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Família Ballico aposta na diversificação da produção e melhora a renda e a qualidade de vida no campo em Paraíso

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Para garantir a renda e ficar menos vulnerável aos imprevistos, o agricultor familiar catarinense têm investido no cultivo de produtos variados para tem uma produção muito diversificada.  

A família Ballico, do município de Paraíso, no Oeste do estado, é um exemplo a ser seguido. Ela produz vinhos coloniais, licores, sucos, geleias, doce de leite, queijos coloniais, açúcar mascavo e mel de abelhas nativas.

“Qualidade de vida no meio rural com saber, sabor e saúde”, afirma o extensionista rural da Epagri de São Miguel do Oeste, engenheiro-agrônomo Clístenes Antônio Guadagnin. Ele relata que a família é assessorada pela Empresa há 10 anos, e desde então vem sendo orientada em boas práticas de fabricação, diversificação da produção e valorização do saber local com agregação de valor aliados à preservação do meio ambiente e embelezamento dos arredores da moradia.

“Como é bom ser extensionista: de quebra ainda ganhamos uma provinha das delícias temos a oportunidade de adquirir produtos de excelente qualidade e sabor”, diz Clístenes. Os extensionistas do município que atendem a família Ballico são Carlos Airton Paganini e Andréia Sevald.

Conheça a experiência de outra família do Oeste Catarinense que ao diversificar a produção está melhorando a renda da propriedade e envolvendo os jovens nas atividades.Acesse: https://www.epagri.sc.gov.br/index.php/2019/09/17/diversificacao-da-producao-melhora-a-renda-e-a-qualidade-de-vida-no-campo/

 

 Mais informações: emparaiso@epagri.sc.gov.br

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Turismo e queijo de leite de ovelha: uma opção de renda para a pequena propriedade rural

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No Alto Vale do Itajaí, no município de Petrolândia, Rubens Schmitz, Rosângela Erahardt e Kauê Honorato, filho de Rosângela, vivem um uma pequena propriedade rural. A área total é menor que 4 hectares.

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O casal tinha planos de criar ovinos para corte, porém quando foram comprar os filhotes para a engorda, a cabanha tinha disponível apenas filhotes fêmeas. Eles não se abalaram, apenas mudaram um pouco os planos. Ao invés de produzirem carne, investiriam em leite. Para agregar valor ao produto, surgiu a ideia de produzir queijo na propriedade. Mesmo sem ter nenhuma experiência na área, a família encarou o desafio.

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A atividade completou 2 anos recentemente e já são produzidas 70 peças de queijo de leite de ovelha por mês. De um total de 94 cabeças no rebanho, 19 estão em lactação. A ordenha dá em média 40 litros de leite por dia. Para garantir uma boa produção, a família recebe assistência da UFSC na elaboração dos queijos e da Epagri na criação dos animais.

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Para facilitar o manejo com os animais, eles contam com um ajudante muito especial. O cachorro Coath, da raça Border Collie, obedece a todos os comandos de Kauê. O cão leva as ovelhas para o pasto e busca, quando ordenado.

Além de vários tipos de queijos que são vendidos no município, o casal ainda produz manteiga, requeijão, iogurte e nata para consumo da família. Tudo com o leite da propriedade.

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O extensionista da Epagri de Petrolândia, Tomáz Pelizzaro Pereira, vê a produção de queijo de leite de ovelha uma excelente oportunidade para a pequena propriedade rural, pois é um produto de alto valor agregado, colaborando para a sustentabilidade da atividade agrícola e gerando renda pra família.

Pensando no futuro, o plano é aumentar o rebanho, investindo cada vez mais na produção de queijos. O nosso queijo é um produto totalmente artesanal, feito com leite de ovelha da própria propriedade. Um produto feito pela família com muito amor.

Assista a reportagem completa em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=AwjKZO23mR4&t=303s

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Projeto Caminhos do Campo em Petrolândia

No dia 17 de agosto, Petrolândia sediou o roteiro de lançamento do Caminhos do Campo, um programa de turismo no espaço rural, da Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi),

O projeto da Amavi, através da Assessoria de Turismo, iniciou no ano passado em Presidente Getúlio, com 22 famílias participantes e agora está sendo expandido para Petrolândia e também Ibirama.

O “Caminhos do Campo” trabalha o turismo no espaço rural e tem como objetivo oferecer aos turistas a oportunidade de vivenciar as práticas, costumes, tradições, cultura e gastronomia local.

