Agricultores familiares de Lauro Muller comercializam com padrões de qualidade

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O Governo do município de Lauro Müller tem ampliado cada vez mais o Programa de Aquisição de Alimentos – PAA que permite o Poder Executivo adquirir alimentos produzidos por agricultores familiares do município.

Somente a atual gestão, liderada pelo prefeito Valdir Fontanella, aumentou nestes últimos meses 42,97% a aquisição de alimentos produzidos por famílias de Lauro Müller. Atualmente o município atinge a marca de 64,97%, sendo que a Legislação exige que seja comprado no mínimo 30%.

Conforme o secretário de Agricultura do município, Acione Andrade Izidoro, no início de 2017, quando assumiu a pasta, a aquisição por meio do PAA estava em 22%, diante disso, iniciou-se uma série de trabalhos a fim de fortalecer a participação dos produtores do município. “O trabalho já tem dado resultado, meses depois, já estamos com este índice que podemos dizer que é uma referência para a região e deve subir mais. Temos dado todo suporte necessário para que nossos agricultores possam produzir ainda mais, visando sempre a qualidade destes alimentos, que sempre são recebidos por nutricionistas antes de serem enviados para as unidades de ensino”, destacou Acione.

Ainda conforme o secretário, entre os alimentos fornecidos no município estão: carne em cubos, moída e lombo suíno, temperos verdes, verduras, frutas, pão integral, mel, melado, queijo, feijão, banana, maça, laranja, limão e aipim. Recentemente também foi incluído o peixe, visando fomentar o setor da piscicultura e propiciar uma alimentação saudável aos alunos.

E quem já está colhendo os frutos deste projeto é a família da senhora Rosimari Carrer Baggio Demarch, produtora rural da comunidade de Guatá de Baixo. Há quase quatro anos participando da iniciativa, ela garante que não abre mão de se cadastrar, assim como outras 13 famílias que atualmente fornecem alimentos para o município.

“É uma renda extra que podemos contar todo mês para ajudar no sustento da minha família e arcar com as despesas. Produzo alface, repolho, couve, batata doce, milho aipim, laranja e limão. Acredito que é uma maneira também de promover o trabalho da agricultura”, comemorou Dona Rosimari.

O prefeito Valdir Fontanella destacou a felicidade de ver o município fortalecendo cada vez mais sua economia e valorizando as pessoas do meio rural. Ele parabenizou o excelente trabalho em equipe realizado pelas pastas de Agricultura e Educação.

“Estamos dando um grande para o fortalecimento da agricultura familiar. Este aumento mostra o quanto nossa equipe já ampliou na aquisição de alimentos produzidos pelos nossos agricultores familiares e isso tem ajudado a gerar emprego, mais renda para os nossos trabalhadores no campo e também alimentando com qualidade nossas crianças da rede municipal de ensino”, registrou Fontanella.

O programa

Os Programas de Aquisição de Alimentos (PAA) e Compra Direta Local são ações do Fome Zero e promovem o acesso de alimentos às populações em situação de insegurança alimentar. Os programas também promovem a inclusão social e econômica no campo por meio do fortalecimento da agricultura familiar.

Na modalidade, o agricultor familiar comercializa diretamente alimentos de acordo com padrões de qualidade que são determinados pelos órgãos regionais competentes em um limite de R$ 4,5 mil por ano. Fonte: Assessoria de Comunicação

Mais informações: www.lauromuller.sc.gov.br

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Vida dedicada aos cuidados com os animais

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Quando o assunto é voltado aos trabalhos rurais, um dos primeiros nomes que vem à mente da população gasparense é o de Renato Abelardo Beduschi. Nascido e criado em Gaspar, ele sempre esteve inserido na classe agricultora por conta da família e foi por meio dela também herdou o amor pelos animais. Formado em Medicina Veterinária, ele foi o primeiro morador de Gaspar a conquistar diploma na área, em 1971.

No ano em que o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Gaspar chega ao seu 50º aniversário, Renato relembra a sua história e fala sobre a importância da valorização da entidade e sobre o desenvolvimento do município através da agricultura. “Sou filho do agricultor Augusto Beduschi. Sempre vivi e viverei nesse meio. Presenciei toda a evolução do setor rural, desde a dependência que tínhamos nas carroças até os tempos de hoje, com muitos avanços tecnológicos a nosso favor”.

Recapitulando sua trajetória, Renato fala com carinho dos lugares onde trabalhou. “Quando a gente gosta, vai atrás. Então, depois de formado, comecei a trabalhar na Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola, na cidade de Santa Cecília, em Santa Catarina. Pela lonjura, decidi que me faria bem trabalhar mais perto da família e voltei”.

