindústrias, para que os alunos possam colocar em prática os novos conhecimentos. Assim como o curso, todo o material didático, incluindo apostilas e DVDs é garantido pelo Senar gratuitamente.

Excelência no ensino

Mantendo o mesmo padrão de excelência de ensino que faz da instituição referência nacional em qualificação profissional rural, o curso técnico foi todo concebido e estruturado com foco na população rural, tendo seus conteúdos e estratégias didáticas voltados especialmente para quem vive ou trabalha no campo. A julgar pela procura, um público numeroso e ávido por novos conhecimentos.

Bastante concorrida, a última seleção para o Curso Técnico em Agronegócio, realizada em julho último, teve mais de 9 mil inscritos, alcançando a média de cinco candidatos por vaga.

Para o superintendente de Santa Catarina, Gilmar Antônio Zanluchi, a grande procura é para o Senar um claro sinal do sucesso da iniciativa, que marcou sua estreia no ensino formal de nível médio.

Para a nova seleção, recém-aberta, a rede conta com polos nos Estados do Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins, além do Distrito Federal.

 

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Programa Empreendedor Rural encoraja jovem produtor a permanecer na atividade

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A paixão pelo meio rural despertada desde criança, incentivou o empresário de 23 anos Diego Soares da comunidade Campestre, do município de Vidal Ramos, a participar do Programa Empreendedor Rural (PER), desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (Faesc).

Para Diego, com tantos desafios enfrentados cotidianamente, participar do PER foi o caminho certo a seguir em busca de melhores resultados. “Não podemos ficar parados no tempo e reproduzir apenas o que nossos avós e pais faziam. Temos que modernizar a propriedade e especializar as técnicas para que as atividades fluam melhor”, explica.
A propriedade tem uma área total de 50 hectares, divididos em 10 hectares em mata nativa, dois hectares em reflorestamento de eucalipto, 13 hectares em pastagens e 25 hectares de lavoura de milho e cebola.

Diego mora com o irmão Jair há 13 anos, desde que seus pais faleceram, e é responsável junto com a sobrinha Alexandra da atividade leiteira da propriedade, sendo que toda produção é entregue a Cooperativa Cravil. Os trabalhos são realizados por quatro pessoas da família: o irmão Jair, a cunhada Divani, Diego e a sobrinha Alexandra.

Durante o PER, Diego desenvolveu o projeto de melhoria na produção de leite, pois trabalham com animais da raça Jersey devido a fácil adaptação na região, pela docilidade e admiração à raça. A meta era ampliar o lugar de trabalho, pois o rebanho estava aumentando. Foi construído um novo galpão para facilitar as atividades e proporcionar bem-estar aos animais. Em 2011, a família trabalhava com 15 animais em produção. Atualmente, está com 38 e uma produção média de 16,7 litros/dia, com um número de 29 novilhas para reposição. “Nosso objetivo era chegar a 30 animais em lactação, contudo hoje a intenção é chegar a 50 animais em lactação e ter um número de cinco animais para reposição anualmente”, complementa.

Diego relata que quando iniciou o PER a família trabalhava com ordenha mecânica balde ao pé, para duas vacas por vez. Após a conclusão do programa e com o início da execução do projeto, foi construído o galpão e adaptado para atividade leiteira. “Fizemos investimento para compra de ordenha canalizada e conteções de ferro galvanizado para os animais na hora da ordenha para oito animais”, explica.

O novo galpão tinha capacidade para 42 animais e, dois anos depois, teve que ser ampliado para atender 70. A intenção da família é trocar o resfriador de leite de 1.000 litros por um de 2.000 litros, a bomba de ordenha por uma maior e ampliar a sala de ordenha para 16 animais. “Nós agricultores não podemos trabalhar apenas com a força, precisamos recorrer ao planejamento e as técnicas. Isso ficou muito claro no PER, principalmente, de saber olhar para frente, com alegria e em busca de mais conhecimento”, comenta.

O que mais chamou a atenção do empresário rural no PER foi a simplicidade dos participantes e a vontade de obter conhecimento. Também passou a vislumbrar a propriedade como empresa, aprendeu a dar o devido valor, a colocar as ideias no papel, analisá-las antes de por em prática, manter um diálogo com os parceiros e de tomar as decisões em conjunto com a família.

“O PER foi fundamental em minha vida, pois me ajudou a tomar a decisão certa para continuar na propriedade e fazer a atividade leiteira dar resultado. Antes do programa eu não via a propriedade como uma empresa rural e aos poucos fui percebendo que cada nova ação passava a ser vista de uma maneira diferente tanto na parte administrativa quanto de organização ou estrutura. Aprendi a olhá-la de fora para dentro”, relata.

