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Ovinocultura de corte cresce em SC

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Com dois anos em funcionamento, o Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em Ovinocultura de Corte proporcionou crescimento em produção, produtividade e rentabilidade, estimulando a expansão e o desenvolvimento da atividade nas propriedades rurais de Santa Catarina.

A informação foi transmitida pelo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) José Zeferino Pedrozo durante o Seminário de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em Ovinocultura de Corte, na última semana, em Lages.

Cerca de 400 produtores rurais participaram do evento que ocorreu junto com o 19º Encontro Estadual da Ovinocultura. A iniciativa foi do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), em parceria com a Associação Catarinense de Criadores de Ovinos e o Sindicato Rural de Lages.

A ATeG em ovinocultura de corte trabalha com a gestão, sanidade, pastagem, nutrição e genética dos rebanhos de ovinos. “Os produtores recebem consultorias tecnológicas e gerenciais nas quais são realizados o inventário e o projeto técnico produtivo por propriedade. Além disso, têm acesso a oficinas técnicas que possibilitam a troca de experiências”, salientou Pedrozo.

O rebanho total de animais das propriedades atendidas pela ATeG é de 10.048 animais. Em 2018, foram comercializados 2.960 animais e o faturamento aproximado das propriedades atendidas foi de R$ 850.000,00.

“Observamos, por meio do programa, um aumento na taxa de prenhez de 96% em 2017 para 98% em 2018. A taxa de natalidade subiu de 126% para 128%. A melhoria registrada no desmame foi de 118% para 124%. Tudo isso é reflexo das visitas técnicas e gerenciais oportunizadas pela ATeG. Outro resultado importante foi com relação ao custo de produção que reduziu de R$ 5,29 para R$ 4,85 por quilo do animal”, comemorou Pedrozo.

O coordenador estadual do programa, Antônio Marcos Pagani de Souza, salientou a importância que a ATeG tem para o desenvolvimento da ovinocultura de corte, visando torná-la autossustentável em Santa Catarina. “É uma atividade extremamente rentável e com custo de produção baixo. Nossa expectativa é de que com a contribuição do programa novos produtores venham a se interessar pela ovinocultura produzindo animais diferenciados e que proporcionem ao mercado uma carne de alta qualidade”, salientou.

Para o presidente do Sindicato Rural de Lages Marcio Cícero Neves Pamplonaa metodologia da ATeG tem contribuído exponencialmente para o crescimento da ovinocultura no Estado e ressaltou a importância da aliança entre o Sistema Faesc/Senar e os Sindicatos Rurais para o sucesso da atividade. “Somos braços de uma espinha dorsal que muito tem contribuído para o agronegócio catarinense. O Sistema Faesc/Senar tem inovado as propriedades rurais levando ao campo o que de mais atual existe em conhecimento e tecnologia”. Fonte: MC Comunicação

 

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Campos Novos terá curso técnico em agronegócio

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Por meio de técnicas de gestão e de comercialização, o técnico em agronegócio atua na execução de procedimentos para planejar e auxiliar na organização e controle das atividades de gestão do negócio rural.

Diferente do técnico agrícola, que trabalha focado na produção, o técnico em agronegócio é voltado à gestão das empresas agrícolas. Mas, sua atuação não se limita aos processos internos de uma fazenda, pode trabalhar em empresas comerciais, estabelecimentos agroindustriais, serviços de assistência técnica, extensão rural e pesquisa, revendas, consultorias e em empresas de fomento.

Além de identificar os segmentos das cadeias produtivas do setor agropecuários e avaliar os custos de produção e aspectos econômicos para a comercialização de novos produtos e serviços, esse especialista pode idealizar ações de marketing aplicadas ao agronegócio.

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O vereador Mancha esteve em reunião com o Presidente da Faesc (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina), Jozé Zeferino Pedroso que confirmou a viabilização por meio do Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), em parceria com o SPRCN (Sindicato dos Produtores Rurais de Campos Novos), do Curso de Técnico em Agronegócio. “Grande conquista principalmente para os filhos de produtores rurais. Às aulas iniciarão em agosto e haverá um processo seletivo, pois são 40 vagas e a prioridade é de pessoas ligadas ao campo”, informou o vereador.

