Coopema – uma história de sucesso e maçãs de qualidade

coopema1  

No dia 16 de julho de 2012, foi fundada a primeira cooperativa de produtores do município de Urupema, na Serra Catarinense,a Coopema – Cooperativa Agropecuária de Urupema.

A Coopema é composta por 24 associados,em sua maioria agricultores familiares, que têm como principal atividade e fonte de renda a produção de maçãs, com pomares localizados a altitudes entre 1.000 e 1.400 metros acima do nível do mar, numa região caracterizada pelo clima frio de altitude favorável a produção de maçãs de qualidade.

A Epagri, através do Escritório Municipal de Urupema, participou ativamente do processo de organização e desenvolvimento da maturidade do grupo Coopema, promovendo reuniões técnicas, treinamentos, encontros, excursões entre outras ações antes da fundação da cooperativa. Trabalho este visando sensibilizar, motivar e fortalecer o grupo de fruticultores do município quanto à importância do cooperativismo e a oportunidade de melhorar a rentabilidade da cultura da maçã, através da maior participação no mercado pela venda direta as Centrais de Abastecimento e distribuidores de frutas no Brasil.

Este trabalho de orientação e capacitação continua sendo realizado ativamente, pois a Coopema faz parte do planejamento do Projeto Técnico de Fruticultura da Epagri e do Projeto Gestão de Negócios e Mercado desde 2011 como grupo organizado apoiado. A Coopema está mapeada para participar do Projeto Mais Gestão, convênio firmado entre a Epagri e a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural que visa aprimorar a Gestão de organizações da Agricultura Familiar.

coopema8

Após a fundação da cooperativa, em 2012, o grupo fez a aquisição de estrutura física de uma empresa privada que havia encerrado suas atividades no município de Urupema. Porém, essas instalações, que consistiam em um terreno com galpão e câmaras frigorificas, estavam sem condições de operação. Existia a necessidade de aquisição de máquinas, equipamentos para a classificação e embalagem das maçãs, também a reforma e modernização das câmaras frigorificas para armazenagem de maçã.

A Epagri entre 2016 e 2017 elaborou um Plano de Negócios com análise de viabilidade financeira e um Projeto Estruturante que após longo tramite foi aprovado pelo Programa SC Rural (Governo do Estado de Santa Catarina e Banco Mundial – BIRD), aportando R$ 400.000,00 (apoio financeiro não reembolsável) para parte dos investimentos. A Epagri também elaborou um Projeto de Crédito Rural no valor de R$ 580.00,00 com recursos do Pronaf Agroindústria com juros de 5,5% ao ano, junto ao SICOOB agencia Urupema, viabilizando os investimentos necessários para o início das operações da Cooperativa.

coopema7

Neste ano, fevereiro 2018, a Coopema iniciou suas atividades, as maçãs estão sendo classificadas e embaladas no packinghouse da Cooperativa e comercializadas com a marca “COOPEMA”. A maçã categoria I está sendo embalada com o nome “Maçãs Urupema”; a categoria III é identificada por “Maçãs Sincelo”; há ainda uma terceira caixa chamada de “Maçãs Campos de Altitude”, onde são embaladas maçãs de menor calibre.Com o início do funcionamento da cooperativa, já foram criados 15 empregos diretos, nas diversas funções internas no packing house.

Para a comercialização da safra foi contratada uma empresa especializada e os resultados têm sido satisfatórios, tanto na remuneração pelo produto quanto em visibilidade da Coopema,já em âmbito nacional.Entre os meses de Fevereiro e Março deste ano, as “Maças Urupema” e as “Maçã Sincelo” já alcançaram mercados nos Estados de SP, MG e MA, trazendo um diferencial de receita 15% acima dos valores pagos aos pequenos produtores que comercializam suas safras isoladamente.

