Startup com apoio do NITA instala sistema de automação em cultivo protegido em Ituporanga

nitairrigação1

O meio rural catarinense vem cada vez mais buscando modernizar seus processos, aumentando a produtividade no campo. Neste sentido, uma solução inovadora na área é a irrigação totalmente automatizada, que funciona com sensores que indicam o momento certo de ligar a irrigação, baseado na umidade, temperatura e pressão do ambiente.

nitairrigação4

O elo entre os agricultores e as empresas que desenvolvem essas tecnologias é realizada através do Núcleo de Inovação Tecnológica para Agricultura Familiar (NITA), que através de uma parceria com a Startup catarinense Agrotechlink instalou o sistema na plantação de morangos do agricultor Joel Eger de Ituporanga. "Através da experiência dessas Unidades de Referência Tecnológicas (URT), que é onde são instalados esses sistemas, pode-se analisar o impacto da tecnologia na vida dos agricultores"comenta o engenheiro agrônomo Gilmar G. Jacobowski, Consultor Sênior do Banco Mundial.

nitairrigação6

De acordo com Alexsandro Olivo, desenvolvedor da Agrotechlink o dispositivo de irrigação possibilitará ao agricultor automatizar todo o sistema de irrigação de morangos que ele tem “Hoje ele possui uma estufa de 400metros quadrados e nós viemos instalar o painel, juntamente com três sensores que possibilitarão a ele irrigar sua plantação de onde ele estiver de maneira totalmente automatizada” comenta Alexsandro.


nitairrigação5

O dispositivo de irrigação pode ser acionado sozinho ou pelos produtores rurais que acionam o sistema após receberem alertas via celular, além disso, as informações sobre a propriedade rural podem ser levadas diretamente para os técnicos que fazem a assistência técnica no município, garantindo decisões muito mais técnicas, facilitando a tomada de decisão durante o processo pelo produtor. . “A Agrotecklink está desenvolvendo esse projeto através de uma parceria de longa data com o NITA, com a SC Rural e com a Epagri, que possibilita com que as empresas desenvolvam e tragam tecnologia para o campo” enfatiza o desenvolvedor Alexsandro Olivo.
"O projeto de irrigação automatizada leva uma visão empreendedora ao meio rural, agregando praticidade e facilitando a execução das tarefas, trazendo qualidade de vida para o produtor", ressalta o agrônomo Jacobowski.


LOGO NITA

OBJETIVOS DO NITA

Ofertar um conjunto de serviços em apoio a pequenas e médias empresas, para o aprimoramento do processo de geração e oferta de inovações a produção de pequena escala;

Melhorar o ecossistema de desenvolvimento de tecnologias e inovações acessíveis para a agricultura familiar;

Conectar e articular oferta e demanda de inovações na cadeia do agronegócio da agricultura familiar;

Aumentar a resiliência das atividades desenvolvidas pela agricultura familiar frente as mudanças climáticas;

Aumentar a competitividade da agricultura familiar através da introdução, preferencialmente, de tecnologias verdes.

 

 

 

 

Mais informaçõeshttp://nita.org.br/

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Práticas agrícolas sustentáveis premia 15 comunidades tradicionais brasileiras, três são de Santa Catarina

premioimbituba1

O Prêmio BNDES de Boas Práticas para Sistemas Agrícolas Tradicionais é uma iniciativa do BNDES em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa/MAPA), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO/ONU).

O objetivo é reconhecer boas práticas ligadas à salvaguarda e conservação dinâmica de bens culturais e imateriais associados à agrobiodiversidade e à sociobiodiversidade presentes nos Sistemas Agrícolas Tradicionais no Brasil.

A solenidade de premiação foi realizada na sede da Embrapa, dia 18 de junho, em Brasília-DF.

premioprimeiro

Premiados:

1º Associação de Mulheres Trabalhadoras Rurais (AMTR), do Lago do Junco (MA)

2° Associação dos Produtores Rurais de Vereda, de Matias Cardoso (MG);

3º Associação dos Remanescentes de Quilombo de São Pedro, de Eldorado (SP),

4º Associação Comunitária Rural de Imbituba, de Imbituba (SC)

5º Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA), dos municípios baianos de Pilão Arcado, Campo Alegre de Lourdes, Canudos, Casa Nova, Remanso, Curaçá, Sento Sé, Uauá, Sobradinho e Juazeiro.

Os primeiros cinco colocados receberão o valor bruto de R$ 70 mil e os demais R$ 50 mil.