Conforme Mancha, o curso será semipresencial, com aulas uma vez na semana e terá duração de 02 anos. “Vou procurar o Poder Público Municipal no sentido de viabilizar um espaço para a realização do curso. Nos próximos dias o presidente da Faesc será convocado para exemplificar o funcionamento do curso na Câmara de Vereadores. Realmente uma grande conquista para nosso povo e é uma satisfação poder anunciar isso”, concluiu o vereador.Fonte:jornal “O Celeiro

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As eleições de 2018 e o agronegócio

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Os agentes econômicos iniciaram este ano de 2018 oscilando entre posições de otimismo exacerbado e pessimismo moderado em razão das inúmeras variáveis imprevisíveis que se afiguram no horizonte. Nesse aspecto, as eleições nos planos federal e estadual concentram as maiores ansiedades e inquietudes de empresários, trabalhadores e investidores.

É inevitável reconhecer que, após o impeachment da presidente Dilma Rousseff, o País experimentou uma fase de recuperação da economia, com recuou do desemprego, lenta retomada dos investimentos, controle da inflação e tênue – porém inequívoco – ressurgimento da confiança no mercado.

Escoimada a roupagem ideologia dos debates, é racional reconhecer que o Brasil precisa avançar nas reformas estruturantes. A reforma trabalhista foi um avanço que melhorou as condições de empregabilidade no mercado, aliviando empresas e empregadores de encargos insuportáveis. A reforma da Previdência é imperiosa – e outras devem se seguir para preparar o Brasil aos desafios dos novos tempos. O tamanho do Estado precisa ser reduzido, os privilégios contidos, a corrupção combatida e a eficiência geral vigorosamente ampliada.

O Congresso Nacional deixou de aprovar, ano passado, a reforma da Previdência e, assim, contribuiu para a queda na nota (avaliação) atribuída ao Brasil pelas agências internacionais de risco. É decepcionante perceber que, em 2018, os congressistas dificilmente aprovarão reformas estruturantes em face da proximidade com as eleições.

A agricultura e o agronegócio acompanham o quadro político-eleitoral com especial atenção. Nessa fase particularmente sensível da historia nacional, a campanha eleitoral e o desenlace das eleições presidenciais terão efeito direto sobre a economia. Há um nítido temor no mercado de que aventuras eleitorais com plataformas populistas, recheadas de propostas irrealistas e impraticáveis, minem as débeis conquistas econômicas. Essa situação pode ter um deletério efeito – o de afastar ainda mais os investidores internacionais e desencorajar os empresários e empreendedores brasileiros.

A agricultura e o agronegócio, em que pese a formidável contribuição ao desenvolvimento nacional, dependem em certa parcela de políticas públicas, como o sistema de crédito rural e os financiamentos de projetos agrícolas e pecuários. Também dependem de estruturas estatais para licenciamentos de empreendimentos e a certificação sanitária, como o Serviço de Inspeção Federal que atua nas indústrias de processamento de carne.

Os desafios da atualidade requerem alto senso de responsabilidade dos candidatos à Presidência e compromisso com os superiores interesses do País. Por isso, propostas radicais, excessivamente à direita ou à esquerda, não devem ser estimuladas. O grande desafio dessas eleições será substituir o ataque, o ódio e a intolerância pelo debate intelectualmente honesto, pelo respeito às ideias do adversário e pela obediência à lei.Fonte: José Zeferino Pedrozo – Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC).

 

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Faesc fará Seminário sobre pecuária de leite em Chapecó

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Evento, que acontece no dia 24 de novembro, tem apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Mais de 1.200 produtores rurais estarão reunidos no dia 24 de novembro durante o Seminário do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (AteG) na Bovinocultura de Leite que será desenvolvido, das 8h30 às 13 horas, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nês, em Chapecó.

A iniciativa é da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC) com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A programação do Seminário prevê café de recepção aos participantes às 8h30min. Logo em seguida, às 9h30min haverá a solenidade de abertura com pronunciamentos das autoridades sob a coordenação do presidente José Zeferino Pedrozo.

A primeira palestra está programada para iniciar às 10h15min com o economista Antônio da Luz que prelecionará sobre tendências e perspectivas da economia brasileira. O palestrante é mestre em economia e economista-chefe do Sistema Farsul (Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul). Economista formado pela UFRGS, Mestre em Economia pela UFRGS e Doutorando em Economia do Desenvolvimento pela PUC-RS. É pós-graduado Master Business Economics e também Derivativos Financeiros. É professor titular das disciplinas de Comercialização e Microeconomia em cursos de Pós-Graduação na ESPM e PUC-RS. Atuou como economista da Agenda 2020 e também como Corretor de Bolsa de Valores Mobiliários.