Para o atual extensionista rural da Epagri no município e engenheiro agrônomo Cristian Lemos de Medeiros, muitas dificuldades e obstáculos foram encontrados pelo caminho para que se concluísse mais essa etapa e atingíssemos nossos objetivos. Segundo ele, nada disso seria possível sem a persistência dos cooperados que permaneceram, sem o esforço e empenho dos órgãos públicos envolvidos, e pelos agentes financeiros que acreditaram na proposta.

“No inicio da formação da cooperativa, o grupo era composto por 53 associados, sendo que todos estavam muito motivados, porém no decorrer do tempo muitos foram desistindo, e hoje o que vemos é um grupo mais consistente e unido, com 24 cooperados. Graças ao apoio de algumas entidades como Epagri, Prefeitura Municipal, Sicoob, Instituto Federal de Santa Catarina e Cidasc, hoje a Coopema está em funcionamento: classificando, armazenando, e comercializando maçãs para outros estados brasileiros”, destacou Inácio da Cruz de Souza – Presidente da Coopema.

“A Prefeitura de Urupema é e continuará sendo parceira das atividades da Coopema, que veio para colaborar no desenvolvimento do município e contribuir para o progresso social dos munícipes. Os resultados confirmam a importância da Cooperativa para a promoção do crescimento de Urupema, tendo em vista que as tendências da atualidade exigem novas formas e alternativas de organização da sociedade. Agradeço a participação de todos os envolvidos para a realização desse objetivo que não foi somente dos cooperados, mas sim de todos aqueles que acreditaram no projeto”,afirmou Evandro Frigo Pereira – Prefeito Municipal.

A Coopema conta com apoio de outras instituições no município que contribuíram no processo de desenvolvimento da Coopema. Entre essas instituições devemos destacar a Epagri, a Prefeitura Municipal de Urupema, o SC Rural, o Sicoob, o IFSC – Campus Urupema, a Cidasc e o Banco do Brasil.

 

Mais informações: emurupema@epagri.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Lei Estadual da Piscicultura é encaminhada para Assembleia Legislativa

leipiscicultura

Nova Lei Estadual da Piscicultura atende uma demanda antiga dos pescadores catarinenses, que terão uma norma condizente com a realidade de Santa Catarina. O Governo do Estado encaminhou o Projeto de Lei para Assembleia Legislativa na última semana e aguarda o resultado da votação em plenário.

O Projeto é uma atualização da Lei nº 15.736/2012, que disciplina a piscicultura de águas continentais no estado, e busca adequá-la ao Código Florestal Brasileiro e ao Código Estadual do Meio Ambiente. A principal mudança será nos critérios para o licenciamento ambiental. A proposta é de que a piscicultura seja permitida em áreas de preservação permanente – seguindo critérios que liberem a produção, sem comprometer a preservação da vegetação nativa.

A piscicultura catarinense tem características diferentes de outros estados. Em Santa Catarina, a grande maioria das propriedades tem menos de 50 hectares e conta com mão de obra familiar. Com o espaço reduzido, 95% dos açudes e viveiros para cultivo de peixes de água doce estão em áreas de preservação permanente. E, por isso, os produtores não possuem licença ambiental, ficando impossibilitados de acessar o crédito rural, os programas de fomento do Governo Federal e Estadual e, até mesmo, as medidas de recuperação ambiental.

A verdade é que tanto o Código Florestal quanto o Código Estadual do Meio Ambiente já autorizam a piscicultura em áreas de preservação permanente. Então a Lei Estadual da Piscicultura irá apenas regulamentar o licenciamento ambiental e dar mais segurança jurídica aos piscicultores, que em sua maioria são agricultores familiares.

A nova Lei da Piscicultura foi elaborada em conjunto pela Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, Instituto do Meio Ambiente (IMA), Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Epagri e Polícia Militar Ambiental.

Piscicultura em Santa Catarina
Santa Catarina conta com mais de 30 mil piscicultores, entre amadores e comerciais. O estado está entre os principais produtores de peixes de água doce do país, com uma produção de 43,3 mil toneladas em 2016.