Demais premiados

6º – Associação Yaualapiti Auapá – Canarana, MT

7º Associações dos Agricultores Familiares de Roça de Toco e da Valor da Roça – Biguaçu, SC

8º – Associação Comunidade Uamiri Atroari – AM e RR

9º – Associação das Comunidades Tradicionais do Bailique -Macapá, AP

10º – Sindicato dos Trabalhadores Rurais Assalariados e Agricultores Familiares de Rio Pardo, MG

11º – Associação Indígena Guarani Boapy Pindó – Aracruz, ES

12º – Apicultura sustentável: Casa Nova – BA

13º Associação Vianei de Cooperação e Intercâmbio no Trabalho, Educação, Cultura e Saúde-Lages SC

14º – Associação da Comunidade Tradicional Geraizeira de Sobrado – MG

15º - Associação dos Povos Indígenas da Terra São Marcos/Pacaraima e Boa Vista (RR)

 

premioimbituba

Associação Comunitária Rural de Imbituba

Areais da Ribanceira: resistência da agricultura tradicional. A Comunidade Tradicional dos Areais da Ribanceira convive há várias décadas com um processo de desterritorialização, que elimina formas de uso comum da terra e da água, colocando em risco o grupo social e todo patrimônio imaterial acumulado ao longo das gerações. Um exemplo é a ação de reintegração de posse que o governo do Estado de Santa Catarina, está movendo contra a ACORDI, assim como vários pescadores da praia de Imbituba também estão sendo ameaçados por processos similares, movidos por empresa privada (IEP).

A essência da comunidade está no uso comum do seu território, que está diretamente ligado ao acesso aos recursos naturais. E, se isto for interrompido, interrompe-se também a reprodução cultural/social/religiosa/ancestral e econômica da comunidade, que é a principal responsável pela manutenção do ecossistema e da construção tradicional de um conjunto de conhecimentos, inovações e práticas que beneficiam toda sociedade. Fonte: https://engenhosdefarinha.wordpress.com

premiobiguaçu3

Associação Valor da Roça – Biguaçú

O processo de certificação participativa para uso e conservação da floresta no sistema itinerante, desenvolvido pela Associação Valor da Roça, de Biguaçu, na Grande Florianópolis, foi um dos vencedores do Prêmio.

A Epagri, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) são os principais apoiadores do projeto

A comunidade rural de Biguaçu desenvolve há gerações um sistema de cultivo caracterizado por períodos de alternância entre lavouras anuais e a floresta nativa, sem revolvimento do solo e com um manejo especial. Neste sistema eles plantam principalmente mandioca, banana, feijão e milho, sem uso de agroquímicos. A prática tem permitido a manutenção da floresta, da paisagem e a conservação da biodiversidade, evitando a conversão definitiva da terra para uso diversos, como por exemplo, formação de pastagem ou plantio de florestas exóticas.

Sustentabilidade e tradição

De modo geral, esse sistema de uso da terra tradicionalmente praticado pelos agricultores de Biguaçu, caracteriza-se pela supressão de pequena gleba de vegetação para o cultivo de lavouras anuais por curto período de tempo. A lenha retirada é usada na produção de carvão vegetal. Após a colheita da lavoura, a floresta volta a se regenerar. Outra importante característica é o fato de que já entre as plantas de ciclo anual é realizada a condução da regeneração natural. Ou seja, ao mesmo tempo que cultivam, os agricultores manejam espécies arbóreas regenerantes, o que caracteriza um tipo peculiar de Sistema Agroflorestal. Isso permite a rápida regeneração do fragmento florestal após a colheita da lavoura anual.

Outro aspecto fundamental desta prática é o caráter social. Ao respeitar o conhecimento empírico dos agricultores locais, a instituições governamentais preservam um saber fazer histórico. Diversos estudos nacionais e internacionais têm apontado os benefícios socioecológicos desse sistema e registram importantes prejuízos nas regiões onde ele tem sido abandonado, sobretudo a perda da biodiversidade.

Desde 2009 a Epagri e as instituições parcerias desenvolvem projetos com esses agricultores, que formaram, em 2013, a Associação Valor da Roça. A entidade possui um Caderno de Normas que é seguido rigidamente pelos associados. Uma das principais regras estipuladas é que a vegetação suprimida para a roça volte a se regenerar após o cultivo. Para garantir que as regras sejam cumpridas, uma comissão de associados faz vistorias nas áreas em regeneração e, assim, certifica de forma participativa o cumprimento do compromisso assumido.

A Embrapa presidiu a comissão julgadora, por meio do pesquisador João Roberto Correia, da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas (Sire).

Segundo o diretor-executivo de Inovação e Tecnologia da Embrapa, Cleber Soares, a presença da Empresa na realização do Prêmio BNDES reforça o alinhamento com as megatendências do recém-lançado documento Visão 2030: o futuro da agricultura brasileira. “Além disso, é uma forma de contribuir com a pauta internacional que tem como foco os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, em especial o que se refere à erradicação da fome e o incentivo à agricultura sustentável”, lembrou ele.