Antônio da Luz é um dos 89 economistas brasileiros e estrangeiros que são consultados pelo Banco Central para elaboração do Relatório Focus com as expectativas de mercado para PIB, Inflação, Juros, Câmbio, dentre outros, sendo o único que atua no Agronegócio.

Às 11h15min iniciará a segunda palestra com Marcelo Pereira de Carvalho, que focalizará a situação atual e as tendências para o mercado do leite em Santa Catarina e no Brasil. Carvalho é Engenheiro Agrônomo pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da Universidade de São Paulo (USP), mestre em Ciência Animal (ESALQ/USP), com MBA Executivo Internacional pela FIA/USP. É diretor executivo da AgriPoint e coordenador do MilkPoint.

A última etapa do Seminário – às 12h15min – consistirá na exposição de técnicos do sistema Faesc/Senar sobre o Programa de Assistência Técnica e Gerencial na Bovinocultura de Leite em Santa Catarina.

O encerramento das atividades está previsto para as 13h, com almoço de confraternização servido no mesmo local.

Cenário

De acordo com dados da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), no final de 2015 o rebanho bovino catarinense era de 4,5 milhões de cabeças. Embora o Estado seja mais conhecido pela produção de leite do que de carne, há predomínio de animais de corte: 51,4% possuem aptidão para corte, 34,7% aptidão para leite, 13,75% aptidão mista. A bovinocultura está presente em 291 municípios catarinenses (98,6% do total) e o rebanho distribui-se em 78.729 produtores, dos quais 35.713 (45,36%) com finalidade comercial e 43.016 (54,64%) sem finalidade comercial. Em 2016 foram produzidas 112 mil toneladas da carne no âmbito dos sistemas de inspeção sanitária (municipal, estadual e federal).

 

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Santa Catarina une esforços para conter doença em pomares de maçã

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Responsável por mais de 50% da produção nacional de maçã e maior exportador da fruta, Santa Catarina vai criar uma força-tarefa com o objetivo de erradicar o fungo do cancro europeu, doença que já atinge cerca de 4% das 3.017 propriedades do estado e ameaça o futuro dessa fruta em nível nacional.

Para se ter ideia, a cadeia produtiva da maçã, considerando o preço final da fruta ao consumidor, movimenta cerca de R$ 5 bilhões/ano no país e a metade disso acontece em Santa Catarina. A ação contra a doença será definida em reunião hoje, às 10h, na sede da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina –  Faesc, em Florianópolis.

Segundo o Presidente da entidade, José Zeferino Pedrozo, vai envolver  o Governo do Estado por meio da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc, que fornecerá os técnicos, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar/SC, que fará palestras aos produtores visando à prevenção. Isso já foi tratado com o Presidente da Cidasc, Enori Barbieri, que estará na reunião.

Além disso, pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural – Epagri, e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária –  Embrapa, em nível nacional, estão fazendo estudos visando descobrir uma forma de eliminar a doença, informa o Presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Maçã  -ABPM, Pierre Nícolas Pères. S

Segundo ele, o cancro europeu entrou no Brasil de forma clandestina, com mudas trazidas da Europa, onde surgiu a doença. Começou a se espalhar e chegou ao estado. Ele afeta o tronco das macieiras e destrói a árvore gradualmente. Quando há vendavais e os galhos quebram, mais plantas são atingidas, explica Pères.

Este ano, a produção foi 20% maior no estado porque o clima favoreceu. Foi possível retomar a média de 2015, quando a safra também foi normal. Conforme o Presidente da associação, as vendas externas deste ano ficarão entre 3% e 4% da produção porque as safras foram boas na Europa e na China e o dólar não está favorável.Fonte: Estela Benetti/ Diário Catarinense-Foto: Ricardo Miotto Ternus/ Cidasc

 

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Quando o agronegócio sofre com a ignorância e o preconceito

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Artigo de :José Zeferino Pedrozo , Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC) 

Por produzir a comida boa e barata que alimenta a nação, a agricultura e o agronegócio deveriam ser os setores mais festejados e reconhecidos da sociedade brasileira

O Brasil pode se orgulhar de ter uma agricultura forte, moderna, avançada e sustentável, responsável por garantir alimento farto e saudável a toda à população. Além da qualidade, o alimento produzido aqui é um dos mais baratos e acessíveis do mundo. 

Foi essa condição que permitiu ao País erradicar a fome, nas últimas décadas, e não os programas sociais do Governo. Carnes, cereais, lácteos, frutas, oleaginosas, fibras, hortigranjeiros – nós somos autossuficientes em quase tudo. O mundo reconhece a pujança brasileira na produção de comida. Por isso, somos líderes na exportação de carnes e grãos.