Em termos financeiros, os piscicultores profissionais produziram 29.637 toneladas de peixes e geraram mais de R$ 133 milhões em 2016. A produção está concentrada nas regiões de Tubarão, Joinville, Rio do Sul e Blumenau. E a espécie mais produzida no estado é a tilápia.


Mais informações: www.agricultura.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Comitê Urussanga participa de reunião do grupo de trabalho em educação ambiental

 curussangareuniao1

curussangareuniao

Integrantes do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Tubarão e Complexo Lagunar participaram da reunião mensal do Grupo de Trabalho em Educação Ambiental da Região Hídrica 09 (GTEA-RH9).

O grupo reúne profissionais de diversas áreas de conhecimento, majoritariamente por educadores e profissionais ligados ao meio ambiente, para discutir estratégias e ações que possam ser desenvolvidas na região em defesa, proteção e recuperação do meio ambiente. O presidente do Comitê, Francisco de Assis Beltrame, e Patrício Fileti, servidor da Amurel cedido para os serviços do Comitê participaram da reunião.

Os dois principais temas da pauta do encontro foram a divulgação e o compartilhamento das atividades programadas para o Dia Mundial da Água em 2018 e a divulgação e participação das escolas da rede estadual de ensino na 5ª Conferência Nacional Infanto-Juvenil do Meio Ambiente. A reunião ocorreu no Parque Natural Municipal Marcelo Caneschi, em Tubarão.

 

Mais informações: comitedoriourussanga.blogspot.com

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Vai um queijinho aí?

queijo1

Nutritivo e famoso pelos destinos turísticos ligados ao sabor, o queijo artesanal ganha ainda mais destaque na gastronomia e terá, agora, um Instituto para chamar de seu

Meia cura, maturado, cremoso, fresco, derretido no pão, com goiabada, dentro do hambúrguer ou onde a criatividade – e a fome – do consumidor conseguir colocar, lá estará uma das grandes iguarias apreciadas pelos brasileiros: o queijo. Além de ser benéfico para a saúde (nele se concentram proteínas, gorduras, sais minerais e vitaminas) o produto também é uma riqueza para a economia e turismo do país, afinal, degustar um bom queijo em um lugar especial pode ser uma experiência inesquecível.

Seguindo a direção do comércio e turismo, o queijo torna-se um aliado para quem quer ver a renda crescer e investir no negócio. Pensando nas vendas para o mercado, na geração de novos empregos e, claro, em perpetuar o sabor, será inaugurado, em São Paulo (SP), o Instituto Zé Mário, especializado em queijos artesanais. O local nasceu da ideia de Fernando Oliveira, proprietário de uma loja de queijos na capital paulistana, que cresceu vendo o avô trabalhar com o alimento. A partir daí, o desejo de ensinar outras pessoas a fazer do queijo uma arte saborosa e lucrativa só aumentou.

A partir do dia 21, data da inauguração, o Instituto Zé Mário funcionará como uma escola gastronômica, onde de um lado estará a sala de aula e do outro a cozinha prática com aulas sobre fabricação, cuidados e técnicas de produção. O primeiro curso já começa na semana que vem, terá como tema “queijos naturais” e durará quatro dias. A ideia é promover educação e, ao mesmo tempo, profissionalizar pessoas interessadas em iniciar ou melhorar seu negócio de queijos.