A orientação do empresário rural é de aproveitar as oportunidades e participar do PER. “Agarre com as duas mãos, pois o programa amplia muito a visão sobre a propriedade e a atividade realizada, faz você amar sua profissão e refletir sobre as decisões a serem tomadas”, finaliza.

PROGRAMA

O programa visa desenvolver habilidades empreendedoras e preparar líderes para ações sociais, políticas e econômicas sustentáveis no agronegócio. O superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, enfatiza que o PER visa estimular o empreendedorismo em homens e mulheres do campo, incentivar o debate e a formação de lideranças, ensinar a calcular custos do processo produtivo e a elaborar projetos para que os alunos passem a administrar suas propriedades com eficiência, como empresas rurais.

O programa tem como objetivo dotar o agronegócio de empreendedores qualificados e líderes comprometidos com o desenvolvimento socioeconômico do meio rural; aumentar o poder político, econômico e social dos agricultores; ampliar a qualidade de vida da população do meio rural; contribuir para o desenvolvimento de um sistema de educação voltado para o meio rural e auxiliar para o aumento da renda líquida dos produtores.

Para obter essa qualificação de alto nível é necessário ter 18 anos, primeiro grau completo, ser produtor rural ou pertencer à família do campo e estar disposto a desenvolver um espírito empreendedor. Fonte: Federação da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (Faesc) 

 

 

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Senar e Ministério do Meio Ambiente estudam parceria em educação ambiental

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Apresentar as ações do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) no Brasil e identificar possibilidades de parcerias com o Ministério do Meio Ambiente (MMA). Essa foi a pauta da reunião entre representantes das duas instituições em Brasília.

Participaram da reunião o Secretário Executivo do SENAR, Daniel Carrara; a Chefe do Departamento de Educação Profissional e Promoção Social (DEPPS) do SENAR, Andréa Barbosa Alves; o coordenador de Assistência Técnica e Gerencial do SENAR, Matheus Ferreira Pinto da Silva; o assessor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Nelson Ananias; a diretora de Educação Ambiental do MMA, Renata Maranhão, e a consultora técnica do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar, Aida Maria Silva.

Ressaltando a importância da parceria, Daniel Carrara explicou que o SENAR trabalha com o tema educação ambiental de maneira transversal aliando à rentabilidade dos produtores rurais. Ele citou como exemplo o Programa Nacional de Proteção de Nascentes que, em 2015, já protegeu em média 700 nascentes no Brasil e até dezembro deve alcançar a meta de proteger mil nascentes. Carrara destacou ainda que o Sistema CNA/SENAR criou um curso para ajudar o produtor rural a fazer o Cadastro Ambiental Rural.

Na modalidade a distância, o curso começa com a palavra da ministra Izabella Teixeira, do Meio Ambiente, que explica a importância do CAR para a produção sustentável do País. Andréa Barbosa apresentou a missão da instituição e a rede de atuação nas áreas de Formação Profissional Rural (FPR) e de Promoção Social (PS), além do portfólio de programas especiais desenvolvidos em nível nacional e a plataforma de educação a distância. “Em todas as ações, o SENAR vai até o produtor e ao trabalhador rural. Isso tem dado muita agilidade ao nosso trabalho, o que faz com que o SENAR esteja presente na maioria dos municípios brasileiros”, observou. “A estrutura do SENAR está pronta e funcionando em todo o Brasil, mas ressaltamos que as parcerias são necessárias para aumentar ainda mais a capilaridade e atender mais pessoas do campo. Para nós é uma honra ter o Ministério do Meio Ambiente como parceiro em algumas de nossas ações”, ressaltou.

A diretora do Ministério do Meio Ambiente vislumbrou várias alternativas de parceria. “Por tudo o que foi apresentando, entendo que o SENAR tem ações em todos os setores para promover a sustentabilidade. Podemos articular diferentes áreas do MMA para atuar em parceria com diferentes projetos do SENAR, inclusive para o fomento da agroecologia”, ressaltou Renata Maranhão.

 

Assistência Técnica e Gerencial
Em sua apresentação sobre Assistência Técnica e Gerencial, Matheus Ferreira mostrou os cinco passos da metodologia e como a transferência de tecnologia com meritocracia está melhorando a vida dos produtores rurais atendidos. “Eles aprendem a fazer a gestão e a avaliar os impactos econômicos da propriedade. Em alguns casos houve aumento de 30% na produtividade com a adoção de melhores práticas produtivas, sem necessariamente ter havido elevação de custo”, observou.
Fonte: MB Comunicação

 

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