Segundo o secretário da Juventude, Esporte e Turismo, as atividades iniciaram com um delicioso café colonial, com produtos derivados do leite de ovelha no Sítio Rouwstik. Em seguida, a visita foi na Empresa Cachaças Kuhnen, que produz cachaça, cerveja, melado, açúcar mascavo entre outros produtos. 
O almoço foi no Petropark, onde foi servido o almoço, com uma deliciosa comida caseira. 
Na parte da tarde, a visita foi na Chácara Esmeralda, onde os turistas pudem acompanhar o plantio de frutas. Logo após, foi feita visita às Ilhas do Perimbó, com linda paisagem na margem direita da Represa Perimbó. E por fim, a turma saboreou um delicioso café colonial na Pousada Blumenhaus.

“Em Petrolândia a gente trabalha não só com essas seis famílias que estão no lançamento. Para um dia de roteiro a gente consegue visitar seis, mas a gente tem uma média de 10 famílias sendo trabalhadas. Algumas estão no estágio mais elevado, outras estão implantando seu negócio, se capacitando, e essas seis já estão capacitadas”, completou a assessora de Turismo da Amavi, Fabiana Dickmann.

Segundo Fabiana, para as pessoas participarem é preciso se inscrever no site da Amavi, o pagamento é feito no local mas é a inscrição que vai garantir a participação, já que temos vagas limitadas por conta de se tratar de famílias do meio rural, ou seja, são casas que não comportam muitas pessoas”. Fonte:Diário do Alto Vale

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Histórico

Inicialmente denominada Alto Perimbó, é cercada pela Serra Geral. Em tupi-guarani Perimbó significa “buraco”. Habitada inicialmente por índios, foi colonizada por gaúchos e catarinenses procedentes do Planalto Serrano e, em 1915, por famílias de origem alemã vindas do sul do estado. Em 1934 foi constituída em Distrito Alto Perimbó, pertencente a Bom Retiro. Em 1938, com a denominação de Perimbó, passou a ser distrito de Ituporanga que, emancipada em 1962, recebeu o nome de Petrolândia em decorrência de pesquisas de petróleo realizadas no município.

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Represa Perimbó – O paraíso do carpfishing no Brasil

Petrolândia possui diversidade de edificações históricas que representam a preservação cultural do município. A Represa Perimbó, em Faxinal do Tigre, é conhecida pelos seus atrativos naturais. As estufas de fumo espalhadas por seu interior, os moinhos de pedras com rodas d`água, os alambiques e as residências tradicionais são preservadas pela comunidade. O artesanato se apresenta de forma rústica, através de esculturas em madeira, de peças em taquaras, em lã de carneiro e em palhas de milho, além do artesanato em tecidos. A culinária típica, as conservas caseiras, os derivados do leite, a cachaça artesanal e o mel de abelha retratam a cultura do município.

 

Mais informações: www.amavi.org.br  

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Na Capital Estadual da Cuca agroindústria familiar aposta em receita germânica tradicional

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O município de Arabutã, está localizado no Oeste de Santa Catarina, na microregião do Alto Uruguai Catarinense, distante 20 quilômetros da cidade de Concórdia

A maior parte dos 4.200 habitantes vive na área rural e se dedica à agropecuária. Arabutã foi colonizada por imigrantes alemães. O lugar possui o título de Capital Catarinense da Descendência Germânica. Muitos costumes são mantidos até hoje.

Por lá, o alemão é o idioma presente nas conversas há várias gerações. O apego não é somente na linguagem, mas também em muitos outros hábitos do dia a dia das famílias.

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Na alimentação existe uma forte influência germânica, tanto que Arabutã é considerada a Capital Catarinense da Cuca Alemã. A receita foi trazida pelos imigrantes e era preparada apenas em ocasiões especiais, mas hoje a cuca está na mesa em qualquer dia da semana.

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Essa demando abriu portas de negócios para os agricultores familiares. É o caso da agroindústria da família Hann, instalada na comunidade Linha Godofredo. Adriane e o marido Rogemar decidiram trabalhar com produção de cucas porque é um produto que tem muita procura na região. A especialidade é a tradicional cuca alemã. “Nós fazemos cucas de uva, de abacaxi, de chocolate, de coco e também de requeijão e todas têm muita saída”, conta Adriane, empolgada com o empreendimento.