“Os cursos são para todos os interessados, mas temos uma modalidade especial e gratuita, intitulada ‘Filhos do Queijo’ para jovens entre 16 e 23 anos que estejam cursando ou já concluíram o ensino médio. Nela, o aprendiz terá formação na área e já sai preparado para o mercado de trabalho”, explica a presidente do Instituto, Jéssica Alexiou.

queijo2

O turista que sentiu água na boca, mas não poderá apreciar a delícia em São Paulo, pode ficar tranquilo, pois outras regiões do Brasil também estão na lista de produtoras e difusoras desse alimento tão tradicional e gostoso. A Serra da Canastra (MG) é a terra do produtor Zé Mário, que foi homenageado pelo Instituto, e é famosa pela cultura ‘queijeira’. Os produtores artesanais de queijo de leite cru fabricam, há mais de dois séculos, a delícia, que de tão boa é considerada Patrimônio Imaterial de Minas Gerais e do Brasil.

A região sul do país também não fica para trás quando o assunto é queijo bom. Comer um fondue no frio da Serra Gaúcha (RS), por exemplo, já virou tradição para quem passeia nas cidades que a compõem. Porém, nem só de frio vive a cultura do queijo e o turista que gosta do calor pode aproveitar o sabor do queijo coalho nas praias do Ceará, ou derreter queijo manteiga na carne de sol no Rio Grande do Norte.

Para fechar, que tal um passeio para conhecer a rica cultura do Pará e ainda colocar no prato o queijo da ilha de Marajó, produzido no arquipélago a partir do leite de búfala. O produto é feito há mais de 200 anos e é considerado um patrimônio cultural do estado, ou seja, além de se deliciar com o queijo, o turista ainda estará beneficiando as famílias produtoras, que mantém a tradição do produto transmitindo esse conhecimento de pai para filho.Fonte:Por Nayara Oliveira/Ministério do Turismo – Fotos:Associação dos Produtores de Queijo Canastra

 

Mais informações: www.turismo.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Água e turismo sustentável

turismosustentavel

Assim como o corpo humano, mais de 70% da terra é constituída por água. Apenas 3% é de água doce e estima-se que menos de 1% esteja disponível para o consumo humano em lagos, rios e reservatórios subterrâneos. Daí a importância do uso racional da água doce e preservação dos rios, mares e geleiras, inclusive para o lazer.

O turismo responsável é uma das formas de conscientização e conservação dos recursos hídricos. O Brasil é o primeiro país do mundo em recursos naturais segundo o Fórum Econômico Mundial, sendo responsável por 12% das reservas de água doce do planeta.

A água é o principal atrativo de alguns dos destinos turísticos brasileiros mais visitados como a Amazônia, o Pantanal, as Cataratas do Iguaçu e o arquipélago de Fernando de Noronha, todos reconhecidos pela Unesco como patrimônio natural da humanidade, tamanha é a importância de cada ecossistema para a biosfera, além da beleza cênica e uma infinidade de atrativos turísticos.

O turismo de sol e mar é também a principal oferta turística da costa do Brasil atraindo brasileiros e estrangeiros em busca de lazer e cenários paradisíacos.

O Distrito Federal, conhecido como “Berço das Águas”, está rodeado de nascentes como as do Parque Nacional da Água Mineral e mais de 30 cachoeiras, além do Lago Paranoá que banha Brasília, todos com atividades esportivas, de lazer e ecoturismo. As águas do Planalto Central alimentam as bacias do Amazonas, São Francisco e Paraná.

No entorno da capital federal, o estado de Goiás é rico em atrativos turísticos que aliam história e natureza. Entre os destinos mais famosos estão Pirenópolis; a antiga capital, Goiás; e a Chapada dos Veadeiros, outro patrimônio natural da humanidade que abrange cinco municípios repletos de cachoeiras em meio ao Cerrado.

A mais recente “descoberta”, a cachoeira do Label, em São João da Aliança, já é considerada a maior queda d`águas de Goiás com 187 metros de altura.

Em São Paulo, o Circuito das Águas, na Serra da Mantiqueira, é um roteiro que abrange oito cidades e valoriza as propriedades medicinais da água como atrativo turístico.

O turismo é voltado para cura, repouso e lazer com banhos de imersão, hidromassagem, ducha escocesa, limpeza de pele e massagens. Além do poder de cura da hidroterapia, a oferta turística na região é variada.