"A experiência de todo o processo do Prêmio BNDES SAT foi exitosa", avaliou o presidente da comissão julgadora, pesquisador João Roberto Correia, da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Embrapa. "Foi a concretização de uma parceria entre as instituições em benefício de grupos sociais que realizam atividades que preservam tanto a agrobiodiversidade local, quanto sua cultura e o meio ambiente". Na opinião dele, a iniciativa também atende as metas do acordo firmado com Iphan, no que se refere à identificação de SATs no Brasil, além de levantar potenciais fontes de pesquisa em desenvolvimento territorial e conservação em recursos genéticos e temas ligados à gastronomia e turismo rural.

Também participaram da solenidade de entrega do Prêmio BNDES SAT o secretário-adjunto de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Francisco Melo, o coordenador de Agroecologia e Produção Sustentável da Secretaria de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), Marco Pavarino, o diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Hermano Queiroz.  Da Embrapa, estiveram presentes o pesquisador da Embrapa Clima Temperado e ex-diretor de Transferência de Tecnologia, Waldyr Stumpf, e o chefe-geral da Embrapa Amapá, Nagib Melém Júnior.

 

Mais informações: cepa@epagri.sc.gov.br 

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307 
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

SC Rural consolida o sonho da família Martinello e empreendimentos da Cooperativa Nosso Fruto

criciumaembutidosFACE1

As atividades da família de Jorge Martinello, moradora na comunidade de Terceira Linha Sangão, no município de Criciúma, são bastante diversificadas, mas um velho sonho de uma agroindústria de embutidos, como alternativa na geração de trabalho e renda, só foi concretizado com apoio do Programa SC Rural.

A experiência na atividade com carnes, se fez presente na família, quando nos anos 70, um de seus irmãos, que tinha um mercado em Criciúma, abatia e entregava carnes nos demais mercados da cidade.  A família de Jorge desenvolvia a atividade de maneira informal, comercializando toda a produção com vizinhos, amigos e consumidores ocasionais. 

Atuando nesta atividade, de forma marginalizada, sem perspectiva de crescimento e com a comercialização limitada, o sonho de seu Jorge, não saía do papel.

“O apoio veio ao encontro da meta da família, por vezes estudada, mas nunca operacionalizada, através do projeto estruturante da Cooperativa de Agricultores Familiares Nosso Fruto”, comenta engenheiro agrônomo Roberto Longhi, do escritório municipal da Epagri em Criciúma.

Para viabilizar a concretização da proposta da família, para construir uma Unidade de Conservas de Carnes, a família Martinello precisava fazer um plano de negócio e, nesse sentido, a orientação dos técnicos da Epagri foi fundamental.

criciumaembutidos1

Tudo aprovado, Jorge Martinello, pôde finalmente realizar seu sonho. Construiu sua Unidade e hoje, tem a satisfação de ver seus produtos expostos nas melhores lojas de Criciúma e do Brasil.

criciumaembutidosFACE4

criciumaembutidosFACE3

O estabelecimento já passou pela vistoria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Serviço de Inspeção Municipal – SIM para a obtenção do selo de comercialização dos produtos de origem animal, com a marca Camponello, podendo comercializar no território de Criciúma e para todo o Brasil.

criciumaembutidosprodutos1

criciumaembutidosprodutos2

criciumaembutidosprodutos4

Com isso, e os investimentos de contrapartida da família, ela pode iniciar o empreendimento, produzindo principalmente salames e linguiças diferenciados, como por exemplo um com recheio de queijo. São 10 produtos diferenciados, entre os quais, produtos frescais, incluindo carne "in natura", defumados, curados e salgados, que foram elaborados atendendo um público exigente em qualidade, da região.

“O SC Rural veio contribuir muito na organização dos agricultores da nossa Cooperativa, tanto na área econômica quanto na área social e ambiental. Com o planejamento conseguiu-se aumento significativo de novas vendas, melhoradas também pela aquisição de máquinas e equipamentos. E os agricultores passaram a valorizar mais aspectos ambientais, todos de baixo impacto, em atividades de artesanato, panificação, queijaria, produção de banana orgânica, de embutidos, entre outros. Isso, além do apoio à organização da estrutura da cooperativa como um todo”. O testemunho é da Cooperativa Nosso Fruto, durante o Encontro Sul Catarinense de Cooperativas da Agricultura Familiar.