Algum tempo depois, o veterinário prestou concurso para trabalhar no Ministério da Agriculta de Santa Catarina. “Fui aprovado e me joguei de cabeça em mais uma aventura. Sempre em busca de novas experiências na área”. Foi aí que ele mudou para Governador Celso Ramos, cidade com vasta indústria pesqueira, para trabalhar no ramo.

Apesar do espírito aventureiro, Renato sempre retornava para a cidade natal. “De vez em quando, eu arranjava uma desculpa pra voltar pra Gaspar. Meu umbigo está enterrado aqui nessas terras, não posso ir pra muito longe”, disse, entre risadas. Em seu retorno à cidade Coração do Vale, ele trabalhou novamente na prefeitura, onde conseguiu fazer história: implantar a inseminação artificial na cidade.

Ele implantou a Secretaria de Agricultura

Em 1992, durante a administração do prefeito Francisco Hostins, em Gaspar, outro momento histórico teve o incentivo de Renato Beduschi. “Tive a honra de implantar a secretaria de Agricultura na cidade. Conquistamos a autonomia de investir nessa área e também prestar maior apoio às famílias agriculturas daqui. Eu trouxe os projetos que executava em Blumenau com a feira do peixe vivo, por exemplo”.

Com a saída do prefeito, Renato assumiu novamente cargos no município vizinho, nas pastas da Agricultura e Meio Ambiente. Depois prestou concurso para trabalhar como médico veterinário em Gaspar novamente, no pleito de Bernardo Leonardo Spengler, popular Nadinho. Aprovado, o profissional exerceu por pouco tempo a função, optando focar em seu sítio e na criação de seus animais.

"Sou realizado aqui"

Atualmente, Renato Beduschi cuida com muito carinho da sua criação de gado, ovelhas e aves. “O terreno é grande e todos os bichos têm seu próprio espaço. Os ranchos são do jeitinho que cada um precisa, eu ajustei para deixar todos bem acomodados”. O aposentado completa: “Minha rotina é voltada para eles. Tem a hora de tratar, hora de examinar. Sou realizado aqui. Gosto da minha profissão e trajetória, faria tudo novamente, da mesma forma”.

Na época, havia um porto de comercialização de produtos rurais no município. “Na gestão do prefeito Fernando Poli, em meados de 1980, estudei a venda do local para reverter o dinheiro na implantação dessa nova área. Conseguimos implantar e, em aproximadamente um mês, recebi outra proposta de emprego. Desta vez, em Blumenau, a pedido do prefeito Renato Viana”, relembra. O novo trabalho era na coordenação da Agricultura da cidade.Fonte:Cruzeiro do Vale

Mais informações: Sindicato dos Trabalhadores Rurais – Gaspar -  (47) 3332-0471

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Encontro anual reúne beneficiários do Crédito Fundiário de Iporã do Oeste

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O tema do encontro na tarde desta segunda-feira, 18, foi manejo e fertilidade do solo. O palestrante foi o engenheiro agrônomo da Epagri regional de São Miguel dos Oeste, mestre em ciências do solo e doutor em agronomia Clístenes Guadagnin.

Os assuntos debatidos nos encontros são definidos em conjunto com as próprias famílias, a partir de dúvidas e necessidades apresentadas pelos produtores.

Conforme o engenheiro agrônomo, a preocupação com o solo em nossa região se divide na parte química e na parte física. Ele comenta que a parte química é a adubação e os nutrientes que o solo necessita.

Clístenes Guadagnin destaca que em muitos casos a adubação orgânica ou o calcário ocorre em excesso, além da necessidade do solo.

Este excesso pode ocasionar a compactação do solo, devido a desagregação das argilas. Já na parte física os cuidados são principalmente com a compactação e o armazenamento de água no solo.

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O engenheiro agrônomo da Epagri enfatiza a importância da análise para identificar as necessidades reais do solo. Clístenes Guadagnin explica que uma boa análise, feita da forma correta, é a base para conhecer o nível de fertilidade do solo e a partir disso identificar as reais necessidades ou não da adubação.

Ele lembra também da importância do agricultor ter um acompanhamento de profissional da área para fazer a correta análise.

O engenheiro agrônomo comenta que na nossa região, de uma forma geral, o solo possui bons níveis de adubação, principalmente a orgânica, por isso não há necessidade dessa correção com calcário ou outros adubos como o fósforo. Clístenes Guadagnin destaca que em áreas onde o manejo é feito com base em pastagens perenes é perceptível uma melhoria significativa na fertilidade do solo, a partir do segundo ou terceiro ano de plantio.