Águas de Lindoia, Amparo, Jaguariúna, Lindoia, Monte Alegre do Sul, Pedreira, Serra Negra e Socorro contam com atividades de aventura, esportes radicais, ecoturismo, turismo rural e histórico, gastronomia, artesanato, compras e opções de hospedagem em chalés, pousadas e hotéis com a tranquilidade das cidades do interior.

No Rio Grande do Sul, a região dos Campos de Cima da Serra, já famosa pelos cânions e cachoeiras dos Aparados da Serra, na divisa com Santa Catarina, abriga outros encantos como o rio Tainhas.

No Passo do “S”, em Jaquirana, a 38km de Cambará do Sul, o turista se depara com a deslumbrante paisagem por onde os tropeiros cruzavam o rio sobre um lajeado de 80 metros de largura em forma de “S”.

O visitante pode fazer a travessia a pé, de carro ou a cavalo. Um pouco adiante a água despenca do lajeado formando a Cachoeira do Passo do “S” com 100 metros de altura.

turismosustentavel2

Represas

Os lagos artificiais são muito explorados pelo turismo de natureza e aventura. Os cânions do São Francisco, entre Alagoas e Sergipe, resultaram do represamento do Velho Chico para geração de eletricidade para o Nordeste.

Um dos estados mais ricos em recursos hídricos, como a Serra da Canastra que abriga a principal nascente do Rio São Francisco, Minas Gerais tem um mar sem ondas a 600 km do litoral.

O lago de Furnas, além de gerar energia elétrica e abastecer a população, beneficia o turismo nos 34 municípios banhados pela represa. Capitólio é o principal destino mineiro de praias de água doce.

Passeios de lancha, escuna e chalana levam os turistas aos diferentes recantos do lago com suas praias, cânions, grutas e cachoeiras. Também são praticados esportes aquáticos como stand up paddle e jet ski, além de atividades de aventura como escaladas, rapel e rafting.FonteMinistério do Turismo

Mais informações: www.turismo.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Instituto Rã-bugio é selecionado à Bolsa de Valores Socioambientais

rã bugio

A escolha dos projetos que integram a Bolsa de Valores Socioambientais​ é realizada por uma comissão composta por um diretor da B3, a superintendente da B3 Social, Sonia Favaretto, e um representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
 

A B3 surgiu sob o formato atual após a fusão da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBovespa) com a Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (CETIP), aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) em 22 de março do ano passado. A empresa passa a ser a quinta maior bolsa de mercado de capitais e financeiro do mundo, com patrimônio de 13 bilhões de dólares
A Bolsa de Valores Socioambientais (BVSA) anunciou os 20 projetos que passam a compor sua carteira em 2018. 

A iniciativa da B3 Social também marcou o encerramento dos 20 projetos listados em 2017 e que captaram R$ 1,2 milhão. Os projetos selecionados para 2018 estão localizados em nove estados brasileiros e no Distrito Federal. As Organizações da Sociedade Civil (OSCs) que tiveram iniciativas selecionadas, como é o caso do Instituo Rã-bugio, podem captar recursos até março de 2019, por meio da plataforma online: www.bvsa.com.br.

Portal cadastra futuros investidores

Desde a sua criação, a BVSA já possibilitou a doação de mais de R$ 18 milhões para 188 projetos de todo o Brasil. No ano passado, os 20 projetos listados captaram, com a parceria entre a BVSA e BrazilFoundation, R$ 1,2 milhão. Na Plataforma BVSA, a captação foi de 100% da meta para sete projetos e 50% para 13 projetos, que receberão o recurso para desenvolvimento da proposta inicial com algumas adequações.

Para se tornar um “investidor socioambiental”, basta se cadastrar no portal www.bvsa.org.br, escolher os projetos para os quais quer contribuir – de acordo com o tema, público beneficiário ou região – e montar sua carteira de doações. Podem ser doados valores a partir de R$ 20,00 via cartão de crédito ou boleto bancário. 