criciumasc8

20 cooperativas e três mil famílias apoiadas

Segundo o Secretário executivo regional do SC Rural para a região Sul, engenheiro agrônomo Alberto Ávila, “das 35 cooperativas de agricultores familiares da região Sul, 20 foram apoiadas pelo Programa. São 274 melhorias de sistemas de produção e só com os projetos estruturantes são 3.089 famílias beneficiadas. O volume de recursos aplicados de 2012 até agora, aqui no Sul passou de R$ 16 milhões. “Não é fácil um agricultor investir, mas com o SC Rural como parceiro ele investiu. As questões do trabalho da assistência técnica, da viabilidade econômica e ambiental e a questão sanitária interessam muito, porque eles irão entrar na formalidade e não terão mais problemas. Os agricultores familiares sempre tiveram problemas e sair da informalidade é muito importante para eles, eles querem se regularizar. Sem o apoio do SC Rural teria muita gente que levaria dois, três, quatro anos para atingir o que eles atingem num ano. Quando se fala SC Rural fala-se em apoio, e nós temos que manter isso como política permanente, tanto na questão técnica quanto na questão financeira esse apoio é importante. Isso não pode parar”, defendeu Ávila.

criciumasc11

50 Projetos em 37 municípios

Ainda segundo Ávila, entre as equipes regionais da Epagri e da Cidasc, existe um trabalho bastante coordenado lembrando que a região sul é a que teve maior número de projetos do SC Rural em todo o estado. “Os números da região mostram os resultados desse trabalho: São 50 projetos implantados em 37 dos 47 municípios do Sul. Temos município com três projetos e alguns projetos de cooperativas abrangem agricultores cooperados em quatro ou cinco municípios”. Entre projetos de melhorias de sistema de produção os mais requisitados são da atividade leiteira e produção de olerícolas. E temos muitas pequenas agroindústrias. Elas constituem 222 planos de negócios, desses cerca de 40 são coletivos (de organizações) e cerca de 180 agroindústrias que foram reformuladas, adequadas para a formalidade. Nas agroindústrias, os apoios foram principalmente para construções e reformas para adequar, por exemplo, às exigências da vigilância sanitária. E muitos equipamentos especialmente para diminuir a mão-de- obra – que está cada vez mais escassa, um problema sério no campo hoje”.

criciumasc10

“SC Rural foi um elemento encorajador”

Edson Borba Teixeira, Engenheiro Agrônomo e coordenador regional do Programa de Gestão de Negócios e Mercado da Epagri, analisa as razões dos bons resultados do SC Rural na região Sul: “Tanto nas melhorias feitas em propriedades quanto nas agroindústrias e cooperativas, a gente vê que o SC Rural é um programa que está mexendo o ponteiro no meio rural. Aqui, optamos por investir realmente em projetos estruturantes; não é aquele projetinho de ir lá e aplicar dois ou três mil reais no empreendimento, mas ver o que o empreendimento está precisando, adequar os fluxos, melhorar a estrutura, equipamentos que humanizem a necessidade de mão-de- obra. Com um bom plano de negócio do empreendimento – as equipes técnicas discutem com os beneficiários, definem os problemas, os gargalos – têm sido feitos investimentos que mudam a realidade. Por exemplo: Pessoas que trabalhavam com panificação e que não estavam devidamente legalizadas. Essas pessoas fizeram um curso de panificação no centro de treinamento da Epagri e começaram a fazer em casa, como uma renda extra. Viram que aquilo dava um dinheirinho, mas não estavam encorajadas para montar um negócio. Quando apareceu o SC Rural e a proposta de transformar isso numa atividade de renda, legalizada, foi um elemento encorajador. E para pegar o recurso do Estado as pessoas têm que fazer um curso de boas práticas de fabricação, ter noção mínima de gestão e empreendimento, seguir o que a vigilância sanitária preconiza. Assim, o programa dá um arcabouço legal e técnico profissional para aquele empreendimento que estava lá escondido e que agora pode aparecer, sem medo de mostrar a cara. O SC Rural, a marca Epagri, o trabalho das cooperativas, a organização dos agricultores através de cooperativas, a gente não conseguiria avançar sem essa parceria porque trabalhar individualmente é bem mais difícil”, frisa Edson.

 

criciumaface1

No endereço: https://www.facebook.com/scrural você pode conferir o depoimento de Jorge Martinello ao engenheiro agrônomo Roberto Longhi, da Gerência Regional da Epagri em Criciúma.

 

Mais informações: grcr@epagri.sc.gov.br  ou  https://www.facebook.com/camponello/

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307 
Endereço eletrônico: imprensa@microbacias.sc.gov.br

Cada real investido na Epagri beneficiou os brasileiros com R$5,88

  epagri

Em 2017, a contribuição da Epagri no retorno que as tecnologias e ações da Empresa geraram para os brasileiros foi de R$2,23 bilhões. Essa cifra representa um retorno social de R$5,88 por real investido na Empresa. Já o retorno global das tecnologias geradas pela Epagri, considerando a contribuição de todos os agentes para o uso dessas soluções, foi estimado em R$5,23 bilhões. Os números foram revelados na 9ª edição do Balanço Social da Empresa.