Também é possível perceber a redução da infiltração do solo e da compactação, em função do animal não permanecer longos períodos na mesma área.

 

Mais informações: emiporadooeste@epagri.sc.gov.br

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Agricultores associados da Coopermajor investem numa indústria de suco de uva e geleia

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A inauguração da indústria de suco de uva e geleia da COOPERMAJOR - Cooperativa Agroindustrial de Major Gercino – transformou o dia 15 de junho, especial para seus associados e apoiadores.

Apoiado pelo Programa SC Rural, Prefeitura Municipal de Major Gercino e com projeto e acompanhamento técnico da Epagri, a indústria é o primeiro negócio agroindustrial da cooperativa. 

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"Com 0 apoio financeiro do Programa SC Rural e o apoio dos técnicos da Epagri, envolvidos no assessoramento do negócio, foi possível realizar e alcançar os objetivos desejados, como humanizar a mão de obra, estruturar e equipar a unidade e propiciar melhor acesso ao mercado formal e institucional", destacou, na ocasião o engenheiro agrônomo André Ricardo Poletto, da gerência técnica do SC Rural.

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O descerramento da placa comemorativa e deslace da faixa foi realizada pelo atual presidente da Coopermajor Elvino Staroski e pelo doador do terreno Aluízio Stolarczki.

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Compareceram ao evento o prefeito de Major Gercino, Valmor Pedro Kammers, o vice-prefeito Moacir Batisti, os vereadores Augustinho Orlandi, Claudir Albanás, Hilberto Arnoldo, Rodrigo dos Santos e Viviane da Silva Batisti, o secretário municipal da agricultura Valdecir Marchi, a presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Major Gercino, Marlene Aparecida Ribeiro Fuck, o padre Darcísio Schappo, o gerente estadual do Fundo de Investimentos Sustentáveis do SC Rural André Poletto, a gerente regional da Epagri Adriana Tomazi Alves e o Diretor de Políticas da Agricultura Familiar e da Pesca de Santa Catarina Hilario Gottselig.

 

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A Coopermajor é fruto da Associação de Desenvolvimento da Microbacia de Pinheiral, fundada em 2004, com incentivo do Projeto Microbacias 2.  Na época, o objetivo era organizar os agricultores das comunidades de Pinheiral, Nova Galícia e Rio das Flores e contribuir para o desenvolvimento destas comunidades através da discussão de seus problemas e o planejamento de ações para a resolução dos mesmos.

Como a área de atuação da Associação era composta exatamente pelas comunidades produtoras de uvas do município, ela se tornou uma instância de organização desses viticultores, que somam mais de 40 famílias envolvidas, numa área de aproximadamente 90 hectares e uma produção anual superior a mil toneladas de uvas, tornando Major Gercino o oitavo maior produtor catarinense, em volume de produção desta fruta.

Ainda na época do Projeto Microbacias 2, a Associação conseguiu recursos para aquisição de panelas extratoras para produção de suco de uva.

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Com a criação da Coopermajor veio o desejo de implantar uma agroindústria de processamento de suco e derivados da uva para ampliar a capacidade de processamento e comercialização, com preservação da qualidade reconhecida por seus clientes e adequação às exigências legais.

Em novembro de 2013 o programa SC Rural aprovou uma Manifestação de Interesse da Cooperativa que visava a construção de uma unidade de fabricação de sucos.

Segundo Remy Narciso Simão, extensionista da Epagri local, o grupo de agricultores tem seu foco na produção de uvas convencionais e orgânicas, sempre atuando como fornecedores de matéria prima. “Hoje, as famílias plantam, colhem e comercializam parte da produção com as indústrias vinícolas de Nova Trento e Major Gercino, e parte da matéria prima é utilizada para fabricar suco e vinhos artesanais, que vendem na própria propriedade e vizinhança”, explica Remy.

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Com a evolução do negócio e um mercado aumentando, a cada dia, a demanda por produtos de qualidade, assegurada, os principais produtos comercializados serão: suco de uva integral, suco de uva integral orgânico e geleias de uva e outras frutas. O produto será fornecido em embalagens de vidro, com a rotulagem estampada e conteúdo líquido de 1 litro e 500 ml para suco, e potes de 368 g para geleias.

“A clientela alvo do negócio é constituída por pessoas que buscam produtos mais saudáveis, produtos orgânicos, nutritivos, pouco industrializados e com identidade da agricultura familiar”, destaca o extensionista da Epagri. 