Pessoa Jurídica conta com benefício fiscal: os valores doados são dedutíveis, como despesa operacional, até o limite de 2% do lucro operacional da empresa (limitada às pessoas jurídicas tributadas pelo regime de lucro real). O Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade tem sede em Jaraguá do Sul e atua principalmente na educação ambiental. Já recebeu vários prêmios pela sua atuação na área, liderado pelo casal Germano e Elza Woehl. Vale do Itapocu

Mais informações: http://ra-bugio.blogspot.com.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Circuito das Araucárias tem natureza, história e ciclismo em Santa Catarina

ciclismo

No norte de Santa Catarina, o Circuito das Araucárias é um roteiro repleto de atrativos naturais, históricos e também gastronômicos e culturais. A paisagem é bem variada, alternando entre altos de serras a planaltos ou vales de rios, com a Mata Atlântica bem preservada e mesclada com florestas de imponentes e belas araucárias.

A natureza se mostra presente também na grande concentração de nascentes e cachoeiras, como as da Rota das Cachoeiras, uma incrível sequência de 14 quedas em menos de 3 km.

Há ainda outros grandes atrativos naturais, entre eles o Morro da Igreja, que se destaca à grande distância e possui um paredão de pedra onde os escaladores praticam o rapel (um dos maiores do Brasil, com 245 m), e os Campos do Quiriri, uma área de preservação que pode ser conhecida a partir do Circuito das Araucárias e de onde, em dias claros, avista-se todo o litoral norte de Santa Catarina.

A Estrada Dona Francisca é um dos destaques da parte histórica. O circuito passa por vários trechos do traçado original da estrada, construída por volta de 1865. Outro ponto de interesse histórico é a ferrovia construída em 1913, que se encontra ainda em funcionamento e era parte da Estrada de Ferro que ligava São Paulo ao Rio Grande do Sul. Os trilhos serpenteiam as serras e cruzam o circuito diversas vezes.

No aspecto cultural, está muito presente a influência alemã, polonesa e italiana, notável principalmente nos costumes e tradições, como as festas locais (onde não falta chope e danças folclóricas), a comida (com deliciosos cafés coloniais), os tipos de construções e os traços físicos de sua gente. Também marcaram presença na região os imigrantes espanhóis, tchecos, austríacos, portugueses, entre outros.

Ao longo do Circuito encontram-se pequenos museus com peças e artefatos, principalmente rurais, trazidos ou fabricados pelos primeiros colonizadores. As quatro cidades que integram o roteiro turístico, São Bento do Sul, Corupá, Campo Alegre e Rio Negrinho, possuem vários prédios históricos bem conservados, muitos deles funcionando como órgãos públicos.

1º Bike Meeting Brasil

Na região do Circuito das Araucárias acontece este ano o 1º Bike Meeting Brasil, com atrações como palestras, depoimentos, lançamento de documentário e pedal Cultural. O evento surgiu com a ideia de reunir todos os grupos de ciclistas, onde será possível melhorar os conhecimentos sobre a bicicleta e proporcionar um momento único de integração, com oportunidade de fazer novas amizades.

O 1º Bike Meeting Brasil será realizado nos dias 20 e 21 de abril, em São Bento do Sul (SC). Já a edição 2019 do Bike Meeting será na cidade de Corupá, nos dias 19 e 20 de abril.Fonte:Correio Lageano/Foto: Elimar Passig

 

Mais informações: http://www.riscozeroadventure.com.br/

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Tecnologia no campo gera melhores resultados com custos menores

tecnologiano campo

Um estudo da Fundação Getúlio Vargas mostra que de 2012 a 2017 o número de pessoas empregadas no agronegócio caiu 1,9% ao ano, com queda mais acentuada no trabalho informal.