O setor agropecuário catarinense colheu, em 2017, uma safra plena, com produtividade histórica. O Valor Bruto da Produção alcançou R$29,57 bilhões. Por outro lado, os preços de vários produtos comprometeram a remuneração dos produtores. “Embora a conjuntura econômica não tenha sido tão favorável, nosso foco continua na busca da melhor colheita possível em cada ano – e foi isso que alcançamos em 2017”, avalia Luiz Ademir Hessmann, presidente da Epagri.

O Balanço Social da Epagri também contabilizou 218 projetos de pesquisa em execução no ano e 23 tecnologias lançadas, entre elas 7 cultivares. Ao longo de 2017, 54,2 mil famílias foram capacitadas e 91,5 mil famílias foram visitadas por profissionais da Epagri em suas propriedades.

Além dos números de 2017, o documento apresenta histórias de sucesso de agricultores, pecuaristas e pescadores que atuam em diferentes cadeias produtivas do Estado. “São casos individuais que podem parecer pequenos diante da grandiosidade dos números do agronegócio catarinense. Mas são histórias de famílias e comunidades para as quais o apoio da Epagri foi decisivo entre mudar de vida ou não, entre ir para a cidade ou permanecer no campo, entre conviver com dificuldades ou ter qualidade de vida. Nessa multidão, quem se destaca são os jovens, cujas vozes ecoam cada vez mais fortes no meio rural e pesqueiro catarinense”, diz Hessmann.

A publicação está disponível em:

http://docweb.epagri.sc.gov.br/website_epagri/Balanco_Social-2017.pdf

 

EPAGRI EM NÚMEROS – BALANÇO SOCIAL 2017

 

R$5,88

Retorno que a sociedade brasileira recebeu para cada real investido na Epagri

 

R$2,23 bilhões

Contribuição da Epagri no retorno que as tecnologias e ações da Empresa geraram para a sociedade

 

R$1,68 bilhão

Contribuição da Epagri no retorno que as tecnologias e ações da Empresa geraram para SC

 

R$5,23 bilhões

Retorno global, dentro e fora de SC, considerando a contribuição de todos os agentes que usaram as tecnologias da Epagri

 

COLHEITA DO ANO

218 projetos de pesquisa em execução

23 tecnologias lançadas

cultivares lançados

54,2 mil famílias capacitadas

91,5 mil famílias visitadas na propriedade

3 mil entidades atendidas

 

PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

52,1 mil análises de solo

172,6 mil atendimentos em escritório

3,8 milhões de acessos à página de previsão do tempo

26,4 mil Declarações de Aptidão ao Pronaf (DAPs) emitidas

 

INFORMAÇÃO TÉCNICA E CIENTÍFICA

880 mil visitas ao site da Epagri

260 programas de rádio veiculados em mais de 120 emissoras

261 vídeos técnicos

607 publicações técnico-científicas

3,7 milhões de visualizações no canal da Epagri no Youtube

 

CAPITAL HUMANO

171 pesquisadores

628 extensionistas

916 profissionais de apoio

67 jovens aprendizes

 

Mais informações: www.epagri.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Comunicado: Em atendimento à legislação eleitoral, a partir do dia 7 de julho e até o final do período eleitoral, estão suspensas as atualizações deste site .

comunicadoeleitoral

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Comunicação, emitiu – em 25 de maio de 2018 – a Instrução Normativa nº 001/2018. A Instrução dispõe sobre a suspensão da publicidade dos órgãos e das entidades da administração pública estadual direta e indireta no período eleitoral de 2018.

Em atendimento à legislação eleitoral, a Secretaria de Estado da Comunicação informa que as áreas de notícias das páginas de internet de todos os órgãos estaduais, incluindo postagens em redes sociais e sites de programas específicos, devem ser interrompidas.

A suspensão também se aplica a perfis de programas, projetos e ações desenvolvidas pelos órgãos estaduais. O mesmo vale para os perfis de departamentos, diretorias, setores, coordenadorias regionais e a toda e qualquer subdivisão vinculada a órgãos estaduais.

Os websites das instituições públicas ligadas ao Executivo deverão destacar, em sua página inicial, a seguinte mensagem informando a suspensão de atualizações: "Em atendimento à legislação eleitoral, a partir do dia 7 de julho e até o final do período eleitoral, estão suspensas as atualizações deste site. Para mais informações, consulte o site www.sc.gov.br".

A divulgação das informações de interesse público e dos serviços de todos os órgãos estaduais caberá apenas ao portal do Governo do Estado, acessado no endereço www.sc.gov.br. Este será o único site de governo que permanecerá com atualizações em sua área de notícias. As notícias serão publicadas após análise da Diretoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Comunicação. Em casos específicos, caberá à Secretaria de Estado da Comunicação consultar a Procuradoria Geral do Estado (PGE) para garantir a legalidade da publicação.