Além da diretoria, dos associados e familiares, o evento foi prestigiado por lideranças do município e do Estado, que tiveram participação no apoio ao empreendimento.

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Na ocasião, o engenheiro agrônomo André Ricardo Poletto, da gerência técnica do SC Rural, também destacou: “O programa SC Rural, foi classificado, em análise dos consultores independentes do Banco Mundial como "Satisfatório". Essa classificação é a melhor já atingida no Brasil, para programas na área rural. E isso se deve ao nosso produtor rural de Santa Catarina. Grupos como este de Major Gercino, que com seriedade e muito trabalho, construíram essa agroindústria e que fazem girar a economia do município e do Estado. Parabéns a esses produtores que tem iniciativa e coragem de empreender por um futuro melhor”.

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Mais informações: https://www.facebook.com/Coopermajor ou emmajorgercino@epagri.sc.gov.br

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Boletim Agropecuário da Epagri/Cepa, de junho, destaca queda na importação de leite

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O Boletim Agropecuário de junho traz como destaque a queda na importação de lácteos, com consequente elevação no preço do leite.

Tem também o crescimento na safra do arroz e leve recuperação dos preços do grão, além de aumento nas exportações de frango e suínos. O documento, elaborado mensalmente pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Epagri/Cepa), reúne as principais informações referentes a safras, produção e mercados da última quinzena ou do último mês, para apoiar o produtor rural na prospecção de negócios e aumentar a competitividade da agricultura catarinense.

Leite

As importações brasileiras de lácteos continuam em acentuado decréscimo. Entre janeiro e maio deste ano foi registrada uma queda de 35,2% na quantidade de leite importada. Um dos reflexos é a elevação dos preços no atacado. Segundo o Boletim, a expectativa é de que na próxima reunião mensal do Conseleite/SC, a ser realizada nesta quinta-feira, 21, o preço de referência projetado para junho, que serve de parâmetro para os preços de julho aos produtores, sofra sensível elevação.

Arroz

Os técnicos da Epagri/Cepa estão estimando que na safra 2017/18 de arroz sejam colhidas 1.182.596 toneladas do grão, 0,54% a mais do que no ciclo agrícola anterior, graças ao rendimento médio, que cresceu 1,02% na comparação entre os dois períodos. O grande volume de exportações no ano ajudou a reduzir a oferta interna do cereal, o que foi um dos fatores que impulsionaram a discreta retomada dos preços. Entre abril e maio os preços variam positivamente em 1,51%, mas ainda permanecem 21% menores do que os praticados no mesmo período do ano passado.

Pecuária

Apesar da paralisação no setor de transporte de cargas, as exportações de carne de frango catarinense cresceram 32,71% em maio em comparação com abril. Ficaram apenas 4,83% abaixo do montante registrado em maio de 2017.

A exportação de carne suína catarinense também não sentiu os reflexos da greve dos caminhoneiros e teve aumento de 14,57% em maio em relação ao mês anterior e de 15,04% na comparação com o mesmo mês de 2017. As receitas de maio foram de US$ 46,88 milhões, aumento de 12,76% em relação ao mês anterior e queda de 9,89% na comparação com maio de 2017. No acumulado do ano, Santa Catarina exportou 114,35 mil toneladas de carne suína, o que representa um aumento de 0,97% em relação ao mesmo período do ano passado. Contudo, as receitas de janeiro a maio caíram 12,86% em relação ao ano anterior. Os preços do boi gordo mantêm-se estáveis.

Cebola

No final da comercialização da safra catarinense de cebola o país foi surpreendido pelo movimento de paralização dos caminhoneiros, que afetou drasticamente o abastecimento e a comercialização da produção da hortaliça, em todo o território nacional. Passado o momento mais crítico, o mercado vem retomando seu ritmo de negócios e o abastecimento volta à normalidade.

Feijão, milho e soja

Cerca de 80% da área cultivada com feijão 2ª safra 2017/18 já foi colhida no Estado, o que deve resultar numa colheita de 29 mil toneladas e uma produtividade média de 25 sacas de 60kg por hectare.

No milho, foi registrada forte queda das exportações nos últimos cinco meses. Os estoques permitem um cenário ainda confortável em relação ao abastecimento. Os preços permanecem fortalecidos.

Outra expectativa apresentada no Boletim é da retomada do ritmo normal de exportações de soja a partir de junho.