O nível de eficiência produtiva é elevadíssimo: conseguimos tudo isso ocupando menos de 30% do território nacional. E mais: a agricultura verde-amarela é altamente sustentável. O produtor produz e, ao mesmo tempo, preserva os recursos naturais porque sabe que essa conduta assegura a perpetuação da atividade. Prova disso é que 65% do território mantêm a cobertura florestal.

Por produzir a comida boa e barata que alimenta a nação, a agricultura e o agronegócio deveriam ser os setores mais festejados e reconhecidos da sociedade brasileira. A imprensa especializada e as autoridades do setor já manifestam esse reconhecimento, mas, amplos estamentos da sociedade expressam profunda desinformação a esse respeito.

Ignorância e desrespeito sobre a importância do agro na vida nacional é o que revela a Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense ao escolher, como tema do samba-enredo do carnaval deste ano, o agronegócio, tomando-o como responsável pelo etnocídio de índios, a poluição de rios e a destruição de florestas. Só o mais tosco dos preconceitos ou uma visão ideológica coletiva insana e destorcida conduziria uma agremiação a esse desatino: ofender, difamar e caluniar uma parcela da sociedade brasileira formada por famílias rurais cujo trabalho tornou-se o último reduto do combate à crise econômica que castiga o País.

A agricultura e o agronegócio merecem respeito. Nosso total repúdio à Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense que, neste ano, conspurca vergonhosamente os princípios de paz, respeito e harmonia do carnaval brasileiro com inverdades históricas e negação da realidade.

 

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Faesc promove Seminário de Líderes Rurais na capital e discute futuro do agronegócio

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O ex-ministro da Agricultura e uma das maiores lideranças do agronegócio mundial Roberto Rodrigues será um dos palestrantes do SEMINÁRIO ESTADUAL DE LÍDERES RURAIS que a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) promove no dia 3 de junho, das 9 às 16h30, em Florianópolis, para discutir a atualidade econômica e os novos desafios do agronegócio.

Com a participação de uma centena de Sindicatos Rurais, o Seminário será desenvolvido no auditório do Golden Hotel & Eventos, em São José, na Grande Florianópolis (km 201 da rodovia BR-101).

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As atividades iniciarão às 9 horas com recepção e entrega de material. Em seguida, o presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo, fará abertura com breve balanço das atividades da Federação. Às 9h30, o engenheiro agrônomo, Alberto Stringhini, palestrará sobre educação financeira “Orçamento familiar – planejando seu futuro”. Vice-presidente de integração da Facisc, Stringhini exerceu cargo de direção na Sadia por 30 anos e presidiu a Associação Empresarial de Concórdia. Às 11 horas iniciará a assembleia geral ordinária para apreciação do relatório, da prestação de contas e do balanço patrimonial de 2015. Às 11h40 iniciará a assembleia geral extraordinária para discutir o ajuizamento de ação contra a União Federal e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Ao meio dia será servido almoço e às 13h30, o ex-ministro, Roberto Rodrigues, prelecionará sobre o quadro econômico nacional e as tendências e perspectivas do agronegócio. Ex-ministro da Agricultura entre 2002 e 2006 e atual coordenador de agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Roberto Rodrigues também é um acadêmico reconhecido, com atuação no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP. Foi eleito, em 2004, engenheiro agrônomo da década pela Associação de Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo. Presidiu a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Aliança Cooperativa Internacional (ACI). Encerrando a programação, às 15 horas, o professor, Omar Hennemann, fará a palestra motivacional “Engate a quinta e empreenda!”. Omar Hennemann é graduado em Administração de Empresas, com mestrado em Inteligência Competitiva pela Universidade de Marselha – França. Foi executivo do Banco Brasil onde trabalhou por 17 anos, tendo sido inclusive superintendente estadual. Atuou como secretário Estadual de Planejamento, secretário Estadual de Indústria e Comércio e secretário Estadual das Oportunidades. Foi diretor técnico e superintendente do Sebrae Tocantins nos anos de 1991 e 1992. Ocupou os cargos de secretário executivo do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Nacional (Senar) e presidente da Agência de Desenvolvimento Turístico (Adtur). Há 15 anos é consultor e conferencista. As atividades serão encerradas às 16h30 horas com coquetel de confraternização.Fonte:MBComunicação

 

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FAESC preocupada com importação de frutas da China

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A cadeia produtiva da fruticultura catarinense está preocupada com a possibilidade de ingresso da maçã chinesa no mercado brasileiro. A questão é fitossanitária e mercadológica: a China convive com pragas que já foram erradicadas no Brasil e pratica preços muito baixos porque mantém subsídios ao produtor – o que é condenado pela Organização Mundial do Comércio.