 

Previsão de neve no Sul afasta o risco de geada nas principais áreas produtoras

previsãotempo

Depois de uma semana que tivemos geada, temporal e ventania no Sul, agora é a vez de a neve atingir parte dos pontos mais altos de Santa Catarina e do Paraná. No começo de domingo, dia 8, o sistema de baixa pressão atmosférica, finalmente, deu origem a uma frente fria que causa chuva em quase toda a região Sul.

As pancadas se espalham pelo Rio Grande do Sul, Santa Catarina e metade sul do Paraná. A chuva mais forte se concentra entre o norte do Rio Grande do Sul até o sul do Paraná, onde os acumulados de chuva são maiores.

Pela manhã, as temperaturas pouco variam em relação ao dia anterior. Entretanto, à tarde elas são mais baixas se comparadas aos dias anteriores.

“Ainda existe a possibilidade para rajadas de vento de mais de 60 km/h pela costa do Rio Grande do Sul e municípios próximos de Santa Catarina. E são justamente esses ventos e instabilidades que vão impedir a formação de geada no início da semana que vem”, explica Desirée Brandt, meteorologista da Somar.

A partir da segunda-feira, dia 9, as instabilidades diminuem, e uma massa de ar polar avança pelo sul do país, aumentando a sensação de frio em todo o estado, com risco para geada no interior do Rio Grande do Sul.

“Será mais o oeste do estado que pode ter esta geada. Para as lavouras de milho deste trecho, que estão em fase inicial de desenvolvimento, esse frio acaba sendo mais benéfico do que prejudicial. O frio acaba combatendo as pragas e ajuda a planta”, afirma Brandt.

Segundo ela, apenas mínimas inferiores a 0 grau é que podem afetar o desenvolvimento vegetativo. Dados da Embrapa Trigo afirmam que, quando ocorre baixa temperatura na fase inicial da lavoura, sem formação de geadas, haverá prolongamento do período vegetativo, e o trigo desenvolverá mais afilhos, resultando também em sistema radicular mais abundante, possibilitando maior exploração dos nutrientes do solo.

De um modo geral, esse frio previsto para a semana que vem só deve prejudicar as pastagens, já que para o trigo ele não trará grandes problemas porque a temperatura não deve despencar tanto.

Para as lavouras de milho segunda safra de Santa Catarina e do Paraná, as nuvens vão acabar segurando a temperatura e as mínimas previstas ficam em torno dos 8 graus, valor bem longe da formação de geada.

Para termos geadas precisamos de condições de tempo aberto, sem ventos e com mínimas iguais ou inferiores a 3 graus. Para as pastagens, por se tratar de uma vegetação mais rasteira, até mínimas de 4 graus podem trazer geadas e prejudicar os pastos.

O café, neste outono e inverno também anda escapando das ondas de frio intenso. O norte do Paraná e o Sudeste do Brasil estão sob a influência de um bloqueio atmosférico que impede o avanço dos sistemas meteorológicos como frentes frias e massas de ar de origem polar.

“É justamente por isso que não tem feito tanto frio. Mas até o Sudeste vai sentir essa mudança na temperatura na semana que vem. As máximas durante as tardes serão bem mais baixas quando comparadas com as desta semana”, diz Desirée.

Já as mínimas não vão ficar tão baixas, e os cafeicultores podem ficar tranquilos porque não há previsão de formação de geada. Em Guaxupé, sul de Minas Gerais, a menor mínima prevista para a semana que vem é 8 graus na próxima quarta-feira, dia 11 de julho.

A próxima onda de frio está prevista para o fim de julho, início de agosto com mínima em torno dos 6 graus. “Ainda não é risco de geada, mas precisamos monitorar esse frio de agosto”, finaliza Brandt. Fonte: Pryscilla Paiva, editora de Tempo do Canal Rural

Mais informações: https://tempo.canalrural.uol.com.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Epagri inicia trabalho para buscar a Indicação Geográfica do mel de melato de bracatinga

epagrimel2

No Planalto Sul e no Planalto Norte de Santa Catarina, a associação entre a bracatinga, um inseto chamado cochonilha e as abelhas resulta num produto único: o mel de melato. Ele é fabricado pelas abelhas a partir do líquido açucarado que a cochonilha produz ao se alimentar da seiva da bracatinga.

Ainda pouco conhecido fora dessa região, o mel de melato é escuro, levemente menos adocicado que o de origem floral e possui maior quantidade de minerais, além de propriedades medicinais.

Mas a pouca fama desse produto tão singular está com os dias contados. A Epagri, em parceria com o Sebrae, a Federação das Associações de Apicultores de Santa Catarina (Faasc) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), está iniciando o trabalho para buscar a Indicação Geográfica (IG) do mel de melato de bracatinga.