Trigo

Com a colheita de soja encerrada e a de milho finalizando, é hora de plantar trigo em Santa Catarina. Apesar da demanda enfraquecida e da greve dos caminhoneiros, a tendência de alta nos preços se manteve, alicerçada pela baixa disponibilidade de trigo nacional, retração na importação do grão argentino e pela alta das cotações do produto no mercado internacional. Em Santa Catarina, os preços médios recebidos pelos produtores de trigo subiram cerca de 10% em maio e estão 18% maiores na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Alho e tabaco

O plantio da nova safra catarinense de alho está em andamento, porém boa parte da safra passada permanece nos galpões.

Já a produção estimada para a safra de tabaco 2017/18 é 3,6% inferior à obtida no ciclo agrícola anterior. Apesar da queda do rendimento, o aumento da área plantada minimizou a expectativa de queda na produção de tabaco para a safra que se encerrou.

Leia a edição completa do Boletim Agropecuário de junho: http://docweb.epagri.sc.gov.br/website_cepa/Boletim_agropecuario/boletim_agropecuario_n61.pdf

Mais informações: cepa@epagri.sc.gov.br 

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Governo de Santa Catarina lança Plano de Bacia do Rio Urussanga

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Um dos momentos mais aguardados para a efetiva gestão dos recursos hídricos pelo Comitê da Bacia do Rio Urussanga foi concretizado no dia 14, com o lançamento do Plano da Bacia Hidrográfica. 

O estudo é um instrumento de planejamento para a gestão que busca mostrar os principais usos dos recursos hídricos e a disponibilidade a fim de apontar, por meio de um balanço hídrico, as condições atuais e futuras de atendimento aos diversos usos da água. O intuito é estabelecer metas e indicadores para garantir o uso sustentável deste recurso natural nos dez municípios com território na bacia hidrográfica.

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A solenidade, realizada na Sociedade Recreativa Urussanga, foi prestigiada pelo secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Adenilso Biasus, representando o Governo de Santa Catarina, secretário da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Criciúma, João Fabris, prefeitos e vereadores do municípios inseridos na bacia hidrográfica, representantes de entidades membros do Comitê da Bacia do Rio Urussanga e comunidade. 

"Para fazer de forma eficiente precisamos de estudo e transformá-lo posteriormente em políticas públicas. Nós vivemos no melhor Estado da Federação e é o que mostra os indicadores. A água é um bem público e devemos fazer o uso racional. Por isso o Governo de Santa Catarina investe em tecnologia e inovação. É de fundamental importância este estudo que representa o desenvolvimento econômico sustentável do nosso Estado e engloba também a questão ambiental e social. A correta gestão pública dos recursos hídricos reflete em todos os demais setores da economia catarinense e tem aplicação direta na vida das pessoas", afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Adenilso Biasus.

Para a presidente do Comitê da Bacia do Rio Urussanga, Carla Possamai Della o Plano representa desenvolvimento. "Nós temos a esperança de que este Plano, de qualidade e com base em dados, traga o desenvolvimento com planejamento", frisou.

 

ETAPAS DO PLANO

O Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Urussanga será elaborado pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL) com apoio financeiro e institucional da Fundação de Amparo a Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) e da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Sustentável (SDS). O investimento do Governo de Santa Catarina é de R$ 1,2 milhão. O coordenador da execução do Plano, Celso Albuquerque, da Unisul apresentou os objetivos do projeto, as etapas e logotipo do Plano. 

"Vamos fazer um levantamento da disponibilidade e demanda para posteriormente elaborar o balanço com alternativas e ações. Um plano de recursos hídricos bem elaborado torna-se uma ferramenta de muito poder para a região da bacia, pois ele mostra a situação atual e aponta o que deve ser feito para garantir qualidade e quantidade de água para todos os setores de usuários, bem como auxilia os municípios e o governo estadual a determinar as ações mais urgentes, de médio e longo prazo para garantir água para todos. Precisamos contar com a participação da comunidade nas etapas de construção desse grande projeto", salientou. 

As etapas do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Urussanga consistem no envolvimento da sociedade no Plano, caracterização e diagnóstico da Bacia, cenários futuros das demandas hídricas, compatibilização de demandas e disponibilidades, e plano de ações.