Para a construção da agroindústria, a família Hann contou com a orientação técnica da Epagri e apoio financeiro do Programa SC Rural. O engenheiro de alimentos da Epagri, Ezequiel Nunes, explica que a planta da agroindústria foi elaborada de acordo com as exigências da legislação sanitária e que a empresa também orientou na criação dos rótulos. “ Essas ações são necessárias para que as famílias possam comercializar seus produtos com segurança, obtendo assim uma renda adicional na propriedade rural”. Fonte:Epagri /Veja a reportagem completa sobre o empreendimento de cucas alemãs no canal da Epagri no YouTube / https://www.youtube.com/watch?v=kBGzPBrhz0I

 

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Capital Catarinense da Cuca Alemã

A população do município de Arabutã tem a cuca como um dos “símbolos” da cultura alemã e uma das mais saborosas da região e comemora no dia 12 de dezembro o Dia da Cuca.

A data instituída através da a Lei municipal nº 604, de outubro de 2010 de autoria do vereador Assoredo Konrad.

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Por sua vez, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina aprovou o Projeto de Lei nº 136/12, do deputado Moacir Sopelsa (PMDB), que denomina o município de Arabutá – Capital Catarinense da Cuca.

A produção e o consumo de cuca artesanal sempre se fizeram presentes na vida do povo desta cidade oestina, desde a sua colonização, em 1927, sendo na sua grande maioria imigrantes alemães.

As cucas de Arabutã, com suas receitas aprimoradas e diversificadas, atendem os mais diversos gostos e são reconhecidas e procuradas por toda a região e grande parte de Santa Catarina e outros estados, divulgando assim o nome do município.

“Muitas famílias, hoje ainda, fazem suas cucas nos fornos de barro nas suas residências, preservando assim a tradição.

 

Mais informações: emarabuta@epagri.sc.gov.br

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Agroindústria em Xanxerê garante renda e sucessão familiar no meio rural

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O número de agroindústrias familiares, não para de crescer no meio rural de Santa Catarina. Esse tipo de empreendimento gera muito mais do que renda às famílias de agricultores, como o caso da Família Batistella, que reside na Linha São Lourenço, no município de Xanxerê, oeste Catarinense.

Dona Neiva adquiriu experiência no processamento de alimentos quando trabalhava em uma cozinha de uma escola, no meio rural. Sem deixar de trabalhar na escola, ela começou a produzir conservas com o excedente da produção do seu quintal.

Com a ajuda da Epagri e o recurso do Programa SC Rural, a família aumentou a diversidade de produtos e adequou a estrutura e equipamentos às normas sanitárias. Hoje, dona Neiva produz conservas, panificados e geleias. Teve que deixar a escola e se dedica apenas à agroindústria.

“Antes de ter toda a estrutura, eu vendia meus produtos no mercado da cooperativa. Também vendia para os amigos, pessoas conhecidas. Eu colocava os produtos no porta-malas do carro e oferecia às amigas. Vendia bem, mas a renda era bem menor do que é agora” – conta Dona Neiva.

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A equipe de técnicos da Epagri local, participa de todas as etapas de produção. Desde o plantio dos alimentos à campo, passando pela viabilização do projeto da estrutura física, até a comercialização dos produtos. “Nós atendemos a família Batistella há um certo tempo e identificamos que eles têm uma vocação para processar alimentos. Por meio do Programa SC Rural, que foi um grande impulsionador, trabalhamos a estruturação da unidade para que eles pudessem viabilizar seus produtos de uma maneira que atenda aos padrões sanitários, exigidos pela vigilância sanitária” – explica Dulce Censi, extensionista social do Escritório Municipal da Epagri de Xanxerê.

Para viabilizar a construção da agroindústria, optou-se por paredes de isopainel, material que permite rápida instalação, limpeza facilitada e é mais econômico, com custo em torno de 15 a 20% menor em relação a alvenaria. O isopainel consiste de 2 chapas metálicas paralelas, unidas por um isolante de isopor. É um material bastante usado na construção de câmaras frias, salas de manipulação de alimentos, medicamentos, laticínios e outros. “As paredes são laváveis e já vêm com um padrão dentro da exigência da vigilância sanitária. Além dessa característica, esse material possibilita uma facilidade de mobilização. Se precisarmos desmontar uma parede, tira-se os rebites, desmonta a parede, muda a sala de local e remonta novamente. Sem quebrar parede, sem fazer poeira”,comenta Dulce.

Além de comercializar seus produtos na cooperativa e feiras da cidade, a família participa do Programa Nacional de Alimentação Escolar, o PNAE, que estimula a inserção de produtos da agricultura familiar na merenda dos estudantes. Dona Neiva comemora: “A gente vende pra merenda escolar toda a semana. É muito bom pois é uma renda mensal garantida”.