A primeira reunião de sensibilização da cadeia produtiva foi realizada neste mês, em Lages, quando produtores e entidades discutiram a construção conjunta de uma IG para o mel de melato. Os participantes conheceram as etapas do trabalho, que implicam, por exemplo, no reconhecimento da notoriedade do produto no território e na realização de estudos técnico-científicos.

A Epagri e a UFSC serão responsáveis por esses estudos, que vão subsidiar o dossiê de submissão do pedido para a IG. “Estamos fazendo o reconhecimento das áreas onde ocorre o fenômeno de associação entre a cochonilha e a bracatinga para fazer o recorte espacial da área de estudos. A partir daí serão realizados estudos agroclimáticos, de solos e geologia, uso e cobertura da terra, fisiografia e toda a caracterização física e ambiental do território que determina a qualidade e tipicidade do produto”, explica Everton Vieira, geógrafo do Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de SC (Ciram/Epagri), responsável pela equipe técnica que fará os estudos.

Quando estiver pronto, o dossiê será entregue ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), instituição que concede o registro da IG. O pedido do registro é feito por uma instituição representativa dos produtores, que fica responsável pela gestão da Indicação Geográfica e pelas normas de uso da identidade visual.

Everton explica que a IG traz vantagens como aumento da relação de confiança entre produtores e consumidores, desenvolvimento do território, valorização da cultura regional e do saber-fazer, agregação de valor ao produto, abertura de novos mercados e preservação do meio ambiente. “A produção de mel de melato pode representar uma estratégia importante de preservação e uso sustentável das matas de bracatingais, conciliando geração de renda com a conservação ambiental. Além disso, a bracatinga pode ser explorada como recurso madeireiro, haja vista seu crescimento rápido e ciclo de vida curto”, acrescenta.

epagrimel4 bracatinga

epagrimel3

Fenômeno da natureza

O mel de melato é um produto único cujas características são determinadas pela condição geográfica. “Não existe outro produto igual no mundo, e isso, por si só, justifica o pedido de uma Indicação Geográfica, embasada na notoriedade e tipicidade de um produto vinculado a um território”, diz Everton. Em 2017, esse mel foi reconhecido como o melhor do mundo no 45º Congresso Internacional de Apicultura, em Istambul, na Turquia.

Estudos preliminares indicam que a área de produção do mel de melato abrange cerca de um terço do território catarinense. Ela se estende do Planalto Sul ao Planalto Norte, seguindo por uma faixa central do Estado em regiões com altitudes acima de 700 metros. Há pequenas áreas de ocorrência no Rio Grande do Sul e no Paraná, mas aproximadamente 90% da produção está em Santa Catarina.

Ainda não se sabe quantos dos 6,1 mil apicultores catarinenses produzem o mel de melato. “Os estudos técnicos realizados pelos pesquisadores e a atualização do cadastro apícola, que está a cargo das equipes de extensão rural, vão nos dar uma noção de quantos desses apicultores produzem esse mel”, diz Everton.

 

Mais informações: evertonvieira@epagri.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Rodada de negócios estimula vendas de agricultores familiares em Mafra

mafrarodadanegocio

Com o objetivo de fortalecer a agricultura familiar e o comércio local, a Epagri realizou a Primeira Rodada de Negócios da Agricultura Familiar de Mafra. O evento, realizado na sede da Amplanorte e reuniu empresários, representantes do Exército Brasileiro e agricultores familiares para fazer negócios.

Telma Koene, líder do Projeto Gestão de Negócios e Mercados da Epagri para o Planalto Norte, explica que a rodada une compradores e vendedores para fazer negócios. “Entre as vantagens para as empresas compradoras estão o conhecimento de novos fornecedores, uma maior variedade de opções, facilidade na compra e descoberta de produtos inovadores. Já para os vendedores, a relação custo-benefício cresce, a possibilidade de encontrar potenciais compradores aumenta e a comunicação com o cliente final se torna mais dinâmica e direta”, detalha.

No encontro, representantes do Ministério Público de Santa Catarina e da Cidasc realizaram palestras para esclarecer detalhes da legislação a respeito da produção segura de alimentos e destacar a importância do cadastramento no programa E-origem, um sistema de rastreabilidade que será exigido de todos os produtores catarinenses. O evento contou com apoio da Amplanorte, da Prefeitura e da Associação Empresarial de Mafra.

Mais informações:  grma@epagri.sc.gov.br 

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Agricultura familiar e agroecologia são soluções contra o agrotóxico

agrotóxico

Aprovado pela Comissão Especial da Câmara, o Projeto de Lei dos Agrotóxicos tem causado discussões em todo o País, devido a sua controvérsia. Em campanhas nas redes sociais, encabeçadas por artistas, chefes de cozinha, ONGs e entidades ligadas ao Meio Ambiente e à Saúde, chamam o projeto de PL do Veneno.