A BACIA HIDROGRÁFICA

A Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga abrange uma área de 679,16 km² e está situada na região hidrográfica – RH 10, no Extremo Sul Catarinense. Dez municípios estão inseridos nesta bacia, totalizando mais de 118 mil habitantes de Urussanga, Cocal do Sul, Pedras Grandes, Treze de Maio, Morro da Fumaça, Criciúma, Sangão, Içara, Jaguaruna e Balneário Rincão. Somente os municípios de Cocal do Sul e Morro da Fumaça estão com área total na bacia. Cabe ao Comitê da Bacia do Rio Urussanga promover o gerenciamento descentralizado, participativo e integrado dos recursos hídricos na área da Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga.Fonte: Eliana Maccari/ Comunicação - Comitê da Bacia do Rio Urussanga 

 

Mais informações: comitedoriourussanga.blogspot.com/

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Produtores do extremo Oeste discutem Cadeia Produtiva do Leite

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Foi realizado na segunda-feira, 18, no salão Paroquial da Igreja Matriz em São Miguel do Oeste, o Seminário Regional sobre a Cadeia Produtiva do Leite. A ação é uma realização de diversas entidades ligadas à agricultura familiar.

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O seminário busca construção de propostas para a cadeia produtiva do leite, principalmente frente as mudanças propostas pelo Ministério da Agricultura na legislação.

 

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As mudanças propostas pelo MAPA vão trazer prejuízos e vai tornar a atividade leiteira inviável. A afirmação é do Deputado estadual do PT Dirceu Dresch. Segundo ele as medidas vão custar muito caro para os produtores. Dresch salienta que estas normativas tratam do manejo com o gado leiteiro, transporte e refrigeração, situações que são diferentes em cada região do país e que se confirmar será inviável. Ele comenta também que o leite produzido em nossa região é um dos melhores do Brasil e pode ser considerado um dos melhores do mundo.

Dresch comenta também que a pauta elaborada no dia de hoje será encaminhada ao Ministério da Agricultura e Pecuária a fim de ajustar as normativas. Segundo ele, o setor vem perdendo o valor ao longo do tempo e se casos sejam efetivadas essas medidas o agricultor familiar e também as agroindústrias vão perder ainda mais. Fonte: portal Peperi

Mais informações: grsmo@epagri.sc.gov.br 

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“Recanto do Balseiro” referência em Turismo Rural com apoio do SC Rural

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Cercado pelas belas paisagens do município de Itá, no Oeste Catarinense, o “Recanto do Balseiro” é um convite irresistível para voltar no tempo. O local é referência quando o assunto é turismo rural e a história dos desbravadores balseiros do Rio Uruguai.

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A propriedade é da família Brand, Nilo, Ivanir e está localizada na Linha Simon. A forma de uma península para dentro do lago da Hidroelétrica de Itá, contribui para a beleza do local que fica integrada com a natureza e cercada pela água.

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O local é a memória viva dos desbravadores balseiros e segundo a história, nos anos 1918 e 1919, chegaram à região, os primeiros imigrantes italianos e que tiveram a ideia de transportar madeira de Itá para o Porto de São Thomé, na Argentina, quando ainda estavam edificando a cidade de Buenos Aires.

Como o peso, moeda argentina, era valorizada, tratava-se de um grande negócio. No verão, os balseiros derrubavam as árvores, amarravam e puxavam as toras até o rio. No período próximo às enchentes de São Miguel, levavam, pelo rio, as mercadorias para serem comercializadas. Havia no percurso 28 obstáculos nos 580 quilômetros de extensão. Desta forma, era preciso que as águas do Uruguai estivessem bastante altas para que a travessia fosse feita. Foi o bisavô de Nilo, seu João Simon, que começou o negócio. Logo depois, os filhos e mais tarde, os vizinhos viram a iniciativa como uma grande oportunidade de ganho. “Isso rendeu muito dinheiro”, recorda. 

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O bisavô João Simon era dono de uma vasta área de terra, onde hoje é a Linha Simon e o casarão onde morava com a família era de 16×14 metros quadrados, onde inclusive eram realizadas grandes festas e bailes. Com madeira serrada toda a mão para ser construída e levou cinco anos até ficar pronta. Com a construção da barragem, a área foi inundada e a casa derrubada, restaram as fotos.

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Já se vão mais de 80 anos. Com as mudanças ocorridas no município de Itá e o surgimento do turismo, o agricultor resolveu voltar a estudar e em 2007, formou-se bacharel em Turismo. Com conhecimento resolveu criar um empreendimento que pudesse contar um pouco da vida da família de seu bisavô e dos colonizadores – o Museu dos Balseiros.

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Os visitantes foram crescendo e algo faltava. Foi com o apoio do SC Rural que a família conseguiu construir a estrutura de um restaurante, onde são servidos pratos típicos. “Com esse apoio, melhorou muito os resultados, esse novo serviço era o que a gente precisava e melhorou em muito a renda do empreendimento”, destaca.