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) vem alertando o governo sobre a questão. No início de dezembro, a ministra da agricultura Kátia Abreu assegurou ao presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo, que em 2016 não será autorizada a importação de maçã, mas, sim da pera chinesa. Em contrapartida, os chineses consumirão o melão brasileiro. A notícia não acalmou os produtores catarinenses, explica o vice-presidente da Faesc, Antônio Marcos Pagani de Souza, que participou de audiência pública na Câmara dos Deputados e de reunião no Ministério da Agricultura. As exigências fitossanitárias para a pera são iguais às da maçã. “Isso significa que, aprovada a importação da pera, estará tecnicamente aberta à futura e eventual importação da maçã.”

O mundo produz 80 milhões de toneladas e a China, sozinha, responde por quase 50% o que significa 39,6 milhões de toneladas. O Brasil produz apenas 1,3 milhão de toneladas. Mas não é só o gigantesco poderio da China que assusta os catarinenses. Em razão dos subsídios e baixo custo da mão de obra, o produto chegaria ao mercado muito abaixo dos concorrentes. Por isso, a Faesc alerta que a abertura do mercado brasileiro para a fruta da China prejudicará as condições de competitividade dos produtores catarinenses. O subsídio do governo chinês permite que a maçã daquele País chegue a um preço abaixo do praticado por produtores catarinenses. Uma caixa de 20 quilos de maçã chinesa pode chegar a R$ 34 no Brasil, quando a caixa do fruto pode alcançar R$ 60 no segundo semestre deste ano.

“Nossa sorte é que a maçã da China é de má qualidade, tanto assim que a Europa recusa esse produto”, expõe Pagani, que adverte: “pode ocorrer com a maçã o que aconteceu com a produção de alho brasileira na década de 1990. Quando houve a abertura para o mercado chinês, muitos agricultores abandonaram o cultivo por impossibilidade de concorrer”.

O Brasil é o único País livre de pragas conhecidas como traça-da-maçã ou Cyndia pomonella. Com a introdução da maçã chinesa, essa praga pode reingressar. A Faesc sabe que cedo ou tarde a maçã chinesa chegará ao Brasil se o Ministério da Agricultura realizar a Análise de Risco de Pragas (ARP) e constatar que a importação de maçãs da China não oferece risco significante à produção agrícola nacional. Nesse caso, o Brasil como País membro da Organização Mundial do Comércio deve permitir a importação de maçãs daquele País.

Santa Catarina responde pela metade da safra brasileira de maçã e 75% dos produtores do País. Cerca de 1.700 produtores geram 650 mil toneladas por ano, movimentando mais de 2,3 bilhões de reais e sustentando 40 mil empregos durante a colheita. Os principais importadores da maçã in natura do Brasil são Holanda, Reino Unido, Bangladesch, Alemanha, Irlanda, França, Portugal e Espanha. Os principais compradores do suco de maçã são Estados Unidos, Japão, África do Sul, Trinidad e Tobago, Holanda, Alemanha, México e Porto Rico. As receitas cambiais totalizaram 54 milhões de dólares no ano passado.Fonte:MBComunicação

 

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Prestigiada a posse de Zezo Pedrozo na Faesc

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Foi muito prestigiada por lideranças, políticos e convidados, a posse de José Zeferino Pedrozo e seus colegas de diretoria, para mais um período de quatro anos frente à Federação da Agricultura do Estado de SC-FAESC.

Mais de 350 pessoas prestigiaram a solenidade no auditório do Cuper Hotel, em São José, na região metropolitana da Grande Florianópolis. O Governador Raimundo Colombo, o secretário da Agricultura Moacir Sopelsa, e deputados federais e estaduais compareceram ao ato na última sexta feira. Todas as Federações de, outros segmentos existentes em SC também prestigiaram o evento.

“O agronegócio está segurando a economia do Brasil, a geração de empregos e o equilíbrio da nossa balança comercial. Temos que continuar produzindo para manter o ranking de maior produtor de suínos do país e o trabalho da Faesc é importante para esse cenário. O Zezo, como é conhecido por todos, é um querido amigo e um catarinense ilustre que faz um trabalho extraordinário. É bom reconhecer isso”, destacou o governador. Colombo falou ainda sobre o grande número de órgãos de fiscalização que foram criados, o que dificulta qualquer negócio. “O objetivo deveria ser o de ajudar e não dificultar. Isso temos que tratar com muito carinho no futuro”.