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Outro motivo de alegria para a família é que uma das filhas do casal está cursando engenharia de alimentos e tem planos de, futuramente, tocar a empresa. “Minha filha Indiamara escolheu esse curso já pensando no futuro, porque precisamos desse profissional. E como nós já estamos dentro do ramo, quem vai tocar a empresa daqui a pouco será ela”

Ao ser questionada se valeu a pena o investimento, dona Neiva diz que hoje ela se pergunta por que não teve essa ideia há mais tempo.

A jovem Indiamara é clara no objetiva que quer: permanecer no campo produzindo. Ela e a mãe contam até com um cronograma semanal de produção para dar conta do trabalho.

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Além dos panificados como pães, bolachas e massas, elas investiram em outro produto, a fabricação de geleias. São rigorosas quanto a qualidade do produto oferecido e, assim, a produção é feita com frutas plantadas na propriedade. Também buscam sempre oferecer uma novidade. Além das sempre pedidas geleias de figo e uva, elas inovam, indo do figo com nozes, pimenta com abacaxi, até o último lançamento, a geleia de jamelão, uma fruta com cheiro de melão e formato de melancia.

Para Indiamara, a construção da unidade de produção auxiliou a família e fez com que pudessem produzir mais e, posteriormente, vender os produtos na Feira da Agricultura Familiar.

“A ideia de nós termos uma unidade própria de produção surgiu através da Epagri. Fomos conhecer o Programa SC Rural, que facilitou a construção da unidade para nós. Isso serviu como uma iniciativa maior, porque já fazia muito tempo que nós estávamos correndo atrás, mas se consegue tudo aos poucos. Com o Programa, vários produtores também conseguiram a própria unidade e assim damos andamento a produção”, ressalta a jovem Indiamara.

Veja essa e outras reportagens no Canal de vídeos da Epagri./ https://www.youtube.com/user/epagritv

 

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Agricultora, empreendedora e lider

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Agricultora, no município de Sangão, Nilziane Ricardo Rodrigues da Silva é o exemplo da mulher que quer melhorar a qualidade de vida não apenas da família, mas também de toda a comunidade onde vive.
 

Presidente da Associação dos Agricultores de Sangão (Agrisan) desde que a entidade foi criada, em 2015, ela vem desenvolvendo um trabalho incansável para que os produtores se organizem em grupo. “Esse é o caminho para conseguir mais recursos e melhorar a produção. O agricultor tem seus direitos, tem que se unir pra buscá-los”. Hoje a entidade conta com 26 famílias associadas.

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A agregação de valor é o foco da atuação de Nilziane na Agrisan, que foi criada por estímulo da Epagri para que os agricultores tivessem acesso aos recursos do Programa SC Rural. Ela usa a própria experiência para motivar os associados: a propriedade da família se dedica ao processamento de aipim ao invés de entregá-lo in natura para outras agroindústrias, pois a renda do produto processado é bem mais significativa. 

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“O jovem urbano quer celular, tênis bom. O rural também! Na agricultura a gente tem que inovar pro filho não sair”, diz ela, que tem três filhos pequenos e está montando toda essa estrutura para que os herdeiros tenham onde trabalhar no futuro.
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Hoje eles processam 2,5 toneladas de aipim por mês e comercializam em restaurantes e mercados, além de entregar para alimentação de escolas de Laguna e vender na feira de Jaguaruna. A intenção é aumentar a produção e investir em novos produtos, como aipim frito e caldo de aipim.
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Segundo o extensionista rural de Sangão, Natalício Nandi, Nilziane à frente da Agrisan e com assistência técnica da Epagri, está mudando a realidade da agricultura do município.

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Para Nilziane, o local para realizar a feira é um objetivo alcançado. "Realizamos um sonho e o nosso consumidor vai perceber que vai ser bastante compensatório comprar os produtos aqui da feira, pela qualidade oferecida e a aquisição direto dos produtores", ressalta.

Para os técnicos da Epagri, a qualidade de vida, hoje, está voltada para agricultura e o agricultor, mesmo com pouca produção, pode agregar valores no seu produto, produzindo um alimento diferenciado e na feira, o consumidor tem informações sobre o histórico do produto, desde o plantio, o manuseio, até a venda final, obtendo segurança numa produção de forma diferenciada.Fonte:Epagri / foto: @airescarmenmariga/Epagri

 

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