Segundo o coordenador da pesquisa, Felippe Serigatti, os dados mostram que a tecnologia tem profissionalizado o trabalho no campo, gerando melhores resultados com menos custos. G1PR

Veja a reportagem completa no vídeo: https://g1.globo.com/pr/parana/caminhos-do-campo/noticia/tecnologia-no-campo-gera-melhores-resultados-com-custos-menores.ghtml

 

Mais informações: https://g1.globo.com/pr

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Agronegócio entre Brasil e Nova Zelândia é tema de evento em Chapecó

chapecoevento1

Brasil e Nova Zelândia se aproximam para discutir as oportunidades do setor lácteo. O Workshop Fundamentos de Produção e Qualidade do Leite da Nova Zelândia reunirá lideranças, técnicos e representantes dos produtores em Chapecó (SC), nesta quarta-feira (18).

chapecoevento

Líder mundial em exportação de laticínios e com grande interesse em criar parcerias com o agronegócio brasileiro, a Nova Zelândia apresenta, na próxima quarta-feira (18), em Chapecó, as tecnologias e os conhecimentos do país que têm contribuído para o desenvolvimento da produção de leite e derivados pelo Brasil e pelo mundo. Tecnologias e os conhecimentos do país têm contribuído para o desenvolvimento da produção de leite e derivados pelo Brasil e pelo mundo.

O Workshop Fundamentos de Produção e Qualidade do Leite da Nova Zelândia Brasil acontece no Mogano Premium Hotel (Av. Fernando Machado, 574E, Centro), das 8h30 às 17h10, e tratará de temas como: qualidade do leite, melhoramento genético, manejo de pastagens e bem-estar animal. O evento é voltado para técnicos da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), do SENAR, do Sindicato Rural e técnicos de laticínios que atuam na região.

Organizado pela Embaixada da Nova Zelândia no Brasil e pela New Zealand Trade & Enterprise (NZTE), a agência para o desenvolvimento de comércio internacional, o Workshop terá palestras e estudos de caso de oito empresas neozelandesas: QCONZ, LIC, PGW Sementes (PGG Wrightson Seeds Brasil) Simcro, Tru-Test, Gallagher, Kiwi Pecuária e DPA Brasil. O objetivo é mostrar os sistemas e as tecnologias daquele país aplicadas à realidade brasileira.

Também participarão do Workshop a embaixadora da Nova Zelândia no Brasil, Caroline Bilkey; o Secretário da Agricultura e Pesca do Estado de Santa Catarina, Airton Spies; o Presidente da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (FAESC), José Zeferino Pedrozo; o Superintendente de Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Santa Catarina (SENAR), Gilmar Zanluchi; Presidente do Sindileite de Santa Catarina, Valter Antônio Brandalise.

O Workshop conta também com o apoio da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) e do Sindileite Santa Catarina.

 

Programação

8h30 – Chegada – Boas Vindas

9h – Abertura

9h15 – Perspectivas e Desafios da Produção de Leite na Região Sul do Brasil

Palestrante: Secretário da Agricultura e Pesca do Estado de Santa Catarina, Airton Spies

9h45 – PALESTRA: GESTÃO DE QUALIDADE DO LEITE NA NOVA ZELÂNDIA

Bernard Woodcock – QCONZ

10h15 – PALESTRA: A GENÉTICA DA NOVA ZELÂNDIA ADAPTADA À AMÉRICA DO SUL

Mario Alvarez – LIC NZ

Ø  10H45 – PERGUNTAS E RESPOSTAS

Ø  11H COFFEE BREAK

11H15 PALESTRA PGW: TECNOLOGIA DE PASTAGENS DA NOVA ZELÂNDIA COM APLICAÇÃO NO SUL DO BRASIL

Homero De Boni Junior, PGW Sementes Brasil

11H45 PALESTRA SIMCRO: COMO A UTILIZAÇÃO DE APLCIADORES ADEQUADOS OTIMIZA O TRABALHO DE CAMPO

Renato Rocha – Simcro

Ø  12H15 – PERGUNTAS E RESPOSTAS

Ø  12H30 – ALMOÇO

14H – PALESTRA: O USO DE NOVAS TECNOLOGIAS NO MANEJO DE PASTAGENS: A EXPERIÊNCIA NEOZELANDESA APLICADA À REALIDADE BRASILEIRA