Para Pedrozo, o ambiente econômico do agronegócio é atualmente, marcado pela evolução resultante da introdução de técnicas aprimoradas, a ausência de salvaguardas contra os subsídios externos, a exemplo do excessivo liberalismo nas importações, os custos internos e a falta de mecanismos eficientes de apoio ao beneficiamento e à comercialização da produção.

"O período que estamos à frente da federação, junto com os companheiros de diretoria, tem nos credenciado para que possamos enfrentar mais quatro anos de mandato. Esperamos que durante esse período, seja para o agronegócio, tão bom, como foram esses últimos quatro anos. Sempre digo que nossa entidade é a caixa de ressonância do que está ocorrendo a cada momento no meio rural", disse Pedrozo.

Reeleito para o mandato 2015/2019, o atual presidente, José Zeferino Pedrozo, cumpre mandato junto com o vice-presidente Enori Barbieri; o 2º vice-presidente Milton Graciano Peron; o 1º vice-presidente de secretaria, João Francisco de Mattos; o 2º vice-presidente de secretaria, João Romário Carvalho; o 1º vice-presidente de finanças, Antônio Marcos Pagani de Souza; e o 2º vice-presidente de finanças, José Antônio De Pieri. O novo conselho fiscal é formado pelos membros efetivos Fernando Sérgio Rosar, Gilmar Antônio Zanluchi e Donato Favarin e pelos membros suplentes Nilton Goedert, Fabrício Luiz Stefani e Dionísio Scharf. Também foram eleitos os vice-presidentes regionais do Extremo-Oeste (Adelar Maximiliano Zimmer), do Oeste (Américo do Nascimento), do Meio-Oeste (Vilson Antônio Verona), do Planalto Norte (Mauro Kazmierczak), do Planalto Serrano (Márcio Cícero Neves Pamplona), do Vale do Itajaí (Lindolfo Hoepers) e do Sul (Vilibaldo Michels).
Fonte: Fecoagro/Secretaria de Comunicação do Governo do Estado

 

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A importância do jovem líder rural

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No Brasil e no mundo, o grande desafio da atualidade é manter os jovens no campo e capacitá-los para o exercício da liderança, tanto nos negócios como na vida comunitária. Em Santa Catarina, onde vive na área rural 16% da população, desenvolve-se um amplo esforço das entidades ligadas ao agronegócio para a valorização dessa parcela da sociedade catarinense.

De olho nessa questão, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil criaram o programa CNA Jovem. O programa prepara jovens do meio rural para impulsionar ainda mais o setor agropecuário, que transformou o país de importador a exportador de alimentos, lidera o ranking da produção mundial e sustenta a economia do Brasil. O jovem que participa do programa tem oportunidade de ser inserido em discussões de grande relevância para o agro e de ter acesso a pessoas de influência e poder que decidem os rumos do setor. O programa oferece um curso de formação que permite o desenvolvimento pessoal e profissional como líder. O jovem será estimulado a desenvolver desafios práticos voltados para o agronegócio e a propor planos de ação de grande relevância para o seu respectivo Estado. 

A turma-piloto do programa CNA Jovem já passou pelo processo de formação, com identificação de novas lideranças para o agro e de oportunidades de negócios, inovação no setor, sucessão familiar dos empreendimentos rurais e fortalecimento da imagem do setor na sociedade. O programa oferece 300 horas de formação, que associa o conhecimento das temáticas de interesse do agronegócio com a prática de tomada de decisões.

Ao final do processo de formação, serão indicados, como Líderes Jovens da CNA cinco candidatos, que poderão ter seus projetos de negócios implantados em nível nacional e estadual. Eles farão uma visita técnica à China para contatos e aprendizado. Na esteira desse programa, a Federação da Agricultura e Pecuária de SC cria neste ano o núcleo Faesc Jovem, que já nasce com quatro empresários rurais que se destacaram no programa CNA Jovem: Jecson Gandini de Campo Erê, Renato Sochdig de Iraceminha, Edson Colombo de Lages e Marlon Duffecky de Monte Castelo. Com formação, arrojo e iniciativa, esses jovens mudam o mundo.

Por José Zeferino Pedrozo – Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC)

 

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