O relatório do deputado Luiz Nishimori (PR-PR) e defendido pela bancada ruralista brasileira foi aprovado por 18 votos a 9. Com a conclusão da votação, segue, agora, para análise do plenário da Câmara.

Alguns dos principais pontos do texto, é a substituição da palavra “agrotóxico por “pesticida” e também a concentração dos poderes de liberação de novos produtos pelo Ministério da Agricultura, além da ação de uma nova tabela de grau de risco para novas substâncias no Brasil, permitindo que produtos não autorizados passem a ser analisados.

Isso permitirá que agrotóxicos, hoje vetados pela lei atual por conterem substâncias cancerígenas e que causam malformações e mutações genéticas, passem a ser analisados conforme um grau de tolerância. E, também, os novos pedidos de registro devem ser analisados em até 24 meses – vencido esse prazo, pode haver autorização imediata. Atualmente, a legislação prevê até cinco anos.

Opções

O professor universitário e engenheiro agrônomo, Germano Güttler, explica que o uso de agrotóxicos não é a única solução para a agricultura. Ele ressalta que as produções agroecológica e orgânica são alguns dos muitos exemplos que dão certo sem o uso dessas substâncias.

“E as produções não são menores que aquelas que usam os agrotóxicos e são até mesmo maiores”, acrescenta. Germano ainda enfatiza que a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (Fao) já realizou estudo indicando que, a única forma de produção para os próximos anos, será sem o uso abusivo de agrotóxicos.

A mudança para o Ministério da Agricultura da liberação de novos produtos também é um fato importante do PL. De acordo com Germano, isso acontece porque órgãos como Ministério da Saúde, Meio Ambiente, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Fiocruz e Inca – que são contra a aprovação da lei -, não estão ligadas ao agronegócio. Ele ainda ressalta que, nem mesmo um engenheiro agrônomo conhece, realmente, os efeitos do agrotóxico para o organismo humano e a categoria é conivente, no ambiente do agronegócio, e age como se as substâncias não fossem prejudiciais.

Alteração do nome

A engenheira agrônoma e ambientalista Gabriela Canto Santos Savian destaca que a mudança do nome de agrotóxico para defensivo agrícola, produto fitossanitário, defensivo agrícola ou qualquer outro nome, não muda a natureza tóxica do produto.

“A mudança do nome também complica, pois várias leis e regulamentações trazem essa denominação, então, serve só para confundir, como uma nuvem de fumaça encobrindo o problema de fato”, ressalta.

Gabriela explica que, na prática, o PL autoriza que substâncias já desaprovadas em outros países, após estudos e análises, possam ser utilizadas no Brasil a partir de um cadastro provisório, levando em consideração que apenas seriam proibidas substâncias com risco inaceitável.

A ambientalista acrescenta que, com o atual sistema produtivo e a dinâmica competitiva no Brasil, são utilizados todos os insumos possíveis para aumentar a produtividade e nisso podemos citar adubos químicos e os agrotóxicos.

“Mas sem esquecer que os serviços ecossistêmicos que a natureza presta ao “agro” são muito importantes, como a água e também os polinizadores (especialmente as abelhas), e estes são muito impactados com o uso indiscriminado dos insumos agrícolas.”

Ela ainda acrescenta que são exemplos de formas que podem ser utilizados e não precisam do uso das substâncias, práticas ou sistemas que contribuem em vários graus: rotação de culturas, o manejo integrado de pragas e doenças, que conta com métodos de controle e uso de defensivos biológicos; a produção orgânica e a agroecologia, assim como a diversificação de cultura, muito presente na agricultura familiar. Aliás, é a agricultura familiar responsável por 70% dos produtos consumidos por brasileiros.Fonte: Correio Lageano

Mais informações:

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Dia de Campo sobre cultivo de hortaliças é realizado em Guaraciaba

guaraciabadiadecampo

A Secretaria de Agricultura, Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico de Guaraciaba juntamente com a Epagri, realizaram um Dia de Campo sobre o cultivo de hortaliças.

O evento aconteceu no último dia 03, em Linha Guataparema, na propriedade da família de Sérgio Rodrigues. A família produz tomate e alface nas estufas e repolho, e foram da estufa ocorre a produção de brócolis, couve-flor, acelga e temperos.

 Os assuntos abordados durante o Dia de Campo, foram sobre o cultivo protegido em abrigos, uso da tela anti-afídeos para controle de pragas, produtos alternativos para o controle de pragas e doenças e também sobre o manejo de pragas e doenças. Cerca de 25 pessoas participaram desta capacitação.  

Mais informações: emguaraciaba@epagri.sc.gov.br

Secretaria Executiva Estadual do SC Rural – (48) 3664 4307
Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br