Ernesto Coser Netto – Grupo Tru-TesT

14h30 – PALESTRA GALLAGHER: IDENTIFICAÇÃO ANIMAL COMO FERRAMENTA NA GESTÃO DE REBANHO

Fernando Hentz – Gallagher

Ø  15H – PERGUNTAS E RESPOSTAS

Ø  15H20 – COFFEE BREAK

15H40 – PALESTRA: O MODELO NEOZELANDÊS DE PRODUÇÃO DE LEITE A PASTO NO BRASIL

Owen Williams – Grupo Kiwi

16H10 – PALESTRA: A ESTRATÉGIA DA DPA PARA AUMENTO DA EFICIÊNCIA DA PRODUÇÃO DE LEITE NO BRASIL

TBC – Dairy Partners Americas (DPA Brasil)

 

Mais informações:www.agricultura.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Governo abrirá consulta para novas normativas de qualidade para lácteos

maleite

Ministério da Agricultura deve colocar em consulta pública, na próxima semana, o texto de duas Instruções Normativas (INs) ligadas ao setor de leite no Brasil, informou na quinta-feira (12/4), em nota, o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat-RS).

As duas INs em questão são a de número 51, que foi substituída pela 62 e também será discutida. Ambas trazem parâmetros importantes de qualidade do produto, como limites para contagem de células somáticas (CCS) e contagem bacteriana total (CBT) no leite cru entregue pelos produtores aos laticínios.

Conforme o Sindilat-RS, que se reuniu em Brasília com integrantes do setor produtivo, indústrias e outras entidades ligadas a lácteos, uma das mudanças a serem adotadas é quanto à alteração na temperatura de recepção do leite no laticínio.

A proposta é que o leite chegue à indústria refrigerado a 7 graus Celsius, e não a 10 graus, exigência atual. Já os níveis de CCS e CBT devem ser mantidos – no caso de CCS (importante indicador da incidência de mastite no rebanho leiteiro), continuará em no máximo 500 mil células somáticas por mililitro de leite. Para a CBT – que detecta o nível de contaminação do leite por bactérias e consequentemente sua qualidade -, a contagem máxima permitida permanecerá em 300 mil UFC/ml, ou seja, unidades formadoras de colônias por mililitro de leite.

O Sindilat-RS ressaltou que a alteração dessas contagens (CCS e CBT) era motivo de preocupação no setor. "Mas o Ministério da Agricultura informou que novas avaliações desses padrões serão realizadas a cada dois anos para ir refinando parâmetros e elevando os padrões de exigência sem, contudo, adotar um calendário rígido como vinha sendo feito até então", diz a nota.

Na prática, esclarece o sindicato, o regramento da produção do leite será dividido em duas INs. A primeira vai se destinar a regulamentos técnicos de identidade e qualidade de leite pasteurizado e leite tipo A, por exemplo. A segunda – onde estão as maiores mudanças – abrangerá os demais processos, como captação, transporte e entrega na indústria.

"Neste momento o setor lácteo deve se debruçar sobre o texto que será publicado nos próximos dias (para consulta pública) para avaliar a possibilidade de atendimento das normas e, em caso de dificuldade, apresentar justificativas embasadas para tentar promover os ajustes necessários", recomenda a consultora de Qualidade do Sindilat-RS, Leticia Vieira, que participou da reunião em Brasília.Fonte:Revista Globo Rural

Mais informações: www.gricultura.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br