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O Recanto do Balseiro, está inserido na Rota de Turismo Rural  e além da beleza natural do local, devido a proximidade da água da barragem e da área de preservação da flora tem como atrações: restaurante, o museu do balseiro onde estão expostas antiguidades ligadas aos balseiros, com fotos que retratam as condições da época, um quiosque para recepção das pessoas que fazem a visitação com sala de vídeo, uma unidade de produção de geleias, pomares de frutíferas e uma área de produção de hortaliças.

Os turistas podem passear pelos parreirais de uva e pomares, com mais de 40 tipos de frutas, conhecer o Museu dos Balseiros, saborear um delicioso Café Colonial, porções de tilápia, polenta frita, pastéis, sopa de agnolini, bolachas, pães, cucas, doces caseiros, geleias, marmeladas, pão de milho, queijo colonial, salame, vinhos coloniais, wafle, nata, polenta entre outras e ainda adquirir iguarias.

Com apoio da Epagri, prefeitura municipal e Coopervaleitá o empreendimento possui uma boa visibilidade e bastante divulgado na rede hoteleira local e regional.

A Epagri foi responsável pelo projeto estruturante, apoiado pelo programa SC Rural, na linha de incentivo ao turismo rural. Segundo Graciane Biachin, extensionista rural da Epagri, “o potencial da propriedade e o nível de conhecimento histórico do produtor rural foram fundamentais para investir na ideia de turismo rural”. Já para Arlete Barionuevo, também extensionista rural da Epagri, “o Programa SC Rural e o Microbacias 2 foram grandes incentivadores para colocar tudo em prática, agregando valor à propriedade e oferecendo outra renda além da agricultura”.

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No endereço: https://www.facebook.com/scrural você pode acompanhar o depoimento de Nilo Brand

 

Mais informações: emita@epagri.sc.gov.br

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Endereço eletrônico: imprensa@microbacias.sc.gov.br

Cachaças de Santa Catarina surpreendem na Expocachaça 2018

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Quando o assunto é cachaça, Minas Gerais é inevitavelmente sinônimo de qualidade. Não surpreende, portanto, o resultado da degustação às cegas do Expocachaça 2018, uma das maiores feiras do setor.

A prova foi realizada nos dias 9 e 10 de junho em Belo Horizonte. As cachaças mineiras foram as mais premiadas, com 30 medalhas entre ouro e prata. A verdadeira surpresa veio de Santa Catarina, o segundo estado mais premiado, com dez medalhas.

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Ao todo foram 238 amostras avaliadas por 17 jurados coordenados por Lorena Simão, do LABM – Laboratório Amalize Maia, Renato Frascino, coordenador de diversos cursos de bebidas e técnico sensorial de alimentos e bbdidas, e Renato Costa, presidente da ABS – Associação dos Somelieres do Brasil – MG.

Rio de Janeiro também se confirma como um dos melhores estados produtores graças às sete medalhas conquistadas. A seguir Rio Grande do Sul (6), São Paulo e Goiás, cada um com cinco, Espírito Santo (4) e Maranhão (2). Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Norte e Ceará, ganharam cada um uma medalha.

E, provando de que a destilaria da branquinha vai muito além da herança tradicionalmente mineira, o Paraná também está entre os premiados.  A destilaria Companheira foi premiada na categoria “Madeiras Diversas” graças ao rótulo Companheira Gatinha, do produtor Natanael Carli Bonicontro, que criou a cachaçaria em 1994 em Jandaia do Sul, no norte do Paraná, no Vale do Rio Ivaí. O destilado é envelhecido por dois anos em tonéis de madeira amburana e armazenadas em barris de carvalho americano e europeu por mais quatro anos. O resultado é forte: 40% de graduação alcóolica no rótulo de 600ml.

Estima-se que, no Brasil, mais de 4 mil marcas de cachaças são registradas. Com tantas opções disponíveis no mercado, fica, de certa forma, complicado selecionar os melhores rótulos, mesmo quando o paladar seja bem familiarizado com a branquinha. É por isso que alguns métodos de análise, como degustações à cegas, são necessárias para avaliar a evolução e a qualidade desses produtos.

As cachaças foram julgadas nas seguintes categorias:
1) Brancas Puras armazenadas em tanques de inox ou vasilhame inerte, sem passar por qualquer tipo de madeira;
2) Descansadas em madeiras como amendoim, jequitibá, entre outras que não interferm na cor;
3) Envelhecidas em Carvalho Francês;
4) Envelhecidas em Carvalho Americano;
5) Envelhecidas em diversas madeiras brasileiras, como Amburana, Bálsamo, Loro e Canela, Castanheira, Pau Brasil, entre outras;
6) Envelhecidas na Categoria Extra-Premium, envelhecidas acima de três anos;
7) Bebidas com cachaça.

Cada produtor ofereceu espontaneamente amostras de até dois rótulos para serem julgados na prova. Depois de coletadas, as amostras – foram 238 no total – são enumeradas e transferidas para outras garrafas, sem o rótulo. “Isso permite que o jurado analise a aparência, cor e visual da bebida de maneira mais aprofundada”, explica Lorena Simão, coordenadora da prova.

Nesta edição foram 17 jurados que julgaram os destilados em nove categorias. Como foram apenas dois dias de avaliação, a mesa julgadora foi dividida em dois grupos para que todos pudessem avaliarem as cachaças tanto do lado técnico quanto o sensorial. Os jurados lançam mão de alguns aliados para “limpar” o paladar entre uma provinha e outra – afinal, a variedade de rótulos a serem julgados foram muitos. “Maçã verde, pão e água foram alguns alimentos disponíveis para não misturar os sabores dos rótulos. Como em uma degustação avaliadora, o jurado não bebe a cachaça, só degusta e, depois, cospe”, contou.

Todas as cachaças são classificadas da seguinte forma: acima de 90 pontos ganha a medalha de ouro, de 80 a 89 pontos a de prata e 70 a 79 de bronze. “Nesta edição da Expocachaça houve um altíssimo nível da qualidade das cachaças. Cerca de 97% dos rótulos tiveram notas acima de 70 pontos”, afirma Simão. Fonte: Gazeta do Povo

 

Mais informações: https://www.gazetadopovo.com.br/…/expocachaca-2018-cachacas-premiadas/

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Endereço eletrônico: imprensa@scrural.sc.gov.br

Epagri promove dia de campo sobre hortaliças orgânicas nesta quinta-feira, em Itajaí

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Nessa quinta-feira, 21, a Estação Experimental da Epagri em Itajaí (EEI) recebe agricultores, técnicos, estudantes e outros profissionais para o Dia de Campo de Tecnologias para Produção Orgânica e Sustentável de Hortaliças.

É a chance de os produtores rurais da região conhecerem as novidades desenvolvidas ou adaptadas pelos pesquisadores da Epagri que permitem a produção de alimentos limpos. Mais de 200 pessoas são esperadas no evento.

Nas sete estações distribuídas pela Estação Experimental os visitantes conhecerão as tecnologias da Epagri para cultivo orgânico, em abrigo e a céu aberto, de alface, rúcula, tomate, repolho e pimentão. Uma das estações vai apresentar o sistema de cultivo hidropônico, que apesar de não ser orgânico, é considerado sustentável pelos pesquisadores. As visitas às estações acontecem durante todo o dia.

 

Troca de sementes e homenagens

Às 11h30min da manhã a EEI homenageia cinco agricultores da região que cedem espaços em suas propriedades para realização dos experimentos da unidade, uma colaboração valiosa para o desenvolvimento das pesquisas.

Às 13h tem início o encontro de troca de sementes e mudas crioulas levadas pelos agricultores que vão participar do Dia de Campo. Esses materiais propagativos guardam importante valor científico, uma vez que muitas destas plantas cultivadas nos quintais das casas resistem à doenças e condições climáticas extremas e ainda não foram estudadas pelos pesquisadores. As semente e mudas crioulas serão avaliadas pelos pesquisadores da EEI e as de interesse científico serão armazenas no banco de germoplasma da unidade para estudos.

Os agricultores também poderão levar para casa, gratuitamente, sementes e mudas de aipim, batata-doce, maracujá, milho e feijão melhoradas pela Epagri.

“A hortaliça representa uma importante cadeia produtiva na região do Vale do Itajaí. O uso de tecnologias para produção orgânica ou sustentável agrega valor aos alimentos, além de preservar a saúde de quem produz e de quem consome”, explica Euclides Schallenberger, pesquisador da EEI.

Os interessados em participar do Dia de Campo não precisam se inscrever antes, bastar ir até a EEI no dia 21, entre às 8h e às 16h30min. Não há custos para participar do evento.Fonte: Gisele Dias/Assessoria de imprensa Epagri/Foto Nilson Teixeira – Epagri

Informações: Euclides Schallenberger, pesquisador da EEI, pelos fones (47) 99918-8663 / 3398-6341

 

Mais informações: Estação Experimental Epagri – Itajaí – (47) 3398-6341

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